Olá, gente linda do P! Fazia um tempão que não escrevia, e quem já me leu antes sabe que eu curto fazer relatos reais das minhas experiências. Um dia, comentei com uma amiga linda sobre meu pequeno e tarado hobby, e ela se interessou. Entrou pra ler e gostou do que viu.
Ela me perguntou por que eu não escrevia ficção, além dos relatos reais. Então, a pedido da minha querida e linda brunette sagitarianna, aqui vai meu primeiro conto ficcional.
Nico tá sentado num bar. Um que escolheu por acaso. Perto de uma janela, curtindo a cerveja dele e o pôr do sol, mergulhado nos próprios pensamentos. Tão na dele que nem percebeu a chegada da Lorena. Ela entrou no mesmo bar. Só procurando algo pra beber quando viu ele sentado. Chegou perto dele sorrindo.
Lorena: ei! Nico! O que cê tá fazendo aqui!? Que gostoso te ver!
Nico: (saindo do transe em que estava) Lore? A gente mora tão perto e nunca consegue se ver, e agora a centenas de quilômetros de casa te encontro do nada assim — ele disse enquanto se abraçavam — tá com pressa? Tá esperando alguém ou tem um tempinho pra gente tomar aquela cerveja que a gente tá devendo há tempos?
Lore: Não. Não tô esperando ninguém. Bora tomar essa breja.
O garçom traz uma garrafa bem gelada e outro copo pra ela. Ainda sem conseguir acreditar naquela coincidência e sem apagar os sorrisos, eles começam a bater um papo.
Lore: me conta aí. O que cê tá fazendo pela costa? Férias?
Nico: Mmmm, não exatamente. Terminei faz 2 dias. Tive uma briga feia, saí de casa e decidi pegar a estrada sem rumo pra espairecer, e aqui estou.
Lore: nossa, que feio. Cê tá bem?
Nico: sim. É meio chato. Mas já era algo que dava pra ver... Você de férias pelo que vi no Facebook. Pensei que ia pra Mardel.
Lore: sim. Digamos que era pra ser férias e a ideia era Mar del Plata, mas aí "meu namorado" conseguiu Mar del Tuyú e cá estou eu.
Nico: por que as aspas quando você disse "meu namorado" (imitando ela com o gesto)
Lore: porque ele é um baita dum otário. A gente tá brigando desde que saiu de Buenos Aires. E hoje, além de brigar, ele começou a me encher o saco com ciúme besta. Aí decidi fazer igual você: mandar ele pra puta que pariu e sair pra beber alguma coisa, e acabei aqui.
Nico: (segurando a mão dela) que situação de merda. Faz anos que a gente se conhece das redes sociais e sempre que você me contava as coisas, eu sentia que ele não te valorizava.
Lore: sim. É verdade. Não é um cara ruim. Mas às vezes me tira do sério com as besteiras dele. A propósito, quando é que a gente vai fingir que tá conversando?
Nico: Umas uns 10 anos, mais ou menos. Desde os tempos do MSN véi.
Lore: e a gente se viu só uma vez lá na praça San Martín, lembra? Fizeram a gente pagar um absurdo naquela cerveja, arrebentaram nossa cabeça com o preço.
Nico: como esquecer. Você estava gostosa naquele dia. E a gente tomou a stella mais cara do universo
Continuaram conversando mais um pouco, e mais tarde pediram umas rabas e mais garrafas. Entre risadas e papo. Algumas insinuações e olhares, ele se levantou pra ir no banheiro. Quando volta, vê ela com o celular na mão.
Nico: tudo bem?
Lore: sim. Tá me mandando mensagem pra saber onde eu tô.
Nico: se tiver que ir, te levo. E se não. Se tiver afim, eu tô num apê aqui a umas quadras. Já paguei a conta agora.
Lore: nem vontade de voltar. Fala sério. Aceito seu convite.
Nico: Beleza. Vamos. Mas avisa ela que cê tá bem, senão ela vai meter o FBI atrás de você.
Lore: hahaha. Exagerado. Fala aí. Sim.
Em poucos minutos estavam no apê.
Nico: fica à vontade. Pega algo gelado. Ou prefere um café? Mate?
Lore: acho que preferia algo mais forte
Nico: só tenho cerveja. Mas posso preparar uma coisa forte pra você.
Lore: sim? Como assim?
Nico: (se aproximando dela) Naquela vez em San Martín, a vergonha me venceu. A gente era mais moleque. Mas eu tava morrendo de vontade de fazer isso.
Pego ela pela cintura, colando o corpo dela no meu enquanto começo a beijá-la apaixonadamente. Nossas mãos começam a se reconhecer. Ele toca as costas dela. O cabelo dela. A nuca dela. Ela coloca uma mão nas costas dele. Com a outra, acaricia o rosto dele.
Lore: eu também queria isso. E esperava que você desse o primeiro passo, porque a vergonha também me vencia.
Os beijos continuaram. E as carícias foram ficando mais intensas.
Ela estava com um vestido simples que a cada momento subia mais, deixando à mostra a biquíni por baixo e a pele da Lorena. Ele estava de camiseta e sunga. O que deixou bem evidente a ereção dele. O vestido caiu no chão em poucos minutos. E ele ficou ali, babando, apreciando a paisagem mais gostosa de todas. As curvas dela. O cabelo preto ondulado. Os biquinhos marcando o tecido da biquíni.
Lore: cê tá gostando do que vê, parece.
Nico: pra caralho. Tá mais gostosa do que eu imaginava.
Lore: é injusto que você continue vestido. Mas dá pra perceber uma coisa. Você tá durão.
Nico: sendo justo. A gente tem 2 prendas cada um agora.
Lore: haha sim. Beleza. Trocamos.
E automaticamente puxou o nó da biquíni, deixando os peitos redondos e lindos dela livres. Nico, por sua vez, tirou a camiseta. E tomou a iniciativa de tirar também o short. Apertou ela contra a parede. Beijando. Tocando os peitos dela. Ansioso. Desesperado. E ela, ao sentir as mãos dele brincando nos mamilos dela. Primeiro suave. Depois mais intenso. E depois já eram dentes e lábios que a estimulavam. Percebeu um calor interno invadindo ela. Levou a mão até a virilha do Nico. Sentindo ele duro como uma rocha. Palpitando. Afastou ele da parede. E, segurando ele como se fosse a maçaneta de um carro, puxou ele até o sofá. Ele pôde apreciar aquela bunda gostosa que tanto desejou e imaginou. Não podia acreditar que estava assim com ela. No sofá, ela sentou, deixando a pica do Nico pronta. Na altura certa. Com a mão, masturbava ele suavemente enquanto dava beijinhos na cabeça. E brincava com a língua na ponta e no tronco, bem sutil. Bem suave. Acariciando os ovos dele. Ele enlouquecia de prazer.
Lore: que pau gostoso você tem. Valeu a pena esperar 10 anos.
Nico: você é mais gostosa do que eu imaginava...ne... Ahh...
Não conseguiu terminar a frase porque ela esqueceu dos beijinhos mais inocentes e abriu a boca pra fazer ele voar de prazer, chupando uma vez e outra. Ele só conseguiu agarrar ela pelo cabelo, não conseguia nem pensar direito.
Nico ajeitou ela. Deitou-a no sofá e se ajoelhou no chão. Tirou a última peça de roupa que Lorena ainda tinha. Deixando à mostra uma rosadinha e perfeitamente depilada obra de arte. Sem perder tempo, se pôs a lamber e dar mordidinhas no clitóris e nos lábios já encharcados, e o quarto se encheu de gemidos profundos. De prazer intenso. Ela puxou ele pelos cabelos enquanto mexia a cintura no ritmo da língua de Nico. Ele pegou um dos peitos dela com uma mão. E com a outra, abriu os lábios da buceta pra percorrer com a língua o mais fundo possível. Depois, começou a masturbá-la com os dedos. Naquele momento, ela soltou um grito e desabou por causa do orgasmo tão intenso que teve.
Lore: Fazia tempo que eu não gozava assim. Valeu. Tu faz magia com essa língua.
Nico: não sei se tanto assim. Mas me esforço.
Sem deixar ela se recuperar, ele já se acomodava sobre ela. E sem muito esforço, por conta de como ela estava lubrificada, foi penetrando devagar. Os corpos deles se movendo juntos. Gemendo e curtindo cada penetrada. O calor lá dentro dela. E a umidade que escorria dela tava deixando ele louco.
Lore: aí. Sim. Adoro. Ahh. Me dá mais. Quero que quatro me comam.
Nico: sim. Beleza. Vamos pra cama melhor pra ficar mais confortáveis.
Chegam no quarto. Ela apoia as mãos na borda da cama, deixando a raba bem empinada. O tesão dele foi incontrolável e, sem perder tempo, fica atrás dela, metendo forte. Puxa ela pelo cabelo pra arquear as costas. Passa a outra mão na frente, procurando os peitos dela e torcendo os bicos.
Lore: sii. Ai. Você faz sair a puta que tem dentro de mim. Fazia tempo que não me comiam assim. Ahhh.
E os gemidos se misturavam com o barulho da bunda da Lore contra a pélvis do Nico.
Nico: cê gosta assim, putinha?
Lore: sim. Adoro. E quero que você arrebente minha buceta. Tô morrendo de vontade.
Nico: seus desejos são ordens, gostosa
Soltando o cabelo e o peito dela, eu a fiz se ajoelhar na cama. Pra ter um melhor controle. E enquanto continuava penetrando ela, comecei a preparar com os dedos o cu da Lorena. Não precisei de muito, a excitação que ela tava ajudou pra caralho. E me acomodando na nova entrada que se oferecia, empurrei devagar pra invadir por completo a bunda dela. Eu me mexia devagar no começo pra não machucar, e quando senti que ela tava confortável, comecei a me mover cada vez mais forte, enquanto com uma mão estimulava o clitóris dela. Fazendo ela ter mais uns dois orgasmos, e eu também cheguei no meu. Explodindo dentro dela com vários jatos de porra quente.
Desabaram juntos na cama. Exaustos. Tomaram um banho juntos e voltaram pra cama.
Nico: a melhor escapada da minha vida. Tomara que eu te encontre mais vezes em lugares distantes.
Lore: sim. Destino louco que nos trouxe até aqui. Mas foi magnífico.
E assim eles dormiram por algumas horas. De manhã, ele acorda. Excitado. Se sentindo duro. Quando caiu na real, percebeu que ela estava ajoelhada, lambendo suas bolas e masturbando ele.
Lore: bom dia, dorminhoco. Ontem à noite você meteu na minha bunda e eu adorei. Mas não quero ficar com vontade de você meter na minha boquinha.
Nico relaxou e deixou ela fazer. Daí a pouco, ela conseguiu o que tanto queria. Engolindo até a última gota. E deixando ele num estado de relaxamento total.
Lore: beleza, gatinho. Preciso ir. Foi um prazer ter te encontrado. Valeu.
Nico: idem. Foi um prazer pra caralho. Espero que a gente se veja de novo...
E deixando ele num estado de relaxamento total.
Lore: Beleza, gatinho. Preciso ir. Foi um prazer ter te encontrado. Valeu.
Nico: idem. Foi um prazer pra caralho. Espero que a gente se veja de novo...
Espero que tenham gostado. Deixem pontos e compartilhem. Um abraço.
Marido
P.S. Quem te diz. Talvez um dia aconteça.
Ela me perguntou por que eu não escrevia ficção, além dos relatos reais. Então, a pedido da minha querida e linda brunette sagitarianna, aqui vai meu primeiro conto ficcional.
Nico tá sentado num bar. Um que escolheu por acaso. Perto de uma janela, curtindo a cerveja dele e o pôr do sol, mergulhado nos próprios pensamentos. Tão na dele que nem percebeu a chegada da Lorena. Ela entrou no mesmo bar. Só procurando algo pra beber quando viu ele sentado. Chegou perto dele sorrindo.
Lorena: ei! Nico! O que cê tá fazendo aqui!? Que gostoso te ver!
Nico: (saindo do transe em que estava) Lore? A gente mora tão perto e nunca consegue se ver, e agora a centenas de quilômetros de casa te encontro do nada assim — ele disse enquanto se abraçavam — tá com pressa? Tá esperando alguém ou tem um tempinho pra gente tomar aquela cerveja que a gente tá devendo há tempos?
Lore: Não. Não tô esperando ninguém. Bora tomar essa breja.
O garçom traz uma garrafa bem gelada e outro copo pra ela. Ainda sem conseguir acreditar naquela coincidência e sem apagar os sorrisos, eles começam a bater um papo.
Lore: me conta aí. O que cê tá fazendo pela costa? Férias?
Nico: Mmmm, não exatamente. Terminei faz 2 dias. Tive uma briga feia, saí de casa e decidi pegar a estrada sem rumo pra espairecer, e aqui estou.
Lore: nossa, que feio. Cê tá bem?
Nico: sim. É meio chato. Mas já era algo que dava pra ver... Você de férias pelo que vi no Facebook. Pensei que ia pra Mardel.
Lore: sim. Digamos que era pra ser férias e a ideia era Mar del Plata, mas aí "meu namorado" conseguiu Mar del Tuyú e cá estou eu.
Nico: por que as aspas quando você disse "meu namorado" (imitando ela com o gesto)
Lore: porque ele é um baita dum otário. A gente tá brigando desde que saiu de Buenos Aires. E hoje, além de brigar, ele começou a me encher o saco com ciúme besta. Aí decidi fazer igual você: mandar ele pra puta que pariu e sair pra beber alguma coisa, e acabei aqui.
Nico: (segurando a mão dela) que situação de merda. Faz anos que a gente se conhece das redes sociais e sempre que você me contava as coisas, eu sentia que ele não te valorizava.
Lore: sim. É verdade. Não é um cara ruim. Mas às vezes me tira do sério com as besteiras dele. A propósito, quando é que a gente vai fingir que tá conversando?
Nico: Umas uns 10 anos, mais ou menos. Desde os tempos do MSN véi.
Lore: e a gente se viu só uma vez lá na praça San Martín, lembra? Fizeram a gente pagar um absurdo naquela cerveja, arrebentaram nossa cabeça com o preço.
Nico: como esquecer. Você estava gostosa naquele dia. E a gente tomou a stella mais cara do universo
Continuaram conversando mais um pouco, e mais tarde pediram umas rabas e mais garrafas. Entre risadas e papo. Algumas insinuações e olhares, ele se levantou pra ir no banheiro. Quando volta, vê ela com o celular na mão.
Nico: tudo bem?
Lore: sim. Tá me mandando mensagem pra saber onde eu tô.
Nico: se tiver que ir, te levo. E se não. Se tiver afim, eu tô num apê aqui a umas quadras. Já paguei a conta agora.
Lore: nem vontade de voltar. Fala sério. Aceito seu convite.
Nico: Beleza. Vamos. Mas avisa ela que cê tá bem, senão ela vai meter o FBI atrás de você.
Lore: hahaha. Exagerado. Fala aí. Sim.
Em poucos minutos estavam no apê.
Nico: fica à vontade. Pega algo gelado. Ou prefere um café? Mate?
Lore: acho que preferia algo mais forte
Nico: só tenho cerveja. Mas posso preparar uma coisa forte pra você.
Lore: sim? Como assim?
Nico: (se aproximando dela) Naquela vez em San Martín, a vergonha me venceu. A gente era mais moleque. Mas eu tava morrendo de vontade de fazer isso.
Pego ela pela cintura, colando o corpo dela no meu enquanto começo a beijá-la apaixonadamente. Nossas mãos começam a se reconhecer. Ele toca as costas dela. O cabelo dela. A nuca dela. Ela coloca uma mão nas costas dele. Com a outra, acaricia o rosto dele.
Lore: eu também queria isso. E esperava que você desse o primeiro passo, porque a vergonha também me vencia.
Os beijos continuaram. E as carícias foram ficando mais intensas.
Ela estava com um vestido simples que a cada momento subia mais, deixando à mostra a biquíni por baixo e a pele da Lorena. Ele estava de camiseta e sunga. O que deixou bem evidente a ereção dele. O vestido caiu no chão em poucos minutos. E ele ficou ali, babando, apreciando a paisagem mais gostosa de todas. As curvas dela. O cabelo preto ondulado. Os biquinhos marcando o tecido da biquíni.
Lore: cê tá gostando do que vê, parece.
Nico: pra caralho. Tá mais gostosa do que eu imaginava.
Lore: é injusto que você continue vestido. Mas dá pra perceber uma coisa. Você tá durão.
Nico: sendo justo. A gente tem 2 prendas cada um agora.
Lore: haha sim. Beleza. Trocamos.
E automaticamente puxou o nó da biquíni, deixando os peitos redondos e lindos dela livres. Nico, por sua vez, tirou a camiseta. E tomou a iniciativa de tirar também o short. Apertou ela contra a parede. Beijando. Tocando os peitos dela. Ansioso. Desesperado. E ela, ao sentir as mãos dele brincando nos mamilos dela. Primeiro suave. Depois mais intenso. E depois já eram dentes e lábios que a estimulavam. Percebeu um calor interno invadindo ela. Levou a mão até a virilha do Nico. Sentindo ele duro como uma rocha. Palpitando. Afastou ele da parede. E, segurando ele como se fosse a maçaneta de um carro, puxou ele até o sofá. Ele pôde apreciar aquela bunda gostosa que tanto desejou e imaginou. Não podia acreditar que estava assim com ela. No sofá, ela sentou, deixando a pica do Nico pronta. Na altura certa. Com a mão, masturbava ele suavemente enquanto dava beijinhos na cabeça. E brincava com a língua na ponta e no tronco, bem sutil. Bem suave. Acariciando os ovos dele. Ele enlouquecia de prazer.
Lore: que pau gostoso você tem. Valeu a pena esperar 10 anos.
Nico: você é mais gostosa do que eu imaginava...ne... Ahh...
Não conseguiu terminar a frase porque ela esqueceu dos beijinhos mais inocentes e abriu a boca pra fazer ele voar de prazer, chupando uma vez e outra. Ele só conseguiu agarrar ela pelo cabelo, não conseguia nem pensar direito.
Nico ajeitou ela. Deitou-a no sofá e se ajoelhou no chão. Tirou a última peça de roupa que Lorena ainda tinha. Deixando à mostra uma rosadinha e perfeitamente depilada obra de arte. Sem perder tempo, se pôs a lamber e dar mordidinhas no clitóris e nos lábios já encharcados, e o quarto se encheu de gemidos profundos. De prazer intenso. Ela puxou ele pelos cabelos enquanto mexia a cintura no ritmo da língua de Nico. Ele pegou um dos peitos dela com uma mão. E com a outra, abriu os lábios da buceta pra percorrer com a língua o mais fundo possível. Depois, começou a masturbá-la com os dedos. Naquele momento, ela soltou um grito e desabou por causa do orgasmo tão intenso que teve.
Lore: Fazia tempo que eu não gozava assim. Valeu. Tu faz magia com essa língua.
Nico: não sei se tanto assim. Mas me esforço.
Sem deixar ela se recuperar, ele já se acomodava sobre ela. E sem muito esforço, por conta de como ela estava lubrificada, foi penetrando devagar. Os corpos deles se movendo juntos. Gemendo e curtindo cada penetrada. O calor lá dentro dela. E a umidade que escorria dela tava deixando ele louco.
Lore: aí. Sim. Adoro. Ahh. Me dá mais. Quero que quatro me comam.
Nico: sim. Beleza. Vamos pra cama melhor pra ficar mais confortáveis.
Chegam no quarto. Ela apoia as mãos na borda da cama, deixando a raba bem empinada. O tesão dele foi incontrolável e, sem perder tempo, fica atrás dela, metendo forte. Puxa ela pelo cabelo pra arquear as costas. Passa a outra mão na frente, procurando os peitos dela e torcendo os bicos.
Lore: sii. Ai. Você faz sair a puta que tem dentro de mim. Fazia tempo que não me comiam assim. Ahhh.
E os gemidos se misturavam com o barulho da bunda da Lore contra a pélvis do Nico.
Nico: cê gosta assim, putinha?
Lore: sim. Adoro. E quero que você arrebente minha buceta. Tô morrendo de vontade.
Nico: seus desejos são ordens, gostosa
Soltando o cabelo e o peito dela, eu a fiz se ajoelhar na cama. Pra ter um melhor controle. E enquanto continuava penetrando ela, comecei a preparar com os dedos o cu da Lorena. Não precisei de muito, a excitação que ela tava ajudou pra caralho. E me acomodando na nova entrada que se oferecia, empurrei devagar pra invadir por completo a bunda dela. Eu me mexia devagar no começo pra não machucar, e quando senti que ela tava confortável, comecei a me mover cada vez mais forte, enquanto com uma mão estimulava o clitóris dela. Fazendo ela ter mais uns dois orgasmos, e eu também cheguei no meu. Explodindo dentro dela com vários jatos de porra quente.
Desabaram juntos na cama. Exaustos. Tomaram um banho juntos e voltaram pra cama.
Nico: a melhor escapada da minha vida. Tomara que eu te encontre mais vezes em lugares distantes.
Lore: sim. Destino louco que nos trouxe até aqui. Mas foi magnífico.
E assim eles dormiram por algumas horas. De manhã, ele acorda. Excitado. Se sentindo duro. Quando caiu na real, percebeu que ela estava ajoelhada, lambendo suas bolas e masturbando ele.
Lore: bom dia, dorminhoco. Ontem à noite você meteu na minha bunda e eu adorei. Mas não quero ficar com vontade de você meter na minha boquinha.
Nico relaxou e deixou ela fazer. Daí a pouco, ela conseguiu o que tanto queria. Engolindo até a última gota. E deixando ele num estado de relaxamento total.
Lore: beleza, gatinho. Preciso ir. Foi um prazer ter te encontrado. Valeu.
Nico: idem. Foi um prazer pra caralho. Espero que a gente se veja de novo...
E deixando ele num estado de relaxamento total.
Lore: Beleza, gatinho. Preciso ir. Foi um prazer ter te encontrado. Valeu.
Nico: idem. Foi um prazer pra caralho. Espero que a gente se veja de novo...
Espero que tenham gostado. Deixem pontos e compartilhem. Um abraço.
Marido
P.S. Quem te diz. Talvez um dia aconteça.
1 comentários - Gostosa coincidência