Na primavera de 2017, eu machuquei o joelho. Minha cunhada é fisioterapeuta, então perguntei se ela podia dar uma olhada e recomendar uns exercícios. Ela disse que sim, pra eu levar roupa e tênis esportivos. Marcamos o horário, bati uma punheta de praxe pra ficar mais tranquilo e cheguei na hora na casa dela.
Ela tinha acabado de tomar banho… tava usando uma calça branca bem leve, e dava pra ver um pouco da calcinha… uma blusa sem manga, também branca, e sem sutiã. Ela tava esfregando as mãos e os braços depois de passar creme na pele.
O marido tava viajando, o sogro tava com os amigos, ea sogra estava dando um passeio com as crianças (casualidade ou de propósito?)Quando percebi que estávamos sozinhos em casa, minha mente foi longe, tive aquela sensação de que "vou meter", e não tava pensando direito, tava nervoso… ela parecia muito animada, empolgada e nervosa ao mesmo tempo… era realmente ridículo como dois adultos estavam nessa situação tão nervosos.
Fomos pra um quarto que ela tem preparado pra massagens, com uma maca no centro, uns halteres perto da parede, uma prateleira com óleos e cremes, uma esteira e mais uns equipamentos…
Ela fechou a porta e meu rosto esquentou. Eu sabia que se ficasse duro, aquele short de corrida não ia disfarçar nada; e não sabia se ela ia encarar uma ereção como algo grotesco ou mais como um empurrão pra se soltar; então era algo pra controlar.
Depois de fechar a porta devagar (estranho, já que estávamos sozinhos), ela demorou um segundo pra se virar pra mim. Quando virou, sorriu encolhendo os ombros e fechando quase completamente os olhos. Uma expressão muito tímida, mas que ao mesmo tempo dizia muito.
• Vamos ver, o que você tem, onde dói? (num tom bem enérgico, bem amigável)
• (Blablablabla)
• Ok, faz esses exercícios pra ver se dói
• …
• Perfeito, agora faz isso
Enquanto isso, eu tava concentrado em não ficar duro… muito difícil porque ela fazia o exercício primeiro e dava pra ver o corpo dela bem gostoso, toda vez que se abaixava, eu tentava ver se escapava um peito, ou pelo menos um mamilo, mas não, a blusa era bem feita… além disso, ela tocava nas minhas pernas e quadris… mas nessa parte preciso dizer que ela tava bem profissional
• Ahã, dói se você faz assim?
• Blablablablabl (já tava uns 10min nisso)
• Vem, sobe na maca, vou fazer pressão contra o joelho e me diz se dói
• …
• Ok, agora vou fazer pressão no sentido contrário
• …
• Perfeito, agora pelos lados
• …
• Hmmm, sinceramente não acho nada… os tendões e músculos tão meio duros (mas não tão duros quanto a pica) (que eu tinha guardado), mas não tem lesão séria, pelo menos não é nada grave… tira o short
• (ô-ô)
Eu estava de pé, ao lado da maca, só de cueca e ainda com a camiseta de flanela… nervoso. Ela estava super normal, profissional. Pegou um travesseiro, colocou na minha frente e se ajoelhou. Aquela cena me deixou confuso, mas o nervosismo não deixava o pau subir.
Começou a apalpar atrás das coxas, o olhar concentrado nas minhas pernas e joelhos, como se estivesse com a visão perdida, focada, tateando em busca de lesões. Meu pacote estava a alguns centímetros do rosto dela, eu me segurando pra não furar o olho dela.
Por instinto, acariciei o cabelo dela e coloquei atrás da orelha. Ela me olhou e sorriu amigavelmente, e ficou encarando meu pacote. Os olhos dela, molhadinhos de desejo, ativaram meu obelisco, que começou a crescer aos poucos. Comecei a acariciar suavemente o rosto dela, ela fechou os olhos e colocou as mãos na parte da frente das minhas coxas, enfiando a ponta dos dedos por baixo da cueca. Levantei o queixo dela pra ela me olhar, e instintivamente ela abriu os olhos. As narinas dela estavam bem abertas, o olhar sério, nervoso, as bochechas coradas, a respiração pesada.
Peguei ela pelas mãos e levantei… ela não resistiu.
Fiquei olhando nos olhos dela enquanto acariciava as mãos dela. Os olhos verdes dela pulavam de um lado pro outro. Quando olhei pros lábios dela, ela começou a respirar mais ofegante, estavam úmidos, rosados, finos… como eu queria beijar ela, mas já tinha assustado ela uma vez com um abraço… então fui com calma, apreciando a pele dela.
• Você é muito gostosa
• (com sorriso de adolescente) não acredito, você tá exagerando
• Se você soubesse quantas vezes te imaginei assim tão perto
Ela fechou os olhos por uns segundos e suspirou; abriu eles devagar enquanto sorria e suspirava.
• Não brinca comigo, eu sei que não sou bonita
• Quem te disse isso? Talvez você não seja uma top model, mas pra mim Você gosta, e muito. Não percebeu como eu te olho?
• Sim, percebi. No começo me incomodava, depois me acostumei, agora sinto falta quando você não está.
• Você não tem ideia do quanto te desejo, de conhecer melhor seu corpo… seria capaz de decorar cada sinal seu. Não sabe tudo o que desperta em mim.
• É isso que me assusta, sinto o mesmo. Não quero arrumar problema com meu marido, muito menos com minha irmã.
• E se a gente se deixar levar? Pelo menos uma vez?
• (começa a rir) Você é maluco.
• Não vou largar sua irmã, nem quero que você largue seu marido, só se deixa querer, deixa eu te acariciar, pelo menos uma vez… isso é só entre eu e você, nosso segredo.
No rosto dela dava pra ver que tava pensando seriamente, o olhar bem analisador. Eu me sentia confiante, o nervosismo foi embora, mas sentia que ia ter um treco se não comesse ela naquele dia.
Ela baixou o olhar, soltou minhas mãos e foi até a estante, apoiando as mãos nela, de costas pra mim… talvez quisesse pensar melhor. Eu não falei nada, nem segui ela, só me apoiei na maca. Ela levantou a cabeça olhando pro teto e suspirou.
• Deita na maca e não faz nada, não fala nada.
Eu obedeci… ela continuava de costas.
Uns segundos depois, ela se virou e veio na minha direção. Parou do meu lado direito e começou a tocar meus joelhos de novo e atrás das coxas… virou a terapeuta de novo.
Me resignei e não fiz mais nada por enquanto…
Ela ainda tava com aquele olhar pensativo.
Continuava apalpando minhas pernas, pressionando de leve e fazendo círculos.
• Tira a camiseta e vira de costas.
Eu obedeci. Ela começou a fazer os mesmos movimentos nas costas.
• Nossa, você tem muitos nós perto do pescoço, deve doer muito.
• Sim, dói, mas eu aguento.
• Quer que eu tire? Mas vai doer pra caralho.
• Báh, já que tamo nessa… manda ver.
Porra!!! Como doeu!!! Na real, deixou minhas costas todas doloridas. Marcada. Não sei como explicar, mas ela “meteu” a ponta do polegar entre um par de músculos quase na base da coluna e pra um lado, e depois levou o polegar até a cabeça separando os músculos que formavam os nós. Não sei se dá pra entender. Claro, primeiro ela passou um pouco de óleo e me deu uma massagem vigorosa pra aquecer os músculos, mas doeu e deixou duas marcas nas minhas costas que duraram pelo menos três semanas…
Eu entrei no modo espartano pra não reclamar da dor. Depois ela fez mais umas massagens e continuou com as pernas e atrás dos joelhos. A ereção foi pro caralho.
- Vira
Ela começou a massagear meu pescoço e ombros. O olhar dela era de uma profissional que já tinha feito aquilo por muito tempo. As mãos dela desceram pro meu peito e depois pro abdômen. Eu começava a sentir o tesão voltar de novo. Mas a verdade é que aquela situação me deixava muito desconfortável, ela queria e ao mesmo tempo não, isso me dava raiva, queria foder sim ou não?. Eu não sabia o que esperar. Aquilo que ela fez nas minhas costas foi um truque pra me acalmar? Pra me concentrar na dor e não em outra coisa? Era muito desconfortável, muito estranho mesmo…
Ela continuou a massagem no abdômen, fazendo um pouco de pressão… Voltou pras pernas, mas antes passou um pouco de óleo nas mãos. Ela me olhou nos olhos e começou a massagear minhas coxas suavemente. A respiração dela ficou pesada de novo, e o olhar dela era intrigante. Ela percorria minhas coxas de cima pra baixo, bem devagar, pressionando.
- Você tem umas pernas boas
- Hehehe valeu
- Não imaginei que fossem tão duras
- Haha isso foi um elogio ou você quer dizer que eu pareço mal?
- Haha interpreta como quiser, mas elas são muito gostosas de tocar
Ela continuou com a massagem suave sem parar de me olhar nos olhos. Levou as mãos de novo pro meu abdômen, pressionando até chegar no peito e deslizando as mãos pros lados, e de novo, às vezes chegando até o pescoço, e deslizando as mãos pros ombros. Subiu por Última vez foi até o pescoço e começou a descer devagar pelo meio do peito, depois a barriga. Parou e fez círculos com os polegares, pressionando forte do centro pra fora dos quadris.
Cada vez descia mais os polegares e repetia os movimentos. Até que chegou na beirada da cueca, parou e me olhou nos olhos. Tava séria, concentrada, pensativa, excitada, não sei explicar. Começou a baixar a cueca devagar, respirando fundo enquanto fazia isso. Meu pau começou a crescer de novo e assim que ela percebeu, puxou a cueca de vez e deixou minha fera sair. Pensei comigo: "solta o Kraken!!"
O olhar dela tava desvairado, cheio de luxúria, mas super controlada. Tentei tirar a cueca de vez, mas ela não deixou, insistiu pra eu ficar como tava.
Enquanto meu pau crescia, parecia que os olhos dela iam saltar, continuava massageando minhas pernas na altura das bolas. Quando já tava completamente duro e pulsando louco pra usar a buceta, ela pegou com a mão esquerda na base e com a direita passava os dedos bem suave, com muito cuidado, como se fosse quebrar, da base até a cabeça.
Segurei a perna dela bem embaixo da bunda e apertei. Mas ela afastou o quadril, sinal de que não queria. Pelo menos continuou me fazendo uma punheta de restaurante chique: custa um olho da cara e outro também, mas você continua com fome.
Apertava a base e acariciava até a ponta, relaxava e repetia o movimento. Assim foi por uns 5 minutos a mais... na real, naquele momento eu tinha perdido a noção do tempo, mas foi um bom tempo... Ela pegou mais um pouco de óleo, esfregou as mãos e começou a aumentar a força, já não usava só a ponta dos dedos, mas a mão inteira.
Tentei acariciar o braço esquerdo dela, mas ela me esquivou de novo.
— Não seja má, deixa eu te acariciar
— Não, isso é o mais longe que vamos chegar
— Tá maluca? Vai gozar arrebentar a pica, cê acha que eu sou de plástico?
- (ela achou muita graça) hahaha
- Se não me deixar te tocar, vai ter que chupar como se fosse um pirulito
Com expressão de surpresa e rindo ao mesmo tempo, me deu um tapinha na perna.
- Aahhhh!!!! Atrevido!! Hahahaha
- Isso, assim, abre mais um pouquinho a boca
Ela me deu outro tapa enquanto ria e, com uma expressão muito gostosa, mordeu o lábio inferior e pensou por uns segundos…
- Hmmm tá bom, mas não tenta tirar minha roupa, isso já é demais
Voltei à seriedade do momento e comecei a acariciar o braço esquerdo dela, sentindo cada pelo, percorrendo a pele quente e macia. A expressão dela agora estava mais relaxada, de satisfação. Me aproximei mais da borda, agarrei uma bunda dela e puxei pra perto de mim; ela não resistiu. Olhava pra minha pica, olhava nos meus olhos e mordia os lábios. Enfiei a mão por baixo da blusa pra acariciar as costas dela; a pele era macia, perfeita. Deslizei a mão até a barriga dela e ela inclinou a cabeça pra trás de olhos fechados. Com o polegar e o dedo do meio, fiz pressão na barriga e fui descendo cada vez mais. Ela apertava minha pica com mais força e fazia movimentos mais vigorosos.
- Você é muito gostosa mesmo, não sabe o quanto te desejo
- (ela começou a aumentar um pouco a velocidade da punheta enquanto inclinava a cabeça pra trás)
- Se eu tivesse a chance de te levar pra cama, seria feliz pra sempre
Agarrei a bunda dela de novo e apertei bem forte. Automaticamente, a boca dela se abriu, como se precisasse de mais ar, e fechava mordendo o lábio. Ela começou a esfregar a buceta contra a maca bem devagar. Do jeito que deu, enfiei a mão dentro da calça pra acariciar melhor as nádegas dela, descia um pouco mais a mão pra tocar também a dobra da bunda com a perna. A calça dela era bem leve e larga, presa por um cordão, e com esse movimento o nó começou a afrouxar um pouco.
Tirei a mão com cuidado pra não desfazer o nó de vez. Voltei para trás dela. Com a mão esquerda, eu acariciava os braços dela.
Nunca na minha vida tinha recebido uma punheta daquelas. Sentia que a pica ia explodir, mas não sentia que ia gozar ainda, o que era bom porque dava pra continuar curtindo.
Ela continuava esfregando a buceta dela na maca. Baixou a cabeça e tinha um olhar meio animalesco, os olhos dela eram de puro desejo, mas de algum jeito ela conseguia se controlar.
— Cê tá gostando assim?
— Preferia te acariciar por horas e depois ir enfiando devagarzinho. Mas sim, tô gostando, gosto de você, você vai arrebentar minha pica, é toda sua.
Ela molhou os lábios com a língua e continuou com a punheta.
Numa última tentativa, coloquei minha mão de volta dentro da calça dela; enquanto tocava a parte de trás da coxa esquerda dela, o nó da calça não aguentou mais.
Deslizei minha mão entre as pernas dela e fui subindo devagar até chegar na buceta. Apertei com um pouco de força; ela levantou a raba um pouco pra trás e esse movimento fez a calça cair; não completamente, ficou um pouco presa nas coxas dela, mas com um movimento de pernas, ela mesma fez cair.
Ela terminou de tirar a calça e com a ajuda de um dos pés levantou ela e foi até a prateleira. Tava com uma calcinha fio dental azul celeste que cobria uns 70% da bunda dela. Pegou uma toalha branca pequena e deixou a calça no lugar.
Ela voltou até mim e tirou minha cueca boxer completamente. Mandou eu me colocar no meio da maca, apertou um botão e baixou ela mais ou menos na altura dos joelhos dela.
Dava pra ver uma mancha de tesão na buceta dela que me deixou louco. Ela colocou o joelho esquerdo na maca, apoiou também a mão esquerda, passou a perna direita por cima das minhas pernas e sentou em cima de mim e colocou a toalha na minha barriga.
Pela janela do quarto entravam raios de luz do sol que batiam nos braços dela e faziam brilhar os pelinhos loiros. Ela tava sorrindo, parecia tranquila, mas eu até aquele momento ainda não sabia o que Eu podia esperar.
Tinha aquele par de coxas brancas e macias encostadas no meu corpo; olhei bem e, pelas laterais da calcinha fio-dental, apareciam alguns pelos pubianos, meio loiros, meio avermelhados… Acariciei a barriga dela e subi minhas mãos por baixo da blusa, ela colocou as mãos sobre as minhas e me parou, então deslizei minhas mãos para os lados e depois para as costas dela.
Ela continuou me masturbando.
— É todo seu quando você quiser.
— (Ela mordeu os lábios e me punhetou com força.)
— Sente você mesma (enquanto empurrava ela pelos quadris em minha direção).
Ela se aproximou um pouco mais e começou a esfregar a buceta dela no meu pau, bem devagar. Comecei a acariciar a cabeça dela, cravando meus dedos na nuca e movendo-os para cima. Ela apoiou os cotovelos ao lado da minha cabeça e encostou a testa na minha. Ergui meus quadris enquanto mantinha uma mão na nuca dela e com a outra apertava a bunda dela.
Ela soltou um gemido baixinho enquanto aumentava a velocidade e a força do movimento. Depois de alguns segundos, o corpo dela cedeu e ela desabou o peso todo em cima de mim. Eu continuei metendo enquanto passava a mão nas costas dela de cima para baixo.
— Espera, espera… (uma pausa curta) por favor, deixa eu terminar o que comecei, se continuarmos assim não vou aguentar mais e não estou preparada.
— (Parei de me mexer, abracei ela e respirei fundo) … ok.
Ela respirava forte pela boca, sentia o hálito dela perto do meu rosto. Acariciava o que dava do corpo dela: costas, bunda, pernas, cabelo… Virei um pouco o rosto para olhar ela e ela abriu os olhos… parecia meio cansada; o olhar dela era profundo.
— Espera… (enquanto fechava os olhos de novo).
Ajeitei o cabelo dela e acariciei com delicadeza o rosto dela. Depois de alguns segundos, ela se apoiou de novo nos cotovelos e nos olhamos fixamente.
— Me desculpa, mas ainda não estou preparada.
— (Sorri para ela.)
— (Ela se aproximou e me deu um beijo nos lábios, bem suave, bem rápido, que não me deu chance de responder.) Ela se sentou ereta de novo e continuou a masturbação até que eu não aguentei mais e gozei nas mãos dela, parecia um litro de porra. Quando sentiu nas mãos, o corpo dela tremeu, e ela abriu a boca soltando um gemido como se também tivesse tido um orgasmo.
Ficamos uns minutos em silêncio, recuperando o fôlego. Ela me limpou com muito cuidado e depois se limpou. Agora o olhar era de remorso, de arrependimento, a vergonha começava a tomar conta da gente. Ela ainda estava em cima de mim.
— Não quero que você se sinta mal (enquanto acariciava o rosto dela)
— (os olhos dela encheram d'água e uma lágrima escapou)
— Vem, não fica assim (sentei rápido ao lado dela)
— Sou uma idiota, não sei o que deu em mim
— Não fomos tão longe, não fica se lamentando. Eu não me arrependo
— Sério?
— Não, é algo que eu queria fazer há muito tempo. Eu me arrependeria se perdesse a chance de ficar com você
— Você sabe que isso não é certo, isso não é possível
— Isso não é certo se os outros ficarem sabendo.
— (ela me olhou e começou a rir) você está me corrompendo, eu não sou assim, não quero que pense que sou uma qualquer
— Qualquer????? Se da outra vez na cozinha você se assustou com um abraço, e isso foi há quanto tempo, 2 anos????? 2 anos pra passar de um abraço pra isso, e com todas essas massagens eu não sei como você conseguiu se controlar, isso não é normal, você treinou num templo budista?
— (o sofrimento dela começava a sumir pra dar lugar ao sorriso) hehehe você também se segurou
— Não queria te assustar de novo e ter que esperar mais dois anos
— Me desculpa por não ter deixado você aproveitar, mas obrigada pela sua compreensão, isso significa muito, mas muito pra mim.
— Se eu for sincero, quero sentir seu corpo inteiro, mas só se você deixar
— Ainda não estou pronta, tem paciência comigo
“Tem paciência comigo”!!!!!!!!!!!
Foram as melhores palavras que ouvi naquela semana.
Fomos pra um quarto que ela tem preparado pra massagens, com uma maca no centro, uns halteres perto da parede, uma prateleira com óleos e cremes, uma esteira e mais uns equipamentos…
Ela fechou a porta e meu rosto esquentou. Eu sabia que se ficasse duro, aquele short de corrida não ia disfarçar nada; e não sabia se ela ia encarar uma ereção como algo grotesco ou mais como um empurrão pra se soltar; então era algo pra controlar.
Depois de fechar a porta devagar (estranho, já que estávamos sozinhos), ela demorou um segundo pra se virar pra mim. Quando virou, sorriu encolhendo os ombros e fechando quase completamente os olhos. Uma expressão muito tímida, mas que ao mesmo tempo dizia muito.
• Vamos ver, o que você tem, onde dói? (num tom bem enérgico, bem amigável)
• (Blablablabla)
• Ok, faz esses exercícios pra ver se dói
• …
• Perfeito, agora faz isso
Enquanto isso, eu tava concentrado em não ficar duro… muito difícil porque ela fazia o exercício primeiro e dava pra ver o corpo dela bem gostoso, toda vez que se abaixava, eu tentava ver se escapava um peito, ou pelo menos um mamilo, mas não, a blusa era bem feita… além disso, ela tocava nas minhas pernas e quadris… mas nessa parte preciso dizer que ela tava bem profissional
• Ahã, dói se você faz assim?
• Blablablablabl (já tava uns 10min nisso)
• Vem, sobe na maca, vou fazer pressão contra o joelho e me diz se dói
• …
• Ok, agora vou fazer pressão no sentido contrário
• …
• Perfeito, agora pelos lados
• …
• Hmmm, sinceramente não acho nada… os tendões e músculos tão meio duros (mas não tão duros quanto a pica) (que eu tinha guardado), mas não tem lesão séria, pelo menos não é nada grave… tira o short
• (ô-ô)
Eu estava de pé, ao lado da maca, só de cueca e ainda com a camiseta de flanela… nervoso. Ela estava super normal, profissional. Pegou um travesseiro, colocou na minha frente e se ajoelhou. Aquela cena me deixou confuso, mas o nervosismo não deixava o pau subir.
Começou a apalpar atrás das coxas, o olhar concentrado nas minhas pernas e joelhos, como se estivesse com a visão perdida, focada, tateando em busca de lesões. Meu pacote estava a alguns centímetros do rosto dela, eu me segurando pra não furar o olho dela.
Por instinto, acariciei o cabelo dela e coloquei atrás da orelha. Ela me olhou e sorriu amigavelmente, e ficou encarando meu pacote. Os olhos dela, molhadinhos de desejo, ativaram meu obelisco, que começou a crescer aos poucos. Comecei a acariciar suavemente o rosto dela, ela fechou os olhos e colocou as mãos na parte da frente das minhas coxas, enfiando a ponta dos dedos por baixo da cueca. Levantei o queixo dela pra ela me olhar, e instintivamente ela abriu os olhos. As narinas dela estavam bem abertas, o olhar sério, nervoso, as bochechas coradas, a respiração pesada.
Peguei ela pelas mãos e levantei… ela não resistiu.
Fiquei olhando nos olhos dela enquanto acariciava as mãos dela. Os olhos verdes dela pulavam de um lado pro outro. Quando olhei pros lábios dela, ela começou a respirar mais ofegante, estavam úmidos, rosados, finos… como eu queria beijar ela, mas já tinha assustado ela uma vez com um abraço… então fui com calma, apreciando a pele dela.
• Você é muito gostosa
• (com sorriso de adolescente) não acredito, você tá exagerando
• Se você soubesse quantas vezes te imaginei assim tão perto
Ela fechou os olhos por uns segundos e suspirou; abriu eles devagar enquanto sorria e suspirava.
• Não brinca comigo, eu sei que não sou bonita
• Quem te disse isso? Talvez você não seja uma top model, mas pra mim Você gosta, e muito. Não percebeu como eu te olho?
• Sim, percebi. No começo me incomodava, depois me acostumei, agora sinto falta quando você não está.
• Você não tem ideia do quanto te desejo, de conhecer melhor seu corpo… seria capaz de decorar cada sinal seu. Não sabe tudo o que desperta em mim.
• É isso que me assusta, sinto o mesmo. Não quero arrumar problema com meu marido, muito menos com minha irmã.
• E se a gente se deixar levar? Pelo menos uma vez?
• (começa a rir) Você é maluco.
• Não vou largar sua irmã, nem quero que você largue seu marido, só se deixa querer, deixa eu te acariciar, pelo menos uma vez… isso é só entre eu e você, nosso segredo.
No rosto dela dava pra ver que tava pensando seriamente, o olhar bem analisador. Eu me sentia confiante, o nervosismo foi embora, mas sentia que ia ter um treco se não comesse ela naquele dia.
Ela baixou o olhar, soltou minhas mãos e foi até a estante, apoiando as mãos nela, de costas pra mim… talvez quisesse pensar melhor. Eu não falei nada, nem segui ela, só me apoiei na maca. Ela levantou a cabeça olhando pro teto e suspirou.
• Deita na maca e não faz nada, não fala nada.
Eu obedeci… ela continuava de costas.
Uns segundos depois, ela se virou e veio na minha direção. Parou do meu lado direito e começou a tocar meus joelhos de novo e atrás das coxas… virou a terapeuta de novo.
Me resignei e não fiz mais nada por enquanto…
Ela ainda tava com aquele olhar pensativo.
Continuava apalpando minhas pernas, pressionando de leve e fazendo círculos.
• Tira a camiseta e vira de costas.
Eu obedeci. Ela começou a fazer os mesmos movimentos nas costas.
• Nossa, você tem muitos nós perto do pescoço, deve doer muito.
• Sim, dói, mas eu aguento.
• Quer que eu tire? Mas vai doer pra caralho.
• Báh, já que tamo nessa… manda ver.
Porra!!! Como doeu!!! Na real, deixou minhas costas todas doloridas. Marcada. Não sei como explicar, mas ela “meteu” a ponta do polegar entre um par de músculos quase na base da coluna e pra um lado, e depois levou o polegar até a cabeça separando os músculos que formavam os nós. Não sei se dá pra entender. Claro, primeiro ela passou um pouco de óleo e me deu uma massagem vigorosa pra aquecer os músculos, mas doeu e deixou duas marcas nas minhas costas que duraram pelo menos três semanas…
Eu entrei no modo espartano pra não reclamar da dor. Depois ela fez mais umas massagens e continuou com as pernas e atrás dos joelhos. A ereção foi pro caralho.
- Vira
Ela começou a massagear meu pescoço e ombros. O olhar dela era de uma profissional que já tinha feito aquilo por muito tempo. As mãos dela desceram pro meu peito e depois pro abdômen. Eu começava a sentir o tesão voltar de novo. Mas a verdade é que aquela situação me deixava muito desconfortável, ela queria e ao mesmo tempo não, isso me dava raiva, queria foder sim ou não?. Eu não sabia o que esperar. Aquilo que ela fez nas minhas costas foi um truque pra me acalmar? Pra me concentrar na dor e não em outra coisa? Era muito desconfortável, muito estranho mesmo…
Ela continuou a massagem no abdômen, fazendo um pouco de pressão… Voltou pras pernas, mas antes passou um pouco de óleo nas mãos. Ela me olhou nos olhos e começou a massagear minhas coxas suavemente. A respiração dela ficou pesada de novo, e o olhar dela era intrigante. Ela percorria minhas coxas de cima pra baixo, bem devagar, pressionando.
- Você tem umas pernas boas
- Hehehe valeu
- Não imaginei que fossem tão duras
- Haha isso foi um elogio ou você quer dizer que eu pareço mal?
- Haha interpreta como quiser, mas elas são muito gostosas de tocar
Ela continuou com a massagem suave sem parar de me olhar nos olhos. Levou as mãos de novo pro meu abdômen, pressionando até chegar no peito e deslizando as mãos pros lados, e de novo, às vezes chegando até o pescoço, e deslizando as mãos pros ombros. Subiu por Última vez foi até o pescoço e começou a descer devagar pelo meio do peito, depois a barriga. Parou e fez círculos com os polegares, pressionando forte do centro pra fora dos quadris.
Cada vez descia mais os polegares e repetia os movimentos. Até que chegou na beirada da cueca, parou e me olhou nos olhos. Tava séria, concentrada, pensativa, excitada, não sei explicar. Começou a baixar a cueca devagar, respirando fundo enquanto fazia isso. Meu pau começou a crescer de novo e assim que ela percebeu, puxou a cueca de vez e deixou minha fera sair. Pensei comigo: "solta o Kraken!!"
O olhar dela tava desvairado, cheio de luxúria, mas super controlada. Tentei tirar a cueca de vez, mas ela não deixou, insistiu pra eu ficar como tava.
Enquanto meu pau crescia, parecia que os olhos dela iam saltar, continuava massageando minhas pernas na altura das bolas. Quando já tava completamente duro e pulsando louco pra usar a buceta, ela pegou com a mão esquerda na base e com a direita passava os dedos bem suave, com muito cuidado, como se fosse quebrar, da base até a cabeça.
Segurei a perna dela bem embaixo da bunda e apertei. Mas ela afastou o quadril, sinal de que não queria. Pelo menos continuou me fazendo uma punheta de restaurante chique: custa um olho da cara e outro também, mas você continua com fome.
Apertava a base e acariciava até a ponta, relaxava e repetia o movimento. Assim foi por uns 5 minutos a mais... na real, naquele momento eu tinha perdido a noção do tempo, mas foi um bom tempo... Ela pegou mais um pouco de óleo, esfregou as mãos e começou a aumentar a força, já não usava só a ponta dos dedos, mas a mão inteira.
Tentei acariciar o braço esquerdo dela, mas ela me esquivou de novo.
— Não seja má, deixa eu te acariciar
— Não, isso é o mais longe que vamos chegar
— Tá maluca? Vai gozar arrebentar a pica, cê acha que eu sou de plástico?
- (ela achou muita graça) hahaha
- Se não me deixar te tocar, vai ter que chupar como se fosse um pirulito
Com expressão de surpresa e rindo ao mesmo tempo, me deu um tapinha na perna.
- Aahhhh!!!! Atrevido!! Hahahaha
- Isso, assim, abre mais um pouquinho a boca
Ela me deu outro tapa enquanto ria e, com uma expressão muito gostosa, mordeu o lábio inferior e pensou por uns segundos…
- Hmmm tá bom, mas não tenta tirar minha roupa, isso já é demais
Voltei à seriedade do momento e comecei a acariciar o braço esquerdo dela, sentindo cada pelo, percorrendo a pele quente e macia. A expressão dela agora estava mais relaxada, de satisfação. Me aproximei mais da borda, agarrei uma bunda dela e puxei pra perto de mim; ela não resistiu. Olhava pra minha pica, olhava nos meus olhos e mordia os lábios. Enfiei a mão por baixo da blusa pra acariciar as costas dela; a pele era macia, perfeita. Deslizei a mão até a barriga dela e ela inclinou a cabeça pra trás de olhos fechados. Com o polegar e o dedo do meio, fiz pressão na barriga e fui descendo cada vez mais. Ela apertava minha pica com mais força e fazia movimentos mais vigorosos.
- Você é muito gostosa mesmo, não sabe o quanto te desejo
- (ela começou a aumentar um pouco a velocidade da punheta enquanto inclinava a cabeça pra trás)
- Se eu tivesse a chance de te levar pra cama, seria feliz pra sempre
Agarrei a bunda dela de novo e apertei bem forte. Automaticamente, a boca dela se abriu, como se precisasse de mais ar, e fechava mordendo o lábio. Ela começou a esfregar a buceta contra a maca bem devagar. Do jeito que deu, enfiei a mão dentro da calça pra acariciar melhor as nádegas dela, descia um pouco mais a mão pra tocar também a dobra da bunda com a perna. A calça dela era bem leve e larga, presa por um cordão, e com esse movimento o nó começou a afrouxar um pouco.
Tirei a mão com cuidado pra não desfazer o nó de vez. Voltei para trás dela. Com a mão esquerda, eu acariciava os braços dela.
Nunca na minha vida tinha recebido uma punheta daquelas. Sentia que a pica ia explodir, mas não sentia que ia gozar ainda, o que era bom porque dava pra continuar curtindo.
Ela continuava esfregando a buceta dela na maca. Baixou a cabeça e tinha um olhar meio animalesco, os olhos dela eram de puro desejo, mas de algum jeito ela conseguia se controlar.
— Cê tá gostando assim?
— Preferia te acariciar por horas e depois ir enfiando devagarzinho. Mas sim, tô gostando, gosto de você, você vai arrebentar minha pica, é toda sua.
Ela molhou os lábios com a língua e continuou com a punheta.
Numa última tentativa, coloquei minha mão de volta dentro da calça dela; enquanto tocava a parte de trás da coxa esquerda dela, o nó da calça não aguentou mais.
Deslizei minha mão entre as pernas dela e fui subindo devagar até chegar na buceta. Apertei com um pouco de força; ela levantou a raba um pouco pra trás e esse movimento fez a calça cair; não completamente, ficou um pouco presa nas coxas dela, mas com um movimento de pernas, ela mesma fez cair.
Ela terminou de tirar a calça e com a ajuda de um dos pés levantou ela e foi até a prateleira. Tava com uma calcinha fio dental azul celeste que cobria uns 70% da bunda dela. Pegou uma toalha branca pequena e deixou a calça no lugar.
Ela voltou até mim e tirou minha cueca boxer completamente. Mandou eu me colocar no meio da maca, apertou um botão e baixou ela mais ou menos na altura dos joelhos dela.
Dava pra ver uma mancha de tesão na buceta dela que me deixou louco. Ela colocou o joelho esquerdo na maca, apoiou também a mão esquerda, passou a perna direita por cima das minhas pernas e sentou em cima de mim e colocou a toalha na minha barriga.
Pela janela do quarto entravam raios de luz do sol que batiam nos braços dela e faziam brilhar os pelinhos loiros. Ela tava sorrindo, parecia tranquila, mas eu até aquele momento ainda não sabia o que Eu podia esperar.
Tinha aquele par de coxas brancas e macias encostadas no meu corpo; olhei bem e, pelas laterais da calcinha fio-dental, apareciam alguns pelos pubianos, meio loiros, meio avermelhados… Acariciei a barriga dela e subi minhas mãos por baixo da blusa, ela colocou as mãos sobre as minhas e me parou, então deslizei minhas mãos para os lados e depois para as costas dela.
Ela continuou me masturbando.
— É todo seu quando você quiser.
— (Ela mordeu os lábios e me punhetou com força.)
— Sente você mesma (enquanto empurrava ela pelos quadris em minha direção).
Ela se aproximou um pouco mais e começou a esfregar a buceta dela no meu pau, bem devagar. Comecei a acariciar a cabeça dela, cravando meus dedos na nuca e movendo-os para cima. Ela apoiou os cotovelos ao lado da minha cabeça e encostou a testa na minha. Ergui meus quadris enquanto mantinha uma mão na nuca dela e com a outra apertava a bunda dela.
Ela soltou um gemido baixinho enquanto aumentava a velocidade e a força do movimento. Depois de alguns segundos, o corpo dela cedeu e ela desabou o peso todo em cima de mim. Eu continuei metendo enquanto passava a mão nas costas dela de cima para baixo.
— Espera, espera… (uma pausa curta) por favor, deixa eu terminar o que comecei, se continuarmos assim não vou aguentar mais e não estou preparada.
— (Parei de me mexer, abracei ela e respirei fundo) … ok.
Ela respirava forte pela boca, sentia o hálito dela perto do meu rosto. Acariciava o que dava do corpo dela: costas, bunda, pernas, cabelo… Virei um pouco o rosto para olhar ela e ela abriu os olhos… parecia meio cansada; o olhar dela era profundo.
— Espera… (enquanto fechava os olhos de novo).
Ajeitei o cabelo dela e acariciei com delicadeza o rosto dela. Depois de alguns segundos, ela se apoiou de novo nos cotovelos e nos olhamos fixamente.
— Me desculpa, mas ainda não estou preparada.
— (Sorri para ela.)
— (Ela se aproximou e me deu um beijo nos lábios, bem suave, bem rápido, que não me deu chance de responder.) Ela se sentou ereta de novo e continuou a masturbação até que eu não aguentei mais e gozei nas mãos dela, parecia um litro de porra. Quando sentiu nas mãos, o corpo dela tremeu, e ela abriu a boca soltando um gemido como se também tivesse tido um orgasmo.
Ficamos uns minutos em silêncio, recuperando o fôlego. Ela me limpou com muito cuidado e depois se limpou. Agora o olhar era de remorso, de arrependimento, a vergonha começava a tomar conta da gente. Ela ainda estava em cima de mim.
— Não quero que você se sinta mal (enquanto acariciava o rosto dela)
— (os olhos dela encheram d'água e uma lágrima escapou)
— Vem, não fica assim (sentei rápido ao lado dela)
— Sou uma idiota, não sei o que deu em mim
— Não fomos tão longe, não fica se lamentando. Eu não me arrependo
— Sério?
— Não, é algo que eu queria fazer há muito tempo. Eu me arrependeria se perdesse a chance de ficar com você
— Você sabe que isso não é certo, isso não é possível
— Isso não é certo se os outros ficarem sabendo.
— (ela me olhou e começou a rir) você está me corrompendo, eu não sou assim, não quero que pense que sou uma qualquer
— Qualquer????? Se da outra vez na cozinha você se assustou com um abraço, e isso foi há quanto tempo, 2 anos????? 2 anos pra passar de um abraço pra isso, e com todas essas massagens eu não sei como você conseguiu se controlar, isso não é normal, você treinou num templo budista?
— (o sofrimento dela começava a sumir pra dar lugar ao sorriso) hehehe você também se segurou
— Não queria te assustar de novo e ter que esperar mais dois anos
— Me desculpa por não ter deixado você aproveitar, mas obrigada pela sua compreensão, isso significa muito, mas muito pra mim.
— Se eu for sincero, quero sentir seu corpo inteiro, mas só se você deixar
— Ainda não estou pronta, tem paciência comigo
“Tem paciência comigo”!!!!!!!!!!!
Foram as melhores palavras que ouvi naquela semana.
6 comentários - Mi vida en Europa 2: mi cuñada 3
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Esperamos la continuación con alguna fotito si es posible