Dormimos Cu com Cu

Meu primeiro post, se curtir, vou continuar adicionando umas paradas que foram rolando.
Essa é uma história que rolou há um tempo, quando dava pra morar sozinho num apê no centro. Onde a gente via uma mulher e, se ao cumprimentar ela mostrasse os dentes, já partia pra cima sem dó, porque ela quer guerra.Isso aconteceu numa tarde de inverno, quando recebi uma ligação de uma amiga de um amigo. Ela ligou pra me avisar que tava pelo centro e perguntou se eu queria tomar um café. Nada demais, só um café mesmo, nem tinha imaginado nada. A gente se encontrou na Praça San Martín, já que eu trabalhava perto dali, sentamos na praça pra bater um papo e até esquecemos do café. Conversamos sobre um monte de coisas que rolaram no ano em que a gente não se via. Quando a tarde já tava caindo, comentei que morava ali perto, exatamente na Córdoba e Pellegrini, e perguntei se ela queria ir lá em casa pra tomar uns mates. Inocentemente, sério, não tinha nenhuma intenção especial. Primeiro ela disse que não, que tava só de passagem, e queria me contar uma coisa que tava rolando com ela: me falou que tava grávida. Aí eu parabenizei ela, fiquei muito feliz por ela, que era o segundo filho dela. Ela tava toda contente com a barriguinha, super feliz. Depois de 5 minutos, ela topou ir lá em casa tomar uns mates.
Fomos caminhando até lá, continuamos conversando e rindo das nossas vidas. Durante o mate, uma conversa muito gostosa e descontraída. Quando fomos ver, já eram 9 da noite e ela me falou que precisava ir, porque no dia seguinte tinha que estar no centro bem cedo.
Foi aí que a lâmpada acendeu na minha cabeça e ofereci pra ela ficar pra dormir, claro, pequeno detalhe: era um kitnet com só uma cama de casal que eu tinha.
A verdade é que era uma loira muito gostosa, pra vocês terem uma ideia, ela jogava futebol feminino, umas pernas que qualquer mulher podia invejar. Uma carinha de menina, era a verdade, muito linda.
depois do jantar fomos dormir, e lógico, não conseguia parar de pensar na sacanagem, mas claro, fica tranquilo, dormimos de cu com cu, sem problema. Fomos dormir super de boa, mas pequeno detalhe, não conseguia pregar o olho. Só de pensar já tinha ficado de pau duro, e sempre pensei em um dia comer aquela mulher tão gostosa.
Cumprindo o que eu tinha dito, a gente dormia de cu colado, mas de repente sinto que ela se mexe e sem querer passa o pé roçando no meu. Claro, pra mostrar que não tava dormindo, respondi do mesmo jeito, mas com mais movimento pra ver a reação dela. Ela nada, não fez nada, como quem não quer nada continuou mexendo o pé roçando a perna dela, e ela se acomodou em cima do meu.
Naquele momento eu me virei e já com a pica dura, me aproximei um pouquinho pra roçar nela. Quando ela sentiu que eu tava ali, começou a esfregar a raba na pica que tava bem durona.
Ela tinha deitado só com uma camisetinha, claro, depois que eu me deitei sem nos vermos. Os movimentos dela apoiados no meu corpo faziam minha cueca que eu tava usando ficar molhada, e eu sentia a calcinha dela enfiando mais fundo na buceta. Quando senti que ela abriu as pernas pra sentir minha dureza mais perto do buraquinho dela, passei minha mão na cintura dela, acariciando a borda da calcinha. Devagar, fui buscando o prazer e o sexo dela, e como a melhor surpresa que eu podia ter, quando cheguei na buceta dela, senti a umidade e o calor que ela tava.
Com a minha mão ali, comecei a apertá-la contra o meu corpo. Ela, com a mão dela, entrou na minha cueca e eu só senti a exclamação quando agarrou o pedaço. Ela se virou por cima de mim, tirou minha cueca e se ajoelhou nas minhas pernas. Devagar, começou a percorrer meu corpo peludo com a língua até chegar, como meta, a chupar bem devagar. Mas a safada fez isso de passagem, porque continuou o caminho até meus pés. Quando começou a voltar, virou o corpo, colocando a buceta toda molhada na minha mão, e eu não hesitei em começar a enfiar os dedos. Aos poucos, ela se colocou de novo sobre mim, mas dessa vez com a bundinha e a buceta bem molhadas no meu peito. Começamos um 69 que me deixou louco: cada lambida minha era uma chupada mais forte que ela me dava. Senti o prazer dela escorrendo na minha boca. Uma mulher grávida de 4 meses na minha cama, e eu não era o pai. Eu tava com o pau que não aguentava mais, sentia que ia gozar na boca dela, mas fazia o impossível pra segurar. Ela percebia e não me deixava chegar nunca. Ficamos uns 15 ou 20 minutos, não sei direito o tempo, mas foi um momento único. Quando senti que os orgasmos dela ficavam mais fortes, ela desceu e se deitou do meu lado como se nada tivesse acontecido. Mas não demorei nada pra ficar por cima dela, com minha língua percorrendo todo o corpo dela suavemente, parando o tempo certo em cada cantinho. Quando vi que ela tava tão excitada, decidi me afastar um pouco. Aí, num movimento só, ela se deitou de costas pra mim, deixando a bundinha empinada. Eu pensei que era um sonho e queria continuar sonhando. Morria de vontade de penetrar ela, mas queria que aquele tempo fosse interminável. Ela me suplicava pra meter, mas me dava tesão ver ela sofrer pra sentir o pau bem dentro. Minha língua entrava e saía na buceta e no cuzinho dela, que começava a dilatar. Eu tava explodindo e não dava mais pra me fazer de rogado. Me ajoelhei na cama atrás dela, e ela pegou meu pau e enfiou até o fundo na buceta dela, por caralho que tesão que tava, tanto ela quanto eu. ela se mexia como eu nunca tinha imaginado, quanto mais eu metia, mais ela gritava, nessa altura eu já tava voando e não aguentava mais muito tempo, comecei a sentir a buceta dela se contraindo e, pelo ritmo que tinha pegado, percebi que ela tava quase gozando, então falei: vai, gostosa, não aguento mais, e ela responde: me dá todo esse leite até o fundo!!!
Lógico que não dava mais pra aguentar, então mais dois movimentos e eu soltei tudo, nem uma gotinha a mais nem a menos. Ficamos assim, ela deitada de ladinho na cama e eu atrás dela com o pau murchando dentro dela. A gente tava muito cansado, e quando eu quis sair de cima dela, ela falou: fica assim, adoro.
Moviendo a cintura pra lá e pra cá, fez meu pau começar a endurecer de novo. Não acreditei, tava com tanta excitação que não morria nunca. Quando ela sentiu que tava endurecendo de novo, tirou eu de cima dela e se jogou por cima de mim, com a buceta toda molhada do meu gozo e do fluido dela, começou a chupar. Ficou duríssima igual quando começamos, ela com aqueles olhinhos de guerreira e de puta mais safada me encarando, e eu ficava pior. Virou a bundinha dela e meus dedos se perdiam dentro dela.
Num momento, enquanto a gente tava se pegando, ela vira e fala: "bora fazer um tiny ass?" E eu, não que não tivesse ouvido, mas não acreditei. Falei: "como?" E ela: "se não quiser, tudo bem..." Lembro que nem respondi, só virei ela com a bunda pra fora da cama e fiquei atrás. Como tava aquela raba, me lembro e já fico duro. Fiquei brincando com a ponta na bunda dela, ela cada vez mais se esfregando em mim, e eu não enfiava, só deixava na porta. Ela me pegou pela cintura e me puxou pra dentro, senti tudo entrando, mas tudo!!! A gente se mexia igual louco, ela gritando e mordendo o travesseiro, e eu não parava de meter, com a mão direita nas costas dela, passando a ponta dos dedos pela coluna toda, e ela se arqueando de prazer. Quando eu já tava todo tremendo, querendo deixar a bunda dela cheia de porra, ela se jogou pra frente e falou: "me dá seu leitinho quente na minha boca". Com as mãos, ela pegou meu saco e passou a língua na ponta, até enfiar tudo na boca dela. Quando falei que ia gozar, ela pegou minha mão e colocou na pussy dela, enfiei os dedos como pude, e ela mamava na minha pica. Gozei tudo, e a putinha deixou cair um fio de porra pelo canto da boca.
Tivemos uma noite muito safada, foi uma noite especial. Depois que terminamos, nós dois cumprimos o prometido... dormimos bunda com bunda.

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