DepoisDessa noite tão emocionante que viveram. Essas duas amigas, por motivos diferentes, foram se afastando tanto no trabalho quanto nas ocupações de dona de casa.
C. Segui com minha rotina de sempre de dona de casa, esposa dedicada à família.
O lado bom pra mim é que consegui me reencontrar comigo mesma, como mulher. Me dediquei mais a me sentir gostosa, desejada, atraente, consegui ter meu tempo livre só pra mim.
Sair sozinha pra comprar roupa, fio dental, legging, no fim me ver mais vadia e não tão mulher abandonada.
Notava quando saía como os homens me olhavam, os peitos, a bunda, e as mulheres me invejavam a minha figura. O que mais me excitava nisso tudo eram os olhares das mulheres. Pensava comigo mesma: será que tô virando sapatão ou sempre fui?
Saindo sozinha pra fazer compras, sempre comprava legging um número menor, pra marcar a fio dental enfiada na minha bunda, queria que roçasse em mim ao caminhar e sentia minha buceta molhada de tesão.
Chegava em casa com a fio dental inteira encharcada, mas satisfeita de prazer. Não me trocava na hora quando chegava, esperava terminar minhas tarefas de casa e cuidar da minha família.
No fim do meu dia, podia cuidar de me satisfazer sozinha, sem ajuda do meu marido, porque já não sentia vontade de ficar com ele. Entrava no banheiro e era tipo um ritual: tirar a legging e depois a tanguinha minúscula que eu tava usando. Passava ela pelo meu nariz pra sentir meu cheiro e perceber o quanto eu tava molhada.
Pensava nas mulheres que eu cruzava durante o dia, no jeito que me olhavam, só isso já bastava pra eu me masturbar e ficar satisfeita.
Meu marido me procurava o tempo todo, encostava o pau na minha bunda, beijava meu pescoço, apalpava meus peitos. No nosso quarto, ele andava pelado com o pau duro, mas eu já não sentia nada, não me dava nem uma tesão.
Nossa relação tava num ponto que a qualquer hora a gente ia se separar, os caras já não me atraíam mais.
Numa das minhas saídas de compra de sempre, fui tomar um café numa confeitaria. Pedi um café pro garçom e fui no banheiro. Quando entro, ouço uma mina discutindo e gritando, percebo que ela tava falando no telefone. Não ligo muito e sigo na minha.
Depois de alguns minutos me olhando no espelho, eu abaixo a legging e ajusto a tanga pra apertar mais. Não consigo evitar de ouvir a garota começar a chorar. Pergunto se ela tá bem? Ela não me responde nada, aí insisto de novo: cê tá bem?
e a mina me responde que sim. valeu. ok, falo e sigo na minha.
Quando tô indo embora, ela me pede se eu posso ficar, porque tava muito angustiada. Respondo que sim.
A garota em questão se chama Vesna, é da Eslovênia.
V. Sale abre a porta do banheiro individual, me hipnotiza com sua beleza, seus olhos brilhavam de tanto chorar.
Meu coração batia a mil, meus bicos do peito endureceram, comecei a me molhar toda, foi como uma flechada de tesão que sentia um calor dentro de mim.
V. Vestia um jeans super apertado, com uma regata até o umbigo, um cabelo preto preso e uns óculos. Notei como os bicos dos peitos marcavam na regata, era uma mina intelectual pelo jeito que se vestia, por causa dos óculos.
V. me diz "oi" e se apresenta.
C. eu digo pra ela que meu nome é Carla.
V. Ela me agradece por não ter ido embora.
C. De nada, tudo bem, respondo pra ela.
V. Me pergunta se quero tomar algo e se posso fazer companhia pra ele por um tempo.
C. Respondo que sim, sem problema. Na hora, mil ideias loucas de fantasia com ela passaram pela minha cabeça. Ela tava toda molhada e gostosa.
C. aí me trazem meu café, falo pro garçom.
V. fala pro garçom trazer uma cerveja artesanal puxada. Depois de uns minutos, me diz que precisa tomar algo não tão suave, porque a verdade é que ela tá meio na bad.
C. Fica tranquila, não te faz bem ficar tão mal por um cara.
V. Ela me agradece de novo por ter ficado com ela. Diz que não queria ficar sozinha.
C. Notei que tu tava chorando, se quiser pode me contar, o que rolou contigo?
V. Briguei com minha namorada, ela me largou por outra, e pra minha surpresa, ela me contou.
C. Surpresa com esse depoimento, fico calada.
V. Não tem problema você ser lésbica, né? — ela me pergunta.
C. Não, não tá tudo bem, tô falando.
V. me pede pra acompanhar ela com uma cerveja, não quer parecer uma bebada. E seri
C. eu falo pra ela que não sou de beber, mas já que uma mina tão doce e gostosa me pede, vou abrir uma exceção.
C. Não conseguia parar de olhar pros bicos dos peitos dela e pros lábios. Tava muito excitada com a presença dela.
V. percebia como ela me olhava do mesmo jeito que eu olhava pra ela.
C. Perguntei pra ela se pelo menos conseguiu esquecer um pouco todo aquele sofrimento que tava passando.
V. Ela me disse que sim, que se não fosse por mim, teria conseguido sair do banheiro.
C. Enquanto isso, eu tava de leggins branca e uma fio dental preta que dava pra ver de tão transparente que era, marcando toda a minha raba. Minha camiseta era meio largona, não curto mostrar os peitos por causa do tamanho que tenho, mas é impossível esconder um baita atributo desses.
C. Meu celular toca, no melhor da nossa conversa, é meu marido perguntando que horas vou pra casa. Falo pra ele que daqui a uma hora. Tô com uma amiga.
V. Ouvindo minha conversa, me pergunta se eu tô namorando?
C. respondo que sim, sou casada e tenho duas filhas.
V. Me diz que se eu quisesse, poderia me buscar de carro, pra não ter problema em casa.
C. rapidinho te conto que tá tudo errado com meu parceiro, a gente tá na última fase antes de se separar. Falo pra ele não fazer drama, outra hora ia contar com detalhe minha situação.
Torcendo pra gente se encontrar de novo.
V. Dale, dale, sem drama. Vamos, me fala que eu te levo.
C. Eu estava me divertindo tanto que a última coisa que queria era ir embora.
V. Ela fala: deixa que eu pago.
C. Como você vai me pagar, eu falo, se acabou de me conhecer.
V. Ela, nessa altura, me dá uma indireta: "Com uma companhia tão gostosa, não posso deixar você pagar, além do mais, você é muito gata.
C. Valeu, você é uma gostosa, e eu olho descaradamente pras tetas dela. Levanto primeiro e vou na direção da porta, percebo como ela olha pra minha bunda. Sinto um flechaço dos olhos dela.
V. abre a porta do carro pra mim.
C. E sem querer eu toco na bunda dela. Peço desculpa, toda corada.
V. "Não esquenta, não fez nada", ela me diz.
C. Subimos no carro e pega um semáforo, crio coragem e passo a mão na buceta dela fazendo de desentendida.
V. a tudo isso ela ri e não faz nenhum comentário, ela sabia que algo ia rolar porque via nos olhos dele como ele me devorava com o olhar.
C. Eu tava muito excitado, ela me olhava e eu nem me reconhecia, nunca tinha tido coragem pra fazer algo assim, mas tava morrendo de vontade de comer ela.
V. Liga o carro, e seguimos nosso caminho. Enquanto a gente conversa, ele me fala que sou muito gostosa, que não conseguia tirar os olhos da minha bunda, que adorava como minha fio dental aparecia na legging. Depois de terminar de falar isso, quando paramos em outro semáforo, ele me dá um beijo e pega nos meus peitos.
C. eu obviamente não falei nada, tava muito tesuda naquele momento.
V. Quando ela percebe que tem que arrancar de novo, ela procura algum lugar pra estacionar o carro. E continuar se apalpando, a gente ficou uns 15 minutos se tocando.
C. Eu, do jeito que posso, naquela altura, tiro a legging, mostro a tanguinha pequena que tô usando.
V. Ela, sem perder tempo, me pega na buceta, fala que tá bem molhadinha, puxa ela pro lado e passa a língua procurando meu clitóris. Brincou uns 5 minutos com a linguinha dela.
C. Era a hora de eu começar a brincar também. Abaixo o jeans dela um pouquinho, molho minha mão com minha saliva nos meus dedos, e procuro o buraquinho dela, percebo como ela começa a suspirar. Ela tava toda molhada.
Tinha esquecido que precisava chegar em casa, não tava nem aí pra nada, só queria comer ela. A gente continuou mais uns minutos se beijando de boca aberta, a única coisa que me veio na cabeça foi deixar ela toda molhadinha pra quando a gente se encontrar, a gente se acabar na cama.
V. Ela queria continuar.
C. Mas deu um jeito, eu saí e falei pra ele que hoje não dava.
Tinha que chegar na minha casa.
V. Por sorte ele conseguiu entender e, como recompensa, tirei minha calcinha fio-dental molhada com meu perfume gostoso e dei pra ele.
V. Ela também tinha uma lembrancinha pra mim, me deu a dela com o número de celular escrito. Que cheiro gostoso que saía daquela fio dental.
C. prometi pra ela que ia recompensar ela na próxima vez que a gente se ver.
Continua...
P.S.: Por favor, agradeço por passar.
1 comentários - Reencontro de duas amigas. Parte 3