Antes de mais nada, vou avisar: sou argentino, de Rosário pra ser mais exato, e essa história aconteceu comigo há um mês e meio com a mulher que limpa aqui em casa duas vezes por semana. Vai aí:
Tudo começou um dia quando eu voltei da faculdade e minha mãe me contou que a empregada tinha comentado:
— Ah, Ana, semana passada percebi que seu filhinho já tá bem crescido, cuidado pra não dar chance de alguma vizinha roubar ele.
Claro que minha mãe levou na brincadeira, como um comentário inocente, mas eu não — eu já tava doido pra meter a mão (e outras coisas) nessa mulher (vamos chamar ela de Marta). Marta era uma mulher na época com uns 40 anos (hoje uns 45), magra, alta, peitos bem grandes, e o que tinha de peito não tinha de bunda, não era muito bonita, mas pra mim, que sempre curti uma milf, ela virou uma obsessão (principalmente por causa do comentário dela).
Passaram uns 5 anos, e deu que meus pais foram viajar em fevereiro, quando eu era o único que ficava em casa de manhã (minhas irmãs trabalhavam), já que as aulas da faculdade ainda não tinham começado.
Essa mulher vem dois dias por semana de manhã, e adivinha: eu sempre abria a porta pra ela, tentando cada vez mais deixar evidente o volume que eu tinha na cueca, ou seja, tava cada vez mais abusado.
Um dia ela comentou, enquanto eu tomava café na cozinha e ela limpava ali:
— Ei, Fede, como é que cê tá na facul?
— Bem, Marta, não posso reclamar.
— Ah… toda vez que um homem diz “não posso reclamar”, é porque com certeza tem uma namorada, ou uma amiguinha…
— Não, por enquanto não, e menos na facul.
— Não me diga que você é daqueles que acha que onde se come não se come… Isso me chamou a atenção, pelo jeito resoluto que ela falava.
— Bom, pra começar, na facul eu não como, mas fora isso, não, não acho isso. Pra mim, come onde dá, ou seja, onde tem uma mulher gostosa.
Ela, que também parecia estar a fim de trepar, e Rápido, já que ela é divorciada), acelerei a indireta (do jeito que eu gosto):
— Ah… quem me dera alguém da minha idade pensasse assim, e não ficasse com tanto histerismo, porque se não for da minha idade, quem vai chegar em mim?
E dito isso (ela tava limpando o forno da cozinha), se abaixou sem dobrar os joelhos (algo que ela costumava fazer, até na presença da minha mãe, parece que não custa nada pra ela). Ao contemplar aquela bunda empinada (meio ossuda), me aproximei por trás e meti a mão entre as pernas dela, agarrando a buceta e um peito, sem pensar duas vezes (e graças a Deus ela só gemeu, sem dar o menor sinal de estar incomodada).
— Aqui tem um que repara em você — enquanto continuava massageando aquela buceta quente que ela tem, e encostava o pau por trás (ainda vestidos).
— Ah, Fede, olha que eu não canso fácil, e hoje tô realmente com tesão.
Na sequência, puxei pra baixo a calça e a calcinha dela (não muito sexy, a não ser pela quantidade de lubrificação), e comecei a chupar a buceta dela por trás. Ela me disse pra irmos pra cama dos meus pais (de casal), e uma vez lá, em menos de 10 segundos nós dois estávamos pelados (e claro, era óbvio que fazia um tempão que a gente não transava).
Ela se deitou de barriga pra cima e com as pernas bem abertas, pernas que eu me dediquei a chupar longamente. Lamber e sugar cada cantinho da racha dela, clitóris, e a área onde as pernas se encontram com o corpo. Cada vez mais forte, cada vez mais rápido, o que deve ter agradado ela pelo jeito que ela gemia e apertava minha cabeça contra a boceta dela.
Quando eu tava mais do que duro, falei:
— Marta, agora é sua vez.
— Ah, Fede, enfia agora mesmo, e te prometo que depois a gente faz o que você quiser.
Esse “o que você quiser” me encantou ouvir, porque eu tinha várias ideias pra colocar em prática.
Sem pensar e não sei como, corri pro meu quarto, peguei uma camisinha, e coloquei em tempo recorde. Depois de pronto, comecei a penetrar ela, devagar mas firme e constante, segurando ela pela cintura e chupando aqueles peitos. tetas, que tantas vezes eu olhei pra elas e agora estavam ali, ao alcance da boca.
Quando não aguentei mais (tava bem apertadinha, devia ser por pouco uso, coisa que eu não esperava, mas que adorei), meti tudo de uma vez e ela disse:
-Ahhhhhyyyyyyyy, mas calou na hora, pensei que era medo de alguém ouvir.
-Marta, grita se quiser, gostosa, não tem ninguém pra ouvir, e além disso eu não vou me calar.
Aí percebi que foi só falar isso e soltar um vulcão, porque ela começou a gritar e não parou mais.
Ficamos uns 40 minutos assim, fodendo igual loucos, eu por cima, depois ela por cima, mas quando senti que ia gozar, avisei e pedi pra fazer uma "perninha no ombro", coisa que ela fez, sei lá se porque gostava ou pra nem parar pra conversar.
E te juro que nunca na vida tinha provado uma pussy assim, ela sugava minha cock com aquela pussy linda que tem, do jeito que eu gosto, com os lábios bem inchados quando fica excitada, bastante pelo e um cheiro forte de mulher no cio.
E assim, eu por cima dela e com aquela pussy toda cheia dos próprios fluidos, gozei. E foi, sei lá se pelo tesão da situação ou o que, uma das maiores gozadas que já tive. E parece, pelo cansada que ficou e o cochilo que tirou, que ela também não passou mal.
No final, limpamos um pouco a casa juntos, mas ela não quis fazer pelados, e quando foi embora me cumprimentou com um beijo na bochecha, sei lá se por um remorso repentino ou o que, mas se foi por isso, não durou muito, porque no resto das férias dos meus pais, a gente passou fodendo sem parar.
Tudo começou um dia quando eu voltei da faculdade e minha mãe me contou que a empregada tinha comentado:
— Ah, Ana, semana passada percebi que seu filhinho já tá bem crescido, cuidado pra não dar chance de alguma vizinha roubar ele.
Claro que minha mãe levou na brincadeira, como um comentário inocente, mas eu não — eu já tava doido pra meter a mão (e outras coisas) nessa mulher (vamos chamar ela de Marta). Marta era uma mulher na época com uns 40 anos (hoje uns 45), magra, alta, peitos bem grandes, e o que tinha de peito não tinha de bunda, não era muito bonita, mas pra mim, que sempre curti uma milf, ela virou uma obsessão (principalmente por causa do comentário dela).
Passaram uns 5 anos, e deu que meus pais foram viajar em fevereiro, quando eu era o único que ficava em casa de manhã (minhas irmãs trabalhavam), já que as aulas da faculdade ainda não tinham começado.
Essa mulher vem dois dias por semana de manhã, e adivinha: eu sempre abria a porta pra ela, tentando cada vez mais deixar evidente o volume que eu tinha na cueca, ou seja, tava cada vez mais abusado.
Um dia ela comentou, enquanto eu tomava café na cozinha e ela limpava ali:
— Ei, Fede, como é que cê tá na facul?
— Bem, Marta, não posso reclamar.
— Ah… toda vez que um homem diz “não posso reclamar”, é porque com certeza tem uma namorada, ou uma amiguinha…
— Não, por enquanto não, e menos na facul.
— Não me diga que você é daqueles que acha que onde se come não se come… Isso me chamou a atenção, pelo jeito resoluto que ela falava.
— Bom, pra começar, na facul eu não como, mas fora isso, não, não acho isso. Pra mim, come onde dá, ou seja, onde tem uma mulher gostosa.
Ela, que também parecia estar a fim de trepar, e Rápido, já que ela é divorciada), acelerei a indireta (do jeito que eu gosto):
— Ah… quem me dera alguém da minha idade pensasse assim, e não ficasse com tanto histerismo, porque se não for da minha idade, quem vai chegar em mim?
E dito isso (ela tava limpando o forno da cozinha), se abaixou sem dobrar os joelhos (algo que ela costumava fazer, até na presença da minha mãe, parece que não custa nada pra ela). Ao contemplar aquela bunda empinada (meio ossuda), me aproximei por trás e meti a mão entre as pernas dela, agarrando a buceta e um peito, sem pensar duas vezes (e graças a Deus ela só gemeu, sem dar o menor sinal de estar incomodada).
— Aqui tem um que repara em você — enquanto continuava massageando aquela buceta quente que ela tem, e encostava o pau por trás (ainda vestidos).
— Ah, Fede, olha que eu não canso fácil, e hoje tô realmente com tesão.
Na sequência, puxei pra baixo a calça e a calcinha dela (não muito sexy, a não ser pela quantidade de lubrificação), e comecei a chupar a buceta dela por trás. Ela me disse pra irmos pra cama dos meus pais (de casal), e uma vez lá, em menos de 10 segundos nós dois estávamos pelados (e claro, era óbvio que fazia um tempão que a gente não transava).
Ela se deitou de barriga pra cima e com as pernas bem abertas, pernas que eu me dediquei a chupar longamente. Lamber e sugar cada cantinho da racha dela, clitóris, e a área onde as pernas se encontram com o corpo. Cada vez mais forte, cada vez mais rápido, o que deve ter agradado ela pelo jeito que ela gemia e apertava minha cabeça contra a boceta dela.
Quando eu tava mais do que duro, falei:
— Marta, agora é sua vez.
— Ah, Fede, enfia agora mesmo, e te prometo que depois a gente faz o que você quiser.
Esse “o que você quiser” me encantou ouvir, porque eu tinha várias ideias pra colocar em prática.
Sem pensar e não sei como, corri pro meu quarto, peguei uma camisinha, e coloquei em tempo recorde. Depois de pronto, comecei a penetrar ela, devagar mas firme e constante, segurando ela pela cintura e chupando aqueles peitos. tetas, que tantas vezes eu olhei pra elas e agora estavam ali, ao alcance da boca.
Quando não aguentei mais (tava bem apertadinha, devia ser por pouco uso, coisa que eu não esperava, mas que adorei), meti tudo de uma vez e ela disse:
-Ahhhhhyyyyyyyy, mas calou na hora, pensei que era medo de alguém ouvir.
-Marta, grita se quiser, gostosa, não tem ninguém pra ouvir, e além disso eu não vou me calar.
Aí percebi que foi só falar isso e soltar um vulcão, porque ela começou a gritar e não parou mais.
Ficamos uns 40 minutos assim, fodendo igual loucos, eu por cima, depois ela por cima, mas quando senti que ia gozar, avisei e pedi pra fazer uma "perninha no ombro", coisa que ela fez, sei lá se porque gostava ou pra nem parar pra conversar.
E te juro que nunca na vida tinha provado uma pussy assim, ela sugava minha cock com aquela pussy linda que tem, do jeito que eu gosto, com os lábios bem inchados quando fica excitada, bastante pelo e um cheiro forte de mulher no cio.
E assim, eu por cima dela e com aquela pussy toda cheia dos próprios fluidos, gozei. E foi, sei lá se pelo tesão da situação ou o que, uma das maiores gozadas que já tive. E parece, pelo cansada que ficou e o cochilo que tirou, que ela também não passou mal.
No final, limpamos um pouco a casa juntos, mas ela não quis fazer pelados, e quando foi embora me cumprimentou com um beijo na bochecha, sei lá se por um remorso repentino ou o que, mas se foi por isso, não durou muito, porque no resto das férias dos meus pais, a gente passou fodendo sem parar.
4 comentários - A empregada gostosa