Oi, meu nome é Daiana e vou contar pra vocês a fantasia de como me feminizaram à força por ficar fuçando no meio da galera errada.
Atualmente tenho 30 anos. Sou magro, tenho 1,72m e sou bem masculino. Magricela, com pouca musculatura e peludo nos braços, peito e púbis — nada feminino, exceto pela minha cintura, coxas grossas e uma bundinha redonda que passava despercebida debaixo das roupas que uso no dia a dia, normalmente umas calças jeans e camisetas meio largas.
Nunca tive muito sucesso com as mulheres por causa da minha timidez natural, o que me levou a abusar da pornografia pra satisfazer minhas necessidades. Com o tempo, o pornô comum já não me interessava mais, pelo menos não da forma tradicional. Aos poucos, fui deixando de focar naqueles corpos esculturais das estrelas pornô e comecei a interpretar as cenas de outro jeito: via como aquelas vadias satisfaziam um macho alfa e tiravam toda a perversão deles, como deixavam os caras loucos, viravam um objeto sexual… e, sem perceber, comecei a me perguntar como seria ser igual a uma delas. Com o tempo, essa curiosidade só foi crescendo, e eu me inclinei mais pra vídeos de pornô anal, orgias, gangbangs — quanto mais humilhada a protagonista estivesse, mais tesão eu sentia. Cheguei até a ver vídeos de shemales ou travestis, que me deixavam curioso pra saber como conseguiam gozar e dar o cu sendo penetrados por uma rola e ainda curtir tudo.
Morava com minha família, então tinha que ser super discreto com essa coisa de pornô, principalmente essa última categoria que contei. Mesmo tendo meu computador no quarto, morria de medo de ser pego assistindo um vídeo onde estão arrombando o cu de uma trava e eu lá, me masturbando igual um degenerado.
Com o tempo, comecei a frequentar sites de encontro e chat gays, onde encontrei de tudo: gente legal, doentes e todo tipo de personagem que a gente conhece nesses lugares. Entre a “gente legal”, tinha um homem de uns 50 anos chamado Fabian, com quem eu conversava direto. Ele me contou que… que era gay e morava com o namorado, e ele tirou um monte de dúvidas minhas sobre sexo homossexual. Acabei ficando com vontade de experimentar colocar um dedo no meu cu enquanto me masturbava, o que eu fiz. Quando ele perguntou se eu tinha gostado, disse que sim, que tive um orgasmo mais forte que o normal, embora no início tenha sido um pouco desconfortável.
- Jajaja, que putinha tarada. É normal sentir desconforto nas primeiras vezes, você vai se acostumando conforme pratica, até talvez um dia se acostumar a receber uma pica nesse cuzinho lindo.
- Acho que isso não vai acontecer, respondi.
- Veremos.
Nossas conversas estavam cada vez mais abertas e descontraídas. Ele me contava como transava com o namorado, coisas do trabalho, e às vezes até o Diego entrava no chat para conversar.
Um dia, como tantos outros, enquanto assistia pornô, recebi uma notificação de chat do Fabian, como já tinha acontecido muitas vezes.
- Oi, como você está?
- Muito bem, e você?
- Bem, aqui em casa com o Diego, entediados, vendo o que fazer. Você não gostaria de vir aqui, pelo menos para conversar, como amigos.
- Não sei, fico com receio.
- Vai lá, não seja tão tímido. A gente já se conhece, até agora só por chat, mas nós dois gostamos de você e seria legal te conhecer pessoalmente.
Acho que algo dentro de mim dizia para não ir, mas contra todos os instintos pensei comigo mesmo: "Bom, na pior das hipóteses, se me sentir desconfortável, eu volto."
- Tá bom, então. Me dá um tempinho que tomo um banho e vou aí.
- Ok, te esperamos.
Enquanto tomava banho, imaginava como seria toda a situação e, sem perceber, fiquei excitado, já que meu pau tinha ficado duro feito pedra. Me vesti e peguei o carro. Eles moravam na zona sul da cidade, em um bairro nas redondezas. Procurando o endereço, cheguei à casa deles. Era de dois andares, bem ampla e com uma fachada bonita, muito mais bonita em comparação com as outras casas do bairro, que eram todas iguais e sem graça.
Desci do carro e acendi Um cigarro com o qual me dei o tempo de terminar antes de entrar no pórtico, com a cabeça a mil e tentando relaxar. Quando cheguei à porta, sentia o coração saindo do peito, estava muito nervoso, mesmo assim tomei coragem e toquei a campainha.
Abrindo a porta estava o Fabián, que reconheci pela foto de perfil no chat. O Fabián era alto, cerca de 1,90m, de bom físico, careca, pele branca como marfim e com uma voz grossa, mas num tom bem gentil.
- Olá, você é o Sebas, né? Prazer em te conhecer finalmente, entra.
Ele colocou uma mão no meu ombro e me deu um beijo no rosto para me cumprimentar, o que retribuí timidamente.
- Quer algo pra beber, Seba? Refri, cerveja, água?
- Um copo de refri seria bom.
Ele foi até a geladeira e, enquanto servia um copo de Coca, pude ver que estava vestindo uma camisa, uma cueca boxer e um par de pantufas. Sem me dar tempo pra nada, ele se aproximou de mim com o copo e, me entregando, disse:
- Vem, passa.
Sem me dar tempo pra nada, ele saiu andando por um corredor e eu o segui. Quando chegamos, percebi que era o quarto dele. Lá estava o Diego, deitado assistindo TV, coberto apenas pelos lençóis numa cama de casal. Ele era moreno, mais baixo que o Fabián, de pele morena, cabelo curto e rosto simpático. Dei um gole no refri e deixei o copo em cima de uma cômoda e, ao cumprimentar o Diego, quase acabei subindo na cama, apoiando um joelho e as duas mãos nela para dar um beijo na bochecha dele. Inconscientemente, dei uma visão completa da minha bunda pro Fabián, que ainda estava parado atrás de mim, graças a uma calça que estava um pouco apertada. Voltei a ficar de pé e a situação ficou meio desconfortável, pelo menos pra mim, acho que fiquei corado ao ver o volume do Diego debaixo dos lençóis. Também percebi que, embora o volume da TV estivesse bem baixo, tinha um filme pornô passando, era um pornô de dois negrões dando duro num adolescente loiro vestido de menina.
- Você... Gosta do que tá vendo? Perguntou o Diego...
- Sim, respondi, mesmo ficando na dúvida se ele tava falando do filme ou do volume lá embaixo.
O Fabian passou por trás de mim e sentou do lado do Diego na cama, tirou as pantufas e, quando levantou o lençol pra se cobrir, deu pra ver que o parceiro dele tava pelado.
- Relaxa, disse o Diego, senta aqui pra ver o filme com a gente.
Aceitei, me joguei na poltrona que tinha do lado da cama. Comecei a ficar excitado vendo aquele filme — duas picas gigantes se aproveitando de um adolescente indefeso me dava um tesão da porra —, enquanto isso, dava uma olhada de lado pros dois machos que estavam na cama e vi que eles estavam se masturbando. Devo ter sido muito óbvio, porque eles perceberam, ou pelo menos foi o que achei.
- Relaxa, amor, você tá muito tenso, disse o Fabian.
Respondi olhando pro chão, como se tivesse levado uma bronca.
- Hahaha, é verdade, ele é bem tímido mesmo como você falou, Fabian. Por que não traz um drink pra ele, algo pra desinibir um pouco? Um whisky, assim ele vai se soltando.
Eles se olharam com cumplicidade, e o Fabian se levantou pra ir até a cozinha. No momento em que ficamos sozinhos, o Diego me disse:
- Você tem que aprender a relaxar, vai ver que essa noite vai ser uma que você não esquece pelo resto da vida.
E como ele tinha razão...
A gente se concentrou no filme até o Fabian voltar com as bebidas — três copos de whisky, que ele distribuiu rápido antes de voltar pra cama. Respirei fundo e pensei comigo mesmo que tinha que me deixar levar, o que não ia ser fácil com o que viria a seguir.
Depois de beber metade do copo de whisky, comecei a me sentir tonto. Na hora, achei que era por não ter jantado e estar bebendo. Via uma imagem embaçada deles conversando na cama, mas não conseguia distinguir nenhuma palavra.
Minha próxima lembrança é acordar todo dolorido num quarto diferente, com frio no corpo todo, as mãos amarradas atrás da cintura e a cabeça sobre a... travesseiro. Eu não conseguia entender o que tinha acontecido, me sentia tonto e não conseguia compreender totalmente a situação, queria gritar e não conseguia. Aos poucos fui voltando a mim e minha visão foi clareando. Havia muito pouca luz no quarto, meus ombros doíam por ter as mãos amarradas atrás das costas. Fui entendendo porque me sentia estranho: nos meus pés vi 2 sapatos de mulher com salto de talvez uns 8 cm, com uma fita que abraçava meus tornozelos e um pequeno cadeado que impedia que eu os tirasse. Também identifiquei uma meia-calça preta que apertava minhas coxas e pude ver uma alça sobre meu ombro esquerdo, embora o que mais me incomodava fosse algo macio que apertava meu pescoço e também tinha uma sensação de desconforto, sem chegar a ser dolorosa, na minha bunda.
Meu coração batia a mil, pensei que ia desmaiar ali, tentei raciocinar sobre o que estava acontecendo, mas meus nervos só me permitiram gritar, quase sem fôlego, um "socorro", que mais que um grito foi um soluço.
Devem ter se passado alguns minutos quando senti a porta se abrir, de repente vi uma luz se acender que por um momento me cegou e pude ver Diego entrando no quarto.
- Olá, linda, finalmente acordou. Eu estava esperando você bem ansioso.
Quis xingá-lo por falar de mim no feminino, estava puto, queria vazar daí...
- Entendo que você deve estar muito chocada com tudo isso que está acontecendo.
Ele disse enquanto me segurava pela cintura para me ajudar a sentar na beirada da cama. Ele se sentou também na cama e ajudou a baixar meu vestido, enquanto fazia isso senti meu corpo muito sensível e quando prestei atenção olhei minhas pernas, meus braços, meu peito sem nenhum pelo, até consegui distinguir um corte nos meus músculos acima de onde terminavam as meias, ao lado das alças de uma liga que conectava a uma sexy e minúscula calcinha fio-dental que mal cobria meu pau totalmente mole. Quando finalmente consegui me sentar, não sem antes quase desabar para o lado, coisa que Naquele momento, Diego respondeu instantaneamente e evitou minha queda. Pude ver entre minhas pernas o que identifiquei como uma "rabo de raposa" saindo da minha bunda e soube que era um plug anal que me causava aquela sensação de desconforto, como vontade de ir ao banheiro. Antes que eu pudesse dizer qualquer palavra, Diego, com voz calma, disse:
- Posso entender que você não está confortável na sua situação, mas infelizmente já tomamos a decisão de seguir em frente com isso. Então só restam duas opções... ou você coopera e tenta aproveitar, ou fazemos pela força e só nós aproveitamos. Pessoalmente, recomendo a primeira. De qualquer forma, estas serão noites inesquecíveis para você.
Noites? No plural? Um frio percorreu minha espalda e fechei os olhos, desejando que, ao abri-los novamente, nada disso estivesse acontecendo. Queria chorar, mas não ia dar o prazer de me verem fazendo isso.
- Vamos, não faça essa carinha. Não há tempo para se sentir mal, temos que terminar de te preparar, já está tarde. Ah, a propósito, você saiu muito gostosa nas fotos - ele disse enquanto pegava o celular e me mostrava uma foto minha, com a roupa que estava usando, deitada com a cabeça no colchão e a bunda para cima, exibindo meu plug de rabo de raposa, e parecia que eu estava beijando uma rola que imaginei ser do Fabian. Já não sabia o que fazer, estava mergulhada no desespero e só consegui abrir bem os olhos. Acho que meu rosto disse tudo, porque Diego me olhava como se sentisse pena de mim, expressão que desapareceu quando ele disse que tinham todas as minhas informações: onde trabalhava, quem eram meus amigos e amigas, meus familiares, e que seria uma pena se minha desobediência os obrigasse a mandar as fotos para cada um deles.
- Vem, levanta - ele disse enquanto me ajudava a ficar de pé.
Quase tropecei ao pisar; por um momento, esqueci que estava usando os sapatos, então me agarrei ao que tinha mais perto, segurando seu braço com as duas mãos, enquanto ele esboçava um sorriso.
- Dá passinhos curtos, com um... Pé na frente do outro e pisa sempre com a ponta antes de apoiar no salto. Tentei seguir a estratégia dele enquanto nos dirigíamos ao banheiro do quarto, mas ele teve que me salvar mais algumas vezes. Quando chegamos ao banheiro, que por sinal parecia luxuoso e não contrastava com o resto da casa, depois de acender a luz, ele me colocou em frente ao vaso sanitário e baixou levemente minha calcinha.
- O primeiro passo é fazer xixi. Eu sei que as meninas fazem sentadas, mas não queremos arruinar seu lindo bumbum de pele.
Enquanto segurava meu pau, ele o apontou para a água e pareceu uma eternidade até que finalmente consegui mijar. Quando terminei, ele o sacudiu suavemente e me secou com um pouco de papel higiênico. Quando puxou minha calcinha para cima novamente, senti ela deslizando pelas minhas pernas e se enterrando entre as nádegas, o que me provocou um pouco de prazer. Ajeitei meu membro para que ficasse preso por ela.
- Muito bem!!! Agora vamos para frente do espelho.
Não sei por quê, mas aquele "muito bem" me fez sentir melhor com a situação. Ele me colocou em frente ao espelho, olhou por alguns momentos como se estivesse fazendo cálculos, enquanto eu me via ali também vestido de mulher, com um colar que apertava meu pescoço apesar de ser de seda e um medalhão rosa que dizia "slut", desejando que nada disso estivesse acontecendo. Ele pegou um pote de creme, colocou uma boa quantidade nas mãos e começou a passá-lo no meu rosto, ombros, peito e braços. Desceu até minha cintura, voltou a pegar mais creme nas mãos e passou no meu pau, bolas e virilha. Uma terceira porção foi destinada à minha bunda, só que dessa vez ele tomou o cuidado de pegar minha raba de raposa e colocá-la entre minhas mãos. "Segura", ele disse, e eu obedeci. Sem obstáculos, ele começou a passar as mãos pela minha bunda, espalhando creme por tudo. Era frio, mas acho que me excitou um pouco, e a ele também, porque senti ele se apoiando disfarçadamente com o volume dele por cima do shorts que estava usando. Ele me encarou fixamente nos olhos como se esperasse um beijo, mas depois... Num instante, percebi que não ia acontecer. Ele pegou outro pote de creme e depois baixou a tampa do vaso sanitário. "Senta" — senti mais como uma ordem do que um pedido. Depois de passar uns cremes no meu rosto, ele pediu que eu fechasse os olhos e aplicou um delineador, penteou meus cílios e acho que uma sombra também. Depois, pegou um batom vermelho, pediu que eu abrisse um pouco a boca e começou a passar.
— Como vai o projeto? — ouviu-se um grito de fora do quarto. Reconheci a voz do meu outro captor.
— Já estou terminando de pentear ela e a gente sai — respondeu meu esteticista, também aos gritos.
— Vou preparar algo pra comer então.
Ele pegou um pente e um spray de cabelo e começou a trabalhar. Me balançava o cabelo enquanto penteava — meu cabelo era mais ou menos curto. Ele jogou um monte de spray, e eu instintivamente fechei os olhos. Pensei que fosse aquele tipo de cabeleireiro gay. Enquanto isso, parecia uma criança, um menino ou menina, sendo arrumada pra ir no aniversário de algum amigo.
— Pronto, tá uma gata! — disse, me ajudando a levantar de novo.
Quando me vi no espelho, não me reconheci. Parecia uma daquelas modelos de cabelo curto e espetado. Os traços masculinos do meu rosto tinham sumido — era incrível como 30 anos de masculinidade tinham desaparecido em tão pouco tempo.
— Viu? Eu te falei que você tinha potencial. Gostou?
— Sim — respondi, tímido. O que vocês vão fazer comigo?
— Você vai descobrindo aos poucos. O que você tem que fazer é cooperar, mesmo quando não gostar do que a gente mandar você fazer.
— "Mandarem"???
— Bom, o que a gente pedir. Leva como um jogo e tenta agradar. Eu entendo sua situação, mas o Fabián tem um temperamento forte e explosivo, e acredite, você não quer ver ele bravo.
— O quê?
— Aliás, ainda não decidimos um nome pra você — ele disse, enquanto tirava uns brincos de uma joalheria que estava sobre a bancada do banheiro. Eu gosto de Verônica, Renata ou... Daiana, mas se você quiser escolher você mesma...
Olhei pra ele como se estivesse pensando se era uma brincadeira, me perguntar o nome de garota que eu queria
- Daiana, exclamou sem pensar
- Ótimo, Daiana, que brincos você gosta mais?
- Esses
- Ah, vejo que você só tem uma orelha furada. Bom, vamos colocar o da esquerda e depois a gente perfura mais (o que me pareceu meio fofo). Agora temos que ir comer.
Coloquei o brinco na orelha que tinha perfurada por causa de alguma moda ou bobagem da adolescência que havia deixado pra trás há muito tempo. Era um brinco pendente com o formato das espadas do baralho de pôquer, com um "Q" branco no meio.
- Bom, agora você está pronta, mas primeiro tenho que te apresentar algumas regras que você vai ter que seguir à risca.
Engoli em seco, não sabia o que seria de mim.
- Primeiro, você sempre vai ter que fazer o que pedirmos. Se for obediente e submissa, vai ganhando alguns direitos. Enquanto isso, digamos que você está no final da cadeia alimentar desta casa. Lembre-se que temos suas fotos. Um desses direitos vai ser poder andar como uma pessoa. Por enquanto, você vai ser nossa mascote e vai ter que andar de quatro.
- O quê? Vocês são doentes.
- Olha, ou coopera ou a gente te deixa ir e devolve sua roupa, mas você sabe quais são as consequências — disse, mudando o tom de voz para um muito mais agressivo —, entendeu?
- Sim.
- Sim, o quê?
- Que sim, entendi.
- A partir de agora é "sim, meu amo", ok?
- Sim, meu amo.
- Assim que eu gosto. Agora quero que você fique de quatro enquanto procuro a coleira e vamos comer. Acho que o Fabian já terminou a comida. Lembro que você vai ter que ficar de quatro o tempo todo até que digamos o contrário, e a forma correta de andar assim é movendo um braço e a perna oposta, sempre com o rabinho pra cima e balançando de forma sensual. Entendeu, putinha?
- Sim, meu amo.
- Vamos. Fica de quatro.
Era mesmo um cheiro de pizza, e lá estava eu, feminizado, degradado, de quatro, Diego estava amarrando uma coleira no laço do meu pescoço e a única coisa que passava pela minha cabeça eram as possibilidades do que iam fazer comigo, fugir não era uma opção.
– Anda, putinha!
Continua…
Se quiserem, deixem comentários se gostaram ou não, ou se quiserem me adicionar para dar ideias ou só bater papo, vou agradecer.
Beijos.
Atualmente tenho 30 anos. Sou magro, tenho 1,72m e sou bem masculino. Magricela, com pouca musculatura e peludo nos braços, peito e púbis — nada feminino, exceto pela minha cintura, coxas grossas e uma bundinha redonda que passava despercebida debaixo das roupas que uso no dia a dia, normalmente umas calças jeans e camisetas meio largas.
Nunca tive muito sucesso com as mulheres por causa da minha timidez natural, o que me levou a abusar da pornografia pra satisfazer minhas necessidades. Com o tempo, o pornô comum já não me interessava mais, pelo menos não da forma tradicional. Aos poucos, fui deixando de focar naqueles corpos esculturais das estrelas pornô e comecei a interpretar as cenas de outro jeito: via como aquelas vadias satisfaziam um macho alfa e tiravam toda a perversão deles, como deixavam os caras loucos, viravam um objeto sexual… e, sem perceber, comecei a me perguntar como seria ser igual a uma delas. Com o tempo, essa curiosidade só foi crescendo, e eu me inclinei mais pra vídeos de pornô anal, orgias, gangbangs — quanto mais humilhada a protagonista estivesse, mais tesão eu sentia. Cheguei até a ver vídeos de shemales ou travestis, que me deixavam curioso pra saber como conseguiam gozar e dar o cu sendo penetrados por uma rola e ainda curtir tudo.
Morava com minha família, então tinha que ser super discreto com essa coisa de pornô, principalmente essa última categoria que contei. Mesmo tendo meu computador no quarto, morria de medo de ser pego assistindo um vídeo onde estão arrombando o cu de uma trava e eu lá, me masturbando igual um degenerado.
Com o tempo, comecei a frequentar sites de encontro e chat gays, onde encontrei de tudo: gente legal, doentes e todo tipo de personagem que a gente conhece nesses lugares. Entre a “gente legal”, tinha um homem de uns 50 anos chamado Fabian, com quem eu conversava direto. Ele me contou que… que era gay e morava com o namorado, e ele tirou um monte de dúvidas minhas sobre sexo homossexual. Acabei ficando com vontade de experimentar colocar um dedo no meu cu enquanto me masturbava, o que eu fiz. Quando ele perguntou se eu tinha gostado, disse que sim, que tive um orgasmo mais forte que o normal, embora no início tenha sido um pouco desconfortável.
- Jajaja, que putinha tarada. É normal sentir desconforto nas primeiras vezes, você vai se acostumando conforme pratica, até talvez um dia se acostumar a receber uma pica nesse cuzinho lindo.
- Acho que isso não vai acontecer, respondi.
- Veremos.
Nossas conversas estavam cada vez mais abertas e descontraídas. Ele me contava como transava com o namorado, coisas do trabalho, e às vezes até o Diego entrava no chat para conversar.
Um dia, como tantos outros, enquanto assistia pornô, recebi uma notificação de chat do Fabian, como já tinha acontecido muitas vezes.
- Oi, como você está?
- Muito bem, e você?
- Bem, aqui em casa com o Diego, entediados, vendo o que fazer. Você não gostaria de vir aqui, pelo menos para conversar, como amigos.
- Não sei, fico com receio.
- Vai lá, não seja tão tímido. A gente já se conhece, até agora só por chat, mas nós dois gostamos de você e seria legal te conhecer pessoalmente.
Acho que algo dentro de mim dizia para não ir, mas contra todos os instintos pensei comigo mesmo: "Bom, na pior das hipóteses, se me sentir desconfortável, eu volto."
- Tá bom, então. Me dá um tempinho que tomo um banho e vou aí.
- Ok, te esperamos.
Enquanto tomava banho, imaginava como seria toda a situação e, sem perceber, fiquei excitado, já que meu pau tinha ficado duro feito pedra. Me vesti e peguei o carro. Eles moravam na zona sul da cidade, em um bairro nas redondezas. Procurando o endereço, cheguei à casa deles. Era de dois andares, bem ampla e com uma fachada bonita, muito mais bonita em comparação com as outras casas do bairro, que eram todas iguais e sem graça.
Desci do carro e acendi Um cigarro com o qual me dei o tempo de terminar antes de entrar no pórtico, com a cabeça a mil e tentando relaxar. Quando cheguei à porta, sentia o coração saindo do peito, estava muito nervoso, mesmo assim tomei coragem e toquei a campainha.
Abrindo a porta estava o Fabián, que reconheci pela foto de perfil no chat. O Fabián era alto, cerca de 1,90m, de bom físico, careca, pele branca como marfim e com uma voz grossa, mas num tom bem gentil.
- Olá, você é o Sebas, né? Prazer em te conhecer finalmente, entra.
Ele colocou uma mão no meu ombro e me deu um beijo no rosto para me cumprimentar, o que retribuí timidamente.
- Quer algo pra beber, Seba? Refri, cerveja, água?
- Um copo de refri seria bom.
Ele foi até a geladeira e, enquanto servia um copo de Coca, pude ver que estava vestindo uma camisa, uma cueca boxer e um par de pantufas. Sem me dar tempo pra nada, ele se aproximou de mim com o copo e, me entregando, disse:
- Vem, passa.
Sem me dar tempo pra nada, ele saiu andando por um corredor e eu o segui. Quando chegamos, percebi que era o quarto dele. Lá estava o Diego, deitado assistindo TV, coberto apenas pelos lençóis numa cama de casal. Ele era moreno, mais baixo que o Fabián, de pele morena, cabelo curto e rosto simpático. Dei um gole no refri e deixei o copo em cima de uma cômoda e, ao cumprimentar o Diego, quase acabei subindo na cama, apoiando um joelho e as duas mãos nela para dar um beijo na bochecha dele. Inconscientemente, dei uma visão completa da minha bunda pro Fabián, que ainda estava parado atrás de mim, graças a uma calça que estava um pouco apertada. Voltei a ficar de pé e a situação ficou meio desconfortável, pelo menos pra mim, acho que fiquei corado ao ver o volume do Diego debaixo dos lençóis. Também percebi que, embora o volume da TV estivesse bem baixo, tinha um filme pornô passando, era um pornô de dois negrões dando duro num adolescente loiro vestido de menina.
- Você... Gosta do que tá vendo? Perguntou o Diego...
- Sim, respondi, mesmo ficando na dúvida se ele tava falando do filme ou do volume lá embaixo.
O Fabian passou por trás de mim e sentou do lado do Diego na cama, tirou as pantufas e, quando levantou o lençol pra se cobrir, deu pra ver que o parceiro dele tava pelado.
- Relaxa, disse o Diego, senta aqui pra ver o filme com a gente.
Aceitei, me joguei na poltrona que tinha do lado da cama. Comecei a ficar excitado vendo aquele filme — duas picas gigantes se aproveitando de um adolescente indefeso me dava um tesão da porra —, enquanto isso, dava uma olhada de lado pros dois machos que estavam na cama e vi que eles estavam se masturbando. Devo ter sido muito óbvio, porque eles perceberam, ou pelo menos foi o que achei.
- Relaxa, amor, você tá muito tenso, disse o Fabian.
Respondi olhando pro chão, como se tivesse levado uma bronca.
- Hahaha, é verdade, ele é bem tímido mesmo como você falou, Fabian. Por que não traz um drink pra ele, algo pra desinibir um pouco? Um whisky, assim ele vai se soltando.
Eles se olharam com cumplicidade, e o Fabian se levantou pra ir até a cozinha. No momento em que ficamos sozinhos, o Diego me disse:
- Você tem que aprender a relaxar, vai ver que essa noite vai ser uma que você não esquece pelo resto da vida.
E como ele tinha razão...
A gente se concentrou no filme até o Fabian voltar com as bebidas — três copos de whisky, que ele distribuiu rápido antes de voltar pra cama. Respirei fundo e pensei comigo mesmo que tinha que me deixar levar, o que não ia ser fácil com o que viria a seguir.
Depois de beber metade do copo de whisky, comecei a me sentir tonto. Na hora, achei que era por não ter jantado e estar bebendo. Via uma imagem embaçada deles conversando na cama, mas não conseguia distinguir nenhuma palavra.
Minha próxima lembrança é acordar todo dolorido num quarto diferente, com frio no corpo todo, as mãos amarradas atrás da cintura e a cabeça sobre a... travesseiro. Eu não conseguia entender o que tinha acontecido, me sentia tonto e não conseguia compreender totalmente a situação, queria gritar e não conseguia. Aos poucos fui voltando a mim e minha visão foi clareando. Havia muito pouca luz no quarto, meus ombros doíam por ter as mãos amarradas atrás das costas. Fui entendendo porque me sentia estranho: nos meus pés vi 2 sapatos de mulher com salto de talvez uns 8 cm, com uma fita que abraçava meus tornozelos e um pequeno cadeado que impedia que eu os tirasse. Também identifiquei uma meia-calça preta que apertava minhas coxas e pude ver uma alça sobre meu ombro esquerdo, embora o que mais me incomodava fosse algo macio que apertava meu pescoço e também tinha uma sensação de desconforto, sem chegar a ser dolorosa, na minha bunda.
Meu coração batia a mil, pensei que ia desmaiar ali, tentei raciocinar sobre o que estava acontecendo, mas meus nervos só me permitiram gritar, quase sem fôlego, um "socorro", que mais que um grito foi um soluço.
Devem ter se passado alguns minutos quando senti a porta se abrir, de repente vi uma luz se acender que por um momento me cegou e pude ver Diego entrando no quarto.
- Olá, linda, finalmente acordou. Eu estava esperando você bem ansioso.
Quis xingá-lo por falar de mim no feminino, estava puto, queria vazar daí...
- Entendo que você deve estar muito chocada com tudo isso que está acontecendo.
Ele disse enquanto me segurava pela cintura para me ajudar a sentar na beirada da cama. Ele se sentou também na cama e ajudou a baixar meu vestido, enquanto fazia isso senti meu corpo muito sensível e quando prestei atenção olhei minhas pernas, meus braços, meu peito sem nenhum pelo, até consegui distinguir um corte nos meus músculos acima de onde terminavam as meias, ao lado das alças de uma liga que conectava a uma sexy e minúscula calcinha fio-dental que mal cobria meu pau totalmente mole. Quando finalmente consegui me sentar, não sem antes quase desabar para o lado, coisa que Naquele momento, Diego respondeu instantaneamente e evitou minha queda. Pude ver entre minhas pernas o que identifiquei como uma "rabo de raposa" saindo da minha bunda e soube que era um plug anal que me causava aquela sensação de desconforto, como vontade de ir ao banheiro. Antes que eu pudesse dizer qualquer palavra, Diego, com voz calma, disse:
- Posso entender que você não está confortável na sua situação, mas infelizmente já tomamos a decisão de seguir em frente com isso. Então só restam duas opções... ou você coopera e tenta aproveitar, ou fazemos pela força e só nós aproveitamos. Pessoalmente, recomendo a primeira. De qualquer forma, estas serão noites inesquecíveis para você.
Noites? No plural? Um frio percorreu minha espalda e fechei os olhos, desejando que, ao abri-los novamente, nada disso estivesse acontecendo. Queria chorar, mas não ia dar o prazer de me verem fazendo isso.
- Vamos, não faça essa carinha. Não há tempo para se sentir mal, temos que terminar de te preparar, já está tarde. Ah, a propósito, você saiu muito gostosa nas fotos - ele disse enquanto pegava o celular e me mostrava uma foto minha, com a roupa que estava usando, deitada com a cabeça no colchão e a bunda para cima, exibindo meu plug de rabo de raposa, e parecia que eu estava beijando uma rola que imaginei ser do Fabian. Já não sabia o que fazer, estava mergulhada no desespero e só consegui abrir bem os olhos. Acho que meu rosto disse tudo, porque Diego me olhava como se sentisse pena de mim, expressão que desapareceu quando ele disse que tinham todas as minhas informações: onde trabalhava, quem eram meus amigos e amigas, meus familiares, e que seria uma pena se minha desobediência os obrigasse a mandar as fotos para cada um deles.
- Vem, levanta - ele disse enquanto me ajudava a ficar de pé.
Quase tropecei ao pisar; por um momento, esqueci que estava usando os sapatos, então me agarrei ao que tinha mais perto, segurando seu braço com as duas mãos, enquanto ele esboçava um sorriso.
- Dá passinhos curtos, com um... Pé na frente do outro e pisa sempre com a ponta antes de apoiar no salto. Tentei seguir a estratégia dele enquanto nos dirigíamos ao banheiro do quarto, mas ele teve que me salvar mais algumas vezes. Quando chegamos ao banheiro, que por sinal parecia luxuoso e não contrastava com o resto da casa, depois de acender a luz, ele me colocou em frente ao vaso sanitário e baixou levemente minha calcinha.
- O primeiro passo é fazer xixi. Eu sei que as meninas fazem sentadas, mas não queremos arruinar seu lindo bumbum de pele.
Enquanto segurava meu pau, ele o apontou para a água e pareceu uma eternidade até que finalmente consegui mijar. Quando terminei, ele o sacudiu suavemente e me secou com um pouco de papel higiênico. Quando puxou minha calcinha para cima novamente, senti ela deslizando pelas minhas pernas e se enterrando entre as nádegas, o que me provocou um pouco de prazer. Ajeitei meu membro para que ficasse preso por ela.
- Muito bem!!! Agora vamos para frente do espelho.
Não sei por quê, mas aquele "muito bem" me fez sentir melhor com a situação. Ele me colocou em frente ao espelho, olhou por alguns momentos como se estivesse fazendo cálculos, enquanto eu me via ali também vestido de mulher, com um colar que apertava meu pescoço apesar de ser de seda e um medalhão rosa que dizia "slut", desejando que nada disso estivesse acontecendo. Ele pegou um pote de creme, colocou uma boa quantidade nas mãos e começou a passá-lo no meu rosto, ombros, peito e braços. Desceu até minha cintura, voltou a pegar mais creme nas mãos e passou no meu pau, bolas e virilha. Uma terceira porção foi destinada à minha bunda, só que dessa vez ele tomou o cuidado de pegar minha raba de raposa e colocá-la entre minhas mãos. "Segura", ele disse, e eu obedeci. Sem obstáculos, ele começou a passar as mãos pela minha bunda, espalhando creme por tudo. Era frio, mas acho que me excitou um pouco, e a ele também, porque senti ele se apoiando disfarçadamente com o volume dele por cima do shorts que estava usando. Ele me encarou fixamente nos olhos como se esperasse um beijo, mas depois... Num instante, percebi que não ia acontecer. Ele pegou outro pote de creme e depois baixou a tampa do vaso sanitário. "Senta" — senti mais como uma ordem do que um pedido. Depois de passar uns cremes no meu rosto, ele pediu que eu fechasse os olhos e aplicou um delineador, penteou meus cílios e acho que uma sombra também. Depois, pegou um batom vermelho, pediu que eu abrisse um pouco a boca e começou a passar.
— Como vai o projeto? — ouviu-se um grito de fora do quarto. Reconheci a voz do meu outro captor.
— Já estou terminando de pentear ela e a gente sai — respondeu meu esteticista, também aos gritos.
— Vou preparar algo pra comer então.
Ele pegou um pente e um spray de cabelo e começou a trabalhar. Me balançava o cabelo enquanto penteava — meu cabelo era mais ou menos curto. Ele jogou um monte de spray, e eu instintivamente fechei os olhos. Pensei que fosse aquele tipo de cabeleireiro gay. Enquanto isso, parecia uma criança, um menino ou menina, sendo arrumada pra ir no aniversário de algum amigo.
— Pronto, tá uma gata! — disse, me ajudando a levantar de novo.
Quando me vi no espelho, não me reconheci. Parecia uma daquelas modelos de cabelo curto e espetado. Os traços masculinos do meu rosto tinham sumido — era incrível como 30 anos de masculinidade tinham desaparecido em tão pouco tempo.
— Viu? Eu te falei que você tinha potencial. Gostou?
— Sim — respondi, tímido. O que vocês vão fazer comigo?
— Você vai descobrindo aos poucos. O que você tem que fazer é cooperar, mesmo quando não gostar do que a gente mandar você fazer.
— "Mandarem"???
— Bom, o que a gente pedir. Leva como um jogo e tenta agradar. Eu entendo sua situação, mas o Fabián tem um temperamento forte e explosivo, e acredite, você não quer ver ele bravo.
— O quê?
— Aliás, ainda não decidimos um nome pra você — ele disse, enquanto tirava uns brincos de uma joalheria que estava sobre a bancada do banheiro. Eu gosto de Verônica, Renata ou... Daiana, mas se você quiser escolher você mesma...
Olhei pra ele como se estivesse pensando se era uma brincadeira, me perguntar o nome de garota que eu queria
- Daiana, exclamou sem pensar
- Ótimo, Daiana, que brincos você gosta mais?
- Esses
- Ah, vejo que você só tem uma orelha furada. Bom, vamos colocar o da esquerda e depois a gente perfura mais (o que me pareceu meio fofo). Agora temos que ir comer.
Coloquei o brinco na orelha que tinha perfurada por causa de alguma moda ou bobagem da adolescência que havia deixado pra trás há muito tempo. Era um brinco pendente com o formato das espadas do baralho de pôquer, com um "Q" branco no meio.
- Bom, agora você está pronta, mas primeiro tenho que te apresentar algumas regras que você vai ter que seguir à risca.
Engoli em seco, não sabia o que seria de mim.
- Primeiro, você sempre vai ter que fazer o que pedirmos. Se for obediente e submissa, vai ganhando alguns direitos. Enquanto isso, digamos que você está no final da cadeia alimentar desta casa. Lembre-se que temos suas fotos. Um desses direitos vai ser poder andar como uma pessoa. Por enquanto, você vai ser nossa mascote e vai ter que andar de quatro.
- O quê? Vocês são doentes.
- Olha, ou coopera ou a gente te deixa ir e devolve sua roupa, mas você sabe quais são as consequências — disse, mudando o tom de voz para um muito mais agressivo —, entendeu?
- Sim.
- Sim, o quê?
- Que sim, entendi.
- A partir de agora é "sim, meu amo", ok?
- Sim, meu amo.
- Assim que eu gosto. Agora quero que você fique de quatro enquanto procuro a coleira e vamos comer. Acho que o Fabian já terminou a comida. Lembro que você vai ter que ficar de quatro o tempo todo até que digamos o contrário, e a forma correta de andar assim é movendo um braço e a perna oposta, sempre com o rabinho pra cima e balançando de forma sensual. Entendeu, putinha?
- Sim, meu amo.
- Vamos. Fica de quatro.
Era mesmo um cheiro de pizza, e lá estava eu, feminizado, degradado, de quatro, Diego estava amarrando uma coleira no laço do meu pescoço e a única coisa que passava pela minha cabeça eram as possibilidades do que iam fazer comigo, fugir não era uma opção.
– Anda, putinha!
Continua…
Se quiserem, deixem comentários se gostaram ou não, ou se quiserem me adicionar para dar ideias ou só bater papo, vou agradecer.
Beijos.
7 comentários - Minha Feminização (Relato)