Mi salida con carol

Olha, amigos, isso aconteceu comigo uns dias atrás. Como já contei, sou da gastronomia. Certo dia, a gente tinha um evento e trabalhamos até tarde. Nesse dia, contrataram a Carol e outras garçonetes pra ajudar. Quando tudo acabou, eu me preparei pra ir pra casa e vi a Carol fazendo sinal pra eu estacionar o carro. Aí ela chegou perto e disse que não tava conseguindo transporte e perguntou se eu podia dar uma carona até a casa dela, que ficava no sentido contrário ao meu. Respondi que sim. Ela falou: "Te pago o combustível" e sentou atrás. Falei que não era taxista e que ela tinha que vir na frente pra me indicar o caminho. Quando ela passou pra frente, pude ver aquela bunda linda e um par de peitos maravilhosos. A gente conversou um pouco, e eu não conseguia parar de olhar pras pernas gostosas dela. Toda vez que eu trocava a marcha, tentava roçar nelas. Seguimos, e ela me contou que tinha se separado, tava sozinha e por isso trabalhava pra se manter. Me perguntou se eu me importava de parar num lugar mais tranquilo, que precisava conversar com alguém. A gente conversou, e nessa conversa ela disse que tava afim de mim há muito tempo, que a desculpa dela era pra chamar minha atenção, que queria transar comigo. Assim que estacionei num lugar mais isolado, ela se jogou em cima de mim e me beijou de boca aberta. Eu fui direto naquela bunda, amassei e enfiei um dedo por baixo da saia dela. Ela começou a respirar ofegante, depois me ordenou que queria chupar meu pau. Abriu meu zíper e me fez um boquete dos sonhos. Depois, a gente se ajeitou no carro, e ela montou em cima de mim. Que delícia! A buceta dela tava molhada e quente. Ela gozou duas vezes cavalgando em mim. Eu aguentava firme e aproveitava, chupando aqueles peitos. Enchi a buceta dela de porra. Aí virei ela e falei que queria comer o cu dela. Ela disse que nunca tinha feito por ali, que tava com medo. Insisti e falei que se doesse, a gente parava. Me preparei, lambi bem aquele cu, enfiei um dedo, depois outro, até que ela dilatou. A buceta dela escorria de tanto prazer. Ela disse: "Mete logo, não aguento mais". Coloquei meu pau na entrada, e ela empurrou. Pra trás... mm, que delícia sentir como ela resistia. Disse: "mm, dói, mas continua, que eu gosto". Assim que introduzi a cabeça, ela começou a gemer: "sim, que gostoso", dizia. "Mete com força". Comecei a meter e tirar com força, as pernas dela tremeram e ela se deixou cair no banco de trás. Molhou o banco inteiro com os sucos dela. Eu bombava aquele cu apertado, comi do jeito que eu quis. Gozei várias vezes até que não aguentei mais e enchi o cu dela de porra. Ela me disse: "foi a melhor noite da minha vida, quero ser sua putinha. Me procura, quero transar sempre com você". E desde então, sempre tenho a desculpa com minha mulher de que tenho eventos pra comer minha putinha. Um abraço, espero que gostem, mesmo sendo muito longo.

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