Minha história começa no que antes era minha prisão particular, e agora meu paraíso, ou seja, a faculdade.
Naquele ano, eu estava no segundo ano básico no turno da tarde porque precisavam dividir as turmas, tinha algumas matérias validadas, então tinha bastante tempo livre.
Uma das minhas professoras era a Samanta, era uma mulher gostosa, tinha um tesão tão especial nela, que algo me atraía.
Samanta era morena de cabelo cacheado, altura normal, pele branca, os peitos dela eram bem firmes, naquela época ela tinha 30 anos, mas tinha um tesão incrível, principalmente o olhar dela, muitos dos meus colegas diziam que ela tinha cara de safada, podia até ser verdade, mas ela me deixava besta.
Tenho que admitir que desde o primeiro momento em que a conheci, me masturbei inúmeras vezes pensando nela.
Uma tarde, depois de dar uma aula (que coincidência, com a Samanta), na hora seguinte eu estava livre. Naquela aula, Samanta estava com uma blusa de tricô branca e uma saia acima dos joelhos, naquela tarde reparei mais nela do que das outras vezes. O jeito dela se mexer, de andar, de olhar…
Quando ela sentou na mesa dela, acho que por um gesto involuntário, abriu bem as pernas, o que me fez reparar que dava pra ver a calcinha fio dental branca dela. Aquela visão já foi o auge, não sei como, mas de repente comecei a sentir que meu pau estava começando a subir de forma considerável, os pensamentos que estavam passando pela minha cabeça ajudaram a ficar de pau duro daquele jeito.
Naquele momento, não desejei outra coisa senão me masturbar, e assim que o sinal tocou, fui pra biblioteca, sabia que naquela hora não viria ninguém e que eu poderia bater uma sem problemas, entrei numa salinha onde tinha um par de cadeiras e uma mesa, e ali mesmo tirei o pau e comecei, não saía da minha cabeça a imagem da Samanta de pernas abertas com a calcinha fio dental branca…
Quando comecei o movimento, de repente ouvi um barulho, merda! Que jeito de cortar o clima!!! Guardei na hora e, quando saí daquele quarto, vi que a Samanta tinha entrado. Não sei por que, mas o susto inicial que levei ao ouvir a porta passou quando vi que era ela. Quando me viu, me cumprimentou, largou uns papéis ali, disse que precisava corrigir exercícios e perguntou o que eu estava fazendo lá.
- Hehehe, se eu te contasse - pensei.
Falei que estava estudando, e ela me olhou e sorriu, como quem diz "assim que eu gosto".
Aí eu parei pra reparar no corpo dela inteiro e notei que, através da camiseta, dava pra ver os biquinhos durinhos. Diante daquela visão, faltou pouco pra eu rasgar a cueca com meu pau duro.
De repente, o tesão tomou conta de mim e eu disse pra mim mesmo que tinha que comer aquela mulher, quisesse ela ou não. Comecei a me aproximar dela e a oferecer minha ajuda, o que ela aceitou de boa. Ela estava de pé, e eu fiquei do lado dela, um pouco mais pra trás. Dava pra ver aquele rabo em todo o esplendor e como a calcinha marcava.
De repente, quase sem pensar, quando a gente já tinha sentado, fui me aproximando dela devagar, nossas coxas se encostando. Claro que ela não disse nada. Eu tava cada vez mais excitado e pensei: "agora ou nunca". Comecei a encarar ela fixamente. Esse pequeno gesto, super normal, fez meu pau começar a engrossar de novo. Sentir a coxa dela firme e quente me deixava, sem dúvida, muito, muito excitado. Ela não fazia ideia das minhas intenções, então era um gesto normal, mas eu precisava de algo mais. E tive a ideia clássica de derrubar um lápis no chão. E foi o que fiz. Quando me abaixei, claro, nem tentei olhar a calcinha fio dental dela, porque seria muito óbvio, mas, ao pegar o lápis, rocei as pernas e as coxas dela. Aqueles instantes pareceram eternos. Sentir a carne quente dela me deixava besta; aquele simples toque me levava a mil. Depois, levantei e sentei como se nada tivesse acontecido. passado, então começamos a falar de assuntos banais e, como um gesto involuntário, ela colocou a mão no meu ombro. Essa simples besteira fez eu ficar com uma cara de imbecil total. Aí começamos a falar do tempo, já estava perto das férias de inverno e perguntei se ela ia pra algum lugar. Ela sorriu e disse que a essa altura já não iria pra lugar nenhum. Perguntei por quê e ela respondeu: — também ninguém me convidou. Acho que tava se referindo ao parceiro dela. Eu disse que era uma pena e ela sorriu de novo. Falei que era uma pena mesmo. Nesse momento a gente se levantou, e eu disse que com o corpo que ela tinha, teria muitos homens atrás dela. Aí notei que ela ficou vermelha e olhei ela de cima a baixo, contemplando aquele corpo que me deixava louco. Ela disse que já fazia um bom tempo que ninguém a elogiava tanto. Falei que pra mulher gostosa tem que falar coisa bonita, o que fez ela corar ainda mais. E eu gostei disso, tinha conseguido fazer minha professora ficar vermelha, e quem sabe até excitada.
Falei: — se olha, você tem um corpo esplêndido que faria qualquer homem cair. E percebi que ela começou a se sentir bem com aqueles elogios, mas ainda estranhando por serem ditos por um aluno.
— Bom, vamos parar com isso — ela disse.
— É que só de te ver entrar dá vontade de... dançar bem agarrado com você — falei.
E naquele instante fui com tudo, arriscando qualquer coisa, e coloquei uma das minhas mãos na bunda linda dela. Quando ela sentiu, se jogou pra frente da mesa, como se não tivesse percebido, mas eu insisti e deixei minha mão grudada na bunda dela. Aí ela olhou pra mim meio surpresa e disse:
— Oscar, mas o que você tá fazendo?
Eu não falei absolutamente nada e apertei a bunda dela com a mão.
— Mas Oscar, fica quieto — repetiu ela.
De repente, eu a envolvi com meus braços e fiquei olhando fixamente pra ela. Ela tava com uma cara de surpresa incrível, mas também não fazia nada pra me tirar de cima. Desci minhas mãos até a bunda dela e Comecei a massagear ele, que sensação, que durinho, que lindo, e fui subindo minhas mãos até a cintura dela e levantei a blusa pra tocar os peitos dela. Quando cheguei, tentei abaixar o sutiã pra poder acariciá-los, ela continuava imóvel e quando conseguiu articular palavra, me disse:
— Oscar, pelo amor de Deus, fica quieto, pelo que você mais quer —
E eu respondi:
— O que eu mais quero é você —
Tentei beijá-la, mas ela virou o rosto, mas na minha segunda investida ela já não conseguiu resistir. Comecei a juntar meus lábios com os dela, meu Deus, eu estava no céu, e quando consegui enfiar minha língua, percorri toda a boca dela, e a língua dela começou a procurar a minha. Percebi que ela começava a soltar pequenos gemidos de prazer. Minhas mãos continuavam acariciando os peitos e a bunda dela. Ela suspirou e me disse:
— Isso não tá certo, isso não tá certo, pelo amor de Deus, eu tô namorando — (é verdade, ela tá com um policial, que tesão, né?)
Falei que não tinha problema. Minha mão começou a levantar a saia dela, consegui chegar até a calcinha fio dental e notei que ela já tava começando a ficar molhada. Não aguentei mais e puxei a saia dela de uma vez, deixando ela só de fio dental. Comecei a beijar o pescoço e a orelha dela, aquilo era um manjar dos deuses, e levantei a blusa dela. Passei a língua sobre os peitos dela por cima do tecido, e em seguida descobri um dos seios. Percebi que a Samanta tava excitada, o mamilo dela parecia que ia saltar do peito. Comecei a chupar e brincar com a língua, percorrendo tudo, enquanto ao mesmo tempo abaixava a outra parte que cobria o outro peito e comecei a massagear ele. Depois de um tempo me deliciando com os peitos gostosos dela, comecei a descer pelo torso todo, lambendo o umbigo delicioso dela até chegar na calcinha fio dental já molhada. Quando cheguei lá, parei pra contemplar aquilo que tantas vezes tinha desejado, que gostoso, que cheiro, que delícia. Ela me olhava como se pedisse pra eu parar, mas ao mesmo tempo curtindo tudo que eu fazia. Então comecei a beijar aquela pussy por cima do tecido da calcinha molhada dela, e aos poucos, como se fosse em câmera lenta, eu ia descendo a calcinha dela, admirando como aquela maravilhosa buceta aparecia na minha frente, com seus pelinhos em formato de estrias e de um castanho bem clarinho. fui descendo a tanga até o joelho e comecei a lamber suas pernas delicadas e lisas, parava nas coxas, lambia com todo o prazer possível, enquanto a Samanta começava a curtir tanto quanto eu, fechava os olhos e se entregava àquilo. subi devagar até a buceta dela e comecei a acariciar bem de leve, meu deus do céu, que toque, que maciez, os lábios dela ficavam de um rosa delicioso. abri eles devagar e na minha frente apareceu o clitóris lindo dela, me surpreendi porque era bem grandinho, tipo um botãozinho, e comecei a lamber, lambia sem parar, que delícia, que gostoso que era. eu olhava pra ela e via como o corpo dela já não resistia às minhas carícias, como começava a ter uns espasmos de prazer intenso. Samanta gemia de gosto, e vendo aquilo, perguntei se ela tava gostando do que eu tava fazendo, e ela respondeu:
— Pelo amor de deus! Como eu tô gostando disso! Mas como você tá fazendo isso comigo, mmmmmmmmmmm, isso, assim, assim — enquanto agarrava minha cabeça pra eu enfiar mais fundo, e eu aceitava de boa. os gemidos dela começaram a me deixar mais excitado do que eu já tava, e enfiei um dedo na buceta dela, e ela respondeu com um gemido mais forte do que todos até então. eu enfiava e tirava o dedo da buceta dela cada vez mais rápido, e comecei a sentir que ela tava ficando mais molhada do que o normal. foi assim que ela teve o primeiro orgasmo dela, eu sentia os fluidos escorrendo devagar, parecia a fonte do meu desejo, e eu não queria outra coisa senão provar e lamber. na sequência, Samanta já tava totalmente entregue e levantou minha cabeça até a altura dela, ficou uns instantes me olhando, como se agradecesse por tudo aquilo, e pra minha alegria, me beijou de língua. ela tava excitadíssima e me disse:
— Filho da puta. Como você ousou fazer isso comigo — enquanto eu a olhava encantado —, mas agora você vai ver — disse ela.
Ela começou a desabotoar minha camisa e a tirou de mim, até aquele momento eu não tinha percebido que o zíper da minha calça jeans estava aberto, mas parece que a putinha da Samanta percebeu. Bem decidida, ela enfiou a mão, tirou meu pau já duro e grosso e, sentindo o toque, começou a massageá-lo bem devagar sem tirar os olhos de mim. Eu tirei a calça e a cueca, já me preparando para a ação.
Os movimentos da mão dela começaram a acelerar aos poucos, e eu sentia meu pau ficando mais grosso. Tenho que admitir que até aquele momento nunca tinha visto meu pau tão grosso e tão duro. Outras vezes já tinha conseguido ficar bem ereto, mas nunca como naquele momento. Parece que Samanta percebeu o quanto meu pau engrossou e finalmente resolveu se abaixar e começar a enfiá-lo na boca dela. Aquela sensação dos lábios dela percorrendo meu "amigo" me fez sentir um arrepio tremendo, fazendo minhas pernas tremerem e meus olhos revirarem. Ela foi enfiando ele aos poucos até o fundo, e quando estava totalmente dentro, começou a saboreá-lo com a língua. Deus, que sensação, que gosto, que delícia eu sentia. Ela ali agachada chupando meu pau e eu fazendo movimentos de vai e vem com a cintura. Queria comer a boca dela, enfiava e tirava meu pau da boca molhada dela. Com a mão, ela começou a acariciar minhas bolas, inchadas como balões naquele momento. Eu já estava quase gozando, e parece que Samanta também percebeu e me disse:
— Agora vou te castigar. — E sentou em cima da mesa, abrindo as pernas e, com dois dedos, começou a abrir a buceta escorrendo, e me mandou chegar perto. Eu segurei as coxas dela, abrindo ainda mais, e aproximei meu pau da buceta dela. Falei:
— Acho que vou castigar você, sua puta.
E bem devagarinho comecei a enfiar minha cabeça toda roxa na buceta dela, só a pontinha, e sem ela... esperar, eu dei uma estocada que fez todo o meu pau entrar até onde começam as bolas, e ela deu um grito que inundou todo aquele quarto, então tive que colocar a mão na boca dela pra não fazer tanto barulho, já que perto dali estavam dando aula. Ela me envolveu com os braços no pescoço e dizia:
— Vamos, Oscar, quero ver se vale a pena o risco que estou correndo.
Aquelas palavras me deixaram ainda mais excitado e comecei a meter toda a minha força dentro dela, sentia como todo o meu pau entrava, notando as paredes da buceta dela cada vez mais dilatadas, e lá estava eu, como se fosse um sonho, como se estivesse num filme pornô, comendo a professora que me fez bater tantas e tantas punhetas pensando naquela buceta que agora era minha. Cada vez mais, sentia a respiração dela ficar mais pesada e ela soltava gemidos e suspiros que se misturavam com os meus.
Aquilo não parecia real, eu sentia meu pau crescer e crescer e, a cada metida, sentia um prazer glorioso, e olhava pra ela, e lá estava, com a cabeça jogada pra trás, olhos fechados, e eu vendo como os peitos dela balançavam no ritmo dos meus movimentos.
Pensei que aquele prazer podia ficar ainda maior e, enquanto metia e tirava minha pica, comecei a acariciar com o polegar o clitóris dela, que estava inchadíssimo de tanto prazer que recebia, o que fez ela reagir com o corpo todo se inclinando pra frente. Com a outra mão, comecei a beliscar os mamilos de Samanta, que estavam duríssimos, e ela não parava de gemer.
— Aaaah, aaahh, ahhhha, ahhhh, agora sim, sim, sim, sim, Deus, que gostosoooooo!!! — dizia Samanta com cara de puro vício.
Quando já senti que meu pau estava prestes a explodir, quase sem articular palavra entre um gemido e outro, comecei a dizer:
— Vou gozar, vou gozar, Samanta, vou gozaaaaar!!!
— Isso aí, é isso que eu quero, que você goze, goza, goza!!!
Meus movimentos foram ficando cada vez mais lentos e parece que Samanta Pela experiência dela, suponho, ela também percebeu que eu ia gozar. E quando meus olhos ficaram brancos, meus jatos inundavam aquela buraquinha, minhas pernas até fraquejaram e deram um pequeno movimento pra baixo, como se eu fosse desmaiar, meu Deus, era incrível, parecia piada, não acreditava que eu tava gozando dentro da buceta da minha professora Samanta. Eu não parava de bombear porra, e ela percebia e fazia eu gritar com toda força, e pra completar, ela teve outro orgasmo, nem sei quantos já tinha tido, e senti os fluidos dela encharcando meu pau. Não acreditava que a gente tinha gozado junto, nossos líquidos se misturando no meu pau e na buceta dela. Aquela sensação do meu pau todo molhado, a buceta dela escorrendo, e a cara de puta que ela fez ao gozar, me levou pro céu, aquilo era o êxtase. Ficamos um tempão em silêncio, sem falar nada, só nos olhando. Aproximei meus lábios dos dela, e ela respondeu enfiando a língua na minha boca. Ficamos assim um bom tempo, nos beijando, ela abraçada no meu pescoço, com nossos sexos se roçando, ainda molhados.
Ela me olhou, e eu entendi quase tudo que ela queria dizer. Sabia que aquilo não era certo, que ela podia ter problemas, e ainda era minha professora, e que dar aquela foda na biblioteca era um risco enorme, mas acho que valeu a pena, porque eu tinha aproveitado como nunca, e ela também, como ela mesma me disse.
Mas entendemos que aquilo não podia se repetir na faculdade. Eu disse que aquilo foi a coisa mais linda que já me aconteceu, e ela me deu um sorriso carinhoso. Aquilo tinha que se repetir, não importava onde, mas com certeza tinha que rolar de novo.
Meu próximo encontro com Samanta seria muito mais excitante e ardente, já que nossos corpos já se conheciam...
Naquele ano, eu estava no segundo ano básico no turno da tarde porque precisavam dividir as turmas, tinha algumas matérias validadas, então tinha bastante tempo livre.
Uma das minhas professoras era a Samanta, era uma mulher gostosa, tinha um tesão tão especial nela, que algo me atraía.
Samanta era morena de cabelo cacheado, altura normal, pele branca, os peitos dela eram bem firmes, naquela época ela tinha 30 anos, mas tinha um tesão incrível, principalmente o olhar dela, muitos dos meus colegas diziam que ela tinha cara de safada, podia até ser verdade, mas ela me deixava besta.
Tenho que admitir que desde o primeiro momento em que a conheci, me masturbei inúmeras vezes pensando nela.
Uma tarde, depois de dar uma aula (que coincidência, com a Samanta), na hora seguinte eu estava livre. Naquela aula, Samanta estava com uma blusa de tricô branca e uma saia acima dos joelhos, naquela tarde reparei mais nela do que das outras vezes. O jeito dela se mexer, de andar, de olhar…
Quando ela sentou na mesa dela, acho que por um gesto involuntário, abriu bem as pernas, o que me fez reparar que dava pra ver a calcinha fio dental branca dela. Aquela visão já foi o auge, não sei como, mas de repente comecei a sentir que meu pau estava começando a subir de forma considerável, os pensamentos que estavam passando pela minha cabeça ajudaram a ficar de pau duro daquele jeito.
Naquele momento, não desejei outra coisa senão me masturbar, e assim que o sinal tocou, fui pra biblioteca, sabia que naquela hora não viria ninguém e que eu poderia bater uma sem problemas, entrei numa salinha onde tinha um par de cadeiras e uma mesa, e ali mesmo tirei o pau e comecei, não saía da minha cabeça a imagem da Samanta de pernas abertas com a calcinha fio dental branca…
Quando comecei o movimento, de repente ouvi um barulho, merda! Que jeito de cortar o clima!!! Guardei na hora e, quando saí daquele quarto, vi que a Samanta tinha entrado. Não sei por que, mas o susto inicial que levei ao ouvir a porta passou quando vi que era ela. Quando me viu, me cumprimentou, largou uns papéis ali, disse que precisava corrigir exercícios e perguntou o que eu estava fazendo lá.
- Hehehe, se eu te contasse - pensei.
Falei que estava estudando, e ela me olhou e sorriu, como quem diz "assim que eu gosto".
Aí eu parei pra reparar no corpo dela inteiro e notei que, através da camiseta, dava pra ver os biquinhos durinhos. Diante daquela visão, faltou pouco pra eu rasgar a cueca com meu pau duro.
De repente, o tesão tomou conta de mim e eu disse pra mim mesmo que tinha que comer aquela mulher, quisesse ela ou não. Comecei a me aproximar dela e a oferecer minha ajuda, o que ela aceitou de boa. Ela estava de pé, e eu fiquei do lado dela, um pouco mais pra trás. Dava pra ver aquele rabo em todo o esplendor e como a calcinha marcava.
De repente, quase sem pensar, quando a gente já tinha sentado, fui me aproximando dela devagar, nossas coxas se encostando. Claro que ela não disse nada. Eu tava cada vez mais excitado e pensei: "agora ou nunca". Comecei a encarar ela fixamente. Esse pequeno gesto, super normal, fez meu pau começar a engrossar de novo. Sentir a coxa dela firme e quente me deixava, sem dúvida, muito, muito excitado. Ela não fazia ideia das minhas intenções, então era um gesto normal, mas eu precisava de algo mais. E tive a ideia clássica de derrubar um lápis no chão. E foi o que fiz. Quando me abaixei, claro, nem tentei olhar a calcinha fio dental dela, porque seria muito óbvio, mas, ao pegar o lápis, rocei as pernas e as coxas dela. Aqueles instantes pareceram eternos. Sentir a carne quente dela me deixava besta; aquele simples toque me levava a mil. Depois, levantei e sentei como se nada tivesse acontecido. passado, então começamos a falar de assuntos banais e, como um gesto involuntário, ela colocou a mão no meu ombro. Essa simples besteira fez eu ficar com uma cara de imbecil total. Aí começamos a falar do tempo, já estava perto das férias de inverno e perguntei se ela ia pra algum lugar. Ela sorriu e disse que a essa altura já não iria pra lugar nenhum. Perguntei por quê e ela respondeu: — também ninguém me convidou. Acho que tava se referindo ao parceiro dela. Eu disse que era uma pena e ela sorriu de novo. Falei que era uma pena mesmo. Nesse momento a gente se levantou, e eu disse que com o corpo que ela tinha, teria muitos homens atrás dela. Aí notei que ela ficou vermelha e olhei ela de cima a baixo, contemplando aquele corpo que me deixava louco. Ela disse que já fazia um bom tempo que ninguém a elogiava tanto. Falei que pra mulher gostosa tem que falar coisa bonita, o que fez ela corar ainda mais. E eu gostei disso, tinha conseguido fazer minha professora ficar vermelha, e quem sabe até excitada.
Falei: — se olha, você tem um corpo esplêndido que faria qualquer homem cair. E percebi que ela começou a se sentir bem com aqueles elogios, mas ainda estranhando por serem ditos por um aluno.
— Bom, vamos parar com isso — ela disse.
— É que só de te ver entrar dá vontade de... dançar bem agarrado com você — falei.
E naquele instante fui com tudo, arriscando qualquer coisa, e coloquei uma das minhas mãos na bunda linda dela. Quando ela sentiu, se jogou pra frente da mesa, como se não tivesse percebido, mas eu insisti e deixei minha mão grudada na bunda dela. Aí ela olhou pra mim meio surpresa e disse:
— Oscar, mas o que você tá fazendo?
Eu não falei absolutamente nada e apertei a bunda dela com a mão.
— Mas Oscar, fica quieto — repetiu ela.
De repente, eu a envolvi com meus braços e fiquei olhando fixamente pra ela. Ela tava com uma cara de surpresa incrível, mas também não fazia nada pra me tirar de cima. Desci minhas mãos até a bunda dela e Comecei a massagear ele, que sensação, que durinho, que lindo, e fui subindo minhas mãos até a cintura dela e levantei a blusa pra tocar os peitos dela. Quando cheguei, tentei abaixar o sutiã pra poder acariciá-los, ela continuava imóvel e quando conseguiu articular palavra, me disse:
— Oscar, pelo amor de Deus, fica quieto, pelo que você mais quer —
E eu respondi:
— O que eu mais quero é você —
Tentei beijá-la, mas ela virou o rosto, mas na minha segunda investida ela já não conseguiu resistir. Comecei a juntar meus lábios com os dela, meu Deus, eu estava no céu, e quando consegui enfiar minha língua, percorri toda a boca dela, e a língua dela começou a procurar a minha. Percebi que ela começava a soltar pequenos gemidos de prazer. Minhas mãos continuavam acariciando os peitos e a bunda dela. Ela suspirou e me disse:
— Isso não tá certo, isso não tá certo, pelo amor de Deus, eu tô namorando — (é verdade, ela tá com um policial, que tesão, né?)
Falei que não tinha problema. Minha mão começou a levantar a saia dela, consegui chegar até a calcinha fio dental e notei que ela já tava começando a ficar molhada. Não aguentei mais e puxei a saia dela de uma vez, deixando ela só de fio dental. Comecei a beijar o pescoço e a orelha dela, aquilo era um manjar dos deuses, e levantei a blusa dela. Passei a língua sobre os peitos dela por cima do tecido, e em seguida descobri um dos seios. Percebi que a Samanta tava excitada, o mamilo dela parecia que ia saltar do peito. Comecei a chupar e brincar com a língua, percorrendo tudo, enquanto ao mesmo tempo abaixava a outra parte que cobria o outro peito e comecei a massagear ele. Depois de um tempo me deliciando com os peitos gostosos dela, comecei a descer pelo torso todo, lambendo o umbigo delicioso dela até chegar na calcinha fio dental já molhada. Quando cheguei lá, parei pra contemplar aquilo que tantas vezes tinha desejado, que gostoso, que cheiro, que delícia. Ela me olhava como se pedisse pra eu parar, mas ao mesmo tempo curtindo tudo que eu fazia. Então comecei a beijar aquela pussy por cima do tecido da calcinha molhada dela, e aos poucos, como se fosse em câmera lenta, eu ia descendo a calcinha dela, admirando como aquela maravilhosa buceta aparecia na minha frente, com seus pelinhos em formato de estrias e de um castanho bem clarinho. fui descendo a tanga até o joelho e comecei a lamber suas pernas delicadas e lisas, parava nas coxas, lambia com todo o prazer possível, enquanto a Samanta começava a curtir tanto quanto eu, fechava os olhos e se entregava àquilo. subi devagar até a buceta dela e comecei a acariciar bem de leve, meu deus do céu, que toque, que maciez, os lábios dela ficavam de um rosa delicioso. abri eles devagar e na minha frente apareceu o clitóris lindo dela, me surpreendi porque era bem grandinho, tipo um botãozinho, e comecei a lamber, lambia sem parar, que delícia, que gostoso que era. eu olhava pra ela e via como o corpo dela já não resistia às minhas carícias, como começava a ter uns espasmos de prazer intenso. Samanta gemia de gosto, e vendo aquilo, perguntei se ela tava gostando do que eu tava fazendo, e ela respondeu:
— Pelo amor de deus! Como eu tô gostando disso! Mas como você tá fazendo isso comigo, mmmmmmmmmmm, isso, assim, assim — enquanto agarrava minha cabeça pra eu enfiar mais fundo, e eu aceitava de boa. os gemidos dela começaram a me deixar mais excitado do que eu já tava, e enfiei um dedo na buceta dela, e ela respondeu com um gemido mais forte do que todos até então. eu enfiava e tirava o dedo da buceta dela cada vez mais rápido, e comecei a sentir que ela tava ficando mais molhada do que o normal. foi assim que ela teve o primeiro orgasmo dela, eu sentia os fluidos escorrendo devagar, parecia a fonte do meu desejo, e eu não queria outra coisa senão provar e lamber. na sequência, Samanta já tava totalmente entregue e levantou minha cabeça até a altura dela, ficou uns instantes me olhando, como se agradecesse por tudo aquilo, e pra minha alegria, me beijou de língua. ela tava excitadíssima e me disse:
— Filho da puta. Como você ousou fazer isso comigo — enquanto eu a olhava encantado —, mas agora você vai ver — disse ela.
Ela começou a desabotoar minha camisa e a tirou de mim, até aquele momento eu não tinha percebido que o zíper da minha calça jeans estava aberto, mas parece que a putinha da Samanta percebeu. Bem decidida, ela enfiou a mão, tirou meu pau já duro e grosso e, sentindo o toque, começou a massageá-lo bem devagar sem tirar os olhos de mim. Eu tirei a calça e a cueca, já me preparando para a ação.
Os movimentos da mão dela começaram a acelerar aos poucos, e eu sentia meu pau ficando mais grosso. Tenho que admitir que até aquele momento nunca tinha visto meu pau tão grosso e tão duro. Outras vezes já tinha conseguido ficar bem ereto, mas nunca como naquele momento. Parece que Samanta percebeu o quanto meu pau engrossou e finalmente resolveu se abaixar e começar a enfiá-lo na boca dela. Aquela sensação dos lábios dela percorrendo meu "amigo" me fez sentir um arrepio tremendo, fazendo minhas pernas tremerem e meus olhos revirarem. Ela foi enfiando ele aos poucos até o fundo, e quando estava totalmente dentro, começou a saboreá-lo com a língua. Deus, que sensação, que gosto, que delícia eu sentia. Ela ali agachada chupando meu pau e eu fazendo movimentos de vai e vem com a cintura. Queria comer a boca dela, enfiava e tirava meu pau da boca molhada dela. Com a mão, ela começou a acariciar minhas bolas, inchadas como balões naquele momento. Eu já estava quase gozando, e parece que Samanta também percebeu e me disse:
— Agora vou te castigar. — E sentou em cima da mesa, abrindo as pernas e, com dois dedos, começou a abrir a buceta escorrendo, e me mandou chegar perto. Eu segurei as coxas dela, abrindo ainda mais, e aproximei meu pau da buceta dela. Falei:
— Acho que vou castigar você, sua puta.
E bem devagarinho comecei a enfiar minha cabeça toda roxa na buceta dela, só a pontinha, e sem ela... esperar, eu dei uma estocada que fez todo o meu pau entrar até onde começam as bolas, e ela deu um grito que inundou todo aquele quarto, então tive que colocar a mão na boca dela pra não fazer tanto barulho, já que perto dali estavam dando aula. Ela me envolveu com os braços no pescoço e dizia:
— Vamos, Oscar, quero ver se vale a pena o risco que estou correndo.
Aquelas palavras me deixaram ainda mais excitado e comecei a meter toda a minha força dentro dela, sentia como todo o meu pau entrava, notando as paredes da buceta dela cada vez mais dilatadas, e lá estava eu, como se fosse um sonho, como se estivesse num filme pornô, comendo a professora que me fez bater tantas e tantas punhetas pensando naquela buceta que agora era minha. Cada vez mais, sentia a respiração dela ficar mais pesada e ela soltava gemidos e suspiros que se misturavam com os meus.
Aquilo não parecia real, eu sentia meu pau crescer e crescer e, a cada metida, sentia um prazer glorioso, e olhava pra ela, e lá estava, com a cabeça jogada pra trás, olhos fechados, e eu vendo como os peitos dela balançavam no ritmo dos meus movimentos.
Pensei que aquele prazer podia ficar ainda maior e, enquanto metia e tirava minha pica, comecei a acariciar com o polegar o clitóris dela, que estava inchadíssimo de tanto prazer que recebia, o que fez ela reagir com o corpo todo se inclinando pra frente. Com a outra mão, comecei a beliscar os mamilos de Samanta, que estavam duríssimos, e ela não parava de gemer.
— Aaaah, aaahh, ahhhha, ahhhh, agora sim, sim, sim, sim, Deus, que gostosoooooo!!! — dizia Samanta com cara de puro vício.
Quando já senti que meu pau estava prestes a explodir, quase sem articular palavra entre um gemido e outro, comecei a dizer:
— Vou gozar, vou gozar, Samanta, vou gozaaaaar!!!
— Isso aí, é isso que eu quero, que você goze, goza, goza!!!
Meus movimentos foram ficando cada vez mais lentos e parece que Samanta Pela experiência dela, suponho, ela também percebeu que eu ia gozar. E quando meus olhos ficaram brancos, meus jatos inundavam aquela buraquinha, minhas pernas até fraquejaram e deram um pequeno movimento pra baixo, como se eu fosse desmaiar, meu Deus, era incrível, parecia piada, não acreditava que eu tava gozando dentro da buceta da minha professora Samanta. Eu não parava de bombear porra, e ela percebia e fazia eu gritar com toda força, e pra completar, ela teve outro orgasmo, nem sei quantos já tinha tido, e senti os fluidos dela encharcando meu pau. Não acreditava que a gente tinha gozado junto, nossos líquidos se misturando no meu pau e na buceta dela. Aquela sensação do meu pau todo molhado, a buceta dela escorrendo, e a cara de puta que ela fez ao gozar, me levou pro céu, aquilo era o êxtase. Ficamos um tempão em silêncio, sem falar nada, só nos olhando. Aproximei meus lábios dos dela, e ela respondeu enfiando a língua na minha boca. Ficamos assim um bom tempo, nos beijando, ela abraçada no meu pescoço, com nossos sexos se roçando, ainda molhados.
Ela me olhou, e eu entendi quase tudo que ela queria dizer. Sabia que aquilo não era certo, que ela podia ter problemas, e ainda era minha professora, e que dar aquela foda na biblioteca era um risco enorme, mas acho que valeu a pena, porque eu tinha aproveitado como nunca, e ela também, como ela mesma me disse.
Mas entendemos que aquilo não podia se repetir na faculdade. Eu disse que aquilo foi a coisa mais linda que já me aconteceu, e ela me deu um sorriso carinhoso. Aquilo tinha que se repetir, não importava onde, mas com certeza tinha que rolar de novo.
Meu próximo encontro com Samanta seria muito mais excitante e ardente, já que nossos corpos já se conheciam...
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