Mi madrastra

Oi, me chamo Jhon, tenho 22 anos, moro sozinho numa das maiores cidades da Colômbia. Meus pais são separados há muitos anos. Eu morava com meu pai no interior e, há 6 anos, ele começou um relacionamento com uma moça chamada Viviana. Ela tinha mais ou menos metade da idade do meu pai, uns 28 anos na época. A história que vou contar aconteceu há 5 anos e meio, quando ela se mudou pra morar com a gente. Eu tinha 18 anos.

Desde que conheci a Viviana, ela me pareceu uma mulher gostosa pra caralho, com os peitos 34D bem empinados e uma bunda não muito grande, mas perfeitamente desenhada. Ela tem 1,60m de altura e uma cara de anjo. No começo, ela era bem distante comigo, mas com o tempo, depois de uns 2 meses morando juntos, ela começou a ficar mais à vontade. Andava pela casa só de toalha ou de shortinho curto com uma regatinha sem sutiã. Eu não conseguia parar de olhar pra ela e batia várias punhetas com a calcinha dela, além de ficar espiando ela no banho, porque tinha uma frestinha na porta do banheiro que dava pra ver tudo claramente.

Uma tarde, enquanto ela tomava banho, me posicionei pra espiar, mas ela ficou olhando na minha direção, como se tivesse percebido que eu tava olhando. Eu saí na hora. Pouco depois, fui tomar banho e notei que ela tinha se colocado no meu lugar de espiar. Peguei uma das tangas sujas dela e comecei a me masturbar, repetindo bem baixinho: "Vivi... isso, Vivi... que delícia você é... hummm". Curioso pra ver a reação dela, percebi que ela continuava lá, me observando. Então não parei até gozar em cima da tanga dela. Depois disso, várias vezes notei que ela me espiava e que sabia que eu tava espiando ela também.

Uma manhã, decidido a ir mais longe, enquanto eu tomava banho e ela me espiava, fiquei olhando fixo pra onde ela estava, até que ela sentiu que eu tinha descoberto e entrou no quarto. Eu saí só com a toalha e vi ela de costas no quarto. Simulando que tava varrendo, sem falar nada, cheguei por trás e comecei a pegar nos peitos dela com uma mão, bem de leve, enquanto a outra mão descia pela barriga dela. Fiquei surpreso ao ver que ela não reagiu, só ficou parada enquanto minha mão continuava descendo até enfiar dentro do shortinho e da calcinha fio dental dela, enquanto a outra mão entrava por baixo da camiseta pra tocar diretamente aqueles peitos lindos. Ela não disse uma palavra, só se mexeu pra tremer na hora que enfiei dois dedos na bocetinha bem molhada dela, enquanto por trás eu esfregava meu pau durasso na bunda dela devagar, beijando o pescoço e apertando os peitos. Depois de um tempo, ela se virou e, do nada, se ajoelhou, tirou minha toalha ainda sem falar nada, pegou meu pau e enfiou tudo na boca, começando a fazer o melhor boquete da minha vida. Eu não sabia o que fazer de tanto prazer, segurei a cabeça dela e comecei a empurrar meu pau cada vez mais fundo pra ela engolir tudo. Depois, levantei ela, tirei a camiseta e empurrei ela na cama, arranquei o shortinho junto com a calcinha, pra começar a chupar aquela deliciosa bocetinha da minha madrasta, e aí ouvi as primeiras palavras saindo da boca dela: "Siiim... hummm... que gostoso...!!" enquanto segurava minha cabeça pra me apertar mais contra a bocetinha dela. Eu não aguentava mais, tinha que fazer ela minha naquela hora, então peguei meu pau e comecei a esfregar na bocetinha dela e perguntei: "Vivi, você quer que eu meta?" Ela me segurou pelos braços, me puxou pra perto e, com uma voz bem sensual, falou: "Aproveita e faz o que quiser, porque essa vai ser a primeira e última vez que isso acontece." Depois disso, acho que nunca tinha ficado tão excitado na minha vida. Peguei ela, abri as pernas dela de uma vez e meti tudo, ela reagiu com um grito forte: "Ahhhh!!!" E comecei a descarregar todo meu desejo e toda minha energia dentro dela. cada uma das investidas do meu pau que tava cada vez mais fundo na minha madrasta, sem parar de chupar aqueles peitos e comer aquele rabo. Eu falava sujo pra deixar ela mais excitada e soltar ela de vez:
J: Vivi, cê gosta como eu tô metendo?
V: sim filho, me dá mais, mais forte!
J: cê é uma puta, Viviana, cê gosta que teu filho te faça gemer, né?
V: sim filho, eu gosto do teu pau... Ummm!!!... Sinto ele todo dentro... ahaaa!... Me dá mais!!!
J: te excita quando eu te chamo de mamãe, minha Vivi?
V: sim... isso... isso... Me deixa... Ummm... muito tesuda
Nunca imaginei que minha madrasta com aquela cara de anjo fosse tão safada. Depois peguei ela pela cintura e virei ela de quatro, dei uns tapas na bunda e me deitei por cima pra massagear os peitos dela:
J: Vivi, adoro pegar nos teus peitos e meter assim de quatro que nem uma puta (tapa na bunda)
V: sim... Me bate... Pega nos meus peitos... sou tua mamãe... me dá... forte!!!
J: que gostoso que... cê é uma puta... Tão tesuda
V: eu gosto de ser tua puta... me dá duro... asssim!!
J: Vivi, sempre sonhei em você cavalgando no meu pau
V: se ajeita aí pra realizar isso
Deitei de barriga pra cima e ela subiu em cima, sozinha pegou meu pau e enfiou enquanto subia e descia devagar, depois parava e começava a fazer círculos e pra frente e pra trás soltando uns gemidinhos "ummmm!!!", eu já tava quase gozando, então agarrei ela forte e comecei a meter o mais rápido e com toda força que eu tinha:
J: mãe... eu... tô... go...zan...do
V: filho... não... ousa... tirar... se... quer... que... eu... também... goze
J: siiiim!!! Tô gozando dentro da mi... nha... ma... drasta
V: ohhhh!!! Siiim!!!... Filhooo!!!
Depois daquele orgasmo cósmico, a gente ficou uns minutos assim, ela em cima de mim com meu pau dentro dela escorrendo porra, até que o celular dela tocou, era meu pai que já tava voltando pra casa. Aí sem falar nada a gente se vestiu e eu fui pro meu quarto, quando meu pai chegou eu já tava saindo pro meu treino de basquete.

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