Isso eu conto de forma rápida e violenta porque foi assim que aconteceu...Era verão em Mar del Plata e eu, um jovem de 22 anos, com uma certa lábia, namorando uma mina muito gostosa e que dava pra caralho, além de ter dois empregos.
O que importava eram os fins de semana num bar gay. Como um puto hétero, tinha que aguentar o assédio de vários gays que queriam se divertir me enchendo o saco.
Uma noite, minha namorada quis ir me ver no trabalho e, apesar de eu insistir pra ela não ir, ela apareceu lá mesmo assim, vestida bem putinha, com uma minissaia que quase nunca usava e um decote bem provocante. Devo dizer que ela era bem peituda, cabelo loiro acinzentado, meio baixinha, magra, bunda pequena e a boca mais chupadora de pica que já conheci na vida.
Assim que a vi, senti uma pontada na pica. Ela veio direto me beijar, mas recebi ela meio desconfortável, já que não podíamos fazer nada enquanto eu tivesse trabalhando. Faltavam 2 horas e ela queria ir transar, mas entendeu e eu ofereci pra ela ficar no balcão tomando alguma coisa. Pedi pra garçonete do bar ficar de olho nela pra não encherem muito o saco.
Pouco mais de uma hora depois, ela já tava bem bêbada e um cara muito bonitão e com cara de ter grana tinha pago pelo menos 2 drinks pra ela. Eu tava fervendo de ciúmes, mas não podia fazer nada senão teria problemas que não podia me dar: o cara era um dos sócios do bar.
Num dado momento, me aproximo e vejo que ela tava dando mole pra ele, e ele, parado atrás dela, encostava a rola na bunda dela, que ficava à mostra por causa da altura do banco que ela tava sentada.
Me aproximei e falei, me fazendo de engraçadão e desencanado:
— Me desculpa, mas ela é minha namorada, então ou cê pega ela ou não pega ninguém!
— Aaaah, beleza, mano! Mas não tenho problema nenhum, também curto pica!
— Sééério? (ela falou, arregalando bem os olhos) Então você vai amar essa aqui (e pegou na minha rola)
— Ah, é? Posso tocar na mercadoria? (e outra mão se juntou pra apalpar)
Eu olhava pra baixo, sem conseguir me mexer nem acreditar no que tava rolando, mas não consegui evitar que minha pica ficasse dura pra caralho.
— Hummm, vou levar os dois! Vamos pro meu apê aqui em cima!
— Sim, bora. violo os dois! (disse minha namorada com o sorriso de puta que eu conhecia muito bem)
-Tá bom, mas nem pense em me beijar (foi a única coisa que consegui falar)
Já no apartamento dela, minha namorada me atacou na hora e me jogou num sofá grandão de couro preto que tinha na sala (muito bonito o apê desse filho da puta, pensei).
-Beijo, nena. Chupa a cock dele, quero ver vocês. Enquanto vou preparar algo pra beber...
-Vai, meu amor, me dá essa cock, tô muito tesuda!
-Vai, pega na boca e tira a regatinha, quero que ele veja seus peitos também!
-Haha tá bom.
Ela se levantou e ficou na frente dele, que segurava dois copos. Mostrou os peitos na cara dele e o cara se jogou de boca neles, depois beijou ela de língua por um tempão e disse:
-Que gostoso, gosto de cock... tenho que provar!
Eles sentaram um de cada lado de mim e começaram a me chupar juntos. Eu tava no paraíso quando sinto que vou gozar, aviso e minha namorada enfia a cock toda na boca, me fazendo explodir loucamente.
-AAAaaaah sim, toma tudo, putinha!!
-Deliciosa!
-Deixa eu provar um pouco, disse Pablo (que era o nome desse contatinho) e sugou as últimas gotas da minha cock.
Já os três pelados, minha namorada montou em cima dele pra transar com gosto da minha porra. Isso deixou a cock de Pablo dura, e ele agarrou ela pela bunda. Ela se afastou e disse -espera, falta uma coisa- e começou a chupar a cock dele. Babou toda e olhava nos olhos dele. Aí aproveitei e me joguei pra chupar a buceta dela com loucura...
-Me deixa? (ela disse me olhando nos olhos)
-O quê? falei me fazendo de besta.
-Isso!
Ela montou de novo em cima do Pablo, pegou a cock dele com uma mão e enfiou tudo de uma vez até o fundo.
-AAAh sim, agora sim!
-MMMM que filha da puta que você é, nena! disse Pablo.
-Ah, é, meu amor, você se formou em puta!
-Quero foder, foder muito! ela dizia enquanto cavalgava com gosto.
Naquele momento, com a visão daquela cock suculenta entrando e saindo da buceta dela minha namorada ficou mais dura e maior do que antes. Sem resistir, segurei ela pela bunda e apertei a ponta pra entrar na buceta junto com a cock linda e depilada do Pablo. Fiquei um pouco comendo nessa posição até perceber que saía várias vezes roçando nas bolas e na porta do cu do Pablo, e isso fazia ele gemir mais.
— Cê gosta disso? falei enquanto apoiava a ponta da minha cock no cu dele e empurrava um pouco
— Mmmm siiiim
— Não, disse minha namorada, enfia no meu cu agora mesmo!
A gente se ajeitou no sofá de um jeito que o Pablo ficou embaixo, minha namorada de quatro em cima dele e eu ajoelhado pronto pra macetar ela. Lambi bem aquele cu e sem querer, de passagem, passei minha língua por todo o comprimento do cu, buceta e cock. Passei a língua naquele tronco grosso e venoso e voltei pro cu da minha namorada, que já tava no terceiro orgasmo.
— AAAAAai, tô gozando de novo! Mete agoraaaa!
Não esperei mais e enfiei tudo no cu dela. Comecei bombando devagar pra acompanhar o ritmo dela e dar tempo do cu se acostumar com minha cock... Foi a primeira dupla penetração da minha vida, e a melhor até agora...
Me estiquei pra trás e massageei as bolas do Pablo, me estiquei mais um pouco e cheguei no cu dele. Lubrifiquei dois dedos e enfiei. Fazia tempo que ele tava fodendo a buceta da minha namorada e não gozava, já sabia por quê... precisava de uma ajuda... Assim, tava comendo o cu dos dois, quando não passaram cinco minutos e ele avisa que vai gozar:
— AAah sim, guys, vou gozaaaaar!
— Faz dentro que eu quero seu cum!
— AAAah aaah aaaaaah
Eu podia sentir a cock do Pablo bombeando cum através do cu da minha namorada. Tirei a minha pra não gozar ainda e poder ver isso bem de perto. Quando a cock parou de tremer, minha namorada se levantou e apoiou a buceta na minha cara, eu lambi e ela estremeceu. Continuei lambendo aquela buceta até fazer ela gozar.
— AAAai siiiim. Agora quero ver você comer cock, meu amor!
Dito isso, ela se virou em cima do Pablo e colocou a cock na A boca. Não sei de onde tirei tanta vontade de chupar, mas deixamos ela limpinha.
– Ainda quero gozar, falei.
– Pablo, cê quer na sua bunda?
– Óbvio, depois do que me fizeram gozar, como vou negar?
Ele ficou de quatro e minha mina se posicionou pra ver o show que vinha. Eu me ajoelhei atrás do Pablo e lubrifiquei a bunda dele com cuspe e dois dedos. Quando tava no ponto, minha mina abriu a bunda dele com as mãos e eu mirei, pressionei um pouco e meu pau deslizou quase até o fundo. Minha mina não acreditava nos olhos vendo aquilo. Sempre quis me ver comendo um cara e ali estava eu, querendo gozar enquanto ela me beijava e com uma mão livre batia uma suave pro Pablo. Meti igual um animal umas quantas vezes mais pra fazer ele gritar e gozei sem avisar.
– Aaaahhhhh toma leiteeee!!
– Filho da putaaaaa!!!
– Issooo esvazia tudo, meu putinho! Enche essa bunda de porra!!
Caí exausto no sofá. Pablo se deitou de barriga pra cima, com a bunda escorrendo e o pau meio duro. Ofegava e sorria...
– Coitado do Pablito, cê tem mais gozo? (perguntou a putinha da minha mina)
– Uf... uf... uf.. ss... ssiiim
– Cê ia gostar de gozar na bunda do meu namorado, né?
– Siiim!!
– Quê?? Cê não vai me comer nem fodendo!
– Meu amor, ajoelha, vira e me dá essa bunda ou nunca mais faz a minha! – disse ela com um sorriso sádico.
– Cê é uma filha da puta!
– A melhor!
Hesitei uns segundos, mas a verdade é que me virei e apoiei a cabeça no encosto do assento. Logo comecei a sentir uma mão batendo uma devagar e outra lambendo minha bunda. Era minha mina batendo uma pra nós dois e o Pablo me chupando. Senti um puta tesão quando começaram a meter um dedo, depois dois e aumentaram o ritmo das punhetas. Tava alucinado, nunca me vi fazendo algo assim antes.
– Vou gozar, falou o Pablo.
– Mete agora, disse minha mina abrindo minha bunda.
Senti a ponta do pau e o calor da porra entrando, um jato pra dentro e o pau deslizou um pouco mais. O segundo jato senti até nas minhas bolas, o que me fez tremer. Ele tirou Dei um golpe e soltei o resto por cima.
—Agora limpa teu namorado, puta...
Ela começou a lamber a porra espalhada e ronronava igual uma gatinha. Não podia acreditar o quão puta ela era... e o quão filho da puta eu tinha sido!
Depois Pablo foi tomar banho e, em seguida, eu e minha namorada...
Foi a noite mais depravada da minha vida e nunca vou esquecer!
O que importava eram os fins de semana num bar gay. Como um puto hétero, tinha que aguentar o assédio de vários gays que queriam se divertir me enchendo o saco.
Uma noite, minha namorada quis ir me ver no trabalho e, apesar de eu insistir pra ela não ir, ela apareceu lá mesmo assim, vestida bem putinha, com uma minissaia que quase nunca usava e um decote bem provocante. Devo dizer que ela era bem peituda, cabelo loiro acinzentado, meio baixinha, magra, bunda pequena e a boca mais chupadora de pica que já conheci na vida.
Assim que a vi, senti uma pontada na pica. Ela veio direto me beijar, mas recebi ela meio desconfortável, já que não podíamos fazer nada enquanto eu tivesse trabalhando. Faltavam 2 horas e ela queria ir transar, mas entendeu e eu ofereci pra ela ficar no balcão tomando alguma coisa. Pedi pra garçonete do bar ficar de olho nela pra não encherem muito o saco.
Pouco mais de uma hora depois, ela já tava bem bêbada e um cara muito bonitão e com cara de ter grana tinha pago pelo menos 2 drinks pra ela. Eu tava fervendo de ciúmes, mas não podia fazer nada senão teria problemas que não podia me dar: o cara era um dos sócios do bar.
Num dado momento, me aproximo e vejo que ela tava dando mole pra ele, e ele, parado atrás dela, encostava a rola na bunda dela, que ficava à mostra por causa da altura do banco que ela tava sentada.
Me aproximei e falei, me fazendo de engraçadão e desencanado:
— Me desculpa, mas ela é minha namorada, então ou cê pega ela ou não pega ninguém!
— Aaaah, beleza, mano! Mas não tenho problema nenhum, também curto pica!
— Sééério? (ela falou, arregalando bem os olhos) Então você vai amar essa aqui (e pegou na minha rola)
— Ah, é? Posso tocar na mercadoria? (e outra mão se juntou pra apalpar)
Eu olhava pra baixo, sem conseguir me mexer nem acreditar no que tava rolando, mas não consegui evitar que minha pica ficasse dura pra caralho.
— Hummm, vou levar os dois! Vamos pro meu apê aqui em cima!
— Sim, bora. violo os dois! (disse minha namorada com o sorriso de puta que eu conhecia muito bem)
-Tá bom, mas nem pense em me beijar (foi a única coisa que consegui falar)
Já no apartamento dela, minha namorada me atacou na hora e me jogou num sofá grandão de couro preto que tinha na sala (muito bonito o apê desse filho da puta, pensei).
-Beijo, nena. Chupa a cock dele, quero ver vocês. Enquanto vou preparar algo pra beber...
-Vai, meu amor, me dá essa cock, tô muito tesuda!
-Vai, pega na boca e tira a regatinha, quero que ele veja seus peitos também!
-Haha tá bom.
Ela se levantou e ficou na frente dele, que segurava dois copos. Mostrou os peitos na cara dele e o cara se jogou de boca neles, depois beijou ela de língua por um tempão e disse:
-Que gostoso, gosto de cock... tenho que provar!
Eles sentaram um de cada lado de mim e começaram a me chupar juntos. Eu tava no paraíso quando sinto que vou gozar, aviso e minha namorada enfia a cock toda na boca, me fazendo explodir loucamente.
-AAAaaaah sim, toma tudo, putinha!!
-Deliciosa!
-Deixa eu provar um pouco, disse Pablo (que era o nome desse contatinho) e sugou as últimas gotas da minha cock.
Já os três pelados, minha namorada montou em cima dele pra transar com gosto da minha porra. Isso deixou a cock de Pablo dura, e ele agarrou ela pela bunda. Ela se afastou e disse -espera, falta uma coisa- e começou a chupar a cock dele. Babou toda e olhava nos olhos dele. Aí aproveitei e me joguei pra chupar a buceta dela com loucura...
-Me deixa? (ela disse me olhando nos olhos)
-O quê? falei me fazendo de besta.
-Isso!
Ela montou de novo em cima do Pablo, pegou a cock dele com uma mão e enfiou tudo de uma vez até o fundo.
-AAAh sim, agora sim!
-MMMM que filha da puta que você é, nena! disse Pablo.
-Ah, é, meu amor, você se formou em puta!
-Quero foder, foder muito! ela dizia enquanto cavalgava com gosto.
Naquele momento, com a visão daquela cock suculenta entrando e saindo da buceta dela minha namorada ficou mais dura e maior do que antes. Sem resistir, segurei ela pela bunda e apertei a ponta pra entrar na buceta junto com a cock linda e depilada do Pablo. Fiquei um pouco comendo nessa posição até perceber que saía várias vezes roçando nas bolas e na porta do cu do Pablo, e isso fazia ele gemir mais.
— Cê gosta disso? falei enquanto apoiava a ponta da minha cock no cu dele e empurrava um pouco
— Mmmm siiiim
— Não, disse minha namorada, enfia no meu cu agora mesmo!
A gente se ajeitou no sofá de um jeito que o Pablo ficou embaixo, minha namorada de quatro em cima dele e eu ajoelhado pronto pra macetar ela. Lambi bem aquele cu e sem querer, de passagem, passei minha língua por todo o comprimento do cu, buceta e cock. Passei a língua naquele tronco grosso e venoso e voltei pro cu da minha namorada, que já tava no terceiro orgasmo.
— AAAAAai, tô gozando de novo! Mete agoraaaa!
Não esperei mais e enfiei tudo no cu dela. Comecei bombando devagar pra acompanhar o ritmo dela e dar tempo do cu se acostumar com minha cock... Foi a primeira dupla penetração da minha vida, e a melhor até agora...
Me estiquei pra trás e massageei as bolas do Pablo, me estiquei mais um pouco e cheguei no cu dele. Lubrifiquei dois dedos e enfiei. Fazia tempo que ele tava fodendo a buceta da minha namorada e não gozava, já sabia por quê... precisava de uma ajuda... Assim, tava comendo o cu dos dois, quando não passaram cinco minutos e ele avisa que vai gozar:
— AAah sim, guys, vou gozaaaaar!
— Faz dentro que eu quero seu cum!
— AAAah aaah aaaaaah
Eu podia sentir a cock do Pablo bombeando cum através do cu da minha namorada. Tirei a minha pra não gozar ainda e poder ver isso bem de perto. Quando a cock parou de tremer, minha namorada se levantou e apoiou a buceta na minha cara, eu lambi e ela estremeceu. Continuei lambendo aquela buceta até fazer ela gozar.
— AAAai siiiim. Agora quero ver você comer cock, meu amor!
Dito isso, ela se virou em cima do Pablo e colocou a cock na A boca. Não sei de onde tirei tanta vontade de chupar, mas deixamos ela limpinha.
– Ainda quero gozar, falei.
– Pablo, cê quer na sua bunda?
– Óbvio, depois do que me fizeram gozar, como vou negar?
Ele ficou de quatro e minha mina se posicionou pra ver o show que vinha. Eu me ajoelhei atrás do Pablo e lubrifiquei a bunda dele com cuspe e dois dedos. Quando tava no ponto, minha mina abriu a bunda dele com as mãos e eu mirei, pressionei um pouco e meu pau deslizou quase até o fundo. Minha mina não acreditava nos olhos vendo aquilo. Sempre quis me ver comendo um cara e ali estava eu, querendo gozar enquanto ela me beijava e com uma mão livre batia uma suave pro Pablo. Meti igual um animal umas quantas vezes mais pra fazer ele gritar e gozei sem avisar.
– Aaaahhhhh toma leiteeee!!
– Filho da putaaaaa!!!
– Issooo esvazia tudo, meu putinho! Enche essa bunda de porra!!
Caí exausto no sofá. Pablo se deitou de barriga pra cima, com a bunda escorrendo e o pau meio duro. Ofegava e sorria...
– Coitado do Pablito, cê tem mais gozo? (perguntou a putinha da minha mina)
– Uf... uf... uf.. ss... ssiiim
– Cê ia gostar de gozar na bunda do meu namorado, né?
– Siiim!!
– Quê?? Cê não vai me comer nem fodendo!
– Meu amor, ajoelha, vira e me dá essa bunda ou nunca mais faz a minha! – disse ela com um sorriso sádico.
– Cê é uma filha da puta!
– A melhor!
Hesitei uns segundos, mas a verdade é que me virei e apoiei a cabeça no encosto do assento. Logo comecei a sentir uma mão batendo uma devagar e outra lambendo minha bunda. Era minha mina batendo uma pra nós dois e o Pablo me chupando. Senti um puta tesão quando começaram a meter um dedo, depois dois e aumentaram o ritmo das punhetas. Tava alucinado, nunca me vi fazendo algo assim antes.
– Vou gozar, falou o Pablo.
– Mete agora, disse minha mina abrindo minha bunda.
Senti a ponta do pau e o calor da porra entrando, um jato pra dentro e o pau deslizou um pouco mais. O segundo jato senti até nas minhas bolas, o que me fez tremer. Ele tirou Dei um golpe e soltei o resto por cima.
—Agora limpa teu namorado, puta...
Ela começou a lamber a porra espalhada e ronronava igual uma gatinha. Não podia acreditar o quão puta ela era... e o quão filho da puta eu tinha sido!
Depois Pablo foi tomar banho e, em seguida, eu e minha namorada...
Foi a noite mais depravada da minha vida e nunca vou esquecer!
15 comentários - Um trio bi por acaso... ou não?