Olá, vou começar este relato deixando claro que é 100% real, agora depende de vocês acreditarem ou não. Moro no Equador, numa cidadezinha da costa equatoriana — não vou dizer qual —, de uma família, digamos, bem de vida. Eu, Christian, tenho 26 anos, sou o caçula, sempre fui bonitinho e magro, mas há um ano comecei a malhar, vou à academia e, graças aos treinos, consegui definir meu corpo. Meu pau é normal, mas grosso, 18 cm exatos. Minha mãe tem 55 anos; uma mulher muitas vezes severa, embora religiosa. Meu pai, um homem de 50, é mulherengo desde que me entendo por gente. E a mais importante: minha irmã Sara, que hoje tem 28 anos, corpo perfeito no meu ponto de vista — quadril largo e uma bunda gostosa, peitos pequenos mas empinados, uma deusa de corpo, cabelo preto e olhos castanhos. Sempre disseram que ela se parece muito com a Selena Quintanilla, a cantora. Meus amigos, quando a conheciam, me zoavam me chamando de cunhado ou dizendo que minha irmã era bem gostosa, coisa que não me incomodava porque eu sabia da beleza dela, mas antes eu só via isso, não a enxergava como mulher. Até uns anos atrás, quando descobri a gostosa que tenho dentro de casa. Desde então, sentia um pouco de ciúme, embora achasse que era normal — ciúme de irmão, nada mais. E o tempo foi passando, cada vez mais eu sabia que não a via só como irmã, mas como mulher. Sonhava noites inteiras que comia ela ou que ela entrava no meu quarto de manhã e me fazia um boquete até eu gozar na boca dela. Lembro de uma noite em que o ex-namorado dela dormiu em casa. Tinha uma festa, e o quarto da minha irmã ia ser usado por uns convidados, então ela e o namorado dormiram no meu quarto. Jogaram um colchão no chão, bem do lado da minha cama, e dormiram ali. A verdade é que não consegui dormir nada porque a noite inteira eles passaram transando. Fiquei excitado pra caralho, com minha irmã nua, a poucos centímetros, fazendo amor, gemendo, e eu desejando ser quem tava metendo nela. causa desses gemidos, só podia bater uma punheta e levantar a cabeça pra ver se conseguia enxergar o corpo pelado dela.
O tempo passou e hoje ela já terminou com o ex-namorado, arrumou outro, engravidou e tem uma menina de 2 anos. Continua morando em casa. O cara assumiu a responsabilidade, mas só isso. A questão é que o corpo dela não mudou mesmo sendo mãe, continua gostosa pra caralho, agora até mais, porque os peitos cresceram, tão maiores, dá vontade de agarrar igual bezerro e chupar bem gostoso… Eu, por outro lado, me mudei com uma namorada que eu tinha, mas não deu certo e voltei pra casa. De certa forma, fiquei feliz por estar perto da minha irmã de novo.
Agora, como é que tudo isso começou? Como vocês já sabem, minha irmã me deixava de pau duro o tempo todo, mas eu não achava uma situação pra comer ela. Pedia conselhos pra uns amigos de confiança, que falavam pra eu embebedar ela, me apresentar pelado na frente dela, ou até dar algum sonífero. Tava enrascado com essas ideias e não sabia o que fazer de verdade. Só queria que ela curtisse o momento tanto quanto eu, que tivesse consciência do que tava rolando e de quem tava fazendo — nada de embebedar ou dopar ela. Foi aí que senti que tinha mais chance com ela, porque ela começou a ir na academia e eu via melhoras. Agora podia circular de pouca roupa na frente dela e sempre chamava ela pra praia. Nós três parecíamos uma família, com a bebê de mãos dadas com a gente. Até uma amiga dela, que uma vez nos encontrou por aí, pensou que eu era o marido dela, porque não me conhecia. Isso me excitava de um jeito, ainda mais quando ela usava os biquínis dela, mostrando o corpo perfeito, aquelas cadeiras largas e aquele rabo que me deixava louco, me convidando a enfiar a cara no meio daquelas nádegas redondas. Aos poucos, fui sondando o terreno. Sentia que ela também queria — vocês, homens, me entendem quando digo que a gente percebe que uma mulher tá a fim, mas precisa insistir até ela ceder no final… sentia que era assim.
Até que um dia meus pais viajaram por 3 dias, a casa ficou só pra nós dois, bom, e minha sobrinha também…. essa era a oportunidade que eu esperava há vários anos. Tinha que fazer méritos pra conseguir.
Já de manhã sabia que meus pais não iam estar em casa, eu tinha que ir trabalhar e minha irmã ia ser a responsável por fazer meu café da manhã. Não sei, mas tudo isso me excitava. Minha irmã me atraía como mulher, não sentia que tinha sentimentos envolvidos além de um carinho por ela e aquela vontade interminável de comer ela. Mas aquele jogo de marido e mulher me agradava. Eu sentado na mesa da sala ainda de bermuda e sem camisa, ela com uma camisola transparente onde dava pra ver claramente a bunda dela. Era estranho, porque nunca tinha visto ela usando aquilo, parecia que a manhã era algo especial. Tomei café, me troquei, me despedi com um beijo no rosto e falei que faria o possível pra voltar cedo. E foi o que fiz: até pedi dispensa no trabalho com a desculpa de que estava doente. A vontade de comer ela era tanta que não dava pra deixar essa oportunidade passar. Cheguei um pouco depois do meio-dia, estava exausto, porque alguma coisa fazia meu coração bater mais rápido, era uma excitação do caralho. Me deitei no sofá da sala e fechei os olhos por uns instantes, quando senti, por trás, as mãos da minha irmã percorrendo meus ombros até meu peito e descendo um pouco mais até minha cintura.
•Oi Sara, o que cê tá fazendo?
•Oi, como assim tão cedo? Acabei de colocar a Mariana pra dormir. Cê tá com cara de cansado, Christian.
•Sim, um pouco. Pedi folga no trabalho porque tava me sentindo meio mal.
•Me deixa que eu tiro teus sapatos
Minha irmã foi tão gentil que até tirou meus sapatos e tudo. Ver ela se abaixar e ficar ajoelhada aos meus pés, isso me deixou ainda mais excitado.
•Tá calor, vou tirar a camisa
•O que você fez, irmão? Você ficou cheio de músculos por todo lado.
•É a academia, Sara. Você também tá gostosa sem precisar ir.
•Valeu, quer que eu prepare alguma coisa pra gente comer?
•Já comi, não se preocupa, só quero tomar um banho pra melhorar e, se der, bater um papo com você, porque faz tempo que a gente não faz isso.
•Claro, por que não
Tirei a calça na frente dela e, só de cueca, fui andando até o chuveiro. Dava pra ver a cara da minha irmã, sabia que ela tava tão excitada quanto eu com a situação. Saí do banho e, de fato, conversamos por um bom tempo. Gostei de fazer isso, porque fazia muito tempo que a gente não fazia, embora tenha me dado um peso na consciência, já que era minha irmã, e fiquei me perguntando se realmente seria errado transar com ela.
Passamos o dia conversando, ela fez o jantar e comemos nós três. Depois ela subiu pro quarto dela pra colocar a menina pra dormir. Achei que não ia ver ela até o dia seguinte, mas lá pras 11 da noite ela saiu. Pra minha sorte, começou a chover com trovão e relâmpago, e minha irmã, sabe, sempre foi muito cagona com isso. Como o quarto dela é na parte de cima da casa, ouve ainda mais.
•O que foi?
•Esque me dá medo esses barulhos
•Mmm haha, que tal vocês dormirem aqui embaixo?
•Mm, no, no sofá não.
No meu quarto, onde mais
•Mm e você? onde pretende dormir?
•Bom, se te incomoda eu dormir contigo, posso dormir no sofá
É que a gente não entrou os três.
Tive que dormir com ela, então baixei a cama da menina e coloquei no meu quarto pra não termos que dormir com ela. Entrei primeiro na cama enquanto ela pegava os lençóis do quarto dela, porque não queria que ela soubesse que eu ia entrar pelado. Ela desceu, chegou perto da cama, tirou a camisola e deixou ver aquela calcinha tão minúscula que ela usava. Sabia que essa noite aquela bunda ia ser minha, custasse o que custasse. A situação me deixava a mil por hora, meu pau tava explodindo, sentia que o sangue tinha subido pra cabeça e queria penetrar ela e fazer o que fosse. Não conseguia dormir naquela situação, até que senti minha irmã levantar pra ir ao banheiro, acendeu a luzinha, o suficiente pra ver a silhueta dela.
Sentia que precisava fazer alguma coisa, rapidamente me descobri até abaixo das pernas deixando meu pau ereto no ar com os braços cruzados para trás e fazendo gestos como se estivesse dormindo profundamente, senti que a luz não apagava por vários minutos quando de repente ouvi uma respiração ofegante cada vez mais perto de mim, quando senti umas mãos mornas pegarem meu pau e levarem a cabeça até a boca, não fazia bruscamente pois pensava que eu não percebia e que estaria totalmente dormindo, ohh meu deus era o que sempre tinha desejado, que minha irmã me fizesse um boquete pela primeira vez em anos estava acontecendo, aos poucos me mexia um pouco mais pois seus movimentos também aceleravam até que levantei a cabeça e falei
•Sara, meu amor, faz tempo que queria que você fizesse isso, vamos amor, engole a pica do seu irmãozinho
•Desculpa, não devia ter feito isso
Soltou rapidamente a pica e quis sair do quarto, foi aí que me levantei rápido, peguei ela pelo braço e joguei na cama.
•De verdade você não quer uma piroca?
•Isso tá errado, o que eu fiz foi um erro
Enquanto eu falava, subi em cima dela e, enquanto a beijava, comecei a lamber o pescoço dela. Desci até os peitos dela, ainda cheios de leite por causa da amamentação, e comecei a chupá-los. Aquele sabor era uma delícia. Ela já estava entregue ao prazer, os gemidos dela ficavam mais fortes enquanto eu mamava sem parar… os gemidos dela se misturavam com o som da chuva.
•Geme mais alto, irmãzinha, pra todo mundo ouvir e saber que tão te comendo. Grita meu nome e fala que eu sou teu irmão.
•Siisisis continua mmmm continua maninho,,, sou sua….mmmmm que gostosa!!!
Desci até a virilha dela e pude descobrir aquela belezinha de buceta… era tão perfeita, completamente depilada, dilatada, escorrendo líquidos provocados pelo irmão dela. Comecei a ação, enfiei minha língua o mais fundo que podia, a cada metida ela dava um pulo, com as mãos se agarrava na minha cabeça e me afundava ainda mais. Que delícia, aquela buceta era minha e eu podia fazer o que quisesse com ela. Chegou a hora de fazer o mais gostoso da noite: penetrar ela!
•Quer que eu enfie em você, Sara?
•Metam em mim, Christian… quero sentir essa pica dentro, quero sentir meu irmão dentro de mim.
Não tinha camisinha, tanto tempo planejando e não tinha... então decidi fazer sem. Abri as pernas dela, lambuzei meu pau de saliva e enfiei a cabeça devagar. Minha irmã gemia e gritava meu nome. Comecei um vai e vem lento, e depois de uns minutos senti que precisava testar a profundidade total do meu pau. Enfiei até o fundo... minha irmã soltou um grito que quase acordou minha sobrinha, a única presente naquele quarto onde estavam fodendo a mãe dela com o tio.
Ahhhh continua assim que gostoso… tô sentindo você, irmão, siiiii, você tá me comendo por dentro
•Que buceta gostosa você tem, irmãzinha.. me recebe siiiiii
Por vários minutos, mudamos de posição. Coloquei ela de quatro na beira da cama, eu por trás, levantando a bunda dela na altura da minha pica. Enfiei selvagemente... e começou um entra e sai frenético. O som das minhas bolas batendo na bunda dela era perfeito, junto com o barulho da cama rangendo a cada metida que eu dava na minha irmãzinha. Era o clima ideal. Ela virava o olhar e eu podia ver minha sobrinha dormindo enquanto eu macetava a mãe dela.
Os orgasmos da minha irmã ficavam cada vez mais intensos, deixaram minha pica toda banhada em líquidos, a ponto de sentir escorrendo pelas minhas pernas. Peguei uma das tetas dela e fiquei massageando enquanto minha pica pedia pra soltar aquela porra que ia ficar alojada na buceta da minha irmã...
•Vou gozar... uuuuuuffff ahhhhhhhhhhhh recebe meu gozo, irmãzinha
•Me dá porra...sim, deixa dentro de mim!!! Ahhhhh
Ahhhhhhhhhhhhhhh
Não dava pra acreditar na quantidade de porra que jorrei, 10 esguichos direto na bucetinha da minha irmã.
•porra quente siiiii ahhhhh,,, que gostoso irmão
Que delícia que você tá, mana, que delícia de buceta, pelo amor de Deus
Ela caiu de bruços na cama e eu por cima dela… enquanto respirávamos ofegantes de prazer, aquele prazer que só entre irmãos se sente, aquela trepada proibida… que só quem já praticou incesto pode saber. Meu sonho tinha se realizado, o destino tratou de fazer minha irmã ser minha, e o que é de um, é de um… Então, pra quem estiver passando por uma situação assim, só digo: tenham paciência, mais cedo ou mais tarde essa mulher chamada irmã vai ser sua… esse sexo tão gostoso e proibido vai ser a coisa mais excitante que vocês vão experimentar…
3 comentários - Minha irmã e eu sozinhos