Olá, amig@s!! Como vocês estão? Quanto tempo, hein? Desculpa ter deixado vocês na mão, mas fui viajar, e o que ia ser só um mês, por sorte, acabou virando bem mais. Tô voltando agora pra minha querida Mardel depois de um longo rolê pelo velho continente. E como sempre penso em vocês, trouxe um monte de coisa pra compartilhar, então não vou enrolar mais e já vou contar um pouco do porquê fui, pra depois, quando for contando minhas experiências, vocês entenderem melhor.
Além do trampo como massagista, de manhã eu trabalhava num escritório, de onde mandaram um monte de gente embora, inclusive eu. Com a grana da rescisão, decidi meter o pé pra Espanha (tenho um primo morando em Barcelona, então a estadia saía mais barata). Organizei meus clientes pra saberem que ia ficar um mês fora, e parti. Quase primavera lá, cheguei bem no começo da temporada, o que me deixava ansioso, porque todo mundo falava que explodia de gente e de festa.
Chego, primeiras saídas (ele mora num povoado perto de Barcelona, Castelldefels). Uma noite, tomando umas cervejas num bar na ramblinha, peço um fernet (como a mina não sabia preparar direito, deixou a garrafa na mesa). Na mesma hora, chega um gordão gigante, me olha, vai na direção da garota, dá meia-volta e vem na minha mesa (falei: "já era, vou tomar uma surra"). Ele me encara, ri e pergunta: "Argentino?" Acontece que o cara era o dono do bar, fanático pelo Messi e pelo Maradona. A gente falou de futebol e mais um monte de coisa, e ele me ofereceu trampo na temporada no bar dele. Não vou encher o saco com todos os detalhes do que rolou pra eu acabar trabalhando lá, vou contando aos poucos, mas aquilo me abriu uma porta nova pra um mundo sem desperdício. Lá, a sexualidade é vivida de forma mais relaxada, sem tabus, e isso me explodiu a cabeça. Então, vou deixar vocês com uma aventura que rolou comigo, pra vocês não caírem fora pra outro post!!!
Yasmina era minha parceirinha do bar, a gente trabalhava só nós dois (era só um bar de bebidas, nada de comida). Claro que rolaram muitas coisas com ela, mas isso fica pra outro post. Foi a primeira que me disse: "mesa de mulheres, você atende" e foi assim, mesa de gatinhas que eu ia com o melhor sotaque argentino perguntar o que queriam beber, a resposta era quase sempre automática: - "Argentino? AHHHH me fala, BOLUDO" kkkkk, e assim iam felizes, me deixando uma boa gorjeta. Quinta-feira, sempre vinha um grupo de mulheres de uns 30-40 anos, muito gostosas, que ficavam até fechar e me convidavam pra beber com elas. Um dia, sem nunca ter rolado nada com nenhuma, Carmela, uma mina de cabelo loiro, de óculos e uns olhos azuis lindos, me fala:
- Alguém te espera na Argentina?
- Não, ninguém, bom, sim, minhas clientes, eu ri e elas não entenderam a piada, até que expliquei que era massagista, e notei como várias se olharam surpresas e com aquele sorriso cúmplice
- Olha só quantas surpresas esse argentino tem
- Viu só?!
- Kkkk, morro com o sotaque (é uma delícia, todas concordavam)
- Bom, quando quiserem, o primeiro é de graça, o segundo se paga, levanto e vou embora
No outro dia, Carmela vem de novo ao bar pra beber algo, mas não com as amigas, e sim com um cara. Eu, que não sou burro pra negócios, achei que tinha entendido onde a coisa ia dar, mas decidi jogar meu jogo e não facilitar. Então fui até a mesa, ela me cumprimentou com um beijo no rosto e me apresentou o "MARK", meu marido. Levo os drinks, eles pagam com 100 euros e me falam que o troco é meu, eram quase 40 de volta. Bom, muito obrigado, falo, e Mark responde: - De nada, e pode ter mais, e pisca o olho. (Minha dúvida começou a crescer sobre o que eu achava que eles queriam, mas fazer o quê, se tem grana, tudo vale, kkkkk) As horas passavam, eles repetiam os drinks, a gorjeta, e toda vez que eu ia levar algo, tinha um assunto: se eu gostava de mulher, se tinha namorada, se já tinha provado alguma catalã, sempre pelo mesmo lado. Então, quando já quase não tinha ninguém, Yasmina me fala: - "Vai, vai teu pra lá que eu fecho, vamo ver o que esses querem com você, que talvez você se envolva com os dois, hahaha" uma gênia que tinha mais visão que todos nós juntos. Então beleza, sentei na mesa dela e fui direto ao ponto;
- O que vocês tão procurando? Falei sem hesitar, eu tava meio de copo então não tinha filtro
- Você, disse Carmela, enquanto passava a mão na minha perna direita (devo ter ficado vermelho, porque na hora Mark falou "calma, tá tudo bem", e colocou a mão dele na minha perna esquerda)
Olhei pra ele e com uma careta na cara deixei claro que não tava afim de caras, porque ele tirou a mão da minha perna na hora, mas antes perguntou se eu já tinha feito um ménage, "sim, claro" falei. Carmela sorriu, sentou no colo do Mark e ele me perguntou se eu gostava dela; óbvio "idiota" (tentando quebrar o clima meio tenso) eles riram e se deram um beijo apaixonado.
Temos um apartamento aqui perto, quer vir? Carmela falou, olhei pra Yasmina, e ela fez sinal que cuidava do fechamento, sempre nos cobríamos. Levantamos, andamos 2 quarteirões conversando até o carro, subimos e Carmela vai pra trás comigo, enquanto Mark dirigia (me levando não sei pra onde, porque entre a bebedeira e a excitação, não prestava atenção em nada) ela começa a me beijar apaixonadamente. Moravam perto, porque a gente se beijou pouco até eu ouvir "chegamos". Subimos pro apartamento, e no elevador Mark beijava e tocava ela enquanto ela já tava gemendo. Entramos, era um apê pequeno, mas bonito, eles falam pra eu ficar à vontade que iam pegar mais bebida e em 2 minutos ela aparece com uns brinquedinhos sexuais, se joga na cama e começa a se tocar, me chama pra ir com ela pra cama, tira minha roupa e enquanto se masturbava com um dildo anal começa a percorrer meu corpo com a boca, até chegar no meu pau, começa a chupar e chega Mark, que pergunta se ela tava gostando do meu pau; "Tô adorando" ela fala, "eu sabia que você ia gostar das picas argentinas" ele disse, enquanto colocava ela de quatro e começa a chupar a buceta e o cu enquanto ela continuava agarrada em mim.
Na hora ela começou a gritar que ia gozar, e foi isso, gozou pela primeira vez, bem no momento em que com a mão direita apertava minha pica porque não aguentava o tesão. Mark colocou um vibrador no clitóris dela e começou a brincar com o dildo anal em Carmela, enquanto continuava brincando comigo. Ela gozou mais duas vezes, e veio a primeira "grande esguichada" dela, que encharcou a cama onde estávamos.
— "UFFF, como isso me excita" — eu disse. "Sério?" — Mark perguntou. — Sim, fico louco, adoro squirts. — "Então bebe, temos que agradar o convidado" — ele disse enquanto tentava enfiar a pica no cu dela aos poucos.
Nos ajeitamos de novo, fiquei de barriga pra cima na cama. Carmela montou em mim, cavalgava como uma expert, e eu não podia acreditar que atrás daqueles olhinhos meigos tinha uma leoa sedenta de pica. Mark se levantou e colocou a vara na boca dela. Eu comecei a brincar com o clitóris dela e senti que ela ia gozar de novo. Ela começou a gritar: "AH; AH; AHHHHHH, vou gozar, vou gozar, vou gozar porraaaaaaaa". Apoiou as duas mãos no meu peito, tremeu toda e senti uma pressão enorme querendo tirar minha pica de dentro dela. Um calor invadiu minha barriga, e outro squirt jorrou em cima de mim, e pelo visto eles também gostaram. Mark beijou ela, me ajudou a me levantar, e fiquei sentado com ela ainda montada em mim. Ela me beijava com a língua cheia de prazer, enquanto ele sentou pra ver a gente trepando. Ela se virou sem tirar minha pica de dentro, e começou a bombar muito forte, enquanto se masturbava e via Mark brincando com o pau dele. Ela gozou mais uma vez, não tão forte quanto as anteriores, e fiz sinal pro Mark continuar enquanto eu descansava um pouco. Ele colocou ela de quatro e meteu forte. Dava pra ouvir as nádegas batendo nas coxas dele, enquanto ela gemia, metade prazer, metade dor. Gozou mais uma vez. Diminuímos o ritmo, fumamos um baseado, e começamos a segunda rodada. Dessa vez, ela de barriga pra cima, perninhas no ombro, já meter de novo, ela começou a se tocar e eu senti de novo aquela pressão de algo empurrando meu pau pra fora dela, tirei e um jato saiu atrás do meu pau, peguei ele, tava durasso, e comecei a bater no clitóris enquanto a mão esquerda abria bem os lábios da buceta, parecia que o jato não acabava nunca, as pernas dela começaram a tremer, Mark não aguentou mais, e bateu uma tão forte que gozou, aproximei a pica pra ela chupar a porra que sobrou, e enquanto ela chupava eu continuei brincando pra ver quanto mais eu fazia ela gozar, enfiei um dedo no cu dela (tipo pra ver até onde dava), porque ainda não tinha acabado, continuei brincando com meu dedo, e agora eram 2, meto meu pau na buceta dela pra molhar um pouco (ela ainda de barriga pra cima com as pernas nos meus ombros) e na primeira troca tiro e testo o cu, apertadinho, divino, do jeito que eu gosto, enquanto metia no cu enfiei um dedo na buceta dela procurando o ponto G, achei e enquanto metia forte, batia uma suave, ela gozou uma última vez e pediu pra eu encher a rabeta de porra, porque não aguentava mais, Mark tava batendo uma de novo, e tava gozando na cara dela, enquanto via isso, senti como enchia aquele rabo com minha porra quente (o cu fiz a seco, literalmente enchi de porra). Terminamos exaustos, tomamos umas cervejas e me levaram pra casa, com o pedido de que, por favor, repetíssemos mais algumas vezes. Minha resposta era mais que óbvia, tinha sido meu primeiro ménage na Europa, e eu o primeiro argentino na cama deles. Espero não ter entediado vocês, ficou um pouco longo pela explicação da minha ausência, espero como sempre que tenham gostado, aos poucos vou me atualizando com tudo que ficou pra trás e postando mais histórias da minha estadia pela linda Espanha. Deixo um abraço forte e um beijo pras meninas!!! Até mais.






Além do trampo como massagista, de manhã eu trabalhava num escritório, de onde mandaram um monte de gente embora, inclusive eu. Com a grana da rescisão, decidi meter o pé pra Espanha (tenho um primo morando em Barcelona, então a estadia saía mais barata). Organizei meus clientes pra saberem que ia ficar um mês fora, e parti. Quase primavera lá, cheguei bem no começo da temporada, o que me deixava ansioso, porque todo mundo falava que explodia de gente e de festa.
Chego, primeiras saídas (ele mora num povoado perto de Barcelona, Castelldefels). Uma noite, tomando umas cervejas num bar na ramblinha, peço um fernet (como a mina não sabia preparar direito, deixou a garrafa na mesa). Na mesma hora, chega um gordão gigante, me olha, vai na direção da garota, dá meia-volta e vem na minha mesa (falei: "já era, vou tomar uma surra"). Ele me encara, ri e pergunta: "Argentino?" Acontece que o cara era o dono do bar, fanático pelo Messi e pelo Maradona. A gente falou de futebol e mais um monte de coisa, e ele me ofereceu trampo na temporada no bar dele. Não vou encher o saco com todos os detalhes do que rolou pra eu acabar trabalhando lá, vou contando aos poucos, mas aquilo me abriu uma porta nova pra um mundo sem desperdício. Lá, a sexualidade é vivida de forma mais relaxada, sem tabus, e isso me explodiu a cabeça. Então, vou deixar vocês com uma aventura que rolou comigo, pra vocês não caírem fora pra outro post!!!
Yasmina era minha parceirinha do bar, a gente trabalhava só nós dois (era só um bar de bebidas, nada de comida). Claro que rolaram muitas coisas com ela, mas isso fica pra outro post. Foi a primeira que me disse: "mesa de mulheres, você atende" e foi assim, mesa de gatinhas que eu ia com o melhor sotaque argentino perguntar o que queriam beber, a resposta era quase sempre automática: - "Argentino? AHHHH me fala, BOLUDO" kkkkk, e assim iam felizes, me deixando uma boa gorjeta. Quinta-feira, sempre vinha um grupo de mulheres de uns 30-40 anos, muito gostosas, que ficavam até fechar e me convidavam pra beber com elas. Um dia, sem nunca ter rolado nada com nenhuma, Carmela, uma mina de cabelo loiro, de óculos e uns olhos azuis lindos, me fala:
- Alguém te espera na Argentina?
- Não, ninguém, bom, sim, minhas clientes, eu ri e elas não entenderam a piada, até que expliquei que era massagista, e notei como várias se olharam surpresas e com aquele sorriso cúmplice
- Olha só quantas surpresas esse argentino tem
- Viu só?!
- Kkkk, morro com o sotaque (é uma delícia, todas concordavam)
- Bom, quando quiserem, o primeiro é de graça, o segundo se paga, levanto e vou embora
No outro dia, Carmela vem de novo ao bar pra beber algo, mas não com as amigas, e sim com um cara. Eu, que não sou burro pra negócios, achei que tinha entendido onde a coisa ia dar, mas decidi jogar meu jogo e não facilitar. Então fui até a mesa, ela me cumprimentou com um beijo no rosto e me apresentou o "MARK", meu marido. Levo os drinks, eles pagam com 100 euros e me falam que o troco é meu, eram quase 40 de volta. Bom, muito obrigado, falo, e Mark responde: - De nada, e pode ter mais, e pisca o olho. (Minha dúvida começou a crescer sobre o que eu achava que eles queriam, mas fazer o quê, se tem grana, tudo vale, kkkkk) As horas passavam, eles repetiam os drinks, a gorjeta, e toda vez que eu ia levar algo, tinha um assunto: se eu gostava de mulher, se tinha namorada, se já tinha provado alguma catalã, sempre pelo mesmo lado. Então, quando já quase não tinha ninguém, Yasmina me fala: - "Vai, vai teu pra lá que eu fecho, vamo ver o que esses querem com você, que talvez você se envolva com os dois, hahaha" uma gênia que tinha mais visão que todos nós juntos. Então beleza, sentei na mesa dela e fui direto ao ponto;
- O que vocês tão procurando? Falei sem hesitar, eu tava meio de copo então não tinha filtro
- Você, disse Carmela, enquanto passava a mão na minha perna direita (devo ter ficado vermelho, porque na hora Mark falou "calma, tá tudo bem", e colocou a mão dele na minha perna esquerda)
Olhei pra ele e com uma careta na cara deixei claro que não tava afim de caras, porque ele tirou a mão da minha perna na hora, mas antes perguntou se eu já tinha feito um ménage, "sim, claro" falei. Carmela sorriu, sentou no colo do Mark e ele me perguntou se eu gostava dela; óbvio "idiota" (tentando quebrar o clima meio tenso) eles riram e se deram um beijo apaixonado.
Temos um apartamento aqui perto, quer vir? Carmela falou, olhei pra Yasmina, e ela fez sinal que cuidava do fechamento, sempre nos cobríamos. Levantamos, andamos 2 quarteirões conversando até o carro, subimos e Carmela vai pra trás comigo, enquanto Mark dirigia (me levando não sei pra onde, porque entre a bebedeira e a excitação, não prestava atenção em nada) ela começa a me beijar apaixonadamente. Moravam perto, porque a gente se beijou pouco até eu ouvir "chegamos". Subimos pro apartamento, e no elevador Mark beijava e tocava ela enquanto ela já tava gemendo. Entramos, era um apê pequeno, mas bonito, eles falam pra eu ficar à vontade que iam pegar mais bebida e em 2 minutos ela aparece com uns brinquedinhos sexuais, se joga na cama e começa a se tocar, me chama pra ir com ela pra cama, tira minha roupa e enquanto se masturbava com um dildo anal começa a percorrer meu corpo com a boca, até chegar no meu pau, começa a chupar e chega Mark, que pergunta se ela tava gostando do meu pau; "Tô adorando" ela fala, "eu sabia que você ia gostar das picas argentinas" ele disse, enquanto colocava ela de quatro e começa a chupar a buceta e o cu enquanto ela continuava agarrada em mim.
Na hora ela começou a gritar que ia gozar, e foi isso, gozou pela primeira vez, bem no momento em que com a mão direita apertava minha pica porque não aguentava o tesão. Mark colocou um vibrador no clitóris dela e começou a brincar com o dildo anal em Carmela, enquanto continuava brincando comigo. Ela gozou mais duas vezes, e veio a primeira "grande esguichada" dela, que encharcou a cama onde estávamos.
— "UFFF, como isso me excita" — eu disse. "Sério?" — Mark perguntou. — Sim, fico louco, adoro squirts. — "Então bebe, temos que agradar o convidado" — ele disse enquanto tentava enfiar a pica no cu dela aos poucos.
Nos ajeitamos de novo, fiquei de barriga pra cima na cama. Carmela montou em mim, cavalgava como uma expert, e eu não podia acreditar que atrás daqueles olhinhos meigos tinha uma leoa sedenta de pica. Mark se levantou e colocou a vara na boca dela. Eu comecei a brincar com o clitóris dela e senti que ela ia gozar de novo. Ela começou a gritar: "AH; AH; AHHHHHH, vou gozar, vou gozar, vou gozar porraaaaaaaa". Apoiou as duas mãos no meu peito, tremeu toda e senti uma pressão enorme querendo tirar minha pica de dentro dela. Um calor invadiu minha barriga, e outro squirt jorrou em cima de mim, e pelo visto eles também gostaram. Mark beijou ela, me ajudou a me levantar, e fiquei sentado com ela ainda montada em mim. Ela me beijava com a língua cheia de prazer, enquanto ele sentou pra ver a gente trepando. Ela se virou sem tirar minha pica de dentro, e começou a bombar muito forte, enquanto se masturbava e via Mark brincando com o pau dele. Ela gozou mais uma vez, não tão forte quanto as anteriores, e fiz sinal pro Mark continuar enquanto eu descansava um pouco. Ele colocou ela de quatro e meteu forte. Dava pra ouvir as nádegas batendo nas coxas dele, enquanto ela gemia, metade prazer, metade dor. Gozou mais uma vez. Diminuímos o ritmo, fumamos um baseado, e começamos a segunda rodada. Dessa vez, ela de barriga pra cima, perninhas no ombro, já meter de novo, ela começou a se tocar e eu senti de novo aquela pressão de algo empurrando meu pau pra fora dela, tirei e um jato saiu atrás do meu pau, peguei ele, tava durasso, e comecei a bater no clitóris enquanto a mão esquerda abria bem os lábios da buceta, parecia que o jato não acabava nunca, as pernas dela começaram a tremer, Mark não aguentou mais, e bateu uma tão forte que gozou, aproximei a pica pra ela chupar a porra que sobrou, e enquanto ela chupava eu continuei brincando pra ver quanto mais eu fazia ela gozar, enfiei um dedo no cu dela (tipo pra ver até onde dava), porque ainda não tinha acabado, continuei brincando com meu dedo, e agora eram 2, meto meu pau na buceta dela pra molhar um pouco (ela ainda de barriga pra cima com as pernas nos meus ombros) e na primeira troca tiro e testo o cu, apertadinho, divino, do jeito que eu gosto, enquanto metia no cu enfiei um dedo na buceta dela procurando o ponto G, achei e enquanto metia forte, batia uma suave, ela gozou uma última vez e pediu pra eu encher a rabeta de porra, porque não aguentava mais, Mark tava batendo uma de novo, e tava gozando na cara dela, enquanto via isso, senti como enchia aquele rabo com minha porra quente (o cu fiz a seco, literalmente enchi de porra). Terminamos exaustos, tomamos umas cervejas e me levaram pra casa, com o pedido de que, por favor, repetíssemos mais algumas vezes. Minha resposta era mais que óbvia, tinha sido meu primeiro ménage na Europa, e eu o primeiro argentino na cama deles. Espero não ter entediado vocês, ficou um pouco longo pela explicação da minha ausência, espero como sempre que tenham gostado, aos poucos vou me atualizando com tudo que ficou pra trás e postando mais histórias da minha estadia pela linda Espanha. Deixo um abraço forte e um beijo pras meninas!!! Até mais.







4 comentários - Voltei e mais gostosa!
Excelente