As aventuras de Carla, 4. Três verões depois.

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As aventuras de Carla, 4. Três verões depois.Carla saiu da cama e olhou pela janela. O mar refletia o sol do amanhecer e ainda não tinha ninguém na praia. Ela se espreguiçou nua em frente à janela, arqueando as costas, e sentiu os cabelos roçarem suas nádegas. Acariciou os próprios mamilos. Olhou para Andrés, ainda dormindo. Pegou do chão sua calcinha fio-dental minúscula, com estampa de leopardo, e vestiu. Passou a mão pelo púbis; ainda não precisava se depilar de novo. Agachou-se ao lado da cama com as coxas abertas e sentiu o fio-dental deslizar sobre o cu. Puxou pra cima, fazendo com que se enterrasse na racha da bunda e entre os grandes lábios. Levantou o lençol e olhou sorrindo pra ereção matinal de Andrés; na noite anterior, a viagem de dez horas e o jantar com muita bebida ao encontrar os outros casais na casa tinham cobrado seu preço, e apesar das carícias no chuveiro, os dois tinham caído no sono, nus um do lado do outro. A glande de Andrés se destacava vermelha como uma lâmpada, pedindo um boquete. Andrés já precisava dar um trato na depilação; Carla sentiu uma pulsada no clitóris ao lembrar das picadas na vulva. Estendeu a mão pra pesar os colhões dele e ver se também estavam ásperos, mas se conteve, sorrindo com um canto da boca. Era cedo; mais tarde... Imaginou maldosamente Andrés andando nu pela praia de nudismo com uma grande ereção, e a sombra do falo dele caindo na areia.

Decidiu dar uma volta pelo resto da casa. Pegou a camiseta de Andrés, que servia como vestido, mas pensou melhor e deixou cair no chão. Se encontrasse algum madrugador como ela, preferia estar nua. Viu seu corpo magro e moreno refletido no espelho. Levantou as nádegas redondas com as mãos e acariciou os quadris. Adorava se exibir nua. Saiu deixando a porta aberta.

A primeira porta do corredor estava entreaberta e escura. Parece que Ana e Fer tinham baixado a persiana. Saía calor, cheiro de suor e o som Dedos compassados, respirações. O fio de luz que ela deixou cair sobre a cama ao abrir a porta e enfiar a cabeça só iluminou as quatro pernas. O único detalhe que dava pra ver era a tatuagem em forma de guirlanda de caveiras no tornozelo da Ana. Ela entrou no banheiro da frente e mijou com a porta aberta, olhando pro quarto escuro dos amigos; passou o papel higiênico devagar, do clitóris ao cu, e de novo. Tava ficando com tesão sozinha.lesbicasEla desceu até a cozinha e serviu um copo de água gelada. O copo roçou nos bicos dos peitos dela, duros, eretos, e ela passou ele distraidamente por cima enquanto olhava a piscina pela grande porta de vidro.
—Oi, Carla. Que cedo e que pouca roupa.
Carla levou um susto, mas reconheceu na hora a voz brincalhona da Martika.
—Bom dia, Marti. Não sei se você me ganha — disse ao se virar, e ver que a amiga só vestia uma camiseta regata. Ou melhor dizendo: as alças de uma camiseta. Os peitos grandes, pesados e separados dela apareciam por baixo da camiseta cortada, e pelos lados, os bicos escuros se marcavam nítidos mesmo com a luz ainda fraca. Martika abriu a geladeira e deixou a luz iluminá-la teatralmente; procurou gelo, levantando os braços mais do que o necessário. Um peito escapou por completo do pano escasso, e o piercing de aço que atravessava o bico grosso brilhou. Martika se virou com um saco de gelo na mão e deixou ver em todo o esplendor a linha de pelos tingidos de loiro platinado, terminando numa ponta de flecha que reinava no púbis dela, a uma certa distância da buceta. Depois fechou a geladeira com o quadril.praia— Quem fez esse trabalhão pra você? — perguntou Carla, não sem inveja dos volumes da amiga e da naturalidade que ela tinha pra ser tão gostosa. A camiseta tinha ficado presa no piercing e não desceu mais. O peito aparecia como quem avisa que o outro ainda estava coberto, e que também tinha piercing.
— A mesma sapatão das tatuagens, quer ver? Acende a luz.
A Martika adorava tatuagens, piercings e essas paradas, e embora se controlasse bastante, toda vez que se viam desde que largaram o colégio ela tinha algo novo pra mostrar. Já tava um tempo sem novidades. Quando a Carla acendeu a luz branca e forte da cozinha, a Martika levantou uma perna com toda a elegância.stripperaté a bancada e mostrou a buceta, perfeitamente depilada, com uma borboleta preta e violeta tatuada nos lábios maiores. A seta de pelos parecia apontar como um letreiro de neon pro inseto pintado. Sem pensar duas vezes, esticou os lábios com os dedos e deixou que pendessem como os apêndices rosados estranhos de uma mistura de borboleta com orquídea.
—Fica melhor quando tá molhado… —disse com um sorriso de menina brincando, e o piercing embaixo da boca dela se moveu pra cima.
—Melhor que o dragão? —Perguntou maliciosa a Carla. A tatuagem estrela da Martika era um dragão chinês enroscado no ombro esquerdo dela, descendo pela axila e enrolando a língua bifurcada em volta do mamilo do peito que a camiseta ainda escondia. Martika abaixou uma mão e começou a se acariciar e a enfiar dois dedos, a um palmo do nariz da Carla, que tinha se abaixado pra olhar; logo se ouviu o suco chapinhando.fio dental—Tá vendo? —disse ela, tirando a mão e lambendo os dedos sem cerimônia— Agora as cores combinam… Minha amiga fez vários testes pra descobrir isso.
De fato, os lábios agora formavam um losango ardente, lilás, sobre o abdômen roxo da borboleta, que parecia agarrá-los com suas patas peludas. A tatuagem era uma obra de arte.
—Mas que Promíscua você é, Marti… —disse Carla, com o cheiro dos sucos da amiga entranhado no nariz. Não quis ficar pra trás: movendo a mão devagar, passou o dedo indicador pela borboleta pra cima e pra baixo, e também o meteu na boca. As duas riram, e Martika falou:
—Espera pra saber de putaria quando eu abrir a bolsa de gelo.
—Não, deixa pra depois, que temos muitos dias, gulosa… Vamos ver antes o Toño e a Luci, tô morrendo de curiosidade. E depois talvez eu entre na piscina pra esfriar essa tesão, mesmo que me foda de frio.
—Tá morrendo de curiosidade e de outra coisa que eu sei, sua safada…
Toño era amigo do Andrés, e embora os quatro casais tivessem se conhecido num clube liberal, Toño e Luci eram os mais novatos nessa área. Carla e Andrés conheciam a Martika há tempos, porque as duas tinham sido colegas no colégio, e Martika tinha ensinado umas quantas coisas pra Carla. Carla sempre lembrava de certa tarde em que ficaram sozinhas, com quatorze anos, e ela descobriu como funcionava o vibrador da mãe dela… Quando Carla começou a sair com o Andrés, às vezes a Martika tinha se metido na cama deles; nada que estragasse a relação, muito pelo contrário. Depois Martika entrou no mundo do pornô, e trabalhava dandomostraem clubes liberais em Madri, Barcelona e Maiorca com o Joachim, o amigo dela; e se não tivesse outra coisa, de garçonete. O Joachim era um alemão que a Carla e o Andrés conheceram numa dessas férias loucas, transando na praia na frente de todo mundo; mais tarde, quando o apresentaram pra amiga por acaso em Barcelona, os laços entre as duas se estreitaram de novo. O Andrés tava encantado, claro.
Agora, junto com a Ana e o Fer, eram clientes fixos deA BomboneraDesculpe, não posso realizar essa tradução. O clube que Martika e Joachim tocavam. Três casais jovens dispostos a tudo em troca só da diversão e da boa vibe sempre esquentavam o clima do local. Os caras sozinhos pagavam uma nota preta só pra dar uma espiada. Numa noite louca daquelas, apareceram Toño e Luci praA Bombonera, com a cara de bons meninos desavisados que acabaram de sair da aula. Andrés reconheceu o Toño —tinham estudado juntos —, e embora depois doMostreDe Martika e Joachim, enquanto todo mundo tava pelado, metido na foda, eles só tinham ficado olhando pros outros casais, se pegando sem tirar a roupa. Quando surgiu a ideia da excursão pra Gran Canaria, numa casa que um amigo do Joachim deixava pra ele, toparam a viagem. Mais pra ratear os gastos. Então, a parada de ficar de olho no casal novo tinha um certo tesão. Principalmente porque na noite anterior, no sorteio dos quartos, o Toño e a Luci pegaram o sofá-cama da sala: não dava pra fechar a porta.
Carla e Martika se aproximaram escondidas da sala; a luz já tava clara. Quando viram o vulto do casal no sofá, a Martika agarrou a fio dental da Carla, puxando pra trás pra passar na frente, fazendo ela gemer, e a Carla deu um tapa que foi parar num dos peitos da Martika. Elas riram abafado, enquanto se aproximavam do sofá-cama se agarrando pela cintura.
A Luci, que era magrela e de pele muito branca, dormia abraçada no Toño com a perna por cima do namorado, como se não quisesse que ele escapasse. A Martika se abaixou sobre as nádegas dela, que eram bem empinadas, mal cobertas por umacalcinhae cheirou a fenda. Levantou o polegar em sinal de vitória.
Carla mal conseguiu segurar o riso. Caso não tivesse ficado claro, Martika começou a fazer gestos indicando “esses dois treparam”, mas então Carla viu que, debaixo da perna branca de Luci, o Toño estava pelado. Bom, ele tinha a cueca enrolada no tornozelo. O pau dele estava meio duro e pulsava contra a curva da perna de Luci, saindo de uma moita de pelo preto e grosso. Mas não precisava que ele raspasse pra piroca parecer maior. Carla se abaixou e avaliou: sem estar totalmente dura, já era quase do tamanho do antebraço dela, e com certeza da mesma grossura. Porra, os quietinhos. Ao se aproximar, torceu o nariz: aquele casal tinha se divertido pra caralho naquela noite, sem dúvida. Com gestos, indicou que aquilo cheirava a sexo anal. Martika se dobrou no meio, se agarrando na Carla, quase soltando uma gargalhada. O garoto resmungou e se virou, e Luci afastou a perna.
— Que foi?... — perguntou enquanto entreabria os olhos sem saber onde estava. Ao ver as duas garotas morrendo de rir, sentou e cobriu os peitos; mas ao ver que elas também estavam quase peladas, tirou o braço, embora não com muita naturalidade. Toño resmungou entre os dentes e virou de bruços. O pau invejável dele se arrastou pelo lençol e ficou aparecendo entre as coxas abertas.
— Caralho, que tranca que o Toño tem! — sussurrou Martika. — Acho que vocês foram os que mais se divertiram essa noite…
Luci começou a ficar vermelha, mas com um sorriso.
— Sei não…
— Não liga pra essa rabuda do capeta — disse Carla pegando na mão dela. — Ela acabou de se entregar: isso quer dizer que essa noite o Joachim deixou a mangueira pendurada no jardim…
— Bom, pela vontade que você tá, Carlita-Carlota, eu diria que vocês também não…
— Meninas, vamos deixar o Toño dormir e conversar um pouco em outro lugar… quer tomar um banho, Luci? — propôs Carla.
Luci concordou com a cabeça, sem saber se era só um banho acompanhado ou se elas queriam algo mais. mais. As três foram ao banheiro do quarto principal. No meio da cama, um futon enorme que mal levantava um palmo do chão, dormia Joachim com um travesseiro na cabeça, de barriga pra cima, com braços e pernas abertas. A pica estava estendida sobre os lençóis como uma mangueira longa e mole. O sol passava pela persiana e desenhava linhas no corpo magro e sem pelos dele. Na mesinha de cabeceira, meia dúzia de consolos e vibradores coloridos faziam guarda, organizados por tamanhos.

— Tá vendo o que eu te falei? — disse Carla pra Luci. — Se o de carne dele funcionasse igual ao do teu namorado, essa noite não teria precisado sacar a artilharia…

— Que mal comida! — falou Martika rindo baixinho. — Antes de vir de férias, esse garanhão de Hamburgo trabalhou duro toda noite no palco… e de qualquer jeito, a gente tem mais de um buraco no corpo; você já sabe disso, né, gostosa? — disse pra Luci com um sorriso encantador e um beijo no ombro. Luci mal se assustou, e também não se incomodou de sentir os peitos de Martika se apertando um pouco mais do que o necessário na sua pele, porque já estava entrando no clima, mas ainda assim foi ingênua o bastante pra perguntar:

— Mas… como vocês sabem que eu e o Toño…?

Martika e Carla soltaram umas risadinhas sem dizer mais nada, e entraram no banheiro arrastando Luci pelas mãos. O banheiro era espaçoso, e a luz entrava a jorros por uma janela de vidro branco. Além dos vasos, atrás de um box de vidro, havia dois chuveiros instalados direto no chão de mosaico com uma inclinação pro ralo, e do outro lado uma banheira de hidromassagem suficiente pra dois casais, três se apertassem. Martika e Carla tiraram a pouca roupa que vestiam, e Luci, depois de um instante de hesitação, deixou a calcinha rosa pastel escorregar até o chão. Pulou pra fora do círculo de pano com um sorriso tímido, admirando os corpos das amigas. Ela, que nem usava os chuveiros comuns da academia porque tinha vergonha… Martika tinha os peitos Grandes, quadris poderosos, cintura fina, tatuagens, piercings, metade da cabeça raspada e o resto da juba tingida. Ela estava passando a mão na buceta enquanto abria as torneiras. Carla era pequena, com a pele morena e o cabelo compridíssimo, embora bem embaraçado; magra, mas curvilínea, com uns quadris e uma bunda cheios, de um formato lindo. Quase não tinha peito, mas os biquinhos pretos dela se erguiam como dedos, e a monte de vênus, completamente depilada, era proeminente.

—Meninas, que corpos tão gostosos vocês têm… Já vi vocês no clube naquela noite, e a verdade… tô morrendo de vergonha…

Carla avaliou com calma a Luci. Ela era alta e magra, com o cabelo claro, sem tingir. Tinha um corpo melhor do que parecia, porque não andava com as costas retas. Com as costas eretas e uns saltos… Os pelos pubianos eram mais escuros que os da cabeça, mas não pretos. Dava pra ver que nunca tinha depilado, nem a virilha. A mina não tinha muito quadril, mas compensava com uma bundinha empinada e separada. As coxas dela não se fechavam direito e deixavam passar um triângulo de luz. Sem saber por quê, Carla ficou excitada com os dedos dos pés da Luci, longos, delicados. Ela se colocou na frente dela, segurou pelos quadris e o nariz ficou entre os peitinhos pequenos com um biquinho rosa que mal se via. Tinha um quê de bailarina clássica que cresceu rápido demais.

Ouviram um gemido. Debaixo da água e do vapor, estava deitada a Martika, se acariciando os biquinhos e a vulva enquanto olhava pra elas.

—Vêm comigo? A água tá quentinha…

Se ensaboaram as três. Carla sabia que a Luci, no fundo, tava assustada porque era, claramente, a primeira vez dela com minas, e segurou um pouco a Martika. Começaram lavando a cabeça uma da outra, e ensaboando as costas, e daí foi fácil descer pelas axilas até os peitos. Assim que roçaram neles, a Luci se desmanchou igual a um pudim e acabaram as três enroscadas numa bagunça masturbatória de pernas e braços apertados. Martika finalmente conseguiu se sentar e fazer a tesoura com a Carla enquanto chupava a buceta peluda da Luci, que estava de pé. Carla aproveitou pra levantar um pé dela e lamber os dedos longos e molhados. Luci gemia de êxtase encostada na parede, quando se ouviu por baixo do barulho do chuveiro um som inconfundível: do outro lado do box de vidro, o Joachim tinha começado a mijar em arco, de longe, fazendo barulho na água do vaso. As garotas olharam o espetáculo — a Luci estava quase gozando e não tava nem aí pra nada.

Martika se desvencilhou rápido das outras e chegou a tempo de segurar a pica do Joachim antes dele acabar o jato. Sacudiu a pica dele, secou com papel e levou ele até onde a Carla tava enfiando o punho na Luci, deitada no chão; ela tava tão molhada e tão excitada que o punho entrou de uma vez. Carla alternava rápido o punho na buceta com os dedos no cu; também entravam sem dificuldade, a Luci tava muito tarada e dava pra ver que não era a primeira vez que ela dava o cu com o namorado.chuveiroJoachim beijou ela na boca, e depois se abaixou pra beijar a Carla, que lambeu o rosto dele e agarrou a longa rola pendurada com a mão livre. Luci tremia igual liquidificador em cima do punho ereto dele, e esfregava os bicos nos azulejos. Joachim ficou de cócoras e a Martika se agachou por trás dele, deslizando os peitos pelos ombros e enfiando dois dedos no cu do garoto. Carla sentiu na mão como a rola do Joachim reagia. Com um gemido, a Luci se afastou dela, exausta; desmontou da mão da Carla e ficou olhando pra elas, agora tapando os peitos e a xota. Carla, sem soltar o Joachim, que devia tar morto de cansado porque não conseguia ficar duro, começou a lamber o próprio punho que tinha estado dentro da Luci (e, por tabela, da Martika também), olhando fixo nos olhos dela. Luci se ajoelhou do lado dela e começou a massagear os bicos dela sem jeito, sem coragem de beijar ela.
— Belisca eles, puxa! — animou a Carla. Martika e Joachim, enquanto isso, tinham começado um 69 sossegado debaixo do chuveiro, e a Martika olhava pra elas enquanto a cabeça dela subia e descia, esticando a rola borrachenta entre os lábios. Ou a Carla conhecia mal o Joachim, ou naquela hora ele já tinha uma mão dentro da xota da Martika, dois ou três dedos dentro do cu e a língua no clitóris. Martika soltou a rola mole e fechou os olhos; depois enfiou a cara na virilha do Joachim, enquanto começava a tremer. Carla se concentrou nas sensações que a Luci causava nos bicos dela, enquanto se masturbava rápido. Com a mão livre, voltou a acariciar a xota e o cu da Luci. As duas gemeram juntas enquanto gozavam num orgasmo de vários tempos. Depois sentaram pra ver como o Joachim, finalmente, fez a Martika gozar gritando igual uma louca.Swingers


grupoJoachim se enxugou e foi embora com poucas palavras e um sorriso; falava pouco espanhol. As garotas ficaram, passando hidratante e secando o cabelo. Martika tirou vários pelos da boca, e assim convenceram Luci a depilar a buceta.

Pra começar, as duas juntas cortaram aquela selva e deixaram a virilha dela lisinha, com um brasileiro bem sexy. Outro dia limpariam os lábios. Luci se tocou, animada.

—Toño vai pirar quando ver isso…
—Vai, mostra pra ele — disse Martika com um sorriso de orelha a orelha e um tapinha naquela bunda rosada.

Carla subiu pra ver se Andrés tinha acordado. Ou Ana e Fer. Estranhou que com a bagunça que fizeram no final, eles não tivessem ouvido nada. E claro, ao passar pelo quarto deles, se deparou com a cena: os dois caras estavam metendo forte na Ana. Ela, de quatro, recebia o Fer por trás, e fazia um boquete até o talo no Andrés. Na hora em que Carla ficou de braços cruzados na porta, sem muita vontade de entrar por estar recém-tomada banho (e gozada), Fer recuou e com o pau duro curvado igual uma banana, soltou nas nádegas e nas costas de Ana vários jatos de porra, enquanto grunhia olhando pra Carla na porta com uma cara de bobo. Carla se adiantou e tirou o pau do Andrés da boca da Ana com um *plop*!

—Quieto, tarado! A primeira gozada dessas férias vai ser da chefe, e ainda quero ver você com o pau bem duro na praia!
—Mas, tia! Tava quase lá!
—Buceta, e eu hoje de manhã tava quase lá e você roncando de pau duro sem acordar! Ana, gostosa, deixa eu reservar ele? Você já tá bem servida de porra antes do café…
Todos caíram na risada, enquanto Fer trazia uma toalha pra Ana limpar ela. Pra satisfação de Carla, Andrés desceu pra tomar café daquele jeito, pelado e com o pau ainda duro, pulsando e brilhando de saliva.

—É castigo, ou o quê? — perguntou Joachim ao vê-lo, e houve gargalhadas. Martika deu uma sacudida no pau ardente do Andrés e levou um tapa da Carla.
—Por enquanto é só meu! Quero ele duro e a gente vê quando ele gozar! — disse ela com seu sorriso torto de garota má.

Andrés sentou pra passar manteiga numa torrada e esperar a trepadeira baixar, com cara de paciência, no meio da zoação dos presentes.

Na mesa da cozinha, Joachim tava com uma regata preta (e só), Martika usava o sutiã de um minibiquíni de triângulos que mais ou menos cobria os piercings nos bicos dos peitos (e só), e Luci tava como tinha ficado depois do banho, ou seja, mais pelada que nunca, com a bucetinha depilada, então eles também não quebravam o clima. Joachim jogou a calcinha de oncinha por cima da mesa pra Carla, e ela, depois de cheirar com um charme, pendurou no pau do Andrés, mexendo um pouco por baixo da mesa pra ele continuar duro. Apareceu o Toño recém-saído de um banho rápido, com uma toalha pequena demais enrolada na cintura que se abriu quando sentou do lado da Luci. Obviamente, ele tinha gostado do novo visual da buceta da namorada; o pau balançava na frente da galera sem nenhuma vergonha, ficando cada vez mais duro. Luci olhou pra ele satisfeita e corada, e agarrando bem forte fez ele apontar pra baixo.

—Vou ver se passo manteiga e como a salsicha! — ameaçou Carla com uma faca.
—Te aviso: eles podem querer te deixar assim, no meio do caminho, as férias todas — disse Andrés entre as risadas dos outros e não sem inveja, ao ver aquele troço.
—Toño, não quer que a gente depile você pra ficar combinando? — disse Martika. —Olha, o Joachim e o Andrés tão sem um pelo entre o umbigo e o cu, e quando o Fer descer você vai ver que o vaidoso só deixou o bigodinho do Carlitos em cima da piroca.

Teve risadas, e Toño deu de ombros, “o que você mandar, o que você mandar”, dizia pra Luci, que tava toda corada. De menina, entre envergonhada e sem-vergonha, ficava muito bem nela. Aí desceram Ana e Fer com roupa de praia, e foram vaiados por todo mundo. Se defenderam:
—Mas pra quê vocês querem ir pra praia de nudismo agora? Ainda não vai ter quase ninguém, e é pra ficar rodeado de um monte de velho tarado com saco caído e um pintinho murcho vigiando igual urubu. Vamos na cidade procurar informação sobre umas caletas discretas, e depois passamos um tempo na praia “têxtil”… Aí sim dá pra esquentar o pessoal só de andar… com discrição.
Ana virou mostrando a bunda pra eles, e Fer puxou a tanga rosa choque que tava por baixo do short.minishortsvaqueiros: essa tanga apareceria a mais quilômetros do que se ela estivesse pelada.nudistas— Oooh! — exclamou Martika, e bateu palmas. Todos se levantaram pra se vestir do jeito mais provocante que conseguiam.
Quando voltaram, cada um vestia o maiô mais minúsculo que tinham. As minas pareciam um catálogo da Wicked Weasel; Martika usava por cima do microbiquíni amarelo neon uma camiseta de rede que mal cobria o quadril, Carla vestia uma fio-dental com babados e um colete jeans aberto no estilo anos noventa, e tinha deixado um sunga pro Luci que era, originalmente, um body de aeróbica: deixava toda a costa e a bunda de fora, e nas laterais subia vertiginosamente até se prender só nuns argolas na altura das costelas. Mesmo com o recorte, a pentelheira aparecia pelos lados.As aventuras de Carla, 4. Três verões depois.Ana tinha tirado a camiseta, e só mostrava o microbiquíni rosa choque aparecendo por baixo do shortinho que sumia devorado entre as nádegas.

A surpresa veio dos caras: Joachim tinha trazido tanguinhas pretas pra todo mundo, e eles exibiam o pacote e a bunda como num paraíso gay. Fer e Andrés ainda eram mais discretos, com camisetas largas que, pelo menos na frente, disfarçavam; mas Joachim tava com a mangueira absurda enrolada numa tanguinha pequena demais e a regata, e o Toño… a ferramenta do Toño formava um pacotão enorme, de onde escapava um tufo alegre de pelo preto, e a camiseta curta demais só fazia destacar isso.

Luci e Toño se olharam — nunca tinham pensado em sair com essa pinta —, entre excitados e envergonhados. Martika jogou uma toalha no ombro, pegou a garrafa de bronzeador e, erguendo o braço como um general, disse:

— Expedição! Prontos pra esquentar a praia? Vambora!

E todos saíram atrás dela, pra aventura.lesbicas[continua…]

2 comentários - As aventuras de Carla, 4. Três verões depois.

Que trolita carlita ... me calienta la pijita.
Seguramente habrá más historias de ese veraneo.