Frenesi no Acampamento Cigano

Meu nome é Teresa, tenho 33 anos, sou casada e tenho um filho de 6 anos. Sempre trabalhei em lojas e boutiques como vendedora, mas há alguns anos me dedico exclusivamente a ser dona de casa. Meu marido é representante médico, sai de casa de manhã cedo e não volta até tarde, então ultimamente eu estava me sentindo bem carente de sexo...

Naquela manhã, acordei especialmente com tesão, tentei excitar meu marido com um boquete matinal, mas ele se desculpou dizendo que estava com muita pressa e não podia chegar atrasado numa reunião... então fiquei na vontade... preciso dizer que, apesar de não ser mais uma menina, me mantenho fisicamente muito em forma; tenho 1,65m, sou magra, uso sutiã 85, tenho uns lábios carnudos e cabelo castanho e cacheado que geralmente prendo num coque alto, deixando o pescoço à mostra.

Como eu dizia, naquela manhã eu sentia que estava visivelmente excitada... estávamos no começo de junho, mas o calor já começava a ser sufocante, então decidi que, para levar meu filho à escola, ia me vestir de um jeito bem provocante. Minha intenção, claro, não era sair atrás de homem nenhum, mas eu queria ser olhada e desejada quando passasse por eles, então coloquei uma minissaia branca bem curta e justa, umas sandálias de salto rosa e um top rosa combinando com os sapatos. A verdade é que não era a roupa mais adequada pra levar o menino à escola, mas, como já disse, naquela manhã o corpo pedia ação. Foi logo depois de deixar o pequeno na escola que comecei a notar os olhares dos homens toda vez que passava por eles... o modelito que eu usava me vestia como uma luva e eu tinha conseguido meu objetivo: me sentir sexualmente desejada... mas foi quando entrei nuns becos mais estreitos que tudo aquilo que não devia passar de uma brincadeira foi pra frente...

Eu ia andando pela calçada, rebolando um pouco mais do que o necessário quando cruzava com algum homem. Tinha acendido um cigarro e segui meu caminho, quando notei que um carro parou do meu lado e reduziu a marcha até ficar na minha altura... o carro estava todo cagado, sujo, com os retrovisores quebrados... mas o pior era quem estava dentro... eram três homens de etnia cigana, aspecto largadíssimo, com barba, tatuagens e a pele, já morena por natureza, mais queimada pelo sol... nem preciso dizer que começaram a falar um monte de barbaridades pra mim... "que pedaço de gostosa", "a gente ia te arrombar toda", "me deixou com uma pica dura que vai estourar"... a verdade é que comecei a me assustar, mas também não consegui segurar um meio sorriso safado diante das barbaridades que tava ouvindo... sorriso que o motorista percebeu e não hesitou em parar o carro na minha frente, bem numa vaga que tinha livre... aí pensei que a provocação tinha ido longe demais e comecei a me cagar de medo de verdade...
— "Desculpa, gostosa... só quero que me dê fogo"
Eu não sabia o que fazer. Ele tirou um cigarro, colocou na boca e pediu de novo pra eu dar fogo, enquanto os outros dois se mijavam de rir dentro do carro.
Resolvi dar fogo, e o cara agradeceu, perguntando se eu queria uma carona pra algum lugar... falei que não precisava, que já tava perto do meu destino, aí ele insistiu de novo: "vai, gostosa, a gente te leva onde você quiser". O que tava sentado atrás botou a cabeça pra fora da janela e também pediu fogo... admito que comecei a sentir uma mistura estranha de medo e tesão... aqueles três animais tavam doidos pra cair em cima de mim, e, pra minha vergonha, eu não tava fazendo o possível pra sair dali... enquanto dava fogo pro de trás, o outro que tava no banco do carona falou: "não se assusta, linda, a gente só tá de zoação e agora vai embora... é que aqui meu primo — apontando pro motorista que ainda tava fora — acabou de sair da cadeia e quando te viu, pirou... faz 6 meses que ele não come ninguém". Polvo... naquele momento não pude evitar imaginar a excitação que aquele cara devia estar sentindo por dentro. Olhei ele de cima a baixo e, sinceramente, dava um tesão do caralho me imaginar sendo possuída por um pedaço daqueles.

Algo eles devem ter desconfiado, porque numa última tentativa, o motorista chegou perto do meu ouvido e sussurrou: "Então, gostosa, valeu pelo fogo... e se quiser se divertir um pouco, é só subir no carro". E dito isso, passou o dedo na minha bunda... mesmo por cima da saia, me deu um arrepio na espinha que até eu me surpreendi. Aquele cara fedia a suor, estava sujo, e do carro saía um fedor insuportável... mas, inexplicavelmente, comecei a me sentir extremamente excitada.

"Tá, e onde é que vocês vão me levar?" — até eu mesma me surpreendi com minhas próprias palavras. Um sorriso de orelha a orelha se abriu no rosto daqueles três canalhas: "Sobe no carro e você vai ver"...

Não acreditava no que estava fazendo, mas a excitação que me dominava não me deixava pensar com clareza. Sentei no banco de trás, e o que estava no banco do carona saiu do carro e sentou do meu lado. Eu estava entre aqueles dois fedidos suados que me olhavam como lobos, enquanto o motorista arrancava a toda velocidade... tudo tinha sido tão rápido e confuso que nem sei como cheguei até ali... só sei que estava lá.

Não tinha passado nem dois minutos, quando o que estava à minha esquerda encostou a boca no meu ouvido e sussurrou: "Você vai ver o que vai cair em cima de você"... minha própria reação me deixou desnorteada... virei e beijei ele na boca, gemendo de excitação enquanto brincava com a língua. O da minha direita ficou louco ao ver como tinha sido fácil e começou a apalpar meus peitos... eu nem sabia onde estava. O motorista, fora de si, virava de vez em quando... com uma mão segurava o volante e com a outra se masturbava como um animal, enquanto me dizia as barbaridades que ia fazer comigo quando chegássemos lá. povoado.
Eu já não pensava em outra coisa senão tirar o máximo de prazer daquela situação, estava totalmente alucinada, fora de mim, entregue e molhada. Já tinha ultrapassado a linha vermelha e não fazia nenhum sentido recuar agora... então me entreguei àqueles caras. O da minha direita tirou a rola pra fora e segurou minha cabeça pra eu fazer um boquete nele. O carro não era muito grande, e as guinadas do motorista não ajudavam a conseguir uma posição confortável... no fim, fiquei de quatro, chupando um deles enquanto o outro enfiava os dedos na minha buceta... eu achava que ia explodir de prazer quando o carro freou bruscamente... levantei o olhar e me vi numa espécie de favela. Me tiraram do carro à força e me meteram num dos barracos... e foi lá que os três se soltaram com meu corpo, fui chupando um por um, e eles iam se revezando pra me penetrar, ora com os paus, ora com os dedos... eu passava minha língua por todas as partes que podia lamber, e eles se esfregavam em mim o máximo que conseguiam. O calor era sufocante, os quatro estávamos encharcados de suor quando chegamos ao ponto alto... uma tripla penetração... ali estava eu, casada, com um filho, dona de casa comportada, sendo penetrada por três ciganos, um no cu, outro na buceta e outro na boca... parece que nos combinamos os quatro pra gozar ao mesmo tempo... os gritos de prazer devem ter sido ouvidos em todo o povoado... depois, um deles me levou de volta até a rua onde me pegaram... ainda não entendo como pude me prestar a uma coisa dessas...

2 comentários - Frenesi no Acampamento Cigano

kramalo +1
muy bueno..!! a la protagonista habria que decirle que le pregunte a su concha, que fue la que la llevó a éso..jeje!!