Deixo aqui o link da primeira parte:Laura, a mãe do meu amigoPablo não conseguia pensar em outra coisa a não ser na Laura, a mãe do amigo dele. Não ligava pra mais nada, as minas da idade dele passavam do lado e ele nem se tocava, mas quando via a Laura, o tesão batia forte e a cabeça dele voava longe na imaginação.
Como chegar na Laura e fazer ela aceitar, sem que ela ficasse puta, nem contasse pro amigo dele ou pra própria mãe? Sabia que a Laura não saía muito, não tinha um parceiro fixo. Talvez desse uns pegas com algum cara do trampo, algo meio escondido que ele não saberia, mas não parecia. E a vontade dela de transar não tinha diminuído, aliás, continuava lá, a todo vapor, já que ainda usava fio dental e tinha um vibrador entre as calcinhas dela. Ficou se perguntando de quanto em quanto tempo ela usava aquilo pra matar a fome de pica, de homem.
Sábado à noite, tinham combinado com o Lucas de sair e depois, obviamente, ele ia ficar na casa do Lucas. Saíram pra uns bares no centro, tinham bebido pra caralho, e tinham uma viagem longa pela frente. O Lucas apagou no ônibus. Pablo tinha que ficar acordado ou iam parar em qualquer lugar. Durante a viagem toda, Pablo passou o tempo todo pensando na Laura, se ia ver ela semi-nua de novo naquela noite, imaginava que chegava nela e ela aceitava, e ele comia ela a noite inteira. Todos esses pensamentos deixavam a pica do Pablo bem dura, e 20cm não são fáceis de esconder, então ele tinha que parar de pensar naquilo, ou ia se entregar.
Chegaram na casa do Lucas, entraram. O Lucas não aguentava mais de cansaço e foi pro quarto deitar, no dia seguinte tinha que acordar cedo pra buscar umas coisas que tinha emprestado pra um amigo dele, a umas quadras dali.
Pablo não conseguia pensar em outra coisa, ao se aproximar da casa do amigo, os pensamentos tinham um único destino: a Laura. Tava morrendo de vontade de ver ela semi-nua de novo, e tentar alguma coisa. Pegou o corredor da casa, a porta do quarto da Laura meio aberta. Bom sinal. Espiou, a cama arrumada. A Laura não tava. Tinha saído? Já tava se Bajoneando. Não ia ter jeito senão ir no banheiro ver se tinha uma fio dental pendurada, mas não ia ser a mesma coisa. A tesão que a Laura dava nele já não se acalmava só de ver uma fio dental no banheiro, Pablo queria mais.
Vai no banheiro, nada. Bem desanimado, sai do banheiro e vai pro quarto. Mas tava com sede, então antes de ir pro quarto, foi na cozinha pegar pelo menos um copo d'água, um suco, na boa.
Quando chega na cozinha, vê que a luz tava acesa, achou estranho. Entra e lá estava a Laura, sentada na mesa da cozinha tomando Whiskey.
P: Ah, oi Laura, como cê tá? Não sabia que tinha alguém aqui.
L: Oi, gato, de boa, entra. O que cê tá fazendo a essa hora por aqui?
P: (Gato? Ela tinha me chamado de gato?) É que saí com o Lucas e viemos pra cá. Tava com um pouco de sede, por isso vim na cozinha. E você, o que faz acordada?
L: Fiquei até tarde vendo um filme e depois não consegui dormir, então vim tomar algo também. Te sirvo alguma coisa, o que cê quer? — Ela pergunta se levantando.
Laura tava de camisola branca meio transparente, porque dava pra ver que ela tava de fio dental preta por baixo. Ela se levantou em direção à geladeira, abriu e se inclinou pra ver dentro o que podia oferecer pro Pablo. Isso fez a camisola colar mais na bunda dela, desenhando perfeitamente a forma da raba, marcando a fio dental que ela tava usando, um espetáculo. Pablo, ao ver isso, começou a endurecer a pica dentro da calça jeans. Aquela camisola tava tampando bem o começo da raba. Ele não conseguia parar de olhar pra raba da mãe do amigo dele.
Laura se vira e vê o Pablo olhando pra raba dela, ri e fala:
L: O que cê quer, menino?
P: — Tava quase falando que queria ela, levantar a camisola, puxar a fio dental e comer ela a noite toda. Ele se levantou e disse: Vamos ver o que tem?
E se aproxima da Laura por trás e, se inclinando do mesmo jeito, se debruça pra ver a geladeira, encostando a pica na raba da Laura, primeiro de forma casual. Laura não fala nada, nem se mexe. Só responde:
L: Tem água e Coca, o que você quiser.
Nisso ele vê que a água tá um pouco mais atrás que a coca, e apoiando ela um pouco mais pra frente, fala: Água é melhor, parece mais gelada.
Ele tava com o pau incrivelmente duro, empurrando por baixo da calça jeans bem no meio das bandas da raba da Laura, não sabia quanto tempo mais ia aguentar assim. Queria comer ela ali mesmo. Nisso a Laura pega a garrafa de água e Pablo juraria que sentiu a Laura empurrar a raba pra trás, pra enfiar mais o pau na raba. Pablo tava prestes a agarrar ela pela cintura e fazer de conta que tava comendo ela, mas a Laura se afastou, pegou a água e serviu num copo. Quando entregou o copo, Pablo viu que a Laura tava olhando pro volume dele.
P: Valeu, Laura!
L: De nada, vou tomar um banho e tentar dormir. Até amanhã!
P: Até amanhã.
Pablo ficou pensando no que tinha rolado. A Laura tinha chamado ele de gato e depois se animou a encostar a raba nele com o pau meio duro, e acabou ficando totalmente duro com a bunda da mãe do amigo dele no volume, e até pareceu que a Laura tinha gostado. Ele foi pro quarto do Lucas, e enquanto se preparava pra deitar, teve a ideia de ir no banheiro ver se conseguia ver alguma coisa. A menor chance de ver a Laura pelada deixava ele louco e ele era capaz de qualquer coisa. O Lucas tava completamente dormindo, então não teria problema.
Ele levantou e foi devagar pelo corredor até o banheiro, sem fazer barulho. O pau dele tava meia-bomba por baixo da cueca, que era a única coisa que ele tava vestindo.
Quando chegou no banheiro, ouviu que o chuveiro ainda tava ligado, então tentou olhar pelo buraco da fechadura, mas só via a cortina. Daí a pouco ouviu o chuveiro desligar e a Laura puxar a cortina, então ele se abaixou na hora pra olhar de novo, e viu a coisa mais linda que já tinha visto até aquele momento. A Laura tava com a toalha se secando as pernas, e num movimento leve deixou ver a buceta dela, toda depiladinha, rosa, linda e gostosa. Na mesma hora o pau do Pablo começou a endurecer e crescer dentro da cueca. Pablo não conseguia acreditar no que estava vendo. A buceta da mãe do amigo dele estava a uma porta de distância. Pensou em entrar, puxar a pika e dizer que ela o deixava louco, que morria de vontade de comer ela, mas não teve coragem. Continuou olhando: Laura já tinha se secado e estava se olhando no espelho. Se abaixou um pouco mais e viu os peitos dela. Aqueles dois peitinhos redondos, aqueles biquinhos pequenos mas firmes, perfeitos. A pika do Pablo não aguentava mais. Ele tinha abaixado um pouco a cueca e estava se tocando, subindo e descendo pelo tronco da pika, enquanto via o corpo nu lindo da Laura. Nisso, Laura pega alguma coisa do vaso, era uma calcinha fio dental vermelha, pega algo da parede, a camisola que tinha antes, veste e se olha no espelho. Pablo estava bobão vendo a cena e não percebeu que Laura sairia a qualquer momento.
Quando vê que Laura vai em direção à porta, não teve tempo pra nada, só pra esconder a pika dentro da cueca, mas não chegaria ao quarto do Lucas. Laura abre a porta, e Pablo tinha guardado o membro, mas estava com uma barraca enorme na cueca e parecia nervoso:
L: Pablo, o que você tá fazendo aqui? - Olhando pra ele surpresa
P: ehhh mmmm é que eu bebi muita água e precisava ir ao banheiro, tava esperando você sair. Disse meio nervoso e um pouco vermelho
Laura olhou pra ele meio estranha, tinha algo errado. Baixou o olhar e viu que o volume do Pablo estava grande, enorme. Arregalou os olhos surpresa. Pablo percebeu que estava só de cueca e com a pika no talo, então se cobriu rapidamente e com um pouco de vergonha pediu desculpa e entrou no banheiro. Não aguentava mais, abaixou a cueca, sentou no vaso pensando no que tinha visto. A buceta da Laura, os peitos dela, por deus que beleza. Ia bater uma punheta. Nisso, olhou pro cesto de roupa suja e viu uma calcinha fio dental preta em cima de tudo. Era a mesma calcinha preta que a Laura tinha usado há pouco tempo.
Pegou ela e viu que o tecido na parte que cobre a buceta tava molhada, mas o resto não. Levou aquela parte ao nariz e sentiu um cheiro maravilhoso, que fez o pau dele dar pulinhos de alegria, e a cabeça ficar mais vermelha que o normal. Aquele cheiro de felicidade, de sucos soltos pela buceta da Laura. Tinha começado a se masturbar cheirando aquela calcinha molhada pela Laura, era o máximo. Gozou na hora, grandes jorros de porra caíram no chão do banheiro. Deixou a calcinha onde estava e limpou tudo que tinha deixado. Saiu do banheiro e foi se deitar. Dormiria a noite toda sonhando com a Laura, com aquela bucetinha molhada, aqueles peitos empinados, aquele cheiro forte de tesão feminino.
No outro dia, Lucas acorda pra ir na casa do amigo:
L: Pablo, acorda, vai, que tenho que ir na casa do Léo.
P: Vai tu, Lu, tá muito calor lá fora e dormi pouco, me deixa aqui dormindo, depois quando voltar eu vou.
L: Uhh que sacana, me deixa sozinho. Beleza, fica aqui, se quiser ir antes pede pra minha mãe te abrir.
P: Beleza, beleza.
Lucas foi embora e Pablo ficou dormindo. Acorda ele com uma batidinha na porta do quarto. Era a Laura batendo:
L: Pablo, tá acordado? Preciso pegar uma coisa no quarto do Lucas. — Pablo ia responder que sim, mas ao notar que tava com o pau duro, teve uma ideia, queria ver se funcionava.
L: (batendo de novo) Pablo? Vou entrar...
Laura abre a porta, entra e quando olha pra baixo, onde tava o colchão que Pablo dormia, levou um susto. Pablo tava dormindo com o lençol sobre as coxas, sem cueca e com o pau todo duro. Tinha tirado a cueca de propósito. Queria mostrar o pau dele pra Laura pra ver se ela, ao ver a rola de 20cm toda dura, sentia vontade de fazer alguma coisa.
Queria abrir os olhos e ver o que a Laura fazia, porque não tinha ouvido mais nada desde que a porta abriu, mas queria esperar se a Laura fazia alguma coisa. Passaram uns segundos e ele ouve a porta fechar. Abre os olhos devagar, Laura tinha ido embora.
O mundo desabou pra ele. Tinha mostrado pra Laura, mesmo dormindo e "sem querer", o pau todo duro, e ela não fez nada. Não disse nada, não tentou tocar, nada. Pensou que talvez a encostada da noite anterior tinha sido bem leve, e que a imaginação e a vontade dele tinham exagerado a situação. Laura não parecia interessada nele.
Ele dormiu de novo. Não sonhou nada, levantou, olhou a hora, era quase meio-dia. Lucas ia voltar daqui a pouco, mas ele decidiu se vestir e ir pra casa antes do amigo chegar. Saiu do quarto, silêncio. Não queria cruzar com Laura pra ver se ainda por cima ela falava alguma coisa sobre ele ter dormido pelado e a noite anterior ter encontrado ele na porta do banheiro só de cueca e com o pau duro. Queria evitar outra situação constrangedora.
Foi pra sala, não tinha ninguém, cozinha, nada. Nenhum sinal de Laura. Aí ele escuta o som de um celular, tipo uma mensagem. Volta pra sala, mais uma mensagem. Aí percebe de onde vinha: o celular de Laura. Ela tinha saído e esquecido ele. Mais uma mensagem e outra.
Teve a ideia de pegar ele, pra sorte dele, não tinha senha nem nada. As mensagens eram de uma tal de Mônica. Sem entrar pra ler, na pré-visualização ele viu que as últimas 4 mensagens eram:
M: E aí, burra, não me deixa assim, o que rolou?
M: Eu não sei como você aguentou sem fazer nada
M: Eu se vejo um pau desse jeito não me seguro, meto na boca na hora
M: Não importa se é amigo do meu filho, não importa nada.
Pablo não entendia nada, que porra de mensagens eram aquelas? Ela tinha contado pra essa Mônica que tinha visto ele pelado? A curiosidade matou ele e ele decidiu ver todas as mensagens, subiu pro início do dia e o que viu fez ele arregalar os olhos:
L: Amiga, cê tá aí? Não sabe o que acabou de rolar
M: Oi Laurita, como cê tá? Fala, o que foi?
L: Escuta, isso fica entre a gente, hein, não pode contar pra ninguém
M: Ehh, o que foi amiga, conta
L: Te Acordou o Pablo, o amigo do Lucas que sempre te falo fica dormindo aqui em casa
M: O pauzudo? kkk
L: Ei! Esse mesmo..
M: Que foi? Comeu ele?
L: Ah não, boluda, como vou comer o Pablo?
M: Ué, se tu me disse que viu o volume dele umas vezes e marca um negócio enorme, eu não pensaria duas vezes.
L: Bom, mas tu é uma puta, eu não, ele é novo, é amigo do Lu.
M: Tá bom, tá bom, vamo ver, vai me contar?
L: Pra quê contar se posso te mostrar
E manda uma foto. ERA O PABLO DEITADO PELADO NO COLCHÃO NAQUELE MESMO DIA! Tinha tirado uma foto dele. Pablo não tinha percebido. A próxima mensagem era outra foto, dessa vez era A PIROCA DO PABLO EM PRIMEIRO PLANO, TOTALMENTE DURA. Tinha tirado 2 fotos, e Pablo achando que não tinha feito nada. A Laura tinha gostado e ainda já tinha contado pra amiga sobre ele, e sobre a piroca dele.
Continuou olhando as mensagens:
M: AH NÃO, OLHA ESSA PIROCAAAAAA
M: Como cê tirou essas fotos? Cê viu a piroca que ele tem? E ainda não comeu ele, tu é mais burra, amiga, me desculpa.
L: Tinha que te mostrar, essa piroca me deixa louca, assim que vi fiquei toda molhada, tive que trocar a calcinha fio dental.
M: Eu tô me molhando agora, vai e come ele, gata, o que cê espera?
L: Não posso, é amigo do meu filho, não posso fazer nada
M: Como não pode fazer nada? Laura, tu é uma gostosa, qualquer uma daria tudo pra ter teu corpo e tu tem na sua própria casa um cara com uma piroca enorme e não vai fazer nada?
L: E o que eu faço? Chego nele? E se ele não quiser? Certeza que ele come umas minas de 20 anos muito mais lindas e com corpo melhor que o meu. Imagina se ele conta pro Lu, não me perdoaria.
M: Laura, me escuta, os caras hoje em dia só querem uma coisa. Comer.
M: Faz uma coisa, começa a provocar ele, mas de leve, sem ser tão óbvia.
L: Como?
M: Ué, fala umas coisas, tipo Oi lindo, ou que roupa bonita. Empina a bunda pra ver se ele olha. Anda de biquíni se fazendo de sonsa ou passa de camisola na frente dele, essas coisas. Vê se ele faz alguma coisa.
L: Hmm, sei não, imagina se ele conta pro Lu.
M: Não vai contar não fala nada, provoca ele, mostra alguma coisa se fazendo de desentendida, qualquer coisa. Você vai ver que ele embarca.
L: Beleza, vou ver, tenho que ir fazer compras. A gente se fala depois...
Pablo ficou chocado. Não podia acreditar no que tinha visto. Laura tinha se excitado com o pau dele. Ele tinha que tomar a iniciativa. Mas decidiu esperar pra ver o que ela faria. Como ela ia provocá-lo, até que nenhum dos dois aguentasse mais.
Continua...
Como chegar na Laura e fazer ela aceitar, sem que ela ficasse puta, nem contasse pro amigo dele ou pra própria mãe? Sabia que a Laura não saía muito, não tinha um parceiro fixo. Talvez desse uns pegas com algum cara do trampo, algo meio escondido que ele não saberia, mas não parecia. E a vontade dela de transar não tinha diminuído, aliás, continuava lá, a todo vapor, já que ainda usava fio dental e tinha um vibrador entre as calcinhas dela. Ficou se perguntando de quanto em quanto tempo ela usava aquilo pra matar a fome de pica, de homem.
Sábado à noite, tinham combinado com o Lucas de sair e depois, obviamente, ele ia ficar na casa do Lucas. Saíram pra uns bares no centro, tinham bebido pra caralho, e tinham uma viagem longa pela frente. O Lucas apagou no ônibus. Pablo tinha que ficar acordado ou iam parar em qualquer lugar. Durante a viagem toda, Pablo passou o tempo todo pensando na Laura, se ia ver ela semi-nua de novo naquela noite, imaginava que chegava nela e ela aceitava, e ele comia ela a noite inteira. Todos esses pensamentos deixavam a pica do Pablo bem dura, e 20cm não são fáceis de esconder, então ele tinha que parar de pensar naquilo, ou ia se entregar.
Chegaram na casa do Lucas, entraram. O Lucas não aguentava mais de cansaço e foi pro quarto deitar, no dia seguinte tinha que acordar cedo pra buscar umas coisas que tinha emprestado pra um amigo dele, a umas quadras dali.
Pablo não conseguia pensar em outra coisa, ao se aproximar da casa do amigo, os pensamentos tinham um único destino: a Laura. Tava morrendo de vontade de ver ela semi-nua de novo, e tentar alguma coisa. Pegou o corredor da casa, a porta do quarto da Laura meio aberta. Bom sinal. Espiou, a cama arrumada. A Laura não tava. Tinha saído? Já tava se Bajoneando. Não ia ter jeito senão ir no banheiro ver se tinha uma fio dental pendurada, mas não ia ser a mesma coisa. A tesão que a Laura dava nele já não se acalmava só de ver uma fio dental no banheiro, Pablo queria mais.
Vai no banheiro, nada. Bem desanimado, sai do banheiro e vai pro quarto. Mas tava com sede, então antes de ir pro quarto, foi na cozinha pegar pelo menos um copo d'água, um suco, na boa.
Quando chega na cozinha, vê que a luz tava acesa, achou estranho. Entra e lá estava a Laura, sentada na mesa da cozinha tomando Whiskey.
P: Ah, oi Laura, como cê tá? Não sabia que tinha alguém aqui.
L: Oi, gato, de boa, entra. O que cê tá fazendo a essa hora por aqui?
P: (Gato? Ela tinha me chamado de gato?) É que saí com o Lucas e viemos pra cá. Tava com um pouco de sede, por isso vim na cozinha. E você, o que faz acordada?
L: Fiquei até tarde vendo um filme e depois não consegui dormir, então vim tomar algo também. Te sirvo alguma coisa, o que cê quer? — Ela pergunta se levantando.
Laura tava de camisola branca meio transparente, porque dava pra ver que ela tava de fio dental preta por baixo. Ela se levantou em direção à geladeira, abriu e se inclinou pra ver dentro o que podia oferecer pro Pablo. Isso fez a camisola colar mais na bunda dela, desenhando perfeitamente a forma da raba, marcando a fio dental que ela tava usando, um espetáculo. Pablo, ao ver isso, começou a endurecer a pica dentro da calça jeans. Aquela camisola tava tampando bem o começo da raba. Ele não conseguia parar de olhar pra raba da mãe do amigo dele.
Laura se vira e vê o Pablo olhando pra raba dela, ri e fala:
L: O que cê quer, menino?
P: — Tava quase falando que queria ela, levantar a camisola, puxar a fio dental e comer ela a noite toda. Ele se levantou e disse: Vamos ver o que tem?
E se aproxima da Laura por trás e, se inclinando do mesmo jeito, se debruça pra ver a geladeira, encostando a pica na raba da Laura, primeiro de forma casual. Laura não fala nada, nem se mexe. Só responde:
L: Tem água e Coca, o que você quiser.
Nisso ele vê que a água tá um pouco mais atrás que a coca, e apoiando ela um pouco mais pra frente, fala: Água é melhor, parece mais gelada.
Ele tava com o pau incrivelmente duro, empurrando por baixo da calça jeans bem no meio das bandas da raba da Laura, não sabia quanto tempo mais ia aguentar assim. Queria comer ela ali mesmo. Nisso a Laura pega a garrafa de água e Pablo juraria que sentiu a Laura empurrar a raba pra trás, pra enfiar mais o pau na raba. Pablo tava prestes a agarrar ela pela cintura e fazer de conta que tava comendo ela, mas a Laura se afastou, pegou a água e serviu num copo. Quando entregou o copo, Pablo viu que a Laura tava olhando pro volume dele.
P: Valeu, Laura!
L: De nada, vou tomar um banho e tentar dormir. Até amanhã!
P: Até amanhã.
Pablo ficou pensando no que tinha rolado. A Laura tinha chamado ele de gato e depois se animou a encostar a raba nele com o pau meio duro, e acabou ficando totalmente duro com a bunda da mãe do amigo dele no volume, e até pareceu que a Laura tinha gostado. Ele foi pro quarto do Lucas, e enquanto se preparava pra deitar, teve a ideia de ir no banheiro ver se conseguia ver alguma coisa. A menor chance de ver a Laura pelada deixava ele louco e ele era capaz de qualquer coisa. O Lucas tava completamente dormindo, então não teria problema.
Ele levantou e foi devagar pelo corredor até o banheiro, sem fazer barulho. O pau dele tava meia-bomba por baixo da cueca, que era a única coisa que ele tava vestindo.
Quando chegou no banheiro, ouviu que o chuveiro ainda tava ligado, então tentou olhar pelo buraco da fechadura, mas só via a cortina. Daí a pouco ouviu o chuveiro desligar e a Laura puxar a cortina, então ele se abaixou na hora pra olhar de novo, e viu a coisa mais linda que já tinha visto até aquele momento. A Laura tava com a toalha se secando as pernas, e num movimento leve deixou ver a buceta dela, toda depiladinha, rosa, linda e gostosa. Na mesma hora o pau do Pablo começou a endurecer e crescer dentro da cueca. Pablo não conseguia acreditar no que estava vendo. A buceta da mãe do amigo dele estava a uma porta de distância. Pensou em entrar, puxar a pika e dizer que ela o deixava louco, que morria de vontade de comer ela, mas não teve coragem. Continuou olhando: Laura já tinha se secado e estava se olhando no espelho. Se abaixou um pouco mais e viu os peitos dela. Aqueles dois peitinhos redondos, aqueles biquinhos pequenos mas firmes, perfeitos. A pika do Pablo não aguentava mais. Ele tinha abaixado um pouco a cueca e estava se tocando, subindo e descendo pelo tronco da pika, enquanto via o corpo nu lindo da Laura. Nisso, Laura pega alguma coisa do vaso, era uma calcinha fio dental vermelha, pega algo da parede, a camisola que tinha antes, veste e se olha no espelho. Pablo estava bobão vendo a cena e não percebeu que Laura sairia a qualquer momento.
Quando vê que Laura vai em direção à porta, não teve tempo pra nada, só pra esconder a pika dentro da cueca, mas não chegaria ao quarto do Lucas. Laura abre a porta, e Pablo tinha guardado o membro, mas estava com uma barraca enorme na cueca e parecia nervoso:
L: Pablo, o que você tá fazendo aqui? - Olhando pra ele surpresa
P: ehhh mmmm é que eu bebi muita água e precisava ir ao banheiro, tava esperando você sair. Disse meio nervoso e um pouco vermelho
Laura olhou pra ele meio estranha, tinha algo errado. Baixou o olhar e viu que o volume do Pablo estava grande, enorme. Arregalou os olhos surpresa. Pablo percebeu que estava só de cueca e com a pika no talo, então se cobriu rapidamente e com um pouco de vergonha pediu desculpa e entrou no banheiro. Não aguentava mais, abaixou a cueca, sentou no vaso pensando no que tinha visto. A buceta da Laura, os peitos dela, por deus que beleza. Ia bater uma punheta. Nisso, olhou pro cesto de roupa suja e viu uma calcinha fio dental preta em cima de tudo. Era a mesma calcinha preta que a Laura tinha usado há pouco tempo.
Pegou ela e viu que o tecido na parte que cobre a buceta tava molhada, mas o resto não. Levou aquela parte ao nariz e sentiu um cheiro maravilhoso, que fez o pau dele dar pulinhos de alegria, e a cabeça ficar mais vermelha que o normal. Aquele cheiro de felicidade, de sucos soltos pela buceta da Laura. Tinha começado a se masturbar cheirando aquela calcinha molhada pela Laura, era o máximo. Gozou na hora, grandes jorros de porra caíram no chão do banheiro. Deixou a calcinha onde estava e limpou tudo que tinha deixado. Saiu do banheiro e foi se deitar. Dormiria a noite toda sonhando com a Laura, com aquela bucetinha molhada, aqueles peitos empinados, aquele cheiro forte de tesão feminino.
No outro dia, Lucas acorda pra ir na casa do amigo:
L: Pablo, acorda, vai, que tenho que ir na casa do Léo.
P: Vai tu, Lu, tá muito calor lá fora e dormi pouco, me deixa aqui dormindo, depois quando voltar eu vou.
L: Uhh que sacana, me deixa sozinho. Beleza, fica aqui, se quiser ir antes pede pra minha mãe te abrir.
P: Beleza, beleza.
Lucas foi embora e Pablo ficou dormindo. Acorda ele com uma batidinha na porta do quarto. Era a Laura batendo:
L: Pablo, tá acordado? Preciso pegar uma coisa no quarto do Lucas. — Pablo ia responder que sim, mas ao notar que tava com o pau duro, teve uma ideia, queria ver se funcionava.
L: (batendo de novo) Pablo? Vou entrar...
Laura abre a porta, entra e quando olha pra baixo, onde tava o colchão que Pablo dormia, levou um susto. Pablo tava dormindo com o lençol sobre as coxas, sem cueca e com o pau todo duro. Tinha tirado a cueca de propósito. Queria mostrar o pau dele pra Laura pra ver se ela, ao ver a rola de 20cm toda dura, sentia vontade de fazer alguma coisa.
Queria abrir os olhos e ver o que a Laura fazia, porque não tinha ouvido mais nada desde que a porta abriu, mas queria esperar se a Laura fazia alguma coisa. Passaram uns segundos e ele ouve a porta fechar. Abre os olhos devagar, Laura tinha ido embora.
O mundo desabou pra ele. Tinha mostrado pra Laura, mesmo dormindo e "sem querer", o pau todo duro, e ela não fez nada. Não disse nada, não tentou tocar, nada. Pensou que talvez a encostada da noite anterior tinha sido bem leve, e que a imaginação e a vontade dele tinham exagerado a situação. Laura não parecia interessada nele.
Ele dormiu de novo. Não sonhou nada, levantou, olhou a hora, era quase meio-dia. Lucas ia voltar daqui a pouco, mas ele decidiu se vestir e ir pra casa antes do amigo chegar. Saiu do quarto, silêncio. Não queria cruzar com Laura pra ver se ainda por cima ela falava alguma coisa sobre ele ter dormido pelado e a noite anterior ter encontrado ele na porta do banheiro só de cueca e com o pau duro. Queria evitar outra situação constrangedora.
Foi pra sala, não tinha ninguém, cozinha, nada. Nenhum sinal de Laura. Aí ele escuta o som de um celular, tipo uma mensagem. Volta pra sala, mais uma mensagem. Aí percebe de onde vinha: o celular de Laura. Ela tinha saído e esquecido ele. Mais uma mensagem e outra.
Teve a ideia de pegar ele, pra sorte dele, não tinha senha nem nada. As mensagens eram de uma tal de Mônica. Sem entrar pra ler, na pré-visualização ele viu que as últimas 4 mensagens eram:
M: E aí, burra, não me deixa assim, o que rolou?
M: Eu não sei como você aguentou sem fazer nada
M: Eu se vejo um pau desse jeito não me seguro, meto na boca na hora
M: Não importa se é amigo do meu filho, não importa nada.
Pablo não entendia nada, que porra de mensagens eram aquelas? Ela tinha contado pra essa Mônica que tinha visto ele pelado? A curiosidade matou ele e ele decidiu ver todas as mensagens, subiu pro início do dia e o que viu fez ele arregalar os olhos:
L: Amiga, cê tá aí? Não sabe o que acabou de rolar
M: Oi Laurita, como cê tá? Fala, o que foi?
L: Escuta, isso fica entre a gente, hein, não pode contar pra ninguém
M: Ehh, o que foi amiga, conta
L: Te Acordou o Pablo, o amigo do Lucas que sempre te falo fica dormindo aqui em casa
M: O pauzudo? kkk
L: Ei! Esse mesmo..
M: Que foi? Comeu ele?
L: Ah não, boluda, como vou comer o Pablo?
M: Ué, se tu me disse que viu o volume dele umas vezes e marca um negócio enorme, eu não pensaria duas vezes.
L: Bom, mas tu é uma puta, eu não, ele é novo, é amigo do Lu.
M: Tá bom, tá bom, vamo ver, vai me contar?
L: Pra quê contar se posso te mostrar
E manda uma foto. ERA O PABLO DEITADO PELADO NO COLCHÃO NAQUELE MESMO DIA! Tinha tirado uma foto dele. Pablo não tinha percebido. A próxima mensagem era outra foto, dessa vez era A PIROCA DO PABLO EM PRIMEIRO PLANO, TOTALMENTE DURA. Tinha tirado 2 fotos, e Pablo achando que não tinha feito nada. A Laura tinha gostado e ainda já tinha contado pra amiga sobre ele, e sobre a piroca dele.
Continuou olhando as mensagens:
M: AH NÃO, OLHA ESSA PIROCAAAAAA
M: Como cê tirou essas fotos? Cê viu a piroca que ele tem? E ainda não comeu ele, tu é mais burra, amiga, me desculpa.
L: Tinha que te mostrar, essa piroca me deixa louca, assim que vi fiquei toda molhada, tive que trocar a calcinha fio dental.
M: Eu tô me molhando agora, vai e come ele, gata, o que cê espera?
L: Não posso, é amigo do meu filho, não posso fazer nada
M: Como não pode fazer nada? Laura, tu é uma gostosa, qualquer uma daria tudo pra ter teu corpo e tu tem na sua própria casa um cara com uma piroca enorme e não vai fazer nada?
L: E o que eu faço? Chego nele? E se ele não quiser? Certeza que ele come umas minas de 20 anos muito mais lindas e com corpo melhor que o meu. Imagina se ele conta pro Lu, não me perdoaria.
M: Laura, me escuta, os caras hoje em dia só querem uma coisa. Comer.
M: Faz uma coisa, começa a provocar ele, mas de leve, sem ser tão óbvia.
L: Como?
M: Ué, fala umas coisas, tipo Oi lindo, ou que roupa bonita. Empina a bunda pra ver se ele olha. Anda de biquíni se fazendo de sonsa ou passa de camisola na frente dele, essas coisas. Vê se ele faz alguma coisa.
L: Hmm, sei não, imagina se ele conta pro Lu.
M: Não vai contar não fala nada, provoca ele, mostra alguma coisa se fazendo de desentendida, qualquer coisa. Você vai ver que ele embarca.
L: Beleza, vou ver, tenho que ir fazer compras. A gente se fala depois...
Pablo ficou chocado. Não podia acreditar no que tinha visto. Laura tinha se excitado com o pau dele. Ele tinha que tomar a iniciativa. Mas decidiu esperar pra ver o que ela faria. Como ela ia provocá-lo, até que nenhum dos dois aguentasse mais.
Continua...
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