...Esperei uns minutos, ouvi ela colocar música e daí ela fala: Vem, entra, mas entra de cueca... Algo que eu já tinha feito antes dela pedir.
Entrei no quarto e vocês não imaginam o que encontrei: .... Cama king size, luzes que davam um tom sépia no ambiente todo, Janis Joplin tocando de fundo e Carla de joelhos na cama com uma camisola preta justinha que marcava todas as curvas dela.
Vem, papi, entra que a gente vai se divertir pra caralho, a "Tia Carla" vai te ensinar umas coisinhas.
Me aproximo da cama, coloco um joelho em cima, acaricio o pescoço dela levando minha mão até o rosto e, quando chego na boca, enfio o polegar pra dentro pra ela chupar e deixar todo babado. Enquanto fazia isso, ela gemia, e aí percebi por onde tinha que começar.
Deitei ela devagar no travesseiro, e enquanto lambia a orelha dela, sussurrava no ouvido: "_Vou te beijar inteira, e me desculpa se esquecer alguma parte, mas vou saborear você de ponta a ponta.
Da orelha, no pescoço, do pescoço ao peito, sempre tentando manter a língua molhada, lamber os bicos dos peitos faz você babar pra caralho. Fiquei chupando eles por um bom tempo enquanto fazia cócegas nas pernas dela com a ponta dos meus dedos.Quando eu desço, em vez de ir direto ao assunto, vou direto pra entreperna, passo minha língua ali só pra ouvir ela gemer e sentir como ela ficava cada vez mais tarada.
Em um momento, ela me agarra pelos cabelos e pede pra eu não perder muito tempo ali, que quer me sentir dentro o mais rápido possível. Dou uns beijos bem babados na buceta dela, que não estava depilada, mas estava aparada como uma barbinha, e estava uma delícia. Ela devia ter se perfumado antes de eu entrar, aí pedi pra ela levantar as pernas, porque queria lamber o cu dela.
Ela levantou as duas pernas e eu virei um lobo, passei a língua por todo aquele esfíncter, enfiava a pontinha e ela se revirava na cama me segurando forte pelo cabelo.
— Vem aqui! Vem aqui! Me fode! Agora mesmo... devagar.
Eu tomei a calma de pegar na minha pica, colocar a cabeça primeiro e bem devagar enfiar, centímetro por centímetro até meter tudo... e depois tirar bem devagar. Isso é algo que garanto que vai funcionar pra vocês, porque as mulheres amam isso, mesmo quando estão bem molhadas.
Ela nem olhava nos meus olhos, mordia o travesseiro e me arranhava as costas... até que eu comecei a acelerar e a dominar ela. Segurei os pulsos dela e comecei a me mexer o mais rápido e preciso que podia, sentindo como a Carla se inundava por dentro, e eu ficava louco com o barulhinho da minha pica entrando e saindo dali.
Pedi pra gente trocar de posição, perguntei se ela tinha alguma favorita, e sem dizer nada ela ficou de quatro: "Essa você gosta?" Eu só sorri.
Quando eu estava prestes a penetrar ela de novo, ela disse: "Você não colocou camisinha?" E era óbvio que não, em nenhum momento eu me liguei nisso! Ela abriu a gaveta do criado-mudo e tirou uma. "Olha se essa não tá vencida, não tô com meus óculos."
Por sorte, não estava vencida, mas nesse tempo todo tinha broxado um pouco, ela percebeu e foi direto chupar ela. Eu sentia como ela ficava mais grossa dentro da boca dela. e quando ficou bem dura, tirei da boca e ela disse: "não demora"... E aí se colocou de quatro.
Enquanto passava minhas unhas curtas pelas costas dela, me ajeitei pra meter com conforto, e comecei a montar nela. Pra deixar ela mais puta, tentei falar: "Cê gosta disso, hein? É uma putinha safada, não é? Mas tem uma raba muito gostosa." Ela gemia, e quanto mais sujo eu falava, mais ela gritava. Acelerei o ritmo e, enquanto dizia tudo o que ela tinha de promíscua, ela deu um berro e começou a rebolar o rabo pra todo lado, dando sentadas no meu púbis.
Foi aí que ela esticou uma mão pra trás e enfiou o dedo indicador no cu, enfiava e tirava, enfiava e tirava, e os olhos dela viravam... Quando chegou no orgasmo, senti a buceta dela apertando meu pau enquanto eu tava dentro, e entre o suor e os fluidos, estávamos completamente encharcados.
Terminamos largados na cama, recuperando o fôlego, olhando pro teto. Ela estava toda descabelada e com a maquiagem borrada, mas com um sorriso lindo. Me pede pra pegar a carteira de cigarros, uns Marlboro Light, me oferece um, aceito e fumamos um cada um.
Ela levantou da cama, vestiu um roupão de seda vermelha desabotoado, andou semi-nua até a bolsa e tirou o dinheiro pra me pagar. Me deu 100 euros, olhou nos meus olhos, sorriu e disse: "Você mereceu cada centavo."
Na sequência, me pede desculpa, mas que precisava dormir. Me ofereceu pra ficar pra tomar um banho e dormir, mas no quarto de hóspedes. Não tive escolha a não ser aceitar, não ia fazer drama por não ter gozado.
Essas são as regras do jogo, amigos. Ganhei dinheiro por receber prazer, e se tão se perguntando o que aconteceu depois, não vou mentir... Tomei aquele banho e fiz uma punheta braba.
Tive um sexo incrível com uma coroa e ganhei uma grana, mas algumas clientas que vieram depois são outra história completamente diferente. diferentes.
Entrei no quarto e vocês não imaginam o que encontrei: .... Cama king size, luzes que davam um tom sépia no ambiente todo, Janis Joplin tocando de fundo e Carla de joelhos na cama com uma camisola preta justinha que marcava todas as curvas dela.
Vem, papi, entra que a gente vai se divertir pra caralho, a "Tia Carla" vai te ensinar umas coisinhas.
Me aproximo da cama, coloco um joelho em cima, acaricio o pescoço dela levando minha mão até o rosto e, quando chego na boca, enfio o polegar pra dentro pra ela chupar e deixar todo babado. Enquanto fazia isso, ela gemia, e aí percebi por onde tinha que começar.
Deitei ela devagar no travesseiro, e enquanto lambia a orelha dela, sussurrava no ouvido: "_Vou te beijar inteira, e me desculpa se esquecer alguma parte, mas vou saborear você de ponta a ponta.
Da orelha, no pescoço, do pescoço ao peito, sempre tentando manter a língua molhada, lamber os bicos dos peitos faz você babar pra caralho. Fiquei chupando eles por um bom tempo enquanto fazia cócegas nas pernas dela com a ponta dos meus dedos.Quando eu desço, em vez de ir direto ao assunto, vou direto pra entreperna, passo minha língua ali só pra ouvir ela gemer e sentir como ela ficava cada vez mais tarada.
Em um momento, ela me agarra pelos cabelos e pede pra eu não perder muito tempo ali, que quer me sentir dentro o mais rápido possível. Dou uns beijos bem babados na buceta dela, que não estava depilada, mas estava aparada como uma barbinha, e estava uma delícia. Ela devia ter se perfumado antes de eu entrar, aí pedi pra ela levantar as pernas, porque queria lamber o cu dela.
Ela levantou as duas pernas e eu virei um lobo, passei a língua por todo aquele esfíncter, enfiava a pontinha e ela se revirava na cama me segurando forte pelo cabelo.
— Vem aqui! Vem aqui! Me fode! Agora mesmo... devagar.
Eu tomei a calma de pegar na minha pica, colocar a cabeça primeiro e bem devagar enfiar, centímetro por centímetro até meter tudo... e depois tirar bem devagar. Isso é algo que garanto que vai funcionar pra vocês, porque as mulheres amam isso, mesmo quando estão bem molhadas.
Ela nem olhava nos meus olhos, mordia o travesseiro e me arranhava as costas... até que eu comecei a acelerar e a dominar ela. Segurei os pulsos dela e comecei a me mexer o mais rápido e preciso que podia, sentindo como a Carla se inundava por dentro, e eu ficava louco com o barulhinho da minha pica entrando e saindo dali.
Pedi pra gente trocar de posição, perguntei se ela tinha alguma favorita, e sem dizer nada ela ficou de quatro: "Essa você gosta?" Eu só sorri.
Quando eu estava prestes a penetrar ela de novo, ela disse: "Você não colocou camisinha?" E era óbvio que não, em nenhum momento eu me liguei nisso! Ela abriu a gaveta do criado-mudo e tirou uma. "Olha se essa não tá vencida, não tô com meus óculos."
Por sorte, não estava vencida, mas nesse tempo todo tinha broxado um pouco, ela percebeu e foi direto chupar ela. Eu sentia como ela ficava mais grossa dentro da boca dela. e quando ficou bem dura, tirei da boca e ela disse: "não demora"... E aí se colocou de quatro.
Enquanto passava minhas unhas curtas pelas costas dela, me ajeitei pra meter com conforto, e comecei a montar nela. Pra deixar ela mais puta, tentei falar: "Cê gosta disso, hein? É uma putinha safada, não é? Mas tem uma raba muito gostosa." Ela gemia, e quanto mais sujo eu falava, mais ela gritava. Acelerei o ritmo e, enquanto dizia tudo o que ela tinha de promíscua, ela deu um berro e começou a rebolar o rabo pra todo lado, dando sentadas no meu púbis.
Foi aí que ela esticou uma mão pra trás e enfiou o dedo indicador no cu, enfiava e tirava, enfiava e tirava, e os olhos dela viravam... Quando chegou no orgasmo, senti a buceta dela apertando meu pau enquanto eu tava dentro, e entre o suor e os fluidos, estávamos completamente encharcados.
Terminamos largados na cama, recuperando o fôlego, olhando pro teto. Ela estava toda descabelada e com a maquiagem borrada, mas com um sorriso lindo. Me pede pra pegar a carteira de cigarros, uns Marlboro Light, me oferece um, aceito e fumamos um cada um.
Ela levantou da cama, vestiu um roupão de seda vermelha desabotoado, andou semi-nua até a bolsa e tirou o dinheiro pra me pagar. Me deu 100 euros, olhou nos meus olhos, sorriu e disse: "Você mereceu cada centavo."
Na sequência, me pede desculpa, mas que precisava dormir. Me ofereceu pra ficar pra tomar um banho e dormir, mas no quarto de hóspedes. Não tive escolha a não ser aceitar, não ia fazer drama por não ter gozado.
Essas são as regras do jogo, amigos. Ganhei dinheiro por receber prazer, e se tão se perguntando o que aconteceu depois, não vou mentir... Tomei aquele banho e fiz uma punheta braba.
Tive um sexo incrível com uma coroa e ganhei uma grana, mas algumas clientas que vieram depois são outra história completamente diferente. diferentes.
3 comentários - Meu Primeiro Dia Como Prostituto (Parte 2)
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