Corria o mês de maio. Meu pai tinha ido farrear em Madri, na Feira de São Isidro. Minha irmã estava estudando num cursinho particular pra passar no vestibular, e só ficaram em casa eu e minha mãe.
Eu sou magro, altura normal e moreno. Ela é mais alta que eu, tem 1,76m, 40 anos, cabelão comprido, magrinha mas com um corpo bem torneado e um peito lindo, tamanho 95 e bem formado, nada caído. Eu me chamo Manuel e ela, Trini.
No fim de semana, como tava calor e na cidade é um tédio, decidimos ir pra nossa casa de verão num povoado do Litoral Norte da Espanha.
Chegamos na sexta. Jantamos umas pizzas e de noite saímos pra tomar umas. E quisemos ver às 9 o pôr do sol maravilhoso de toda cidade costeira.
Fomos pro porto e sentamos numa escada onde quase não tem ninguém, vendo o sol se despedir, com uns copinhos a mais…; Olhei pra ela e a vi como uma mulher super gostosa. Ela tinha o maxilar marcado e um pescoço musculoso, que a deixavam jovem e atraente. Ela me olhou e sorriu. E, confiante, baixei o olhar até o peito dela. Ela tava com uma blusa e uma jaqueta meio decotadas. E me deliciei com a vista. Era notório e minha mãe olhou pra baixo pra ver o que eu tava olhando:
– O que cê tá olhando, Lolo?
– Isso aqui. – E de repente, impulsivamente e sem pensar, levei minha mão até o peito dela, e apalpei por cima da jaqueta, e senti ele carnudo e duro.
Minha mãe levantou surpresa, mas não brava:
– Mas o que cê tá fazendo? Vamos, bora.
E no sábado decidimos ir pra uma praia distante, com pouca gente, porque já tava fazendo bastante calor.
Ela tinha uma figura esplêndida, alta, sem nenhuma gordura, e com um peito de revista, muito estiloso. Não consegui parar de olhar pra ela a tarde toda. Enquanto caminhávamos na beira do mar, olhava o corpo dela, não tirava o olho, e a via como uma mulher muito apetitosa, esquecendo completamente que era minha própria mãe, a quem chamava de mãe. Pra mim era Trini, uma mulher linda de 38 anos. Decidimos ir pras pedras, onde sentamo pra pegar um sol.
De novo olhei pra ela e meu olhar ficou preso no decote dela, lindo…
Ela disse rindo: – Mas de novo, amor?. Cê tá olhando pra onde?
E de novo acariciei o peito esquerdo dela, apalpando, e pra disfarçar um pouco falei:
– É que eles são tão gostosos e eu gosto muito deles.
Dessa vez durou mais do que os três segundinhos do porto, e ela não reclamou. Ela baixou o olhar, talvez também por instinto, e ficou no meu volume, que já tava inchando pela Bermuda:
– E você? Não posso olhar também?
Astutamente provoquei:
– Cê tá olhando pra onde?
E ela com a mão tocou um pouco no meu volume. E eu me deixei levar completamente. Agarrou o pau excitado e disse rindo:
– Nossa, como cê tá!. Melhor a gente ir.
E enquanto íamos pro nosso lugar, olhei pra bunda dela, que balançava no ritmo dos passos, com umas carnes perfeitas. E, como já tava um clima, acariciei o rabo dela. Ela fez cara de surpresa, e eu respondi:
– É que eu ainda não tinha tocado, hehehehe.
– Eu vou te estrangular, sem-vergonha, ela disse de brincadeira enquanto me abraçava e eu sentia os peitos dela nas minhas costas.
Chegou a noite, e tava muito frio, e não tínhamos edredom por perto. Então, levantamo e só tinha uma bolsa de água quente esquecida ali. E ela disse:
– Olha, vamo dormir na minha cama, que só tem uma bolsa e não vamo pegar um resfriado por uma bobagem dessas. Além disso, você é meu filho e não é nada demais a gente dormir uma noite na mesma cama. Tá bom pra você?
– Pra mim, tô adorando.
Tava os dois de barriga pra cima, e ela do meu lado direito. E ela se levantou um pouco pra colocar o despertador, que tava na mesinha da minha esquerda, e logicamente colocou o peito em cima do meu, enquanto o cabelo dela roçava nas minhas bochechas, e eu fiquei excitado na hora.
– Fica assim, por favor, mamãe.
– Cê é muito safado, né?. E na sequência ela mordiscou meu rosto de brincadeira, enquanto beliscava minha barriga.
– Sim, mas aposto que cê não tem coragem de me beijar. Você é bem liberal e moderna, mas aposto que não faz isso.
– Quer ver que eu faço?
E na mesma hora, enfiou a língua inteira na minha boca. Era um beijo de língua com a minha mãe!!!
Chupei a língua dela como se fosse um doce e nossos lábios se chocaram com muito carinho, enquanto ela acariciava meu cabelo.
– Nossa, querido…, a gente foi longe demais. Onde é que a gente pode terminar isso?
– Mãe, a gente tá se divertindo, não tá? Além disso, você prometeu na Praia que ia me mostrar seu peito hoje.
– Eu? Mentiroso! Você é um trapaceiro.
– Por favor…!, eu já toquei neles.
– Mas você faz tanta questão assim? Hummmmmmmmmmmm.
– Vai, mamãe, meus amigos veem as mães deles saindo do banho e acham super normal e natural.
– Bom, também não vejo nada de errado nisso. E assim quem sabe você para de me olhar o dia inteiro, hehehehe
Ela desabotoou um pouquinho o pijama e tirou o sutiã, e aquele peito branco e redondo ficou à mostra, com aquele mamilo rosado lindo. E sem pedir permissão, acariciei ele devagar e com ternura, e ela fechou os olhos.
– Bom, você já me conhece. E eu? Vou ter que te conhecer também. Já faz seis anos que não vejo suas partes. Tô morrendo de curiosidade pra ver como cresceram.
Eu tirei a pica pra fora, que tava prestes a explodir. E levei a mão dela até meu pau. Ela sentiu a dureza, e eu toquei o peito dela de novo, brincando com a carne, apertando de leve com os dedos. Provavelmente por instinto ou pela excitação dela, mamãe começou a acariciar minha pica, e eu implorei.
– Por favor, não para. Continua assim, mamãe.
– Mas tá duríssima e fervendo. Olha, já sei até onde você quer chegar…; e deu um sorrisinho safado e malicioso, desviando a atenção pro meu pau, porque com certeza adoraria ver o filhinho gozando.
E de repente, jorrou um esguicho que foi até meu peito.
– Nossa, Lolo! Quase meio litro.
– Agora posso te chamar de amor, Mamãe?
– Vamos dormir, querido, e se você contar pra alguém, pode rezar, hein?
No dia seguinte, eu falei:
– Como hoje a gente vai embora e vai demorar muito pra ficar sozinhos de novo, só você e — Ei, por favor, será que a gente podia tomar banho junto? (como despedida).
— Olha, pra mim não tem problema. A gente se permitiu uma aventurinha pra se conhecer melhor, amor. No fim, a gente se conhece cada poro. Vamos!
A gente entrou no chuveiro.
— Nossa, como você já tá, hein? Meu filho é um fogoso. A verdade é que você não puxou ao seu pai, Lolo.
Eu rocei meu pau bem duro o máximo que pude nela, colando na rachinha da bunda dela, mas ela me dizia:
— Vamos, Manuel, vamos sair que já tô assustada com o que poderia ou até pode acontecer.
— Tá, eu saio, mas se a gente se secar junto.
— Chantagista!
Eu tava bem perto da minha mãe, pele com pele, com os dois peitos lindos dela colados em mim, e ela com o cabelo comprido e cacheado molhado. Não aguentei mais, e beijei o pescoço dela.
— Aiiiiiii, quieto, amor, não me excita.
Eu me agachei e cheguei até o queixo dela, que fiquei mordiscando, e ela não parava de suspirar, eu sentindo os peitos dela ainda mais perto.
Mas eu toquei a buceta dela, sentindo os lábios já molhados, e beijei um peito.
— Vem, querido, vamos nos secar na cama.
Ainda molhados, eu deitei de barriga pra cima, e ela em cima de mim, foi me secando. Chegou no meu pau, e secava ele com a toalha, enquanto me olhava com os peitos de fora e todo o esplendor dela recém-saída do chuveiro.
Não aguentei mais, me levantei e beijei ela como um amante, com paixão, trocando saliva e chupando a língua e os lábios dela, e joguei a toalha. A mão dela já acariciava meu pau pelado. Desci minha língua até o pescoço dela e acariciei com as duas mãos o peito dela.
— Não aguento mais, Manuel!
Ela subiu em cima de mim e roçava a buceta dela na minha cabeça do pau, que quase entrava sozinho.
— Mamãe! Você é linda.
Os peitos dela balançavam com o vai e vem, e eu toquei eles de novo, e guiava o movimento dela, até que consegui enfiar tudo…
— Mamãe, a gente tá fazendo isso!!!!!
— Manuel, relaxa, aproveita, querido. E segura, não goza logo.
Meu pau entrava e saía sem problema. E encaixava perfeitamente na minha mãe.
Eu agarrei ela pelos ombros Eu puxei ela pra perto. A gente se uniu por completo e trocamos um beijão de língua, enquanto eu passava a mão na bunda dela e marcava o ritmo.
— Ahhhhhhhhhhhh, continua, Lolo, por favor… continua. Isso, beija meu pescoço, amor…
— Mãe, eu te amo. Ahhhhhhhhhhhh
E de repente, apertei ela ainda mais contra mim e gozei com tudo dentro da minha mãe, enquanto acariciava os cabelos dela e beijava seus lábios de novo.
— Como eu fui, Mãe?
— Olha, se seu pai aprendesse a me beijar assim, eu seria mais feliz. Mas vai ser nosso segredo, tá? Amo seu pai, e isso foi só uma aventura.
E ela me beijou de novo.
Não conseguimos fazer mais nada, porque não estávamos sozinhos e a magia não rolou de novo. Mas nove meses depois, mamãe deu à luz uma menina. Ela nunca me disse se era do meu pai ou minha. Nem ela saberia, porque naquela segunda-feira ela trepou com meu pai como uma louca.
FIM
Eu sou magro, altura normal e moreno. Ela é mais alta que eu, tem 1,76m, 40 anos, cabelão comprido, magrinha mas com um corpo bem torneado e um peito lindo, tamanho 95 e bem formado, nada caído. Eu me chamo Manuel e ela, Trini.
No fim de semana, como tava calor e na cidade é um tédio, decidimos ir pra nossa casa de verão num povoado do Litoral Norte da Espanha.
Chegamos na sexta. Jantamos umas pizzas e de noite saímos pra tomar umas. E quisemos ver às 9 o pôr do sol maravilhoso de toda cidade costeira.
Fomos pro porto e sentamos numa escada onde quase não tem ninguém, vendo o sol se despedir, com uns copinhos a mais…; Olhei pra ela e a vi como uma mulher super gostosa. Ela tinha o maxilar marcado e um pescoço musculoso, que a deixavam jovem e atraente. Ela me olhou e sorriu. E, confiante, baixei o olhar até o peito dela. Ela tava com uma blusa e uma jaqueta meio decotadas. E me deliciei com a vista. Era notório e minha mãe olhou pra baixo pra ver o que eu tava olhando:
– O que cê tá olhando, Lolo?
– Isso aqui. – E de repente, impulsivamente e sem pensar, levei minha mão até o peito dela, e apalpei por cima da jaqueta, e senti ele carnudo e duro.
Minha mãe levantou surpresa, mas não brava:
– Mas o que cê tá fazendo? Vamos, bora.
E no sábado decidimos ir pra uma praia distante, com pouca gente, porque já tava fazendo bastante calor.
Ela tinha uma figura esplêndida, alta, sem nenhuma gordura, e com um peito de revista, muito estiloso. Não consegui parar de olhar pra ela a tarde toda. Enquanto caminhávamos na beira do mar, olhava o corpo dela, não tirava o olho, e a via como uma mulher muito apetitosa, esquecendo completamente que era minha própria mãe, a quem chamava de mãe. Pra mim era Trini, uma mulher linda de 38 anos. Decidimos ir pras pedras, onde sentamo pra pegar um sol.
De novo olhei pra ela e meu olhar ficou preso no decote dela, lindo…
Ela disse rindo: – Mas de novo, amor?. Cê tá olhando pra onde?
E de novo acariciei o peito esquerdo dela, apalpando, e pra disfarçar um pouco falei:
– É que eles são tão gostosos e eu gosto muito deles.
Dessa vez durou mais do que os três segundinhos do porto, e ela não reclamou. Ela baixou o olhar, talvez também por instinto, e ficou no meu volume, que já tava inchando pela Bermuda:
– E você? Não posso olhar também?
Astutamente provoquei:
– Cê tá olhando pra onde?
E ela com a mão tocou um pouco no meu volume. E eu me deixei levar completamente. Agarrou o pau excitado e disse rindo:
– Nossa, como cê tá!. Melhor a gente ir.
E enquanto íamos pro nosso lugar, olhei pra bunda dela, que balançava no ritmo dos passos, com umas carnes perfeitas. E, como já tava um clima, acariciei o rabo dela. Ela fez cara de surpresa, e eu respondi:
– É que eu ainda não tinha tocado, hehehehe.
– Eu vou te estrangular, sem-vergonha, ela disse de brincadeira enquanto me abraçava e eu sentia os peitos dela nas minhas costas.
Chegou a noite, e tava muito frio, e não tínhamos edredom por perto. Então, levantamo e só tinha uma bolsa de água quente esquecida ali. E ela disse:
– Olha, vamo dormir na minha cama, que só tem uma bolsa e não vamo pegar um resfriado por uma bobagem dessas. Além disso, você é meu filho e não é nada demais a gente dormir uma noite na mesma cama. Tá bom pra você?
– Pra mim, tô adorando.
Tava os dois de barriga pra cima, e ela do meu lado direito. E ela se levantou um pouco pra colocar o despertador, que tava na mesinha da minha esquerda, e logicamente colocou o peito em cima do meu, enquanto o cabelo dela roçava nas minhas bochechas, e eu fiquei excitado na hora.
– Fica assim, por favor, mamãe.
– Cê é muito safado, né?. E na sequência ela mordiscou meu rosto de brincadeira, enquanto beliscava minha barriga.
– Sim, mas aposto que cê não tem coragem de me beijar. Você é bem liberal e moderna, mas aposto que não faz isso.
– Quer ver que eu faço?
E na mesma hora, enfiou a língua inteira na minha boca. Era um beijo de língua com a minha mãe!!!
Chupei a língua dela como se fosse um doce e nossos lábios se chocaram com muito carinho, enquanto ela acariciava meu cabelo.
– Nossa, querido…, a gente foi longe demais. Onde é que a gente pode terminar isso?
– Mãe, a gente tá se divertindo, não tá? Além disso, você prometeu na Praia que ia me mostrar seu peito hoje.
– Eu? Mentiroso! Você é um trapaceiro.
– Por favor…!, eu já toquei neles.
– Mas você faz tanta questão assim? Hummmmmmmmmmmm.
– Vai, mamãe, meus amigos veem as mães deles saindo do banho e acham super normal e natural.
– Bom, também não vejo nada de errado nisso. E assim quem sabe você para de me olhar o dia inteiro, hehehehe
Ela desabotoou um pouquinho o pijama e tirou o sutiã, e aquele peito branco e redondo ficou à mostra, com aquele mamilo rosado lindo. E sem pedir permissão, acariciei ele devagar e com ternura, e ela fechou os olhos.
– Bom, você já me conhece. E eu? Vou ter que te conhecer também. Já faz seis anos que não vejo suas partes. Tô morrendo de curiosidade pra ver como cresceram.
Eu tirei a pica pra fora, que tava prestes a explodir. E levei a mão dela até meu pau. Ela sentiu a dureza, e eu toquei o peito dela de novo, brincando com a carne, apertando de leve com os dedos. Provavelmente por instinto ou pela excitação dela, mamãe começou a acariciar minha pica, e eu implorei.
– Por favor, não para. Continua assim, mamãe.
– Mas tá duríssima e fervendo. Olha, já sei até onde você quer chegar…; e deu um sorrisinho safado e malicioso, desviando a atenção pro meu pau, porque com certeza adoraria ver o filhinho gozando.
E de repente, jorrou um esguicho que foi até meu peito.
– Nossa, Lolo! Quase meio litro.
– Agora posso te chamar de amor, Mamãe?
– Vamos dormir, querido, e se você contar pra alguém, pode rezar, hein?
No dia seguinte, eu falei:
– Como hoje a gente vai embora e vai demorar muito pra ficar sozinhos de novo, só você e — Ei, por favor, será que a gente podia tomar banho junto? (como despedida).
— Olha, pra mim não tem problema. A gente se permitiu uma aventurinha pra se conhecer melhor, amor. No fim, a gente se conhece cada poro. Vamos!
A gente entrou no chuveiro.
— Nossa, como você já tá, hein? Meu filho é um fogoso. A verdade é que você não puxou ao seu pai, Lolo.
Eu rocei meu pau bem duro o máximo que pude nela, colando na rachinha da bunda dela, mas ela me dizia:
— Vamos, Manuel, vamos sair que já tô assustada com o que poderia ou até pode acontecer.
— Tá, eu saio, mas se a gente se secar junto.
— Chantagista!
Eu tava bem perto da minha mãe, pele com pele, com os dois peitos lindos dela colados em mim, e ela com o cabelo comprido e cacheado molhado. Não aguentei mais, e beijei o pescoço dela.
— Aiiiiiii, quieto, amor, não me excita.
Eu me agachei e cheguei até o queixo dela, que fiquei mordiscando, e ela não parava de suspirar, eu sentindo os peitos dela ainda mais perto.
Mas eu toquei a buceta dela, sentindo os lábios já molhados, e beijei um peito.
— Vem, querido, vamos nos secar na cama.
Ainda molhados, eu deitei de barriga pra cima, e ela em cima de mim, foi me secando. Chegou no meu pau, e secava ele com a toalha, enquanto me olhava com os peitos de fora e todo o esplendor dela recém-saída do chuveiro.
Não aguentei mais, me levantei e beijei ela como um amante, com paixão, trocando saliva e chupando a língua e os lábios dela, e joguei a toalha. A mão dela já acariciava meu pau pelado. Desci minha língua até o pescoço dela e acariciei com as duas mãos o peito dela.
— Não aguento mais, Manuel!
Ela subiu em cima de mim e roçava a buceta dela na minha cabeça do pau, que quase entrava sozinho.
— Mamãe! Você é linda.
Os peitos dela balançavam com o vai e vem, e eu toquei eles de novo, e guiava o movimento dela, até que consegui enfiar tudo…
— Mamãe, a gente tá fazendo isso!!!!!
— Manuel, relaxa, aproveita, querido. E segura, não goza logo.
Meu pau entrava e saía sem problema. E encaixava perfeitamente na minha mãe.
Eu agarrei ela pelos ombros Eu puxei ela pra perto. A gente se uniu por completo e trocamos um beijão de língua, enquanto eu passava a mão na bunda dela e marcava o ritmo.
— Ahhhhhhhhhhhh, continua, Lolo, por favor… continua. Isso, beija meu pescoço, amor…
— Mãe, eu te amo. Ahhhhhhhhhhhh
E de repente, apertei ela ainda mais contra mim e gozei com tudo dentro da minha mãe, enquanto acariciava os cabelos dela e beijava seus lábios de novo.
— Como eu fui, Mãe?
— Olha, se seu pai aprendesse a me beijar assim, eu seria mais feliz. Mas vai ser nosso segredo, tá? Amo seu pai, e isso foi só uma aventura.
E ela me beijou de novo.
Não conseguimos fazer mais nada, porque não estávamos sozinhos e a magia não rolou de novo. Mas nove meses depois, mamãe deu à luz uma menina. Ela nunca me disse se era do meu pai ou minha. Nem ela saberia, porque naquela segunda-feira ela trepou com meu pai como uma louca.
FIM
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