Agora vou contar como, por um descuido, passei por uma das piores experiências da minha vida.
Tenho 27 anos e saio com uma mina um pouco mais nova que eu, de 22 anos. Ela é uma gostosa, não é uma modelo de playboy, mas qualquer um com certeza ia querer pegar ela. Ela é morena de cabelo, bem branquinha de pele, tem cerca de um metro e setenta, o cabelo é bem comprido, sem exageros, e uma franja bem cuidada cai de um jeito bem sexy na frente dos olhos. A boca dela é pequena, mas com lábios carnudos, e os olhos são verdes e grandes.
Uma noite, depois de ir ao banquete de casamento de uns amigos, tivemos que pegar um táxi, porque nenhum de nós dois dirigia e, pra voltar pra casa, ninguém pôde nos dar carona.
O negócio é que, assim que o táxi chegou, já vi o taxista olhando minha mina de cima a baixo, o que não era surpresa, já que ela tava usando um vestido sem alças, justinho nos peitos, que eram tamanho 100. O vestido era mais soltinho na altura das coxas e ia até os joelhos. Ela tava de meia-calça preta de liga e sapato preto também, com salto agulha de uns seis centímetros, ou seja, não muito alto, mas o suficiente pra realçar a bunda e dar um charme extra nas pernas dela, que já eram sexys e bem torneadas por si só.
Ao chegar no destino, o preço do táxi passou do que a gente tinha no momento, então não soubemos o que fazer.
O taxista, um senhor gordo, baixinho, uns cinquenta e poucos anos, careca, com cara de poucos amigos, ficava repetindo: "Que porra vocês vão fazer? Como é que vão me pagar?"
Eu falei pra ele me deixar descer que eu ia buscar dinheiro, e ele respondeu: "Já sei, já sei, o velho truque de deixar o taxista na mão, esperando. Nada disso, vou chamar a polícia agora mesmo e eles resolvem isso."
Minha namorada gritou: "Não, por favor, não precisa! A gente vai pagar, juro!"
O taxista então disse: "Ah, é? Quero ver isso, sua putinha."
Com essa fala, eu me irritei e perguntei: "Que porra você pensa que é?", e ele respondeu: "Sua namorada é uma gostosa, tenho certeza."
Indignado, mas com medo por causa da falta de dinheiro e da ameaça de chamar a polícia, preferi não dar trela, pra não dar mais motivo pra ele ligar pros policiais com meus xingamentos em defesa da minha namorada. Então calei a boca.
Depois de um breve silêncio, o taxista falou: "Bom, galera, já sei como vocês vão me pagar. Sua putinha, me dá um dos seus sapatos."
Minha namorada, estranhando, olhou pra mim e não sabia o que fazer. Ela disse: "Se o senhor quiser, dou os dois, se for só isso que precisa pra perdoar a conta."
O taxista sorriu e respondeu: "Você me dá um sapato e cala a boca."
Minha namorada tirou um dos sapatos de salto preto e entregou pra ele.
O taxista cheirou o sapato e pareceu curtir, porque disse: "Que cheiro bom dos seus pezinhos e das suas meias…"
Em seguida, lambeu o salto e a parte de dentro do sapato.
Depois, devolveu o sapato pra minha namorada e falou: "Quero que você acaricie minha cara com o pé descalço, mas com a meia ainda."
Minha namorada olhou pra mim de novo, e eu concordei com o olhar, já que, no fim das contas, que diferença fazia essa merda fetichista? Talvez depois ele deixasse a gente ir.
Minha namorada teve que fazer um movimento acrobático pra passar uma das pernas do banco de trás até onde o taxista estava. tocar com o pé no rosto dele.
Ao fazer isso, o vestido dela subiu e deu pra ver a borda das meias da minha namorada e a liga preta dela, o que fez o taxista tremer de tesão, ou pelo menos foi o que pensei na hora.
O taxista disse: enfia seus dedinhos do pé na minha boca, gostosa. A essa nova ordem, minha namorada obedeceu e enfiou levemente os dedinhos na boca do velho taxista, embora odiasse ser chamada de gostosa.
O taxista disse: muito bem, desce do carro, e minha namorada desceu.
O taxista foi até ela e disse: abaixa e chupa meu pau.
Diante dessa ordem, desci do táxi e falei: isso já é demais, chama a polícia se quiser, mas minha namorada não é uma puta de rua, tá? Já aguentamos demais.
Com esse comentário, minha namorada disse: querido, não podemos chamar a polícia, lembra que eu tenho antecedentes por roubo num shopping? Uma nova mancha no meu histórico ia acabar com qualquer chance de arrumar emprego.
O taxista sorriu e disse: então, vai chupar ou não?
Minha namorada, sem dizer uma palavra, se abaixou, ficando de cócoras na frente do taxista, e dava pra ver de novo a borda das meias dela e o ligueiro. O taxista ainda puxou o sutiã dela, já que puxou o vestido sem alças, deixando ele todo amontoado na cintura dela.
Vai, chupa, puta, que puta pinta você tem assim vestida, achava que ia recompensar seu namorado depois da noite, né? Pois antes vai me recompensar. Vai, começa e faz direito pra eu gostar.
Minha namorada, abaixada, de cócoras e aguentando fácil aquela posição graças aos saltos, puxou o pau do taxista, que assim como o dono, era gordo e feio, e sem pensar, enfiou ele na boca de uma vez.
Que cena, uma mina gostosa, vestida do jeito mais erótico possível com esses saltos e essas meias, chupando um velho gordo e feio e ainda por cima, minha namorada rebaixada ao nível de uma puta de esquina.
Logo o taxista começou a gemer e falou pra minha namorada: para, para, puta, vou gozar, abre a boca… minha namorada obedeceu e o taxista tirou a rola da boca dela e, colocando o pau na altura dos olhos dela, começou a gozar, enchendo a carinha dela toda de porra grossa e quente.
Minha namorada ficou com a língua pra fora e o taxista mandou ela catar toda a porra que conseguisse e engolir.
Um fio grosso de esperma ficou pendurado no queixo dela, enquanto outros iam escorrendo pelos lábios e pelas maçãs do rosto.
Na hora, o motorista de táxi me ordenou: "Você, entra no carro e senta na frente, que essa sua putinha e eu, ou melhor, minha putinha e eu vamos nos divertir agora."
Pra minha namorada ele disse: "Puta, levanta, se limpa e entra no banco de trás."
Aí eu entendi que o pesadelo ainda não tinha acabado.
Assim que entramos no carro, o motorista sentou do lado da minha namorada e começou a beijar ela, enfiando a língua nojenta dele na boca dela, criando de novo uma cena impossível do que meus olhos estavam vendo.
O motorista disse: "Peitos e buceta de fora, e os sapatos, nem pense em tirar."
Minha namorada ficou paralisada e calada, e o motorista se jogou nela e arrancou o sutiã dela, que, assim como o vestido, era sem alças, então foi muito fácil deixar os peitos dela nus.
O motorista disse: "Olha aqui, puta, você é surda ou tá fingindo? Quando eu falar alguma coisa, você faz, entendeu?"
"Vai, a bucetinha, quero ver, e não me faz tirar a calcinha também, senão a polícia aparece aqui na hora."
Minha namorada, tremendo, tirou a calcinha enquanto o motorista dizia: "Vai, que não é a primeira vez que você faz de puta, com certeza. Mais rápido, porra!"
O motorista continuou: "Muito bem, agora abre as pernas."
Minha namorada obedeceu, ficando com o vestido enrolado na cintura, com os peitos e a buceta depilada de fora, e ainda de meia-calça e salto preto.

O taxista começou a acariciar o corpo da minha namorada, desde os mamilos até a ponta dos saltos, dizendo: boa putinha, sim senhor, muito boa, já vai ver que foda que eu vou te dar. Agora chupa minha rola de novo, vem.
Minha namorada ficou de quatro no banco de trás e começou de novo um boquete daqueles naquele velho nojento, que ficava apalpando os peitos dela e enfiando dois dedos na buceta dela, fazendo ela gemer enquanto tinha o pau na boca.
Uma das vezes, ele tirou um sapato dela, virou e enfiou o salto do sapato na buceta dela.
Com aquela sensação, minha namorada parou de chupar e gritou: pelo amor de Deus, tá doendo, o salto é muito fino e tá me furando!
O taxista com cara de puto disse: tu chupa e cala a boca, foxy.
Minha namorada continuou mamando e o taxista fodendo ela com o salto de um dos sapatos dele.
De novo minha namorada parou de chupar e disse: pelo amor de Deus, tá doendo, tira esse salto.
O taxista, ainda mais puto, cuspiu na cara da minha namorada e falou: pedaço de puta, o salto não é suficiente, né? Então fica de joelhos virada pro porta-malas e abre as pernas.
Minha namorada disse: não, por favor, eu não quero isso... por favor, já obedeci pra caralho.
O taxista agarrou os peitos dela, apertou e disse: eu falei pra você fazer isso e você vai fazer agora mesmo, sua vadia!
Minha namorada se levantou e o taxista lembrou ela de calçar o sapato que tinha fodido a buceta dela há pouco.
Ela calçou e se ajoelhou virada pro porta-malas, numa posição tipo de quatro, só que por causa do espaço do carro, o tronco dela, em vez de dobrado, ficou quase reto.
O taxista se posicionou por trás dela, encostou o pau na entrada da buceta dela e disse: "agora você vai ver, vagabunda". E antes de terminar, ouvi um grito da minha namorada, indicando que o taxista tinha penetrado ela sem cuidado, machucando muito.
Mesmo o pau do taxista sendo pequeno, era muito grosso, e a racha da buceta da minha namorada ia estourar se ele não tomasse cuidado.
O taxista começou a soltar barbaridades assim enquanto fodia ela com força, e minha namorada gritava pra ele parar, que tava doendo muito: "gostosa, puta, toma pau, um moleque igual teu namorado não sabe te dar o que você merece, toma, toma, vagabunda, assim, assim, adoro quando você grita…"
Minha namorada gritava como se estivesse sendo morta: "aiiii aiii aiii, porraaaa! Tá doendo pra caralho, é muito grosso, devagar, por favor, eu imploroooo."
O taxista segurava minha namorada pelos saltos e continuava fodendo ela sem piedade.
De repente, ele tirou o pau da buceta vermelha da minha namorada e disse: "então tá doendo, né? Desculpa…" e sem dizer mais nada, tentou enfiar o pau no cu dela.
Minha namorada disse: não, por favor, isso sim que não, nunca fizeram isso comigo por ali, eu odeio, não consigo fazer por ali, não cabe…
O taxista, que parecia surdo, empurrava e empurrava, mas não tinha jeito, a bunda da minha namorada estava apertada, então ele disse: já pode abrir essa buceta do caralho ou fuck you na porrada, ok, vadia.
Minha namorada, de medo, relaxou a bunda e até soltou um pouco de xixi de tanto medo, e o taxista disse: mas você é uma puta, toma isso, e deu um tapa na bunda dela com tanta força que deixou vermelha como fogo, e minha namorada soltou um grito de dor tremendo.
Agora, abre essa bunda de puta que vou meter.
Minha namorada obedeceu e o taxista começou a foder ela.
Minha namorada gritava mais do que antes: pelo amor de deus! Me larga, vai me matar de dor… aii, aii, não aguento mais.
O taxista de repente tirou e disse: você usa algum anticoncepcional?
E minha namorada disse que sim.
O taxista então disse: tá bom, vou tirar da sua bunda, mas vou foder sua boceta de novo.
Sem mudar de posição, o taxista meteu de novo na boceta da minha namorada e pouco depois disse: vou te encher de porra, vadia, e dizendo isso, gozou, enquanto gemia e gritava: toma, gozo, sua filha da puta! Toma meu gozo, já pensou se seu namorado idiota já te comeu assim?

Assim que terminou, tirou o pau e, sorrindo, disse: "olha seu namorado, ele tá muito entediado, vem aqui, putinha minha, vamos entreter ele um pouco…" e aí beijou ela de novo.
Agora ele mandou na minha namorada: "senta em cima de mim, de costas pra mim, pro seu namorado aprender a foder."
Minha namorada, já derrotada, obedeceu sem reclamar.
O taxista ficou duro de novo e, quando ela sentou e começou a quicar, ele já tava totalmente empolgado, gemendo e falando: "assim, porca, assim, viu, otário, como tem que foder essa vagabunda?"
Minha namorada quicava rápido e os peitos dela pulavam, enquanto o taxista não parava de agarrá-los.
Num momento, o taxista disse: "vem, gostosa, levanta que vou gozar na sua boca."
Ela se levantou e o pau do taxista, duro igual pedra, ficou pra cima.
O taxista falou pra minha namorada: "tira os saltos e chupa meu pau."
Na hora ela obedeceu, tirou os sapatos, e o taxista acariciou as pernas dela, os pés, os peitos, a buceta e a cabeça enquanto ela mamava e mamava.
"Assim, putinha, assim, que bem que você chupa, com certeza já conseguiu um monte de coisa fazendo essas boquetas, hein, raposa.
O taxista ficou vermelho e disse: sua puta, para agora mesmo e faz eu gozar nos seus sapatos. Minha namorada começou a bater uma pra ele, até que ele gozou, deixando os dois sapatos cheios de porra, como se tivessem derramado uma caixa de leite neles.
Muito bem, agora sua porca, calça os sapatos, arruma a roupa e sai do carro antes que eu me arrependa.
Minha namorada fez isso, e quando saiu do carro, o taxista deu um tapa forte na bunda dela, agora coberta pelo tecido do vestido, e se despediu dizendo: se eu te ver de novo no meu táxi, sozinha, se prepara, sou capaz de te estuprar.
Minha namorada cuspiu na cara do velho e fechou a porta.
Antes de eu sair, quase chorando, entre o nojo, a impotência da situação e a sensação de corno manso que eu tinha, o taxista me segurou pelo braço e disse: viu como sua namorada é uma gostosa? Uma puta de rua, eu diria, então controla ela, já que é capaz de fazer de tudo até pra pagar uma merda de conta de táxi, que se não pagar não dá nada, a polícia não vem resolver esses problemas, seu idiota.
Eu saí do táxi sem nem olhar pro taxista, enquanto minha namorada me abraçava, pedindo desculpas, e o motor do táxi ligava e ele começava a andar, enquanto o taxista dizia: tchau, casalzinho, que vocês fodam bem, se a sua bucetinha preciosa deixar depois de uma foda dessas, sua putaaaaa!
Tenho 27 anos e saio com uma mina um pouco mais nova que eu, de 22 anos. Ela é uma gostosa, não é uma modelo de playboy, mas qualquer um com certeza ia querer pegar ela. Ela é morena de cabelo, bem branquinha de pele, tem cerca de um metro e setenta, o cabelo é bem comprido, sem exageros, e uma franja bem cuidada cai de um jeito bem sexy na frente dos olhos. A boca dela é pequena, mas com lábios carnudos, e os olhos são verdes e grandes.
Uma noite, depois de ir ao banquete de casamento de uns amigos, tivemos que pegar um táxi, porque nenhum de nós dois dirigia e, pra voltar pra casa, ninguém pôde nos dar carona. O negócio é que, assim que o táxi chegou, já vi o taxista olhando minha mina de cima a baixo, o que não era surpresa, já que ela tava usando um vestido sem alças, justinho nos peitos, que eram tamanho 100. O vestido era mais soltinho na altura das coxas e ia até os joelhos. Ela tava de meia-calça preta de liga e sapato preto também, com salto agulha de uns seis centímetros, ou seja, não muito alto, mas o suficiente pra realçar a bunda e dar um charme extra nas pernas dela, que já eram sexys e bem torneadas por si só.
Ao chegar no destino, o preço do táxi passou do que a gente tinha no momento, então não soubemos o que fazer. O taxista, um senhor gordo, baixinho, uns cinquenta e poucos anos, careca, com cara de poucos amigos, ficava repetindo: "Que porra vocês vão fazer? Como é que vão me pagar?"
Eu falei pra ele me deixar descer que eu ia buscar dinheiro, e ele respondeu: "Já sei, já sei, o velho truque de deixar o taxista na mão, esperando. Nada disso, vou chamar a polícia agora mesmo e eles resolvem isso."
Minha namorada gritou: "Não, por favor, não precisa! A gente vai pagar, juro!"
O taxista então disse: "Ah, é? Quero ver isso, sua putinha."
Com essa fala, eu me irritei e perguntei: "Que porra você pensa que é?", e ele respondeu: "Sua namorada é uma gostosa, tenho certeza."
Indignado, mas com medo por causa da falta de dinheiro e da ameaça de chamar a polícia, preferi não dar trela, pra não dar mais motivo pra ele ligar pros policiais com meus xingamentos em defesa da minha namorada. Então calei a boca.
Depois de um breve silêncio, o taxista falou: "Bom, galera, já sei como vocês vão me pagar. Sua putinha, me dá um dos seus sapatos."
Minha namorada, estranhando, olhou pra mim e não sabia o que fazer. Ela disse: "Se o senhor quiser, dou os dois, se for só isso que precisa pra perdoar a conta."
O taxista sorriu e respondeu: "Você me dá um sapato e cala a boca."
Minha namorada tirou um dos sapatos de salto preto e entregou pra ele.
O taxista cheirou o sapato e pareceu curtir, porque disse: "Que cheiro bom dos seus pezinhos e das suas meias…"
Em seguida, lambeu o salto e a parte de dentro do sapato.
Depois, devolveu o sapato pra minha namorada e falou: "Quero que você acaricie minha cara com o pé descalço, mas com a meia ainda."
Minha namorada olhou pra mim de novo, e eu concordei com o olhar, já que, no fim das contas, que diferença fazia essa merda fetichista? Talvez depois ele deixasse a gente ir.
Minha namorada teve que fazer um movimento acrobático pra passar uma das pernas do banco de trás até onde o taxista estava. tocar com o pé no rosto dele.
Ao fazer isso, o vestido dela subiu e deu pra ver a borda das meias da minha namorada e a liga preta dela, o que fez o taxista tremer de tesão, ou pelo menos foi o que pensei na hora.
O taxista disse: enfia seus dedinhos do pé na minha boca, gostosa. A essa nova ordem, minha namorada obedeceu e enfiou levemente os dedinhos na boca do velho taxista, embora odiasse ser chamada de gostosa. O taxista disse: muito bem, desce do carro, e minha namorada desceu.
O taxista foi até ela e disse: abaixa e chupa meu pau.
Diante dessa ordem, desci do táxi e falei: isso já é demais, chama a polícia se quiser, mas minha namorada não é uma puta de rua, tá? Já aguentamos demais.
Com esse comentário, minha namorada disse: querido, não podemos chamar a polícia, lembra que eu tenho antecedentes por roubo num shopping? Uma nova mancha no meu histórico ia acabar com qualquer chance de arrumar emprego.
O taxista sorriu e disse: então, vai chupar ou não?
Minha namorada, sem dizer uma palavra, se abaixou, ficando de cócoras na frente do taxista, e dava pra ver de novo a borda das meias dela e o ligueiro. O taxista ainda puxou o sutiã dela, já que puxou o vestido sem alças, deixando ele todo amontoado na cintura dela.
Vai, chupa, puta, que puta pinta você tem assim vestida, achava que ia recompensar seu namorado depois da noite, né? Pois antes vai me recompensar. Vai, começa e faz direito pra eu gostar.
Minha namorada, abaixada, de cócoras e aguentando fácil aquela posição graças aos saltos, puxou o pau do taxista, que assim como o dono, era gordo e feio, e sem pensar, enfiou ele na boca de uma vez.
Que cena, uma mina gostosa, vestida do jeito mais erótico possível com esses saltos e essas meias, chupando um velho gordo e feio e ainda por cima, minha namorada rebaixada ao nível de uma puta de esquina. Logo o taxista começou a gemer e falou pra minha namorada: para, para, puta, vou gozar, abre a boca… minha namorada obedeceu e o taxista tirou a rola da boca dela e, colocando o pau na altura dos olhos dela, começou a gozar, enchendo a carinha dela toda de porra grossa e quente.
Minha namorada ficou com a língua pra fora e o taxista mandou ela catar toda a porra que conseguisse e engolir.
Um fio grosso de esperma ficou pendurado no queixo dela, enquanto outros iam escorrendo pelos lábios e pelas maçãs do rosto.
Na hora, o motorista de táxi me ordenou: "Você, entra no carro e senta na frente, que essa sua putinha e eu, ou melhor, minha putinha e eu vamos nos divertir agora." Pra minha namorada ele disse: "Puta, levanta, se limpa e entra no banco de trás."
Aí eu entendi que o pesadelo ainda não tinha acabado.
Assim que entramos no carro, o motorista sentou do lado da minha namorada e começou a beijar ela, enfiando a língua nojenta dele na boca dela, criando de novo uma cena impossível do que meus olhos estavam vendo.
O motorista disse: "Peitos e buceta de fora, e os sapatos, nem pense em tirar."
Minha namorada ficou paralisada e calada, e o motorista se jogou nela e arrancou o sutiã dela, que, assim como o vestido, era sem alças, então foi muito fácil deixar os peitos dela nus.
O motorista disse: "Olha aqui, puta, você é surda ou tá fingindo? Quando eu falar alguma coisa, você faz, entendeu?"
"Vai, a bucetinha, quero ver, e não me faz tirar a calcinha também, senão a polícia aparece aqui na hora."
Minha namorada, tremendo, tirou a calcinha enquanto o motorista dizia: "Vai, que não é a primeira vez que você faz de puta, com certeza. Mais rápido, porra!"
O motorista continuou: "Muito bem, agora abre as pernas."
Minha namorada obedeceu, ficando com o vestido enrolado na cintura, com os peitos e a buceta depilada de fora, e ainda de meia-calça e salto preto.


O taxista começou a acariciar o corpo da minha namorada, desde os mamilos até a ponta dos saltos, dizendo: boa putinha, sim senhor, muito boa, já vai ver que foda que eu vou te dar. Agora chupa minha rola de novo, vem. Minha namorada ficou de quatro no banco de trás e começou de novo um boquete daqueles naquele velho nojento, que ficava apalpando os peitos dela e enfiando dois dedos na buceta dela, fazendo ela gemer enquanto tinha o pau na boca.
Uma das vezes, ele tirou um sapato dela, virou e enfiou o salto do sapato na buceta dela.
Com aquela sensação, minha namorada parou de chupar e gritou: pelo amor de Deus, tá doendo, o salto é muito fino e tá me furando!
O taxista com cara de puto disse: tu chupa e cala a boca, foxy. Minha namorada continuou mamando e o taxista fodendo ela com o salto de um dos sapatos dele.
De novo minha namorada parou de chupar e disse: pelo amor de Deus, tá doendo, tira esse salto.
O taxista, ainda mais puto, cuspiu na cara da minha namorada e falou: pedaço de puta, o salto não é suficiente, né? Então fica de joelhos virada pro porta-malas e abre as pernas.
Minha namorada disse: não, por favor, eu não quero isso... por favor, já obedeci pra caralho.
O taxista agarrou os peitos dela, apertou e disse: eu falei pra você fazer isso e você vai fazer agora mesmo, sua vadia!
Minha namorada se levantou e o taxista lembrou ela de calçar o sapato que tinha fodido a buceta dela há pouco.
Ela calçou e se ajoelhou virada pro porta-malas, numa posição tipo de quatro, só que por causa do espaço do carro, o tronco dela, em vez de dobrado, ficou quase reto.
O taxista se posicionou por trás dela, encostou o pau na entrada da buceta dela e disse: "agora você vai ver, vagabunda". E antes de terminar, ouvi um grito da minha namorada, indicando que o taxista tinha penetrado ela sem cuidado, machucando muito.Mesmo o pau do taxista sendo pequeno, era muito grosso, e a racha da buceta da minha namorada ia estourar se ele não tomasse cuidado.
O taxista começou a soltar barbaridades assim enquanto fodia ela com força, e minha namorada gritava pra ele parar, que tava doendo muito: "gostosa, puta, toma pau, um moleque igual teu namorado não sabe te dar o que você merece, toma, toma, vagabunda, assim, assim, adoro quando você grita…"
Minha namorada gritava como se estivesse sendo morta: "aiiii aiii aiii, porraaaa! Tá doendo pra caralho, é muito grosso, devagar, por favor, eu imploroooo."
O taxista segurava minha namorada pelos saltos e continuava fodendo ela sem piedade.
De repente, ele tirou o pau da buceta vermelha da minha namorada e disse: "então tá doendo, né? Desculpa…" e sem dizer mais nada, tentou enfiar o pau no cu dela.
Minha namorada disse: não, por favor, isso sim que não, nunca fizeram isso comigo por ali, eu odeio, não consigo fazer por ali, não cabe…O taxista, que parecia surdo, empurrava e empurrava, mas não tinha jeito, a bunda da minha namorada estava apertada, então ele disse: já pode abrir essa buceta do caralho ou fuck you na porrada, ok, vadia.
Minha namorada, de medo, relaxou a bunda e até soltou um pouco de xixi de tanto medo, e o taxista disse: mas você é uma puta, toma isso, e deu um tapa na bunda dela com tanta força que deixou vermelha como fogo, e minha namorada soltou um grito de dor tremendo.
Agora, abre essa bunda de puta que vou meter.
Minha namorada obedeceu e o taxista começou a foder ela.
Minha namorada gritava mais do que antes: pelo amor de deus! Me larga, vai me matar de dor… aii, aii, não aguento mais.
O taxista de repente tirou e disse: você usa algum anticoncepcional?
E minha namorada disse que sim.
O taxista então disse: tá bom, vou tirar da sua bunda, mas vou foder sua boceta de novo.
Sem mudar de posição, o taxista meteu de novo na boceta da minha namorada e pouco depois disse: vou te encher de porra, vadia, e dizendo isso, gozou, enquanto gemia e gritava: toma, gozo, sua filha da puta! Toma meu gozo, já pensou se seu namorado idiota já te comeu assim?


Assim que terminou, tirou o pau e, sorrindo, disse: "olha seu namorado, ele tá muito entediado, vem aqui, putinha minha, vamos entreter ele um pouco…" e aí beijou ela de novo. Agora ele mandou na minha namorada: "senta em cima de mim, de costas pra mim, pro seu namorado aprender a foder."
Minha namorada, já derrotada, obedeceu sem reclamar.
O taxista ficou duro de novo e, quando ela sentou e começou a quicar, ele já tava totalmente empolgado, gemendo e falando: "assim, porca, assim, viu, otário, como tem que foder essa vagabunda?"
Minha namorada quicava rápido e os peitos dela pulavam, enquanto o taxista não parava de agarrá-los.
Num momento, o taxista disse: "vem, gostosa, levanta que vou gozar na sua boca."
Ela se levantou e o pau do taxista, duro igual pedra, ficou pra cima.
O taxista falou pra minha namorada: "tira os saltos e chupa meu pau."
Na hora ela obedeceu, tirou os sapatos, e o taxista acariciou as pernas dela, os pés, os peitos, a buceta e a cabeça enquanto ela mamava e mamava.
"Assim, putinha, assim, que bem que você chupa, com certeza já conseguiu um monte de coisa fazendo essas boquetas, hein, raposa.

O taxista ficou vermelho e disse: sua puta, para agora mesmo e faz eu gozar nos seus sapatos. Minha namorada começou a bater uma pra ele, até que ele gozou, deixando os dois sapatos cheios de porra, como se tivessem derramado uma caixa de leite neles. Muito bem, agora sua porca, calça os sapatos, arruma a roupa e sai do carro antes que eu me arrependa.
Minha namorada fez isso, e quando saiu do carro, o taxista deu um tapa forte na bunda dela, agora coberta pelo tecido do vestido, e se despediu dizendo: se eu te ver de novo no meu táxi, sozinha, se prepara, sou capaz de te estuprar.
Minha namorada cuspiu na cara do velho e fechou a porta.
Antes de eu sair, quase chorando, entre o nojo, a impotência da situação e a sensação de corno manso que eu tinha, o taxista me segurou pelo braço e disse: viu como sua namorada é uma gostosa? Uma puta de rua, eu diria, então controla ela, já que é capaz de fazer de tudo até pra pagar uma merda de conta de táxi, que se não pagar não dá nada, a polícia não vem resolver esses problemas, seu idiota.
Eu saí do táxi sem nem olhar pro taxista, enquanto minha namorada me abraçava, pedindo desculpas, e o motor do táxi ligava e ele começava a andar, enquanto o taxista dizia: tchau, casalzinho, que vocês fodam bem, se a sua bucetinha preciosa deixar depois de uma foda dessas, sua putaaaaa!
1 comentários - Minha Namorada Paga a Conta