Sou uma puta, a Claudia me dizia enquanto rebolava no Divercion de Quilmes em cima dos canos, claro eu dizia e depois disso com certeza vou chupar a pica de alguém que pagar nosso drink, que tal, ela sorria enquanto me olhava, e eu sabia que tudo ia acabar como ela disse, e chegaram uns moleques, não tinham mais de 20, eram três punheteiros olhando como minha calcinha se enfiava no fundo da buceta, mais ainda um tava bebasso e eu vi como ele se tocava a vara, eu sorri, esperei a aprovação com o olhar dela, e ela me disse que não, eu já tava ficando com tesão, ia fazer ele pagar tudo, hahaha, então desço, me aproximo e falo: pai, me dá licença de ser a puta pra gente tomar tudo que você quiser? E ele me dá um beijo de língua que chega até minha garganta, olho pros caras, e eles tavam bobos olhando minha bunda, falo: vai pai, vai pai, e ele diz não. Não Claudia, depois tenho que brigar com uns otários por sua causa, não dá. — Tá bom, e se eu fizer tudo que você quiser por um dia? — hahaha ele cai na risada e diz: tudo que eu quiser, sim, se você vai dar mas não tem nada — simsimsim, tudo que você quiser, sem exceção. Pronto, ele diz: vai, mas depois não chora, olha que vai doer tudo — simsimsim, quero tudo. Sorrisos vão e vêm e puxo a pica dele que já tava durinha, falo no ouvido: levanta minha saia pra eles verem. Ele obedece, levanta minha saia e os punheteiros tavam a mil, ele pega uma bochecha da minha bunda bem forte, e os moleques não aguentavam mais, e ele grita pra eles: e aí, tão olhando o quê, caras? — nada, nada, e começam a ir embora e atrás deles vou eu: esperem, meninos, esperem, não se assustem, é que meu namorado foi roubado e a gente tá sem grana e muito com tesão, desculpem a gente, e um deles diz: acontece que você é muito gostosa, e a gente pensou que você tava sozinha, não, tô com ele, venham, vou apresentar, começamos a conversar, eles pagaram uns drinks, e dançamos todos juntos, rimos, nos divertimos, a gente tava todo mundo meio bêbado. Eu fiquei mais e comecei a ficar com calor, era a única mina, e eu dançava, me mexia e me divertia com todo mundo, até que um deles falou no meu ouvido. - Você está gostosa, se não fosse seu namorado, eu te levava pra mim sozinho, e eu respondi. - Você é muito egoísta, tem que aprender a dividir, eu ensinei meu namorado que não precisa comer sozinho. Ele ficou louco e não sabia como lidar com a situação, falo pro meu namorado: esses três querem me foder, e eu tô muito tesuda, vamos... - Ele fica pensando e me diz, se tiver lugar pra ir, vamos, senão vamos pra casa, você me deve tudo que eu quiser, ou já esqueceu? Aí eu separei os três e pergunto quem cede a casa, vamos embora que a festa vai começar, e um deles diz: vamos pra minha casa, eu moro com meu irmão, mas ele não tá. Aí saímos os cinco, quando estávamos chegando na casa, era um corredor comprido, ficava a umas quadras do centro de Quilmes, perto da peatonal. Eu fui com meu namorado e eles os três juntos, o motorista do reme olhava como eu enfiava os dedinhos, enquanto meu namorado acariciava um peito meu, eu tava muito tesuda, e falo: vou me comportar como uma puta, sabia? Tanto que se quisesse me foder ali mesmo, me comiam todos, e eu tesuda. Quando entramos na casa, não pensei duas vezes, baixei a calça de um e meu namorado chegou, começou a chupar os dois, eu tava muito excitada, os outros dois baixaram as calças e começaram a se masturbar, eu tinha 4 paus só pra mim, e tava aproveitando muito. Todo mundo começou a se despir e começaram a se revezar pra me comer, era uma festa danada, entrava um, saía o outro, os 4 paus eram normais, nada de reclamar, mas faltava vigor. Eu tava tesuda e eles já tinham gozado, nenhum continuou ou tentou se exibir, nada de nada, foi só foder essa puta, jogar a porra e pronto, e foi assim. O dono da casa, entre bêbado e cansado, dormiu no sofá, atrás dele meu namorado, e depois os outros dois, eram um nojo. Fui pro banheiro, me lavei. E quando eu saí, todo mundo tava dormindo, e eu tava quente igual ferro de passar calça jeans, não sabia o que fazer. Semi nua, deitei de bruços com a bunda pequena empinada, e acabei cochilando. Não sei quanto tempo passou, mas ouvi uns barulhos, acordei e tinha um bêbado alcoólatra passando a mão na minha bunda. Olhei direito e era um cara mais velho, ele fala: "Meu amor, você é uma gostosa, como se chama?" - "Claudia", respondi. - "E o que você tá fazendo assim na minha casa?" - "Vim com seu irmão e os amigos dele." - "Pelo visto você passou mal, tá dormindo e são só 6 da manhã." - "Não, não passei mal, esses caras são uns moleques que não aguentam uma mulher de verdade." Na hora ele se levanta e fala: "Veste uma roupa, vem comigo que você vai se divertir pra caralho." - "Não, cara", me levantei, coloquei uma camiseta sem sutiã e ele foi pra porta. Falo: "Não, pera, pra onde a gente vai?" - "Quer se divertir? Vem comigo, vamos na casa do meu amigo aqui na esquina." Não pensei duas vezes, queria dar, e não tava nem aí se fosse longe, queria pica, não aguentava mais. A casa era quase na esquina, entramos como se ele fosse o dono, e o amigo tava semi nu, um negão alto, musculoso, de cueca, me derreti na hora. Fomos direto pro quarto e ele me jogou na cama. Eram dois caras totalmente diferentes dos moleques que eu tinha pego umas horas atrás. Um começou a me beijar e o outro apertava meus peitos com força, era o êxtase. Quando peguei na pica do negão, não acabava mais, era enorme, muito comprida e grossa pra caralho. "Meu amor", falei, e surpresa, puxei a pica dele, era um monstro, não cabia na minha boca de tão grossa. E o outro veio por trás de mim e começou a me comer, senti a pica bem fundo, era bem grande e tava muito dura. Ele começou a bombar, e fazia eu enfiar a pica do negão cada vez mais fundo até a garganta. Tava no paraíso. Não terminei de sentir que chegava até a campainha, quando ele começa a enfiar o dedo no meu cu, que não era pra brincadeira, já que tava bem fechadinho. Quando tento tirar a pica da boca, ele empurra mais e começa a bombar ainda mais forte. Me diz, vadia, a gente não é criança, a gente adora puta, ainda mais se forem branquinhas, peitudas e com sede de pica. Nessa hora, o negão me pega pelo cabelo e pelo queixo, e começa a violentar minha boca. Era uma loucura, não conseguia respirar. O outro já mete dois dedos em mim, porque eu sentia, e ele estava cuspindo no meu cu, ao mesmo tempo que não parava de me foder. Era um animal, eram dois animais, e nunca acabavam. Quando sinto que começa a jorrar porra quente dentro da minha garganta, como pude, comecei a engolir, já que ele não tirava a pica. Era um filho da puta, eu estava me afogando e ele continuava metendo e tirando, e o outro não parava de dedilhar e me foder. Ele tira a pica, consigo respirar, lambo toda a porra da pica dele, e vem o outro: "Aqui está seu café da manhã, vadia". Ele mete a pica na minha boca de uma só vez. De novo, eu estava tentando respirar, não me deixavam em paz. Eu queria separá-los, e pior, empurrava. Ele começou a bombar e, depois de alguns segundos, começa a gozar na minha garganta. Eu me engasgo, tento tirar, mas ele não deixa, e me diz: "Você toma tudo, vadia". Como posso, engulo uns dois litros de porra. Era uma cachoeira de sêmen. E o negão não me deixou em paz, se colocou atrás de mim. Eu não queria mais, já estava chorando pelo que aconteceu. E ele começou. E esse filho da puta, com a pica na minha boca, estica a mão e começa a punhetar meu cu. Consegue enfiar um dedo. Eu não conseguia respirar. E, de repente, sinto que ele tenta abrir meu cu com as duas mãos. O negão tenta meter a pica e não entra. Eu começo a gritar, espernear, tento me soltar, e não consigo. Já não tinha forças. E sinto como ele começa a entrar. Era empurrar e empurrar. Eu não queria, e minha bunda começa a abrir aos poucos, e vai se moldando à pica. Não aguentava mais. Eu relaxo, e sinto como entra toda. Chegou até meus rins. Era uma loucura de pica. Ele me levanta pela cintura, se joga na cama com a pica no meu cu, e me obrigam a ficar de cócoras em cima desse pedaço de carne. Entre os dois, me fazem pular, e eu tenho um orgasmo enorme que não me deixa... Deixam eu aproveitar, por que me empurram pra trás, apertam meus peitos e fico com a buceta pro alto, o cu empalado, eu gritando, de raiva e de prazer, e ele me penetra pela buceta, coisa que não esperava, foi bombar menos de 2 minutos e sinto outro orgasmo violento, eles continuam sem parar, eram dois garanhões, não acabavam nunca e o que tá por cima de mim me fala: "quer tomar mais leite?" eu só queria que tirassem a pica do meu cu, não aguentava mais, eles saem e enfiam na minha boca, goza na hora e de novo eu engulo esperma, o negro se masturba e goza na minha cara, eu pego na pica dele e começo a chupar, sem hesitar enfio até o fundo, tinha um gosto ruim, parecia que tocou merda do meu cu, mas não liguei, tava exausta, terminei de lamber a pica dos dois e o negro fala: "já tem que ir, são 12 horas, minha família vai chegar", saímos pra casa e todo mundo ainda tava dormindo, me lavo, acordo meu namorado e falo: "vamos, já é tarde...
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