Fim de Semana Patriótico, Parte Final!!!

Buenas buenas amig@s de P! ... Quiero agradecer los mensajes que me mandan por privado,para los que ven recien esta tercera parte les dejo el link de la primera,segunda y tercera parte,desde ya gracias por leerme.

http://www.poringa.net/posts/relatos/3117160/Fin-de-Semana-Patriotico-Primera-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3117260/Fin-de-Semana-Patriotico-Segunda-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3117346/Fin-de-Semana-Patriotico-Tercera-Parte.html


Resumindo o final, 8 meses depois a gente se separou. Já tinha achado mensagens com a melhor amiga dela falando que tinha um colega que uns anos atrás eles tinham se pegado, que a gostosa via ele e ficava toda molhadinha, SENDO QUE QUANDO ELA CRUZAVA COM ELE TAVA COMIGO, ENQUANTO EU, FEITO UM OTÁRIO, IA VER ELA PERTO DO COLÉGIO DELA, CHEGANDO ATRASADO NO MEU. Mas enfim, entrei numa depressão que quase fui internado, me acharam com o braço todo cortado, só por alguém que não valeu a pena. Os dias foram passando e eu recebia ligações dela "erradas", mensagens dizendo que sentia minha falta e ainda me amava.
Quando recebi aquilo, voltei a lembrar de cada momento lindo que passamos juntos, cada carícia, cada beijo. Num sábado, recebi uma ligação dela, que eu pensei que fosse outro "engano", mas não era. Ela ligou porque queria saber como eu estava, se ainda sentia falta dela, se existia a possibilidade de a gente se ver de novo. Desesperado, perguntei pra minha mãe se ela me deixava ir vê-la, mas ela negou na hora, porque não queria ver o filho sofrendo de novo. Desafiei ela e disse que ia, que ela não podia me impedir. Aí ela me olhou de um jeito que nunca tinha feito antes e falou pra eu ir, que tivesse sorte. Viajei até a casa dela e, na hora que cheguei, o pai dela tava saindo de carro. Ele disse: "Ela tá no quarto dos fundos, pode entrar". Então, corri até o quarto dela, batendo na porta (imagina, igual naqueles filmes americanos, quando o cara arromba a porta e encontra a namorada sequestrada — foi exatamente assim). Ela tava sentada na cama, com as pernas cobrindo o rosto, chorando. Me olhou, esticou os braços e eu me joguei neles, também chorando e dizendo o quanto a amava. Ficamos abraçados por um bom tempo. Ela viu as ataduras no meu braço e eu contei o que houve, mostrei pra ela. Aí ela chorou ainda mais, até que eu disse que precisava ir, que tinha que fazer isso. Com dor, ela falou que tudo bem, mas perguntou se a gente ia se ver de novo, com medo de que não. Eu disse que sim, que na semana seguinte eu voltaria pra vê-la. Me despedi com um beijo e fui embora.
Eu meio dolorido, mas feliz porque tinha visto de novo aquela gostosa por quem eu tava perdidamente apaixonado, e que tudo indicava que a gente ia voltar. De noite, ficava pensando no que tinha rolado, o bom e o ruim, até que cheguei num ponto em que era eu quem não queria mais ficar com ela depois de tudo que a gente passou. Então comecei a enganar ela, a dizer que não podia ver ela, e quando ela falava que vinha pra minha casa, eu mentia dizendo que ia sair. A gente se viu mais algumas vezes assim, até que um dia eu parei de responder as mensagens e chamadas. Ela vinha na minha casa, e se eu tivesse, pedia pra quem tivesse lá falar que não tava. Uma vez ela me esperou quase uma hora na minha casa achando que eu não tava, e eu passei uma hora escondido no quarto dos meus pais. Até que ela me mandou uma mensagem perguntando a que horas eu ia chegar, e eu falei que não sabia, que talvez ficasse na casa de um amigo. Ela disse: "TO NA SUA CASA TE ESPERANDO, VEM QUE A GENTE SAI POR AÍ E DEPOIS VAI PRA CASA". Falei que faria o possível pra ir na casa dela, que ela esperasse lá. Depois de um tempo ela foi embora, e minha mãe falou que eu não podia continuar daquele jeito. Eu disse que amava ela, tanto que não conseguia ficar sem ela, mas com ela também não dava, então deixei pra lá. De noite ela me escrevia e eu não respondia. Passaram uns três dias sem a gente se falar, e ela mandou uma mensagem dizendo que queria as coisas dela e que traria as minhas. Respondi que já tinha tudo pronto pra ela buscar. Pra quê eu falei isso? Chamada atrás de chamada sem eu atender. No dia seguinte à tarde, ela veio com o pai dela e uma sacola com minhas coisas. Pedi pro meu pai sair e receber, e ele fez isso, mas quando vi que na sacola estavam meu SEGA e FAMILY, saí desesperado pra ligar eles, agradecendo. Peguei a sacola e entrei.

Uns dias depois, eu lembrava dela como o amor da minha vida, que ela tinha que estar comigo e eu com ela. Eram dias em que eu passava na porta da escola dela, conseguindo vê-la de longe, até que um dia mandei uma mensagem que dizia: "Você tá gostosa igual naquela noite em que nossos olhares se cruzaram. Daria minha vida e muito mais pra voltar no tempo e dormir feito um neném nos seus braços de novo. Te amo.
P.S.: Espero que você seja muito feliz e que da próxima vez que te ver, eu continue vendo esse sorriso cheio de alegria que você espalha por aí.

Eu disse que nunca mais mandaria mensagens pra ele e mandei. Cheguei num ponto que troquei meu número pra não receber mais mensagens nem ligações erradas.

Bom, pessoal, aqui termina minha Saga de Fim de Semana Patriótico. Espero que tenham gostado tanto quanto eu gostei de escrever. Ela, até aquele dia, era o amor da minha vida, mas aos poucos fui caindo na real quando, anos depois, ela entrou na minha vida de novo. Mas isso eu conto em outro relato. Os próximos vou escrever com menos palavras pra não encher o saco de vocês. A verdade é que adoro poder escrever isso, porque uma parte de mim se plasma nesses parágrafos, e são coisas que, em parte, estou deixando ir.

Eu amo muito vocês.
Saudações Cósmicas.

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