Minha tia tinha se mudado pra casa do noivo dela. Ela era morena, cabelo castanho, olhos pretos, peitão grande mas perfeito, rabão bonito, pernas grossas, e sempre foi muito carinhosa comigo, desde sempre. O cara com quem ela ia casar largou ela por outra, mas deixou a casa pra ela. Eu fiquei com ela porque meus pais me abandonaram, fui pra lá e ela me recebeu super bem. Não tinha roupa nenhuma pra vestir no dia seguinte. Quando ela me contou o que aconteceu, eu consolei ela, abracei ela e fiquei olhando aquele rabo perfeito. — Eu sei que você, por ser novo, faz umas coisas estranhas com o corpo, tudo bem, não tenho problema, só se limpa com um papel. — E me beijou perto da boca. Quando fomos dormir, não tinha pijama, nem ela. Parece que ela dormia assim com ele. Acho que ela tentava escapar da realidade através de mim. Deitou comigo, sem roupa, nós dois pelados. Fiquei meio excitado.
No dia seguinte, tivemos que tomar banho juntos, porque precisávamos economizar gás e água, já que ela tava cheia de dívidas. Quando a gente tava quase terminando, meu pau começou a endurecer, vendo o jato de água escorrendo pelo rabo dela. Ela percebeu, mas não tapou os peitos nem a buceta. — Vai em frente, termina de bater uma. — E eu fiz. — Posso tocar? — Ela negou. E eu gozei em cima dela, mas ela se enxaguou, e a gente se secou. Fomos comprar roupa pra mim.
No segundo dia que fiquei lá, não quis ir pra aula. Fiquei com ela, vendo TV, e de repente fiquei tão excitado que ela percebeu.
—Vem, tira a roupa e senta. — Foi o que eu fiz, ela desligou a TV. — Vai, quero te ver. — Mas que puta, pensei. Coloquei a mão na perna dela e acariciei, ela me batia uma devagar e depois rápido, eu olhava o decote dela. Ela só me abraçava e mexia no celular, gravou um vídeo e tirou uma foto. Gozei, sujei o chão e um pouco nela. Ela me limpou e, quando eu ia vestir a roupa de novo, mandou eu ficar assim. E foi o que eu fiz. Quase na hora de dormir, fui na cozinha, e ela ainda tava lavando a louça. Bateu de novo, esfreguei na bunda dela. — Se for gozar, faz dentro da pia. — Fiquei excitado rápido e gozei, um jorro longo.
No dia seguinte, acordei junto com ela, ela passou a mão na minha bochecha e eu fiz o mesmo. — Me beija — falei, ela hesitou um pouco, e então me beijou. Meu pau foi subindo aos poucos, era minha chance de pegar num peito dela, mas ela segurou minha mão, me olhou com cara de safada e levantou. Fiquei na vontade, mas vi uma calcinha do meu lado no chão, então peguei ela, gozei e me limpei com a calcinha. Tive as oportunidades mais perfeitas pra fazer aquilo, e no dia seguinte decidi que pelo menos ia fazer ela me chupar. Cheguei da escola na mesma hora que ela chegou do trampo, fui pro quarto, tirei a roupa e saí pra sala onde ela estava. Ela ficou me encarando. — Me chupa — ela se assustou, meu pau ficou duro e eu me aproximei — eu sei que você quer, deseja isso tanto quanto eu desejei nesses três dias, por favor, me chupa. — Não, você é meu sobrinho, só deixo você bater punheta porque sim, se te beijei foi porque eu quis. — Do mesmo jeito que você queria ele, Angela, vai dar tudo certo, eu aviso quando for gozar, ok? — Mas eu nunca fiz isso antes. — Eu te ensino. — Ela abriu os lábios um pouco, e eu esfreguei a ponta pra molhar, fui enfiando devagar, a boca dela era molhada, quente, fui empurrando a nuca dela aos poucos, quando ela pegou o ritmo, agarrou meu pau e já tava chupando como uma profissional. Tirava várias vezes pra respirar, garganta profunda. — Vou gozar — enfiei mais três vezes, depois bati uma punheta pra gozar na cara dela e um pouco na boca dela. Peguei ela pelo cabelo, ela se surpreendeu com como eu assumi o controle. Um jato espirrou na cara dela, mais dois igual, depois jatos mais seguidos ficaram no lábio superior dela e na boca, escorreu um pouco. — Engole — ela fez com muito esforço, foi no banheiro se limpar e quase vomitou, mas não saiu nada. Tentei beijar ela, mas ela me segurou, mesmo eu tendo agarrado as mãos dela.
- É a única vez que vou deixar você fazer isso, ok? - Mas pelo menos me beija, pra tirar toda a porra que eu tenho. - e ele fez... CONTINUA...
No dia seguinte, tivemos que tomar banho juntos, porque precisávamos economizar gás e água, já que ela tava cheia de dívidas. Quando a gente tava quase terminando, meu pau começou a endurecer, vendo o jato de água escorrendo pelo rabo dela. Ela percebeu, mas não tapou os peitos nem a buceta. — Vai em frente, termina de bater uma. — E eu fiz. — Posso tocar? — Ela negou. E eu gozei em cima dela, mas ela se enxaguou, e a gente se secou. Fomos comprar roupa pra mim.
No segundo dia que fiquei lá, não quis ir pra aula. Fiquei com ela, vendo TV, e de repente fiquei tão excitado que ela percebeu.
—Vem, tira a roupa e senta. — Foi o que eu fiz, ela desligou a TV. — Vai, quero te ver. — Mas que puta, pensei. Coloquei a mão na perna dela e acariciei, ela me batia uma devagar e depois rápido, eu olhava o decote dela. Ela só me abraçava e mexia no celular, gravou um vídeo e tirou uma foto. Gozei, sujei o chão e um pouco nela. Ela me limpou e, quando eu ia vestir a roupa de novo, mandou eu ficar assim. E foi o que eu fiz. Quase na hora de dormir, fui na cozinha, e ela ainda tava lavando a louça. Bateu de novo, esfreguei na bunda dela. — Se for gozar, faz dentro da pia. — Fiquei excitado rápido e gozei, um jorro longo.
No dia seguinte, acordei junto com ela, ela passou a mão na minha bochecha e eu fiz o mesmo. — Me beija — falei, ela hesitou um pouco, e então me beijou. Meu pau foi subindo aos poucos, era minha chance de pegar num peito dela, mas ela segurou minha mão, me olhou com cara de safada e levantou. Fiquei na vontade, mas vi uma calcinha do meu lado no chão, então peguei ela, gozei e me limpei com a calcinha. Tive as oportunidades mais perfeitas pra fazer aquilo, e no dia seguinte decidi que pelo menos ia fazer ela me chupar. Cheguei da escola na mesma hora que ela chegou do trampo, fui pro quarto, tirei a roupa e saí pra sala onde ela estava. Ela ficou me encarando. — Me chupa — ela se assustou, meu pau ficou duro e eu me aproximei — eu sei que você quer, deseja isso tanto quanto eu desejei nesses três dias, por favor, me chupa. — Não, você é meu sobrinho, só deixo você bater punheta porque sim, se te beijei foi porque eu quis. — Do mesmo jeito que você queria ele, Angela, vai dar tudo certo, eu aviso quando for gozar, ok? — Mas eu nunca fiz isso antes. — Eu te ensino. — Ela abriu os lábios um pouco, e eu esfreguei a ponta pra molhar, fui enfiando devagar, a boca dela era molhada, quente, fui empurrando a nuca dela aos poucos, quando ela pegou o ritmo, agarrou meu pau e já tava chupando como uma profissional. Tirava várias vezes pra respirar, garganta profunda. — Vou gozar — enfiei mais três vezes, depois bati uma punheta pra gozar na cara dela e um pouco na boca dela. Peguei ela pelo cabelo, ela se surpreendeu com como eu assumi o controle. Um jato espirrou na cara dela, mais dois igual, depois jatos mais seguidos ficaram no lábio superior dela e na boca, escorreu um pouco. — Engole — ela fez com muito esforço, foi no banheiro se limpar e quase vomitou, mas não saiu nada. Tentei beijar ela, mas ela me segurou, mesmo eu tendo agarrado as mãos dela.
- É a única vez que vou deixar você fazer isso, ok? - Mas pelo menos me beija, pra tirar toda a porra que eu tenho. - e ele fez... CONTINUA...
1 comentários - Quatro dias.