Me acordou minha mãe gritando da sala:
— Maria no telefone, sai logo da cama e atende!
Na hora pulei da cama e me apressei pra atender.
— Alô?
— Alô! Beleza? Descansou bem ontem?
Minha mãe ainda estava por perto e eu rezei pra ela não me ver naquele momento; fiquei vermelho que nem um tomate.
— Sim... Bom, você sabe. Valeu. — meio que gaguejei.
— Que bom. Espero que esteja pronto pra ir pra piscina. Vem?
— Pô... Na real acabei de acordar. Preciso de um tempinho pra me preparar.
— Ok, sem problema. Então vou indo pra lá e te espero lá dentro.
— Valeu, brigado, até já.
Me preparei rápido e quinze minutos depois já tava a caminho da piscina. Era um lugar bem novo e moderno. Tinha várias piscinas com temperaturas diferentes, tipo spa, e uma área de lazer com toboáguas e muito gramado pra pegar sol. Quando cheguei, encontrei a Maria lá, esticada na toalha dela, e do lado estavam dois dos caras de ontem, conversando com ela.
— Oi! — cumprimentei ao chegar. A Maria tava com uma cara de quem não tava afim... Certeza que aqueles dois sem-vergonha se aproveitaram de ver ela sozinha pra grudar nela que nem carrapato.
— Oi! Finalmente chegou, amor! — Maria pulou que nem uma mola e veio me receber. — Tá vendo? Já falei que tava esperando ele. Demorou, amor, vem pra cá, dá um espaço pro meu namorado, né, galera?
Os dois caras, que nem me cumprimentaram, se afastaram de má vontade pra me deixar um lugar do lado da Maria. Quando cheguei, estraguei a festa deles.
— Tava precisando de você pra passar protetor — e me dando um olhar que dizia tudo, falou — Aqui os amigos do meu irmão insistiram muito em me ajudar... mas já falei que você tava quase chegando...
Maria tava usando um biquíni verde maçã bem chamativo. A calcinha era tipo fio-dental, bem justinha e amarrada com uns lacinhos dos lados. O sutiã era dois triângulos, também tudo amarrado com uns lacinhos na costas e o pescoço. Ela se esticou de costas na toalha e eu comecei a passar creme nela.
— Agora mais pra baixo, amor — ela disse e levantou um pouquinho a bunda pra indicar onde queria o creme.
Eu me deliciei passando a mão nas pernas dela, dos pés até a bunda, que eu acariciava sem vergonha onde a calcinha não cobria. Nem me preocupei em pensar que aqueles dois palhaços estavam nos observando, eu tava me divertindo pra caralho.
Quando terminei, a Maria virou e me agradeceu com um beijo quente de língua.
— Agora é a minha vez de te foder, querido — e eu me estiquei na toalha enquanto ela, sentada na minha bunda, começou a passar creme nas minhas costas.
— Bom, a gente vai nadar um pouco — disse um daqueles caras, provavelmente bem putos por eu ter chegado e cortado o barato deles com a Maria, e por ela ter ignorado eles pra ficar comigo.
— Tá, tchau — respondeu a Maria sem nem se dar ao trabalho de olhar pra eles.
Quando ficamos sozinhos, ela disse:
— Ufa... Ainda bem que você chegou cedo. Não sabia que eles iam estar aqui, que chatos. Queriam passar creme em mim e insistiam pra eu tirar o top do biquíni. Tão muito tarados... Já avisei meu irmão, mas ele diz que sou uma lady e que exagero. É tão babaca quanto eles...
— Bom, tô aqui pra salvar o dia — falei sorrindo.
— É — ela disse sorrindo — mas vai com calma que o sungão não vai esconder muito se você ficar de pau duro, amigo.
A verdade é que com a mini sessão de massagem eu já tava com o pau durasso, e ela não tinha deixado passar batido.
Pouco depois, os dois amigos do irmão dela voltaram e sentaram do nosso lado de novo. A Maria, pra nem dar chance deles falarem com a gente, começou a me beijar igual no dia anterior. Era incrível sentir a língua dela entre meus lábios de novo, uma delícia. O jeito dela de beijar era tão quente que logo meu pau começou a crescer, e esticados como a gente tava, era difícil disfarçar. A Maria percebeu e, rapidamente, pra não me deixar na mão, Ela se apoiou pra trás e sentou no meu pau. Depois continuamos nos beijando. Era óbvio que ela sentia meu pau bem duro entre as pernas dela, e esse pensamento me excitava ainda mais. Acho que ela também tava ficando com tesão, porque as bochechas dela estavam mais rosadas que o normal.
Acho que a cena acabou deixando os dois babacas desconfortáveis, e pra completar, ela virou pra eles e falou:
— Escutem, galera, queria ficar sozinha com meu namorado. Vocês se importam de mudar pra outro lugar?
— Essa puta é uma provocadora... — começou a dizer um, rangendo os dentes, mas o outro cortou na hora, provavelmente pensando nas consequências de xingar a irmã mais nova do amigo.
— Tá bom, Maria — disse ele — se cuida e manda um abraço pro Manuel quando ver ele. — E empurrando o outro, que tava puto da vida, foram pra outro lugar pegar sol. A gente viu eles esticarem as toalhas uns metros pra lá.
— Vamos continuar, que com certeza eles vão ficar de olho por um tempo — falou Maria, e aí continuamos nos beijando com gosto. Maria pegou minha mão e levou direto pra bunda dela, e eu acariciei por cima e por baixo da calcinha dela sem vergonha nenhuma. Ela começou a rebolá em cima do meu pau, que já tava durasso. Tinha atrito entre nossos sexos por cima das sungas e eu sabia que Maria tava adorando, porque ela gemia baixinho enquanto a gente se beijava. Por sorte pra mim, ainda não tinha muita gente na piscina, e acho que isso ajudava Maria a ficar mais solta.
Por uns minutos, não existiu mais nada, mas o grito de umas crianças jogando bola que passaram correndo perto da gente fez a gente cair na real de onde a gente tava. Cada um se esticou na sua toalha (eu de barriga pra baixo, por motivos óbvios) e ficamos em silêncio por um tempo.
— Você tem um pau bem grande, pelo visto, tava escondendo! — ela falou baixinho.
— Ah, normal, acho — respondi meio sem graça com o comentário ousado.
— Ei, fiquei Me deixei levar, não consegui me segurar." — ela disse, meio se desculpando.
— Pois é, eu percebi...
— É que tô me divertindo pra caralho, espero que não te incomode.
— Não, claro que não, eu também tô me divertindo. — respondi.
— Valeu, e bom, não se preocupa; depois te ajudo a resolver o teu problema, igual ontem — e me deu uma piscada.
O tempo todo que ficamos na piscina, agimos como se fôssemos namorados. Com a confiança que eu ia ganhando, me atrevia a tocá-la de um jeito mais ousado, coisa que ela aceitava numa boa, até era ela mesma que me incentivava a aproveitar.
— Maria no telefone, sai logo da cama e atende!
Na hora pulei da cama e me apressei pra atender.
— Alô?
— Alô! Beleza? Descansou bem ontem?
Minha mãe ainda estava por perto e eu rezei pra ela não me ver naquele momento; fiquei vermelho que nem um tomate.
— Sim... Bom, você sabe. Valeu. — meio que gaguejei.
— Que bom. Espero que esteja pronto pra ir pra piscina. Vem?
— Pô... Na real acabei de acordar. Preciso de um tempinho pra me preparar.
— Ok, sem problema. Então vou indo pra lá e te espero lá dentro.
— Valeu, brigado, até já.
Me preparei rápido e quinze minutos depois já tava a caminho da piscina. Era um lugar bem novo e moderno. Tinha várias piscinas com temperaturas diferentes, tipo spa, e uma área de lazer com toboáguas e muito gramado pra pegar sol. Quando cheguei, encontrei a Maria lá, esticada na toalha dela, e do lado estavam dois dos caras de ontem, conversando com ela.
— Oi! — cumprimentei ao chegar. A Maria tava com uma cara de quem não tava afim... Certeza que aqueles dois sem-vergonha se aproveitaram de ver ela sozinha pra grudar nela que nem carrapato.
— Oi! Finalmente chegou, amor! — Maria pulou que nem uma mola e veio me receber. — Tá vendo? Já falei que tava esperando ele. Demorou, amor, vem pra cá, dá um espaço pro meu namorado, né, galera?
Os dois caras, que nem me cumprimentaram, se afastaram de má vontade pra me deixar um lugar do lado da Maria. Quando cheguei, estraguei a festa deles.
— Tava precisando de você pra passar protetor — e me dando um olhar que dizia tudo, falou — Aqui os amigos do meu irmão insistiram muito em me ajudar... mas já falei que você tava quase chegando...
Maria tava usando um biquíni verde maçã bem chamativo. A calcinha era tipo fio-dental, bem justinha e amarrada com uns lacinhos dos lados. O sutiã era dois triângulos, também tudo amarrado com uns lacinhos na costas e o pescoço. Ela se esticou de costas na toalha e eu comecei a passar creme nela.
— Agora mais pra baixo, amor — ela disse e levantou um pouquinho a bunda pra indicar onde queria o creme.
Eu me deliciei passando a mão nas pernas dela, dos pés até a bunda, que eu acariciava sem vergonha onde a calcinha não cobria. Nem me preocupei em pensar que aqueles dois palhaços estavam nos observando, eu tava me divertindo pra caralho.
Quando terminei, a Maria virou e me agradeceu com um beijo quente de língua.
— Agora é a minha vez de te foder, querido — e eu me estiquei na toalha enquanto ela, sentada na minha bunda, começou a passar creme nas minhas costas.
— Bom, a gente vai nadar um pouco — disse um daqueles caras, provavelmente bem putos por eu ter chegado e cortado o barato deles com a Maria, e por ela ter ignorado eles pra ficar comigo.
— Tá, tchau — respondeu a Maria sem nem se dar ao trabalho de olhar pra eles.
Quando ficamos sozinhos, ela disse:
— Ufa... Ainda bem que você chegou cedo. Não sabia que eles iam estar aqui, que chatos. Queriam passar creme em mim e insistiam pra eu tirar o top do biquíni. Tão muito tarados... Já avisei meu irmão, mas ele diz que sou uma lady e que exagero. É tão babaca quanto eles...
— Bom, tô aqui pra salvar o dia — falei sorrindo.
— É — ela disse sorrindo — mas vai com calma que o sungão não vai esconder muito se você ficar de pau duro, amigo.
A verdade é que com a mini sessão de massagem eu já tava com o pau durasso, e ela não tinha deixado passar batido.
Pouco depois, os dois amigos do irmão dela voltaram e sentaram do nosso lado de novo. A Maria, pra nem dar chance deles falarem com a gente, começou a me beijar igual no dia anterior. Era incrível sentir a língua dela entre meus lábios de novo, uma delícia. O jeito dela de beijar era tão quente que logo meu pau começou a crescer, e esticados como a gente tava, era difícil disfarçar. A Maria percebeu e, rapidamente, pra não me deixar na mão, Ela se apoiou pra trás e sentou no meu pau. Depois continuamos nos beijando. Era óbvio que ela sentia meu pau bem duro entre as pernas dela, e esse pensamento me excitava ainda mais. Acho que ela também tava ficando com tesão, porque as bochechas dela estavam mais rosadas que o normal.
Acho que a cena acabou deixando os dois babacas desconfortáveis, e pra completar, ela virou pra eles e falou:
— Escutem, galera, queria ficar sozinha com meu namorado. Vocês se importam de mudar pra outro lugar?
— Essa puta é uma provocadora... — começou a dizer um, rangendo os dentes, mas o outro cortou na hora, provavelmente pensando nas consequências de xingar a irmã mais nova do amigo.
— Tá bom, Maria — disse ele — se cuida e manda um abraço pro Manuel quando ver ele. — E empurrando o outro, que tava puto da vida, foram pra outro lugar pegar sol. A gente viu eles esticarem as toalhas uns metros pra lá.
— Vamos continuar, que com certeza eles vão ficar de olho por um tempo — falou Maria, e aí continuamos nos beijando com gosto. Maria pegou minha mão e levou direto pra bunda dela, e eu acariciei por cima e por baixo da calcinha dela sem vergonha nenhuma. Ela começou a rebolá em cima do meu pau, que já tava durasso. Tinha atrito entre nossos sexos por cima das sungas e eu sabia que Maria tava adorando, porque ela gemia baixinho enquanto a gente se beijava. Por sorte pra mim, ainda não tinha muita gente na piscina, e acho que isso ajudava Maria a ficar mais solta.
Por uns minutos, não existiu mais nada, mas o grito de umas crianças jogando bola que passaram correndo perto da gente fez a gente cair na real de onde a gente tava. Cada um se esticou na sua toalha (eu de barriga pra baixo, por motivos óbvios) e ficamos em silêncio por um tempo.
— Você tem um pau bem grande, pelo visto, tava escondendo! — ela falou baixinho.
— Ah, normal, acho — respondi meio sem graça com o comentário ousado.
— Ei, fiquei Me deixei levar, não consegui me segurar." — ela disse, meio se desculpando.
— Pois é, eu percebi...
— É que tô me divertindo pra caralho, espero que não te incomode.
— Não, claro que não, eu também tô me divertindo. — respondi.
— Valeu, e bom, não se preocupa; depois te ajudo a resolver o teu problema, igual ontem — e me deu uma piscada.
O tempo todo que ficamos na piscina, agimos como se fôssemos namorados. Com a confiança que eu ia ganhando, me atrevia a tocá-la de um jeito mais ousado, coisa que ela aceitava numa boa, até era ela mesma que me incentivava a aproveitar.
Ao passar o creme nela pela segunda vez, passei na frente e atrás, em cada cantinho da pele dela que tava exposta ao sol. Ela também se atrevia comigo e, mais de uma vez, principalmente na água, roçava a mão no meu volume por cima da sunga enquanto me beijava.
— Que tal a gente ir embora agora? Tô começando a ficar com fome — disse Maria quando já passava do meio-dia.
— Beleza, também tô.
Pegamos nossas coisas e fomos pros vestiários. Essas piscinas tinham uma área de chuveiros separada pra homens e mulheres (óbvio), mas depois a gente entrava numa área de armários e vestiários que era comum pra todo mundo, embora tivesse cabines privadas pra trocar de roupa. Provavelmente era assim pra deixar as famílias irem juntas.
Antes de entrar no chuveiro, a Maria me disse:
— Me espera do outro lado, tá?
E foi o que eu fiz. Tomei banho rápido sem tirar a sunga, só pra lavar o cloro da piscina, e esperei ela na saída do chuveiro. Quando ela saiu, vinha enrolada na toalha e com o biquíni na mão. Juntos, fomos pegar nossas roupas nos armários e, ao chegar na área dos vestiários, a Maria me segurou pelo braço.
— Entra comigo. — e me puxou pra dentro de uma das cabines privadas — Não gosto de me trocar sozinha — disse sorrindo.
Já dentro, com a porta fechada, ela se livrou da toalha e, sim, a Maria ficou completamente pelada na minha frente. Ficou me encarando por um tempo, se exibindo. Eu fiquei besta, olhando pra ela. Ver ela assim, nua por inteiro, era melhor do que tudo que eu tinha imaginado até então. As pernas dela, os quadris, a cintura, os peitos... tudo formava uma harmonia de formas e curvas que beirava a perfeição. Os mamilos eram grandes, mas não demais, equilibrados com o tamanho dos peitos. E a bucetinha dela era uma delícia, carnuda e coberta por uma fina camada de pelinhos castanho-claros. Além disso, como ela costumava pegar sol de biquíni, dava pra notar nos peitos e na ppk dois tons diferentes de pele em comparação com o resto do corpo, o que deixava a cena ainda mais provocante.
— Vai ficar aí parado? Anda, tira a sunga — ela disse, calma mas descarada.
Eu obedeci, mas bem devagar por causa da minha timidez. Fui descendo a sunga até que, finalmente, apareceu na frente dela meu pau com uma ereção bem decente.
— É, como eu imaginava, tá duríssimo — ela completou — Você deve estar explodindo, vai precisar de uma ajudinha.
E sem mais, ela se aproximou de mim, assim, de pé, e pegou meu pau com as mãos... Começou a me masturbar devagar.
— Olha, valeu de novo, você me ajudou pra caralho... — ela dizia sem parar de me masturbar, e continuou — Vou te fazer uma proposta: você Você pode fazer de namorado neste verão pra mim, e eu garanto que você vai aproveitar.
— Tá bom... – falei com a voz bem baixinha. Enquanto isso, ela ia aumentando o ritmo da punheta.
— Vai, pega nos meus peitos, não fica com vergonha, é pra isso que eles servem – ela disse. E continuava acelerando o ritmo.
Eu tava em êxtase. Ia gozar a qualquer momento. As mãos quentes dela faziam maravilhas, e enquanto isso, eu ia apalpando os peitos dela e beliscando os biquinhos.
Quando não aguentei mais, avisei:
— Maria, tô gozando... – Mas ela acelerou sem se afastar, até aproximou a buceta pra frente, fazendo a ponta do meu pau roçar nos pelinhos dela. Gozei na hora. Meu leite jorrou direto na buceta dela. Ela se afastou um pouco e mais gotas espirraram na barriga e nas pernas dela...
— Porra! Como sai de você! – exclamou sem parar de sacudir minha pica com as mãos. Quando tirei a última gota, ela disse – Senta um pouco, com certeza você precisa.
Sentei no banco do vestiário como ela me aconselhou e fiquei observando. Tinha grandes poças do meu gozo começando a escorrer pela pele dela. Também tinha uma boa poça grudada nos pelos pubianos dela, e até nas mãos dela tinha restos da minha porra.
Em seguida, para meu espanto, ela começou a se vestir, sem se limpar antes. Foi se sujando com os restos do meu gozo enquanto se vestia. Colocou uma calcinha de algodão laranja e, ao subi-la, os restos da minha porra entraram em contato, manchando a frente e deixando o tecido meio transparente. A mesma coisa aconteceu com o vestido de verão dela: ao deslizá-lo pelo torso e cintura, foi se manchando, e onde meu gozo tinha caído na pele dela, formaram-se manchas úmidas.Não acreditei, ela ia sair assim mesmo na rua, com meu gozo dentro da calcinha dela e na pele.
— Anda logo, que não temos o dia inteiro. — ela disse, me tirando do meu estado de choque.
Logo estávamos os dois prontos e na rua. Como de costume, caminhamos juntos até a casa dela. Ao chegar no portão, ela me deu outro beijo de língua.
— Olha, eu tinha planos de sair com umas amigas do colégio hoje à noite. Pensei que teria que ir sozinha e ia falar que não. Mas se você topa, a gente pode ir junto. O que acha?
— Claro, Maria, o que você precisar.
— Você é um anjo. Até mais, então!
Fiquei observando ela por um instante antes de ir. Os mamilos dela estavam durinhos e marcavam no tecido do vestido, como já era comum no verão, quando ela não usava sutiã. As manchas do meu gozo ainda estavam visíveis, e só de pensar nisso já me excitei de novo.
De volta em casa, bati uma boa punheta, pensando no que tinha rolado. E tirei um cochilo sonhando com o que poderia acontecer com o Maria naquela noite.
Continua
2 comentários - O Substituto do Namorado 3