bom dia!!!! a seguir o relato mais longo que já escrevi até agora... espero que vocês curtam... excitante do começo ao fim... comentários e pontos são bem-vindos... tive que dividir...Tudo começou numa daquelas tardes quentes de verão. Eu estava em casa tentando escapar do calor no sofá, com uma limonada e a TV ligada, usando roupas bem leves. Fazia algumas semanas que eu notava algo estranho no meu irmão mais novo. Quando ele me encontrava descansando, sempre se aproximava e me olhava de um jeito que... hmm, não sei, me fazia sentir meio estranha...
De manhã, a casa contava apenas com a presença do meu irmão mais novo, minha irmã e eu. Ele tinha 18, ela 22, e eu tinha acabado de fazer 19 anos.
Naquela época, cada um de nós estava em uma fase acadêmica diferente, então normalmente cada um estava no seu próprio mundo. Tínhamos nossos amigos e tudo mais. Eu cursava o segundo semestre de Direito, já que sonhava em ser como minha mãe, uma advogada completa e certinha, segundo eu. Minha irmã estava terminando a faculdade de Relações Exteriores e já tinha um emprego de meio período. Meu irmão estava no último semestre do ensino médio, um garoto todo rebelde, mas com suas limitações, claro. Na verdade, todos pensávamos que eram coisas da idade. Enfim, vamos continuar...
Foi exatamente nesse momento que percebi que meu irmão estava me olhando de um jeito pervertido, como se quisesse me despir com o olhar, igual os outros garotos faziam, haha, ou algo assim. Eu estava passando pela cozinha usando apenas um top e um short quando notei a presença dele. Pude ver claramente como o olhar dele se concentrava na minha bunda. Nunca me considerei uma garota exuberante. Tenho a pele levemente bronzeada, quadris não muito largos, mas uma bunda empinada, seios de bom tamanho e o desejo de todos os meus conhecidos: pernas longas e torneadas, graças a anos fazendo aulas de jazz. Tenho um rosto bonito, com traços bem definidos e delicados, herdados da minha mãe, que deve ser a mulher mais atraente que já vi.
Por outro lado, minha irmã mais velha era uma mulagem de mulher. Tinha um corpo de parar o trânsito, dois seios turgescentes apontando para o céu e uma bunda bem generosa, carnuda e... completando o quadro, uma cintura digna de concurso e o que mais dizer dos lindos olhos cor de mel que adornavam seu rosto? Lembro que naquela época minha irmã já deixava todos os meninos da rua malucos, sempre se vestia de um jeito bem sugestivo com roupas justinhas ou bem curtinhas, o que eu tentava imitar.
Meu irmão, por sua vez, aos 18 anos era um cara comum, mas devo dizer que ele tinha seu charme, porque pra essa idade ele era alto e com o torso definido, com certeza puxou ao nosso pai.
A relação entre ele e eu era simples, trocávamos só o necessário e às vezes brigávamos por besteiras como qualquer irmão.
Os dias seguintes passavam e o calor só aumentava, enquanto eu percebia cada vez mais como meu irmão me olhava, então comecei a prestar mais atenção nele. Confesso que no início a ideia me causou repulsa e fiquei meio constrangida, já que é meu irmãozinho, mas depois de pensar um pouco, entendi: duas gostosas, principalmente muito gostosas mesmo, andando na frente dele com roupas bem leves, hehe... e ele só um adolescente na fase da punheta. Enfim, minha irmã parecia não notar isso e, pra ser sincera, a relação dela com meu irmão era de total indiferença. Não quero dizer que não éramos uma família unida, mas pela diferença de idade eles só trocavam o necessário.
Enquanto fazíamos nossas tarefas, o olhar do meu irmão nos seguia pela casa toda, como se estivéssemos dando um show — e pra qualquer um no lugar dele, aposto que era mesmo, já que a gente geralmente usava shorts curtos, tops, camisetinhas e até, em algumas ocasiões, camisolas curtas que a gente usava pra dormir. Às vezes minha irmã deixava aparecer a calcinha ou o fio dental enquanto fazíamos as tarefas, claro que ela não dava importância, estávamos sozinhas em casa e tudo isso pro meu irmãozinho devia ser um banquete onde ele podia saciar a vontade de olhar — e era mesmo, viu? O moleque ficava com os olhos indo de um lado pro outro... Os dias de férias de verão continuavam quando, numa dessas manhãs em que nos preparávamos para limpar a casa, meu irmão se ofereceu para nos ajudar se nós fizéssemos o mesmo. Naquela ocasião, eu estava usando meu roupão de dormir e, por baixo, só uma calcinha de renda azul muito linda. Minha irmã vestia uma leggings que deixava à mostra uma bunda realmente linda, bem definida e dura, que marcava um fio dental minúsculo... Naquela vez, decidi brincar um pouco com ele, só pra deixá-lo um pouco tenso, né, vocês sabem. Inclinei meu corpo de maneira sugestiva para que ele pudesse ver minha calcinha, me aproximei dele, rocei seu corpo com a cintura, dei um verdadeiro espetáculo visual. Em mais de uma ocasião, peguei ele com o olhar enterrado na minha bunda e nas minhas pernas, e mesmo tentando disfarçar, era muito óbvio. De repente, olhei pra entre as pernas dele e notei que estava com uma ereção. Isso me surpreendeu, mas soltei uma gargalhada na hora. Não disse nada naquele momento, não conseguia acreditar que tinha chegado a esse ponto. Meu irmão realmente ficava excitado nos olhando, e eu estava disposta a dar essa satisfação a ele, pelo menos naquele dia. Continuei com a brincadeira, me aproximei dele e comentei que precisava que ele levantasse uma mesa de centro porque tinha algo embaixo. Ele foi comigo imediatamente, tentando esconder a ereção, o que era impossível. Eu caminhava na frente dele, balançando meus quadris um pouco mais que o normal e brincando com meu roupão para que ele pudesse ver a entrada das minhas nádegas. De certa forma, estava realmente gostando daquilo. Quando chegamos no lugar, ele levantou a mesa sem problemas, e naquele momento, me inclinei totalmente e sem reservas na frente dele. Adoraria ter visto a cara dele naquela hora. Meu bumbum ficou totalmente exposto pra ele, a menos de um metro de distância. Fiquei assim o máximo que pude, até conseguir o que queria. Quando me afastei, ele estava muito nervoso, o que me causou até uma certa ternura. A ereção dele estava totalmente à mostra, então naquele dia decidi que seria só isso. Fui até Onde estava minha irmã e pude ver como ele desaparecia atrás da porta do quarto dela e imaginei o que faria lá dentro...
Era quarta-feira à tarde e eu me preparava para sair com umas amigas, minha irmã tinha saído com o ficante da vez e meus pais chegariam à noite, meu irmão ficaria sozinho em casa então avisei que ia sair. Uma minissaia e uma blusa com decote nas costas era o look do dia, devia ser por volta das 12h. Ele me olhou e assentiu, depois virei e quando me estiquei para pegar as chaves, minha minissaia subiu o suficiente para dar um espetáculo de despedida. Na hora, virei o rosto e, como esperado, meu irmão estava me observando. Notei que ele corou um pouco ao ser pego de surpresa e eu só mandei um beijinho de tchau. Na verdade, essa situação começava a me intrigar um pouco... Até onde ele seria capaz de ir? Não sabia o que estava fazendo nem se gostava totalmente disso. Sempre tentei ser uma garota de mente aberta quando o assunto é sexo, gosto de explorar possibilidades e, com minha pouca idade, já tinha alguma experiência, mas claro, isso era diferente e estava acima de todas as barreiras e estruturas morais.
O passeio no shopping terminou mais cedo do que esperava, então decidi voltar para casa. Ao cruzar a porta, notei tudo em silêncio e imaginei que não tinha ninguém. Subi as escadas em direção ao meu quarto e, de repente, ouvi uns sons vindo de lá. Ao me aproximar, notei a porta entreaberta e estranhei, já que todos em casa mantemos nossos quartos fechados. Ao espiar lá dentro, vi meu irmão deitado na cama com várias calcinhas minhas. Naquele momento, fiquei em choque. O pau ereto do meu irmão envolto na minha calcinha azul e mais algumas perto do rosto dele, ele as cheirava e chupava. Pareceu-me nojento, mas não sabia como agir. Foi tão rápido que nem mesmo percebi direito, naquele momento, o "artefato" do meu irmão. Tentei... Para não ser descoberta, comecei a descer as escadas. No mesmo instante, ouvi a porta da frente se abrindo violentamente. Meus pais entraram pela porta, eu os olhei por um momento enquanto continuava descendo. Eles perguntaram pelos outros, e ao olhar para cima, vi meu irmão saindo rapidamente do meu quarto. Eu disse que não sabia de nada e pensei que não tinha ninguém. Em alguns minutos, meu irmão apareceu na cena. Eu nem conseguia olhar para ele. Ele, sem mais, cumprimentou a todos como se fosse a coisa mais comum do mundo... embora ele não soubesse que agora eu conhecia seu pequeno segredo...
À noite, eu estava confusa e não sabia como enfrentar meu irmão. Naquela noite, procurei minha roupa íntima e lá estava, dentro do cesto de roupa suja. Algumas ainda estavam úmidas na parte onde encosto minha buceta, e meu fio dental estava cheio do que parecia "porra". Ah, foi totalmente chocante ver assim. Tentei perceber se faltava algo e, embora à primeira vista não, não podia ter certeza absoluta. Naquela ocasião, à noite, comecei a sentir uma curiosidade mórbida por saber desde quando ele fazia isso e como tinha chegado a esse ponto. De um momento para outro, senti um calor na virilha, comecei a lembrar da imagem do meu irmão. Seu pau ereto vinha à minha mente e, de repente, me toquei rapidamente até chegar ao fundo do êxtase, apenas de lembrar. Aquela imagem do meu irmão aparentemente me fez gozar. E bem, se meu quarto permanecia trancado, como ele entrava ou em que momento? Enfim, aquele dia terminou e não quis especular. Minha mente começou a se encher de algumas ideias pervertidas e também não quis ir mais longe... meus pensamentos e memórias de outros tempos me levavam a lugares menos comuns, muitos anos atrás...
Ao amanhecer, me sentia mais relaxada. Tinha meditado um pouco sobre as coisas e não me parecia algo tão grave, mas sim estranho. Encontrei meu irmão no corredor e o cumprimentei com um abraço e um beijo na bochecha. Ele ficou surpreso, já que não é um ato de todos os dias. De repente, pensei que... Na verdade, eu queria que essa situação continuasse acontecendo, agora eu o levaria até o limite com joguinhos, queria ver até onde ele seria capaz e, entre outras coisas, pegá-lo com a mão na "massa" ou algo assim, hehe... Durante o dia, eu pensava em como fazê-lo explodir de excitação. Sabia que ele gostava da minha roupa íntima, então naquele dia coloquei um conjunto super sexy preto de calcinha fio-dental e uma minissaia bem curta. Meu irmão estava andando pela casa como se nada fosse, minha irmã estava no quarto dela, então decidi que era hora de começar. Saí do meu quarto e fui até ele. Quando ele me viu, ficou me encarando como de costume, mas dessa vez eu fiquei mais agressiva e questionei o olhar dele. Ele tentou disfarçar e imediatamente tentou virar a pergunta. Sentei-me em frente à televisão com as pernas cruzadas. Nunca usava essa minissaia sem calcinha por baixo, mas dessa vez eu queria que ele visse um pouco mais. Dava para ver a entrada das minhas nádegas. Cada vez que eu cruzava as pernas, sentia o olhar dele se concentrar no meu centro. Isso me excitava sem que eu percebesse. Em alguns minutos, pude notar que a calça dele apresentava um volume na frente e senti meu fio-dental começar a umedecer e entrar na minha buceta. Vale mencionar que, por mais que eu cruzasse as pernas, era inevitável que meu triângulo preto no meio da saia fosse observado. Levantei-me do lugar e o olhar dele me seguiu. Comentei que o calor estava insuportável, levantei a blusinha que estava usando como se fosse tirá-la, mostrando meu abdômen. Ele pareceu perder o equilíbrio naquele momento e tropeçou desajeitadamente, sem parar de me olhar. No segundo seguinte, ele se desculpou e saiu correndo para o banheiro. Nossa, eu seria má com meu pobre irmão... Naqueles momentos, pensava na punheta que ele devia estar batendo, obviamente pensando em mim, nos meus peitos, nas minhas pernas. Ah, senti aquele pequeno formigamento entre as pernas e, sem pensar, acabei deitada no sofá com um dedo dentro da minha linda buceta, tendo um orgasmo brutal. Pensava como, em poucos dias, as coisas tinham mudado. circunstâncias das mais normais até aí, embora ainda me parecesse uma ideia torta e fora de qualquer alcance, como seria?... meu irmão? Não... tentava manter isso fora do pensamento, o desejo começava a me absorver...
Essas palavras circulavam pela minha mente enquanto tentava recuperar a compostura naquele sofá... à tarde meus pais tinham planejado uma refeição fora de casa, como já era costume minha irmã começava a se arrumar horas antes, sempre ficava impecável e super fashion, passava um tempão no banheiro. Naquela ocasião meu irmão e eu estávamos na cozinha, quando ouvimos o chuveiro começar a pingar, meu irmão comentou que ela levaria horas e sairíamos tarde, eu só concordei com um sorriso e continuei fazendo a tarefa do dia, sentia como aquele olhar me perseguia, me assediava, embora ao mesmo tempo me desse entusiasmo, nessa ocasião foi a primeira vez que percebi algo mais ousado do meu irmão ao comentar que eu estava linda para a saída, só pude agradecer e corar um pouco, ele nunca tinha dito algo parecido, ele comentou que subiria para se aprontar, nesse momento pensei de que maneira poderia dar mais abertura a tudo isso, talvez permitir que o jogo avançasse naturalmente...
Minutos depois que meu irmão subiu, fui atrás dele, queria que ele visse a calcinha que eu estava usando naquele dia para que depois ele pudesse pegá-la como costumava fazer e soubesse que era a calcinha do dia e "curtisse" ela recém-tirada, isso me parecia sujo mas ao mesmo tempo me excitava e eu reconhecia abertamente, embora não soubesse aonde queria chegar com tudo isso... cheguei até a entrada do quarto e notei que ele não estava lá, há uma escadinha que leva ao lavabo que fica na cobertura, então imaginei que ele estaria lá, talvez procurando algo, já que às vezes parte da roupa limpa ficava ali, para o meu plano isso me parecia bom, pois lá eu poderia estar com o pretexto de procurar algo, me abaixar ou o que fosse e deixar ele ver minha... fio dental roxo com laços por baixo dos jeans justos na cintura que eu usava naquele dia.
Quando cheguei na parte de cima, a primeira coisa que vi me deixou em silêncio total: meu irmão espiando minha irmã enquanto ela tomava banho. Do terraço, dava pra ver através de uma daquelas janelas basculantes que abrem pra dentro do banheiro. Não era a vista mais privilegiada, mas dava pra perceber alguma coisa. Recuei um pouco pra continuar observando. Em alguns momentos, fiquei na dúvida se deveria permitir aquele comportamento. Tipo, em outras ocasiões ele teria me espiado assim?... Com certeza!, pensei na hora... Meu plano tinha ido por água abaixo — eu pretendia deixá-lo curtir o espetáculo. Minha irmã era uma gata dos sonhos. Como irmã, eu a conhecia perfeitamente e já tinha visto seu corpo nu e de calcinha inúmeras vezes. Uma bunda de tamanho perfeito, com a pele mais lisa e macia que me lembro, sem uma única marca. Na maioria das vezes, ela mantinha o pelo púbico bem delineado e curto, e sem falar nos seios, que mantinham a posição firme mesmo sem sutiã, adornados por aqueles lindos mamilos rosados. Ao lembrar das imagens da minha irmã, pensei no que ele estaria sentindo ao ver aquela preciosa silhueta de pele branca... Ao mesmo tempo, eu queria confrontá-lo e ver qual seria a reação ao ser descoberto. Tomei impulso de novo e apareci em cena de repente, chamando pelo nome dele. Imediatamente, ele tentou disfarçar, mas era óbvio que sabia que eu tinha visto o que ele fazia. Fiquei parada na frente dele, questionando casualmente… e olhando pra janela do banheiro. Ele parecia entre vermelho e pálido. A situação estava mais tensa do que imaginei, então tentei relaxá-lo e comentei se ele estava procurando por algo. Ele tentou responder, mas parecia não conseguir encontrar as palavras. Olhei de novo pra janela: lá dentro dava pra ver uma nuvem espessa de vapor e um corpo se movendo. Na real, era difícil ver qualquer coisa. Ele comentou que ia descer, e eu disse que precisava de ajuda pra achar uma jaqueta — ele topou. Parecia mais relaxado ao notar que eu não tinha jogado na cara dele aquela coisa de olhar pela janela, mesmo assim comentei: "Com essa janela aberta, hmm, não sei, acho que seria possível ver qualquer coisa lá dentro". Esperei uma resposta por alguns segundos enquanto fingia procurar algo, ele disse: "Parece que sim, na verdade não sei por que elas tomam banho com a janela aberta, alguém poderia espiar haha". Que atrevimento, parecia que ele estava tentando me provocar. Eu só continuei de maneira relaxada, respondendo ao comentário dele com um: "O bom é que só estamos nós, que somos irmãos" e nos conhecemos. A busca cessou, em mais de uma ocasião dei as costas e me agachei, então ele deve ter visto a calcinha roxa que eu estava usando naquela ocasião... Saímos do quarto de lavar e, a caminho da escada, parei bem em frente à janela que dá para o banheiro. O jato de água tinha parado, tentei olhar com atenção. Meu irmão me observava no topo da escada com certa desconfiança, me perguntou: "O que você está fazendo?". Eu fiz sinal para ele ficar quieto com a mão. Pude ver minha irmã pegando sua toalha para se secar, olhei seus seios molhados e aqueles lindos mamilos eretos. A parte do sexo só vi por alguns segundos, um pequeno tufo de pelos delineado. Que espetáculo! Nunca imaginei que daria para ver algo dali, e ainda mais um pouco escondido e à noite, não teria erro. Enfim, cheguei onde ele estava, ele me perguntou o que eu estava olhando ali, meio nervoso. Eu disse que estava tentando ver nossa irmã pela janela só por ver. Chegamos na sala e ele foi imediatamente para o quarto. Esse garoto parecia ser mais esperto e tarado do que eu pensava, e pelo visto não só olhava, mas também ficava excitado, e tenho certeza que fantasiava com a gente... Hmm, que intriga, o tesão e o desejo se misturavam na minha cabeça. Por um segundo pensei que não teria problema em transar com ele, mas a razão chegou à minha mente, nublando a possibilidade imediatamente... Não poderia ser!!! Não poderia ser!!!, me repeti por dentro... É meu irmãozinho e nunca poderia ser, mesmo que eu desejasse?? Chegou o momento de sair, no carro minha irmã se colocou na janela e nesse momento aproveitei para subir na frente do meu irmão, já que para entrar na caminhoneta é preciso trepar num degrau. Fiz o possível para mostrar a calcinha fio dental ao fazer isso e demorei um pouco mais de tempo para que ele pudesse ver minha bunda nessa posição. Nunca pensei que em seguida ele tocaria minha bunda tentando me ajudar a subir, achei super atrevido, mas enfim, acho que era o que eu tinha provocado. Minha irmã fez um comentário para que eu me apressasse a subir e disse ao meu irmão para me empurrar com tom de deboche. A mão do meu irmão já estava há alguns segundos entre minha perna e minha bunda, era uma sensação estranha mas eu gostava. Ele, dando ouvidos à minha irmã, deslizou a mão um pouco e me jogou suavemente para dentro. Senti claramente como nesse movimento ele tocou minhas nádegas intencionalmente... Pensei que meu plano tinha se cumprido perfeitamente e ainda ganhei esse plus. Algumas horas depois voltamos para casa, meu pai já tinha tomado uns copos e minha mãe estava num tom muito alegre, o que sinalizava que eles não sairiam do quarto até o dia seguinte, hehe, vocês sabem ao que me refiero...
Assim que descemos do carro, meus pais comentaram que era tarde, então iam se deitar. Minha irmã se despediu e foi para o quarto dela, já que comentou que estava um pouco cansada de tanto trabalho... Por um momento ficamos eu e meu irmão sozinhos na sala da TV, nos olhamos por um instante e segundos depois ele se jogou no sofá e pegou o controle da TV, comentou que ia ver um filme ou algo assim. Na verdade, eu não estava com vontade de ficar no meu quarto, então me sentei junto dele para ver TV. Começamos a brigar pelo programa que íamos assistir e coisas do tipo, eu argumentava que por ser mais velha devia ter o controle e portanto tomar a decisão. Começamos a discutir de leve tentando arrancar o controle um do outro, e de repente meu irmão se... eu estava em cima de mim tentando me dominar para pegar o controle dele, naquele momento eu tinha meu corpo totalmente colado nele, pude sentir algo estranho na altura do meu abdômen, algo que pressionava, ah meu Deus, era o pau dele ereto sobre meu corpo… aquela ocasião foi a primeira vez que o senti tão perto, na verdade não tinha certeza naquele momento o quanto ele estava curtindo a situação, mas enfim, começamos a nos debater de maneira meio brusca, durante aqueles minutos sentia as mãos dele percorrendo meu corpo, não fazia com descaramento mas sentia como ele roçava meus peitos e minha bunda com as mãos e pressionava seu corpo sobre o meu, quando decidi que era suficiente e claro que não queria que alguém aparecesse na cena para nos dar uma bronca por fazer essas brincadeiras de criança, me levantei e disse com um tom imponente que me deixasse no controle de uma vez por todas, eu estava esquentada, acho que algo “excitada” e sobressaltada, ele parecia igual a mim, mas mesmo assim virou o rosto para a TV me ignorando, naquele momento peguei impulso e me joguei sobre ele, num movimento fiquei sentada sobre ele na altura do seu pau e deslizei meu corpo para frente para pegar suas mãos, sentia o pau duro dele pulsando debaixo da minha bunda, começamos a nos debater novamente, entre tanto tumulto minha vagina e cu se esfregavam no pau dele continuamente, ele empurrava para cima como se quisesse me atravessar e eu tentava controlá-lo, enfim… alguns minutos depois ele cedeu, suas mãos jogaram o controle, minha vagina estava completamente molhada, sentia minha calcinha afundada nos meus lábios e mamilos eretos, soltei ele e me levantei imediatamente, nos olhamos por alguns segundos e dei as costas, pensei que o jogo tinha terminado, quando de repente suas mãos envolveram minha cintura e sinto um puxão para trás, devo admitir que isso me pegou de surpresa, meu corpo recuou e em poucos instantes fiquei sentada sobre ele, minha bunda toda sobre o pau dele, ele tinha as mãos por baixo da minha blusa e as deslizava sobre meu abdômen como se tentasse fazer cócegas, eu tentava me levantar e cada vez que eu fazia isso sentia o pau dele esfregando na minha bunda, em um momento a mão dele sobe um pouco e toca meu seio esquerdo e foi o momento em que consegui me soltar… senti claramente como ele tocou meus seios e isso me pareceu demais, então eu disse que era tudo, estava um pouco irritada e excitada… ele deu meia volta, sorriu e comentou que agora a televisão era dele, soltei uma leve risada e disse num tom suave e mais calmo “isso a gente vê, irmãozinho”, virei, correspondi ao sorriso dele e fui para o meu quarto…
Assim que entrei no meu quarto comecei a tirar a roupa, me olhei no espelho, passei o dedo pela minha buceta molhada, não sabia o que estava fazendo mas nunca tinha estado tão excitada na vida, comecei a meter e tirar o dedo com velocidade lembrando daquele pedaço de carne entre minhas pernas, era tão bom, em poucos minutos estava deitada na cama, tocando de maneira insistente minha bunda e minha vagina, estava tão molhada que meus dedos deslizavam pelos meus buracos com facilidade, queria sentir um pau pulsante abrindo meu cuzinho mas no fundo sabia que não era certo, mesmo assim não sabia porque isso me excitava, tipo, eu podia ter qualquer cara que quisesse na minha cama, e tudo isso vinha do meu irmão, seria porque parecia proibido? porque inalcançável? era óbvio que NÃO, será que ele seria capaz de ir para o próximo nível?, como ele reagiria?... e meus pais e minha irmã se soubessem tudo isso, eram coisas muito complicadas e eu estava meio cansada, decidi tentar dar um tempo, tanto ele quanto eu, estávamos passando por algo parecido, não é que eu estivesse me apaixonando por ele nem nada assim, era só tesão e talvez algo “a mais”, também não achava que ele tivesse algum sentimento profundo por mim ou pela minha irmã que não fosse aquele “amor” de irmãos, ele era só um moleque com muito tesão e tentava se aliviar com as mulheres que tinha à mão, nós 3, incluindo minha mãe que estava no auge com quase 50… mas enfim, acho que naquele momento deixei tudo de lado, pensei em continuar um pouco com isso, afinal, não aconteceria "nada" que eu não quisesse...
Continuamos com a dinâmica familiar por mais alguns dias, eu tentei me comportar um pouco mais fria a respeito e ele seguiu na mesma frequência. Naquela semana, meus pais comentaram que teriam alguns dias livres no trabalho e estavam planejando uma viagem para o fim de semana seguinte com toda a família. Imediatamente, minha irmã se impôs dizendo que não seria possível ir, já que nesse período estava a mil com o escritório e não tinha ninguém para cobrir ela. Meus pais não se opuseram. Para mim, parecia uma boa opção, uns dias na praia não me fariam mal. Sempre que saíamos de férias, minha irmã e eu dividíamos o quarto e passávamos o tempo todo juntas. Seria a primeira vez que ela não iria. Meu irmão também não fez o menor comentário e concordou de forma positiva...
Na noite do dia seguinte, meu pai chegou com a notícia de que no hotel não foi possível conseguir mais do que dois quartos. Minha mãe comentou: "Qual é o problema? As crianças podem dividir o quarto". Eu me opus na hora, argumentando que precisava do meu espaço (por dentro, a verdade é que me vinham todo tipo de ideias depois de saber como era a sensação do meu irmão e tudo mais), mas tinha que reclamar. Ele só disse que não tinha problema, só usaria o quarto para dormir e tomar banho. Meu pai não viu tanto problema no assunto e nos disse que, no fim das contas, as camas eram separadas e o quarto era amplo... E assim o assunto se encerrou. Passaria as próximas 4 noites com meu irmãozinho tesudo a poucos metros de mim. Que situação, hein? Embora eu tenha que admitir que uma parte de mim estava muito animada...
Estávamos à noite preparando as últimas coisas para partir. Eu me certifiquei de colocar tudo na mala e, claro, roupas sexy para arrasar na praia. Destino: Los Cabos. Parecia ótimo. Nesse momento, meu irmão bate na porta e entra no meu quarto. Eu... Eu estava sozinha com um blusão curto, pronta para me deitar, ele me olhou de cima a baixo como era seu costume, casualmente só me perguntou se eu levaria tudo que precisava para o banho. Cabe mencionar que ele apareceu só de bermuda e sem camiseta, era verão mas não era normal vê-lo andando pela casa assim. Naquela ocasião reparei num abdômen definido e seus peitorais, não era um músculo exagerado mas estava bonito de se ver, com um corpo bem tonificado para seus meros 18 anos. Para descrevê-lo um pouco mais, era alto, aprox. 1,80 acho, cabelo ruivo, olhos mel, pele morena clara mmm mãos bonitas, magro com corpo rígido, fazia esporte regularmente e dava pra notar... Eu sou um pouco mais baixa, 1,67 de altura, magra, bunda boa e peitos pequenos mas firmes, como disse antes o melhor eu acho que são minhas pernas, longas e bem tonificadas, minha cor de pele é puxada para o pardo levemente como batata, minha mãe é super branca como minha irmã, meus mamilos são cor de pele bem pequenos e eu tento manter sempre delineado o pubis, área do biquíni e um triângulinho bem aparado para toda ocasião... Enfim, continuando eu comentei que levava tudo na mala, desde protetor solar até esponja de banho, ele se aproximou de mim de maneira estranha, me deu boa noite com um beijo na bochecha ao qual eu respondi com cara de estranheza já que era a primeira vez que ele fazia isso, me disse que descansasse já que partiríamos cedo, brincou um pouco dizendo que se os lençóis grudassem nele eu jogasse um balde de água, me pareceu engraçado, eu só ri e ele saiu do quarto, no final só fixei meu olhar no corpo dele, suas costas e sua bunda mmm de repente me vi molhada e cheia de desejo... Aquela noite tive que me contentar com meus dedos...continua...
De manhã, a casa contava apenas com a presença do meu irmão mais novo, minha irmã e eu. Ele tinha 18, ela 22, e eu tinha acabado de fazer 19 anos.
Naquela época, cada um de nós estava em uma fase acadêmica diferente, então normalmente cada um estava no seu próprio mundo. Tínhamos nossos amigos e tudo mais. Eu cursava o segundo semestre de Direito, já que sonhava em ser como minha mãe, uma advogada completa e certinha, segundo eu. Minha irmã estava terminando a faculdade de Relações Exteriores e já tinha um emprego de meio período. Meu irmão estava no último semestre do ensino médio, um garoto todo rebelde, mas com suas limitações, claro. Na verdade, todos pensávamos que eram coisas da idade. Enfim, vamos continuar...
Foi exatamente nesse momento que percebi que meu irmão estava me olhando de um jeito pervertido, como se quisesse me despir com o olhar, igual os outros garotos faziam, haha, ou algo assim. Eu estava passando pela cozinha usando apenas um top e um short quando notei a presença dele. Pude ver claramente como o olhar dele se concentrava na minha bunda. Nunca me considerei uma garota exuberante. Tenho a pele levemente bronzeada, quadris não muito largos, mas uma bunda empinada, seios de bom tamanho e o desejo de todos os meus conhecidos: pernas longas e torneadas, graças a anos fazendo aulas de jazz. Tenho um rosto bonito, com traços bem definidos e delicados, herdados da minha mãe, que deve ser a mulher mais atraente que já vi.
Por outro lado, minha irmã mais velha era uma mulagem de mulher. Tinha um corpo de parar o trânsito, dois seios turgescentes apontando para o céu e uma bunda bem generosa, carnuda e... completando o quadro, uma cintura digna de concurso e o que mais dizer dos lindos olhos cor de mel que adornavam seu rosto? Lembro que naquela época minha irmã já deixava todos os meninos da rua malucos, sempre se vestia de um jeito bem sugestivo com roupas justinhas ou bem curtinhas, o que eu tentava imitar.
Meu irmão, por sua vez, aos 18 anos era um cara comum, mas devo dizer que ele tinha seu charme, porque pra essa idade ele era alto e com o torso definido, com certeza puxou ao nosso pai.
A relação entre ele e eu era simples, trocávamos só o necessário e às vezes brigávamos por besteiras como qualquer irmão.
Os dias seguintes passavam e o calor só aumentava, enquanto eu percebia cada vez mais como meu irmão me olhava, então comecei a prestar mais atenção nele. Confesso que no início a ideia me causou repulsa e fiquei meio constrangida, já que é meu irmãozinho, mas depois de pensar um pouco, entendi: duas gostosas, principalmente muito gostosas mesmo, andando na frente dele com roupas bem leves, hehe... e ele só um adolescente na fase da punheta. Enfim, minha irmã parecia não notar isso e, pra ser sincera, a relação dela com meu irmão era de total indiferença. Não quero dizer que não éramos uma família unida, mas pela diferença de idade eles só trocavam o necessário.
Enquanto fazíamos nossas tarefas, o olhar do meu irmão nos seguia pela casa toda, como se estivéssemos dando um show — e pra qualquer um no lugar dele, aposto que era mesmo, já que a gente geralmente usava shorts curtos, tops, camisetinhas e até, em algumas ocasiões, camisolas curtas que a gente usava pra dormir. Às vezes minha irmã deixava aparecer a calcinha ou o fio dental enquanto fazíamos as tarefas, claro que ela não dava importância, estávamos sozinhas em casa e tudo isso pro meu irmãozinho devia ser um banquete onde ele podia saciar a vontade de olhar — e era mesmo, viu? O moleque ficava com os olhos indo de um lado pro outro... Os dias de férias de verão continuavam quando, numa dessas manhãs em que nos preparávamos para limpar a casa, meu irmão se ofereceu para nos ajudar se nós fizéssemos o mesmo. Naquela ocasião, eu estava usando meu roupão de dormir e, por baixo, só uma calcinha de renda azul muito linda. Minha irmã vestia uma leggings que deixava à mostra uma bunda realmente linda, bem definida e dura, que marcava um fio dental minúsculo... Naquela vez, decidi brincar um pouco com ele, só pra deixá-lo um pouco tenso, né, vocês sabem. Inclinei meu corpo de maneira sugestiva para que ele pudesse ver minha calcinha, me aproximei dele, rocei seu corpo com a cintura, dei um verdadeiro espetáculo visual. Em mais de uma ocasião, peguei ele com o olhar enterrado na minha bunda e nas minhas pernas, e mesmo tentando disfarçar, era muito óbvio. De repente, olhei pra entre as pernas dele e notei que estava com uma ereção. Isso me surpreendeu, mas soltei uma gargalhada na hora. Não disse nada naquele momento, não conseguia acreditar que tinha chegado a esse ponto. Meu irmão realmente ficava excitado nos olhando, e eu estava disposta a dar essa satisfação a ele, pelo menos naquele dia. Continuei com a brincadeira, me aproximei dele e comentei que precisava que ele levantasse uma mesa de centro porque tinha algo embaixo. Ele foi comigo imediatamente, tentando esconder a ereção, o que era impossível. Eu caminhava na frente dele, balançando meus quadris um pouco mais que o normal e brincando com meu roupão para que ele pudesse ver a entrada das minhas nádegas. De certa forma, estava realmente gostando daquilo. Quando chegamos no lugar, ele levantou a mesa sem problemas, e naquele momento, me inclinei totalmente e sem reservas na frente dele. Adoraria ter visto a cara dele naquela hora. Meu bumbum ficou totalmente exposto pra ele, a menos de um metro de distância. Fiquei assim o máximo que pude, até conseguir o que queria. Quando me afastei, ele estava muito nervoso, o que me causou até uma certa ternura. A ereção dele estava totalmente à mostra, então naquele dia decidi que seria só isso. Fui até Onde estava minha irmã e pude ver como ele desaparecia atrás da porta do quarto dela e imaginei o que faria lá dentro...
Era quarta-feira à tarde e eu me preparava para sair com umas amigas, minha irmã tinha saído com o ficante da vez e meus pais chegariam à noite, meu irmão ficaria sozinho em casa então avisei que ia sair. Uma minissaia e uma blusa com decote nas costas era o look do dia, devia ser por volta das 12h. Ele me olhou e assentiu, depois virei e quando me estiquei para pegar as chaves, minha minissaia subiu o suficiente para dar um espetáculo de despedida. Na hora, virei o rosto e, como esperado, meu irmão estava me observando. Notei que ele corou um pouco ao ser pego de surpresa e eu só mandei um beijinho de tchau. Na verdade, essa situação começava a me intrigar um pouco... Até onde ele seria capaz de ir? Não sabia o que estava fazendo nem se gostava totalmente disso. Sempre tentei ser uma garota de mente aberta quando o assunto é sexo, gosto de explorar possibilidades e, com minha pouca idade, já tinha alguma experiência, mas claro, isso era diferente e estava acima de todas as barreiras e estruturas morais.
O passeio no shopping terminou mais cedo do que esperava, então decidi voltar para casa. Ao cruzar a porta, notei tudo em silêncio e imaginei que não tinha ninguém. Subi as escadas em direção ao meu quarto e, de repente, ouvi uns sons vindo de lá. Ao me aproximar, notei a porta entreaberta e estranhei, já que todos em casa mantemos nossos quartos fechados. Ao espiar lá dentro, vi meu irmão deitado na cama com várias calcinhas minhas. Naquele momento, fiquei em choque. O pau ereto do meu irmão envolto na minha calcinha azul e mais algumas perto do rosto dele, ele as cheirava e chupava. Pareceu-me nojento, mas não sabia como agir. Foi tão rápido que nem mesmo percebi direito, naquele momento, o "artefato" do meu irmão. Tentei... Para não ser descoberta, comecei a descer as escadas. No mesmo instante, ouvi a porta da frente se abrindo violentamente. Meus pais entraram pela porta, eu os olhei por um momento enquanto continuava descendo. Eles perguntaram pelos outros, e ao olhar para cima, vi meu irmão saindo rapidamente do meu quarto. Eu disse que não sabia de nada e pensei que não tinha ninguém. Em alguns minutos, meu irmão apareceu na cena. Eu nem conseguia olhar para ele. Ele, sem mais, cumprimentou a todos como se fosse a coisa mais comum do mundo... embora ele não soubesse que agora eu conhecia seu pequeno segredo...
À noite, eu estava confusa e não sabia como enfrentar meu irmão. Naquela noite, procurei minha roupa íntima e lá estava, dentro do cesto de roupa suja. Algumas ainda estavam úmidas na parte onde encosto minha buceta, e meu fio dental estava cheio do que parecia "porra". Ah, foi totalmente chocante ver assim. Tentei perceber se faltava algo e, embora à primeira vista não, não podia ter certeza absoluta. Naquela ocasião, à noite, comecei a sentir uma curiosidade mórbida por saber desde quando ele fazia isso e como tinha chegado a esse ponto. De um momento para outro, senti um calor na virilha, comecei a lembrar da imagem do meu irmão. Seu pau ereto vinha à minha mente e, de repente, me toquei rapidamente até chegar ao fundo do êxtase, apenas de lembrar. Aquela imagem do meu irmão aparentemente me fez gozar. E bem, se meu quarto permanecia trancado, como ele entrava ou em que momento? Enfim, aquele dia terminou e não quis especular. Minha mente começou a se encher de algumas ideias pervertidas e também não quis ir mais longe... meus pensamentos e memórias de outros tempos me levavam a lugares menos comuns, muitos anos atrás...
Ao amanhecer, me sentia mais relaxada. Tinha meditado um pouco sobre as coisas e não me parecia algo tão grave, mas sim estranho. Encontrei meu irmão no corredor e o cumprimentei com um abraço e um beijo na bochecha. Ele ficou surpreso, já que não é um ato de todos os dias. De repente, pensei que... Na verdade, eu queria que essa situação continuasse acontecendo, agora eu o levaria até o limite com joguinhos, queria ver até onde ele seria capaz e, entre outras coisas, pegá-lo com a mão na "massa" ou algo assim, hehe... Durante o dia, eu pensava em como fazê-lo explodir de excitação. Sabia que ele gostava da minha roupa íntima, então naquele dia coloquei um conjunto super sexy preto de calcinha fio-dental e uma minissaia bem curta. Meu irmão estava andando pela casa como se nada fosse, minha irmã estava no quarto dela, então decidi que era hora de começar. Saí do meu quarto e fui até ele. Quando ele me viu, ficou me encarando como de costume, mas dessa vez eu fiquei mais agressiva e questionei o olhar dele. Ele tentou disfarçar e imediatamente tentou virar a pergunta. Sentei-me em frente à televisão com as pernas cruzadas. Nunca usava essa minissaia sem calcinha por baixo, mas dessa vez eu queria que ele visse um pouco mais. Dava para ver a entrada das minhas nádegas. Cada vez que eu cruzava as pernas, sentia o olhar dele se concentrar no meu centro. Isso me excitava sem que eu percebesse. Em alguns minutos, pude notar que a calça dele apresentava um volume na frente e senti meu fio-dental começar a umedecer e entrar na minha buceta. Vale mencionar que, por mais que eu cruzasse as pernas, era inevitável que meu triângulo preto no meio da saia fosse observado. Levantei-me do lugar e o olhar dele me seguiu. Comentei que o calor estava insuportável, levantei a blusinha que estava usando como se fosse tirá-la, mostrando meu abdômen. Ele pareceu perder o equilíbrio naquele momento e tropeçou desajeitadamente, sem parar de me olhar. No segundo seguinte, ele se desculpou e saiu correndo para o banheiro. Nossa, eu seria má com meu pobre irmão... Naqueles momentos, pensava na punheta que ele devia estar batendo, obviamente pensando em mim, nos meus peitos, nas minhas pernas. Ah, senti aquele pequeno formigamento entre as pernas e, sem pensar, acabei deitada no sofá com um dedo dentro da minha linda buceta, tendo um orgasmo brutal. Pensava como, em poucos dias, as coisas tinham mudado. circunstâncias das mais normais até aí, embora ainda me parecesse uma ideia torta e fora de qualquer alcance, como seria?... meu irmão? Não... tentava manter isso fora do pensamento, o desejo começava a me absorver...
Essas palavras circulavam pela minha mente enquanto tentava recuperar a compostura naquele sofá... à tarde meus pais tinham planejado uma refeição fora de casa, como já era costume minha irmã começava a se arrumar horas antes, sempre ficava impecável e super fashion, passava um tempão no banheiro. Naquela ocasião meu irmão e eu estávamos na cozinha, quando ouvimos o chuveiro começar a pingar, meu irmão comentou que ela levaria horas e sairíamos tarde, eu só concordei com um sorriso e continuei fazendo a tarefa do dia, sentia como aquele olhar me perseguia, me assediava, embora ao mesmo tempo me desse entusiasmo, nessa ocasião foi a primeira vez que percebi algo mais ousado do meu irmão ao comentar que eu estava linda para a saída, só pude agradecer e corar um pouco, ele nunca tinha dito algo parecido, ele comentou que subiria para se aprontar, nesse momento pensei de que maneira poderia dar mais abertura a tudo isso, talvez permitir que o jogo avançasse naturalmente...
Minutos depois que meu irmão subiu, fui atrás dele, queria que ele visse a calcinha que eu estava usando naquele dia para que depois ele pudesse pegá-la como costumava fazer e soubesse que era a calcinha do dia e "curtisse" ela recém-tirada, isso me parecia sujo mas ao mesmo tempo me excitava e eu reconhecia abertamente, embora não soubesse aonde queria chegar com tudo isso... cheguei até a entrada do quarto e notei que ele não estava lá, há uma escadinha que leva ao lavabo que fica na cobertura, então imaginei que ele estaria lá, talvez procurando algo, já que às vezes parte da roupa limpa ficava ali, para o meu plano isso me parecia bom, pois lá eu poderia estar com o pretexto de procurar algo, me abaixar ou o que fosse e deixar ele ver minha... fio dental roxo com laços por baixo dos jeans justos na cintura que eu usava naquele dia.
Quando cheguei na parte de cima, a primeira coisa que vi me deixou em silêncio total: meu irmão espiando minha irmã enquanto ela tomava banho. Do terraço, dava pra ver através de uma daquelas janelas basculantes que abrem pra dentro do banheiro. Não era a vista mais privilegiada, mas dava pra perceber alguma coisa. Recuei um pouco pra continuar observando. Em alguns momentos, fiquei na dúvida se deveria permitir aquele comportamento. Tipo, em outras ocasiões ele teria me espiado assim?... Com certeza!, pensei na hora... Meu plano tinha ido por água abaixo — eu pretendia deixá-lo curtir o espetáculo. Minha irmã era uma gata dos sonhos. Como irmã, eu a conhecia perfeitamente e já tinha visto seu corpo nu e de calcinha inúmeras vezes. Uma bunda de tamanho perfeito, com a pele mais lisa e macia que me lembro, sem uma única marca. Na maioria das vezes, ela mantinha o pelo púbico bem delineado e curto, e sem falar nos seios, que mantinham a posição firme mesmo sem sutiã, adornados por aqueles lindos mamilos rosados. Ao lembrar das imagens da minha irmã, pensei no que ele estaria sentindo ao ver aquela preciosa silhueta de pele branca... Ao mesmo tempo, eu queria confrontá-lo e ver qual seria a reação ao ser descoberto. Tomei impulso de novo e apareci em cena de repente, chamando pelo nome dele. Imediatamente, ele tentou disfarçar, mas era óbvio que sabia que eu tinha visto o que ele fazia. Fiquei parada na frente dele, questionando casualmente… e olhando pra janela do banheiro. Ele parecia entre vermelho e pálido. A situação estava mais tensa do que imaginei, então tentei relaxá-lo e comentei se ele estava procurando por algo. Ele tentou responder, mas parecia não conseguir encontrar as palavras. Olhei de novo pra janela: lá dentro dava pra ver uma nuvem espessa de vapor e um corpo se movendo. Na real, era difícil ver qualquer coisa. Ele comentou que ia descer, e eu disse que precisava de ajuda pra achar uma jaqueta — ele topou. Parecia mais relaxado ao notar que eu não tinha jogado na cara dele aquela coisa de olhar pela janela, mesmo assim comentei: "Com essa janela aberta, hmm, não sei, acho que seria possível ver qualquer coisa lá dentro". Esperei uma resposta por alguns segundos enquanto fingia procurar algo, ele disse: "Parece que sim, na verdade não sei por que elas tomam banho com a janela aberta, alguém poderia espiar haha". Que atrevimento, parecia que ele estava tentando me provocar. Eu só continuei de maneira relaxada, respondendo ao comentário dele com um: "O bom é que só estamos nós, que somos irmãos" e nos conhecemos. A busca cessou, em mais de uma ocasião dei as costas e me agachei, então ele deve ter visto a calcinha roxa que eu estava usando naquela ocasião... Saímos do quarto de lavar e, a caminho da escada, parei bem em frente à janela que dá para o banheiro. O jato de água tinha parado, tentei olhar com atenção. Meu irmão me observava no topo da escada com certa desconfiança, me perguntou: "O que você está fazendo?". Eu fiz sinal para ele ficar quieto com a mão. Pude ver minha irmã pegando sua toalha para se secar, olhei seus seios molhados e aqueles lindos mamilos eretos. A parte do sexo só vi por alguns segundos, um pequeno tufo de pelos delineado. Que espetáculo! Nunca imaginei que daria para ver algo dali, e ainda mais um pouco escondido e à noite, não teria erro. Enfim, cheguei onde ele estava, ele me perguntou o que eu estava olhando ali, meio nervoso. Eu disse que estava tentando ver nossa irmã pela janela só por ver. Chegamos na sala e ele foi imediatamente para o quarto. Esse garoto parecia ser mais esperto e tarado do que eu pensava, e pelo visto não só olhava, mas também ficava excitado, e tenho certeza que fantasiava com a gente... Hmm, que intriga, o tesão e o desejo se misturavam na minha cabeça. Por um segundo pensei que não teria problema em transar com ele, mas a razão chegou à minha mente, nublando a possibilidade imediatamente... Não poderia ser!!! Não poderia ser!!!, me repeti por dentro... É meu irmãozinho e nunca poderia ser, mesmo que eu desejasse?? Chegou o momento de sair, no carro minha irmã se colocou na janela e nesse momento aproveitei para subir na frente do meu irmão, já que para entrar na caminhoneta é preciso trepar num degrau. Fiz o possível para mostrar a calcinha fio dental ao fazer isso e demorei um pouco mais de tempo para que ele pudesse ver minha bunda nessa posição. Nunca pensei que em seguida ele tocaria minha bunda tentando me ajudar a subir, achei super atrevido, mas enfim, acho que era o que eu tinha provocado. Minha irmã fez um comentário para que eu me apressasse a subir e disse ao meu irmão para me empurrar com tom de deboche. A mão do meu irmão já estava há alguns segundos entre minha perna e minha bunda, era uma sensação estranha mas eu gostava. Ele, dando ouvidos à minha irmã, deslizou a mão um pouco e me jogou suavemente para dentro. Senti claramente como nesse movimento ele tocou minhas nádegas intencionalmente... Pensei que meu plano tinha se cumprido perfeitamente e ainda ganhei esse plus. Algumas horas depois voltamos para casa, meu pai já tinha tomado uns copos e minha mãe estava num tom muito alegre, o que sinalizava que eles não sairiam do quarto até o dia seguinte, hehe, vocês sabem ao que me refiero...
Assim que descemos do carro, meus pais comentaram que era tarde, então iam se deitar. Minha irmã se despediu e foi para o quarto dela, já que comentou que estava um pouco cansada de tanto trabalho... Por um momento ficamos eu e meu irmão sozinhos na sala da TV, nos olhamos por um instante e segundos depois ele se jogou no sofá e pegou o controle da TV, comentou que ia ver um filme ou algo assim. Na verdade, eu não estava com vontade de ficar no meu quarto, então me sentei junto dele para ver TV. Começamos a brigar pelo programa que íamos assistir e coisas do tipo, eu argumentava que por ser mais velha devia ter o controle e portanto tomar a decisão. Começamos a discutir de leve tentando arrancar o controle um do outro, e de repente meu irmão se... eu estava em cima de mim tentando me dominar para pegar o controle dele, naquele momento eu tinha meu corpo totalmente colado nele, pude sentir algo estranho na altura do meu abdômen, algo que pressionava, ah meu Deus, era o pau dele ereto sobre meu corpo… aquela ocasião foi a primeira vez que o senti tão perto, na verdade não tinha certeza naquele momento o quanto ele estava curtindo a situação, mas enfim, começamos a nos debater de maneira meio brusca, durante aqueles minutos sentia as mãos dele percorrendo meu corpo, não fazia com descaramento mas sentia como ele roçava meus peitos e minha bunda com as mãos e pressionava seu corpo sobre o meu, quando decidi que era suficiente e claro que não queria que alguém aparecesse na cena para nos dar uma bronca por fazer essas brincadeiras de criança, me levantei e disse com um tom imponente que me deixasse no controle de uma vez por todas, eu estava esquentada, acho que algo “excitada” e sobressaltada, ele parecia igual a mim, mas mesmo assim virou o rosto para a TV me ignorando, naquele momento peguei impulso e me joguei sobre ele, num movimento fiquei sentada sobre ele na altura do seu pau e deslizei meu corpo para frente para pegar suas mãos, sentia o pau duro dele pulsando debaixo da minha bunda, começamos a nos debater novamente, entre tanto tumulto minha vagina e cu se esfregavam no pau dele continuamente, ele empurrava para cima como se quisesse me atravessar e eu tentava controlá-lo, enfim… alguns minutos depois ele cedeu, suas mãos jogaram o controle, minha vagina estava completamente molhada, sentia minha calcinha afundada nos meus lábios e mamilos eretos, soltei ele e me levantei imediatamente, nos olhamos por alguns segundos e dei as costas, pensei que o jogo tinha terminado, quando de repente suas mãos envolveram minha cintura e sinto um puxão para trás, devo admitir que isso me pegou de surpresa, meu corpo recuou e em poucos instantes fiquei sentada sobre ele, minha bunda toda sobre o pau dele, ele tinha as mãos por baixo da minha blusa e as deslizava sobre meu abdômen como se tentasse fazer cócegas, eu tentava me levantar e cada vez que eu fazia isso sentia o pau dele esfregando na minha bunda, em um momento a mão dele sobe um pouco e toca meu seio esquerdo e foi o momento em que consegui me soltar… senti claramente como ele tocou meus seios e isso me pareceu demais, então eu disse que era tudo, estava um pouco irritada e excitada… ele deu meia volta, sorriu e comentou que agora a televisão era dele, soltei uma leve risada e disse num tom suave e mais calmo “isso a gente vê, irmãozinho”, virei, correspondi ao sorriso dele e fui para o meu quarto…
Assim que entrei no meu quarto comecei a tirar a roupa, me olhei no espelho, passei o dedo pela minha buceta molhada, não sabia o que estava fazendo mas nunca tinha estado tão excitada na vida, comecei a meter e tirar o dedo com velocidade lembrando daquele pedaço de carne entre minhas pernas, era tão bom, em poucos minutos estava deitada na cama, tocando de maneira insistente minha bunda e minha vagina, estava tão molhada que meus dedos deslizavam pelos meus buracos com facilidade, queria sentir um pau pulsante abrindo meu cuzinho mas no fundo sabia que não era certo, mesmo assim não sabia porque isso me excitava, tipo, eu podia ter qualquer cara que quisesse na minha cama, e tudo isso vinha do meu irmão, seria porque parecia proibido? porque inalcançável? era óbvio que NÃO, será que ele seria capaz de ir para o próximo nível?, como ele reagiria?... e meus pais e minha irmã se soubessem tudo isso, eram coisas muito complicadas e eu estava meio cansada, decidi tentar dar um tempo, tanto ele quanto eu, estávamos passando por algo parecido, não é que eu estivesse me apaixonando por ele nem nada assim, era só tesão e talvez algo “a mais”, também não achava que ele tivesse algum sentimento profundo por mim ou pela minha irmã que não fosse aquele “amor” de irmãos, ele era só um moleque com muito tesão e tentava se aliviar com as mulheres que tinha à mão, nós 3, incluindo minha mãe que estava no auge com quase 50… mas enfim, acho que naquele momento deixei tudo de lado, pensei em continuar um pouco com isso, afinal, não aconteceria "nada" que eu não quisesse...
Continuamos com a dinâmica familiar por mais alguns dias, eu tentei me comportar um pouco mais fria a respeito e ele seguiu na mesma frequência. Naquela semana, meus pais comentaram que teriam alguns dias livres no trabalho e estavam planejando uma viagem para o fim de semana seguinte com toda a família. Imediatamente, minha irmã se impôs dizendo que não seria possível ir, já que nesse período estava a mil com o escritório e não tinha ninguém para cobrir ela. Meus pais não se opuseram. Para mim, parecia uma boa opção, uns dias na praia não me fariam mal. Sempre que saíamos de férias, minha irmã e eu dividíamos o quarto e passávamos o tempo todo juntas. Seria a primeira vez que ela não iria. Meu irmão também não fez o menor comentário e concordou de forma positiva...
Na noite do dia seguinte, meu pai chegou com a notícia de que no hotel não foi possível conseguir mais do que dois quartos. Minha mãe comentou: "Qual é o problema? As crianças podem dividir o quarto". Eu me opus na hora, argumentando que precisava do meu espaço (por dentro, a verdade é que me vinham todo tipo de ideias depois de saber como era a sensação do meu irmão e tudo mais), mas tinha que reclamar. Ele só disse que não tinha problema, só usaria o quarto para dormir e tomar banho. Meu pai não viu tanto problema no assunto e nos disse que, no fim das contas, as camas eram separadas e o quarto era amplo... E assim o assunto se encerrou. Passaria as próximas 4 noites com meu irmãozinho tesudo a poucos metros de mim. Que situação, hein? Embora eu tenha que admitir que uma parte de mim estava muito animada...
Estávamos à noite preparando as últimas coisas para partir. Eu me certifiquei de colocar tudo na mala e, claro, roupas sexy para arrasar na praia. Destino: Los Cabos. Parecia ótimo. Nesse momento, meu irmão bate na porta e entra no meu quarto. Eu... Eu estava sozinha com um blusão curto, pronta para me deitar, ele me olhou de cima a baixo como era seu costume, casualmente só me perguntou se eu levaria tudo que precisava para o banho. Cabe mencionar que ele apareceu só de bermuda e sem camiseta, era verão mas não era normal vê-lo andando pela casa assim. Naquela ocasião reparei num abdômen definido e seus peitorais, não era um músculo exagerado mas estava bonito de se ver, com um corpo bem tonificado para seus meros 18 anos. Para descrevê-lo um pouco mais, era alto, aprox. 1,80 acho, cabelo ruivo, olhos mel, pele morena clara mmm mãos bonitas, magro com corpo rígido, fazia esporte regularmente e dava pra notar... Eu sou um pouco mais baixa, 1,67 de altura, magra, bunda boa e peitos pequenos mas firmes, como disse antes o melhor eu acho que são minhas pernas, longas e bem tonificadas, minha cor de pele é puxada para o pardo levemente como batata, minha mãe é super branca como minha irmã, meus mamilos são cor de pele bem pequenos e eu tento manter sempre delineado o pubis, área do biquíni e um triângulinho bem aparado para toda ocasião... Enfim, continuando eu comentei que levava tudo na mala, desde protetor solar até esponja de banho, ele se aproximou de mim de maneira estranha, me deu boa noite com um beijo na bochecha ao qual eu respondi com cara de estranheza já que era a primeira vez que ele fazia isso, me disse que descansasse já que partiríamos cedo, brincou um pouco dizendo que se os lençóis grudassem nele eu jogasse um balde de água, me pareceu engraçado, eu só ri e ele saiu do quarto, no final só fixei meu olhar no corpo dele, suas costas e sua bunda mmm de repente me vi molhada e cheia de desejo... Aquela noite tive que me contentar com meus dedos...continua...
5 comentários - Crônica de um incesto anunciado: Irmão e Irmã parte 1