Crônica de um incesto anunciado: Irmão-Irmã parte 1

bom dia!!!! a seguir, o relato mais longo que já escrevi até agora... espero que curtam... excitante do começo ao fim... comentários e pontos são bem-vindos... tive que dividir ele...Tudo começou numa daquelas tardes quentes de verão, eu estava em casa tentando escapar do calor no sofá com uma limonada, a TV ligada e com roupas bem leves. Fazia umas semanas que eu notava algo estranho no meu irmão mais novo, quando me encontrava descansando, ele sempre se aproximava e me olhava de um jeito que me deixava meio estranha...

De manhã, a casa tinha só a presença do meu irmão mais novo, minha irmã e eu, ele com 18, ela com 22 e eu com 19 anos recém-completados.

Naquela época, a gente cursava diferentes níveis acadêmicos, então cada um tava no seu mundo, cada um com seus amigos e tal. Eu tava no segundo semestre de Direito, porque queria ser igual minha mãe, uma advogada completa e direita, no meu pensamento. Minha irmã tava terminando a faculdade de Relações Exteriores e já tinha um emprego de meio período, e meu irmão tava no último semestre do ensino médio, um moleque rebelde, mas com seus limites, claro. No fundo, todo mundo achava que era coisa da idade. Mas vamos ao que interessa...

Foi exatamente nesse momento que percebi que meu irmão me olhava de um jeito perverso, como se quisesse me despir com os olhos, igual os outros caras faziam, haha, ou algo assim. Eu passava pela cozinha só de top e short quando notei a presença dele, e vi claramente como o olhar dele se fixava na minha bunda. Nunca me achei uma garota exuberante, tenho a pele levemente bronzeada, quadris não muito largos, mas uma bundinha empinada, peitos de bom tamanho e a loucura de todo mundo que me conhece: pernas longas e torneadas, graças a anos de aulas de jazz. Tenho um rostinho bonito, com traços bem definidos e delicados, herdados da minha mãe, que deve ser a mulher mais gostosa que já vi.

Por outro lado, minha irmã mais velha é uma mulher de cair o cu da bunda. Tinha um corpo de infarto, dois peitos durinhos apontando pro céu e uma bunda bem generosa, carnuda e... completando o quadro, uma cintura digna de concurso e o que mais dizer dos lindos olhos cor de mel que enfeitavam o rosto dela. Lembro que naquela época a enviada já que sempre deixava todos os caras da rua loucos, ela sempre se vestia de forma bem sugestiva, com roupas justas ou bem curtinhas, o que eu tentava imitar.

Meu irmão por sua vez, aos 18, era um cara comum, mas devo dizer que tinha seus atributos, já que nessa idade era um rapaz alto e com o torso definido, sem dúvida com toda a tipologia de pai.

A relação entre eu e ele era simples, trocávamos as palavras necessárias e às vezes brigávamos por besteiras, como qualquer irmão.

Os dias seguintes passavam e o calor aumentava, enquanto eu percebia cada vez mais como meu irmão me olhava, então comecei a prestar mais atenção nele. Devo confessar que no começo a ideia me causou repulsa e fiquei meio consternada, afinal ele é meu irmãozinho, mas depois de pensar um pouco entendi, tipo, duas minas gostosas e, principalmente, deliciosas andando na frente dos olhos dele com roupas bem leves, hehe, e ele só um adolescente na fase da punheta. Bom, enfim, minha irmã parecia não notar isso e, pra falar a verdade, a relação dela com meu irmão era de total indiferença. Não quero dizer que não éramos uma família unida, mas pela diferença de idade, eles só trocavam as palavras necessárias. Enquanto fazíamos nossas tarefas, o olhar do meu irmão nos perseguia pela casa toda, como se estivéssemos dando um show pra ele, embora pra qualquer um no lugar dele, aposto que seria mesmo, já que geralmente usávamos shorts curtinhos, tops, regatinhas e até, às vezes, blusões curtos com os quais dormíamos. Em algumas ocasiões, minha irmã deixava ver a calcinha ou a tanga enquanto fazíamos os serviços, claro que ela não dava importância, já que estávamos sozinhos em casa, e tudo isso pro meu irmãozinho devia ser um banquete onde ele podia saciar a vontade de olhar. E se era, puta merda, o menino não tirava os olhos de um lado pro outro... Os dias de férias de verão continuavam quando, numa dessas manhãs em que nos preparávamos para limpar a casa, meu irmão se ofereceu para nos ajudar se a gente fizesse o mesmo. Nessa ocasião, eu estava usando minha camisola de dormir e por baixo só uma calcinha de renda azul muito bonita. Minha irmã vestia um macacão que deixava a bunda dela realmente linda, bem definida e durinha, com uma fio-dental minúscula por baixo... Nessa hora, decidi brincar um pouco com ele, só pra deixar ele tenso, sabe como é. Eu inclinava meu corpo de um jeito sugestivo pra ele poder ver minha calcinha, me aproximava, roçava o corpo dele, dava um show visual completo. Mais de uma vez peguei ele com o olhar enterrado na minha bunda e nas minhas pernas, mesmo tentando disfarçar, era óbvio demais. De repente, olhei pra entrepernas dele e notei que tava de pau duro. Isso me surpreendeu, mas na hora eu soltei uma gargalhada. Não falei nada naquele momento, não conseguia acreditar que tinha chegado a esse ponto. Meu irmão tava mesmo excitado olhando pra gente, e eu tava disposta a dar essa satisfação pra ele, pelo menos naquele dia. Continuei com a brincadeira, me aproximei e falei que precisava que ele levantasse uma mesa de centro porque tinha algo embaixo. Ele foi comigo na hora, tentando esconder a ereção, o que era impossível. Eu andava na frente dele, rebolando um pouco mais que o normal e mexendo na minha camisola pra ele ver a entrada da minha bunda. De certa forma, eu tava realmente gostando daquilo. Quando chegamos no lugar, ele levantou a mesa sem problemas, e nessa hora eu me inclinei totalmente, sem vergonha nenhuma, na frente dele. Adoraria ter visto a cara dele naquele momento. Minha bucetinha ficou totalmente exposta pra ele, a menos de um metro de distância. Fiquei assim o máximo que pude até pegar o que queria. Quando me virei, ele tava super nervoso, o que me deu uma certa ternura. A ereção dele tava explodindo, então decidi que por aquele dia já bastava. Fui embora. Onde estava minha irmã e pude ver como ele desaparecia atrás da porta do quarto dela
e imaginei o que faria lá dentro...

Era quarta-feira à tarde e eu me preparava pra sair com umas amigas, minha irmã tinha ido com o galã da vez e meus pais chegavam só à noite naquele dia, meu irmão ficaria sozinho em casa, então avisei que ia sair. Uma minissaia e uma blusa com decote nas costas era o look do dia, devia ser umas 12h. Ele me olhou e assentiu, depois eu virei e, quando me estiquei pra pegar as chaves, levantei a minissaia o suficiente pra dar um show de despedida. Nessa hora, virei o olhar e, como era de esperar, meu irmão tava me observando. Notei que ele ficou meio vermelho ao ser pego de surpresa, e eu só mandei um beijinho de tchau. Na real, essa situação começava a me intrigar um pouco, até onde ele seria capaz de ir?... Não sabia o que tava fazendo nem se gostava totalmente disso. Sempre tentei ser uma garota de mente aberta quando o assunto é sexo, gosto de explorar possibilidades e, na minha pouca idade, já tinha um pouco de experiência, embora claro, isso fosse diferente e tava acima de todas as barreiras e estruturas morais.

O passeio no shopping terminou antes do esperado, então decidi voltar pra casa. Ao cruzar a porta, notei tudo em silêncio, então imaginei que não tinha ninguém. Subi as escadas em direção ao meu quarto, de repente ouvi uns sons baixos vindo de dentro dele. Quando me aproximei, vi a porta entreaberta e estranhei, porque aqui em casa todo mundo deixa o quarto fechado. Ao espiar lá dentro, vejo meu irmão deitado na cama com várias calcinhas minhas. Na hora, fiquei em choque, a piroca dura do meu irmão enrolada na minha fio dental azul e mais umas perto do rosto dele. Ele cheirava e chupava elas, achei nojento pra caralho, mas não sabia como agir. Foi tão rápido que nem percebi direito naquele momento o brinquedo do meu irmão, tentei Recuar pra não ser descoberta, comecei a descer as escadas. Na mesma hora, a porta da frente se abre com violência, meus pais entram. Olho pra eles um instante enquanto continuo descendo, eles perguntam pelos outros. Quando olho pra cima, vejo meu irmão saindo rápido do meu quarto. Eu comento que não sabia de nada e achava que não tinha ninguém. Em alguns minutos, meu irmão aparece em cena, eu nem conseguia olhar pra ele. Ele, sem mais, cumprimenta todo mundo como se fosse a coisa mais normal do mundo... embora ele não soubesse que agora eu conhecia seu segredinho...

À noite, eu tava confusa, não sabia como encarar meu irmão. Naquela noite, procurei minha roupa íntima e lá estava ela, dentro do cesto de roupa suja. Algumas ainda úmidas na parte onde ele apoiou o sexo, e minha calcinha fio dental cheia do que parecia "sêmen". Ah, foi totalmente chocante ver ela daquele jeito. Tentei perceber se faltava alguma coisa, e embora à primeira vista não, não podia ter certeza. Naquela noite, começou a brotar um tesão em mim de saber desde quando ele fazia aquilo e como tinha chegado a esse ponto. De repente, senti um calor na entreperna, comecei a lembrar da imagem do meu irmão, o pau dele ereto vinha na minha mente e, de uma hora pra outra, eu me tocava rapidamente até chegar ao fundo do êxtase, só de lembrar. Aquela imagem do meu irmão tinha me feito gozar, aparentemente. E, bem, se meu quarto ficava trancado, como ele fazia pra entrar ou em que momento? Enfim, aquele dia terminou e não quis especular. Minha mente começava a se encher de umas ideias tortas, e também não quis ir além... meus pensamentos e memórias de outros tempos me levavam a lugares menos comuns, muitos anos atrás...

Ao amanhecer, eu tava mais relaxada. Tinha meditado um pouco as coisas e não me parecia algo tão grave, mas sim estranho. Encontrei meu irmão no corredor e o cumprimentei com um abraço e um beijo na bochecha, e ele ficou surpreso, já que não é algo de todo dia. De repente, pensei que Realidade, eu queria que essa situação continuasse acontecendo. Agora, eu ia levar ele até o limite com esses jogos, queria ver até onde ele seria capaz e, entre outras coisas, pegá-lo com a mão na "massa" ou algo assim, hehe... Durante o dia, ficava pensando em como fazer ele explodir de tesão. Sabia que ele gostava da minha roupa íntima, então naquele dia coloquei um conjunto super sexy preto de fio-dental e uma mini saia bem curta. Meu irmão tava andando pela casa como se nada fosse, minha irmã tava no quarto dela, então decidi que era hora de começar. Saí do meu quarto e fui até ele. Quando me viu, ficou me encarando como de costume, mas dessa vez eu fui mais agressiva e questionei ele sobre o olhar. Ele tentou disfarçar e logo virou a pergunta. Sentei na frente da TV com a perna cruzada. Nunca usava aquela mini saia sem meia-calça por baixo, mas dessa vez queria que ele visse um pouco mais. Dava pra ver a entrada da minha bunda. Cada vez que cruzava as pernas, sentia o olhar dele se concentrar no meu centro. Isso me excitava sem eu perceber. Em poucos minutos, notei que a calça dele tava fazendo um volume na frente e senti meu fio-dental começando a ficar molhado e se enfiar na minha buceta. Vale mencionar que, por mais que eu cruzasse as pernas, era inevitável que desse pra ver meu triângulo preto no meio da saia. Levantei do lugar e o olhar dele me seguiu. Comentei que o calor tava insuportável, levantei a blusinha que tava usando como se fosse tirar, mostrando minha barriga. Ele pareceu perder o equilíbrio naquele momento e tropeçou sem jeito, sem parar de olhar. No segundo seguinte, se desculpou e saiu correndo pro banheiro. Nossa, eu ia ser bem malvada com meu pobre irmão... Naquela hora, fiquei pensando na punheta que ele devia estar batendo, pensando obviamente em mim, nos meus peitos, nas minhas pernas. Ah, senti aquele formigamento entre as pernas e, sem pensar, acabei deitada no sofá com um dedo enfiado na minha linda buceta, tendo um orgasmo brutal. Ficava pensando em como, em poucos dias, as coisas tinham mudado. Circunstâncias das mais normais, mas ainda assim me parecia uma ideia torta e fora de qualquer alcance, como seria?... Meu irmão? Nãooo, tentava mantê-lo fora dos pensamentos, o desejo começava a me consumir...

Essas palavras circulavam pela minha mente enquanto tentava recuperar a compostura naquele sofá... De tarde, meus pais tinham planejado um jantar fora de casa, como já era costume, minha irmã começava a se arrumar horas antes, sempre impecável e super fashion, passava um tempão no banheiro. Nessa ocasião, meu irmão e eu estávamos na cozinha, quando ouvimos o chuveiro começar a cair, meu irmão comenta que ela ia demorar horas e que sairíamos tarde, eu só concordei com um sorriso e continuei fazendo o que tinha que fazer no dia, sentia aquele olhar me perseguindo, me assediando, mas ao mesmo tempo me dava tesão. Dessa vez, foi a primeira vez que percebi algo mais ousado do meu irmão quando ele comentou que eu estava linda pra sair, só consegui agradecer e corar um pouco, ele nunca tinha me dito algo assim. Ele comentou que ia subir pra se arrumar, naquele momento pensei em como podia dar mais abertura pra tudo aquilo, talvez deixar o jogo rolar naturalmente...

Minutos depois do meu irmão subir, fui atrás dele, queria que ele visse a calcinha que eu tava usando naquele dia pra depois ele poder pegar como costumava fazer e ele saber que era a calcinha do dia e "aproveitar" ela recém-tirada, isso me parecia sujo mas ao mesmo tempo me excitava e eu admitia abertamente, embora não soubesse onde queria chegar com tudo isso... Cheguei na entrada do quarto e notei que ele não estava lá, tem umas escadas pequenas que levam ao lavabo que fica no terraço, então imaginei que ele estivesse lá, talvez procurando alguma coisa, já que às vezes parte da roupa limpa ficava lá. Pro meu plano, isso era bom, porque lá eu podia estar com a desculpa de procurar algo, me abaixar ou o que fosse e deixar ver minha... Cinta morada com laços por baixo da calça jeans justa no quadril que ela usava naquele dia.
Quando cheguei no topo, a primeira coisa que vi me deixou em total silêncio: meu irmão espionando minha irmã enquanto ela tomava banho. Do terraço dava pra ver através de uma daquelas janelas sanfonadas pra dentro do banheiro. Não era a vista mais favorecedora, mas dava pra perceber alguma coisa. Recuei um pouco pra continuar olhando. Em alguns momentos, me vinha a dúvida se eu devia permitir esse comportamento. Quer dizer, em outras ocasiões, ele teria me espionado assim? Com certeza! Pensei na hora... Meu plano tinha ido por água abaixo. Eu pensava em deixar ele curtir o show. Minha irmã era uma garota dos sonhos. Como irmã, eu a conhecia perfeitamente e já tinha visto o corpo dela nu e de lingerie inúmeras vezes. Uma bunda de tamanho perfeito, com a pele mais lisa e macia que me lembro, sem nenhuma marca. Na maioria das vezes, ela mantinha os pelos pubianos bem desenhados e curtos, e nem preciso falar dos peitos dela, que continuavam empinados mesmo sem sutiã, adornados por aqueles lindos mamilos rosados. Ao lembrar das imagens da minha irmã, pensava no que ele sentiria ao ver aquela silhueta linda de pele branca... Mesmo assim, queria confrontá-lo e ver qual seria a reação dele ao ser pego. Tomei fôlego de novo e apareci de repente na cena, chamando o nome dele. Imediatamente, ele tentou disfarçar, mas era óbvio que sabia que eu tinha visto o que ele fazia. Fiquei parada na frente dele, questionando casualmente... e olhando pra janela do banheiro. Ele estava entre corado e pálido. A situação era mais tensa do que eu imaginava, então tentei relaxá-lo e perguntei se ele estava procurando alguma coisa. Ele tentou responder, mas parecia não conseguir encontrar as palavras. Olhei de novo pra janela. Lá dentro, dava pra ver uma nuvem de vapor densa e um corpo se movendo. Na real, era difícil ver alguma coisa. Ele comentou que ia descer. Eu disse que precisava de ajuda pra procurar uma jaqueta, e ele topou. Parecia mais relaxado ao perceber que não tinha jogado na cara o negócio de olhar pela janela, mesmo assim comentei "com essa janela aberta, hmm, sei não, acho que daria pra ver qualquer coisa lá dentro". Esperei resposta por uns segundos enquanto fingia procurar algo, ele disse "parece que sim, verdade, não sei por que tomam banho com a janela aberta, alguém podia espiar, haha". Que atrevimento, parecia que tentava me provocar. Eu só continuei de boa, respondendo o comentário dele com "bom que só estamos nós, que somos irmãos" e nos conhecemos. A procura parou. Mais de uma vez virei de costas e me abaixei, então ele devia ter visto a calcinha roxa que eu tava usando naquela ocasião... Saímos do quarto de lavar e, no caminho pra escada, parei bem na frente da janela que dá pro banheiro. O barulho da água tinha parado. Tentei olhar com atenção. Meu irmão me observava na beira da escada com um certo receio. Ele perguntou o que eu tava fazendo. Eu fiz sinal pra ele ficar quieto com a mão. Consegui ver minha irmã pegando a toalha pra se secar, olhar os peitos molhados dela e aqueles biquinhos lindos roçando. A parte da buceta só vi por uns segundos, um tiquinho de pelo bem desenhado. Que espetáculo, nunca imaginei que dava pra ver algo daí, e ainda mais meio escondido, e de noite não teria erro. Enfim, cheguei onde ele tava. Ele me perguntou o que eu tava olhando, meio nervoso. Falei que tava tentando ver nossa irmã pela janela só porque sim. Chegamos na sala e ele foi na hora pro quarto dele. Esse moleque parecia ser mais safado e tarado do que eu pensava, e pelo visto não só olhava, mas ficava excitado, e tenho certeza que fantasiava com a gente... Hmm, que intriga. O tesão, o morbo e o desejo se misturavam na minha cabeça. Por um segundo pensei que não custava nada transar com ele, mas a razão veio na mente e nublou a possibilidade na hora... Não podia ser!!! Não podia ser!!!, repeti pra mim mesma por dentro... É meu irmãozinho e nunca poderia ser, mesmo que eu desejasse??

Chegou o Momento de sair, no carro minha irmã se colocou na janela, nesse momento aproveitei pra subir na frente do meu irmão, já que pra subir na caminhonete é preciso escalar um degrau. Fiz o possível pra mostrar a tanga ao fazer isso e demorei um pouco mais pra ele poder ver minha bunda naquela posição. Nunca pensei que logo em seguida ele fosse tocar minha bunda tentando me ajudar a subir, achei super ousado, mas enfim, acho que era o que eu tinha provocado. Minha irmã fez um comentário pra eu me apressar a subir e disse pro meu irmão me empurrar num tom de brincadeira. A mão do meu irmão já estava há alguns segundos entre minha perna e minha bunda, era estranha a sensação da mão do meu irmão, mas eu gostava. Ele, obedecendo minha irmã, deslizou a mão um pouco e me jogou suavemente pra dentro. Senti claramente como naquele movimento ele tocou minhas nádegas de propósito... pensei que meu plano tinha se cumprido perfeitamente e ainda ganhei esse plus. Umas duas horas depois voltamos pra casa, meu pai com umas doses a mais e minha mãe num tom muito alegre, o que indicava que não sairiam do quarto até o dia seguinte hehe vocês sabem do que tô falando...

Assim que descemos do carro, meus pais comentaram que era tarde, então foram se deitar. Minha irmã se despediu e foi pro quarto dela, dizendo que estava um pouco cansada de tanto trabalho... por um momento ficamos eu e meu irmão a sós na sala da TV, nos olhamos por um instante e segundos depois ele se jogou no sofá e pegou o controle da TV, comentou que ia ver um filme ou algo assim. Na real, eu não tava com vontade de ficar no meu quarto, então sentei do lado dele pra ver a TV. Começamos a brigar pelo programa que devíamos ver e coisas do tipo, eu argumentava que por ser mais velha devia ter o controle e, portanto, tomar a decisão. Começamos a discutir de leve, tentando arrancar o controle um do outro. De repente, meu irmão se Eu tava em cima dele, tentando dominar a situação pra ele perder o controle. Naquele momento, meu corpo tava completamente colado no dele, e eu senti uma coisa estranha na altura da minha barriga, algo que tava pressionando. Ai, meu Deus, era o pau duro dele contra o meu corpo… Aquela foi a primeira vez que senti ele tão perto assim. Na real, na hora eu não tinha certeza se ele tava curtindo tanto a situação, mas enfim, a gente começou a se debater meio bruto. Durante aqueles minutos, eu sentia as mãos dele percorrendo meu corpo, não era sem vergonha, mas dava pra sentir ele roçando meus peitos e minha bunda com as mãos, e esfregando o corpo dele no meu. Quando eu decidi que já era o suficiente — e claro, não queria que ninguém aparecesse pra encher o saco por causa dessas brincadeiras de criança —, me levantei e falei num tom firme que ele me deixasse assumir o controle de uma vez por todas. Eu tava toda acalorada, meio que "excitada" e assustada ao mesmo tempo. Ele tava igual a mim, mas mesmo assim virou o rosto pra TV, me ignorando. Nessa hora, tomei impulso e me joguei em cima dele. Num movimento só, fiquei sentada em cima dele, na altura do pau dele, e deslizei meu corpo pra frente pra segurar as mãos dele. Senti o pau duro dele pulsando debaixo da minha bunda. A gente começou a se debater de novo. No meio daquela bagunça, minha buceta e meu cu esfregavam sem parar no pau dele. Ele empurrava pra cima, como se quisesse me penetrar, e eu tentava segurar ele. Enfim… uns minutos depois, ele cedeu. As mãos dele largaram o controle. Minha buceta tava toda molhada, sentia minha calcinha enfiada nos meus lábios e meus pezinhos duros. Soltei ele e me levantei na hora. A gente se olhou por uns segundos, e eu virei de costas. Pensei que a brincadeira tinha acabado, quando de repente as mãos dele envolveram minha cintura e senti um puxão pra trás. Tenho que admitir, isso me pegou de surpresa. Meu corpo foi pra trás e em segundos eu tava sentada em cima dele de novo, com toda a minha bunda em cima do pau dele. Ele tinha as mãos por baixo da minha blusa e deslizava elas pela minha barriga, como se tivesse tentando… fazer cócegas, eu tentava me levantar e cada vez que fazia isso sentia o pau dele esfregando na minha bunda, num momento a mão dele sobe um pouco e toca meu peito esquerdo e foi aí que consegui me soltar... senti claramente como ele tocou meus peitos e isso me pareceu demais, então falei que era tudo, tava um pouco irritada e excitada... ele deu meia-volta, sorriu e comentou que agora a televisão era dele, soltei uma risadinha e falei num tom suave e mais calmo "isso a gente vai ver, maninho", virei, retribuí o sorriso dele e fui pro meu quarto...

Assim que entrei no meu quarto comecei a tirar a roupa, me olhei no espelho, passava o dedo na minha buceta molhada, não sabia o que tava fazendo mas nunca tinha ficado tão tesuda na vida, comecei a meter e tirar o dedo com velocidade lembrando daquele pedaço de carne entre minhas pernas, era tão gostoso, em poucos minutos tava deitada na cama, tocando sem parar minha bunda e minha buceta, tava tão molhada que meus dedos deslizavam pelos meus buracos com facilidade, queria sentir um pau pulsando rasgando meu cuzinho mas no fundo sabia que não era certo, ainda assim não sabia por que me excitava, tipo, eu podia ter qualquer garoto que quisesse na minha cama, e tudo isso vinha do meu irmão, será que era porque parecia proibido, porque inalcançável? óbvio que NÃO, será que eu seria capaz de ir pro próximo nível?, como ele reagiria?... e meus pais e minha irmã se soubessem de tudo isso, eram coisas complicadas demais e eu tava meio cansada, decidi tentar não pensar muito, tanto ele quanto eu estávamos passando por algo parecido, não é que eu tivesse me apaixonando por ele nem nada do tipo, era só tesão e talvez algo "a mais", também não achava que ele tivesse algum sentimento profundo por mim ou pela minha irmã que não fosse aquele "amor" de irmãos, ele era só um putinho tarado tentando se aliviar com as mulheres que tinha por perto, nós 3, incluindo minha mãe que ainda tava na ativa quase nos 50... Mas enfim, acho que naquele momento deixei tudo de lado, pensei em continuar um pouco com isso, afinal, não ia rolar "nada" que eu não quisesse...

Continuamos com a dinâmica familiar por mais uns dias, eu tentei me comportar de forma mais fria em relação a isso e ele continuava na mesma frequência. Naquela semana, meus pais comentaram que teriam uns dias de folga no escritório e estavam planejando uma viagem para o fim de semana seguinte com toda a família. Imediatamente, minha irmã se impôs dizendo que não poderia ir, já que nesse período estava cheia de trabalho no escritório e não tinha ninguém pra substituí-la. Meus pais não se opuseram. Pra mim, pareceu uma boa opção, uns dias na praia não me fariam mal. Sempre que saíamos de férias, eu e minha irmã dividíamos o quarto e passávamos o tempo todo juntas, seria a primeira vez que ela não iria. Meu irmão também não fez nenhum comentário e só concordou positivamente.

Na noite do dia seguinte, meu pai chegou com a notícia de que no hotel não conseguiu mais que dois quartos. Minha mãe comentou qual era o problema: "as crianças podem dividir o quarto". Eu me opus na hora, argumentando que precisava do meu espaço (por dentro, a verdade é que mil ideias vinham na minha cabeça depois de saber como era a sensação do meu irmão e tudo mais), mas tinha que reclamar. Ele só disse que não tinha problema, que usaria o quarto só pra dormir e tomar banho. Meu pai não viu muito problema nisso e falou que, no fim das contas, as camas eram separadas e o quarto era amplo... E assim o assunto morreu. Eu passaria as próximas 4 noites com meu irmãozinho tarado a poucos metros de mim, que situação, embora eu tenha que admitir que uma parte de mim estava muito animada...

Estávamos à noite preparando as últimas coisas pra partir. Eu me certifiquei de colocar tudo na mala e, claro, roupas sexy pra arrasar na praia. Destino: Cabos. Achei genial. Nesse momento, meu irmão bate na porta e entra no meu quarto. Eu tava sozinha com um blusão curto, pronta pra deitar. Ele me olhou de cima a baixo, como era de costume, e meio que de supetão me perguntou se eu tinha levado tudo que precisava pro banho. Vale dizer que ele apareceu só de bermuda e sem camisa. Era verão, mas não era normal ver ele andar pela casa assim. Naquela hora, reparei no abdômen definido e nos peitorais dele. Não era um cara musculoso exagerado, mas era bonito de se ver, com um corpo bem torneado pros seus meros 18 anos. Pra descrever melhor: era alto, uns 1,80 acho, cabelo cacheado, olhos cor de mel, pele morena clara, mãos bonitas, magro com o corpo firme. Ele praticava esporte regularmente e dava pra notar… Eu sou um pouco mais baixa, 1,67 de altura, magra, bunda boa e peitos pequenos mas durinhos. Como falei antes, acho que minha melhor parte são minhas pernas, longas e bem definidas. Minha pele é morena clara, tipo puxando pro pardo, minha mãe é super branca, igual minha irmã. Meus mamilos são cor de pele, bem pequenos, e eu sempre mantenho a virilha depilada, a área do biquíni e um triângulo bem aparado pra toda ocasião… enfim, continuando, falei que tinha levado tudo na mala, desde protetor solar até bucha de banho. Ele se aproximou de mim de um jeito estranho, me deu boa noite com um beijo na bochecha, e eu respondi com uma cara de estranheza, porque era a primeira vez que ele fazia isso. Ele falou pra eu descansar, já que íamos partir cedo, e brincou dizendo que se ele ficasse enrolando na cama, era pra eu jogar um balde de água nele. Achei engraçado, eu só ri e ele saiu do quarto. No fim, fiquei só olhando pro corpo dele, as costas e a bunda… de repente, me senti molhada e cheia de desejo. Naquela noite, tive que me contentar com meus próprios dedos…continua...

5 comentários - Crônica de um incesto anunciado: Irmão-Irmã parte 1

Mmmm excelente relato;se parece a nuestra historia hermanito (chava).
@solotaboo por MP te la cuento va
@Carolina01mx me parace muy bien, espero tu msj
@Carolina01mx yo también quiero saber la historia... 😭