Relato dedicado a uma pessoa que amo e pra quem dediquei quase todos os anteriores.. tô falando da linda e doce @bremduchis.
Aproveita, princesa.. espero que esteja à altura das suas exigências.
Beijos desse homem que te adora.
p { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 120%; }Aventura no HostelJaneiro! Finalmente tinham chegado as tão esperadas férias! Aquele período que a gente espera todo ano, mesmo que sejam só 15 dias e a gente queira tirar o máximo de proveito pra encarar o ano que começa. Tinha encontrado um hostel pela internet com um preço incrível e todas as comodidades que eu queria, e ainda dava direto na praia. O destino escolhido? Brasil. Lugar de praias paradisíacas e um monte de mulher gostosa pra caralho. A proposta fechava por todos os lados.
Assim que aterrissei, fui direto pro hostel. Era umas 7 da noite no Brasil e já dava pra ver o pôr do sol. Tava cansado da viagem, então resolvi aproveitar as espreguiçadeiras que o hostel tinha na praia. Pedi uma cerveja e fiquei admirando a paisagem linda que me acompanhava. Nisso, vejo passar uma mina que me cegou a vista só com a presença dela. Vestia um biquíni preto metalizado, que enfeitava uma pele bronzeada e um corpo divino.
Levantei da espreguiçadeira rápido e me aproximei.. cumprimentei em português e ela me respondeu em espanhol. Era argentina. Perguntei o nome dela e ela disse que se chamava Brenda.
Conversamos sobre a vida um pouco.. ela me contou que tinha estudado direito, que era de Rosário e que também tava de férias igual a mim. Eu não conseguia tirar os olhos dela. Ela acho que percebeu isso e me disse: Você quer jantar comigo hoje? Tem um restaurante bonito aqui perto.
Logicamente, pra uma proposta tão gostosa, respondi: Adoraria. Conversamos mais alguns minutos e voltei pro meu quarto pra tomar um banho.
Chegou a hora de ir pro restaurante. Me vesti com o melhor que tinha e fui. Cheguei primeiro, sentei numa mesa pra dois e fiquei esperando aquela mulher que tinha me deixado tão afim naquela tarde. Ela chegou logo.
Vestia um topzinho branco e um shortinho dourado bem justo. Embaixo, uns sapatos brancos. Tava de dar vontade de fazer de tudo com ela!
Sentamos, pedimos algo e começamos a conversar. No começo era tudo banal.. mais conversas sobre a vida, o turismo, o que cada um de nós pensava em fazer no Brasil e os possíveis destinos que dava pra ir por lá. Passou uma hora, e não sei se foi pelo álcool ou o quê, mas a conversa ficou quente. Num dado momento, a gente falou de fantasias e eu já comecei a sentir uma leve ereção na minha calça.
Ela começou me contando que tinha a fantasia de um ménage e de ficar com um negão.. assim como também de transar na praia. Eu falei pra ela que a da praia também era minha. Ela riu e disse: quem sabe.. capaz que você realize ela no Brasil hehe. Eu não fiquei atrás e respondi: você topava comigo? Ela riu e disse: SIM.- bem seca..
Pedimos a conta, pagamos e fomos embora, não sem antes passar no banheiro e pegar uns preservativos. Nós dois estávamos super quentes pela situação que se aproximava. Fomos correndo pra praia. Descemos a orla e ela se jogou em cima de mim e começou a me beijar apaixonadamente.. tava super quente!
Ela me jogou na areia e começou a apalpar meu pau por cima da calça enquanto a gente se beijava e eu apalpava a virilha dela por cima do short. A coisa tava esquentando muito e eu abaixei um pouco o short dela pra começar a enfiar os dedinhos e descobri que ela não tava de calcinha!
Assim que toquei na buceta dela notei que tava toda melada!
Eu tirei ela de cima de mim e coloquei ela de costas na areia e comecei a despir ela. Tava num estado de excitação que não tava nem aí pra nada.. nem se nos vissem, nem comer areia, nem nada.. só queria aquele corpo.. queria ela. A primeira coisa que tirei foi o top, deixando à mostra duas tetas lindas que estavam com marquinhas de sol.. coisa que me deixa louco. Chupei os dois pezinhos rapidinho, ouvindo os primeiros gemidos e continuei despindo ela.
Chegou a vez da parte tão aclamada pela minha mente graças à umidade que roçou meus dedos antes, o shortinho dela. Deixei à mostra dessa vez uma buceta totalmente depilada.. macia.. linda, mas com um denominador comum com a parte que eu despi primeiro: as marquinhas de sol.
Eu deitei apoiando minha boca direto naquela entreperna e comecei a chupar devagar. Ela ficava cada vez mais molhada e aumentava os gemidos. Minha língua acelerava o ritmo, minha respiração ficava ofegante e minhas pulsações ficavam cada vez mais intensas.
Sentir o gosto daquela pussy na minha boca... que delícia, meu Deus!
Claro, pela tarefa divina que eu tava fazendo, acabei engolindo um pouco de areia... não tava nem aí.
Decidi virar ela, deixando a Booty dela pra cima. Era hora de chupar o outro centro de prazer dela: o cu dela.
Quem ler isso vai imaginar fácil que, mesmo eu tendo afastado um pouco de areia das bandas daquela Booty, ainda sobrava um pouco. Importava? De novo... NEM UM POUCO.
Minha língua saiu da boca com um único destino: lamber tudo. Tava uma delícia... e ela? Cada vez mais e mais entregue.
Ela não aguentou a excitação, me afastou, baixou minha calça e começou a chupar minha cock desenfreadamente. Era uma expert trabalhando a cabeça da minha cock, Brenda. Babava tudo, até as bolas... e tentava engolir ela inteira, mesmo engasgando um pouquinho... coisa que eu adorava.
Ela colocou a camisinha em mim e disse: não te falei... mas sou virgem da Booty... e quero que você me fure o cú... cheia de areia... aqui e agora. Ela ficou de quatro, apontando a tiny ass dela direto pra mim.
Pus um pouco de saliva nos dedos e fui acostumando a área pro que vinha. Um dedo entrou sem resistência... o segundo doeu. Ia precisar de uns 3 dedos no mínimo pra ela aguentar minha pica. Depois de trabalhar bastante, o terceiro dedo entrou e ela soltou um grito de dor. Perguntei se tava bem e ela disse sim sim... vai fundo... mesmo que eu grite, vai fundo!
Tirei meus três dedos daquela Booty dolorida e coloquei a cabeça da minha pica, tentando penetrar ela centímetro por centímetro. Cada centímetro de cock pra dentro era um grito de dor a mais. Eu já queria desistir da aventura pelo sofrimento da Brenda, mas ela falava não, não tira. Chegou no final e eu tava com a cock toda dentro! A Deixamos alguns segundos... que foram eternos pra ela. Eu sentia a pressão da bunda dela na minha pica e como ela ia se abrindo toda. Quase não cabia, mas consegui me segurar e comecei a meter devagar dentro dela.
Os gritos de dor foram mudando aos poucos pra gemidos de prazer. A gente ficou transando no cu por uns 15 minutos. Foram 15 minutos de gritos e gemidos dos dois.
Eu não aguentava mais, precisava gozar. Tirei a pica da bunda dela, removi a camisinha e enchi as costas dela de porra. Ver meu leite escorrendo pelas bandas da bunda dela e o buraco todo dilatado são imagens que nunca vou esquecer daquele dia e daquelas férias.
A gente se fundiu num beijo eterno depois de transar, e ela me disse, triste, que no dia seguinte de manhã já ia embora pra Argentina de novo. Passei o resto da minha estadia sentindo falta dela e lembrando dela.
Se eu a vi de novo? Só vou dizer: o mundo é muito pequeno...
Aproveita, princesa.. espero que esteja à altura das suas exigências.
Beijos desse homem que te adora.
p { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 120%; }Aventura no HostelJaneiro! Finalmente tinham chegado as tão esperadas férias! Aquele período que a gente espera todo ano, mesmo que sejam só 15 dias e a gente queira tirar o máximo de proveito pra encarar o ano que começa. Tinha encontrado um hostel pela internet com um preço incrível e todas as comodidades que eu queria, e ainda dava direto na praia. O destino escolhido? Brasil. Lugar de praias paradisíacas e um monte de mulher gostosa pra caralho. A proposta fechava por todos os lados.
Assim que aterrissei, fui direto pro hostel. Era umas 7 da noite no Brasil e já dava pra ver o pôr do sol. Tava cansado da viagem, então resolvi aproveitar as espreguiçadeiras que o hostel tinha na praia. Pedi uma cerveja e fiquei admirando a paisagem linda que me acompanhava. Nisso, vejo passar uma mina que me cegou a vista só com a presença dela. Vestia um biquíni preto metalizado, que enfeitava uma pele bronzeada e um corpo divino.
Levantei da espreguiçadeira rápido e me aproximei.. cumprimentei em português e ela me respondeu em espanhol. Era argentina. Perguntei o nome dela e ela disse que se chamava Brenda.
Conversamos sobre a vida um pouco.. ela me contou que tinha estudado direito, que era de Rosário e que também tava de férias igual a mim. Eu não conseguia tirar os olhos dela. Ela acho que percebeu isso e me disse: Você quer jantar comigo hoje? Tem um restaurante bonito aqui perto.
Logicamente, pra uma proposta tão gostosa, respondi: Adoraria. Conversamos mais alguns minutos e voltei pro meu quarto pra tomar um banho.
Chegou a hora de ir pro restaurante. Me vesti com o melhor que tinha e fui. Cheguei primeiro, sentei numa mesa pra dois e fiquei esperando aquela mulher que tinha me deixado tão afim naquela tarde. Ela chegou logo.
Vestia um topzinho branco e um shortinho dourado bem justo. Embaixo, uns sapatos brancos. Tava de dar vontade de fazer de tudo com ela!
Sentamos, pedimos algo e começamos a conversar. No começo era tudo banal.. mais conversas sobre a vida, o turismo, o que cada um de nós pensava em fazer no Brasil e os possíveis destinos que dava pra ir por lá. Passou uma hora, e não sei se foi pelo álcool ou o quê, mas a conversa ficou quente. Num dado momento, a gente falou de fantasias e eu já comecei a sentir uma leve ereção na minha calça.
Ela começou me contando que tinha a fantasia de um ménage e de ficar com um negão.. assim como também de transar na praia. Eu falei pra ela que a da praia também era minha. Ela riu e disse: quem sabe.. capaz que você realize ela no Brasil hehe. Eu não fiquei atrás e respondi: você topava comigo? Ela riu e disse: SIM.- bem seca..
Pedimos a conta, pagamos e fomos embora, não sem antes passar no banheiro e pegar uns preservativos. Nós dois estávamos super quentes pela situação que se aproximava. Fomos correndo pra praia. Descemos a orla e ela se jogou em cima de mim e começou a me beijar apaixonadamente.. tava super quente!
Ela me jogou na areia e começou a apalpar meu pau por cima da calça enquanto a gente se beijava e eu apalpava a virilha dela por cima do short. A coisa tava esquentando muito e eu abaixei um pouco o short dela pra começar a enfiar os dedinhos e descobri que ela não tava de calcinha!
Assim que toquei na buceta dela notei que tava toda melada!
Eu tirei ela de cima de mim e coloquei ela de costas na areia e comecei a despir ela. Tava num estado de excitação que não tava nem aí pra nada.. nem se nos vissem, nem comer areia, nem nada.. só queria aquele corpo.. queria ela. A primeira coisa que tirei foi o top, deixando à mostra duas tetas lindas que estavam com marquinhas de sol.. coisa que me deixa louco. Chupei os dois pezinhos rapidinho, ouvindo os primeiros gemidos e continuei despindo ela.
Chegou a vez da parte tão aclamada pela minha mente graças à umidade que roçou meus dedos antes, o shortinho dela. Deixei à mostra dessa vez uma buceta totalmente depilada.. macia.. linda, mas com um denominador comum com a parte que eu despi primeiro: as marquinhas de sol.
Eu deitei apoiando minha boca direto naquela entreperna e comecei a chupar devagar. Ela ficava cada vez mais molhada e aumentava os gemidos. Minha língua acelerava o ritmo, minha respiração ficava ofegante e minhas pulsações ficavam cada vez mais intensas.
Sentir o gosto daquela pussy na minha boca... que delícia, meu Deus!
Claro, pela tarefa divina que eu tava fazendo, acabei engolindo um pouco de areia... não tava nem aí.
Decidi virar ela, deixando a Booty dela pra cima. Era hora de chupar o outro centro de prazer dela: o cu dela.
Quem ler isso vai imaginar fácil que, mesmo eu tendo afastado um pouco de areia das bandas daquela Booty, ainda sobrava um pouco. Importava? De novo... NEM UM POUCO.
Minha língua saiu da boca com um único destino: lamber tudo. Tava uma delícia... e ela? Cada vez mais e mais entregue.
Ela não aguentou a excitação, me afastou, baixou minha calça e começou a chupar minha cock desenfreadamente. Era uma expert trabalhando a cabeça da minha cock, Brenda. Babava tudo, até as bolas... e tentava engolir ela inteira, mesmo engasgando um pouquinho... coisa que eu adorava.
Ela colocou a camisinha em mim e disse: não te falei... mas sou virgem da Booty... e quero que você me fure o cú... cheia de areia... aqui e agora. Ela ficou de quatro, apontando a tiny ass dela direto pra mim.
Pus um pouco de saliva nos dedos e fui acostumando a área pro que vinha. Um dedo entrou sem resistência... o segundo doeu. Ia precisar de uns 3 dedos no mínimo pra ela aguentar minha pica. Depois de trabalhar bastante, o terceiro dedo entrou e ela soltou um grito de dor. Perguntei se tava bem e ela disse sim sim... vai fundo... mesmo que eu grite, vai fundo!
Tirei meus três dedos daquela Booty dolorida e coloquei a cabeça da minha pica, tentando penetrar ela centímetro por centímetro. Cada centímetro de cock pra dentro era um grito de dor a mais. Eu já queria desistir da aventura pelo sofrimento da Brenda, mas ela falava não, não tira. Chegou no final e eu tava com a cock toda dentro! A Deixamos alguns segundos... que foram eternos pra ela. Eu sentia a pressão da bunda dela na minha pica e como ela ia se abrindo toda. Quase não cabia, mas consegui me segurar e comecei a meter devagar dentro dela.
Os gritos de dor foram mudando aos poucos pra gemidos de prazer. A gente ficou transando no cu por uns 15 minutos. Foram 15 minutos de gritos e gemidos dos dois.
Eu não aguentava mais, precisava gozar. Tirei a pica da bunda dela, removi a camisinha e enchi as costas dela de porra. Ver meu leite escorrendo pelas bandas da bunda dela e o buraco todo dilatado são imagens que nunca vou esquecer daquele dia e daquelas férias.
A gente se fundiu num beijo eterno depois de transar, e ela me disse, triste, que no dia seguinte de manhã já ia embora pra Argentina de novo. Passei o resto da minha estadia sentindo falta dela e lembrando dela.
Se eu a vi de novo? Só vou dizer: o mundo é muito pequeno...
3 comentários - Aventura de Hostel (dedicado a bremduchis)