A calcinha da irmã do meu amigo #1

Uma coisa que nunca imaginei foi que ia acabar gostando da irmã de um dos meus melhores amigos. Conhecia ela desde pequena e nunca tinha olhado pra ela com desejo. O tempo passou, terminamos o colégio, fomos pra faculdade e eu e meu amigo continuamos saindo até hoje. Isso fez com que eu e a irmã dele ficássemos sempre próximos, claro, compartilhando rolês com outros amigos e amigas dos dois, em todo tipo de situação. Uma das minhas favoritas era quando, já adultos, íamos na casa do meu amigo, que morava só com a mãe e a irmã. A mãe era bem parceira e quando a gente chegava, ela vazava, então a casa ficava só pra gente. Mesmo não sendo muito grande e tendo dois banheiros, os cômodos eram bem divididos e bem afastados um do outro.

No começo, nunca passou pela minha cabeça procurar ou sequer tentar uma situação assim, mas a irmã do meu amigo foi crescendo e ficando cada vez mais gostosa, então naturalmente, quando a gente se via, eu comecei a me sentir muito atraído por ela. Ela se vestia de um jeito tradicional, mas tinha uma sensualidade especial que, tenho certeza, pelo menos por um tempo, ela nem sabia que tinha.

As reuniões eram normais: a gente conversava, comia alguma coisa, preparava uns drinks, nada além disso, nenhuma situação estranha ou ousada, mas com muita intimidade. Como a casa era pequena, algumas coisas do dia a dia ficavam à vista, especialmente uma que começou a me chamar a atenção: a roupa pra passar. Costumavam deixar ela exposta, mas no banheiro de visitas, perto da cozinha, onde geralmente não dava pra entrar porque usavam como lavanderia e sala de passar. Mas às vezes, com tanta gente nas reuniões, acabava sendo usado. Foi assim que fui parar no banheiro de serviço e, sem querer, no cesto de roupa suja, encontrei algo que me fez olhar pra irmã do meu amigo pra sempre (e por que não pra mãe também, já que a roupa de todo mundo tava ali): a calcinha dela. interior, de todos os jeitos, tamanhos, tecidos e cores que dá pra imaginar. Sinceramente, no começo me chamou a atenção, mas só isso, nem conseguia tocar em nada, não achava certo, era só um detalhe, conhecer a roupa dela de perto, tinha um não sei o quê de excitante, mas não passava de uma observação. E foi assim por muito tempo.

As reuniões continuaram, a gente ainda usava os dois banheiros, a roupa continuava lá. Cada vez que eu entrava, com o passar do tempo, ficava um pouco mais ligado no que podia ver, um dia uma calcinha menor azul celeste, outro dia uma maior preta, outro dia uma roxa com tiras. Gostoso de ver, mas não me dava uma excitação muito maior. Às vezes até achava graça, ria, pensando que ela nem imaginava que eu tava vendo o que ela usava. E por outro lado, tinha vezes que via calcinhas que claramente não eram dela, mas da mãe, porque eram maiores, mais tradicionais em cor e formato, mais velhas e rasgadas, sem nenhuma tentativa de provocação, só pra uso diário mesmo.

Um dia a gente chegou e tinha um monte de roupa espalhada, era fim de semana, parecia rouba acumulada da semana. Meu amigo pediu desculpas pela bagunça, dizendo que "não tinham conseguido lavar a roupa da semana toda por causa de um problema com a água". A verdade é que nunca me importei com a bagunça da casa de alguém conhecido, muito menos de um grande amigo, então não dei muita importância, fomos pro quintal, cozinhamos, bebemos, conversamos, o de sempre. Naquele dia, como não tinha roupa lavada, também não tinha roupa pra secar e passar nos banheiros, então não pude ver nada e, pra ser sincero, nem pensei nisso. Realmente não era algo que eu ficasse de olho. Fomos embora como qualquer outro dia, não foi um dia relevante, mas foi um dia que me fez começar a pensar em outra coisa: se tinha roupa pra passar sempre, devia ter muita roupa pra lavar sempre, a roupa que naquele dia tava espalhada por todo lado, à vista em a cozinha, onde atrás de uma porta sanfonada tinha uma máquina de lavar. E ali não podia ter só roupa pra passar, mas roupa pra lavar, muita, sempre. E a mesma roupa que eu sempre via limpa, talvez ali eu pudesse encontrar não tão limpa... e ao pensar nas calcinhas da irmã do meu amigo, a ideia acendeu uma luz na minha consciência: ali podiam estar as calcinhas sujas da irmã dele.

Na hora, só me pareceu um pensamento safado, sem muita importância, me dava graça poder trombar com a roupa suja dela, principalmente porque a irmã dele era muito vaidosa e com certeza odiaria que alguém encontrasse a roupa suja dela, fosse roupa íntima ou qualquer outra, era uma mina que sempre se via muito arrumada e gostosa, bem vestida, com um estilo casual, mas agradável.

Um desses dias de encontro, com meus amigos a gente tinha combinado de cozinhar algo na churrasqueira, ia levar muito tempo, então me pediram pra ir cedo preparar, antes do meu amigo chegar do trampo. Aceitei de boa e meu amigo falou pra eu ir quando quisesse levar as coisas e começar o churrasco, que a irmã ou a mãe dele iam estar pra me receber. Foi assim que no fim de semana seguinte saí do trampo como qualquer dia, comprei as coisas e fui pra casa do meu amigo. Bem como ele tinha dito, a irmã dele tava lá, a mãe ainda não tinha voltado do trampo, então ela me abriu a porta e a gente ficou na cozinha, ela disse que ia tomar uns mates enquanto secava o cabelo e eu falei que achava ótimo, então ela colocou a chaleira no fogo e começou a cortar um bolo que tinha feito pra me oferecer. Falei pra ela que enquanto isso ia deixar as coisas no quintal perto da churrasqueira e então fui levar tudo até lá, como eu vinha do trampo e de fazer as compras, me deu vontade de ir ao banheiro. Ela tinha colocado música enquanto isso, gritei do quintal que ia no banheiro e voltava pra tomar mate, mas ela não respondeu. Uns segundos depois a música acaba e ela grita que já tava tudo pronto. Beleza, que vá, mas eu já tava no banheiro e respondi "sim, vou no banheiro como te falei, já tô indo". A reação dela ao meu comentário me assustou de verdade, ela começou a gritar "não, não vai nesse banheiro, não!". Mas eu já tava na porta e, mesmo assustado, entendi por que ela não queria que eu entrasse e, enquanto processava o susto, ela chegou, me empurrou e bateu a porta com força, dizendo: — por favor, usa o outro banheiro, acabei de tomar banho aqui e não tá limpo.

Como eu disse, era uma pessoa vaidosa, limpa, organizada, claro que um banheiro bagunçado pode deixar ela desconfortável e não me deixar passar, então fui pro outro banheiro em silêncio e ela veio correndo sentar na cozinha. Quando entro no banheiro, não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido e, principalmente, no que tinha visto. No banheiro que quase entrei e ela me pediu pra não ir, tinha uma calça no chão com uma calcinha enrolada, a calça dela, a calcinha dela, que ela tinha tirado minutos antes de eu chegar, parada em cima do lugar, deixando cair no chão. Quando ela me impediu de entrar no banheiro, eu já tinha visto, com certeza por isso que não queria que eu entrasse, não só pela bagunça.

Ter visto a calça e a calcinha dela jogadas no chão realmente despertou outra coisa em mim, que eu não tinha sentido ao ver a roupa íntima dela seca e pra passar, dessa vez realmente tinha mexido comigo, me senti excitado e curioso.

Saí do banheiro, ela continuava ouvindo música, me passou um mate e ficamos lá um tempo, até que meu amigo chegou e fomos pro quintal cozinhar. Naquele dia, não fui mais no banheiro, mas quando fui embora e cheguei no meu apartamento, fiquei pensando na situação com a irmã dela e o banheiro. Realmente não sei o que teria acontecido se eu tivesse entrado e a calça dela estivesse jogada com a calcinha dentro, acho que teria desviado, usado o banheiro e depois saído como se nada. Mas quando pensei direito, fiquei travado, será que só isso teria acontecido?

Fui dormir meio confuso.

Os próximos encontros que tivemos, comecei a ficar mais ligado na irmã dele. Com o passar dos dias, achava ela cada vez mais gostosa, mais agradável no trato. Ela me olhava e ria, como se tivesse algo que só eu e ela sabíamos, algo safado. Talvez fosse coisa da minha cabeça, mas me sentia estranho com aquela situação. Foi aí que, com o tempo, enquanto continuava vendo roupa pra passar, comecei a pensar em algo de novo, que demorei a elaborar na minha cabeça, porque realmente não era algo que eu considerava: se tinha roupa limpa, devia ter roupa suja pra lavar... e se eu tinha visto uma calcinha da irmã dele uma vez naquele lugar, com certeza devia ter mais em outro lugar. Qual era o lugar? Exato, a área da máquina de lavar na cozinha, atrás da porta sanfonada.

Foi assim que um dia, quando cheguei, cumprimentei e comecei a prestar atenção naquele lugar. Às vezes tava aberto, às vezes fechado, às vezes tinha roupa à vista pra lavar, às vezes não. Mas minha atenção agora tava focada em algo que antes não tava, e a curiosidade foi me dando vontade de ir além.

Foi aí que um dia, numa reunião, enquanto todo mundo tava no quintal, ao passar pelo banheiro da cozinha e depois levar coisas pra lavar na pia, parei uns segundos pra olhar aquela área da máquina de lavar pra ver o que podia encontrar. Tava tudo vazio, não tinha nada, mas quando abri a tampa de cima, descobri outra coisa: dentro da máquina de lavar tinha algo. Tava escuro, parecia umas meias, amassadas, feito um bolinho. Peguei com a mão pra ver o que era e não, não eram meias, não era uma camiseta, não era nada que eu esperasse... era uma calcinha azul com estampa de beijos.

Claramente era uma calcinha da irmã do meu amigo, impossível a mãe usar uma coisa dessas. Ela era uma mulher de cinquenta e poucos anos, bonita, mas não tão provocante. Definitivamente era uma calcinha da irmã.

Assim que senti aquilo nas minhas mãos, me invadiu um calor e uma vergonha sem igual. Senti que tava cruzando um limite errado. A única coisa que consegui fazer foi deixar ela cair de novo na máquina de lavar, fechar a tampa e sair da cozinha, voltando pro quintal pra continuar conversando.
Naquele dia não aconteceu mais nada além disso pra mim. Quando encontrei aquilo, fiquei travado a noite toda e, quando a gente se olhava com a irmã dele, sentia uma atração e uma excitação incríveis por ela, com a roupa de festa, o perfume, o sorriso dela.
Ao voltar pra casa naquela noite, me masturbei pela primeira vez pensando na irmã dele, não na calcinha dela, mas nela, na sensualidade dela, no corpo dela, na voz dela. Agora ela me tinha completamente enfeitiçado. Sabia que no próximo encontro eu tinha que ir atrás de alguma peça de roupa dela. Não era mais uma opção nem um acaso; eu realmente queria ver alguma coisa, pegar e apreciar.

Por um tempo, umas 3 ou 4 semanas, a gente saía fora da casa dela. Os encontros eram em pubs e restaurantes, não nos reuníamos na casa dela pra variar um pouco e sair da rotina. Pensei que isso me faria esquecer da vontade de encontrar a roupa dela, mas aconteceu exatamente o contrário: me deu mais vontade de voltar e fazer o que tinha planejado. Ver a roupa dela.

Chegou o dia em que a gente se reuniu na casa dela de novo. Era o aniversário do meu amigo e ele só tinha convidado os mais íntimos pra um jantar. Era um dia de semana e a gente não pretendia ficar até tão tarde; no fim de semana seguinte teria uma comemoração maior, mas naquela noite era só um jantar simples. Era minha chance: pouca gente, dia de semana, a roupa ainda não tinha sido lavada, porque eles costumavam lavar nos fins de semana, como meu amigo tinha dito. Oportunidade perfeita pra dar uma olhada na máquina de lavar em busca de alguma coisa. Foi assim que, durante o jantar, enquanto todo mundo conversava e comia, me ofereci pra trazer mais bebida da cozinha e me levantei pra isso. Pediram mais vinho e uma jarra de água, então falei que ia demorar um pouco pra abrir a garrafa e levar ela já aberta. Levantei, todo mundo continuou nas conversas, fui até a cozinha, peguei o vinho, enchi a jarra e, antes de fazer Nada mais, olhei pra máquina de lavar, a porta dobrável estava aberta, pensei que naquela ocasião, com certeza antes da gente chegar, a irmã e a mãe dela tinham se arrumado, tomado um banho, deixado a roupa suja no lugar, mantendo a casa em ordem pra reunião. Dessa vez não demorei nada, fui até a máquina e levantei a tampa, tinha muita roupa e mexi pra encontrar o que procurava, até que toquei em algo, levantei e lá estava: uma calcinha roxa com tiras, a mesma que eu tinha visto antes pra passar, claramente da irmã dela, claramente suja, me esperando, ainda úmida do banho, de estar dentro da máquina. Não me ocorreu fazer nada além de colocar no meu bolso, não sabia bem pra quê, mas não podia demorar pra levar as bebidas, então voltei na hora. O que eu procurava já tinha achado e já estava comigo. Fui pra mesa, servi as bebidas, continuei jantando e pensava no que tinha no bolso, sabia que não podia levar embora, podiam perceber, então tinha que fazer alguma coisa antes da reunião acabar. Por isso, quando terminei de jantar, fui ao banheiro pra poder ver direito o que tinha encontrado. Acendi a luz, me certifiquei de trancar a porta e meti a mão no bolso, o que tirei era realmente excitante, era calcinha legítima da irmã dela, sem lavar, nas minhas mãos, só pra mim, a excitação foi na hora.
Não quis demorar e só consegui abaixar a calça pra descobrir minha ereção enorme, acho que lembro do detalhe de como meu pau estava úmido, quase escorrendo, vermelho, pulsando, querendo gozar na hora. Comecei a me masturbar enquanto só olhava pra calcinha dela, estava totalmente hipnotizado, focado naquela peça roxa, sentindo um cheiro estranho que exalava e que não pude evitar perceber, sem pensar levei a calcinha ao rosto e aspirei tudo que pude, o cheiro era impressionante, um perfume, era ela mesma numa peça de roupa, tinha o perfume dela, o desodorante que eu tanto Conhecia, mas tinha passado despercebido. Ali estava, impregnado na calcinha, que não consegui parar de cheirar até que, quase sem perceber, soltei uma gozada tão intensa que escorreu pela minha mão e sujou todo o tapete do banheiro. A sensação foi indescritível. Eu tinha cruzado um limite, sentido algo que nunca tinha nem imaginado antes. Fiquei extasiado e surpreso, tanto que, quando voltei a mim, olhei ao redor e não sabia se tinha passado um minuto ou uma hora. Isso me fez perceber que precisava devolver a calcinha e voltar pra mesa, porque não queria levantar suspeitas de nada estranho, nem que pensassem que eu estava mal. Apertei o botão pra simular que tinha usado o banheiro, limpei o tapete, saí com a calcinha no bolso e, antes de ir pra mesa, passei rapidinho pela cozinha pra jogar a calcinha na máquina de lavar.

Enquanto a reunião continuava, fiquei totalmente focado na irmã dela, sem que ela percebesse. Tava apaixonado pelo que tinha conhecido dela, pelo que tinha descoberto. Não demorou muito até a gente ir embora, combinando de nos ver no próximo fim de semana pra uma comemoração maior, sem preocupação com horário, com muito mais gente.

Não conseguia prestar atenção em mais nada, então concordei com tudo e falei que ia embora pra descansar bem, porque no dia seguinte tinha que trabalhar. Todos os meus amigos também, então me seguiram. A gente deu uma arrumada e se despediu na porta.

Já em casa, acho que demorei uma hora ou mais pra conseguir dormir. Não parava de pensar no que tinha acontecido, no que tinha visto e conhecido, no que agora sabia. Me masturbei mais uma vez pra me cansar e aliviar a vontade que sentia, e funcionou na hora.

As próximas reuniões não seriam iguais, ou pelo menos não pra mim. Minha atenção agora tava voltada pra algo específico. Ia ser tudo como sempre, mas ao mesmo tempo diferente.

Muita coisa aconteceu desde aquela vez, muita coisa eu descobri. A gente continuou se relacionando com a irmã do meu amigo, mas isso fica pra outra história. Só sei que o que a situação me causou mudou tudo, me deu um novo olhar, um desejo novo, realmente excitante, que tava só começando, que tinha muito pra se desenvolver e que com o tempo vou contar pra vocês.

Valeu por ler, espero que tenham curtido.
Até a próxima.

4 comentários - A calcinha da irmã do meu amigo #1

Excelente relato, a mi tmb me re calientan las bombachas sucias, una vez sentí ese rico aroma en la bombacha de la mujer de un amigo, tuve una erección al instante, es increíble como uno se calienta al sentir ese rico olor
ufff expectacular relato, yo hacia lo mismo pero con mi prima y mis tias.
Es un fetiche que me encanta, a la mujer de un primo le he robado varias panties, estoy seguro que ella sabe que se le han perdido y seguro ha de sospechar de mi, muchas veces también me he masturbado con sus panties en el baño.