Segundo relato "vizinho novo

Tudo começou na primavera passada, quando decidi me mudar de casa... sou uma mulher de 53 anos, divorciada há 8 e sozinha. Depois de muito vai e vem, consegui um aluguel barato, que dava pra pagar sozinha. No dia da mudança, o zelador do prédio me mostrou todos os cantos do lugar: a lavanderia, os depósitos e uma pequena varanda que só usavam pra estender roupa. Essa varanda ficava só dois andares abaixo do meu apartamento, então era bem prática. Com o passar dos dias, fui me familiarizando com as instalações, meus novos vizinhos e a vizinhança. O prédio de dia parecia abandonado, mas quando a noite caía, ganhava vida. A única casa que sempre parecia habitada era a de cima do meu apartamento. Sempre ouvia música, passos, pulos, gritos, etc. Certo dia, me preparei pra pendurar a roupa na varanda, já que o sol tava brilhando como nunca. Peguei o que precisava e comecei a subir. Ao passar pelo andar de cima, notei a porta de uma casa aberta. Tentei ignorar e subi até a varanda. Quando cheguei, a porta tava fechada. Empurrei de leve e, com um rangido, ela se abriu. O sol entrou pelas escadas e me cegou. Caminhei devagar até meus olhos se acostumarem e comecei a enxergar o que via: a varanda não media mais de três metros de lado, cercada por uma parede de no máximo um metro, e em cima dela uma grade que um dia foi preta, hoje toda enferrujada. Estendi minha roupa rapidinho e, num segundo, a porta bateu com um estrondo. Levei um susto danado com o barulho, mas senti uma brisa suave, obviamente a culpada pela batida. Terminei o que tava fazendo e comecei a voltar pro meu apartamento. Quando cheguei na porta, notei uma trava que a fechava por fora... pra que colocariam uma trava numa varanda?? Dava pra ver que o ferrolho era usado direto, mas era tão velho quanto as grades e a porta. Apressei o passo e comecei a descer. Quando cheguei no andar de baixo, de novo a porta entreaberta. aberta e dessa vez consegui distinguir que era exatamente a de cima da minha casa, passei andando devagar na frente da porta mas não consegui ver nada, só ouvi uns gemidos, parei e comecei a me aproximar mais, lá dentro estava muito escuro e não dava pra ver nada. Cheguei perto da porta e comecei a empurrar ela devagar, uns pequenos rangidos e ela começou a se mover, dava pra ver uma tela com umas imagens obscenas e ali encontrei a fonte dos gemidos, peguei a porta e fechei ela de novo lentamente, quando virei pra voltar pra escada, ele apareceu, como um fantasma, um jovem de no máximo 18 anos, perguntando o que eu tava fazendo, as coisas que eu carregava caíram no chão, fiquei muito nervosa. Me abaixei pra pegar e ele se abaixou comigo, enquanto me ajudava dizia, "você é muito curiosa" "não devia ficar espiando os vizinhos", naquela hora me levantei e confirmei "eu não espio ninguém" ele se levantou calmamente e colocou nas minhas mãos a última coisa que tinha no chão, riu e disse ok. Passei por ele e sem me despedir comecei a descer, pude ouvir a voz dele dizendo, quase esqueci não tranquei a porta do terraço, se algo acontecer com você ninguém poderia te ajudar... cheguei em casa me tranquei com chave, estava apavorada, não sabia se era uma ameaça ou só um conselho. Era óbvio que ele tinha me visto espiando a casa dele. O que eu devia fazer? Passei muito tempo pensando se pediria desculpas, se ignoraria, se denunciaria, não sabia o que fazer e me sentia mal pelo que tinha feito. Na tarde seguinte bateram na minha porta, bem na hora que eu tava tomando banho, então enrolada numa toalha preta cheguei até a porta e pelo olho mágico pude ver ele, era ele, estava sério quase bravo, suado e usava um boné, enquanto esperava pra me vestir perguntei quem era, de fora responderam "seu vizinho de cima" "o que vê pornô", pude sentir como eu corava, terminei de me vestir e saí pra atender ele. Enquanto abria a porta perguntei, o que você quer??? e quando terminei de abrir vi que ele trazia minha roupa nas mãos, se Peço desculpas por pegá-la e expliquei que precisava do lugar pra pendurar a dela. Fiquei muda, ele deu um passo à frente e perguntou onde deixava, comecei a olhar meu apartamento e respondi "em cima da mesa". Ele ficou parado junto à mesa me encarando, eu esperava que ele fosse embora, e ele disse: "me daria algo gelado? Vim do terraço e tá muito calor lá". Claro, respondi, andei até a geladeira, olhava ele pelo canto do olho e via como ele me seguia com o olhar. O que ele queria? Por que me olhava daquele jeito? Quando me afastei um pouco mais, notei que o olhar dele desceu pra minha bunda e naquele momento minhas dúvidas se foram, era óbvio!!! Um adolescente com os hormônios à flor da pele. Decidi brincar com ele, me aproximei da geladeira e me agachei de um jeito que minha bunda ficasse pra fora da porta aberta enquanto procurava algo pra dar de beber pra ele. Quando encontrei, me levantei rápido e de novo vi o olhar dele na minha bunda, mas dessa vez ele sabia que eu tinha visto. Servi água num copo, entreguei pra ele e, enquanto ele bebia, fingi que tava com sono, bocejei, levantei os braços como quem se espreguiça, isso levantou minha camiseta e deixou minha barriga à mostra. De novo o olhar dele desviou, largou o copo em cima da mesa e rapidamente foi pra porta. "Tenho que ir", argumentou, e foi embora sem se despedir. Enquanto ele subia as escadas, me debrucei na porta e falei: "Parece que não sou a única que espia os vizinhos". Sei que ele ouviu porque parou os passos por um segundo e depois continuou subindo. Naquela noite, quando fui me trocar pra dormir, lembrei que aquele adolescente tinha me olhado. Comecei a me olhar no espelho. Tenho 53 anos, mas parece que não tô tão mal assim, pensei. Tirei meu sutiã e comecei a ver meus peitos, estavam um pouco caídos, mas grandes como sempre. Tirei minha calcinha, olhei minha bunda e minhas pernas, realmente estavam muito boas, tantos anos de academia tinham dado resultado. Me virei e, ao me ver de frente, vi minha bela buceta peluda e percebi que desarmonizava todo o resto, e decidi tirar. Uns Minutos depois, me aproximei do espelho de novo, olhei meus peitos, minha bunda, minhas pernas e finalmente minha buceta, tava toda depilada, e eu amava, além disso era um dia muito especial porque depois de 8 anos finalmente me sentia desejada de novo. Me joguei na cama, minhas mãos percorriam meu corpo, uma parou nos meus peitos e a outra na minha buceta, tava me excitando enquanto apertava meus peitos, minha outra mão brincava com meu clitóris, eu tava realmente no fogo, o prazer me invadia. Levantei a mão que tava na minha buceta, coloquei dois dedos na boca buscando lubrificação e desci de novo, enfiei meus dois dedos na minha xereca e comecei a brincar quase agressivamente, como um adolescente faria. A cada segundo minha buceta ficava mais molhada. Dava pra ouvir o barulho dos meus dedos entrando e sentir meus fluidos escorrendo, passando pelo meu cu e chegando nos lençóis. Lembrei de novo de como olhei minha bunda e foi isso que me fez explodir, tirei meus dedos e comecei a dar tapinhas na minha buceta, com cada um um arrepio percorria meu corpo e estremecia meus sentidos, já não aguentava mais, queria terminar. De novo comecei a brincar com meu clitóris cada vez mais rápido enquanto pensava em como me olharam naquela tarde, como desejaram minha bunda, meu corpo... terminei muito rápido e depois o sono me venceu. Acordei de manhã, ainda pelada na minha cama, a primeira coisa que veio na minha mente foi aquele cara que mal conhecia, não entendia o que tava rolando, mas ele tinha tocado algo bem lá no fundo, me sentia sexy, gostosa, me sentia viva!!!! Pela primeira vez não ouvia os barulhos de cima, fiquei em silêncio uns minutos tentando ouvir ele, mas nada aconteceu, era um silêncio de morte, a ansiedade me dominava, decidi ir ver ele. Me troquei, não coloquei calcinha, queria surpreender ele, saí de casa, subi as escadas, cheguei na porta dele, e não consegui bater, voltei rápido, dava pra ouvir meus passos na escada, pude ouvir o rangido da porta dele se abrindo, corri mais rápido e entrei em casa, fechei. A porta bateu com uma força que deu pra ouvir no prédio inteiro. Fiquei encostada de costas na porta, meu coração batendo loucamente, minha pele arrepiada, e eu quase chorando. O que eu tava fazendo??? O que tava acontecendo comigo???. Batem na porta, olho pelo olho mágico e lá estava ele. Decidi não abrir. Ele bateu de novo e perguntou: "Tá tudo bem???" Sim!!! respondi, e ele completou: "Me abre, por favor". Abri a porta devagar, ele entrou e eu fechei de novo. "O que houve?" ele perguntou enquanto entrava. "A senhora tá bem???" completou, olhando dentro de casa como se procurasse um culpado. Ainda caíam lágrimas dos meus olhos. Ele me olhou e abriu os braços, como oferecendo um abraço de consolo. Fiquei paralisada, sem saber o que fazer. Ele se aproximou e me abraçou, dizendo: "Calma, vai ficar tudo bem". Eu abracei ele de volta e meu choro parou. Comecei a sentir o corpo dele contra o meu, meus peitos contra o peito dele. Com a mão, devagar, tocava as costas dele. Queria sentir ele, queria fazer mil coisas naquele momento, mas não conseguia. Tava paralisada igual uma adolescente. Senti ele começando a se afastar de mim, e quando já tava longe o suficiente, percebi que ele tava olhando pros meus peitos. Tava hipnotizado. Me olhei e vi que minha camiseta tava transparente e que meus bicos tinham ficado duros com o abraço. Fiquei nervosa, e ele percebeu. Sorriu e disse: "Não se preocupa, acontece com todo mundo", passando a mão na virilha, deixando ver uma pequena ereção por baixo do moletom. Pegou a maçaneta da porta e, sem tirar os olhos dos meus peitos, saiu e foi embora. Fiquei em silêncio, podia ouvir os passos dele descendo a escada, depois a porta dele, os passos dele, a porta de novo, passos, ele se jogou na cama, um silêncio enorme... Uns segundos depois, ouço um barulho baixinho e constante. Será que é o que eu tô pensando??? Se ele tá na cama, e tá sozinho... será??? De novo, a curiosidade me dominou. Decidi sair de casa e subir pra ver. Cheguei na porta dele, abri com todo cuidado e entrei sem fazer barulho. Atravessei a sala e olhei pra ele de lá. Porta do quarto dele, só via ele da cintura pra baixo, então ele não me via... tava sem calça, a cueca apertava demais, ele tava se tocando por cima da roupa íntima, tinha um corpo atlético, aí com a outra mão pegou a cueca pela cintura e puxou pra baixo pra deixar o pau sair, começou a bater uma devagar, a cada puxada a cabeça aparecia um pouco mais, em poucos segundos já tava toda melada, tava muito dura, dava pra ver, e o tamanho era grande, era bem grosso, o mais grosso que já vi em 53 anos, ele a cada segundo batia mais rápido, ouvi ele sussurrar, prestei mais atenção, e escutei clarinho "que peitão gostoso pra chupar", fiquei nervosa, comecei a tremer, mas não queria ir embora, ouvi uns gemidos, olhei pro pau dele e vi o leite jorrando, uns dez centímetros subia antes de cair na barriga, aquilo me enlouqueceu, nunca tinha visto nada igual, mas sabia que tinha que vazar o mais rápido possível, comecei a me mexer pra porta, abri devagar, saí, e quando fechei ouvi "não é certo ficar espiando os vizinhos", desci rápido sem fazer barulho, entrei em casa e fechei com cuidado, fiquei encostada de costas na porta e não parava de pensar "quando ele percebeu???" "será que me enganou o tempo todo???" Mas no fundo já não importava... tava muito excitada, me despi na sala, andei pelada até o banheiro, enchi a banheira e tomei um banho de espuma, fiquei uns 40 min me tocando na água, saí, peguei a toalha e me enrolei, fui pro quarto, coloquei uma calcinha e fui pra sala pegar minha roupa, mas a roupa não tava lá... será que ele tinha entrado na minha casa??? será que me viu na banheira??? quanto tempo ele ficou??? já não importava, esse jogo tava me deixando doida, mas... até onde isso ia chegar??? não queria mais pensar, fui pra cama, me deitei e dormi pensando nele. Passaram uns dois dias, e eu não conseguia ver ele, subia no terraço duas ou três vezes por dia, o Porta sempre trancada, será que ele ficou bravo??? Será que me viu na banheira e não gostou??? Os dias passaram e eu segui minha vida normal, terraço, roupa, pendurar, tirar, subir, descer e ele não aparecia, até que uma tarde, enquanto eu juntava a roupa de novo, o baque da porta do terraço me assustou, pude sentir a brisa, não me preocupei, mas segundos depois ouvi a trava sendo acionada, não conseguia ver quem era por causa da roupa, mas imaginava e desejava que fosse ele, comecei a me aproximar e pude distinguir o rosto dele entre as peças, ele olhava para baixo com um certo constrangimento, quando cheguei ao lado dele, ele estendeu a mão dizendo, isso é seu, era minha roupa, a que tinha faltado naquela noite, ainda sem levantar o olhar, com uma mão peguei a roupa e deixei cair no chão e com a outra levantei o rosto dele pelo queixo, pude ver um par de lágrimas, mas ele as limpou ao mesmo tempo que dizia "me desculpa", eu o abracei quase como uma mãe e ele me abraçou de volta, me afastei alguns centímetros, levantei o rosto dele de novo e o beijei, o fogo tomava meu corpo, ele ficou parado, acho que não entendia bem o que estava acontecendo, com uma mão na nuca dele e a outra no peito dele, continuei beijando, a mão que estava no peito dele foi até o cinto e o soltou, abriu os botões, nesse momento ele reagiu e tirou a calça, me sentei sobre meus calcanhares com as pernas abertas, desci minhas mãos pelas laterais até a cintura dele e abaixei a cueca, o pau dele estava muito duro, levei minhas mãos até a bunda dele e minha boca até o pau dele, pude ouvir os gemidos dele, e chupei mais, em poucos segundos ele avisou que ia gozar, continuei chupando até sentir o gozo na minha boca, engoli e continuei, os gemidos dele já eram incontroláveis, as pernas dele tremiam, parei, me levantei e segui com minhas coisas, ele me olhava, não podia acreditar, pegou a cueca e começou a vestir, também a calça, terminei minhas coisas e descemos juntos, ele um andar até o apartamento dele e eu dois até o meu, desde aquele dia, toda vez que subo no terraço, ao passar, bato na porta. A porta dela e espero ele lá em cima.... É só isso... espero que vocês curtam essa segunda parte, como já falei antes, não espero pontos, espero os comentários e críticas de vocês, que são o que me ajuda a escrever melhor.

3 comentários - Segundo relato "vizinho novo

bueno y sexi, ojalá sigan las aventuras de la Sra....y se ponga más caliente........
Que buen relato ojala así tuviera una vecina como tu de sexy cachonda y con ganas de gozar
Muy bueno seguí escribiendo me gustaría ser tu vecino