Quando todos dormem

Era mais um dia do odiento frio do inverno, eu sem trampo e com tempo livre, mando uma mensagem pra um conhecido (Chelo): "Fala, Chelito, beleza? Tá à toa? Vem aqui em casa tomar um negócio." Chelo: "E aí, doido, tudo certo? Não posso ir, tô em casa pintando, termino daqui a umas horas. Vem pra cá, te espero com uma gelada." Vale destacar que era umas 7 da noite, mais ou menos. Passou das 8, fui na casa do Chelo, entre conversa e cerveja, chegou meia-noite. No dia seguinte, tinha que resolver uns tramites, então decidi ir embora, senão não ia acordar cedo. Quando fui pegar minha moto na garagem, notei o pneu traseiro furado. Grande drama, minha casa era longe, aí o Chelo falou pra eu ficar na casa dele. Já conhecia os pais, então sem estresse. Compramos mais cerveja. Nisso, chega ela, CAMILA. Morena, cabelo escuro, baixinha, 19 anos. Uma boneca na melhor idade. Nos apresentou. Era a irmã. Nunca tinha visto ela, e puta que pariu, valeu a pena o pneu furado e não ter ido embora — só de ver ela andar já valia, seduzia em cada passo. Bebeu uns copos com a gente e não notei que ela me procurou pra nada. Tudo normal até aí. Bateu duas da manhã, meu amigo já tava roncando nessa hora. Eu fui pra sala e me deitei no sofá pra descansar. Nisso, ela aparece com uma camiseta branca na altura da metade da bunda, de calcinha vermelha, indo na geladeira pegar água. Me viu acordado e perguntou: "Quer?" Eu: "Bora" (qualquer desculpa era bem-vinda). Cami: "Você é daqui? Nunca te vi antes." Eu: "Moro a umas 30 quadras daqui, tive um problema com a moto e tive que ficar. Espero que não se importe de me ver aqui, não gosto de incomodar" (ela não teve drama de eu ver ela de camiseta curta, dava pra ver na cara que ela gostava de ser olhada). Cami: "Tranquilo, eu ia ficar na casa do meu namorado hoje, mas a gente brigou e chamei um Uber pra não discutir mais. Acho que ele me trai." Eu: "Somos todos iguais," falei, "cada oportunidade a gente aproveita. É como um instinto, e sem ofender. Se você tem certeza que ele te trai, trai ele também e pelo menos vai ficar com a consciência mais limpa.
Cami: não sei se todos são iguais, mas sei que ele me trai.
Eu: não sei o que te dizer. Aproveita sua vida, você é young lady e, pelo seu jeito, deve ter muitas outras cartas na manga pra escolher.
Cami: é. Sei lá, não quero mais pensar nisso. (aí ela começa a suspirar, prestes a chorar)
Eu: não precisa chorar, não vale a pena se a pessoa não merece. Tomei coragem e limpei a bochecha dela pra secar a lágrima.
Ela ficou meio desconfortável, mas não se mexeu, pediu desculpas por não me conhecer e me abraçou. Foi um abraço bem forte. Eu sentia os peitos dela no meu peito e, ao abraçá-la, acariciava suas costas e cintura. Já tava começando a ficar excitado. E me atrevi: olhei nos olhos dela e, sem dizer nada, beijei. Ela respondeu aquele beijo com vontade. Comecei a acariciar devagar aquele corpo que eu desejava desde que a vi. Minhas mãos roçavam a barriga dela, subindo pros peitos, já não pensava em recuar. Ela levou a mão até meu volume e começou a acariciar minha rola por cima da calça. Já tava bem dura, queria muito comer ela. Desci as mãos e comecei a acariciar a buceta dela. Dava pra ver que tava ficando molhada.
Ela baixou minha calça e eu sentei no sofá. Ela começou a lamber minha rola como se tivesse com fome de sexo. E tava mesmo. Uns três minutos depois, ela se levantou. Tirou a camiseta e a calcinha vermelha. Porra, nunca vou esquecer. Uns peitos feitos sob medida pra minhas mãos, a buceta depilada e duas pintinhas abaixo do umbigo que caíam perfeitamente. Ela sentou em cima de mim e começou a cavalgar enquanto me beijava. Cada vez mais molhada. Beijei o pescoço dela e foi o botão certo na hora certa, porque ela gozou. Não acreditei que gozou depois de cinco minutos cavalgando. As pernas dela tremeram em cima de mim, eu sentia toda a plenitude dela por cima. Continuei comendo ela, mas queria ela de quatro, com aquela raba e aquela buceta à mostra, que valiam mais que uma casa na praia. Comecei a comer ela gostoso. Forte, segurando ela suave pela cintura e apertando cada vez mais forte. Ela gostava de ser dominada. Me pediu por favor pra deitar ela, queria gozar de novo. Ela se deitou e abriu bem as pernas. Enfiei a pica com tanta força que parecia um estupro consentido. Tampei a boca dela pra evitar barulho com os gemidos, e ela gozou de novo. Senti o paraíso. A sorte de comer uma mulher multiorgásmica. Ela era a luxúria e o desejo que eu precisava pra aquela noite. Sentei e ela começou a cavalgar de novo como se a gente tivesse começando agora. Minha pica não aguentava mais de tesão, queria gozar, mas ao mesmo tempo queria que fosse uma foda eterna. Respirei fundo e continuamos por um bom tempo. Quase chegando no orgasmo, ouço uma porta se abrir. O desespero não tinha nome. Ela saiu de cima de mim, e nisso aparece a mãe. A mina pelada perto de mim e eu sentado. Ela se esconde da vista da mãe, que tava indo pro banheiro. Quando a porta do banheiro fechou, Cami vestiu a camiseta e saiu correndo pro quarto dela. Eu, com o maior tesão do mundo, com a pica meio mole, me joguei no sofá e me vesti como pude. Rezava pra mãe não sentir cheiro de sexo nem ter visto nada. E foi assim. A sorte tava comigo. Esperei a mãe sair do banheiro pra ir pro quarto dela e não tive escolha a não ser bater uma no banheiro pra gozar. Não foi a mesma coisa, mas com certeza foi uma noite gostosa, com muitas sensações juntas. Fui dormir. Quando acordei, tomamos café juntos, eu, Chelo e Cami, como se nada tivesse acontecido. Saí daquela casa depois do café com um troféu sexual inesperado. Nunca mais tive contato com a Cami, porque ela descobriu que o namorado nunca traiu ela. Mas ela sim. E comigo... É isso nesse relato, deixem seus pontos! Em breve vêm mais relatos de sexo casual que tive, tenho ou terei. Valeu pelo tempo!

5 comentários - Quando todos dormem

muy buen comienzo!
Fue una noche muy buena la verdad. Me calente de solo recordar mientras escribia el relato
Muy buena experiencia te felicito...si conseguís fotos del face da Camí subi
Dale genio. Fue hace año y medio maso. Si encuentro sale post
@dillinga un genio sos vos que te cogiste a esa bebota