Salve, amigos do P! Essa é minha segunda postagem, nem preciso dizer que as histórias são reais. Sem mais enrolação, esperando que vocês gostem da história e curtam. Por favor, comentem e deixem seus pontos. Desde já, valeu. Novembro de 2011 (Santiago do Chile) – Esse mês comecei meu estágio num hospital famoso da capital. Com medo e timidez, já que era minha primeira experiência de trabalho depois de me formar. Me designaram uma enfermeira que ia ficar responsável pela minha orientação no trabalho. Essa colega era a Daniela (26 anos), uma mulher linda de verdade, que passava despercebida por ninguém que circulasse perto dela. Tinha um anjo e um carisma que raramente se vê nas pessoas hoje em dia, e menos ainda numa enfermeira. Daniela tinha uns 1,65 de altura, uns olhos verdes que hipnotizavam qualquer um, uma cabeleira castanho-claro que chegava quase na cintura, uma pele branca como a neve e sempre usava uniformes bem justinhos que destacavam as curvas exuberantes dela e tiravam o máximo proveito do que era sua maior virtude física... O decote dela.
Imediatamente surgiu química entre nós dois, e como trabalhávamos juntos, não demorou pra surgirem os rumores de corredor e os comentários. Até aí, nada incomum num hospital, mas chegaram aos meus ouvidos os boatos que perseguiam minha colega. Que ela adorava se deitar com os colegas do serviço, que era uma verdadeira atriz pornô na cama e, pra completar, era casada!! Mas, pra ser sincero, isso era o que menos me importava. Conforme o tempo passava, a relação foi ficando mais próxima, já não nos víamos só no trabalho, mas também nos encontrávamos em parques, bares e cafés da capital. Eu sou uns anos mais novo que ela, e a experiência sexual dela era um assunto comum nas nossas conversas. Eu sempre terminava com uma ereção depois de falar sobre esses temas com ela, e ela parecia adorar esquentar um homem mais novo que ela. Uma manhã, ela me ligou no celular cedo pra avisar que não ia trabalhar naquele dia. Pensei nela o dia inteiro, minha cabeça passava a maior parte do tempo fantasiando como seriam os mamilos dela e quão boa aquela mulher poderia ser nas artes do prazer. Então, não aguentei mais e liguei pra ela com a desculpa de perguntar onde ficavam as receitas restritas (coisa que ela me ensinou no primeiro dia). Depois de alguns toques, ela atendeu com aquele tom amável característico dela: — Que surpresa, a que devo essa ligação, parceiro? — Com um pouco de nervoso, expliquei o que precisava e perguntei se a gente podia se ver no café de sempre na saída do turno. Pra minha infelicidade, ela não pôde naquele dia, mas me convidou pra ir na casa dela no dia seguinte tomar café da manhã. O marido dela trabalhava cedo e só voltava pra casa lá pela noite. Eu, sem hesitar, aceitei sem remorso. No dia seguinte, levei doces pro café da manhã e me aventurei no que desse. Cheguei no apartamento dela e ela abriu a porta ainda de pijama. Não sei qual foi minha expressão ao ver aquele corpo escultural, mas ela me deu um Deu um tapinha no meu ombro pra eu parar de encarar os peitos dela. Entreguei minha humilde contribuição pro café da manhã e me ofereci pra ajudar no que precisasse pra preparar a refeição mais importante do dia. Era impossível tirar os olhos do pijaminha dela, cada movimento que fazia era muito gostoso e deixava ver mais do que devia. Além disso, a cozinha era pequena e a toda hora ela passava na minha frente, esfregando a bunda no meu pau duro. —Eu recomendo que você troque esse pijama antes de tomar café— Ela riu e sussurrou no meu ouvido —vem, me segue— caminhou até a porta do quarto dela e tirou o pijama inteiro, se virou e me chamou com um movimento sexy do dedo.
Parece que vai me trazer café na cama!! Entrei no quarto dela e, pra minha surpresa, a putinha tinha a cama toda bagunçada, como se tivesse transado a noite inteira. —Desculpa a bagunça, mas é que fazia semanas que eu não queria dar pra dentro do Anjo (o marido dela) e hoje de manhã não consegui me livrar dele— Ver a cena do quarto e os lençóis com cheiro de sexo me deu uma sensação idiota de ciúme, além disso o quarto dela tava cheio de fotos deles, então não me senti muito bem. Me deu uma puta crise de remorso. O que eu tô fazendo aqui? —pensei— —É melhor eu ir, Daniela, a gente deixa pra outra hora— Eu ia vazar do apartamento dela quando ela me agarra com força e me joga no sofá. —Não posso deixar você ir embora assim, não posso ser uma anfitriã tão ruim— Na sequência, ela me dá um beijo daqueles que, só de roçar meus lábios, já me dá uma ereção, daqueles beijos que só na adolescência a gente experimenta com tanta naturalidade que são inesquecíveis. Por alguns minutos, a gente se beijou apaixonadamente, os lábios dela eram experts, sabiam como arrepiar cada centímetro da minha pele e acender o fogo que corre nas minhas veias até eu me entregar completamente ao pecado da carne. Ela montada em cima de mim esfregava a calcinha fio-dental dela, que tava encharcada até não poder mais, contra meu pau duro. Ela tirou toda a roupa, soltando as rédeas das fantasias dela... Pegou uma almofada do sofá e colocou no chão pra proteger os joelhos, prendeu o cabelo num rabo de cavalo e, na sequência, tirou minha calça e minha cueca, deixando no ar meu pedaço de carne tortuoso, duro, babado e pulsante. Os comentários que tinham chegado aos meus ouvidos dias antes sobre como minha linda e angelical colega desempenhava a arte de fazer um bom boquete eram poucos. Ela era uma deusa, nunca recebi, nem recebo, nem vou receber um boquete igual ao da Daniela. Ela não usava as mãos, só a boca, desde a minha glande suculenta descendo pelo tronco do meu pau até enfiar Meus peitos inteiros na boca dela. Até lambida de cu ela me deu. Era uma maravilha, eu sentia meu corpo inteiro tremer ao ver aquela cena, enquanto ela só me olhava nos olhos. Ela adorava ver minha cara de tesão. Na única vez que tirou minha pica da boca, a putinha, foi pra lembrar do marido. —Esse é o sofá favorito do Anjo, ele senta aqui e vê TV por horas— —Se o corno soubesse o que eu tô fazendo nessa porra de sofá—
Não preciso de muito mais tempo pra receber meu aviso de que não aguentaria mais e ia gozar. Aviso pra qual a safada fez ouvidos moucos. Quando sentiu meu pau se expandindo dentro da garganta dela, enfiou o dedo no meu cu e quando sentiu a explosão de fluidos, enfiou meu pau inteiro dentro da boca dela. Na sequência, meu leite saiu jorrando com tanta força que escorreu pela boca e nariz dela, deixando tudo cheio de porra.
Eu tava num transe... Quando de repente o som de um celular fez minha amante pular do chão com tanto nervosismo que me assustou pra caralho —é o celular do Anjo— Esse filho da puta deve estar do lado de fora do apartamento. Continua...
Imediatamente surgiu química entre nós dois, e como trabalhávamos juntos, não demorou pra surgirem os rumores de corredor e os comentários. Até aí, nada incomum num hospital, mas chegaram aos meus ouvidos os boatos que perseguiam minha colega. Que ela adorava se deitar com os colegas do serviço, que era uma verdadeira atriz pornô na cama e, pra completar, era casada!! Mas, pra ser sincero, isso era o que menos me importava. Conforme o tempo passava, a relação foi ficando mais próxima, já não nos víamos só no trabalho, mas também nos encontrávamos em parques, bares e cafés da capital. Eu sou uns anos mais novo que ela, e a experiência sexual dela era um assunto comum nas nossas conversas. Eu sempre terminava com uma ereção depois de falar sobre esses temas com ela, e ela parecia adorar esquentar um homem mais novo que ela. Uma manhã, ela me ligou no celular cedo pra avisar que não ia trabalhar naquele dia. Pensei nela o dia inteiro, minha cabeça passava a maior parte do tempo fantasiando como seriam os mamilos dela e quão boa aquela mulher poderia ser nas artes do prazer. Então, não aguentei mais e liguei pra ela com a desculpa de perguntar onde ficavam as receitas restritas (coisa que ela me ensinou no primeiro dia). Depois de alguns toques, ela atendeu com aquele tom amável característico dela: — Que surpresa, a que devo essa ligação, parceiro? — Com um pouco de nervoso, expliquei o que precisava e perguntei se a gente podia se ver no café de sempre na saída do turno. Pra minha infelicidade, ela não pôde naquele dia, mas me convidou pra ir na casa dela no dia seguinte tomar café da manhã. O marido dela trabalhava cedo e só voltava pra casa lá pela noite. Eu, sem hesitar, aceitei sem remorso. No dia seguinte, levei doces pro café da manhã e me aventurei no que desse. Cheguei no apartamento dela e ela abriu a porta ainda de pijama. Não sei qual foi minha expressão ao ver aquele corpo escultural, mas ela me deu um Deu um tapinha no meu ombro pra eu parar de encarar os peitos dela. Entreguei minha humilde contribuição pro café da manhã e me ofereci pra ajudar no que precisasse pra preparar a refeição mais importante do dia. Era impossível tirar os olhos do pijaminha dela, cada movimento que fazia era muito gostoso e deixava ver mais do que devia. Além disso, a cozinha era pequena e a toda hora ela passava na minha frente, esfregando a bunda no meu pau duro. —Eu recomendo que você troque esse pijama antes de tomar café— Ela riu e sussurrou no meu ouvido —vem, me segue— caminhou até a porta do quarto dela e tirou o pijama inteiro, se virou e me chamou com um movimento sexy do dedo.
Parece que vai me trazer café na cama!! Entrei no quarto dela e, pra minha surpresa, a putinha tinha a cama toda bagunçada, como se tivesse transado a noite inteira. —Desculpa a bagunça, mas é que fazia semanas que eu não queria dar pra dentro do Anjo (o marido dela) e hoje de manhã não consegui me livrar dele— Ver a cena do quarto e os lençóis com cheiro de sexo me deu uma sensação idiota de ciúme, além disso o quarto dela tava cheio de fotos deles, então não me senti muito bem. Me deu uma puta crise de remorso. O que eu tô fazendo aqui? —pensei— —É melhor eu ir, Daniela, a gente deixa pra outra hora— Eu ia vazar do apartamento dela quando ela me agarra com força e me joga no sofá. —Não posso deixar você ir embora assim, não posso ser uma anfitriã tão ruim— Na sequência, ela me dá um beijo daqueles que, só de roçar meus lábios, já me dá uma ereção, daqueles beijos que só na adolescência a gente experimenta com tanta naturalidade que são inesquecíveis. Por alguns minutos, a gente se beijou apaixonadamente, os lábios dela eram experts, sabiam como arrepiar cada centímetro da minha pele e acender o fogo que corre nas minhas veias até eu me entregar completamente ao pecado da carne. Ela montada em cima de mim esfregava a calcinha fio-dental dela, que tava encharcada até não poder mais, contra meu pau duro. Ela tirou toda a roupa, soltando as rédeas das fantasias dela... Pegou uma almofada do sofá e colocou no chão pra proteger os joelhos, prendeu o cabelo num rabo de cavalo e, na sequência, tirou minha calça e minha cueca, deixando no ar meu pedaço de carne tortuoso, duro, babado e pulsante. Os comentários que tinham chegado aos meus ouvidos dias antes sobre como minha linda e angelical colega desempenhava a arte de fazer um bom boquete eram poucos. Ela era uma deusa, nunca recebi, nem recebo, nem vou receber um boquete igual ao da Daniela. Ela não usava as mãos, só a boca, desde a minha glande suculenta descendo pelo tronco do meu pau até enfiar Meus peitos inteiros na boca dela. Até lambida de cu ela me deu. Era uma maravilha, eu sentia meu corpo inteiro tremer ao ver aquela cena, enquanto ela só me olhava nos olhos. Ela adorava ver minha cara de tesão. Na única vez que tirou minha pica da boca, a putinha, foi pra lembrar do marido. —Esse é o sofá favorito do Anjo, ele senta aqui e vê TV por horas— —Se o corno soubesse o que eu tô fazendo nessa porra de sofá—
Não preciso de muito mais tempo pra receber meu aviso de que não aguentaria mais e ia gozar. Aviso pra qual a safada fez ouvidos moucos. Quando sentiu meu pau se expandindo dentro da garganta dela, enfiou o dedo no meu cu e quando sentiu a explosão de fluidos, enfiou meu pau inteiro dentro da boca dela. Na sequência, meu leite saiu jorrando com tanta força que escorreu pela boca e nariz dela, deixando tudo cheio de porra.
Eu tava num transe... Quando de repente o som de um celular fez minha amante pular do chão com tanto nervosismo que me assustou pra caralho —é o celular do Anjo— Esse filho da puta deve estar do lado de fora do apartamento. Continua...
1 comentários - Daniela (História Real) 1ª parte