A peruanidade da Bonner...

No sábado à noite, volto pra casa do Marlon. De novo tão lá o Jerson e a Mayra. A gente come umas pizzas com muita cerveja, enquanto bate papo como uns velhos e queridos amigos.
Em algum momento, ela e eu vamos ao banheiro, e lá ela me conta que a noite anterior não foi a primeira vez que fizeram troca de casais com o Marlon — o que eu já tinha sacado, pelo jeito que os dois se olhavam e se sentiam. Ela até me confessa que o Marlon é um participante assíduo dos ménages que eles fazem.
—Quando meu marido me deixa chamar mais alguém pra nossa cama, já penso no Marlon na hora. Ele não tem só uma piroca maravilhosa, também sabe usar ela direitinho — ela me fala enquanto tira a calcinha e senta no vaso pra fazer xixi.
—Seu marido também não fica atrás — falo pra ela, considerando o tamanho que ele ostenta.
— Você gostaria de ter ele? — ela me pergunta então.
— Já tive e ainda tô sentindo — lembro a ele com um sorriso.
Ela se limpa, levanta a calcinha, dá descarga e, enquanto se aproxima pra lavar as mãos, sussurra pra mim:
- Sim, mas você gostaria de ficar sozinha com ele?
—Tá me entregando pro teu marido? — me espanto.
Mesmo já tendo terminado de se lavar, deixa a torneira aberta pra ninguém nos ouvir.
—Não quero que você fique com ciúmes, mas a verdade é que tô afim de ficar com o Marlon, eu e ele, só nós dois, e isso só rola se o Jerson estiver com outra pessoa — ela me explica.
Depois de ter saboreado e sentido o Marlon de todas as maneiras imagináveis, a perspectiva de fazer o mesmo com o Jerson me parecia extremamente tentadora. É verdade que já tinha estado com ele, mas sempre com o Marlon ou a Mayra junto com a gente. Dessa vez era sobre ficar sozinhos, nós dois, como um casal, sem o olhar de ninguém em cima da gente.
—Se você topa, eu não tenho problema, a única coisa que você precisa fazer é chegar e me pedir emprestado. Ao aceitar isso, já me autoriza a ficar com o Marlon — ela me diz, algo com que eu não poderia concordar mais.
Voltamos pros nossos homens, deixando passar um tempo até eu sussurrar pro Marlon que tô afim de ficar com o amigo dele.
— Te incomoda? — pergunto.
—De jeito nenhum, pode ir em frente— ela me responde, me liberando pra realizar meu desejo... e o da Mayra.
Dou um beijo nela, me levanto e vou andando de um jeito sensual até onde nossos amigos estão, que também estão se beijando, os dois ansiosos pra começar uma noite igual à da noite anterior, que no fim das contas é o que todo mundo quer.
— Me empresta? — pergunto pra Mayra, estendendo a mão pro Jerson.
Só quando ela diz que sim, ele beija a esposa, pega na minha mão e, levantando-se, se deixa guiar até o quarto. Enquanto fecho a porta, vejo Marlon indo ao encontro da Mayra, decididos a curtir tanto quanto a gente.
Já a sós com o gigantão do Jerson, nos abraçamos e beijamos, nos esfregando um no outro, deixando o calor da safadeza se espalhar por cada fibra do nosso ser.
Me perco entre os braços dele, sentindo ele ainda maior, mais forte, o epítome da virilidade por excelência.
Ajudo ele a tirar a camiseta e deslizo minhas mãos pelo corpo dele, percorrendo os músculos do peito e do abdômen, beijando os mamilos dele, pra depois descer com a língua, deixando um rastro de saliva enquanto vou me embriagando com o gosto salgado do suor dele.
Fico de cócoras, de frente pra aquele volume que estica as costuras da calça dele, como se lá dentro fervilhasse a energia escura prestes a desencadear o Big Bang.
Acaricio ele por cima do tecido, curtindo a tensão e a dureza que forma aquela curva desejada que parece chegar até a metade da coxa.
Eu desço o zíper e, enfiando a mão por dentro da calcinha, aperto ela, me deixando envolver por aquela voltagem altíssima com a qual eu tanto gostaria de me eletrocutar.
Ele mesmo me dá uma mãozinha e, desafivelando o cinto, abaixa a calça jeans e a cueca até os tornozelos, fazendo a pica surgir imponente e brilhante, escura como a noite, mas lustrosa pelas lágrimas de prazer que a embaçam.
Pego ela e movo com firmeza, sentindo ela pulsar, vibrar, inchar e se contrair a cada aperto da minha mão.
Tiro a língua e deslizo pela pele lisa da glande, saboreando sua essência, a semente da vida com a qual umedeço meus lábios, lubrificando-os para absorver aquele volume duro que se ergue na minha frente em toda sua imensidão descomunal.
Vou comendo ela aos poucos, primeiro um pedaço, depois outro maior, enchendo minha boca de escuridão, produzindo um monte de baba pra escorrer suave pela minha garganta.
O cara coloca as mãos na cintura e, me encarando da posição altiva e dominante dele, me entrega a terceira perna pra eu usar toda minha habilidade oral nela.
Pronta pra deixar o nome das boqueteiras argentinas lá em cima, tento engolir o máximo que consigo, me afogando em carne peruana, até quase não conseguir respirar, os olhos cheios de lágrimas, as bochechas inchadas, sentindo aquela tensão feroz esticando os cantos da boca quase até rasgar.
Parece até maior do que na noite anterior, como se, estando só nós dois, sem mais ninguém no meio, e ainda mais, sem a esposa dele participando, ele se sentisse mais solto, mais livre pra ser ele mesmo, com tudo o que isso implica.
Pra recuperar o fôlego, tiro ela da boca e cuspo nela de ponta a ponta, lambuzando ela de saliva, beijando aqui e ali, chupando até os ovos, que sinto cheios e dormentes, carregados daquele néctar com o qual eu tinha algo especial em mente.
Eu me levanto e, tirando a pouca roupa que ainda tenho, desfilo nua diante do olhar depravado dele. Ele também se despe, coloca uma camisinha e vem em minha direção, vigoroso e sedutor, os olhos fixos nos meus peitos que sobem e descem por causa da excitação.
Ele me beija, mordendo, brincando com meu lábio inferior, depois me pega pela cintura e, como se eu não pesasse nada, me levanta no ar (upalalá!) e, me abaixando de repente, me enfia naquela pica magnífica dele, que naquele momento mais parece uma lança pronta para me rasgar toda.
O prazer é imediato, gozo a jatos só de sentir essa negrura excelsa me preenchendo, e assim, de pé, ele começa a me furar, os pés bem firmes no chão, as mãos nas minhas nádegas, me balançando em volta dessa imensidão suprema que a cada vez parece entrar mais e mais fundo em mim.
Me desfaço em gritos e gemidos, me contorcendo entre os braços dele, jogando a cabeça pra trás e arqueando as costas pra enfiar pra dentro de mim toda aquela carne besuntada de prazer e sensualidade.
Assim, bem empalada, ele me leva até a cama, e me jogando de costas, coloca minhas pernas nos ombros dele e arrebenta com tudo, brutal, incontrolável, impiedoso, estourando meus ovários a cada estocada, me sacudindo daquele jeito que é tão gostoso pra mim, apesar da violência que toma conta de cada movimento dele.
Desculpa, grandona, como se tivesse crescido ainda mais, preenchendo cada cantinho com essa escuridão que aos poucos vai tomando conta não só do meu corpo, mas também da minha alma.
Me agarro no corpo dele com braços e pernas, me fundindo com ele, indo junto com ele, sentindo ele revirar tudo por dentro a cada estocada.
—Isso, negão, vai, me fode..., me parte no meio...! — exijo entre espasmos violentos de prazer, chupando e mordendo o pescoço dele, deixando as marcas da minha paixão impressas.
Grito e me estremeço sob o peso do corpo dele, completamente entregue aos seus desígnios, me abrindo toda pra ele, pra que ele me coma bem comido, pra que ele me arrebente e me submeta ao poder absoluto da sua virilidade.
Quase sem pausa, ele tira ela de dentro e, me virando de lado, mete ela por trás, escorrendo entre minhas pernas, me enchendo de buceta até o último cantinho.
Isso é o que eu gosto, o que me excita, que me comam como se não houvesse amanhã, que me arrebentem, que me rasguem toda de pica, e é isso que o Jerson faz, me bombeia sem parar, com um vigor descomunal. Até dava a sensação de que ele poderia derrubar paredes, usando só o pau dele como martelo.
Ela mete e tira em toda sua extensão privilegiada, como está longa e inchada, transbordando, cheia, gostosa, esplendorosa, me enchendo de sensações extremas e alucinantes.
Assim, entre enfiada e puxada, ele me vira de bruços e sobe em cima de mim, me esmagando com seu corpo fibroso, se enfiando tão fundo em mim que sinto ele pulsar nas minhas entranhas, duro, quente, bulboso.
Sem escalas, ele tira a pica da minha buceta e enfia no meu cu. E mesmo já tendo metido por ali na noite anterior, quando me ensanduichou com o Marlon, agora parece impossível que uma bestialidade dessas caiba naquele buraco. Mas a natureza é tão sábia que, com o estímulo certo e a lubrificação adequada, ele consegue enfiar mais da metade daquele volume exorbitante, e então o que parecia impossível vira realidade.
Os gemidos e ofegos dela já anunciam o momento culminante, aquele que espero com um interesse especial.
Eu já tinha gozado várias vezes, então esperava ele estar pronto pra sair de dentro de mim, me ajoelhar, levantar meus peitos com as mãos e pedir o que eu tanto queria:
Goza dentro de mim, enche minha buceta de leite!
Não sei se pedem isso pra ela direto, mas não se surpreendeu nadinha quando falei. Então, sem fazer drama, arranca a camisinha de uma vez, pega no pau com uma mão, bate uma forte e, entre gemidos guturais, joga em cima de mim uns jatos de porra violentos e bem carregados. A essência masculina mais pura.
Fico com o esperma dele escorrendo grosso e quente em mim, aproveitando não só o meu prazer, mas o dele também, porque adoro quando meu parceiro curte tanto ou mais do que eu. Assim, à satisfação do sexo se soma a do dever cumprido e a de saber que aquele homem tão forte e poderoso ficou por um bom tempo sob o domínio absoluto da minha feminilidade.
Me limpo com o lençol e caio exausta na cama, ainda ofegante, tentando recuperar o fôlego. Jerson está deitado do meu lado, nós dois exaustos e suados, como se tivéssemos acabado de correr uma maratona. Ninguém diz nada, só suspiramos, voltando aos poucos à realidade, pelo menos até a porta se abrir e entrarem Mayra e Marlon, também pelados, e se jogarem em cima da gente.
Ninguém menciona o que aconteceu enquanto ficamos a sós, só nos beijamos e nos acariciamos, cada um com seu respectivo parceiro.
—Vou pegar umas brejas —anuncia Mayra, trazendo na sequência umas "Corona" bem geladas, com as quais brindamos por uma noite que ainda não acabou, segundo as palavras do Marlon.
Largamos as garrafas e voltamos pros amassos, só que dessa vez é a Mayra que se joga em cima de mim, me beijando com uma paixão descontrolada.
Da minha boca desce até meus peitos, mordendo meus bicos, chupando e torcendo eles com o maior dos prazeres.
Sinto minha pele se acender de novo, mesmo sendo outra mulher quem provoca essa reação.
Dos meus peitos desce pela linha da barriga, me lambendo, me beijando, provocando uns arrepios que me fazem duvidar da minha preferência sexual. Esconde a cabeça entre minhas pernas e chupa minha buceta com uma perícia tal que compete de igual pra igual com a demonstrada pelas conterrâneas dela na noite anterior.
É óbvio que uma mulher sabe melhor onde gosta de ser tocada, e bem ali ela aplicava toda a língua, os lábios e até os dentes, arrepiando até o último dos meus pelos.
Fecho os olhos e me concentro em aproveitar a chupada, sem me importar de quem vem, me entregando por completo pra essa boca que me devora com uma avidez irresistível.
Pela habilidade que ela mostra, fica claro que não é a primeira buceta que ela come. Pra mim também não é a primeira vez que uma mulher me chupa, e eu tava justamente pensando nisso, em que prefiro mil vezes chupar um pau do que uma buceta, quando ao abrir os olhos me deparo com os de Jerson e Marlon me flanqueando, um de cada lado, duros, eretos, os dois transbordando testosterona e virilidade.
É impressionante como o Jerson se recuperou tão rápido, considerando a descarga enorme que ele deu pra pintar minhas bucetas. Mas lá estava ele, no auge do esplendor, transbordando vigor por cada veia. O Marlon não ficava atrás, claro, já que também exibia um bom tamanho, cheio e pulsando.
Enquanto a Mayra continua me chupando, eu me dedico a chupar os dois, indo de um pro outro com o mesmo entusiasmo, enchendo a boca de carne e fluidos pré-goza.
Nesse momento só se ouvem nossos gemidos e o som molhado da sucção, a boca da Mayra e a minha, cada uma saboreando seu próprio manjar.
Mayra sai de entre minhas pernas, se lambendo gostoso, e se jogando de costas, ela também se abre de par em par, me convidando pra sua buceta.
Deixo as pirocas dos meus amigos de lado por um momento e agora sou eu quem se enfia entre as pernas da Mayra, pronta pra retribuir a atenção.
Fazia um tempão que eu não chupava uma buceta, mas assim que apoiei a palma da minha língua, o sabor dela me preencheu por completo.
Aí deitada de quatro como eu tô, com toda minha boca focada num único objetivo, entrego todo o resto pra aqueles garanhões peruanos imponentes.
Pelo tamanho, Jerson é o primeiro a me comer enquanto eu fodo a esposa dele com a língua e os dedos, formando entre nós três um trenzinho de pura excitação.
Marlon, por sua vez, fica na expectativa, mas quando chega a vez dele, me faz gozar que nem uma condenada com esses jeitos tão dele. E de novo Jerson, e depois outra vez Marlon, e assim eles se alternam uma vez atrás da outra, me comendo, me macetando, me arrombando de pica enquanto eu continuo saboreando a virilha da Mayra.
O prazer transborda por cada poro, por cada célula, o quarto treme com nossos gemidos, com as respirações ofegantes, com os suspiros que adoçam cada um dos nossos movimentos.
Então, me segurando bem enfiada, o Marlon me agarra firme pela cintura e, com um puxão, me separa da Mayra, me deixando de língua de fora, mas, molhadinha do jeito que tá, essa buceta não ia ficar sem atenção por muito tempo. O próprio marido dela se joga por cima e mete de uma vez até o talo. Já senti ele dentro de mim várias vezes, dos dois lados, mas é impressionante ver como uma coisa tão grande e dura pode sumir dentro de algo tão delicado e sensível.
Adoro ver vocês dois transando, mas não consigo continuar olhando porque as próprias investidas do Marlon já enchem meus olhos de lágrimas, e mesmo tentando prolongar o desfecho o máximo que posso, pra acompanhar vocês, acabo no meio de uma convulsão violenta e barulhenta.
Quase na hora, eles também gozam, unindo nós quatro numa sinfonia gostosa de gemidos e ofegos.
Muito...
Termino exausta, desfalecendo, com a buceta aberta e vermelha, o cu feito um O maiúsculo, rachado de tanto transar.
A manhã de domingo nos recebe mais calmos e relaxados. Tomamos café da manhã e, depois da despedida de praxe, Jerson e Mayra vão pra casa deles e eu pra minha. Marlon me acompanha até a rua pra pegar o reme que pedi, já que não queria pegar um táxi, não fosse dar o azar de cair um dos meus associados e me ver saindo de uma casa que claramente não é a minha, num domingo de manhã, naquele estado de acabada, e me despedindo aos beijos de um cara que, obviamente, também não é meu marido.
Chego em casa por sorte com o Ro dormindo, então pago a babá, tomo um banho e me jogo na cama pra recarregar as energias.
Meu marido chega de Mendoza à tarde, então tenho tempo pra tirar o cheiro de sexo e disfarçar as olheiras que ficaram depois de conhecer o melhor do Peru: os homens dele.












 




























 

15 comentários - A peruanidade da Bonner...

oscura como la noche, pero brillante por las lágrimas de placer que la empañan. Genial.
Y ya que hicisteis cositas entre vosotras, ¿no se animaron ellos a hacer lo mismo? Porque si están acostumbrados a hacer tríos no sería raro jajajja
Buen relato van diez puntos
Hermoso relato . Una noche inolvidable , gracias por compartir an pts
Que suerte la de mi paisano .... Marita ven pot Perú
Que buen relato por favor! Van puntos y felicitaciones
Muy bueno el relato....espero alguna vez ser beneficiado por tanta acción...
Ufff como me gustaria algun dia poder enfiestarnos! vivimos por capital los dos asi que mucho quilombo no hay!
Excelente relato!! Por lo que contas se ve que te dejaron bien satisfecha y lo disfrutaste a mas no poderg
Veo que la hermandad Argento-Peruana va viento en popa...muy bien!!
Excelente relato como siempre querida Mary...FELICITACIONES!!
Besos
LEON


A peruanidade da Bonner...
Que noche!!!!! All inclusive, me gusto ..."dejándome envolver por ese altísimo voltaje con el que tanto me gustaría electrocutarme."... muy acorde a esta epoca calurosa de corte de luz en Caba, jejeje Beso grande diosa!!
Yo creo que el día que te separes, deberías escribir un libro. Te sigo desde 2012,saludos.
bueno, ya paso un mes. habria que hacer un nuevo post, no? jaja
+10 excelente saber que unos compatriotas estuvieron contigo. Eres la mejor!