Essa história é fresquinha, fresquinha, de anteontem, bah, quente pra caralho, kkk.
Depois de escrever a "fundo com a manutenção de prédios e esposas", recebi alguns comentários e dois contatos concretos.
Nos meus 10 anos de bull, o que eu sei é que o cuck de verdade, na hora, te passa o telefone e as fotos da esposa. Quem fica enrolando, na maioria das vezes, é um punheteiro que tá sozinho ou não tem coragem de curtir os chifres de verdade e se contenta com o virtual.
Mas, enfim, o bagulho é que recebo uma mensagem:
"Nosso e-mail é xxxxxxxx@hotmail."
Respondo com o meu e passo meu WhatsApp pra deixar o contato mais rápido.
No dia seguinte, ele me manda um WhatsApp:
"Fala, Nico, sou o Leo e a Mari. Posso te ligar?"
Muito correto e respeitoso, começamos bem, pensei.
Ele me liga e me conta que tava mandando os pedreiros embora porque eram uns vagabundos: chegavam às 11, paravam pra comer meio-dia até 13h, e às 16h já iam embora porque moravam longe. Resumindo, ele tava com medo de que a reforma da casa demorasse mais que os egípcios pra construir as pirâmides.
Não sabia bem por que tinha me chamado, mas os pedreiros já tinham enchido o saco dele e, se ainda por cima eu desse uma roçada na mulher dele, melhor ainda.
Eles já tinham vários anos no meio, então tava tudo mais que claro.
Combinamos pro dia seguinte, quarta-feira, às 15h.
Chego pontual, apesar do calor dessa semana. Entro na casa desabitada, com a cara típica de uma obra pela metade. Olhamos tudo, ele gostou de mim e se convenceu de que eu era arquiteto, porque muito do que eu falei já tinha sido dito pelo outro arquiteto e pelo eletricista.
Chegamos no último andar e, quando subimos no terraço, lá estava a Maria num cantinho, numa espreguiçadeira pequenininha, limpando um rejunte no chão.
Cumprimento de longe e sigo conversando e revisando o resto da casa. Num momento, ela se levanta e aparece uma fio dental minúscula, e eu pude ver por completo uma milf deliciosa, fina, elegante, muito segura de si, que não tinha problema nenhum em meter a mão na obra.
Num momento da conversa, tinha que definir... Uma reforma pra um quarto e a gente chama aquilo de...
Pra contar minha ideia, diferente da que o Arq. anterior tinha dado e
diferente também do que a filha queria pra aquele quarto, e a
gente se encontra os três batendo papo, já debaixo do telhado, porque a varanda tava um inferno.
Eu acho que ele deve conhecer ela muito bem ou ela fez algum gesto que eu perdi,
mas do nada ele fala: "Bom, Mary, chupa a pica do Nico que ele veio até aqui
e tá nos dando uma mão". Ela responde: "Assim, do nada você me entrega?
Nem conheço ele direito", enquanto se aproximava pra me beijar de boca aberta.
Do jeito que a gente tava, a gente se beijou, se apalpou, enfiei um dedo naquela buceta já molhadinha
e em dois minutos ela já tava de joelhos chupando minha pica,
na câmera do Leo, que filmava tudo, enquanto se masturbava gostoso.
Pouco depois eu gozei na boca e na cara dela, ainda tenho na memória o olhar quando ela pedia
a porra com os olhos.
Antes de ir pra lá, eu tinha perguntado pro Leo se ele pensava em fazer algo na obra
e ele disse: "Não falei nada pra Mary, se tudo der certo a gente arranja algo mais tranquilo depois".
Então eu não tinha camisinha e, pra ser sincero, fiquei com muita vontade de foder ela..
A gente se lavou, desceu pra prosear mais um pouco e se despediu com um beijo na boca
e uma apalpada na bunda.
Pouco depois ela me mandou uma mensagem: "Nico, prazer te conhecer, muito respeitoso e na sua.
Você deve uma foda pra Mary e não me mata com o orçamento."
Respondi que me senti muito à vontade, que eles são muito legais e que não vou matar ele com o orçamento,
mas que vou arrebentar a bunda da Mary!!
Joinha no zap e vamos ver o que rola semana que vem.
PS: Leo, espero as fotos pra eu postar!!
Depois de escrever a "fundo com a manutenção de prédios e esposas", recebi alguns comentários e dois contatos concretos.
Nos meus 10 anos de bull, o que eu sei é que o cuck de verdade, na hora, te passa o telefone e as fotos da esposa. Quem fica enrolando, na maioria das vezes, é um punheteiro que tá sozinho ou não tem coragem de curtir os chifres de verdade e se contenta com o virtual.
Mas, enfim, o bagulho é que recebo uma mensagem:
"Nosso e-mail é xxxxxxxx@hotmail."
Respondo com o meu e passo meu WhatsApp pra deixar o contato mais rápido.
No dia seguinte, ele me manda um WhatsApp:
"Fala, Nico, sou o Leo e a Mari. Posso te ligar?"
Muito correto e respeitoso, começamos bem, pensei.
Ele me liga e me conta que tava mandando os pedreiros embora porque eram uns vagabundos: chegavam às 11, paravam pra comer meio-dia até 13h, e às 16h já iam embora porque moravam longe. Resumindo, ele tava com medo de que a reforma da casa demorasse mais que os egípcios pra construir as pirâmides.
Não sabia bem por que tinha me chamado, mas os pedreiros já tinham enchido o saco dele e, se ainda por cima eu desse uma roçada na mulher dele, melhor ainda.
Eles já tinham vários anos no meio, então tava tudo mais que claro.
Combinamos pro dia seguinte, quarta-feira, às 15h.
Chego pontual, apesar do calor dessa semana. Entro na casa desabitada, com a cara típica de uma obra pela metade. Olhamos tudo, ele gostou de mim e se convenceu de que eu era arquiteto, porque muito do que eu falei já tinha sido dito pelo outro arquiteto e pelo eletricista.
Chegamos no último andar e, quando subimos no terraço, lá estava a Maria num cantinho, numa espreguiçadeira pequenininha, limpando um rejunte no chão.
Cumprimento de longe e sigo conversando e revisando o resto da casa. Num momento, ela se levanta e aparece uma fio dental minúscula, e eu pude ver por completo uma milf deliciosa, fina, elegante, muito segura de si, que não tinha problema nenhum em meter a mão na obra.
Num momento da conversa, tinha que definir... Uma reforma pra um quarto e a gente chama aquilo de...
Pra contar minha ideia, diferente da que o Arq. anterior tinha dado e
diferente também do que a filha queria pra aquele quarto, e a
gente se encontra os três batendo papo, já debaixo do telhado, porque a varanda tava um inferno.
Eu acho que ele deve conhecer ela muito bem ou ela fez algum gesto que eu perdi,
mas do nada ele fala: "Bom, Mary, chupa a pica do Nico que ele veio até aqui
e tá nos dando uma mão". Ela responde: "Assim, do nada você me entrega?
Nem conheço ele direito", enquanto se aproximava pra me beijar de boca aberta.
Do jeito que a gente tava, a gente se beijou, se apalpou, enfiei um dedo naquela buceta já molhadinha
e em dois minutos ela já tava de joelhos chupando minha pica,
na câmera do Leo, que filmava tudo, enquanto se masturbava gostoso.
Pouco depois eu gozei na boca e na cara dela, ainda tenho na memória o olhar quando ela pedia
a porra com os olhos.
Antes de ir pra lá, eu tinha perguntado pro Leo se ele pensava em fazer algo na obra
e ele disse: "Não falei nada pra Mary, se tudo der certo a gente arranja algo mais tranquilo depois".
Então eu não tinha camisinha e, pra ser sincero, fiquei com muita vontade de foder ela..
A gente se lavou, desceu pra prosear mais um pouco e se despediu com um beijo na boca
e uma apalpada na bunda.
Pouco depois ela me mandou uma mensagem: "Nico, prazer te conhecer, muito respeitoso e na sua.
Você deve uma foda pra Mary e não me mata com o orçamento."
Respondi que me senti muito à vontade, que eles são muito legais e que não vou matar ele com o orçamento,
mas que vou arrebentar a bunda da Mary!!
Joinha no zap e vamos ver o que rola semana que vem.
PS: Leo, espero as fotos pra eu postar!!
2 comentários - 2018 começou com muito trampo, sorte!!