Num dia de campo, tava eu com vários parentes do meu namorado. Tinha um guri novo que me deu mó tesão, decidi ficar com ele com a ajuda do meu namorado.
Os membros mais novos da família do César organizaram um dia de campo, ele me avisou, seria sábado bem cedo, a gente se encontraria num ponto no meio do caminho. Naquele dia acordei cedinho, tomei banho e vesti o tipo de roupa que eu gosto, aquela que realça minha silhueta, que faz notar que sou uma puta gostosa no cio atrás de uma boa piroca pra me foder. Coloquei uma calcinha, um sutiã bem confortável, uma blusa azul, uma calça jeans super apertada, que marcava muito minha bunda, calcei umas botinhas de salto brancas e uma jaqueta azul.
Me olhei no espelho, adorei como minha bunda aparecia, e quando tirasse a jaqueta, meus peitos também iam chamar atenção.
César passou pra me pegar, quando saí, os olhos dele foram direto pro meu rabo.
B – Cê gostou de como minha bunda tá aparecendo?
C – Tá uma delícia, sim.
Ele apalpou um pouco e fomos embora, chegamos no lugar onde veríamos a família dele, a maioria já tava lá, outros iam chegando, os primos dele, uns sobrinhos, os namorados das primas, tudo me olhando a bunda, eu tentava ficar de um jeito que meu rabo aparecesse mais. Adorava ser o centro das atenções daqueles homens tarados.
Chegamos no local do dia de campo, arrumamos tudo. Depois demos uma volta pelo lugar, era uma área de mata, muito bonita, tinha um grupo de gente que alugava cavalos, falamos pra eles nos procurarem de tarde. Aqueles homens que levavam os cavalos só olhavam pra mim, não paravam de admirar meu corpo. Ainda era cedo e eu já tava muito excitada com os olhares safados de todo mundo.
No café da manhã, fomos numa barraquinha onde uma senhora fazia quesadilhas, depois disso caminhamos mais um pouco, curtindo o frescor da manhã. Enquanto andávamos, reparei num primo do César, chama Andrés, conheci ele só naquele dia, era Muito novinha, tipo uns 15 anos, loirinho de óculos, magrinho, bem fininho, mas era muito engraçado, fazia todo mundo rir. Quanto mais eu olhava pra ele, mais percebia que queria ele na cama. Lá pelo meio-dia, os homens jogaram futebol, a gente gritava e fazia torcida. Jogaram umas hora, depois pararam o jogo, ficaram tomando água e refrigerante. Um deles falou pra descansarem e jogarem futebol americano. Outro dos primos do César disse que era pra tocar pra poderem jogar as mulheres. Uma prima do César falou que não, que elas queriam jogar com tackle. Todas nós dissemos que sim.
Formaram os times, o jogo começou. A primeira mulher a ser tacleada foi agarrada por dois caras, eles deitaram ela no chão com muito cuidado, mas elas gritavam como se fosse com toda a força. Eles eram super cuidadosos com as mulheres, pegavam e carregavam pra colocar no chão. Quando chegou minha vez, um dos que me tacleou, discretamente, passou a mão na minha bunda. O jogo durou mais de uma hora assim, já vários tinham acariciado meu rabo: primos do César, os namorados das primas dele. Mas só um dos primos dele se animou a me tocar de verdade, tentou enfiar os dedos no meu cu com calça e tudo. No fim do jogo, eu já não aguentava mais o tesão. Falei pro César irmos dar uma volta, levei ele pra um lugar onde ninguém pudesse nos ver. Sem perder tempo, me ajoelhei, desabotoei a calça dele, puxei o pau dele e comecei a chupar. Minha língua percorria ele inteiro, ele gemia. Tirei a boca e falei:
B – Quero comer seu primo Andrés.
C – Sim, Brenda, o que você quiser.
B – Daqui a pouco a gente fala com ele, se ele aceitar, a gente transa durante a semana.
Continuei chupando o pau dele, os gemidos dele ficaram mais fortes. Me concentrei em chupar a cabeça dele, minha língua dava primeiro carícias, depois batidas. Ele não aguentou e encheu minha boca de porra. Cuspi.
C – Por que não engoliu?
B – Não sou sua puta.
C – Mas se já engoliu a de outros.
B – Porque não são meus namorados. Por acaso você acha que sou uma puta ou o quê?
C – Não, meu amor, me perdoa. Ajeitou a calça, eu limpei a boca. Voltamos pros outros. Pelo visto, vários casais já tinham se afastado pra ter um momento a sós. Depois de meia hora, começaram a acender o carvão, comemos. Descansamos um pouco e eu falei que queria andar a cavalo. Um primo do meu namorado disse que perto dali alugavam motos, todo mundo preferiu ir de moto, menos um casal que ficou pra cuidar de tudo. Eu pedi pro César andar a cavalo, fomos procurar os homens, encontramos eles. Dois nos acompanharam, um devia ter uns 40 anos, o outro uns 30. Os cavalos estavam muito velhos, pareciam meio doentes, comentei isso com o César e a gente conversou sobre isso com os donos enquanto dava um passeio. Em algum momento, me senti mal de montar num cavalo que não tava bem, falei pro César, já tínhamos nos afastado muito, já não dava pra ver a área onde estávamos, não dava pra ver ninguém, e falei pro César que tinha tido uma ideia melhor.
B – Ei, senhores, que tal pararmos um pouco?
A gente parou, desceu dos cavalos, eu fiquei na frente deles de costas, me abaixei e acariciei minha bunda.
B – Gostaram da minha buceta?
Os dois responderam que sim, olharam pro meu namorado, que falou pra eles irem em frente. Os dois homens começaram a agarrar minhas nádegas, eu desci as mãos e acariciei os paus deles. Tiraram minha blusa e meu sutiã, disseram que desde que me viram eu já tinha dado vontade, cada um chupou um dos meus peitos, eu gemia, o César via como aqueles homens de aparência bem descuidada chupavam minhas tetas.
Pedi pra eles tirarem os paus pra fora, baixaram as calças e mostraram. Os dois eram bem grandes, primeiro peguei um, passei a língua, depois peguei o outro e fiz a mesma coisa, os dois cheiravam um pouco mal, mas não tava nem aí, tava muito tesuda e precisava que me comessem bem forte.
Enfiei um deles na boca, chupei bem rápido, aquele cara gemia, o outro falava pra ele aguentar que tinha que comer a puta. Tirei ele e chupei o outro também. Fiz muito rápido, já não aguentava mais, precisava dos paus dentro de mim. Tirei tudo da cintura pra baixo, um me carregou e meteu na minha pussy, o outro lambeu meu cu, primeiro enfiou um dedo, depois dois e chegou a três, aí meteu o pau dele, doeu um pouco porque era muito grande.
B – É isso, me dá esse pau, que gostoso.
Começaram a se mexer, eu pulava, meu corpo tava no ar, e eu era empalada por dois paus enormes de homens do campo que sabiam como foder uma puta como eu. César olhava, começava a ficar excitado. Eles continuavam se movendo, eu não parava de gemer e sentir prazer. Sentia eles entrando bem fundo, sentia eles me enchendo. Não aguentei mais e gozei, o que me fez gritar.
B – Tô gozando, sou uma puta, quero pau, as vadias sempre precisam de pau.
O que tava na minha buceta encheu ela de porra, o do meu cu fez o mesmo pouco depois. Eles me baixaram, vi a cara de excitação enorme do César. Eu me ajoelhei e limpei o pau deles. César tirou o dele e começou a se masturbar.
B – Qual é, cuck? Não te dei permissão pra fazer isso.
Ele guardou o pau, eles riram, falaram que eu era mulher demais pra alguém como ele, eu disse que sim, que por isso eu podia foder quem quisesse. Eles me dobraram e me deram palmadas até cansar. Voltamos pros outros. A gente já ia arrumar tudo pra ir embora quando eu falei pro César a gente conversar com o primo dele.
Levamos eles uns 50 metros pra longe do grupo.
C – Andrés, quero te falar uma coisa.
B – Qual é, César, sê homem. Olha, Andrés, o que a gente quer é que você me coma, quero fazer amor com você.
A – Sério, César?
C – Sim, Andrés.
A – Que legal, minha primeira vez vai ser com uma mulher gostosa pra caralho.
B – Que delícia ser a primeira, tá bom pra terça-feira?
A – Sim, perfeito.
B – O César vai passar pra te pegar, vai te levar pro hotel onde a gente vai fazer.
No dia seguinte, acordei dolorida por causa da cavalgada e de todas as palmadas que levei. Liguei pro César e mandei ele escolher um hotel, que o Na terça, eu tinha que arrumar tudo pro primo dele e pra mim, ia tentar criar um clima bom pra primeira vez do Andrés.
Na terça, ele me avisou onde seria. De tarde, cheguei no hotel. O César tinha colocado várias velas e um monte de flores, parecia meio estranho, mas no fim ficou bonito. Me troquei, coloquei uma tanga fio dental preta, um top preto sem nada por baixo, uma calça de couro que ficava apertada demais e uns saltos abertos. Minha bunda tava muito tasty. Me olhei no espelho, passei uma maquiagem, prendi o cabelo todo pra trás e fiz um rabo de cavalo bem pequenininho, tava super slutty.
O tempo passou, chegaram o César e o Andrés. O Andrés falou que eu tava linda, gostosa pra caralho, que era um sonho realizado. O César acendeu as velas, eu sentei o Andrés numa cadeira, me sentei no colo dele, ele ficou acariciando minha bunda e minhas pernas, começamos a nos beijar até o Andrés gozar.
C – Posso ficar olhando?
B – O que meu macho mandar.
A – Não, melhor não, me dá muita vergonha, melhor na próxima, Andrés.
B – Já ouviu, corno manso, esse meu macho vai me comer.
O César saiu do quarto, a gente continuou se beijando. Me levantei e sentei nele de novo, dessa vez coloquei cada perna de um lado dele.
B – Eu gosto muito de você.
A – E eu de você.
Continuei beijando ele, nossas línguas brincavam, aquele beijo foi muito longo, ficamos assim uns 20 minutos. Eu curtia muito a paixão com que o Andrés me beijava. Enquanto me beijava, ele agarrava minhas nádegas.
A gente se levantou, ele se agachou e beijou minha bunda, tava louco pelo meu rabo. Deixei ele beijar por um tempo, levantei ele e levei pra cama, mandei ele deitar. Liguei a TV, coloquei um canal de música. Pedi pra ele tirar toda a roupa. Começou uma música bem animada, eu comecei a dançar, mexia muito a bunda, o pau dele endureceu na hora. Eu sorri pra ele e tirei a roupa. Abri as pernas dele, abaixei a cabeça e dei um beijo na cabeça do pau dele, depois dei vários beijos por toda a rola. Ele tava com os Olhos fechados, só curtindo. Peguei ele com a mão direita, levantei um pouco e comecei a passar a língua, bem devagar, queria sentir bem o gosto daquela pica virgem, o sabor era uma delícia. Apontei ela pra cima, puxei o prepúcio e passei a língua na cabeça, ele soltou vários gemidos.
B – Cê tá gostando do que eu tô fazendo, pai?
A – Sim, pra caralho.
Enfiei ele na boca, chupei, minha língua ia pra todo lado, ele gemia, eu tava adorando tudo na minha boca. Ele gozou na minha boca, jorrou um monte de porra. Tinha um gostinho salgado, muito gostoso, bem grosso. Deitei do lado dele.
B – Chupei bem gostoso, pai?
A – Sim, senti delicioso, e que delícia você engolir a porra toda.
B – Adoro comer ela.
Passei as unhas no pau dele e nas bolas, fazia carinho de leve, ele me olhava com olhos de amor. O pau foi subindo de novo. Ele disse que me amava.
B – Cê só tá confuso.
A – É sério, eu te amo.
B – Cê quer uma mulher que dá pra todo mundo ou uma boa mulher que é só sua? Comigo você teria que me dividir com todo mundo, igual o César faz.
A – Cê tá errada, você é uma mulher foda.
Peguei a pica dele e enfiei tudo na minha buceta, deixei ele se acostumar. Fiquei acariciando o peito dele enquanto isso, ele me olhava e sorria, eu sorria de volta. Depois ele começou a se mexer, deixei ele fazer, ele começou a me levantar e me deixar cair na pica dele, ficou nisso um tempo. Quando cansou, eu comecei a sentar com tudo, os dois gemendo.
Pedi pra trocar de posição. Fiquei de quatro e ele meteu na minha buceta, tava me enchendo de um jeito gostoso, a gente se movia pra frente e pra trás, gemendo, gritando, os corpos suando. Ele acariciava minha bunda.
B – Me dá uns tapas na bunda, pai, mostra que cê é meu macho, que eu sou sua puta.
Ele me deu uns tapas na bunda, me comeu com força, me fez sentir todo o prazer de um virgem descobrindo o sexo. Comecei a rebolar em círculos, ele gemeu mais alto, encheu minha pussy de porra quando sentiu a gozada. Tô quente, tive um orgasmo.
B – Você me faz gozar, que delícia de transa, papi, adoro ser tão puta.
A gente parou, chamei o César, falei pra ele vir nos buscar, que íamos tomar banho. Entrei no chuveiro com o Andrés, lavei o corpo dele inteiro, passei um tempão lavando o pau e as bolas dele, ele também lavou meu corpo todo. Quando saímos do banho, o César já estava esperando. A gente tirou as toalhas, antes de nos vestir, peguei a pica do Andrés.
B – Olha que pica gostosa de virgem.
A gente se vestiu e foi embora, deixamos o Andrés na casa dele, depois o César me levou na minha.
Espero que vocês gostem do meu relato, não esqueçam de visitar meus outros posts e deixar o comentário de vocês.
Beijos pra todos 😘
Os membros mais novos da família do César organizaram um dia de campo, ele me avisou, seria sábado bem cedo, a gente se encontraria num ponto no meio do caminho. Naquele dia acordei cedinho, tomei banho e vesti o tipo de roupa que eu gosto, aquela que realça minha silhueta, que faz notar que sou uma puta gostosa no cio atrás de uma boa piroca pra me foder. Coloquei uma calcinha, um sutiã bem confortável, uma blusa azul, uma calça jeans super apertada, que marcava muito minha bunda, calcei umas botinhas de salto brancas e uma jaqueta azul.
Me olhei no espelho, adorei como minha bunda aparecia, e quando tirasse a jaqueta, meus peitos também iam chamar atenção.
César passou pra me pegar, quando saí, os olhos dele foram direto pro meu rabo.
B – Cê gostou de como minha bunda tá aparecendo?
C – Tá uma delícia, sim.
Ele apalpou um pouco e fomos embora, chegamos no lugar onde veríamos a família dele, a maioria já tava lá, outros iam chegando, os primos dele, uns sobrinhos, os namorados das primas, tudo me olhando a bunda, eu tentava ficar de um jeito que meu rabo aparecesse mais. Adorava ser o centro das atenções daqueles homens tarados.
Chegamos no local do dia de campo, arrumamos tudo. Depois demos uma volta pelo lugar, era uma área de mata, muito bonita, tinha um grupo de gente que alugava cavalos, falamos pra eles nos procurarem de tarde. Aqueles homens que levavam os cavalos só olhavam pra mim, não paravam de admirar meu corpo. Ainda era cedo e eu já tava muito excitada com os olhares safados de todo mundo.
No café da manhã, fomos numa barraquinha onde uma senhora fazia quesadilhas, depois disso caminhamos mais um pouco, curtindo o frescor da manhã. Enquanto andávamos, reparei num primo do César, chama Andrés, conheci ele só naquele dia, era Muito novinha, tipo uns 15 anos, loirinho de óculos, magrinho, bem fininho, mas era muito engraçado, fazia todo mundo rir. Quanto mais eu olhava pra ele, mais percebia que queria ele na cama. Lá pelo meio-dia, os homens jogaram futebol, a gente gritava e fazia torcida. Jogaram umas hora, depois pararam o jogo, ficaram tomando água e refrigerante. Um deles falou pra descansarem e jogarem futebol americano. Outro dos primos do César disse que era pra tocar pra poderem jogar as mulheres. Uma prima do César falou que não, que elas queriam jogar com tackle. Todas nós dissemos que sim.
Formaram os times, o jogo começou. A primeira mulher a ser tacleada foi agarrada por dois caras, eles deitaram ela no chão com muito cuidado, mas elas gritavam como se fosse com toda a força. Eles eram super cuidadosos com as mulheres, pegavam e carregavam pra colocar no chão. Quando chegou minha vez, um dos que me tacleou, discretamente, passou a mão na minha bunda. O jogo durou mais de uma hora assim, já vários tinham acariciado meu rabo: primos do César, os namorados das primas dele. Mas só um dos primos dele se animou a me tocar de verdade, tentou enfiar os dedos no meu cu com calça e tudo. No fim do jogo, eu já não aguentava mais o tesão. Falei pro César irmos dar uma volta, levei ele pra um lugar onde ninguém pudesse nos ver. Sem perder tempo, me ajoelhei, desabotoei a calça dele, puxei o pau dele e comecei a chupar. Minha língua percorria ele inteiro, ele gemia. Tirei a boca e falei:
B – Quero comer seu primo Andrés.
C – Sim, Brenda, o que você quiser.
B – Daqui a pouco a gente fala com ele, se ele aceitar, a gente transa durante a semana.
Continuei chupando o pau dele, os gemidos dele ficaram mais fortes. Me concentrei em chupar a cabeça dele, minha língua dava primeiro carícias, depois batidas. Ele não aguentou e encheu minha boca de porra. Cuspi.
C – Por que não engoliu?
B – Não sou sua puta.
C – Mas se já engoliu a de outros.
B – Porque não são meus namorados. Por acaso você acha que sou uma puta ou o quê?
C – Não, meu amor, me perdoa. Ajeitou a calça, eu limpei a boca. Voltamos pros outros. Pelo visto, vários casais já tinham se afastado pra ter um momento a sós. Depois de meia hora, começaram a acender o carvão, comemos. Descansamos um pouco e eu falei que queria andar a cavalo. Um primo do meu namorado disse que perto dali alugavam motos, todo mundo preferiu ir de moto, menos um casal que ficou pra cuidar de tudo. Eu pedi pro César andar a cavalo, fomos procurar os homens, encontramos eles. Dois nos acompanharam, um devia ter uns 40 anos, o outro uns 30. Os cavalos estavam muito velhos, pareciam meio doentes, comentei isso com o César e a gente conversou sobre isso com os donos enquanto dava um passeio. Em algum momento, me senti mal de montar num cavalo que não tava bem, falei pro César, já tínhamos nos afastado muito, já não dava pra ver a área onde estávamos, não dava pra ver ninguém, e falei pro César que tinha tido uma ideia melhor.
B – Ei, senhores, que tal pararmos um pouco?
A gente parou, desceu dos cavalos, eu fiquei na frente deles de costas, me abaixei e acariciei minha bunda.
B – Gostaram da minha buceta?
Os dois responderam que sim, olharam pro meu namorado, que falou pra eles irem em frente. Os dois homens começaram a agarrar minhas nádegas, eu desci as mãos e acariciei os paus deles. Tiraram minha blusa e meu sutiã, disseram que desde que me viram eu já tinha dado vontade, cada um chupou um dos meus peitos, eu gemia, o César via como aqueles homens de aparência bem descuidada chupavam minhas tetas.
Pedi pra eles tirarem os paus pra fora, baixaram as calças e mostraram. Os dois eram bem grandes, primeiro peguei um, passei a língua, depois peguei o outro e fiz a mesma coisa, os dois cheiravam um pouco mal, mas não tava nem aí, tava muito tesuda e precisava que me comessem bem forte.
Enfiei um deles na boca, chupei bem rápido, aquele cara gemia, o outro falava pra ele aguentar que tinha que comer a puta. Tirei ele e chupei o outro também. Fiz muito rápido, já não aguentava mais, precisava dos paus dentro de mim. Tirei tudo da cintura pra baixo, um me carregou e meteu na minha pussy, o outro lambeu meu cu, primeiro enfiou um dedo, depois dois e chegou a três, aí meteu o pau dele, doeu um pouco porque era muito grande.
B – É isso, me dá esse pau, que gostoso.
Começaram a se mexer, eu pulava, meu corpo tava no ar, e eu era empalada por dois paus enormes de homens do campo que sabiam como foder uma puta como eu. César olhava, começava a ficar excitado. Eles continuavam se movendo, eu não parava de gemer e sentir prazer. Sentia eles entrando bem fundo, sentia eles me enchendo. Não aguentei mais e gozei, o que me fez gritar.
B – Tô gozando, sou uma puta, quero pau, as vadias sempre precisam de pau.
O que tava na minha buceta encheu ela de porra, o do meu cu fez o mesmo pouco depois. Eles me baixaram, vi a cara de excitação enorme do César. Eu me ajoelhei e limpei o pau deles. César tirou o dele e começou a se masturbar.
B – Qual é, cuck? Não te dei permissão pra fazer isso.
Ele guardou o pau, eles riram, falaram que eu era mulher demais pra alguém como ele, eu disse que sim, que por isso eu podia foder quem quisesse. Eles me dobraram e me deram palmadas até cansar. Voltamos pros outros. A gente já ia arrumar tudo pra ir embora quando eu falei pro César a gente conversar com o primo dele.
Levamos eles uns 50 metros pra longe do grupo.
C – Andrés, quero te falar uma coisa.
B – Qual é, César, sê homem. Olha, Andrés, o que a gente quer é que você me coma, quero fazer amor com você.
A – Sério, César?
C – Sim, Andrés.
A – Que legal, minha primeira vez vai ser com uma mulher gostosa pra caralho.
B – Que delícia ser a primeira, tá bom pra terça-feira?
A – Sim, perfeito.
B – O César vai passar pra te pegar, vai te levar pro hotel onde a gente vai fazer.
No dia seguinte, acordei dolorida por causa da cavalgada e de todas as palmadas que levei. Liguei pro César e mandei ele escolher um hotel, que o Na terça, eu tinha que arrumar tudo pro primo dele e pra mim, ia tentar criar um clima bom pra primeira vez do Andrés.
Na terça, ele me avisou onde seria. De tarde, cheguei no hotel. O César tinha colocado várias velas e um monte de flores, parecia meio estranho, mas no fim ficou bonito. Me troquei, coloquei uma tanga fio dental preta, um top preto sem nada por baixo, uma calça de couro que ficava apertada demais e uns saltos abertos. Minha bunda tava muito tasty. Me olhei no espelho, passei uma maquiagem, prendi o cabelo todo pra trás e fiz um rabo de cavalo bem pequenininho, tava super slutty.
O tempo passou, chegaram o César e o Andrés. O Andrés falou que eu tava linda, gostosa pra caralho, que era um sonho realizado. O César acendeu as velas, eu sentei o Andrés numa cadeira, me sentei no colo dele, ele ficou acariciando minha bunda e minhas pernas, começamos a nos beijar até o Andrés gozar.
C – Posso ficar olhando?
B – O que meu macho mandar.
A – Não, melhor não, me dá muita vergonha, melhor na próxima, Andrés.
B – Já ouviu, corno manso, esse meu macho vai me comer.
O César saiu do quarto, a gente continuou se beijando. Me levantei e sentei nele de novo, dessa vez coloquei cada perna de um lado dele.
B – Eu gosto muito de você.
A – E eu de você.
Continuei beijando ele, nossas línguas brincavam, aquele beijo foi muito longo, ficamos assim uns 20 minutos. Eu curtia muito a paixão com que o Andrés me beijava. Enquanto me beijava, ele agarrava minhas nádegas.
A gente se levantou, ele se agachou e beijou minha bunda, tava louco pelo meu rabo. Deixei ele beijar por um tempo, levantei ele e levei pra cama, mandei ele deitar. Liguei a TV, coloquei um canal de música. Pedi pra ele tirar toda a roupa. Começou uma música bem animada, eu comecei a dançar, mexia muito a bunda, o pau dele endureceu na hora. Eu sorri pra ele e tirei a roupa. Abri as pernas dele, abaixei a cabeça e dei um beijo na cabeça do pau dele, depois dei vários beijos por toda a rola. Ele tava com os Olhos fechados, só curtindo. Peguei ele com a mão direita, levantei um pouco e comecei a passar a língua, bem devagar, queria sentir bem o gosto daquela pica virgem, o sabor era uma delícia. Apontei ela pra cima, puxei o prepúcio e passei a língua na cabeça, ele soltou vários gemidos.
B – Cê tá gostando do que eu tô fazendo, pai?
A – Sim, pra caralho.
Enfiei ele na boca, chupei, minha língua ia pra todo lado, ele gemia, eu tava adorando tudo na minha boca. Ele gozou na minha boca, jorrou um monte de porra. Tinha um gostinho salgado, muito gostoso, bem grosso. Deitei do lado dele.
B – Chupei bem gostoso, pai?
A – Sim, senti delicioso, e que delícia você engolir a porra toda.
B – Adoro comer ela.
Passei as unhas no pau dele e nas bolas, fazia carinho de leve, ele me olhava com olhos de amor. O pau foi subindo de novo. Ele disse que me amava.
B – Cê só tá confuso.
A – É sério, eu te amo.
B – Cê quer uma mulher que dá pra todo mundo ou uma boa mulher que é só sua? Comigo você teria que me dividir com todo mundo, igual o César faz.
A – Cê tá errada, você é uma mulher foda.
Peguei a pica dele e enfiei tudo na minha buceta, deixei ele se acostumar. Fiquei acariciando o peito dele enquanto isso, ele me olhava e sorria, eu sorria de volta. Depois ele começou a se mexer, deixei ele fazer, ele começou a me levantar e me deixar cair na pica dele, ficou nisso um tempo. Quando cansou, eu comecei a sentar com tudo, os dois gemendo.
Pedi pra trocar de posição. Fiquei de quatro e ele meteu na minha buceta, tava me enchendo de um jeito gostoso, a gente se movia pra frente e pra trás, gemendo, gritando, os corpos suando. Ele acariciava minha bunda.
B – Me dá uns tapas na bunda, pai, mostra que cê é meu macho, que eu sou sua puta.
Ele me deu uns tapas na bunda, me comeu com força, me fez sentir todo o prazer de um virgem descobrindo o sexo. Comecei a rebolar em círculos, ele gemeu mais alto, encheu minha pussy de porra quando sentiu a gozada. Tô quente, tive um orgasmo.
B – Você me faz gozar, que delícia de transa, papi, adoro ser tão puta.
A gente parou, chamei o César, falei pra ele vir nos buscar, que íamos tomar banho. Entrei no chuveiro com o Andrés, lavei o corpo dele inteiro, passei um tempão lavando o pau e as bolas dele, ele também lavou meu corpo todo. Quando saímos do banho, o César já estava esperando. A gente tirou as toalhas, antes de nos vestir, peguei a pica do Andrés.
B – Olha que pica gostosa de virgem.
A gente se vestiu e foi embora, deixamos o Andrés na casa dele, depois o César me levou na minha.
Espero que vocês gostem do meu relato, não esqueçam de visitar meus outros posts e deixar o comentário de vocês.
Beijos pra todos 😘
5 comentários - Cuck submisso e corno (Parte 5)
Buen post, van ocho puntos