**Férias - Parte 2**
Era por volta das cinco da manhã de sábado, bem cedinho pra mim, mas já estava tudo pronto.
Nossa primeira viagem de férias juntos. Meu pai tava doido pra ir, ter uns dias de descanso e se divertir. Já tínhamos arrumado tudo e levado só o essencial: nossas mochilas e a cuia de chimarrão. E, sem querer, num piscar de olhos, já estávamos na estrada. O dia clareava aos poucos e a gente já começava a sentir a ansiedade das tão esperadas férias. Por uns dias, tchau, rotina.
Depois de viajar umas horas e percorrer um longo trecho pela Rota 40, já era quase meio-dia e estávamos na nossa primeira parada (Sarmiento – Chubut).
Paramos no posto de gasolina na entrada da cidade pra fazer umas compras, ir ao banheiro, encher a garrafa térmica com água quente pro chimarrão e pegar uns cafés pra viagem.
Já tínhamos deixado pra trás Perito Moreno e Río Mayo, onde abastecemos e pegamos mais água pra mais uns mates. Seguimos viagem.
A viagem tava tranquila, um dia muito agradável, com um solzão. Dentro do carro, tínhamos tudo que precisávamos pra tornar o percurso mais leve. Meu pai viajava com a janela aberta, o braço esquerdo pra fora, porque o pouco vento que entrava refrescava todo o interior. A gente curtia a paisagem da Patagônia e ele me contava umas histórias do campo enquanto seguíamos.
Olhei o mapa e mostrei a ele quanto faltava pra chegar. Configuramos o GPS. A próxima parada seria em Esquel. Reclinedo no meu banco, ouvindo as histórias dele, observava ele com admiração e pensava como foi bom a gente ter conseguido viajar junto. Isso ia fortalecer ainda mais e consolidar nossa relação, que ultimamente se resumia a se ver só nos fins de semana e trocar duas ou três palavras, quando muito.
A cada quilômetro que a gente percorria, a conversa ficava um pouco mais monótona, e o calor não ajudava. Lá fora, cada vez mais intenso, só dava pra ver puro pampa, sem uma árvore pra se abrigar. à sombra, o que fazia pensar que a gente ia parar em pouco trânsito de veículos na estrada.
Reclinei meu banco, tirei os tênis, as meias e a camiseta.
Me dá uma água, filho.
Tá aqui, pai.
Pode segurar o volante um instante, filho, que de quebra quero desabotoar um pouco minha camisa.
Fala sério, mas a gente podia fazer uma coisa: olha, encosta na beira e fica mais à vontade se quiser.
Tá bom pra você, pai?
Beleza, então vou estacionar um pouquinho e a gente segue, só não quero dirigir de noite.
Em poucos metros, pai já tinha estacionado o carro no acostamento, tirou o cinto, e já embaixo desabotoou um pouco a camisa, esticou os braços. Filho, sabe o que é? Aproveito que a gente parou e vou vestir um short melhor.
Como quiser, pai.
Mas tudo isso tá na mochila.
No porta-malas do carro, né?
Sim, pai, tão lá os dois, o meu e o seu. Aproveitei pra descer, joguei a erva fora do mate, e caminhei um pouco, sentei no capô. (Pai procurava a roupa dele)
Achou a mochila, pai? Nisso ele se aproximou.
Sim, sim. Ouvi que ele abriu uma porta do carro, me virei pra pegar a água e ele se colocou entre a porta traseira e a dianteira, ambas abertas, pendurou a calça na porta do lado que ele dirigia.
Vou me trocar aqui mesmo? Ou dentro? O que você acha?
Troca aqui mesmo, ué, quem vai te ver se só tem eu aqui e não se vê ninguém pra lugar nenhum.
Não fica se preocupando à toa.
Ele tirou a camisa e sentou na borda do banco, tirou os sapatos, as meias, desabotoou o cinto, soltou o botão, abaixou o zíper e se levantou e abaixou a calça.
Eu tava parado no meio da estrada, de frente pra ele.
Ele deu meia-volta e abaixou a cueca pra tirar.
Ei, pai, pra quê vai ficar pelado aqui?
Só um pouquinho, filho, já vou vestir o short.
Meu pai nu e na minha frente… ali eu tinha ele só pra mim, com aquela figura enorme, um homem imponente, que paisagem, um cara bem musculoso, pele branca que parecia nunca pegar sol, uma bunda redonda, dava pra ver que era só a gordura mesmo. Na cintura, costas largas, meio pelado, grisalho, corpo bonito cheio de pelo que no reflexo do sol parecia ficar loiro, braços fortes, vendo ele assim pelado parecia outro cara, mas isso só deixava ele mais lindo e muito sexy, algo sensual até no jeito de se mexer, umas pernas grossas e peludas e nem preciso falar do resto, não dava pra explicar, só ver e aproveitar o momento, meus olhos não saíam dali, de vez em quando desviavam do foco principal mas só pra ver a estrada. A outra roupa deixei no banco de trás, depois a gente coloca na bolsa, tá só um pouco suada mesmo. Agora sim tô mais à vontade, que calor que tava, que bom que a gente parou, agora a gente sai e segue reto porque ainda tem caminho e o calor vai continuar pelo visto, não? Por isso tirei a camiseta um pouco, tava sufocado já. Joguei um jato d'água, olha, parece que o slip tava apertando, pá, marcou o elástico, uh, nem percebi, vou ter que jogar essas porcarias fora, já tão pequenos e a verdade é que apertam um pouco, outro dia já tinha visto mas não liguei, mas vou ficar assim mesmo até comprar uns novos. Sem tirar o olho nem um segundo comecei a imaginar como seria ter ele uma noite que fosse, peladão numa cama, não. Ele me olhou, deu meia volta e ficou de frente pro campo, abriu um pouco as pernas e começou a mijar. Em que cê tá pensando tanto, filho? Não tá sentindo falta, não? Não, vou sentir falta de quê ou de quem, melhor dizendo. Dava pra ver e sentir o jato comprido de mijo caindo entre as pernas dele, que terminava lá longe deixando uma auréola de espuma branca, a cada segundo ficava mais curto e quando acabou ele deu uma sacudida na rola, virou e me pediu pra passar o short, eu olhava ele colocando, enquanto a pica balançava na frente de dois ovos grandes e meio rosados. Pegamos a estrada de novo. Não respondeu o que te perguntei, filho, em que cê tá pensando? Nada, pai, só fiquei pensando nessas coisas. Só férias velhas, nada demais, não me dá bola não.
"Claro que sim, sou seu pai e tenho que te dar bola, filho. Por que não? Você é minha maior preocupação hoje em dia."
(Pensou Aramis por dentro) "Ah, quem me dera se ela me desse a bola a noite inteira. Com aquelas bolas enormes que ela tem, eu ficava satisfeito por uma semana, mais ou menos."
Recostei no banco e falei: "Vou tirar um cochilo, te incomoda?"
"Não, dorme tranquilo, já tô melhor, mais confortável também."
Quando percebi que estávamos em Esquel, foi quando papai resolveu me chamar: "Filho, chegamos em Esquel. Vou descer pra comprar umas cervejas artesanais, uns salames e queijo que vi, pra quando chegarmos a gente comer um tira-gosto, pelo menos, né?"
"Fala, pai, show!"
Ele fez as compras e me pediu pra dirigir um pouco, enquanto ele aproveitava pra deitar um pouco. Assim, peguei o volante no último trecho da viagem.
"Me acorda quando a gente tiver entrando em Bariloche, filho."
"Fala, pai, dorme aí."
Quase chegando em Bariloche, lembro que liguei pras cabanas pra confirmar o endereço e garantir que tava tudo certo, e avisei que estávamos chegando.
Entramos em Dina Huapi, que é tipo um bairrão, mas nos arredores da cidade. Já tínhamos a reserva confirmada de uma cabana pra quatro pessoas, bem localizada perto da beira do lago, num terreno que parecia bem grande… "Exatamente como mostrava na internet", falei.
Entramos e já desci do carro, fui pegar a chave, e o dono das cabanas indicou qual era a nossa.
Deixamos o carro ao ar livre, debaixo de uma cobertura tipo garagem que era colada na cabana, pegamos nossas malas e já nos acomodamos.
A cabana era grande e bem confortável, tinha uma cozinha com sala de jantar, um banheiro grande e um único quarto lá em cima, que dava pra acessar por uma escada. Tinha sacada dupla: uma era um parapeito que dava pra cozinha, e a outra era uma porta-janela com terraço com vista pro lago. Cama de casal e uma Mais chique, e na cozinha tinha um sofá que tinha a outra cama embaixo, era tipo estilo marinheiro.
Pai, eu vou dormir aqui embaixo, se quiser? Assim te deixo o quarto e a cama de cima pra você ficar mais confortável, o que acha?
Te parece, filho? Olha que tem duas camas e a gente pode dormir lá em cima os dois, ou você se incomoda de dormir no mesmo quarto que eu?
Não, não me incomoda, só tava falando pra você ficar mais à vontade, caso quisesse ficar sozinho e ter um pouco de privacidade, sei lá, mas beleza, vamos lá pra cima dormir.
Ahaha, viu, ainda bem que você não saiu mocinha, senão sei não, já teria vários netos, porque não sabe dizer não.
Você se ajeita aí, pega a cama grande pra ficar mais confortável, até porque você tá acostumado com cama grande, né?
Sim, sim, gosto porque durmo à vontade, haha.
Subimos, deixei minha mochila em cima da cama, peguei umas roupas pra tomar um bom banho.
Pai, vou entrar no banho, você quer tomar depois? Assim, enquanto você toma banho, eu vejo se dá pra pedir umas pizzas pra acompanhar a picadinha e a gente comer na varanda.
Que calor que faz, né, hoje vai ser uma noite que acho que nem vou conseguir dormir com tanto calor que tô. Bom, vou me ajeitar e preparar algo pra comer, já quero provar o queijo e o salame caseiro.
Se você achar legal e se tiver vontade, a gente abre umas cervejas.
Boa ideia, pai, vamos abrir as home made mesmo.
Valeu, filho, toma banho sossegado, eu cuido disso enquanto vou me deixar à vontade, afinal estamos só nós dois.
Te incomoda se eu ficar de cueca?
Não, fica como quiser, pai, até porque como você disse, estamos sozinhos, e se quiser andar pelado, por mim não tem problema.
Hahaha, calma aí, filho, não é tanto assim. Anda logo, que depois eu também vou pro chuveiro. Fui o dia inteiro suado, um banhozinho não faria mal pra ficar mais descansado e tirar esse suor.
Se precisar de algo, me avisa. Vou deixar a porta entreaberta, pra qualquer coisa eu te ouvir, pai. Entrei de cueca no chuveiro, aproveitei e ensaboei ela, ensaboei meu corpo e me mergulhei. Rato na banheira, que já tava enchendo, fiquei por um bom tempo, até que ouvi papai abrir a porta, "tá bem?"
"Tô sim, pai, só dormi um pouco na banheira, mas já vou sair" (dava pra ver ele pelo espelho, tava quase nu, só de sunga, e parecia que tava me trazendo uma cerveja).
Me enxaguei rápido e saí com a toalha enrolada na cintura, subi pro quarto e coloquei só um shorts. O clima tava pesadíssimo por causa do calor que fez o dia inteiro. Papai já tava circulando pela cabana exibindo a nudez dele, uma sunga preta bem justa e tomando uma cervejinha artesanal.
"Filho, quer uma cerveja?"
"Fala, pai, já subo e levo."
E não era mentira que você ia ficar só de cueca mesmo? "É, tirei o que tava vestindo e troquei pela cueca, vou ficar com ela mesmo e vou entrar mais um pouco. Te incomoda se eu botar algo mais?"
"Não, não, mas toma um banho, porque os cheiros que você deve ter, nem quero imaginar, haja."
"Mesmo assim, é só pra ficar aqui até eu ir dormir, depois tiro."
"Vamos fazer um brinde, filho."
"Ah, fala, ótimo, pai."
"Saúde, filho, obrigado por dividir as férias comigo." Ele se aproximou e me deu um abraço tão apertado que dava pra sentir como ele me unia a ele. A barriga enorme dele não deixava eu sentir o volume da cueca ao abraçá-lo. Senti o cheiro dele. "Uhhh, pai, se te falta um banho bom, hein?" Dei um tapinha nas costas dele e falei: "Depois toma um banho de verdade."
Continuamos tomando nossas cervejas e conversando enquanto papai terminava de preparar um petisco. Eu fui pedir umas pizzas.
Fomos pra varanda continuar conversando e curtindo as cervejas.
Acho que era a primeira vez que estávamos tão relaxados, só nós dois. Fazia muito tempo que não saíamos de férias. Naqueles anos, eu era muito pequeno e lembro que minha mãe estava com a gente.
De vez em quando, eu ficava olhando pra ele, e era como se ele curtisse a tranquilidade da noite. Dava pra ver que ele tava meio cansado, mas parecia feliz tomando a cerveja dele ali. A coisa mais linda que tava me acontecendo, ter ele ali comigo e só pra mim, sabia que tinha que aproveitar, e acho que ia fazer isso e vou fazer daqui pra frente, e que ele também ia curtir minha presença. Não conseguia tirar os olhos dele, observando cada centímetro do corpo dele, tão gostoso, com os olhos fechados e deitado na espreguiçadeira, os braços atrás da cabeça e meio que olhando pro lado, a barriga toda espalhada, aquela sunga tão chamativa apertava e marcava todo aquele volume enorme, as bolas bem definidas e dava pra ver uns pelinhos escapando pelos lados, as pernas esticadas e abertas, meio peludas.
Fui pegar umas cervejas e as pizzas.
Quando voltei pra sacada, o pai tava na mesma posição que eu tinha deixado, parecia cansado.
— E aí, pai, como cê tá? Tá gostando do lugar?
— Muito bem, filho. Tinha dormido um pouquinho, também tô meio cansado, mas deve ser a viagem e o calor.
— Cê já tá com sono, parece.
— É tudo muito lindo por aqui, filho.
— É, mas só um pouco. Quando cair na cama, vou dormir como uma pedra.
— Mas tô feliz porque conseguimos sair juntos uns dias depois de muitos anos.
— É, lembro quando eu era menor e a gente saía pra praia nós três.
— Sim, filho, mas isso já faz anos, e sua mãe já não está mais. E a verdade é que nos últimos anos a nossa relação já não era a mesma, sua mãe mudou muito e no fim das contas eu tive que sair de casa e deixar vocês. Sempre lamentei não ter conseguido ter você morando comigo, e nos primeiros anos foi tudo muito difícil, eu tão longe e ainda sozinho no meio do campo. Por isso hoje, ter você aqui, me sinto muito feliz, filho.
— Eu também, pai. Por isso queria ter umas férias com você há muito tempo. Sabe que te amo muito e você sempre foi muito importante pra mim, e que sempre quero estar com você. Me abaixei, peguei ele por trás e abracei bem forte. — Te amo muito, pai, sabia? Fazia tempo que queria te dizer isso.
Um arrepio estranho percorreu meu corpo de novo. queria soltar mais e ao mesmo tempo
queria ficar ali a vida inteira, me sentia protegido
mas ao mesmo tempo também muito excitado pelo meu pai.
Pai, eu também sempre
queria estar com você e no fim das contas, quando pude, vim morar com você,
sempre quis isso, você era meu herói desde que eu era bem pequeno e quando fui crescendo
te admirava ainda mais e cada vez que te vejo quero ser mais parecido com você.Papai e mamãe nunca souberam e ainda não sabem que desde que eu era bem pequeno, várias vezes vi ele transando.
Tenho muito presente aquela lembrança da primeira vez que encontrei eles, é como se nunca fosse sair da minha cabeça.
Eu tinha uns 14 anos e, como ainda era moleque, não entendia muito de sexo. Se eu me masturbava, era algo íntimo e tentava cuidar pra ninguém saber.
Mas como a maioria dos moleques daquela idade, a gente só pensava em jogar, e eu não era exceção. Lembro que naquela noite, como tantas outras, eu costumava ficar jogando videogame até altas horas da madrugada.
Foi então que, numa dessas noites de videogame, eu me levantei e fui até a geladeira da cozinha pegar um copo de chocolate e uns biscoitos. Quando voltava pelo corredor pro meu quarto, vi uma luzinha saindo do quarto dos meus pais. Cheguei perto e vi que a porta estava só encostada, e por ali escapava um feixe de luz — a mesma que tinha me levado até lá. Quando peguei a maçaneta pra entrar e apagar a luz, pensando que meus pais estavam dormindo, fiquei chocado e surpreso com o que estava vendo.
Vi meu pai pelado em cima da minha mãe, não entendia nada do que tava rolando, nunca tinha imaginado encontrar eles assim. Parei pra olhar, os dois soltavam uns gemidos de vez em quando, aí resolvi ficar de butuca. Lembro que dava pra ver ele de costas, mexendo a bunda pra cima e pra baixo, enquanto minha mãe abraçava ele com as pernas na cintura.
Foram uns bons minutos assim, até que meu pai conseguiu se soltar das pernas da minha mãe. Nessa hora, eu dei ré e me encostei na parede pra eles não me verem. Quando me levantei de novo e me aproximei da porta, vi que meu pai estava parado na beira da cama e minha mãe na frente dele, toda arrumada como se fosse uma mesa. Meu pai se mexia mais forte, pra frente e pra trás. Passou um tempão até que meu pai fez um barulho estranho e se afastou de trás da minha mãe. Eu não parava de olhar pra ele. Pela primeira vez, pude ver ele completamente pelado, de costas e de frente.
Mamãe se deitou na cama e se cobriu com o lençol enquanto meu pai sentava na beirada da cama, abriu as pernas, abaixou a cabeça, segurou o pau, pegou a cueca no criado-mudo e se limpou, amassou ela numa bola e jogou pro lado, se enfiou na cama, se cobriu e apagou o abajur.
Eu tinha ficado parado ali, sem me mexer diante de tamanha situação, sem entender absolutamente nada do que tinha acontecido ali, embora algo me dissesse que eu tinha gostado em parte, mas ainda não conseguia acreditar no que tinha visto naquela noite...
Depois daquela situação, eu comecei a me levantar mais vezes depois que eles apagavam tudo em casa e vinham me cumprimentar no meu quarto; desde então, não parei de viver a mesma coisa várias vezes e noites seguidas, sempre a mesma cena.
Yoahí parado atrás da porta, sem que nenhum dos dois pudesse perceber que eu tava vendo cada uma das vezes que eles transavam.
Na maioria das vezes, eu via meu pai fazendo de tudo com a minha mãe, e depois ela fazia o mesmo com ele.
Desde que ele tirava a cueca, minha mãe pegava na pica dele, sacudia um pouco e metia na boca. Papai parecia gostar daquilo até que terminava com gritos e gemidos, fazendo movimentos até que aquele líquido jorrava.
Às vezes eu ficava parado por um tempão espiando eles conversarem, até que os dois tiravam a roupa íntima e começavam a se beijar, se apalpar, até que papai提议 subir em cima da mamãe.
Sabia meter a pica nela por frente e depois por trás, até que ela fazia muito barulho que virava gritos. Outras vezes, eu acordava cedo e ia espiar eles, e graças à claridade que entrava no quarto pela janela, dava pra ver os dois pelados na cama. Mas eu só me interessava pela da mamãe, sempre fiquei mais vidrado na figura dela. Aquela imagem dela deitada na cama, pelada, dormindo junto com o papai, é a mais marcada até hoje. De barriga pra cima e outras vezes de bruços.
sucama costumava ser uma bagunça, os cobertores e travesseiros espalhados pelo chão, o que me fazia imaginar que, pra mim, isso era um sinal de que com certeza tinham transado.
Em outras oportunidades, depois de ver eles transando, eu criava coragem pra entrar no quarto deles enquanto dormiam sem ouvir nada. Eu entrava, roubava a cueca dele, que me parecia interessante. Muitas vezes, ela costumava ter um montão de porra, adorava fazer isso, primeiro pra ver, depois pra mim já era tipo um troféu.
Me levava pro meu quarto. Na maioria das vezes, ele tava todo amassado, bem molhadinho, porque depois de comer o popô, ele limpava a rola e as bolas. Lembro que até custava pra abrir de tanta porra que ele deixava no meu popô. Quando conseguia, cheirava ele, tinha um cheiro característico que foi ficando familiar pra mim.
Era o cheiro de um homem grande? Cheiro das bolas dele, de suor ou outra coisa?
Vamos foder quando crescermos?
Quando finalmente conseguia esticá-lo, via que lá dentro estava o que eu mais gostava,
Desse jeito eu me excitava, o pau subia e eu começava a me masturbar pensando nele.
Quando tudo terminava, eu limpava meu pau igual ele fazia e depois, sem fazer barulho, voltava a deixar no lugar.
Em outras vezes, quando estávamos sozinhos e eu via que ele se preparava pra tomar banho, eu me animava a espiar ele pelo buraco da fechadura da porta.
Dessa forma, fui me convencendo cada vez mais de que meu pai me atraía.- Eu pensava: se ao menos ele soubesse de tudo isso... não sei o que aconteceria, fico me perguntando. Com certeza ele ia ficar puto, ou sei lá, talvez me entendesse.
E hoje eu tenho ele na minha frente quase pelado, fisicamente mais mudado sim, mas enfim, ter ele assim e só de uma cueca pra tirar é o máximo que podia estar acontecendo comigo.
Fico muito feliz, filho, de ouvir isso e de você se sentir tão bem comigo, que não tenhamos nenhum problema pra conviver.
Pô, com você eu me sinto livre e sei que posso fazer muitas coisas, e que juntos também podemos fazer coisas legais.
Que bom que você pensa assim e que eu também faço parte da sua vida e dos seus planos, filho.
Você sempre foi, pai, desde que vim morar com você, sempre quis que isso acontecesse, porque com a mãe nunca consegui fazer isso e muito menos ir sozinho de férias com ela. Na verdade, quando ela se juntou com alguém, sempre saía sozinha com o namorado pra praia e eu ficava vários dias sozinho em casa, sem poder sair pra lugar nenhum.
É, filho, sem dúvida sua mãe tinha mudado muito comigo, a ponto de quase não termos mais relações na cama.
Acho que, pai, entre o cansaço dele e as cervejas que já tínhamos tomado, e a conversa como estava rolando, e a emoção que ele tava sentindo, ele começou a ficar meio melancólico.
Mas não importava, eu tava com ele e era tudo que sempre quis, então prestei muita atenção e deixei ele desabafar um pouco comigo sobre o que talvez estivesse pesando nele há anos.
Abraçado no pai, eu ouvia ele me dizer: "Filho, sabe o que é ter que viver o tempo todo sozinho, depois de ter vivido muitos anos com uma mulher? Sua mãe foi tudo pra mim, foi a primeira mulher que tive, e com quem me casei. Com ela vivi muitas coisas, inclusive ser pai."
"E hoje eu vivo praticamente sozinho o dia inteiro. No trabalho, fico sozinho o tempo todo, chego em casa e não tem ninguém pra me receber, não tenho ninguém comigo. Os peões ficam na outra casa, como sozinho. Quando vou pra cama de noite e me deito, fico pensando quanto tempo mais vou ficar assim, e nem te conto quando acordo no outro dia."
"Quando tenho que tirar a roupa suja sem ninguém pra arrumar nada pra mim, e é pior quando dá vontade de uma mulher fazer um carinho em mim, entende? Antes, meus dias eram muito diferentes."
É, pai, te entendo, mas hoje você não tá sozinho, eu tô aqui com você.
É, eu sei, filho, mas não é a mesma coisa. Às vezes, tem dias que eu... Preciso muito estar com uma mulher pra compartilhar meu tempo e fazer minhas coisas.
Ah sim, claro, mas por isso tô te falando, que agora eu tô aqui.
E posso te fazer uma pergunta já que estamos nessa?
Sim, me fala, filho.
E você, há quanto tempo não fica com uma mulher?
Ou só fica com uma na cama?
Olha, filho, desde que sua mãe e eu não estamos mais juntos, passaram uma ou duas mulheres pela minha cama, só, e foi só um tempinho, tipo pra matar a vontade de trepar. Depois, a maior parte do tempo fiquei sozinho, como até hoje.
E muitas vezes, em casa ou no próprio campo, tive que me aliviar sozinho.
É mais ou menos isso, tomara que aqui eu consiga ficar com alguém pra poder matar a vontade e voltar pra casa com alguma lembrança de ter me divertido pelo menos uma noite, senão vou ter que continuar batendo uma sozinho.
Então você se masturba? Ou se segura até estar com uma mulher?
Sim, filho, ainda faço minha punheta quando dá vontade e tô sozinho, não é que eu me segure.
E você, por que quer saber tanto?
Tô perguntando só, pai.
Por que te vejo sozinho e fiquei com essa curiosidade.
Bom, olha, com certeza você também já passou ou deve passar por isso quando não tem mulher por perto.
A verdade é que sim.
E então, viu? Eu costumo me aliviar sozinho, entende? Tipo, quando tô sozinho e com vontade de trepar e não posso ficar com nenhuma mulher, procuro minha privacidade. Frequentemente na hora de dormir ou quando tomo banho, mas na maioria das vezes é quando vou deitar. Eu durmo sempre pelado, então aproveito e bato uma punheta. E às vezes são várias punhetas, e outras vezes fico com vontade por vários dias, assim, até passar, e aí até voltar de novo.
Indo tomar banho, me pergunto.
E você, me conta? Como é que cê tá com as mulheres?
Tô de boa, mas igual a você, faz tempo que não pego ninguém.
Bom, mas uma hora vai chegar sua vez, filho.
Agora sim, acabou minha cerveja, vou tomar um banho e depois deitar, filho. Amanhã, se quiser, a gente continua a conversa.
Fechou, pai. Nós nos despedimos e ele foi sumindo atrás da cortina.
Eu vou ficar mais um pouco por aqui, terminar essa cerveja e talvez pegar outra, e aí vou deitar também.
Tenta não encher a cara e fazer besteira, e faz menos barulho, que eu quero descansar.
Fiquei sozinho com um pouco de cerveja.
Por um momento, estando ali sozinho, bateu a curiosidade de espiar meu pai de novo pra ver como ele tomava banho, com certeza devia ter mudanças que tornavam tudo mais interessante do que só imaginar.
Sem dúvida era aquele meu momento, só nós dois, sem ninguém pra atrapalhar, aproveitei.
Desci as escadas e, sem fazer muito barulho, abri mais uma cerveja e me aproximei da porta pra olhar. Através do espelho do banheiro dava pra ver ele, lá estava ele pelado só pra mim, agachado se ensaboando os pés. Que rabo lindo que ele tem, branco, gordo e empinado, dava pra ver bem uma linha de pelos escuros que sumiam no meio da racha.
Naquele momento eu já tava de pau duro, e de novo aquelas lembranças antigas que eu tinha desde moleque vinham na minha cabeça, mas nada me impedia de ver ele nu no chuveiro.
Pagaria qualquer coisa pra estar ali com ele.
Ele se virou e ensaboou o peito, a barriga e as bolas, segurou o pau e puxou o prepúcio, ensaboou e começou a sacudir pra trás e pra frente várias vezes, passou o sabão nas axilas, abaixou a cabeça e ensaboou ela, e entrou debaixo do chuveiro. Cada vez o corpo dele ficava mais claro, os pelos do corpo inteiro não paravam de escorrer água, verdade, ver ele assim era uma sensação gostosa que percorria meu corpo todo.
Com as mãos ele enxugou a água e saiu do chuveiro.
Abriu um pouco a porta e foi quando ouvi ele me chamar:
— Filho?
— Que foi, pai?
— Me traz uma toalha da minha mochila.
Eu me aproximei da porta do banheiro.
— Ah, tá aí.
— Tava aqui na cozinha, vim pegar uma cerveja.
— Ah, então deixa pra lá, eu subo e me seco lá em cima.
Fiquei olhando ele subir a escada, só tampando a frente com a cueca.
Fiquei sozinho uns segundos e subi atrás dele.
— Busquei conversa só como desculpa pra ficar olhando ele, aproveitando que tinha cama sobrando, me deitei de barriga pra cima tomando uns goles de cerveja. Ele, de frente pra mim e de costas, tava secando as bolas e a pica (eu via pelo reflexo da janela), passava ela no meio do cu dele uma vez e outra, deixou cair no chão e do bolso dele tirou a toalha com que terminou de se secar e se enrolou na cintura.
"Filho, tá vermelho, quantas cervejas você já tomou?"
"Umas cinco, por quê?"
"Vai te fazer mal, já tá meio bêbado? Bêbado?"
"Ajjaj, não pai, vou ficar bêbado nada, não tem problema, tamo de férias, temos que aproveitar."
"Deixa eu ver, me dá um gole."
"Toma tudo se quiser, eu vou pegar outra."
"Tem certeza?"
Quando voltei com minha cerveja na mão, ele já tava sem a toalha e quase entrando na cama dele.
"Pai, já vai dormir?"
"Sim, filho, tô meio cansado."
"Beleza, vamos fazer mais um brinde."
"Pra que a gente encontre alguém pra passar o tempo."
Papai se meteu na cama pelado como tava. Enquanto isso, eu morria de vontade de me enfiar na cama junto com ele e que ele fizesse comigo o que fazia com a minha mãe.
"Vou deitar um pouquinho aqui, te incomoda, pai?"
"Não, não, filho, se quiser ficar pra dormir, por mim tudo bem."
"Paaaai, o que foi, filho?"
"Como você gosta das mulheres?"
"Ajjaja, como assim como eu gosto?"
"É, como você gosta? Magras ou gordas?"
"Uh, filho, sei lá, nessa altura não tenho problema, mas se for pra dizer, gosto de umas gordinhas."
"São melhores, né?"
"E têm algo muito especial pro meu gosto, filho."
"E você, como gosta?"
"Mmm, sei lá, verdade, acho que quando eu tiver com uma mulher também quero que seja gordinha, igual você gosta."
"E você, não tá com nenhuma garota, filho?"
"Faz tempo, pai, nem lembro."
"Então não sou o único."
Tirei o short e me meti na cama pelado.
"Ah, olha, você também dorme pelado?"
"Emmm, sim, pai, sempre."
"Ah, olha, pensei que você dormia de pijama ou cueca."
"Não, eu durmo pelado mesmo, já tô grande pra pijama, hahaha."
"Jaaj, os anos passam."
"Jajaj. vesejo porque em casa cada um dorme no seu quarto e não sabe do outro,
eu, pra mudar de assunto, posso te perguntar outra coisa já que estamos,
o que você ia me dizer
Hmm Nada não era nada uma besteira,
Vou dormir então, que descanse,
Tem certeza filho?
Não nada sério.
Mas o que você queria saber? Filho, filho me diz, o que você quer saber,
Acendeu o abajur e me chamou de novo
Filho o que você quer saber,
Nada pai,
Tá acontecendo algo?
Não pai por quê
Mas então me diz o que você queria saber se a gente tava conversando e agora quer dormir.
Sério pai não era nada,
vamos me diz o que você queria me perguntar
De repente sentou na minha cama,
Por que não me diz hein?
Só queria te perguntar como é a sua,
Me olhou, e pra que você quer saber disso filho,
Além do mais sou seu pai,
E eu suponho que sejam diferentes eu acredito, imagino que tem homens que têm ela grande e outros menor isso eu não sei,
Sim já sei isso mas você como é a sua? Grande ou pequena?
É a isso que me refiro, eu te perguntei você, e quero que você me diga como é a sua,
E pra que você quer saber disso filho, e não sei a verdade,
Pra saber, ou você nunca se perguntou como é a sua?
Não nunca passou isso pela minha cabeça porque não me importei com isso, e também as poucas mulheres com que estive não falaram nada.
Olha com o que você aparece a essa hora da noite filho,
só te perguntei mesmo, por curiosidade mas se não quiser não me diz, tá tudo bem mesmo pai,
E o que adianta te falar? É nisso que eu vou, pra que você quer saber?
Só queria saber mesmo, pra se eu ficar com alguém, já saber o tamanho da minha comparado com outra.
Olha vamos fazer uma coisa
que isso fique aqui, ou seja entre nós dois filho hein.
Que coisa?
Ele levantou da cama, abaixou a cueca e me mostrou, aqui está,
Por uns segundos fiquei calado porque não pensei que pai fosse me mostrar, pensei que me diria o tamanho que tinha.
é grande pai e quando fica dura deve ser bem maior, é grande e maior que a minha,
Bom agora sim filho vou dormir,
Ahaha e ficou com vergonha pai?
E um Pocosi, que meu filho me veja a cock não me agrada.
Mas já passou, pai, já vi ela, é uma tremenda coisa, hahaha
Coitadas das mulheres como vão sofrer ao ver ela
Além disso você insiste que eu te diga, ainda por cima estamos só nós dois, ninguém mais te viu, além do mais sou seu filho,
Sei sim, mas mesmo assim não gosto de ficar mostrando ela como se fosse um brinquedo, pra você eu mostrei porque você é meu filho só e me dá vergonha isso
E isso tem que ver o quê, pai? Pra mim não incomoda, até gosto de ver ela,
O que você tá dizendo, filho?
Sim, pai, gosto de ver ela, tem um tamanho bom e parece bem, sabe quanto mede?
Acho que você bebeu demais hoje, tá falando um monte de besteira.
Só um pouco mais, mas não tem problema,
eu só queria saber o tamanho dela e você me mostrou, agora imagino como deve ser quando você transa, pai, deve ficar enorme, e sentir deve ser hahaha, imagina numa pussy ou num cu apertado ou em alguém que nunca provou uma assim, né.
A verdade é que não sei o que te dizer, filho, e já te falei há um tempo que não tô com mulheres,
a única é a mão e não é a mesma coisa, não sente nada assim,
Diga isso pra mim, pai, que ainda não sei o que é nem como se sente, embora gostaria de sentir,
Vamos mudar de assunto, filho, ou melhor ir dormir, a conversa já tá indo pra qualquer lado.
Hahahahaha não tenha vergonha, pai
Tá bom, mas antes de dormir me diz, você não gostaria que viesse alguém e te propusesse transar,
Quem, filho? Se acabamos de chegar há algumas horas e nem saímos na calçada ainda,
hoje acho que não vai rolar, filho, talvez outro dia eu acredito,
supõe que eu te dissesse que com a conversa me deu vontade de transar e que a gente fizesse uma masturbação, o que você diria? Você gostaria?
Ei, tá louco, com você?
Sim, comigo, pai,
Não, filho, nem louco, já foi demais,
Olha como a gente tá, pelados os dois, ninguém vê a gente, e mais, me diz que você não tem vontade também, hein
Um pouco, mas não vou fazer uma masturbação com você e muito menos na sua frente,
Vai lá, pai, relaxa, não acontece nada,
Não sei...
Vamos tentar, se a gente tá sozinho, quem vai nos ver? Mas eu já te vi como você é e como você tem ela, então não vou me impressionar mais do que já vi.
Não, não, melhor não, é uma loucura, olha só, vamos fazer uma punheta aqui entre nós,
E por que não?
Por que não, já é demais,
Vai, é só um pouquinho, a gente tira a vontade e pronto,
Sério, você não tem vontade nenhuma?
Tenho, mas não com você, filho,
Mas o que tem? De quebra eu aprendo com você como você bate uma, pai,
Eu tô com tesão e você não sei,
Aí, filho, filho, espero não me arrepender amanhã disso.
Vem, vai, senão a vontade vai passar.
Ele se descobriu, abriu as pernas, pegou a cueca dele, me deu e eu fiquei de pé ao lado da cama, olhando enquanto ele começou a acariciar os próprios ovos com uma mão e com a outra beliscava um mamilo. Eu comecei a gostar do barulho das carícias nos ovos dele, cada vez mais forte. Ele levou a mão perto da boca, cuspiu nela e agarrou a pica, puxou a pele, a cabeça já estava de fora, com movimentos de vai e vem. Eu acompanhei o ritmo, fiz o mesmo, cuspi na mão e comecei a bater uma, tava gostoso.
Você gosta assim, filho? Gosta de como eu bato uma? Parece que o que você mais gosta sou eu, ou tô enganado, hein?
Sim, pai, adoro, que lindo você assim, não acredito na pica que você tem. Tava te observando desde hoje de manhã quando você tirou a roupa na estrada.
Ele parecia curtir o que eu afirmava, com mais tesão do que nunca.
O barulho da respiração dele e o movimento da barriga eram quase iguais, cada vez ele sacudia a pica com mais vontade.
Vem, chega mais, filho, quero que você bata uma pra mim agora, já que tava com tanta vontade de ver ela, agora quero que você agarre e faça gozar todo o gozo.
Ele estendeu a mão e me puxou pra cama. Eu me ajoelhei de lado e agarrei ela como deu, entrei no ritmo e comecei a sacudir. Sentia os gemidos e a respiração do pai cada vez mais forte.
Ele tinha uma mão acariciando minhas costas e a bunda, enquanto a outra empunhava uma das Almofadas da cama com força. Ah filho, que bom que isso tá, por favor, você é bom mesmo fazendo a masturbação, hein, continua, vai, continua sacudindo ela que a qualquer hora vem toda a porra, você continua, continua que eu tô tesudo, não aguento mais, juro filho,
coloca um pouco da sua saliva,
Eu me meti entre as pernas dela e enfiei a cabeça na boca e ao chupar ouvi um gemido e ela se contorcia de prazer, dava pra ouvir as reclamações e gemidos dela me xingando de tudo
de repente senti a mão dela deslizar pelo sulco da minha bunda e me abriu, procurou o buraco do cu, com um dos dedos começou a acariciar de cima pra baixo causando uma espécie de excitação e tesão que me fez engolir um bom pedaço da pica dela, que não aguentei na boca, me deu ânsia e muita saliva, que escorria pelas bolas, chupei os ovos dela, mordi a virilha enquanto ela molhava meu buraco até conseguir enfiar o dedo, aí soltei um suspiro e senti um prazer, como era bom aquilo,
Filho, continua chupando que eu gostei,
Sério que você gostou?
Sim, você faz muito bem, peguei a pica dela, chupei um pouco a cabeça e engoli até onde nascia, os pelos me davam ânsia e já sentia engasgo, ela colocou uma mão na minha nuca e com um movimento de cintura comeu minha boca, vai assim, assim, chupa filho, vai, aiiiiiiii que bom, os gemidos dela eram excitantes, parece que vou explodir, ela virou de lado, enrolou a perna, agora vem chupar minha bunda enquanto ela continuava se punhetando, que cheiro bom que tinha naquela zona, um cheiro de sexo imponente, que cheiro mais excitante, ela deu uma virada pra mim quando ouvi um gemido longo e gritei para filho, para, ahhhhhhhhhhhhhh ohhhhhh seeeeeeee e vi que a pica dela cuspiu um jorro de porra grossa no peito dela, continuou batendo punheta até tirar tudo, um fio escorria da ponta da cabeça só, ela se deitou na cama de barriga pra cima e do peito até em volta da pica ficou coberto de porra, uh pai, olha isso, olha como você ficou, Mansa punheta você se mandou, vou ver onde deixou sua cueca pra você se limpar, deixa assim mesmo, me pegou pela cintura e disse, agora se prepara que vem coisa boa filho, agora é sua vez, aqui você vai passar bem comigo, queria transar e me ver transar, agora vai saber o que é bom, mas se já te vi, me puxou com força pela cintura e levou minha bunda na cara dele, me dá pra cá, agora é minha vez, e começou a chupar, aí papai, o que você tá fazendo, se prepara filho porque agora você vai saber o que é sentir prazer, ahhh ahhhh aí papai, o que você faz, o que você vai fazer comigo, o que você vai fazer, não assim, o que você vai fazer eu gozar, é isso que eu quero, que você goze e relaxe e me deixe fazer o que eu quiser. Sentia que ele passava a língua no meu cu, chupava e cuspia saliva, vamos deixar bem molhadinho pra você não sentir nada, vamos ver, me dá essa pica pra gente limpar um pouco igual eu lambi, empunhou e começou a bater uma com tudo, parecia que ia arrancar ela pela raiz, calculo que não passaram nem uns minutos dele batendo uma pra mim e num gemido soltei uma cuspida grossa e depois uma carga de leite grosso enquanto esfregava todo o leite na pica, caí exausto em cima dele, soltando todo o ar, ficando profundamente relaxado. Num movimento, tentei me ajeitar, aonde você vai? Agora começa a parte boa filho. O que eu não sabia é que pro papai a noite tinha acabado de começar, e que eu ainda não tinha vivido nada do que ele tinha pra mim. Senti ele se aproximar por trás, abriu minhas pernas, separou minhas nádegas e limpou a porra que tinha ficado na mão dele, cuspiu nela e começou a massagear meu cu de novo com um dedo, pra que você vai fazer, agora você vai ver, vou te dar o melhor da noite filhinho, vou te dar pra provar minha pica, é mas você já gozou, sim mas eu ainda tô com vontade e vou tirar, mas tem que ser agora? Sim agora mesmo, eu tô com vontade, ou você não queria transar? Aproveita que a gente tá sozinho antes que me passem a vontade e você prova meu pau pra ver se gosta tanto que me fodeu... ele sacudiu de novo,
Agora quero que você me passe o cu que vou te dar uma boa fodida filho
assim eu tiro minha vontade.
Você relaxa e curte filho, já que estamos, como se faz assim você aprende. Continuou massageando por um tempo o buraco do ânus até que senti que ele se aproximou e me disse: "tá pronto?" Colocou uma das pernas de lado e com a mão abriu minhas nádegas. De repente senti a cabeça do seu pau enorme e grosso subindo e descendo pela minha fenda suave, aos poucos foi procurando o que procurava, enquanto sentia meu pai deixando cair a saliva dele uma e outra vez como para anestesiar o lugar e isso escorregar pra dentro de mim sem tanto esforço.
Senti uma imensa e profunda sensação de dor mas ao mesmo tempo também era excitação, sentia que papai aos poucos ia aplicando todo o peso do corpo dele no meu cu, a excitação do enorme pau cabeçudo aos poucos abria caminho dentro do meu cu, sentia que ia rompendo tudo à medida que entrava bem apertado, enquanto com uma das mãos ele guiava pra dentro de mim, o outro braço ia ficando estendido de lado pra finalmente deixar o corpo cair sobre mim.
Ahhhhhhhhhh aí está, aí você tem ele todo todo dentro de você,
você gosta filho?
Ele estava em cima de mim, podia sentir a barriga dele apoiada em mim e uma grande dor no meu cu enquanto eu mordia os lençóis da cama.
Papai, dói muito.
Sim, isso porque você tinha o cu muito apertado.
Sentiu apertado, mas você gosta, hein? Gosta ou não? Ou quer que eu tire?
Dói muito pai.
Você tinha o cu sanzinho, se nota. O que quer fazer? Quer continuar sentindo ele ou quer que eu tire filho?
Não sei pai, não sei, só dói muito.
Calma, relaxa filho, só isso.
Senti que aos poucos ele foi se levantando e por momentos a dor ficava mais forte.
Aí está, já tirei.
Mas mete de novo ou não queria tirar a vontade comigo?
Vai doer.
Não importa, mete ele de novo só pai, já que eu provei agora quero que você tire a sua vontade. Ganas, olha como tu tá com ela, vai, enfia de novo e pronto.
Mas dessa vez deixa ela dentro de mim e não tira, mesmo que doa, eu aguento, senão nunca mais vou provar e sentir ela.
Vai, bora fazer agora.
Bom, vamos ver, abre bem as pernas de novo, mas molha ela direito dessa vez.
Ahhh sim, assim, aí sente melhor.
Ohhhh sim, filho, vai mais devagar, por favor, quero sentir ela entrando, não se apressa que temos a noite toda. Ahhhh siiiim, filho, como eu gosto, me esquentou muito, quanto tempo fazia que não sentia essa sensação.
Bom, filho, melhor ainda, porque você não sabe a vontade que eu tô agora. Ahhhh, aí você gosta, hein? Sim, filhooo, ahhhh que delícia, me fala se quer provar ela toda ou se tá bom aí. Sim, me dá ela toda, todaaaa, que não fique nada pra fora, mas devagar, sim. Você enfia ela toda, até suas bolas baterem na minha bunda. Ohhhhhhhhhhhhh, não aguento, fico mole toda, filho, não sei se vou aguentar te dar uma boa foda porque me esquentou demais.
Me fala que vai gozar dentro pelo menos. Ohhhh, deixa eu te foder do meu jeito, com muita força, você topa? Devagar, por favor, senão vai doer de novo.
Devagar, por favor, eu te peço. Ahhhh, filho, não consigo, é mais forte, deixa eu te dar uma boa foda, não se mexe que eu quero sentir como você geme de dor.
Goza, pai, goza. Não, filho, falta um pouco mais e eu deixo a pica esvaziar dentro da sua bunda.
Ahhhhh, que prazer mais gostoso. Se eu soubesse antes, filhinho, que você tinha interesse no seu pai, a gente teria passado melhor. Ohhhhhh ahhhhaha filhoooooooooooooo, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhggggggdggggg, ahhhggg.
Senti como ele, de tanto que bombeou, no fim conseguiu descarregar algo quente na minha bunda. Ahhhh, aí tá ela dentro de você, como pediu. Gostou? Fala alguma coisa? Me destruiu a pica, olha como ficou, toda caída.
Aíiii, pai, como dói, me comeu com vontade, mas dói muito, você tava como louco, não sei o que deu em você.
Já vai passar, filho, não acredito que boa foda eu te fiz dar, me esquentou muito. Fazia anos que não me divertia tanto assim, e olha que foi justamente com você que aconteceu, me deixou com tesão com sua conversinha.
Ele estava deitado de barriga pra cima e enquanto falava comigo ia tirando as últimas gotas de porra e limpando na minha bunda, dava pra ver que as bolas dele estavam rosadas.
Meus olhos fechavam de cansaço, não conseguia nem mexer um dedo, meu pai tinha me deixado sem forças, que cock enorme que ele tem.
Vou dar uma mijada e já volto, se quiser fica aqui mesmo pra dormir, aí você só atravessa pra sua cama, de quebra continua me fazendo companhia e eu não durmo tão sozinho pelo menos hoje.
A verdade é que não tinha vontade nem forças pra voltar pra minha cama e dormir, e ia te pedir pra ficar aqui, então acabei ficando e me acomodei bem onde tava, virei de bruços e fechei os olhos.
Quando pai se meteu na cama, se cobriu com o lençol e senti ele falar: filho, não tá com frio? Não pai, tô bem assim, quero só dormir, descansa. Tá bom filho, descansa (me deu um tapinha nas costas).
A claridade da manhã já aparecia atravessando a cortina, senti pai me dizer: bom dia filho, como cê tá? Como dormiu?
Bem pai, consegui dormir e não ouvi nada, nem você que tava do meu lado.
E você, como dormiu hein?
Bem filho, bem pra caralho e descansei finalmente, fazia tempo que não dormia tão bem assim.
E já vai levantar?
Não não, vim do banheiro de dar uma mijada.
Ah, pensei que já ia se levantar, viu que já tá claro parece.
Sim sim, mas são só cinco horas.
E você como tá? Senti ele dar um tapinha na minha bunda, como tá essa bunda hein? Ainda dói?
Não pai, já não tanto.
Que bom, fico muito feliz filho, porque ontem à noite você sofreu bastante pelo visto, mas depois parece que relaxou, e a verdade é que você é muito bom, olha que eu fiquei como há muito tempo não ficava, perdi o controle um pouco, não? Não não acho pai, com certeza você também tava com muita vontade, por isso ficou assim, eu te entendo.
E aí, gostou de como seu pai te comeu? Emmm sim, Pame, adorei, foi bom pra caralho.
No final, acabei aproveitando um pouco.
E que tal se eu pedir pra gente mandar mais um, um bom matinal, o que acha? Agora? Sim, vai, filho, foda-se, já foi, o pior já passou e estamos prontos, ou não? Eu ainda tô com vontade, e você?
Emmm, sei não, é muito cedo e ainda tô com sono, além disso não faz muito tempo que você me penetrou, vai, filho, vem cá, passa essa bunda pra cá que eu cuido disso e meto, ou vai me dizer que não gostou da pica? Não é isso, pai, até gostei, mas sei lá,
então vem pra cá, vai, assim vai se acostumando que quando papai tiver vontade já sabe onde saciar,
não, vai, agora não,
vai, passa essa bunda pra cá e pronto, que eu tô com vontade, acordei e não quis te comer dormindo, mas agora deu vontade de comer de novo, então vai.
Ele me agarrou com força e me levou pra onde ele estava, me deitou de lado e cruzou uma perna por cima da minha cintura pra eu não escapar, cuspiu na mão e passou no meu cu, com a mão guiou a cabeça da pica até meu buraco e me penetrou pela segunda vez em horas, e de um só empurrão.
Parecia insaciável, meu pai, calculo que há dias não bate uma, por isso tá descontando com gosto, já tava dentro de mim, senti ele me apertar com força, as bolas dele entre minhas pernas e a pica enorme crescendo dentro e me penetrando com gosto.
De repente, senti que ele começou com uns movimentos de tirar e meter, eu só sentia indo e vindo, a respiração dele já começando a acelerar, num momento ele tirou e disse: quero que você dê uma boa chupada pra molhar bem, aí depois eu coloco de novo. Peguei e comecei a chupar de baixo até a cabeça, hummm, que delícia sentir aquela sensação de novo, chupei por um bom tempo até ouvir: vira. E me ajeitei, ele me deitou de costas na frente dele, segurou minhas pernas, abriu e colocou nos ombros dele, senti ele molhar meu cu com um jato de cuspe e, ajudado por... Uma das mãos dele empurrou o pau dele no meu cu e ele me penetrou de novo. Ali mesmo, ele começou a me foder de novo, e eu senti que dessa vez ele ia com tudo. Eu podia ver ele gozando de frente pra mim, como ele se mexia, a barriga enorme no meio das minhas pernas, toda peluda, os braços dele me segurando pela cintura, me levando e me trazendo. Comecei a curtir o que via e como ele gemia com gosto. Quem diria, filho, não? Eu dormindo com você numa cama só, e ainda por cima os dois pelados, e ia rolar isso — você, meu filho, ia ser a melhor companhia, e quem ia matar minha vontade de foder essa noite. Não fala disso agora, pai, e continua, pai, que eu gosto, é gostoso. Além disso, pai, você sempre me atraiu, tem um corpo lindo e um pau grande que faz qualquer uma que ver ficar com vontade. Que porra de pau bonito que você tem, hein? Não me cansei de olhar ele o dia inteiro, e ainda gosto porque você esquenta à toa. Olha o que você vem me contar a essa hora, parece que a cerveja te fez soltar tudo. Não sei se foi a cerveja de hoje, mas que eu queria te ver assim pelado é de muito tempo, e eu rezava pra ter a chance e você não ficar bravo. Isso, pai, me dá mais assim, isso, continua que eu tô sentindo ele todo. Que grande que ele é, hein. Meu pai continuou me comendo com força, seguia gemendo de prazer e gozo a cada estocada que me dava. Eu segurava ele pelo cu e ajudava no movimento pra cada vez ser mais forte. Dá, pai, dá assim, isso, assim que eu gosto, dá com força, ehhh ehhh ehhhhhhhhh. Era excitação e prazer, o pau dele no meu cu parecia enorme, tanto que eu ouvia os gemidos dele cada vez mais fortes. Que cu gostoso que você tem, filho. Já tá doendo meu pau, a qualquer hora eu gozo no seu cu. Sim, deixa ele dentro, pai, não tira. Isso, filho, não me esquenta mais. Ele passou a mão na barriga dele e deu a última estocada com tudo, e eu senti ele me agarrar com força e apertar meu cu. Ahhhhh, filho da puta, você me fez gozar dentro de novo. Molhou meu cu todo. Ele soltou um último gemido, ahhhhhhh, e se acabou. afrouxei completamente
ahhhh filho, ,
pai, você gozou dentro de mim de novo,
sim filho, nem consegui tirar,
ahhhhh não importa, eu gostei mesmo, prefiro que você deixe até o final dentro, além disso, você sabe que eu senti melhor dessa vez e curti como você, foi bom, você ainda tem resistência, hein pai
ele se deitou na cama e eu chupei ele até ele me tirar de cima dele, você gostou, pai, ou não?
Sim, filho, foi muito bom dessa vez, mas me deixa descansar agora, ele limpou com a cueca como fazia nos velhos tempos, virou de lado e se cobriu com o lençol,
eu peguei o pau dele, chupei um pouco do sêmen, me masturbei bem e me deitei de barriga pra cima, pensativo sobre tudo que tinha acontecido, meu pai tinha me dado duas fodas daquelas, o homem que eu mais gostava desde pequeno, aquele que eu via pela porta, hoje foi ele quem me comeu, sim, ele, eu feliz da vida…
Agora sim, matei bem a vontade e agora tenho ele quando quero só pra mim e me divirto pra caralho.
Era por volta das cinco da manhã de sábado, bem cedinho pra mim, mas já estava tudo pronto.
Nossa primeira viagem de férias juntos. Meu pai tava doido pra ir, ter uns dias de descanso e se divertir. Já tínhamos arrumado tudo e levado só o essencial: nossas mochilas e a cuia de chimarrão. E, sem querer, num piscar de olhos, já estávamos na estrada. O dia clareava aos poucos e a gente já começava a sentir a ansiedade das tão esperadas férias. Por uns dias, tchau, rotina.
Depois de viajar umas horas e percorrer um longo trecho pela Rota 40, já era quase meio-dia e estávamos na nossa primeira parada (Sarmiento – Chubut).
Paramos no posto de gasolina na entrada da cidade pra fazer umas compras, ir ao banheiro, encher a garrafa térmica com água quente pro chimarrão e pegar uns cafés pra viagem.
Já tínhamos deixado pra trás Perito Moreno e Río Mayo, onde abastecemos e pegamos mais água pra mais uns mates. Seguimos viagem.
A viagem tava tranquila, um dia muito agradável, com um solzão. Dentro do carro, tínhamos tudo que precisávamos pra tornar o percurso mais leve. Meu pai viajava com a janela aberta, o braço esquerdo pra fora, porque o pouco vento que entrava refrescava todo o interior. A gente curtia a paisagem da Patagônia e ele me contava umas histórias do campo enquanto seguíamos.
Olhei o mapa e mostrei a ele quanto faltava pra chegar. Configuramos o GPS. A próxima parada seria em Esquel. Reclinedo no meu banco, ouvindo as histórias dele, observava ele com admiração e pensava como foi bom a gente ter conseguido viajar junto. Isso ia fortalecer ainda mais e consolidar nossa relação, que ultimamente se resumia a se ver só nos fins de semana e trocar duas ou três palavras, quando muito.
A cada quilômetro que a gente percorria, a conversa ficava um pouco mais monótona, e o calor não ajudava. Lá fora, cada vez mais intenso, só dava pra ver puro pampa, sem uma árvore pra se abrigar. à sombra, o que fazia pensar que a gente ia parar em pouco trânsito de veículos na estrada.
Reclinei meu banco, tirei os tênis, as meias e a camiseta.
Me dá uma água, filho.
Tá aqui, pai.
Pode segurar o volante um instante, filho, que de quebra quero desabotoar um pouco minha camisa.
Fala sério, mas a gente podia fazer uma coisa: olha, encosta na beira e fica mais à vontade se quiser.
Tá bom pra você, pai?
Beleza, então vou estacionar um pouquinho e a gente segue, só não quero dirigir de noite.
Em poucos metros, pai já tinha estacionado o carro no acostamento, tirou o cinto, e já embaixo desabotoou um pouco a camisa, esticou os braços. Filho, sabe o que é? Aproveito que a gente parou e vou vestir um short melhor.
Como quiser, pai.
Mas tudo isso tá na mochila.
No porta-malas do carro, né?
Sim, pai, tão lá os dois, o meu e o seu. Aproveitei pra descer, joguei a erva fora do mate, e caminhei um pouco, sentei no capô. (Pai procurava a roupa dele)
Achou a mochila, pai? Nisso ele se aproximou.
Sim, sim. Ouvi que ele abriu uma porta do carro, me virei pra pegar a água e ele se colocou entre a porta traseira e a dianteira, ambas abertas, pendurou a calça na porta do lado que ele dirigia.
Vou me trocar aqui mesmo? Ou dentro? O que você acha?
Troca aqui mesmo, ué, quem vai te ver se só tem eu aqui e não se vê ninguém pra lugar nenhum.
Não fica se preocupando à toa.
Ele tirou a camisa e sentou na borda do banco, tirou os sapatos, as meias, desabotoou o cinto, soltou o botão, abaixou o zíper e se levantou e abaixou a calça.
Eu tava parado no meio da estrada, de frente pra ele.
Ele deu meia-volta e abaixou a cueca pra tirar.
Ei, pai, pra quê vai ficar pelado aqui?
Só um pouquinho, filho, já vou vestir o short.
Meu pai nu e na minha frente… ali eu tinha ele só pra mim, com aquela figura enorme, um homem imponente, que paisagem, um cara bem musculoso, pele branca que parecia nunca pegar sol, uma bunda redonda, dava pra ver que era só a gordura mesmo. Na cintura, costas largas, meio pelado, grisalho, corpo bonito cheio de pelo que no reflexo do sol parecia ficar loiro, braços fortes, vendo ele assim pelado parecia outro cara, mas isso só deixava ele mais lindo e muito sexy, algo sensual até no jeito de se mexer, umas pernas grossas e peludas e nem preciso falar do resto, não dava pra explicar, só ver e aproveitar o momento, meus olhos não saíam dali, de vez em quando desviavam do foco principal mas só pra ver a estrada. A outra roupa deixei no banco de trás, depois a gente coloca na bolsa, tá só um pouco suada mesmo. Agora sim tô mais à vontade, que calor que tava, que bom que a gente parou, agora a gente sai e segue reto porque ainda tem caminho e o calor vai continuar pelo visto, não? Por isso tirei a camiseta um pouco, tava sufocado já. Joguei um jato d'água, olha, parece que o slip tava apertando, pá, marcou o elástico, uh, nem percebi, vou ter que jogar essas porcarias fora, já tão pequenos e a verdade é que apertam um pouco, outro dia já tinha visto mas não liguei, mas vou ficar assim mesmo até comprar uns novos. Sem tirar o olho nem um segundo comecei a imaginar como seria ter ele uma noite que fosse, peladão numa cama, não. Ele me olhou, deu meia volta e ficou de frente pro campo, abriu um pouco as pernas e começou a mijar. Em que cê tá pensando tanto, filho? Não tá sentindo falta, não? Não, vou sentir falta de quê ou de quem, melhor dizendo. Dava pra ver e sentir o jato comprido de mijo caindo entre as pernas dele, que terminava lá longe deixando uma auréola de espuma branca, a cada segundo ficava mais curto e quando acabou ele deu uma sacudida na rola, virou e me pediu pra passar o short, eu olhava ele colocando, enquanto a pica balançava na frente de dois ovos grandes e meio rosados. Pegamos a estrada de novo. Não respondeu o que te perguntei, filho, em que cê tá pensando? Nada, pai, só fiquei pensando nessas coisas. Só férias velhas, nada demais, não me dá bola não.
"Claro que sim, sou seu pai e tenho que te dar bola, filho. Por que não? Você é minha maior preocupação hoje em dia."
(Pensou Aramis por dentro) "Ah, quem me dera se ela me desse a bola a noite inteira. Com aquelas bolas enormes que ela tem, eu ficava satisfeito por uma semana, mais ou menos."
Recostei no banco e falei: "Vou tirar um cochilo, te incomoda?"
"Não, dorme tranquilo, já tô melhor, mais confortável também."
Quando percebi que estávamos em Esquel, foi quando papai resolveu me chamar: "Filho, chegamos em Esquel. Vou descer pra comprar umas cervejas artesanais, uns salames e queijo que vi, pra quando chegarmos a gente comer um tira-gosto, pelo menos, né?"
"Fala, pai, show!"
Ele fez as compras e me pediu pra dirigir um pouco, enquanto ele aproveitava pra deitar um pouco. Assim, peguei o volante no último trecho da viagem.
"Me acorda quando a gente tiver entrando em Bariloche, filho."
"Fala, pai, dorme aí."
Quase chegando em Bariloche, lembro que liguei pras cabanas pra confirmar o endereço e garantir que tava tudo certo, e avisei que estávamos chegando.
Entramos em Dina Huapi, que é tipo um bairrão, mas nos arredores da cidade. Já tínhamos a reserva confirmada de uma cabana pra quatro pessoas, bem localizada perto da beira do lago, num terreno que parecia bem grande… "Exatamente como mostrava na internet", falei.
Entramos e já desci do carro, fui pegar a chave, e o dono das cabanas indicou qual era a nossa.
Deixamos o carro ao ar livre, debaixo de uma cobertura tipo garagem que era colada na cabana, pegamos nossas malas e já nos acomodamos.
A cabana era grande e bem confortável, tinha uma cozinha com sala de jantar, um banheiro grande e um único quarto lá em cima, que dava pra acessar por uma escada. Tinha sacada dupla: uma era um parapeito que dava pra cozinha, e a outra era uma porta-janela com terraço com vista pro lago. Cama de casal e uma Mais chique, e na cozinha tinha um sofá que tinha a outra cama embaixo, era tipo estilo marinheiro.
Pai, eu vou dormir aqui embaixo, se quiser? Assim te deixo o quarto e a cama de cima pra você ficar mais confortável, o que acha?
Te parece, filho? Olha que tem duas camas e a gente pode dormir lá em cima os dois, ou você se incomoda de dormir no mesmo quarto que eu?
Não, não me incomoda, só tava falando pra você ficar mais à vontade, caso quisesse ficar sozinho e ter um pouco de privacidade, sei lá, mas beleza, vamos lá pra cima dormir.
Ahaha, viu, ainda bem que você não saiu mocinha, senão sei não, já teria vários netos, porque não sabe dizer não.
Você se ajeita aí, pega a cama grande pra ficar mais confortável, até porque você tá acostumado com cama grande, né?
Sim, sim, gosto porque durmo à vontade, haha.
Subimos, deixei minha mochila em cima da cama, peguei umas roupas pra tomar um bom banho.
Pai, vou entrar no banho, você quer tomar depois? Assim, enquanto você toma banho, eu vejo se dá pra pedir umas pizzas pra acompanhar a picadinha e a gente comer na varanda.
Que calor que faz, né, hoje vai ser uma noite que acho que nem vou conseguir dormir com tanto calor que tô. Bom, vou me ajeitar e preparar algo pra comer, já quero provar o queijo e o salame caseiro.
Se você achar legal e se tiver vontade, a gente abre umas cervejas.
Boa ideia, pai, vamos abrir as home made mesmo.
Valeu, filho, toma banho sossegado, eu cuido disso enquanto vou me deixar à vontade, afinal estamos só nós dois.
Te incomoda se eu ficar de cueca?
Não, fica como quiser, pai, até porque como você disse, estamos sozinhos, e se quiser andar pelado, por mim não tem problema.
Hahaha, calma aí, filho, não é tanto assim. Anda logo, que depois eu também vou pro chuveiro. Fui o dia inteiro suado, um banhozinho não faria mal pra ficar mais descansado e tirar esse suor.
Se precisar de algo, me avisa. Vou deixar a porta entreaberta, pra qualquer coisa eu te ouvir, pai. Entrei de cueca no chuveiro, aproveitei e ensaboei ela, ensaboei meu corpo e me mergulhei. Rato na banheira, que já tava enchendo, fiquei por um bom tempo, até que ouvi papai abrir a porta, "tá bem?"
"Tô sim, pai, só dormi um pouco na banheira, mas já vou sair" (dava pra ver ele pelo espelho, tava quase nu, só de sunga, e parecia que tava me trazendo uma cerveja).
Me enxaguei rápido e saí com a toalha enrolada na cintura, subi pro quarto e coloquei só um shorts. O clima tava pesadíssimo por causa do calor que fez o dia inteiro. Papai já tava circulando pela cabana exibindo a nudez dele, uma sunga preta bem justa e tomando uma cervejinha artesanal.
"Filho, quer uma cerveja?"
"Fala, pai, já subo e levo."
E não era mentira que você ia ficar só de cueca mesmo? "É, tirei o que tava vestindo e troquei pela cueca, vou ficar com ela mesmo e vou entrar mais um pouco. Te incomoda se eu botar algo mais?"
"Não, não, mas toma um banho, porque os cheiros que você deve ter, nem quero imaginar, haja."
"Mesmo assim, é só pra ficar aqui até eu ir dormir, depois tiro."
"Vamos fazer um brinde, filho."
"Ah, fala, ótimo, pai."
"Saúde, filho, obrigado por dividir as férias comigo." Ele se aproximou e me deu um abraço tão apertado que dava pra sentir como ele me unia a ele. A barriga enorme dele não deixava eu sentir o volume da cueca ao abraçá-lo. Senti o cheiro dele. "Uhhh, pai, se te falta um banho bom, hein?" Dei um tapinha nas costas dele e falei: "Depois toma um banho de verdade."
Continuamos tomando nossas cervejas e conversando enquanto papai terminava de preparar um petisco. Eu fui pedir umas pizzas.
Fomos pra varanda continuar conversando e curtindo as cervejas.
Acho que era a primeira vez que estávamos tão relaxados, só nós dois. Fazia muito tempo que não saíamos de férias. Naqueles anos, eu era muito pequeno e lembro que minha mãe estava com a gente.
De vez em quando, eu ficava olhando pra ele, e era como se ele curtisse a tranquilidade da noite. Dava pra ver que ele tava meio cansado, mas parecia feliz tomando a cerveja dele ali. A coisa mais linda que tava me acontecendo, ter ele ali comigo e só pra mim, sabia que tinha que aproveitar, e acho que ia fazer isso e vou fazer daqui pra frente, e que ele também ia curtir minha presença. Não conseguia tirar os olhos dele, observando cada centímetro do corpo dele, tão gostoso, com os olhos fechados e deitado na espreguiçadeira, os braços atrás da cabeça e meio que olhando pro lado, a barriga toda espalhada, aquela sunga tão chamativa apertava e marcava todo aquele volume enorme, as bolas bem definidas e dava pra ver uns pelinhos escapando pelos lados, as pernas esticadas e abertas, meio peludas.
Fui pegar umas cervejas e as pizzas.
Quando voltei pra sacada, o pai tava na mesma posição que eu tinha deixado, parecia cansado.
— E aí, pai, como cê tá? Tá gostando do lugar?
— Muito bem, filho. Tinha dormido um pouquinho, também tô meio cansado, mas deve ser a viagem e o calor.
— Cê já tá com sono, parece.
— É tudo muito lindo por aqui, filho.
— É, mas só um pouco. Quando cair na cama, vou dormir como uma pedra.
— Mas tô feliz porque conseguimos sair juntos uns dias depois de muitos anos.
— É, lembro quando eu era menor e a gente saía pra praia nós três.
— Sim, filho, mas isso já faz anos, e sua mãe já não está mais. E a verdade é que nos últimos anos a nossa relação já não era a mesma, sua mãe mudou muito e no fim das contas eu tive que sair de casa e deixar vocês. Sempre lamentei não ter conseguido ter você morando comigo, e nos primeiros anos foi tudo muito difícil, eu tão longe e ainda sozinho no meio do campo. Por isso hoje, ter você aqui, me sinto muito feliz, filho.
— Eu também, pai. Por isso queria ter umas férias com você há muito tempo. Sabe que te amo muito e você sempre foi muito importante pra mim, e que sempre quero estar com você. Me abaixei, peguei ele por trás e abracei bem forte. — Te amo muito, pai, sabia? Fazia tempo que queria te dizer isso.
Um arrepio estranho percorreu meu corpo de novo. queria soltar mais e ao mesmo tempo
queria ficar ali a vida inteira, me sentia protegido
mas ao mesmo tempo também muito excitado pelo meu pai.
Pai, eu também sempre
queria estar com você e no fim das contas, quando pude, vim morar com você,
sempre quis isso, você era meu herói desde que eu era bem pequeno e quando fui crescendo
te admirava ainda mais e cada vez que te vejo quero ser mais parecido com você.Papai e mamãe nunca souberam e ainda não sabem que desde que eu era bem pequeno, várias vezes vi ele transando.
Tenho muito presente aquela lembrança da primeira vez que encontrei eles, é como se nunca fosse sair da minha cabeça.
Eu tinha uns 14 anos e, como ainda era moleque, não entendia muito de sexo. Se eu me masturbava, era algo íntimo e tentava cuidar pra ninguém saber.
Mas como a maioria dos moleques daquela idade, a gente só pensava em jogar, e eu não era exceção. Lembro que naquela noite, como tantas outras, eu costumava ficar jogando videogame até altas horas da madrugada.
Foi então que, numa dessas noites de videogame, eu me levantei e fui até a geladeira da cozinha pegar um copo de chocolate e uns biscoitos. Quando voltava pelo corredor pro meu quarto, vi uma luzinha saindo do quarto dos meus pais. Cheguei perto e vi que a porta estava só encostada, e por ali escapava um feixe de luz — a mesma que tinha me levado até lá. Quando peguei a maçaneta pra entrar e apagar a luz, pensando que meus pais estavam dormindo, fiquei chocado e surpreso com o que estava vendo.
Vi meu pai pelado em cima da minha mãe, não entendia nada do que tava rolando, nunca tinha imaginado encontrar eles assim. Parei pra olhar, os dois soltavam uns gemidos de vez em quando, aí resolvi ficar de butuca. Lembro que dava pra ver ele de costas, mexendo a bunda pra cima e pra baixo, enquanto minha mãe abraçava ele com as pernas na cintura.
Foram uns bons minutos assim, até que meu pai conseguiu se soltar das pernas da minha mãe. Nessa hora, eu dei ré e me encostei na parede pra eles não me verem. Quando me levantei de novo e me aproximei da porta, vi que meu pai estava parado na beira da cama e minha mãe na frente dele, toda arrumada como se fosse uma mesa. Meu pai se mexia mais forte, pra frente e pra trás. Passou um tempão até que meu pai fez um barulho estranho e se afastou de trás da minha mãe. Eu não parava de olhar pra ele. Pela primeira vez, pude ver ele completamente pelado, de costas e de frente.
Mamãe se deitou na cama e se cobriu com o lençol enquanto meu pai sentava na beirada da cama, abriu as pernas, abaixou a cabeça, segurou o pau, pegou a cueca no criado-mudo e se limpou, amassou ela numa bola e jogou pro lado, se enfiou na cama, se cobriu e apagou o abajur.
Eu tinha ficado parado ali, sem me mexer diante de tamanha situação, sem entender absolutamente nada do que tinha acontecido ali, embora algo me dissesse que eu tinha gostado em parte, mas ainda não conseguia acreditar no que tinha visto naquela noite...
Depois daquela situação, eu comecei a me levantar mais vezes depois que eles apagavam tudo em casa e vinham me cumprimentar no meu quarto; desde então, não parei de viver a mesma coisa várias vezes e noites seguidas, sempre a mesma cena.
Yoahí parado atrás da porta, sem que nenhum dos dois pudesse perceber que eu tava vendo cada uma das vezes que eles transavam.
Na maioria das vezes, eu via meu pai fazendo de tudo com a minha mãe, e depois ela fazia o mesmo com ele.
Desde que ele tirava a cueca, minha mãe pegava na pica dele, sacudia um pouco e metia na boca. Papai parecia gostar daquilo até que terminava com gritos e gemidos, fazendo movimentos até que aquele líquido jorrava.
Às vezes eu ficava parado por um tempão espiando eles conversarem, até que os dois tiravam a roupa íntima e começavam a se beijar, se apalpar, até que papai提议 subir em cima da mamãe.
Sabia meter a pica nela por frente e depois por trás, até que ela fazia muito barulho que virava gritos. Outras vezes, eu acordava cedo e ia espiar eles, e graças à claridade que entrava no quarto pela janela, dava pra ver os dois pelados na cama. Mas eu só me interessava pela da mamãe, sempre fiquei mais vidrado na figura dela. Aquela imagem dela deitada na cama, pelada, dormindo junto com o papai, é a mais marcada até hoje. De barriga pra cima e outras vezes de bruços.
sucama costumava ser uma bagunça, os cobertores e travesseiros espalhados pelo chão, o que me fazia imaginar que, pra mim, isso era um sinal de que com certeza tinham transado.
Em outras oportunidades, depois de ver eles transando, eu criava coragem pra entrar no quarto deles enquanto dormiam sem ouvir nada. Eu entrava, roubava a cueca dele, que me parecia interessante. Muitas vezes, ela costumava ter um montão de porra, adorava fazer isso, primeiro pra ver, depois pra mim já era tipo um troféu.
Me levava pro meu quarto. Na maioria das vezes, ele tava todo amassado, bem molhadinho, porque depois de comer o popô, ele limpava a rola e as bolas. Lembro que até custava pra abrir de tanta porra que ele deixava no meu popô. Quando conseguia, cheirava ele, tinha um cheiro característico que foi ficando familiar pra mim.
Era o cheiro de um homem grande? Cheiro das bolas dele, de suor ou outra coisa?
Vamos foder quando crescermos?
Quando finalmente conseguia esticá-lo, via que lá dentro estava o que eu mais gostava,
Desse jeito eu me excitava, o pau subia e eu começava a me masturbar pensando nele.
Quando tudo terminava, eu limpava meu pau igual ele fazia e depois, sem fazer barulho, voltava a deixar no lugar.
Em outras vezes, quando estávamos sozinhos e eu via que ele se preparava pra tomar banho, eu me animava a espiar ele pelo buraco da fechadura da porta.
Dessa forma, fui me convencendo cada vez mais de que meu pai me atraía.- Eu pensava: se ao menos ele soubesse de tudo isso... não sei o que aconteceria, fico me perguntando. Com certeza ele ia ficar puto, ou sei lá, talvez me entendesse.
E hoje eu tenho ele na minha frente quase pelado, fisicamente mais mudado sim, mas enfim, ter ele assim e só de uma cueca pra tirar é o máximo que podia estar acontecendo comigo.
Fico muito feliz, filho, de ouvir isso e de você se sentir tão bem comigo, que não tenhamos nenhum problema pra conviver.
Pô, com você eu me sinto livre e sei que posso fazer muitas coisas, e que juntos também podemos fazer coisas legais.
Que bom que você pensa assim e que eu também faço parte da sua vida e dos seus planos, filho.
Você sempre foi, pai, desde que vim morar com você, sempre quis que isso acontecesse, porque com a mãe nunca consegui fazer isso e muito menos ir sozinho de férias com ela. Na verdade, quando ela se juntou com alguém, sempre saía sozinha com o namorado pra praia e eu ficava vários dias sozinho em casa, sem poder sair pra lugar nenhum.
É, filho, sem dúvida sua mãe tinha mudado muito comigo, a ponto de quase não termos mais relações na cama.
Acho que, pai, entre o cansaço dele e as cervejas que já tínhamos tomado, e a conversa como estava rolando, e a emoção que ele tava sentindo, ele começou a ficar meio melancólico.
Mas não importava, eu tava com ele e era tudo que sempre quis, então prestei muita atenção e deixei ele desabafar um pouco comigo sobre o que talvez estivesse pesando nele há anos.
Abraçado no pai, eu ouvia ele me dizer: "Filho, sabe o que é ter que viver o tempo todo sozinho, depois de ter vivido muitos anos com uma mulher? Sua mãe foi tudo pra mim, foi a primeira mulher que tive, e com quem me casei. Com ela vivi muitas coisas, inclusive ser pai."
"E hoje eu vivo praticamente sozinho o dia inteiro. No trabalho, fico sozinho o tempo todo, chego em casa e não tem ninguém pra me receber, não tenho ninguém comigo. Os peões ficam na outra casa, como sozinho. Quando vou pra cama de noite e me deito, fico pensando quanto tempo mais vou ficar assim, e nem te conto quando acordo no outro dia."
"Quando tenho que tirar a roupa suja sem ninguém pra arrumar nada pra mim, e é pior quando dá vontade de uma mulher fazer um carinho em mim, entende? Antes, meus dias eram muito diferentes."
É, pai, te entendo, mas hoje você não tá sozinho, eu tô aqui com você.
É, eu sei, filho, mas não é a mesma coisa. Às vezes, tem dias que eu... Preciso muito estar com uma mulher pra compartilhar meu tempo e fazer minhas coisas.
Ah sim, claro, mas por isso tô te falando, que agora eu tô aqui.
E posso te fazer uma pergunta já que estamos nessa?
Sim, me fala, filho.
E você, há quanto tempo não fica com uma mulher?
Ou só fica com uma na cama?
Olha, filho, desde que sua mãe e eu não estamos mais juntos, passaram uma ou duas mulheres pela minha cama, só, e foi só um tempinho, tipo pra matar a vontade de trepar. Depois, a maior parte do tempo fiquei sozinho, como até hoje.
E muitas vezes, em casa ou no próprio campo, tive que me aliviar sozinho.
É mais ou menos isso, tomara que aqui eu consiga ficar com alguém pra poder matar a vontade e voltar pra casa com alguma lembrança de ter me divertido pelo menos uma noite, senão vou ter que continuar batendo uma sozinho.
Então você se masturba? Ou se segura até estar com uma mulher?
Sim, filho, ainda faço minha punheta quando dá vontade e tô sozinho, não é que eu me segure.
E você, por que quer saber tanto?
Tô perguntando só, pai.
Por que te vejo sozinho e fiquei com essa curiosidade.
Bom, olha, com certeza você também já passou ou deve passar por isso quando não tem mulher por perto.
A verdade é que sim.
E então, viu? Eu costumo me aliviar sozinho, entende? Tipo, quando tô sozinho e com vontade de trepar e não posso ficar com nenhuma mulher, procuro minha privacidade. Frequentemente na hora de dormir ou quando tomo banho, mas na maioria das vezes é quando vou deitar. Eu durmo sempre pelado, então aproveito e bato uma punheta. E às vezes são várias punhetas, e outras vezes fico com vontade por vários dias, assim, até passar, e aí até voltar de novo.
Indo tomar banho, me pergunto.
E você, me conta? Como é que cê tá com as mulheres?
Tô de boa, mas igual a você, faz tempo que não pego ninguém.
Bom, mas uma hora vai chegar sua vez, filho.
Agora sim, acabou minha cerveja, vou tomar um banho e depois deitar, filho. Amanhã, se quiser, a gente continua a conversa.
Fechou, pai. Nós nos despedimos e ele foi sumindo atrás da cortina.
Eu vou ficar mais um pouco por aqui, terminar essa cerveja e talvez pegar outra, e aí vou deitar também.
Tenta não encher a cara e fazer besteira, e faz menos barulho, que eu quero descansar.
Fiquei sozinho com um pouco de cerveja.
Por um momento, estando ali sozinho, bateu a curiosidade de espiar meu pai de novo pra ver como ele tomava banho, com certeza devia ter mudanças que tornavam tudo mais interessante do que só imaginar.
Sem dúvida era aquele meu momento, só nós dois, sem ninguém pra atrapalhar, aproveitei.
Desci as escadas e, sem fazer muito barulho, abri mais uma cerveja e me aproximei da porta pra olhar. Através do espelho do banheiro dava pra ver ele, lá estava ele pelado só pra mim, agachado se ensaboando os pés. Que rabo lindo que ele tem, branco, gordo e empinado, dava pra ver bem uma linha de pelos escuros que sumiam no meio da racha.
Naquele momento eu já tava de pau duro, e de novo aquelas lembranças antigas que eu tinha desde moleque vinham na minha cabeça, mas nada me impedia de ver ele nu no chuveiro.
Pagaria qualquer coisa pra estar ali com ele.
Ele se virou e ensaboou o peito, a barriga e as bolas, segurou o pau e puxou o prepúcio, ensaboou e começou a sacudir pra trás e pra frente várias vezes, passou o sabão nas axilas, abaixou a cabeça e ensaboou ela, e entrou debaixo do chuveiro. Cada vez o corpo dele ficava mais claro, os pelos do corpo inteiro não paravam de escorrer água, verdade, ver ele assim era uma sensação gostosa que percorria meu corpo todo.
Com as mãos ele enxugou a água e saiu do chuveiro.
Abriu um pouco a porta e foi quando ouvi ele me chamar:
— Filho?
— Que foi, pai?
— Me traz uma toalha da minha mochila.
Eu me aproximei da porta do banheiro.
— Ah, tá aí.
— Tava aqui na cozinha, vim pegar uma cerveja.
— Ah, então deixa pra lá, eu subo e me seco lá em cima.
Fiquei olhando ele subir a escada, só tampando a frente com a cueca.
Fiquei sozinho uns segundos e subi atrás dele.
— Busquei conversa só como desculpa pra ficar olhando ele, aproveitando que tinha cama sobrando, me deitei de barriga pra cima tomando uns goles de cerveja. Ele, de frente pra mim e de costas, tava secando as bolas e a pica (eu via pelo reflexo da janela), passava ela no meio do cu dele uma vez e outra, deixou cair no chão e do bolso dele tirou a toalha com que terminou de se secar e se enrolou na cintura.
"Filho, tá vermelho, quantas cervejas você já tomou?"
"Umas cinco, por quê?"
"Vai te fazer mal, já tá meio bêbado? Bêbado?"
"Ajjaj, não pai, vou ficar bêbado nada, não tem problema, tamo de férias, temos que aproveitar."
"Deixa eu ver, me dá um gole."
"Toma tudo se quiser, eu vou pegar outra."
"Tem certeza?"
Quando voltei com minha cerveja na mão, ele já tava sem a toalha e quase entrando na cama dele.
"Pai, já vai dormir?"
"Sim, filho, tô meio cansado."
"Beleza, vamos fazer mais um brinde."
"Pra que a gente encontre alguém pra passar o tempo."
Papai se meteu na cama pelado como tava. Enquanto isso, eu morria de vontade de me enfiar na cama junto com ele e que ele fizesse comigo o que fazia com a minha mãe.
"Vou deitar um pouquinho aqui, te incomoda, pai?"
"Não, não, filho, se quiser ficar pra dormir, por mim tudo bem."
"Paaaai, o que foi, filho?"
"Como você gosta das mulheres?"
"Ajjaja, como assim como eu gosto?"
"É, como você gosta? Magras ou gordas?"
"Uh, filho, sei lá, nessa altura não tenho problema, mas se for pra dizer, gosto de umas gordinhas."
"São melhores, né?"
"E têm algo muito especial pro meu gosto, filho."
"E você, como gosta?"
"Mmm, sei lá, verdade, acho que quando eu tiver com uma mulher também quero que seja gordinha, igual você gosta."
"E você, não tá com nenhuma garota, filho?"
"Faz tempo, pai, nem lembro."
"Então não sou o único."
Tirei o short e me meti na cama pelado.
"Ah, olha, você também dorme pelado?"
"Emmm, sim, pai, sempre."
"Ah, olha, pensei que você dormia de pijama ou cueca."
"Não, eu durmo pelado mesmo, já tô grande pra pijama, hahaha."
"Jaaj, os anos passam."
"Jajaj. vesejo porque em casa cada um dorme no seu quarto e não sabe do outro,
eu, pra mudar de assunto, posso te perguntar outra coisa já que estamos,
o que você ia me dizer
Hmm Nada não era nada uma besteira,
Vou dormir então, que descanse,
Tem certeza filho?
Não nada sério.
Mas o que você queria saber? Filho, filho me diz, o que você quer saber,
Acendeu o abajur e me chamou de novo
Filho o que você quer saber,
Nada pai,
Tá acontecendo algo?
Não pai por quê
Mas então me diz o que você queria saber se a gente tava conversando e agora quer dormir.
Sério pai não era nada,
vamos me diz o que você queria me perguntar
De repente sentou na minha cama,
Por que não me diz hein?
Só queria te perguntar como é a sua,
Me olhou, e pra que você quer saber disso filho,
Além do mais sou seu pai,
E eu suponho que sejam diferentes eu acredito, imagino que tem homens que têm ela grande e outros menor isso eu não sei,
Sim já sei isso mas você como é a sua? Grande ou pequena?
É a isso que me refiro, eu te perguntei você, e quero que você me diga como é a sua,
E pra que você quer saber disso filho, e não sei a verdade,
Pra saber, ou você nunca se perguntou como é a sua?
Não nunca passou isso pela minha cabeça porque não me importei com isso, e também as poucas mulheres com que estive não falaram nada.
Olha com o que você aparece a essa hora da noite filho,
só te perguntei mesmo, por curiosidade mas se não quiser não me diz, tá tudo bem mesmo pai,
E o que adianta te falar? É nisso que eu vou, pra que você quer saber?
Só queria saber mesmo, pra se eu ficar com alguém, já saber o tamanho da minha comparado com outra.
Olha vamos fazer uma coisa
que isso fique aqui, ou seja entre nós dois filho hein.
Que coisa?
Ele levantou da cama, abaixou a cueca e me mostrou, aqui está,
Por uns segundos fiquei calado porque não pensei que pai fosse me mostrar, pensei que me diria o tamanho que tinha.
é grande pai e quando fica dura deve ser bem maior, é grande e maior que a minha,
Bom agora sim filho vou dormir,
Ahaha e ficou com vergonha pai?
E um Pocosi, que meu filho me veja a cock não me agrada.
Mas já passou, pai, já vi ela, é uma tremenda coisa, hahaha
Coitadas das mulheres como vão sofrer ao ver ela
Além disso você insiste que eu te diga, ainda por cima estamos só nós dois, ninguém mais te viu, além do mais sou seu filho,
Sei sim, mas mesmo assim não gosto de ficar mostrando ela como se fosse um brinquedo, pra você eu mostrei porque você é meu filho só e me dá vergonha isso
E isso tem que ver o quê, pai? Pra mim não incomoda, até gosto de ver ela,
O que você tá dizendo, filho?
Sim, pai, gosto de ver ela, tem um tamanho bom e parece bem, sabe quanto mede?
Acho que você bebeu demais hoje, tá falando um monte de besteira.
Só um pouco mais, mas não tem problema,
eu só queria saber o tamanho dela e você me mostrou, agora imagino como deve ser quando você transa, pai, deve ficar enorme, e sentir deve ser hahaha, imagina numa pussy ou num cu apertado ou em alguém que nunca provou uma assim, né.
A verdade é que não sei o que te dizer, filho, e já te falei há um tempo que não tô com mulheres,
a única é a mão e não é a mesma coisa, não sente nada assim,
Diga isso pra mim, pai, que ainda não sei o que é nem como se sente, embora gostaria de sentir,
Vamos mudar de assunto, filho, ou melhor ir dormir, a conversa já tá indo pra qualquer lado.
Hahahahaha não tenha vergonha, pai
Tá bom, mas antes de dormir me diz, você não gostaria que viesse alguém e te propusesse transar,
Quem, filho? Se acabamos de chegar há algumas horas e nem saímos na calçada ainda,
hoje acho que não vai rolar, filho, talvez outro dia eu acredito,
supõe que eu te dissesse que com a conversa me deu vontade de transar e que a gente fizesse uma masturbação, o que você diria? Você gostaria?
Ei, tá louco, com você?
Sim, comigo, pai,
Não, filho, nem louco, já foi demais,
Olha como a gente tá, pelados os dois, ninguém vê a gente, e mais, me diz que você não tem vontade também, hein
Um pouco, mas não vou fazer uma masturbação com você e muito menos na sua frente,
Vai lá, pai, relaxa, não acontece nada,
Não sei...
Vamos tentar, se a gente tá sozinho, quem vai nos ver? Mas eu já te vi como você é e como você tem ela, então não vou me impressionar mais do que já vi.
Não, não, melhor não, é uma loucura, olha só, vamos fazer uma punheta aqui entre nós,
E por que não?
Por que não, já é demais,
Vai, é só um pouquinho, a gente tira a vontade e pronto,
Sério, você não tem vontade nenhuma?
Tenho, mas não com você, filho,
Mas o que tem? De quebra eu aprendo com você como você bate uma, pai,
Eu tô com tesão e você não sei,
Aí, filho, filho, espero não me arrepender amanhã disso.
Vem, vai, senão a vontade vai passar.
Ele se descobriu, abriu as pernas, pegou a cueca dele, me deu e eu fiquei de pé ao lado da cama, olhando enquanto ele começou a acariciar os próprios ovos com uma mão e com a outra beliscava um mamilo. Eu comecei a gostar do barulho das carícias nos ovos dele, cada vez mais forte. Ele levou a mão perto da boca, cuspiu nela e agarrou a pica, puxou a pele, a cabeça já estava de fora, com movimentos de vai e vem. Eu acompanhei o ritmo, fiz o mesmo, cuspi na mão e comecei a bater uma, tava gostoso.
Você gosta assim, filho? Gosta de como eu bato uma? Parece que o que você mais gosta sou eu, ou tô enganado, hein?
Sim, pai, adoro, que lindo você assim, não acredito na pica que você tem. Tava te observando desde hoje de manhã quando você tirou a roupa na estrada.
Ele parecia curtir o que eu afirmava, com mais tesão do que nunca.
O barulho da respiração dele e o movimento da barriga eram quase iguais, cada vez ele sacudia a pica com mais vontade.
Vem, chega mais, filho, quero que você bata uma pra mim agora, já que tava com tanta vontade de ver ela, agora quero que você agarre e faça gozar todo o gozo.
Ele estendeu a mão e me puxou pra cama. Eu me ajoelhei de lado e agarrei ela como deu, entrei no ritmo e comecei a sacudir. Sentia os gemidos e a respiração do pai cada vez mais forte.
Ele tinha uma mão acariciando minhas costas e a bunda, enquanto a outra empunhava uma das Almofadas da cama com força. Ah filho, que bom que isso tá, por favor, você é bom mesmo fazendo a masturbação, hein, continua, vai, continua sacudindo ela que a qualquer hora vem toda a porra, você continua, continua que eu tô tesudo, não aguento mais, juro filho,
coloca um pouco da sua saliva,
Eu me meti entre as pernas dela e enfiei a cabeça na boca e ao chupar ouvi um gemido e ela se contorcia de prazer, dava pra ouvir as reclamações e gemidos dela me xingando de tudo
de repente senti a mão dela deslizar pelo sulco da minha bunda e me abriu, procurou o buraco do cu, com um dos dedos começou a acariciar de cima pra baixo causando uma espécie de excitação e tesão que me fez engolir um bom pedaço da pica dela, que não aguentei na boca, me deu ânsia e muita saliva, que escorria pelas bolas, chupei os ovos dela, mordi a virilha enquanto ela molhava meu buraco até conseguir enfiar o dedo, aí soltei um suspiro e senti um prazer, como era bom aquilo,
Filho, continua chupando que eu gostei,
Sério que você gostou?
Sim, você faz muito bem, peguei a pica dela, chupei um pouco a cabeça e engoli até onde nascia, os pelos me davam ânsia e já sentia engasgo, ela colocou uma mão na minha nuca e com um movimento de cintura comeu minha boca, vai assim, assim, chupa filho, vai, aiiiiiiii que bom, os gemidos dela eram excitantes, parece que vou explodir, ela virou de lado, enrolou a perna, agora vem chupar minha bunda enquanto ela continuava se punhetando, que cheiro bom que tinha naquela zona, um cheiro de sexo imponente, que cheiro mais excitante, ela deu uma virada pra mim quando ouvi um gemido longo e gritei para filho, para, ahhhhhhhhhhhhhh ohhhhhh seeeeeeee e vi que a pica dela cuspiu um jorro de porra grossa no peito dela, continuou batendo punheta até tirar tudo, um fio escorria da ponta da cabeça só, ela se deitou na cama de barriga pra cima e do peito até em volta da pica ficou coberto de porra, uh pai, olha isso, olha como você ficou, Mansa punheta você se mandou, vou ver onde deixou sua cueca pra você se limpar, deixa assim mesmo, me pegou pela cintura e disse, agora se prepara que vem coisa boa filho, agora é sua vez, aqui você vai passar bem comigo, queria transar e me ver transar, agora vai saber o que é bom, mas se já te vi, me puxou com força pela cintura e levou minha bunda na cara dele, me dá pra cá, agora é minha vez, e começou a chupar, aí papai, o que você tá fazendo, se prepara filho porque agora você vai saber o que é sentir prazer, ahhh ahhhh aí papai, o que você faz, o que você vai fazer comigo, o que você vai fazer, não assim, o que você vai fazer eu gozar, é isso que eu quero, que você goze e relaxe e me deixe fazer o que eu quiser. Sentia que ele passava a língua no meu cu, chupava e cuspia saliva, vamos deixar bem molhadinho pra você não sentir nada, vamos ver, me dá essa pica pra gente limpar um pouco igual eu lambi, empunhou e começou a bater uma com tudo, parecia que ia arrancar ela pela raiz, calculo que não passaram nem uns minutos dele batendo uma pra mim e num gemido soltei uma cuspida grossa e depois uma carga de leite grosso enquanto esfregava todo o leite na pica, caí exausto em cima dele, soltando todo o ar, ficando profundamente relaxado. Num movimento, tentei me ajeitar, aonde você vai? Agora começa a parte boa filho. O que eu não sabia é que pro papai a noite tinha acabado de começar, e que eu ainda não tinha vivido nada do que ele tinha pra mim. Senti ele se aproximar por trás, abriu minhas pernas, separou minhas nádegas e limpou a porra que tinha ficado na mão dele, cuspiu nela e começou a massagear meu cu de novo com um dedo, pra que você vai fazer, agora você vai ver, vou te dar o melhor da noite filhinho, vou te dar pra provar minha pica, é mas você já gozou, sim mas eu ainda tô com vontade e vou tirar, mas tem que ser agora? Sim agora mesmo, eu tô com vontade, ou você não queria transar? Aproveita que a gente tá sozinho antes que me passem a vontade e você prova meu pau pra ver se gosta tanto que me fodeu... ele sacudiu de novo,
Agora quero que você me passe o cu que vou te dar uma boa fodida filho
assim eu tiro minha vontade.
Você relaxa e curte filho, já que estamos, como se faz assim você aprende. Continuou massageando por um tempo o buraco do ânus até que senti que ele se aproximou e me disse: "tá pronto?" Colocou uma das pernas de lado e com a mão abriu minhas nádegas. De repente senti a cabeça do seu pau enorme e grosso subindo e descendo pela minha fenda suave, aos poucos foi procurando o que procurava, enquanto sentia meu pai deixando cair a saliva dele uma e outra vez como para anestesiar o lugar e isso escorregar pra dentro de mim sem tanto esforço.
Senti uma imensa e profunda sensação de dor mas ao mesmo tempo também era excitação, sentia que papai aos poucos ia aplicando todo o peso do corpo dele no meu cu, a excitação do enorme pau cabeçudo aos poucos abria caminho dentro do meu cu, sentia que ia rompendo tudo à medida que entrava bem apertado, enquanto com uma das mãos ele guiava pra dentro de mim, o outro braço ia ficando estendido de lado pra finalmente deixar o corpo cair sobre mim.
Ahhhhhhhhhh aí está, aí você tem ele todo todo dentro de você,
você gosta filho?
Ele estava em cima de mim, podia sentir a barriga dele apoiada em mim e uma grande dor no meu cu enquanto eu mordia os lençóis da cama.
Papai, dói muito.
Sim, isso porque você tinha o cu muito apertado.
Sentiu apertado, mas você gosta, hein? Gosta ou não? Ou quer que eu tire?
Dói muito pai.
Você tinha o cu sanzinho, se nota. O que quer fazer? Quer continuar sentindo ele ou quer que eu tire filho?
Não sei pai, não sei, só dói muito.
Calma, relaxa filho, só isso.
Senti que aos poucos ele foi se levantando e por momentos a dor ficava mais forte.
Aí está, já tirei.
Mas mete de novo ou não queria tirar a vontade comigo?
Vai doer.
Não importa, mete ele de novo só pai, já que eu provei agora quero que você tire a sua vontade. Ganas, olha como tu tá com ela, vai, enfia de novo e pronto.
Mas dessa vez deixa ela dentro de mim e não tira, mesmo que doa, eu aguento, senão nunca mais vou provar e sentir ela.
Vai, bora fazer agora.
Bom, vamos ver, abre bem as pernas de novo, mas molha ela direito dessa vez.
Ahhh sim, assim, aí sente melhor.
Ohhhh sim, filho, vai mais devagar, por favor, quero sentir ela entrando, não se apressa que temos a noite toda. Ahhhh siiiim, filho, como eu gosto, me esquentou muito, quanto tempo fazia que não sentia essa sensação.
Bom, filho, melhor ainda, porque você não sabe a vontade que eu tô agora. Ahhhh, aí você gosta, hein? Sim, filhooo, ahhhh que delícia, me fala se quer provar ela toda ou se tá bom aí. Sim, me dá ela toda, todaaaa, que não fique nada pra fora, mas devagar, sim. Você enfia ela toda, até suas bolas baterem na minha bunda. Ohhhhhhhhhhhhh, não aguento, fico mole toda, filho, não sei se vou aguentar te dar uma boa foda porque me esquentou demais.
Me fala que vai gozar dentro pelo menos. Ohhhh, deixa eu te foder do meu jeito, com muita força, você topa? Devagar, por favor, senão vai doer de novo.
Devagar, por favor, eu te peço. Ahhhh, filho, não consigo, é mais forte, deixa eu te dar uma boa foda, não se mexe que eu quero sentir como você geme de dor.
Goza, pai, goza. Não, filho, falta um pouco mais e eu deixo a pica esvaziar dentro da sua bunda.
Ahhhhh, que prazer mais gostoso. Se eu soubesse antes, filhinho, que você tinha interesse no seu pai, a gente teria passado melhor. Ohhhhhh ahhhhaha filhoooooooooooooo, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhggggggdggggg, ahhhggg.
Senti como ele, de tanto que bombeou, no fim conseguiu descarregar algo quente na minha bunda. Ahhhh, aí tá ela dentro de você, como pediu. Gostou? Fala alguma coisa? Me destruiu a pica, olha como ficou, toda caída.
Aíiii, pai, como dói, me comeu com vontade, mas dói muito, você tava como louco, não sei o que deu em você.
Já vai passar, filho, não acredito que boa foda eu te fiz dar, me esquentou muito. Fazia anos que não me divertia tanto assim, e olha que foi justamente com você que aconteceu, me deixou com tesão com sua conversinha.
Ele estava deitado de barriga pra cima e enquanto falava comigo ia tirando as últimas gotas de porra e limpando na minha bunda, dava pra ver que as bolas dele estavam rosadas.
Meus olhos fechavam de cansaço, não conseguia nem mexer um dedo, meu pai tinha me deixado sem forças, que cock enorme que ele tem.
Vou dar uma mijada e já volto, se quiser fica aqui mesmo pra dormir, aí você só atravessa pra sua cama, de quebra continua me fazendo companhia e eu não durmo tão sozinho pelo menos hoje.
A verdade é que não tinha vontade nem forças pra voltar pra minha cama e dormir, e ia te pedir pra ficar aqui, então acabei ficando e me acomodei bem onde tava, virei de bruços e fechei os olhos.
Quando pai se meteu na cama, se cobriu com o lençol e senti ele falar: filho, não tá com frio? Não pai, tô bem assim, quero só dormir, descansa. Tá bom filho, descansa (me deu um tapinha nas costas).
A claridade da manhã já aparecia atravessando a cortina, senti pai me dizer: bom dia filho, como cê tá? Como dormiu?
Bem pai, consegui dormir e não ouvi nada, nem você que tava do meu lado.
E você, como dormiu hein?
Bem filho, bem pra caralho e descansei finalmente, fazia tempo que não dormia tão bem assim.
E já vai levantar?
Não não, vim do banheiro de dar uma mijada.
Ah, pensei que já ia se levantar, viu que já tá claro parece.
Sim sim, mas são só cinco horas.
E você como tá? Senti ele dar um tapinha na minha bunda, como tá essa bunda hein? Ainda dói?
Não pai, já não tanto.
Que bom, fico muito feliz filho, porque ontem à noite você sofreu bastante pelo visto, mas depois parece que relaxou, e a verdade é que você é muito bom, olha que eu fiquei como há muito tempo não ficava, perdi o controle um pouco, não? Não não acho pai, com certeza você também tava com muita vontade, por isso ficou assim, eu te entendo.
E aí, gostou de como seu pai te comeu? Emmm sim, Pame, adorei, foi bom pra caralho.
No final, acabei aproveitando um pouco.
E que tal se eu pedir pra gente mandar mais um, um bom matinal, o que acha? Agora? Sim, vai, filho, foda-se, já foi, o pior já passou e estamos prontos, ou não? Eu ainda tô com vontade, e você?
Emmm, sei não, é muito cedo e ainda tô com sono, além disso não faz muito tempo que você me penetrou, vai, filho, vem cá, passa essa bunda pra cá que eu cuido disso e meto, ou vai me dizer que não gostou da pica? Não é isso, pai, até gostei, mas sei lá,
então vem pra cá, vai, assim vai se acostumando que quando papai tiver vontade já sabe onde saciar,
não, vai, agora não,
vai, passa essa bunda pra cá e pronto, que eu tô com vontade, acordei e não quis te comer dormindo, mas agora deu vontade de comer de novo, então vai.
Ele me agarrou com força e me levou pra onde ele estava, me deitou de lado e cruzou uma perna por cima da minha cintura pra eu não escapar, cuspiu na mão e passou no meu cu, com a mão guiou a cabeça da pica até meu buraco e me penetrou pela segunda vez em horas, e de um só empurrão.
Parecia insaciável, meu pai, calculo que há dias não bate uma, por isso tá descontando com gosto, já tava dentro de mim, senti ele me apertar com força, as bolas dele entre minhas pernas e a pica enorme crescendo dentro e me penetrando com gosto.
De repente, senti que ele começou com uns movimentos de tirar e meter, eu só sentia indo e vindo, a respiração dele já começando a acelerar, num momento ele tirou e disse: quero que você dê uma boa chupada pra molhar bem, aí depois eu coloco de novo. Peguei e comecei a chupar de baixo até a cabeça, hummm, que delícia sentir aquela sensação de novo, chupei por um bom tempo até ouvir: vira. E me ajeitei, ele me deitou de costas na frente dele, segurou minhas pernas, abriu e colocou nos ombros dele, senti ele molhar meu cu com um jato de cuspe e, ajudado por... Uma das mãos dele empurrou o pau dele no meu cu e ele me penetrou de novo. Ali mesmo, ele começou a me foder de novo, e eu senti que dessa vez ele ia com tudo. Eu podia ver ele gozando de frente pra mim, como ele se mexia, a barriga enorme no meio das minhas pernas, toda peluda, os braços dele me segurando pela cintura, me levando e me trazendo. Comecei a curtir o que via e como ele gemia com gosto. Quem diria, filho, não? Eu dormindo com você numa cama só, e ainda por cima os dois pelados, e ia rolar isso — você, meu filho, ia ser a melhor companhia, e quem ia matar minha vontade de foder essa noite. Não fala disso agora, pai, e continua, pai, que eu gosto, é gostoso. Além disso, pai, você sempre me atraiu, tem um corpo lindo e um pau grande que faz qualquer uma que ver ficar com vontade. Que porra de pau bonito que você tem, hein? Não me cansei de olhar ele o dia inteiro, e ainda gosto porque você esquenta à toa. Olha o que você vem me contar a essa hora, parece que a cerveja te fez soltar tudo. Não sei se foi a cerveja de hoje, mas que eu queria te ver assim pelado é de muito tempo, e eu rezava pra ter a chance e você não ficar bravo. Isso, pai, me dá mais assim, isso, continua que eu tô sentindo ele todo. Que grande que ele é, hein. Meu pai continuou me comendo com força, seguia gemendo de prazer e gozo a cada estocada que me dava. Eu segurava ele pelo cu e ajudava no movimento pra cada vez ser mais forte. Dá, pai, dá assim, isso, assim que eu gosto, dá com força, ehhh ehhh ehhhhhhhhh. Era excitação e prazer, o pau dele no meu cu parecia enorme, tanto que eu ouvia os gemidos dele cada vez mais fortes. Que cu gostoso que você tem, filho. Já tá doendo meu pau, a qualquer hora eu gozo no seu cu. Sim, deixa ele dentro, pai, não tira. Isso, filho, não me esquenta mais. Ele passou a mão na barriga dele e deu a última estocada com tudo, e eu senti ele me agarrar com força e apertar meu cu. Ahhhhh, filho da puta, você me fez gozar dentro de novo. Molhou meu cu todo. Ele soltou um último gemido, ahhhhhhh, e se acabou. afrouxei completamente
ahhhh filho, ,
pai, você gozou dentro de mim de novo,
sim filho, nem consegui tirar,
ahhhhh não importa, eu gostei mesmo, prefiro que você deixe até o final dentro, além disso, você sabe que eu senti melhor dessa vez e curti como você, foi bom, você ainda tem resistência, hein pai
ele se deitou na cama e eu chupei ele até ele me tirar de cima dele, você gostou, pai, ou não?
Sim, filho, foi muito bom dessa vez, mas me deixa descansar agora, ele limpou com a cueca como fazia nos velhos tempos, virou de lado e se cobriu com o lençol,
eu peguei o pau dele, chupei um pouco do sêmen, me masturbei bem e me deitei de barriga pra cima, pensativo sobre tudo que tinha acontecido, meu pai tinha me dado duas fodas daquelas, o homem que eu mais gostava desde pequeno, aquele que eu via pela porta, hoje foi ele quem me comeu, sim, ele, eu feliz da vida…
Agora sim, matei bem a vontade e agora tenho ele quando quero só pra mim e me divirto pra caralho.
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