A parada é que hoje acordei lá pras nove, hoje é meu dia de folga, então não fui trabalhar. Tava sozinha em casa, ou pelo menos era o que eu pensava. Tava um friozinho, coloquei um roupão por cima da camisola de dormir. Por baixo, dava pra ver só minha calcinha fio dental, óbvio. Durmo sem sutiã. Desci as escadas e fui no quintal pegar uma toalha. Quando entrei em casa, ouvi um barulho. Saí de novo e vi meu cunhado. Tinha esquecido que ele veio pintar uma parte do quintal e, pra piorar, ele tava só de cueca boxer. Ele é alto e magro, bem magro, moreno e tem olhos castanhos. — Oi, sister in law — ele falou, se aproximando de mim. Eu tava olhando pra ele, com o roupão entreaberto, deixando ver meus peitões e minha calcinha pequenininha por causa da transparência da minha blusa. Ele me beijou suavemente na bochecha. — E aí, hoje é folga? — falou sorrindo e tentando disfarçar o olhar pros meus peitos. Eu respondi que sim, olhando direto pro volume na cueca dele. *Agora tô entendendo por que minha cunhada tá com esse magrelo*, pensei enquanto fechava um pouco o roupão pra me cobrir. Nisso, Jorge pergunta: — Quer café da manhã? Tem café fresquinho. Eu concordei com a cabeça e ele se aproximou, me pegou pela cintura e fomos andando até a entrada. Ao entrar, ele ficou atrás de mim, fechando a porta. Eu parei na entrada e ele chegou por trás. — Pode entrar sem medo, não vai te acontecer nada — ele falou, colando o corpo no meu. Senti o volume da virilha dele grudado na minha bunda. Caminhei devagar até a sala, rebolando sensual. Deixei o roupão cair de leve. Senti o olhar dele no meu rabo, quase nu por causa da minha calcinha fio dental. Me virei pra ele e, olhando nos olhos dele, falei: — Cadê meu café? Tô com fome — e baixei o olhar pra cueca dele, toda estufada. Ele veio rápido e me beijou, enquanto as mãos dele percorriam meu corpo. Passei a mão na virilha dele e senti como ele tava duro. Fui descendo a cueca dele devagar. O pau ereto do meu brother... O pau do meu cunhado estava duro, apontando pro céu, era um pau fino, mas bem comprido, a cabeça vermelha e inchada parecia que ia explodir. Eu me ajoelhei na frente dele e comecei a aproveitar aquele mastro duro. Era tão comprido que eu sentia minha garganta se abrindo e ainda assim não entrava inteiro na minha boca. Ele acariciava meus peitos enquanto eu engolia o pau dele. Ele estava tão excitado que não aguentou muito mais as carícias que minha boca dava e em poucos minutos gozou. Engoli todo o leite do meu cunhado, que não foi muito — minha irmã deve comer ele todo dia, pensei. Continuei com o pau dele na boca até começar a murchar. Depois me levantei e dei um beijo suave na bochecha dele. — Tchau, cunhado, hoje a gente não se viu... E valeu pelo café da manhã — falei enquanto caminhava pro quintal. Me senti meio mal por ter chupado o pau do marido da minha irmã, mas, verdade seja dita, não consegui me segurar. Não resisti à vontade de provar e chupar até fazer ele gozar.
Depois tomei um banho e, depois de me vestir, fui tomar café da manhã com algo mais do que pau e porra, pensando em como sou puta e gostosa e em como me tornei uma chupadora de pau há um tempo.
Depois tomei um banho e, depois de me vestir, fui tomar café da manhã com algo mais do que pau e porra, pensando em como sou puta e gostosa e em como me tornei uma chupadora de pau há um tempo.
15 comentários - un buen sexo oral a mi concuñado
Buen relato, van ocho puntos
Leer el relato en la oficina y se me paro la pija!