Garrote na ruiva cordobesa (Foda casual de ano novo)

Última sexta do ano. Córdoba tá pegando fogo. Um calor do caralho e a noite tá espetacular. O 206 preto tava brilhando. Hoje passei no lava-jato e o carro virou uma arma de sedução especial e chamativa.
E foi assim que às 2 da manhã eu tava rodando pela Nova Córdoba, caçando ação.
Depois de umas voltas e mais voltas, onde parecia que nada ia rolar, vejo uma ruiva de shortinho apertado e um salto plataforma gigante. Ela tenta atravessar a rua, mas as buzinadas das motos e dos outros carros parecem incomodar ela...
Finalmente, decido parar no semáforo piscante do grande Boulevard... Ela me olha, faz uma espécie de reverência e decide atravessar. Atrás de mim, uns carros me xingam e enchem o saco com as buzinas...
A ruiva vira e vem andando na minha direção. Ela se apoia sensual na minha janela e chega perto da minha boca. Assim, a centímetros, ela fala baixinho: – Olha como eles tão ficando loucos agora olhando pra minha bunda – e era verdade. Ela se inclinava pra dentro do carro e as bandas do rabo apareciam a quarteirões.
Finalmente, ela passa a mão por cima da minha calça no meu volume e se despede. – Cerveja? – falei, e ela sorriu... virou os passos e entrou no carro.
Sônia, ela se chamava. E tinha o cheiro da noite. Mistura de perfume com cigarro.
Uma hora de rolê e o carro acabou num complexo de apartamentos no Crisol. Bairro que eu não conhecia.
Entramos no apartamento e rapidão me joguei nela. A língua dela era rápida e inquieta.
Minhas mãos apertavam a bunda dela com força. Ela tirou os sapatos enquanto eu soltava o shortinho dela. Ela tirou minha camisa e beijou meus mamilos. Quando tirei a calça, meu pau tava com uma ereção da porra.
Sônia se inclinou e começou a chupar meu pau devagar. Com uma das mãos, pegou minhas bolas e apertou de leve. Juro que achei que ia desmaiar. Foi uma dor levemente gostosa.
Em segundos, toda a roupa desapareceu. A de nós dois. Beijei e saboreei a buceta dela. Perfumada. Enfiei minha língua no cu firme dela e ela ficou louca.
Aí meti com vontade. Entrei pela buceta dela, que era apertada. Ela gemeu e empurrou pra trás, sem se importar que meu pau custasse a entrar.
- Dói - disse a Sônia, mas mesmo assim empurrou mais... eu puxei meu pau pra trás, como se quisesse sair, mas depois enfiei com uma estocada violenta.
Entrei uma vez atrás da outra na buceta dela, e ela começou a ceder.
Nessa altura, a gente tava muito quente e o ritmo acelerou.
- Me come - gritou a ruiva, com tesão. Assim, de quatro, com as costas levemente arqueadas pra facilitar a penetração, eu meti várias vezes... e quando sentia que ia gozar, diminuía a intensidade.
A Sônia tava doida. Empurrava e pedia pau. Eu dei uns tapinhas leves na bunda dela.
- Agora já tô perto, Adriano - ela disse, e isso me deu liberdade pra soltar toda minha força e buscar o fim.
Meti meu pau uma vez atrás da outra na carne dela, dando prazer.
Ela gemia baixinho e apertava a buceta quando eu saía... os peitos dela balançavam e o cheiro de sexo tomava tudo.
- Mais! - gritou com força e a voz entrecortada... eu continuei entrando nela e enfiei um dedo no cu dela. Mais... e mais e mais... até que a Sônia gemeu como uma loba e tremeu... eu também tava quase gozando e continuei com estocadas fundas enquanto ela ainda tremia.
E em mais duas metidas, minhas bolas estouraram. Senti como se litros de porra percorressem o tronco do meu pau e invadissem ela.
Ao sair, vi minha porra branca escorrendo pelas coxas dela.
Ela se deixou cair na cama. Acendeu um cigarro e me sorriu...
- Maneiro jeito de terminar o ano - disse com cara de puta.
- Total - respondi enquanto acariciava a buceta molhada dela.
Agora são 5 da manhã e o calor ainda não dá trégua. Lá fora, o 206 preto espera, mas eu quero mais um pouco dessa ruiva.

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