Lá estava eu, com uma deliciosa coroa e uma novinha de vinte e poucos anos se beijando na minha frente, e eu de pau duro deitado na cama olhando pra elas. Pra quem quiser saber como chegamos até aqui, pode dar uma olhada norelato anteriorMeu nome é Laura" disse a jovem de vinte e poucos anos, e a outra se deitou sobre ela, colocando a perna entre as de Laurita, um movimento delicioso as molhava e elas começaram a gemer pesadamente.

Olhando bem, não eram mãe e filha, não pareciam parentes, foda-se, continuavam como enguias molhadas rolando na cama, eu ainda hipnotizado, sentia o calor artificial do Cialis que a veterana me fez tomar. A mão dela desceu até a buceta da Laurita, suavemente, depois em círculos deliciosos e finalmente um e dois dedos pra dentro, com uma recompensa generosa de gemidos e fluidos. Era uma comunicação não verbal linda, não precisava de nada, só vê-las ondular, quase sentir como se tocavam, as peles se roçando, mamilo com mamilo e o eco em estéreo dos gemidos abafados entre as línguas compartilhadas das bocas delas.
Num movimento violento e, eu podia jurar, ensaiado, estavam numa posição de 69, a veterana por cima da outra com a bunda bem aberta na minha direção e comecei a acariciá-la com uma mão enquanto me tocava o pau pra enfiar, mas o olhar dela me indicou pra ir pro outro lado e meter na garota. Quase sorrateiramente, desci da cama com minha escopeta carregada buscando o novo alvo, e outro movimento da veterana deixou a garota de bunda pra cima olhando pra mim, e ela assentiu com um sorriso. Até aquele momento, tinha mil perguntas a fazer, mas tava com um fogo e o pau mais duro que o normal. Decidi brincar e fazer ela sentir entre as nádegas, debaixo do meu pau a outra chupava a buceta dela, e apresentei a ponta pra encontrar um calor abrasador que me convidava entre os lábios da ppk dela. Coloquei minhas mãos nas costas da Laurita e lentamente comecei a me enfiar dentro dela, mas sentia que ela tava rígida, dura, quase com medo. Quando senti um tremor nela, tirei um pouco, mas a veterana começou a meter forte no clitóris dela com a língua e os lábios. Naquele momento me senti meio estranho, até com medo de que a Laurita fosse virgem, mas uns olhos de debaixo do meu pau me indicavam pra continuar, então aos poucos voltei a meter, dessa vez seguindo o movimento. de ambas, sincronizando minha respiração com a delas. Dessa vez a buceta me recebeu diferente, tinha calor, suco da paixão e as coxas relaxaram pra abrir bem. Fiquei imóvel curtindo o vai e vem delas, fosse virgem ou não, queria dar o tempo dela, o prazer dela e um pouco de controle sobre o que rolava até que elas ficaram mais violentas na rebolada. A mina tava chegando ao auge, enquanto a outra chupava a pussy dela e eu fazia ela sentir meu cock até a metade, e quando chegaram num certo ponto, comecei a dar mais empurrão, a me enfiar mais fundo nela. Era um lindo sanduíche da Laurita, ela tava presa pelo clitóris que explodia e o calor das entranhas dela onde eu comecei a pulsar com o cock. Isso é um detalhe mínimo, mas me dizem que no meu caso é bem notável, meu coração bate forte no meu pau e ela continuava gozando e mais ainda até que a explosão lá dentro dela me indicava que ela tava gozando em mim… eu ainda com o sêmen dentro queria continuar comendo, então devagar tirei, e ela ia tremendo quando cada parte de mim saía dela, cada veia, cada textura da minha carne fazia ela gemer na saída.
Meu cock tava com a cabeça roxa de sangue, duro pra quebrar um tijolo, então a mais velha saiu debaixo da outra pra colocar os lábios no pau e chupar docemente como tinha feito antes. Depois sentou em mim e enfiou ele dentro dela, cada parte dela era um rio, cada paixão em mim a penetrou e enfiei minha cara nos peitos dela pra chupar enquanto abraçava e puxava ela mais pro meu poste. Então começou o vai e vem dela pra frente e pra trás, trabalhando meu pênis, por um tempo a Laurita olhava pra gente como se fôssemos seres de outro mundo. Depois a veterana com a mão dela puxou o rosto pra beijar enquanto continuava cavalgando meu pênis, então começou o movimento circular. Se vocês já viram dançar zumba, viram aquele movimento que essa puta fazia em mim, cada músculo endurecia e buscava mais e mais. paixão, recompensada pelos gemidos dela, entre beijos que as duas podiam se dar.
Depois de 20 ou 30 minutos, já tava doendo minha pica, mas essa puta não parava, parecia que ia quebrar em vários pedaços. Mas a outra continuava, e continuava, quando começou a gritar:
“tô com ela, tô com ela, tô com ela meu amoooor, sim, sim, sim, sim”. Minha pica tava sendo drenada, e eu virei a fonte das entranhas dela, com prazer, agitação, dor, tensão, e um monte de outras coisas, nossa respiração foi desacelerando juntos, nos olhando nos olhos num momento cósmico eterno. Tava doendo minha cabeça, e a gente tava banhado em suor, e aos poucos voltamos ao mundo pra perceber que a Laurita também tava na cama, com a mão entre as pernas, ondulando a pelve, com os dedinhos brincando nela mesma pra prazeres únicos. Me deixei cair pra trás e a veterana se deitou no meu peito. Quase alheios ao mundo, ouvimos o orgasmo que a novinha se dava sozinha, mas não olhamos pra ela, só escutávamos cada vez mais forte, até que de repente 3 gritos “já, assim, mmmmfff!!” era o único testemunho da terceira que gozava sozinha olhando pra gente ali, estirados, compartilhando pele molhada. Ouvimos ela se levantar e ir devagar pro banheiro, um barulho de chuveiro depois, mas a gente tava tão acabado que não conseguia nem se mexer.
“Ela não é virgem, é que ela gosta de garotas, e nunca tinha ficado com um garoto… menos com um homem, assim como você, com pelo no peito e uma pica dessa” Ela falou quase como uma piada, enquanto tocava meu peito e arrancava um fio de cabelo e estragou tudo que disse de masculino sobre mim ao falar sem querer no tom mais idiota e viado “auch!!”. Nós dois rimos.
Um dedo começou a acariciar minhas bolas, na parte de baixo, ali onde fazem quando querem te excitar… eu tava dolorido, quebrado, mas minha pica endureceu de novo.
“Deixa ela te conhecer, faz amizade, vai” e com a cabeça ela apontou pra porta do banheiro.
Não consigo nem começar a explicar como doíam minhas pernas ao Andando, minhas costas pareciam que um bisão tinha pisado em mim, e o pescoço tava meio duro se eu virava pra esquerda. O tempo passa pra todo mundo, né, mas quando entro no banheiro, vejo pelo vidro fosco a figura dócil da anjinha se contorcendo e passando sabão. Fiquei uns segundos olhando pra ela, ou tentando adivinhar naquela imagem borrada, e me movi em silêncio até a porta que tava aberta. Ela tava olhando pra parede, então sentiu minhas mãos nos ombros antes de me ver, e meu hálito na nuca antes de conseguir reagir.
Teve um susto, tipo um curto-circuito mental que deixou ela imóvel, talvez processando algo novo, talvez esperando só o que já tinha rolado e nada mais. Será que isso era demais?
Eu tenho 1,87, sou grandão, e ela é baixinha e bem magrinha, mas com uma bunda que agora dava pra apreciar de outro jeito, deliciosa e virgem pra mãos cabeludas como as minhas. Gotas escorrendo pelas curvas dela faziam ela parecer uma criatura de vidro e vapor. Minha pica tava na altura das costas dela, nas vértebras do pescoço. Talvez sentindo que o momento tava chegando e decidindo se tava pronta. Dava pra ver, ou imaginar, as dúvidas na mente dela, a estranheza de se ver fora do normal. Será que ela imaginava que o viril ou o masculino era algo ruim? Ou talvez indesejável, mas agora todo contexto tinha ido pro caralho, a respiração animal dos dois e a pele sendo tocada por um homem.
Um movimento suave, quase imperceptível no começo, mas acentuado no final, deixou ela com a bochecha apoiada no acrílico, sem me olhar, mas com a bundinha pra trás e as pernas separadas. Agora o chuveiro caía na parte do quadril dela onde estão aqueles furinhos lindos em cima da bunda, como se dissessem "coloca os dedos aqui". O triângulo entre as pernas e a bunda dela era delicioso, era único, e o cu dela começou a se abrir, mais e mais, como me convidando, enquanto minhas mãos acariciavam as costas dela.
Nesse momento, tenho certeza de que na mente dela ela estava viajando, lá longe com o vapor do chuveiro, o corpo dela todo entregue ao que viesse, a respiração dela embaçando o azulejo do lado e as mãos abertas e apoiadas… será que as expectativas dela eram algo de fantasia?
Por causa da diferença de altura, meu pau estava muito alto, então eu dobrei meus joelhos até que meu pau ficasse na altura da bunda dela e encostei a ponta no cu dela. Ela tremeu, dava pra ver a pele arrepiada, e eu fiquei parado ali esperando ela me mandar parar ou continuar… depois de alguns segundos, o cu relaxou e ela começou a ofegar, meu pau entrou só a ponta, uma nova pausa, e meus lábios chegaram na nuca dela, mordiscando de leve a pele, até chegar na orelha (sério, meu pescoço tava doendo, eu era claramente alto demais pra me abaixar tanto), e finalmente eu estiquei meus joelhos e com um empurrão meu pau entrou inteiro nela, e com minhas mãos no quadril dela eu levantei ela, minhas pernas estavam doloridas mas o peso dela não era grande problema. Agora ela tava contra a parede mas os pés dela não tocavam o chão, por mais que tentasse, eu empurrava pra cima. As mãos dela se agarraram no basculante pra não sentir que tava caindo e ela começou a fazer força pra subir e descer, enquanto eu empurrava ela pro céu com a força das minhas pernas e do meu pau.
Uma delícia de bum, pele tão branca e macia, era redondinho e gostoso… mas agora eram dois gomos com minha estaca preta se enfiando nas fantasias dela, no que ela pensava. do masculino, quantas vezes eu tinha imaginado isso com nojo. Os gemidos dela eram entrecortados, tremendo, assustada a cada empurrão das minhas pernas, enquanto arqueava a cintura e abria mais as pernas. Comecei a ouvir ela gemer mais alto e dizer: "papai, papai, aí, aí aí papai, sim papai..." levei a mão à boca dela e ela começou a chupar meus dedos (não queria ouvir me chamarem de papai, não importa o contexto, é estranho. Se vocês gostam, aproveitem, pra mim é creepy), agora eu sentia o lindo: "mmmhm! Mmmmgggápi mmmm m...ah..mmm" o que me excitava muito mais e comecei a bater com a outra mão na bunda dela. Agora ela estava suspensa no ar com meu pau, mas rapidamente se segurou na janela pra me deixar fazer isso. Eu batia forte na bochecha dela, e ela ficava mais e mais excitada, tirei o outro dedo da boca dela e com as duas mãos dava tapas naquela pele perfeita: "assim, vai gostosa, cê gosta de pancada? cê gosta de pica preta floco de neve?" e o movimento dela flexionando o corpo ficava mais forte, então abracei ela do jeito que estávamos e com o pau no cu tirei ela do banheiro... e caminhei com ela, carregando, até a cama onde deitei ela de bruços e continuei explorando a bunda dela, mais e mais fundo com explosões cada vez mais fortes. A base do pau começava a doer, muito mas muito, mas eu não conseguia parar. Ela gozou e começou a gozar e a gritar: "para papai, para!!! paraaa! Ah! sim, aí aí, continua, continua!!!" e colocou as mãos como garras no lençol e eu senti, vi os poros dela se abrirem, a pele arrepiada e meu pau começou a dar ondas de porra, e mais porra, até que ela lentamente ficou imóvel, respirando mais devagar. E então começou a soluçar, como um anjinho, e eu tirei... me senti mal, culpado, talvez. Ela dizia "tá tudo bem, é... áh, bem" enquanto continuava soluçando. Parei um segundo pra olhar meu pau, roxo e cheio de veias. Ainda tinha suco nela e os espasmos soltavam gotinhas tímidas. Uns lábios apareceram pra chupar de novo "Quanto de porra você quer tirar de mim Vadia?" e me deixou sem uma gota de sêmen, exausto.
Deslizei na cama ao lado da Laurita, e a veterana do outro lado a abraçou, beijando suas lágrimas de forma doce. Eu não sabia o que fazer, estava com culpa, me sentindo um merda, não sabia se tinha machucado ela, ou se era daquelas que choram no orgasmo, meus músculos já não respondiam. Sentia que a panturrilha direita estava prestes a ter cãibra, e abaixei a perna para o lado para encostar no piso frio... a dor foi sumindo aos poucos.
Laurita dormiu, mansa como uma putinha, eu estudava uma tatuagem pequena que ela tinha na perna. Um detalhe que não tive tempo de ver antes, uma marca de nascença no quadril direito, e seus finos cabelos ruivos, sua bundinha tinha a palma da minha mão marcada em vermelho, mas o tamanho me surpreendeu: a bunda é muito pequena ou minha mão é muito grande?
A veterana me indicou para ir com ela para a sala com alguns gestos, e nos levantamos silenciosamente, sem acordar a bela adormecida, nus pelo corredor.
"É a filha do meu ex, antes que pergunte", ela disse, "não sou uma depravada incestuosa".
"Ah, ok. Acho que sim. Tipo, você não me deu tempo pra nada", falei, enquanto aceitava o copo longo de água que ela me dava. Curiosamente, bebi tudo de uma vez enquanto ela falava.
"É uma menina muito sã, eu amo ela como se fosse minha. Ela gosta de garotas, mas o pai é muito assim". Ela fez um gesto com a mão "tipo, ele está no armário, por isso compartilha coisas online mas não se atreve a experimentar além de se tocar. Eu venho acompanhando ela no despertar sexual dela, o negócio é que ela nunca esteve com um homem. Ela tem os paus de plástico dela, mas se você não sabe de onde vem, tipo, falta contexto".
"Eu, mas ela estava chorando...".
"A experiência foi demais de uma vez, talvez. Nós nos tocamos juntas, nos massageamos e compartilhamos umidade", ela sorriu ao dizer "mas acho que jogar ela de uma vez assim, tipo, é demais. Tenho certeza que ela gostou, mas são As barreiras mentais são as que causam o choro. Parecia uma boneca de pano, coitadinha.”
“Bom, eu me senti super culpado, sei lá...”
“E se você enfiou isso no cu dela” E começou a rir apontando pro meu pau, que por algum motivo tava dormente “se ela não tivesse gostado, teria te parado, fica tranquilo... A propósito, me chamo Aldana” disse enquanto apertava meu pau e ria, ajoelhou e falou pra minha cabeça num tom de boneca de pano “muito prazer em conhecê-lo, senhor” e com seus lábios doces voltou a tirar meu leite, dessa vez com mais violência, mais sucção, minha pele doía, e com a mão segurava minha base com força. Sentia mil bolhas descendo, mel e prazer subindo, e ela encheu a boca de porra até a garganta, tossia mas não tirava... e continuou até a última gota.
Não me perguntem como cheguei em casa, mas tive cãibras nas pernas a noite toda, e no dia seguinte ainda andava todo dolorido, soltando gemidos de velho a cada passo, ou ao sentar, e o pau doía como um galho prestes a quebrar. Mas hey! Quem me tira o que eu dancei?... au!
Convido vocês a conhecerem minhas outras histórias.

Olhando bem, não eram mãe e filha, não pareciam parentes, foda-se, continuavam como enguias molhadas rolando na cama, eu ainda hipnotizado, sentia o calor artificial do Cialis que a veterana me fez tomar. A mão dela desceu até a buceta da Laurita, suavemente, depois em círculos deliciosos e finalmente um e dois dedos pra dentro, com uma recompensa generosa de gemidos e fluidos. Era uma comunicação não verbal linda, não precisava de nada, só vê-las ondular, quase sentir como se tocavam, as peles se roçando, mamilo com mamilo e o eco em estéreo dos gemidos abafados entre as línguas compartilhadas das bocas delas.
Num movimento violento e, eu podia jurar, ensaiado, estavam numa posição de 69, a veterana por cima da outra com a bunda bem aberta na minha direção e comecei a acariciá-la com uma mão enquanto me tocava o pau pra enfiar, mas o olhar dela me indicou pra ir pro outro lado e meter na garota. Quase sorrateiramente, desci da cama com minha escopeta carregada buscando o novo alvo, e outro movimento da veterana deixou a garota de bunda pra cima olhando pra mim, e ela assentiu com um sorriso. Até aquele momento, tinha mil perguntas a fazer, mas tava com um fogo e o pau mais duro que o normal. Decidi brincar e fazer ela sentir entre as nádegas, debaixo do meu pau a outra chupava a buceta dela, e apresentei a ponta pra encontrar um calor abrasador que me convidava entre os lábios da ppk dela. Coloquei minhas mãos nas costas da Laurita e lentamente comecei a me enfiar dentro dela, mas sentia que ela tava rígida, dura, quase com medo. Quando senti um tremor nela, tirei um pouco, mas a veterana começou a meter forte no clitóris dela com a língua e os lábios. Naquele momento me senti meio estranho, até com medo de que a Laurita fosse virgem, mas uns olhos de debaixo do meu pau me indicavam pra continuar, então aos poucos voltei a meter, dessa vez seguindo o movimento. de ambas, sincronizando minha respiração com a delas. Dessa vez a buceta me recebeu diferente, tinha calor, suco da paixão e as coxas relaxaram pra abrir bem. Fiquei imóvel curtindo o vai e vem delas, fosse virgem ou não, queria dar o tempo dela, o prazer dela e um pouco de controle sobre o que rolava até que elas ficaram mais violentas na rebolada. A mina tava chegando ao auge, enquanto a outra chupava a pussy dela e eu fazia ela sentir meu cock até a metade, e quando chegaram num certo ponto, comecei a dar mais empurrão, a me enfiar mais fundo nela. Era um lindo sanduíche da Laurita, ela tava presa pelo clitóris que explodia e o calor das entranhas dela onde eu comecei a pulsar com o cock. Isso é um detalhe mínimo, mas me dizem que no meu caso é bem notável, meu coração bate forte no meu pau e ela continuava gozando e mais ainda até que a explosão lá dentro dela me indicava que ela tava gozando em mim… eu ainda com o sêmen dentro queria continuar comendo, então devagar tirei, e ela ia tremendo quando cada parte de mim saía dela, cada veia, cada textura da minha carne fazia ela gemer na saída.
Meu cock tava com a cabeça roxa de sangue, duro pra quebrar um tijolo, então a mais velha saiu debaixo da outra pra colocar os lábios no pau e chupar docemente como tinha feito antes. Depois sentou em mim e enfiou ele dentro dela, cada parte dela era um rio, cada paixão em mim a penetrou e enfiei minha cara nos peitos dela pra chupar enquanto abraçava e puxava ela mais pro meu poste. Então começou o vai e vem dela pra frente e pra trás, trabalhando meu pênis, por um tempo a Laurita olhava pra gente como se fôssemos seres de outro mundo. Depois a veterana com a mão dela puxou o rosto pra beijar enquanto continuava cavalgando meu pênis, então começou o movimento circular. Se vocês já viram dançar zumba, viram aquele movimento que essa puta fazia em mim, cada músculo endurecia e buscava mais e mais. paixão, recompensada pelos gemidos dela, entre beijos que as duas podiam se dar.
Depois de 20 ou 30 minutos, já tava doendo minha pica, mas essa puta não parava, parecia que ia quebrar em vários pedaços. Mas a outra continuava, e continuava, quando começou a gritar:
“tô com ela, tô com ela, tô com ela meu amoooor, sim, sim, sim, sim”. Minha pica tava sendo drenada, e eu virei a fonte das entranhas dela, com prazer, agitação, dor, tensão, e um monte de outras coisas, nossa respiração foi desacelerando juntos, nos olhando nos olhos num momento cósmico eterno. Tava doendo minha cabeça, e a gente tava banhado em suor, e aos poucos voltamos ao mundo pra perceber que a Laurita também tava na cama, com a mão entre as pernas, ondulando a pelve, com os dedinhos brincando nela mesma pra prazeres únicos. Me deixei cair pra trás e a veterana se deitou no meu peito. Quase alheios ao mundo, ouvimos o orgasmo que a novinha se dava sozinha, mas não olhamos pra ela, só escutávamos cada vez mais forte, até que de repente 3 gritos “já, assim, mmmmfff!!” era o único testemunho da terceira que gozava sozinha olhando pra gente ali, estirados, compartilhando pele molhada. Ouvimos ela se levantar e ir devagar pro banheiro, um barulho de chuveiro depois, mas a gente tava tão acabado que não conseguia nem se mexer.
“Ela não é virgem, é que ela gosta de garotas, e nunca tinha ficado com um garoto… menos com um homem, assim como você, com pelo no peito e uma pica dessa” Ela falou quase como uma piada, enquanto tocava meu peito e arrancava um fio de cabelo e estragou tudo que disse de masculino sobre mim ao falar sem querer no tom mais idiota e viado “auch!!”. Nós dois rimos.
Um dedo começou a acariciar minhas bolas, na parte de baixo, ali onde fazem quando querem te excitar… eu tava dolorido, quebrado, mas minha pica endureceu de novo.
“Deixa ela te conhecer, faz amizade, vai” e com a cabeça ela apontou pra porta do banheiro.
Não consigo nem começar a explicar como doíam minhas pernas ao Andando, minhas costas pareciam que um bisão tinha pisado em mim, e o pescoço tava meio duro se eu virava pra esquerda. O tempo passa pra todo mundo, né, mas quando entro no banheiro, vejo pelo vidro fosco a figura dócil da anjinha se contorcendo e passando sabão. Fiquei uns segundos olhando pra ela, ou tentando adivinhar naquela imagem borrada, e me movi em silêncio até a porta que tava aberta. Ela tava olhando pra parede, então sentiu minhas mãos nos ombros antes de me ver, e meu hálito na nuca antes de conseguir reagir.
Teve um susto, tipo um curto-circuito mental que deixou ela imóvel, talvez processando algo novo, talvez esperando só o que já tinha rolado e nada mais. Será que isso era demais?
Eu tenho 1,87, sou grandão, e ela é baixinha e bem magrinha, mas com uma bunda que agora dava pra apreciar de outro jeito, deliciosa e virgem pra mãos cabeludas como as minhas. Gotas escorrendo pelas curvas dela faziam ela parecer uma criatura de vidro e vapor. Minha pica tava na altura das costas dela, nas vértebras do pescoço. Talvez sentindo que o momento tava chegando e decidindo se tava pronta. Dava pra ver, ou imaginar, as dúvidas na mente dela, a estranheza de se ver fora do normal. Será que ela imaginava que o viril ou o masculino era algo ruim? Ou talvez indesejável, mas agora todo contexto tinha ido pro caralho, a respiração animal dos dois e a pele sendo tocada por um homem.
Um movimento suave, quase imperceptível no começo, mas acentuado no final, deixou ela com a bochecha apoiada no acrílico, sem me olhar, mas com a bundinha pra trás e as pernas separadas. Agora o chuveiro caía na parte do quadril dela onde estão aqueles furinhos lindos em cima da bunda, como se dissessem "coloca os dedos aqui". O triângulo entre as pernas e a bunda dela era delicioso, era único, e o cu dela começou a se abrir, mais e mais, como me convidando, enquanto minhas mãos acariciavam as costas dela.Nesse momento, tenho certeza de que na mente dela ela estava viajando, lá longe com o vapor do chuveiro, o corpo dela todo entregue ao que viesse, a respiração dela embaçando o azulejo do lado e as mãos abertas e apoiadas… será que as expectativas dela eram algo de fantasia?
Por causa da diferença de altura, meu pau estava muito alto, então eu dobrei meus joelhos até que meu pau ficasse na altura da bunda dela e encostei a ponta no cu dela. Ela tremeu, dava pra ver a pele arrepiada, e eu fiquei parado ali esperando ela me mandar parar ou continuar… depois de alguns segundos, o cu relaxou e ela começou a ofegar, meu pau entrou só a ponta, uma nova pausa, e meus lábios chegaram na nuca dela, mordiscando de leve a pele, até chegar na orelha (sério, meu pescoço tava doendo, eu era claramente alto demais pra me abaixar tanto), e finalmente eu estiquei meus joelhos e com um empurrão meu pau entrou inteiro nela, e com minhas mãos no quadril dela eu levantei ela, minhas pernas estavam doloridas mas o peso dela não era grande problema. Agora ela tava contra a parede mas os pés dela não tocavam o chão, por mais que tentasse, eu empurrava pra cima. As mãos dela se agarraram no basculante pra não sentir que tava caindo e ela começou a fazer força pra subir e descer, enquanto eu empurrava ela pro céu com a força das minhas pernas e do meu pau.
Uma delícia de bum, pele tão branca e macia, era redondinho e gostoso… mas agora eram dois gomos com minha estaca preta se enfiando nas fantasias dela, no que ela pensava. do masculino, quantas vezes eu tinha imaginado isso com nojo. Os gemidos dela eram entrecortados, tremendo, assustada a cada empurrão das minhas pernas, enquanto arqueava a cintura e abria mais as pernas. Comecei a ouvir ela gemer mais alto e dizer: "papai, papai, aí, aí aí papai, sim papai..." levei a mão à boca dela e ela começou a chupar meus dedos (não queria ouvir me chamarem de papai, não importa o contexto, é estranho. Se vocês gostam, aproveitem, pra mim é creepy), agora eu sentia o lindo: "mmmhm! Mmmmgggápi mmmm m...ah..mmm" o que me excitava muito mais e comecei a bater com a outra mão na bunda dela. Agora ela estava suspensa no ar com meu pau, mas rapidamente se segurou na janela pra me deixar fazer isso. Eu batia forte na bochecha dela, e ela ficava mais e mais excitada, tirei o outro dedo da boca dela e com as duas mãos dava tapas naquela pele perfeita: "assim, vai gostosa, cê gosta de pancada? cê gosta de pica preta floco de neve?" e o movimento dela flexionando o corpo ficava mais forte, então abracei ela do jeito que estávamos e com o pau no cu tirei ela do banheiro... e caminhei com ela, carregando, até a cama onde deitei ela de bruços e continuei explorando a bunda dela, mais e mais fundo com explosões cada vez mais fortes. A base do pau começava a doer, muito mas muito, mas eu não conseguia parar. Ela gozou e começou a gozar e a gritar: "para papai, para!!! paraaa! Ah! sim, aí aí, continua, continua!!!" e colocou as mãos como garras no lençol e eu senti, vi os poros dela se abrirem, a pele arrepiada e meu pau começou a dar ondas de porra, e mais porra, até que ela lentamente ficou imóvel, respirando mais devagar. E então começou a soluçar, como um anjinho, e eu tirei... me senti mal, culpado, talvez. Ela dizia "tá tudo bem, é... áh, bem" enquanto continuava soluçando. Parei um segundo pra olhar meu pau, roxo e cheio de veias. Ainda tinha suco nela e os espasmos soltavam gotinhas tímidas. Uns lábios apareceram pra chupar de novo "Quanto de porra você quer tirar de mim Vadia?" e me deixou sem uma gota de sêmen, exausto.
Deslizei na cama ao lado da Laurita, e a veterana do outro lado a abraçou, beijando suas lágrimas de forma doce. Eu não sabia o que fazer, estava com culpa, me sentindo um merda, não sabia se tinha machucado ela, ou se era daquelas que choram no orgasmo, meus músculos já não respondiam. Sentia que a panturrilha direita estava prestes a ter cãibra, e abaixei a perna para o lado para encostar no piso frio... a dor foi sumindo aos poucos.
Laurita dormiu, mansa como uma putinha, eu estudava uma tatuagem pequena que ela tinha na perna. Um detalhe que não tive tempo de ver antes, uma marca de nascença no quadril direito, e seus finos cabelos ruivos, sua bundinha tinha a palma da minha mão marcada em vermelho, mas o tamanho me surpreendeu: a bunda é muito pequena ou minha mão é muito grande?
A veterana me indicou para ir com ela para a sala com alguns gestos, e nos levantamos silenciosamente, sem acordar a bela adormecida, nus pelo corredor.
"É a filha do meu ex, antes que pergunte", ela disse, "não sou uma depravada incestuosa".
"Ah, ok. Acho que sim. Tipo, você não me deu tempo pra nada", falei, enquanto aceitava o copo longo de água que ela me dava. Curiosamente, bebi tudo de uma vez enquanto ela falava.
"É uma menina muito sã, eu amo ela como se fosse minha. Ela gosta de garotas, mas o pai é muito assim". Ela fez um gesto com a mão "tipo, ele está no armário, por isso compartilha coisas online mas não se atreve a experimentar além de se tocar. Eu venho acompanhando ela no despertar sexual dela, o negócio é que ela nunca esteve com um homem. Ela tem os paus de plástico dela, mas se você não sabe de onde vem, tipo, falta contexto".
"Eu, mas ela estava chorando...".
"A experiência foi demais de uma vez, talvez. Nós nos tocamos juntas, nos massageamos e compartilhamos umidade", ela sorriu ao dizer "mas acho que jogar ela de uma vez assim, tipo, é demais. Tenho certeza que ela gostou, mas são As barreiras mentais são as que causam o choro. Parecia uma boneca de pano, coitadinha.”
“Bom, eu me senti super culpado, sei lá...”
“E se você enfiou isso no cu dela” E começou a rir apontando pro meu pau, que por algum motivo tava dormente “se ela não tivesse gostado, teria te parado, fica tranquilo... A propósito, me chamo Aldana” disse enquanto apertava meu pau e ria, ajoelhou e falou pra minha cabeça num tom de boneca de pano “muito prazer em conhecê-lo, senhor” e com seus lábios doces voltou a tirar meu leite, dessa vez com mais violência, mais sucção, minha pele doía, e com a mão segurava minha base com força. Sentia mil bolhas descendo, mel e prazer subindo, e ela encheu a boca de porra até a garganta, tossia mas não tirava... e continuou até a última gota.
Não me perguntem como cheguei em casa, mas tive cãibras nas pernas a noite toda, e no dia seguinte ainda andava todo dolorido, soltando gemidos de velho a cada passo, ou ao sentar, e o pau doía como um galho prestes a quebrar. Mas hey! Quem me tira o que eu dancei?... au!
Convido vocês a conhecerem minhas outras histórias.
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