—Sim, já estou livre — falei, reconhecendo a voz. Era do Héctor, um executivo importante de um banco, uns 40 anos, divorciado, com duas filhas da minha idade, ambas na faculdade. Já tínhamos marcado uns encontros antes, e até fui no escritório dele no banco pra fechar uma parada.
— Amanhã, quero você batendo na porta do meu escritório às sete da manhã. Vai estar extremamente elegante, não vou tolerar que venha de qualquer jeito. Vai estar arrumada e maquiada.
Dei uma olhada rápida na agenda e, por sorte, não tinha nada planejado. Então confirmei o encontro e desligamos. Como ia ter que acordar cedo, fui pro meu quarto já preparar a roupa. Escolhi stilettos pretos, meia-calça da mesma cor até a cintura, uma saia lápis cinza, uma camisa branca e um blazer da mesma cor da saia. Deixei tudo separado e me preparei pra dormir. Tirei a roupa, deitei, deixei uma janela levemente aberta no quarto e ajustei o despertador pra uma hora antes do encontro. Pouco depois de fechar os olhos, o sono me pegou.
Horas depois, acordei com o alarme do relógio. Por sorte, meu sono era leve, não custava nada levantar. Levantei o mais rápido que pude e fui tomar banho na hora, higienizando o corpo todo com sabonete e depois o cabelo com shampoo e condicionador. Saí do chuveiro e fui pro quarto me vestir. Tomei cuidado pra estar bem seca antes, pra não molhar a roupa. Terminei de me vestir e fui pra cozinha fazer dois pãezinhos com requeijão, mas não tomei nada — não queria me atrasar. Peguei a bolsa com minhas coisas e já eram seis e meia. Saí, desci do prédio e peguei um táxi. Como era horário de pico, não precisei esperar nada, já tinha táxi na rua. Entrei e pedi pra ele ir rápido, que eu tava com pressa.
Ele seguiu minha ordem à risca e, quinze minutos depois, já tava na fachada do banco. Como ficava numa área central, com muito negócios e outros prédios importantes, aproveitei pra entrar num café que ficava do lado do banco, pedi um pra viagem e tomei enquanto esperava dar a hora. Faltavam cinco minutos e entrei no banco, sabia como chegar onde precisava, então andei com confiança pra ninguém perguntar o que eu tava fazendo. Subi umas escadas pro primeiro andar, tinha várias salas, continuei andando e parei na frente de uma sala fechada. Na porta tinha o nome do Héctor, junto com o cargo dele. Vi que eram sete em ponto e bati na porta. — Entra — uma voz disse lá de dentro. Abri devagar, dei dois passos pra dentro da sala e fechei a porta atrás de mim. Lá estava o Héctor, atrás de uma mesa comum, com vários papéis em cima, além de um notebook. A mesa tinha uma abertura grande embaixo, dava pra ver os pés dele e os pés da cadeira onde ele tava sentado. Nas paredes da sala tinha uns diplomas da área econômica e umas fotos pessoais. — Agradeço muito pela sua pontualidade — o homem disse, desviou o olhar do monitor do computador e me encarou. — Sei que você gosta disso e leva a sério, e não seria legal da minha parte te decepcionar — falei, tirando a bolsa e deixando num móvel pequeno do meu lado, e dei o último gole no café, largando o copo também. — Vamos ver, vira pra mim — ele disse, fechando o notebook e olhando meu corpo de cima a baixo. Fiz isso, devagar, com as mãos pra cima. Dei uma volta completa e voltei pra posição original. Olhei pra ele de novo e ele já tava com a gravata solta, ao mesmo tempo que passava a língua nos lábios. — Você tá tão putinha quanto uma das minhas meninas — o homem sentenciou, me encarando. Eu levei as palavras dele como um elogio e sorri. — Toma, isso é seu — ele abriu uma das gavetas da mesa, tirou um envelope fechado e me entregou. Peguei e guardei na bolsa. — Agora vem aqui — ele disse, e imaginei que tivesse aberto a calça, deixando cair. e pelo jeito que a cara dele tava, ele começou a bater punheta.
Eu me ajoelhei e fui de gatinho devagar até ele, passei por baixo do buraco da mesa e lá estava o pau dele, sendo esfregado por uma das mãos dele. Rapidinho eu tirei a mão dele e coloquei a minha, segurei firme no tronco e comecei a bater punheta devagar.
— Humm sim, gatinha — ele falou.
— Assim que cê gosta, papai? — falei, brincando um pouco com aquele tesão que ele tinha dito antes que eu parecia uma das filhas dele.
— Sim, adoro — ele respondeu e gemeu.
Continuei batendo punheta nele e de vez em quando passava a língua na cabeça, no comprimento todo, e também nas bolas dele. O tempo foi passando e eu sentia com a língua e a mão como o pau dele ia crescendo de tamanho, grossura e dureza. Ele me agarrou pelo cabelo que eu tinha preso e deu mais impulso nos meus movimentos, enfiando o pau dele fundo na minha boca, enquanto eu saboreava e inundava todo o meu céu da boca. Eu ficava na missão de manter a calma pra não engasgar e ter que pedir pra parar de repente.
Foi um tempão, até que finalmente ele pediu pra eu sair de onde tava, empurrou a cadeira dele e me deixou espaço pra eu continuar de gatinho e sair. Eu fiz isso, me levantei de novo, limpei um pouco os lábios na manga da camisa e olhei pra ele.
— Tira o blazer e levanta a saia, coloca as mãos na mesa — ele falou. Eu obedeci na hora, larguei o blazer no chão e agora minha calcinha fio-dental tava à mostra, uma peça de renda preta com detalhes prateados. Eu me inclinei contra a mesa, levantando um pouco a bunda.
— Assim? — perguntei, olhando pra porta.
— Exatamente assim — ele disse, puxando minha calcinha pra baixo, segurando minhas nádegas e separando elas com as duas mãos. Ele ainda não tinha se levantado, continuava sentado na cadeira e se aproximou de mim. Momentos depois, eu senti a língua dele, me chupando de cima pra baixo. Isso me fez soltar gemidos fortes. Não tive medo de alguém ouvir ou de alguém entrar, isso já tinha acontecido antes sem problemas. Consequências. A língua dela mostrava uma experiência que só podia ser explicada pela idade dela, conseguia me fazer sentir coisas que poucas pessoas conseguiam.
Continuou assim por uns quinze minutos, no final dos quais meu tesão estava no ponto certo, assim como imaginei que o dele também estava. Ele se levantou e eu pude ouvir a calça dele cair aos pés. Ele se apoiou contra mim e senti o pau dele duro sobre meu corpo. A respiração dele nos meus ombros, junto com um beijinho na minha nuca.
— Por favor, me dá — pedi, quase sussurrando.
Ele me agarrou pela cintura e me inclinou um pouco mais sobre a mesa. Me deu um tapinha na bunda e senti ele baixar a cueca para dar passagem ao pau dele, tocando diretamente os lábios da minha buceta. Ele segurou o pau com uma mão e passou ele por toda a extensão, pegando devagar um pouco do meu tesão para lubrificar. Diante de um segundo pedido, ele deixou o pau dele entrar na minha buceta. Provocando em nós dois um gemido intenso, e ficamos naquela posição por alguns segundos. Eu podia sentir o pau inteiro dele dentro de mim, ele tinha enfiado de uma vez só, podia sentir suavemente o relevo do pau dele, as veias saltadas e a dureza característica. Depois de um tempinho ele começou a se mexer, imaginei que ele tinha se acalmado e recuperado a compostura. Me segurando pela cintura, ele se movia devagar, mas firme, com uma cadência fixa e estável. O jeito dele de foder sempre foi o contrário de, por exemplo, correr uma corrida, era mais uma maratona, aproveitar o momento e tentar durar o máximo possível. Ele continuava com as estocadas e os tapinhas ocasionais na minha bunda, alternando entre a direita e a esquerda, os gemidos iam aumentando, embora não tanto a ponto de fazer um espetáculo auditivo para o prédio do banco inteiro. Sem ter um relógio à vista, imaginei que tinham se passado uns trinta minutos, pela respiração ofegante dele e pelo meu calor corporal, imaginei que nós dois compartilhávamos uma excitação idêntica. Comecei a sentir que ele acelerava os movimentos. Conseguia enfiar o pau mais fundo até o talo, o que me fazia me contorcer de prazer.
— Já vou gozar — ele disse entre gemidos, me segurando firme pela bunda.
— Vai fundo, gostoso, me dá tudo — falei, usando de novo o tesão pra instigar ele mais.
— Ahhh sim — ele gritou forte e senti toda a descarga dele dentro de mim, na hora ele se apoiou no meu corpo, parando os movimentos por completo.
Ficou assim por uns minutos, respirando na minha nuca e nos meus ombros. Eu ainda estava apoiada na mesa, sentindo as batidas dele dentro de mim e me acalmando. De repente, ele tirou o pau de dentro, limpou na minha calcinha, levantou a cueca junto com a calça e fechou. Eu continuei parada, então ele subiu minha tanga, ajeitando, juntando o gozo dele e prendendo ali dentro, e pra finalizar, baixou e arrumou a saia, me deixando basicamente apresentável.
— Já pode ir — ele disse, firme. Senti ele sentar de novo na cadeira. Eu me levantei, arrumei melhor minha roupa e voltei pro meu lugar. Peguei meu blazer junto com a bolsa e minha agora xícara de café frio.
Me certifiquei de que o cabelo estava arrumado e saí do escritório dele, fechando a porta. Na hora, senti uma gotinha escorrendo pela parte de dentro de uma das minhas pernas, descendo. Não precisei perguntar o que era, sabia muito bem. Saí do banco e joguei o copo de isopor que segurava numa das mãos, numa lixeira perto de onde estava. Fui até a calçada e comecei a acenar pros carros, na esperança de que um táxi parasse pra mim.
— Amanhã, quero você batendo na porta do meu escritório às sete da manhã. Vai estar extremamente elegante, não vou tolerar que venha de qualquer jeito. Vai estar arrumada e maquiada.
Dei uma olhada rápida na agenda e, por sorte, não tinha nada planejado. Então confirmei o encontro e desligamos. Como ia ter que acordar cedo, fui pro meu quarto já preparar a roupa. Escolhi stilettos pretos, meia-calça da mesma cor até a cintura, uma saia lápis cinza, uma camisa branca e um blazer da mesma cor da saia. Deixei tudo separado e me preparei pra dormir. Tirei a roupa, deitei, deixei uma janela levemente aberta no quarto e ajustei o despertador pra uma hora antes do encontro. Pouco depois de fechar os olhos, o sono me pegou.
Horas depois, acordei com o alarme do relógio. Por sorte, meu sono era leve, não custava nada levantar. Levantei o mais rápido que pude e fui tomar banho na hora, higienizando o corpo todo com sabonete e depois o cabelo com shampoo e condicionador. Saí do chuveiro e fui pro quarto me vestir. Tomei cuidado pra estar bem seca antes, pra não molhar a roupa. Terminei de me vestir e fui pra cozinha fazer dois pãezinhos com requeijão, mas não tomei nada — não queria me atrasar. Peguei a bolsa com minhas coisas e já eram seis e meia. Saí, desci do prédio e peguei um táxi. Como era horário de pico, não precisei esperar nada, já tinha táxi na rua. Entrei e pedi pra ele ir rápido, que eu tava com pressa.
Ele seguiu minha ordem à risca e, quinze minutos depois, já tava na fachada do banco. Como ficava numa área central, com muito negócios e outros prédios importantes, aproveitei pra entrar num café que ficava do lado do banco, pedi um pra viagem e tomei enquanto esperava dar a hora. Faltavam cinco minutos e entrei no banco, sabia como chegar onde precisava, então andei com confiança pra ninguém perguntar o que eu tava fazendo. Subi umas escadas pro primeiro andar, tinha várias salas, continuei andando e parei na frente de uma sala fechada. Na porta tinha o nome do Héctor, junto com o cargo dele. Vi que eram sete em ponto e bati na porta. — Entra — uma voz disse lá de dentro. Abri devagar, dei dois passos pra dentro da sala e fechei a porta atrás de mim. Lá estava o Héctor, atrás de uma mesa comum, com vários papéis em cima, além de um notebook. A mesa tinha uma abertura grande embaixo, dava pra ver os pés dele e os pés da cadeira onde ele tava sentado. Nas paredes da sala tinha uns diplomas da área econômica e umas fotos pessoais. — Agradeço muito pela sua pontualidade — o homem disse, desviou o olhar do monitor do computador e me encarou. — Sei que você gosta disso e leva a sério, e não seria legal da minha parte te decepcionar — falei, tirando a bolsa e deixando num móvel pequeno do meu lado, e dei o último gole no café, largando o copo também. — Vamos ver, vira pra mim — ele disse, fechando o notebook e olhando meu corpo de cima a baixo. Fiz isso, devagar, com as mãos pra cima. Dei uma volta completa e voltei pra posição original. Olhei pra ele de novo e ele já tava com a gravata solta, ao mesmo tempo que passava a língua nos lábios. — Você tá tão putinha quanto uma das minhas meninas — o homem sentenciou, me encarando. Eu levei as palavras dele como um elogio e sorri. — Toma, isso é seu — ele abriu uma das gavetas da mesa, tirou um envelope fechado e me entregou. Peguei e guardei na bolsa. — Agora vem aqui — ele disse, e imaginei que tivesse aberto a calça, deixando cair. e pelo jeito que a cara dele tava, ele começou a bater punheta.
Eu me ajoelhei e fui de gatinho devagar até ele, passei por baixo do buraco da mesa e lá estava o pau dele, sendo esfregado por uma das mãos dele. Rapidinho eu tirei a mão dele e coloquei a minha, segurei firme no tronco e comecei a bater punheta devagar.
— Humm sim, gatinha — ele falou.
— Assim que cê gosta, papai? — falei, brincando um pouco com aquele tesão que ele tinha dito antes que eu parecia uma das filhas dele.
— Sim, adoro — ele respondeu e gemeu.
Continuei batendo punheta nele e de vez em quando passava a língua na cabeça, no comprimento todo, e também nas bolas dele. O tempo foi passando e eu sentia com a língua e a mão como o pau dele ia crescendo de tamanho, grossura e dureza. Ele me agarrou pelo cabelo que eu tinha preso e deu mais impulso nos meus movimentos, enfiando o pau dele fundo na minha boca, enquanto eu saboreava e inundava todo o meu céu da boca. Eu ficava na missão de manter a calma pra não engasgar e ter que pedir pra parar de repente.
Foi um tempão, até que finalmente ele pediu pra eu sair de onde tava, empurrou a cadeira dele e me deixou espaço pra eu continuar de gatinho e sair. Eu fiz isso, me levantei de novo, limpei um pouco os lábios na manga da camisa e olhei pra ele.
— Tira o blazer e levanta a saia, coloca as mãos na mesa — ele falou. Eu obedeci na hora, larguei o blazer no chão e agora minha calcinha fio-dental tava à mostra, uma peça de renda preta com detalhes prateados. Eu me inclinei contra a mesa, levantando um pouco a bunda.
— Assim? — perguntei, olhando pra porta.
— Exatamente assim — ele disse, puxando minha calcinha pra baixo, segurando minhas nádegas e separando elas com as duas mãos. Ele ainda não tinha se levantado, continuava sentado na cadeira e se aproximou de mim. Momentos depois, eu senti a língua dele, me chupando de cima pra baixo. Isso me fez soltar gemidos fortes. Não tive medo de alguém ouvir ou de alguém entrar, isso já tinha acontecido antes sem problemas. Consequências. A língua dela mostrava uma experiência que só podia ser explicada pela idade dela, conseguia me fazer sentir coisas que poucas pessoas conseguiam.
Continuou assim por uns quinze minutos, no final dos quais meu tesão estava no ponto certo, assim como imaginei que o dele também estava. Ele se levantou e eu pude ouvir a calça dele cair aos pés. Ele se apoiou contra mim e senti o pau dele duro sobre meu corpo. A respiração dele nos meus ombros, junto com um beijinho na minha nuca.
— Por favor, me dá — pedi, quase sussurrando.
Ele me agarrou pela cintura e me inclinou um pouco mais sobre a mesa. Me deu um tapinha na bunda e senti ele baixar a cueca para dar passagem ao pau dele, tocando diretamente os lábios da minha buceta. Ele segurou o pau com uma mão e passou ele por toda a extensão, pegando devagar um pouco do meu tesão para lubrificar. Diante de um segundo pedido, ele deixou o pau dele entrar na minha buceta. Provocando em nós dois um gemido intenso, e ficamos naquela posição por alguns segundos. Eu podia sentir o pau inteiro dele dentro de mim, ele tinha enfiado de uma vez só, podia sentir suavemente o relevo do pau dele, as veias saltadas e a dureza característica. Depois de um tempinho ele começou a se mexer, imaginei que ele tinha se acalmado e recuperado a compostura. Me segurando pela cintura, ele se movia devagar, mas firme, com uma cadência fixa e estável. O jeito dele de foder sempre foi o contrário de, por exemplo, correr uma corrida, era mais uma maratona, aproveitar o momento e tentar durar o máximo possível. Ele continuava com as estocadas e os tapinhas ocasionais na minha bunda, alternando entre a direita e a esquerda, os gemidos iam aumentando, embora não tanto a ponto de fazer um espetáculo auditivo para o prédio do banco inteiro. Sem ter um relógio à vista, imaginei que tinham se passado uns trinta minutos, pela respiração ofegante dele e pelo meu calor corporal, imaginei que nós dois compartilhávamos uma excitação idêntica. Comecei a sentir que ele acelerava os movimentos. Conseguia enfiar o pau mais fundo até o talo, o que me fazia me contorcer de prazer.
— Já vou gozar — ele disse entre gemidos, me segurando firme pela bunda.
— Vai fundo, gostoso, me dá tudo — falei, usando de novo o tesão pra instigar ele mais.
— Ahhh sim — ele gritou forte e senti toda a descarga dele dentro de mim, na hora ele se apoiou no meu corpo, parando os movimentos por completo.
Ficou assim por uns minutos, respirando na minha nuca e nos meus ombros. Eu ainda estava apoiada na mesa, sentindo as batidas dele dentro de mim e me acalmando. De repente, ele tirou o pau de dentro, limpou na minha calcinha, levantou a cueca junto com a calça e fechou. Eu continuei parada, então ele subiu minha tanga, ajeitando, juntando o gozo dele e prendendo ali dentro, e pra finalizar, baixou e arrumou a saia, me deixando basicamente apresentável.
— Já pode ir — ele disse, firme. Senti ele sentar de novo na cadeira. Eu me levantei, arrumei melhor minha roupa e voltei pro meu lugar. Peguei meu blazer junto com a bolsa e minha agora xícara de café frio.
Me certifiquei de que o cabelo estava arrumado e saí do escritório dele, fechando a porta. Na hora, senti uma gotinha escorrendo pela parte de dentro de uma das minhas pernas, descendo. Não precisei perguntar o que era, sabia muito bem. Saí do banco e joguei o copo de isopor que segurava numa das mãos, numa lixeira perto de onde estava. Fui até a calçada e comecei a acenar pros carros, na esperança de que um táxi parasse pra mim.
2 comentários - Minhas experiências como acompanhante (XVIII)