Meu nome é Catalina, tenho 23 anos e vou contar pra vocês como foi que numa noite de sexta-feira acabei botando chifre no meu namorado com os amigos dele.Eu sempre fui uma mulher bem alegre. Rumbera e muito desencanada, mas apesar disso, nunca na minha vida fui capaz de trair algum namorado, e muito menos fui capaz de transar com mais de um cara ao mesmo tempo.
Não é por me gabar nem nada parecido, mas tenho um corpo gostoso que me fez ser muito popular entre os homens e ter uma porrada de pretendentes, e como sou bem rumbera e costumo me vestir de um jeito bem provocante, consigo perceber o jeito que os caras me olham. Toda vez que ando na rua, sinto os homens me despindo só com o olhar, e pra ser sincera, gosto que me olhem. Mas só até aí. Gosto que os caras me olhem e me elogiem, mas sempre mantenho a distância necessária pra não rolar nada além disso.
De entre as minhas amigas, eu era a mais "certinha", se é que podemos chamar assim. Já que só tinha tido 3 namorados, incluindo o atual, e só tinha transado com 4 homens na vida toda. Minhas amigas tinham um histórico muito mais extenso que o meu, e por isso viviam me enchendo o saco pra eu parar de ser tão "santinha". Mas, por causa dos meus princípios e da forma como fui criada, nunca fazia nada que saísse do normal.
Era uma noite de sábado. Minha melhor amiga, Daniela, aproveitando que os pais tinham viajado no fim de semana, decidiu junto com o irmão dela, Carlos, fazer uma festa na casa dela. Ela morava a algumas ruas da minha casa, e como éramos amigas desde crianças, naquela noite eu conversei com meus pais e avisei que ia dormir na casa dela, então não precisavam me esperar acordados.
Eu fui pra festa com meu namorado, Armando. Naquela noite, a Daniela também estava com o namorado dela, assim como a maioria das pessoas que estavam lá.
Meu namorado é um daqueles caras que, quando toma uns drinks, começa a ser um babaca. Naquela noite, a gente teve uma briguinha porque eu não queria que ele bebesse demais, mas ele, todo grosso, disse que fazia o que bem entendia e quase a noite toda me deixou sozinha, preferindo ir beber com o Hernán e o Camilo. Eles dois eram os melhores amigos dele, junto com o Carlos, o irmão da Daniela. Com eles, nunca tive uma amizade de verdade e quase nunca trocava uma palavra. Além do "oi", eram raras as vezes que eu falava algo. Mas aquela noite ia ser diferente — mas não vou me adiantar.
Era quase 1h da manhã. Meu namorado já estava completamente bêbado. Eu estava tão puta que nem ligava pra ele. Minhas amigas falavam pra eu levar ele pra casa dele, mas eu não dava ouvidos.
Os amigos decidiram levar ele pra casa, e ele, claro, não queria ir embora e me deixar sozinha na festa, porque era incrivelmente ciumento. Mas eles, como conseguiram, o levaram.
Eu, no meio da... Minha amargura comecei a beber um pouquinho mais do que devia. Não gostava muito de beber, mas naquela noite eu tava pouco me lixando pra tudo.
Conforme o tempo passava, o pessoal ia embora e quando deu 2h30 da manhã, só restavam eu, a Daniela, o namorado dela, os três amigos do meu namorado e a Susana, uma amiga da Daniela. Como eu já tava entediada e sem ninguém pra conversar, resolvi ir dormir, mas o Hernán, segurando minha mão, me disse:
- Cata, quer dançar um pouco?
- Mmmm… tá, vamos.
Não tinha dançado muito porque tava puta com meu namorado e ele ficava enchendo o saco se eu dançasse com outro cara, mas como ele já tinha ido embora, resolvi pelo menos me divertir um pouco.
Dançamos umas quatro músicas. Eu não tinha muita intimidade com ele, então dançamos meio separados. Eu gostava de dançar do jeito certo. Corpo com corpo, com movimentos ousados e sem frescura, mas como ele era amigo do meu namorado e eu não me dava bem com ele, não me atrevia a falar nada.
Pedi pra ele me deixar ir pegar água, ele deixou, mas não sem antes falar que ia me esperar pra continuar dançando. Enquanto tava na cozinha, pensei que era a hora de começar a conversar mais com ele e nos conhecer melhor, já que, sendo amigo do meu namorado, a gente ia acabar se encontrando em alguns lugares.
Quando voltei, tava tocando uma música bem agitada, e ele, como se lesse minha mente, me pegou pela cintura, colou o corpo dele no meu e começamos a dançar do jeito que eu gostava. No começo fiquei com vergonha, mas olhei em volta e vi que ninguém tava olhando pra gente, então só relaxei e me deixei levar por ele. Dançamos umas duas músicas sem falar nada. A gente tava bem juntinho. Eu sentia a coisa dele na minha barriga, mas não me incomodou nem um pouco, porque não era o primeiro cara com quem eu dançava que acontecia isso. Ele tava duríssimo, tentava se afastar um pouco, mas eu já tinha notado a ereção dele. Achei a situação meio engraçada. Quando a música acabou, a gente se olhou, e ele, tentando desviar minha atenção, falou:
- Cê dança muito bem, Cata.
- Cê dança demais também (falei, dando um sorrisinho).
- Quer continuar?
- Claro.
A gente continuou dançando. Ele tava com as mãos na minha cintura, dançávamos tão bem que eu até esqueci daquele detalhe do pau dele na minha barriga. Quando a música tava na metade, ele colou o pau de novo em mim, senti aquela coisa dura na minha barriga de novo, mas dessa vez ele não fez nada pra se afastar, já tava encostando de um jeito meio sem vergonha. Eu, totalmente focada na dança, ignorei o assunto. Mas mesmo assim olhei em volta de novo e percebi que na sala só tinham sobrado Carlos, Camilo, Hernán e eu. Não tinha notado que todo mundo tinha ido embora. Carlos e Camilo tavam concentrados numa conversa e não olhavam pra gente, então só deixei ele esfregar o pau em mim.
Mas as coisas iam esquentar um pouco mais quando No meio da dança, ele colocou a mão direita na minha bunda. No começo, só deixou ela ali parada, mas depois começou a apertar. Eu me surpreendi, mas não me incomodei. Como não fiz nada pra impedir, ele continuou se arriscando e agora agarrou a outra bunda e apertou bem forte, do jeito que eu pudesse sentir muito mais a coisa dele encostada em mim. Não sei por quê. Talvez pelos drinks que eu tinha tomado, ou talvez porque eu queria que algo rolasse, mas não fiz nada pra parar. Continuei dançando como se nada estivesse acontecendo.
Quando a música acabou, a gente se olhou fixamente por uns segundos e sorriu. Sem dúvida, alguma coisa tava rolando ali. Eu, com toda certeza, tava dando carta branca pro amigo do meu namorado me apalpar à vontade, e ele não ia perder essa chance comigo.
A gente se afastou um pouco do Carlos e do Camilo pra eles não verem, e o Hernán continuou me apalpando de novo. Agora muito mais ousado, ele pegava na minha bunda e a gente quase não dançava mais. A situação me deixava completamente excitada, não conseguia acreditar que tava deixando outro cara, que não era meu namorado, me apalpar daquele jeito. De repente, ele me virou de costas pra ele e a gente começou a se mexer assim. O pau dele tava colado nas minhas costas, já que sou um pouco mais baixa que ele. Mas daí ele começou a passar a mão na minha buceta. Sem dúvida, o maldito sabia que eu tava excitada e queria me deixar ainda mais molhada, e tava conseguindo. Depois, ele pegava nos meus peitos. Eu já tava no limite quando percebi que o Carlos e o Camilo estavam nos olhando. Fiquei meio nervosa, me afastei dele e falei que ia pegar um pouco d'água.
Da cozinha, dava pra ver os três cochichando alguma coisa e me olhando. Eu não sabia do que falavam, mas não tava ligando. Tentei me acalmar um pouco daquela putaria que tava sentindo, demorei uns minutos pra voltar pra sala. Quando voltei, Hernán tava sentado falando no celular e Camilo, sem perder tempo, me perguntou se eu queria dançar com ele. Não vi motivo pra recusar e aceitei.
Mas ele, ligado no que Hernán tinha conseguido no começo, colocou as mãos na minha cintura e depois começou a me apalpar, embora de um jeito menos insistente que o Hernán. Na hora, devia ter botado ele no lugar, mas não fiz isso. Sem dúvida, eu queria que rolasse alguma coisa, me fazia de desentendida enquanto Camilo continuava pegando na minha bunda. A gente se mexia junto e, depois, por vontade própria, virei de costas pra ele, encostando minha buceta no pau dele, que também tava duro. Ali, entendi que queria sexo. Mas não sabia o que ia rolar; ele começou a pegar nos meus peitos com mais tesão e, quando eu já tava perdida de novo na putaria, comecei a passar a mão direita no pau dele por cima da calça. A gente se virou um pouco e fiquei de frente pro Hernán e pro Carlos, que me olhavam de um jeito incrivelmente safado. Camilo continuava pegando nos meus peitos e na minha buceta, e eu, olhando fixo pro Hernán, sorri pra ele. Deus, o que tava acontecendo comigo? Não podia acreditar que tavam me apalpando na frente de duas pessoas e eu não falava nada, sendo que em situações normais eu costumava dar um tapa em quem ousasse tocar num peito meu.
Hernán chegou mais perto e, com a mão direita, começou a pegar nos meus peitos. Eu, como a noite toda, deixei, e finalmente Carlos, o irmão da Daniela, também fez o mesmo. Naquele momento, soube que ia acabar fodendo com os três. Esqueci namorado, moral, princípios, tudo. Só queria dar, e eles, obviamente, tavam loucos pra isso.
Vocês não têm ideia do nível de excitação que eu senti naquele momento. Era impressionante como minha buceta ficava molhada. Meus peitos estavam duríssimos e meu coração batia desesperado. Comecei a passar a mão nas picas do Carlos e do Hernán, que estavam na minha frente, enquanto o Carlos não parava de agarrar minha buceta. O Hernán começou a baixar a calça. Por cima da cueca, continuei passando a mão na pica dele, e aí o Carlos também baixou a calça, mas ele tirou a cueca, mostrando a pica enorme dele. Sem hesitar, peguei nela. O Camilo, atrás de mim, começou a desabotoar minha calça. Eu, descontrolada, continuei segurando a pica do Carlos e do Hernán, que, ao baixar a cueca, me guiou para pegar na dele também. Eu tinha duas picas nas mãos e estava tão gulosa que me inclinei um pouco e comecei a chupá-las. Elas estavam uma do lado da outra, e eu metia uma e depois a outra na boca. Enquanto isso, o Camilo tinha conseguido tirar minha calça. Ele baixou minha calcinha fio-dental até os joelhos e começou a enfiar dois dedos na minha buceta. Meu Deus, que delícia o que eu estava sentindo.
Quando, de repente, sinto o Camilo começando a enfiar o pau dele na minha buceta. Olhei por cima do ombro e sorri pra ele. Ele me segurou pela cintura e começou a me foder. Ao mesmo tempo, eu continuava chupando os paus do Hernán e do Carlos. Aquela fodida foi incrivelmente gostosa, tanto que tive o orgasmo mais rápido da minha vida. E que orgasmo, pelo amor de Deus. Uma descarga monumental que escorria pelas minhas pernas. Camilo não parou de me foder. Continuava metendo e tirando a vara dele enquanto eu continuava chupando.
Hernán começou a tirar minha blusa, me deixando só de sutiã, e logo em seguida tiraram ele também. Fiquei completamente pelada na frente dos três.
Camilo continuou me fodendo até que, depois de alguns minutos, gozou dentro de mim. Porra, que quantidade de porra aquele infeliz tinha enfiado em mim. Ele continuou metendo por alguns segundos até que, perdendo a ereção, tirou o pau pra fora. Eu podia sentir o leite começando a escorrer da minha buceta, parecia que eu tava mijando. Sem dúvida, uma sensação deliciosa. Mas eu ainda não tava nem perto de satisfeita, então, assim que Camilo gozou, olhei pro Hernán e pedi pra ele continuar.
Ele obviamente se posicionou atrás de mim e, sem perder tempo, começou a meter o pau. Nunca na minha vida tinha sentido tanto prazer com as pernas abertas. Sempre na hora do sexo sentia um pouco de vergonha e tinha dificuldade de me soltar, mas naquela noite estava tão relaxada que só curtia o que estavam fazendo comigo. O jeito que eu chupava o pau do Carlos era fenomenal. Parecia uma atriz pornô experiente. Ele bagunçava meu cabelo e, de vez em quando, me segurava pela nuca pra levar o pau dele até minha garganta. Era incrível, mas nem se compara com o que o Hernán tava fazendo comigo. O pau dele era sem dúvida o maior dos três e tava abrindo minha buceta de um jeito único. Ele metia e tirava devagar, tirava completamente e de repente enfiava tudo, o que me deixava louca. De vez em quando acelerava e metia muito mais forte e rápido, o que me fazia vibrar de prazer.
Eu não conseguia falar muito porque tinha a pica do Camilo na boca, mas eles falavam um monte de coisas pra mim, às vezes putarias que em outros momentos eu acharia nojentas, mas naquela noite não era assim. Adorava quando me chamavam de rabuda, puta, vagabunda. Isso me excitava ainda mais. Meus gemidos mostravam que eu tava gostando, e eles não perguntavam nem consultavam nada, faziam o que queriam. Tanto que o Carlos, sem me avisar, gozou um baita jato na minha boca. Segurando minha cabeça, ele me impediu de cuspir, então tive que engolir tudo. Primeira vez que engolia porra e, pra ser sincera, amei.
Depois, Camilo se colocou na minha frente e, já com o pau duro, enfiou ele na minha boca. Hernán me fez me mexer um pouco. Ele sentou no sofá e me acomodou de frente pra ele. Eu desci devagar e, segurando a rola dele, coloquei na entrada da minha buceta e ele começou a me penetrar. Depois, Camilo, ficando de pé ao meu lado, começou a enfiar o pau na minha boca. Naquela noite, quase o tempo todo eu tive um pau na boca. Eu tirava, cuspia e de novo enfiava de volta. Nunca tinha curtido tanto chupar um pau como naquela noite.
Depois, quando percebi que o pau do Carlos já tava duro, tentei me ajeitar pra ele ficar do outro lado e eu poder chupar ele, mas ele tinha outros planos. Ele colocou as mãos nas minhas costas e me empurrou um pouco, fazendo eu ficar deitada em cima do Hernán. Aí, ele, encaixando a cabeça do pau no meu cu, começou a me enfiar. Eu não fiz nada pra evitar, mesmo nunca tendo dado o rabo. Meu cu virgem naquela noite ia receber pica, então me ajeitei ainda mais pra ele poder enfiar tudo.
Ele, passando saliva nos dedos, enfiou eles no meu cu. Depois, encheu meu cu de saliva e de novo começou a meter. Dessa vez, ele conseguiu enfiar a cabeça do pau. Então, me segurando pelos quadris, começou a se mexer atrás de mim e foi enfiando devagar. Uma dor do caralho me sacudiu e eu pedi pra ele parar, mas ele não me deu bola e continuou metendo. Enquanto isso, Hernán continuava com o pau dentro da minha buceta, então eu tava recebendo os dois ao mesmo tempo. Naquele momento, ao perceber que tinha os dois paus enfiados, me senti uma verdadeira puta. Parei de negar que tava sendo comida de cu e, pegando o pau do Camilo, comecei a chupar ele. Carlos continuava enfiando o pau até que entrou com mais facilidade. Mesmo não conseguindo enfiar tudo, eu sentia que chegava bem fundo, e quando ele metia, parecia que eu tava cagando, o que foi uma sensação incrível. Assim, tive outro orgasmo.
Chupar o pau do Camilo e me deitei sobre o Hernán sem me mexer. Sentia meu corpo tremendo. Mas eles não paravam de me foder. Suava como nunca tinha suado na vida, e o Hernán também, então nossos corpos molhados ficavam meio escorregadios. O Carlos continuava metendo o pau dele no meu cu. Minha buceta tava muito dolorida, mas não queria que ele tirasse. Continuamos assim até o Hernán gozar debaixo de mim. Eu não desci e continuei deixando o Carlos meter, ele não parava, enfiava cada vez mais rápido, sentia meu cu se abrindo cada vez mais. Depois fiz ele parar. O Hernán se levantou, dando lugar ao Camilo, aí montei no pau dele e depois o Carlos enfiou de novo no meu cu, voltando a ter os dois paus em cada buraco.
- Cê gosta, né, foxy?
- Adoro... gostoso... continuem... mais... mais...
- Se o Armando te visse nessa.
- Não fala desse filho da puta. Continuem me comendo.
- Se ele soubesse que a gente tá fodendo a namorada gostosa dele...
- Ele me mata. Falei.
Eles continuaram na deles. Mas eu já não aguentava mais aquele pau no cu. Então parei. Levantei e virei de costas pro Camilo, já que ele, por estar debaixo, se mexia menos. Peguei o pau dele e encaixei no meu cu. Depois desci até ter ele todo dentro. Aí me deitei no peito dele e abri as pernas do Carlos pra ele me foder na buceta. Ele pegou minhas pernas, levantou um pouco e começou a meter. Meu Deus, sem dúvida era a melhor coisa que já tinha me acontecido. Ficamos muito tempo assim. Tive dois orgasmos com os dois paus dentro de mim. O Hernán tinha me posto pra chupar. O cheiro de porra era forte, o descontrole era inimaginável e o prazer que eu tava sentindo não dá pra explicar com palavras, vocês têm que provar pra entender. Depois de muito tempo, o Carlos gozou dentro de mim. Uma descarga enorme. O Hernán, ao perceber, rapidamente se colocou na minha frente e tomou o lugar do Carlos, o pau enorme dele... Sem dúvidas, o pau era o mais gostoso, era o maior, então eu sentia que ele ia bem fundo dentro de mim.
Eu não prestava atenção no que eles conversavam entre si. Meus gemidos eram tão intensos que quase não dava pra ouvi-los, isso somado ao som da música dificultava escutar o que comentavam. O que eu conseguia ouvir era quando me chamavam de *foxy*. Nunca imaginei que aguentaria tanto tempo com uma pica no cu. Eles já não tinham nenhuma consideração. Enfiavam com força demais. Mas eu gostava, então não podia reclamar. Quando Camilo gozou no meu cu, foi aí que pude dar uma pequena pausa. Levantei e fui pra cozinha. Bebi uma quantidade enorme de água. Lembro que bebia com tanta sede que escorria pelas minhas bochechas e caía no meu peito. Mas Hernán não tava disposto a perder tempo. Ele chegou na cozinha, me montou em cima da mesinha que tem lá, abriu minhas pernas e começou a meter. Ele começou a chupar meus peitos, e do jeito que fez foi sensacional. Tive outro orgasmo na hora, e ele me deixou descansar uns segundos.
— Continua, papi. Continua metendo.
— Como quiser, *slutty*.
Ele voltou a meter, me deitou na mesa e continuou enfiando. Como a mesa era bem pequena, Carlos, na outra ponta, aproveitou que minha cabeça ficava pra fora e me fez chupar ele. Eles não perdiam tempo e me comiam de todas as formas possíveis. Camilo, que tava tomando uma cerveja, derramou quase toda nos meus peitos. Tava gelada pra caralho, o que foi incrivelmente gostoso, e ele começou a lamber. Eu não podia pedir nada melhor. Eles estavam me dando a foda mais deliciosa que eu já tinha recebido. Fiquei deitada naquela mesa por um bom tempo. Até que cansei e me levantei. Hernán me colocou de quatro e começou a meter no meu cu. Camilo e Carlos, na minha frente, me fizeram chupar eles.
Eu estava gozando tanto que mal sentia a dor no cu por causa da pica enorme do Hernán. Olhei o relógio. Eram 5h10 da manhã, e eu ainda estava sendo comida pelos amigos do meu namorado. Já tava exausta, mas eles não mostravam nenhum sinal de cansaço. Voltamos pra sala e de novo enfiaram duas picas ao mesmo tempo, mais uma na minha boca. Quando o Hernán gozou no meu cu, eles decidiram arrebentar completamente a minha buceta.
O Camilo sentou no sofá e enfiou a pica na minha buceta, mas só um pouquinho além da cabeça, aí o Carlos começou a meter a pica dele também na minha buceta. Aí sim, senti uma dor dilacerante. Enterrei minhas unhas nas costas do Carlos, era incrivelmente doloroso. As duas picas conseguiram entrar na minha buceta, mas não completamente.
— Aguenta, foxy. Aguenta que a gente vai enfiar as duas.
— Não… dói… dói… não… parem…
Eles não me ouviam. Continuavam enfiando. Cada vez entravam mais e mais, até que finalmente as duas picas conseguiram entrar na minha buceta. Eles tentavam se mexer, mas era muito difícil, então só o Carlos metia e tirava. O Hernán me olhava de um jeito que dava pra entender que ele tava tentando dizer "que puta você é", e eu, olhando pra ele, sorria. Sem dúvida, por mais dor que eu estivesse sentindo, adorava me sentir assim, como uma verdadeira foxy faminta de pica. Quando não aguentei mais, pedi pra pararem, e como também tava difícil pra eles, tiraram.
Depois enfiaram de novo uma em cada buraco. O Hernán me fez chupar a dele, então fiquei com os três buracos cheios de pica.
Ficamos assim por um bom tempo também. Ninguém conseguia gozar. Já eram quase 6 da manhã.
Camilo foi o primeiro a gozar. Meu cu ficou cheinho de porra, Hernán sem perder tempo começou a meter no meu cu enquanto Carlos continuava metendo na minha buceta. Eu fui a próxima a gozar. Esse seria meu último orgasmo naquela manhã/noite.
Eles me deixaram respirar um pouco e depois continuaram enfiando. Carlos gozou na minha buceta e Hernán logo em seguida gozou no meu cu. Eu tava morta. Dolorida por todos os lados. Me levantei e sentei no chão. Mas tava tão cansada que deitei ali. Olhava pra eles e sorria de um jeito agradecido. Porque apesar de não me dar bem com eles, tinham me dado a melhor fodida da minha vida.
Escorria sêmen pelo meu ânus e pela minha buceta. Eu tava jogada no chão de barriga pra cima com as pernas abertas, morta de cansaço. Mas eles ainda tinham energia, eu não aguentava mais, minha buceta tava destruída assim como meu cu, então falei que já chega.
Eles começaram a se masturbar ao meu redor, o que me deixou excitada. Me ajoelhei e comecei a chupar cada um deles, um por um. Demoraram muito pra gozar.
- Como você chupa gostoso, puta.
- Mmmm…mmmm
- Uma verdadeira slut chupando.
- Mmm…mmmmm….
Obviamente não podia falar nada porque tinha uma rola na boca, mas eu me deliciava com cada insulto deles, que pra mim eram elogios. Quando finalmente começaram a gozar, me ajoelhei e abri a boca. Hernán foi o primeiro. Encheu minha cara de porra. Depois, uns minutos mais tarde, Carlos fez o mesmo. Ele gozou nos meus peitos, deixando tudo cheio de porra. E por fim, Camilo me virou de costas e gozou nas minhas nádegas, costas e pernas.
Eu estava toda coberta de porra. Sentei e comecei a me limpar. Com as mãos, ia tirando a porra e levando à boca. Hernán tirou uma foto minha com o celular, e eu até sorri pra foto. Depois pedi pra ele apagar, mas não sem antes pedir que me mandasse pro meu celular. Ainda tenho aquela foto de lembrança, embora não precise, porque aquela noite jamais vou esquecer.
Depois, fui pro banheiro, tomei um banho rápido e finalmente fui pro quarto, onde capotei que nem uma foca.
Quando acordei, já era 12h40. A Daniela tava preparando o almoço e o Carlos tava na sala. Quando ele me viu, sorriu, mas eu, morrendo de vergonha, fui correndo pra perto da Daniela.
Por vários dias, não falei com nenhum dos três, até que um dia, quando tava na casa do meu namorado, os três chegaram. Foi o momento mais constrangedor da minha vida. Os três me cumprimentaram com um beijo na bochecha. Eu, de forma seca, tentei me afastar deles e ignorei o máximo que pude.
Quando, num instante, ficamos sozinhos, o Hernán me disse pra não me preocupar, que o Armando jamais ia ficar sabendo de nada. Que aquele seria nosso segredo e que nunca mais íamos falar sobre aquilo.
Me senti mais tranquila com essas palavras e, a partir daquele dia, minha relação com eles melhorou pra caralho. Nunca mais tocamos no assunto daquela noite até que, no dia do meu aniversário, morrendo de tesão, me entreguei pra eles de novo.
Hoje em dia, ainda tô com meu namorado, o Armando. Acho que, pra me vingar de todas as coisas que ele me fez, e de um jeito um pouco mais frequente, me encontro com os três amigos dele, que continuam me dando prazer igualzinho à primeira vez. Já tive mais de 10 encontros com eles e, hoje, virei a putinha deles. Embora ninguém faça ideia do que a gente faz, eu não perco oportunidade de me entregar pra quem, sem dúvida, são os melhores amantes que já tive. Os amigos do meu namorado.
FIM.
ENQUANTO VOCÊ TAVA LENDO, SUA NAMORADA TAVA SENDO COMIDA!
DEDICADO À MINHA NOVA AMIGA DO PORINGA: @TaniaArthurGom
Não é por me gabar nem nada parecido, mas tenho um corpo gostoso que me fez ser muito popular entre os homens e ter uma porrada de pretendentes, e como sou bem rumbera e costumo me vestir de um jeito bem provocante, consigo perceber o jeito que os caras me olham. Toda vez que ando na rua, sinto os homens me despindo só com o olhar, e pra ser sincera, gosto que me olhem. Mas só até aí. Gosto que os caras me olhem e me elogiem, mas sempre mantenho a distância necessária pra não rolar nada além disso.
De entre as minhas amigas, eu era a mais "certinha", se é que podemos chamar assim. Já que só tinha tido 3 namorados, incluindo o atual, e só tinha transado com 4 homens na vida toda. Minhas amigas tinham um histórico muito mais extenso que o meu, e por isso viviam me enchendo o saco pra eu parar de ser tão "santinha". Mas, por causa dos meus princípios e da forma como fui criada, nunca fazia nada que saísse do normal.Era uma noite de sábado. Minha melhor amiga, Daniela, aproveitando que os pais tinham viajado no fim de semana, decidiu junto com o irmão dela, Carlos, fazer uma festa na casa dela. Ela morava a algumas ruas da minha casa, e como éramos amigas desde crianças, naquela noite eu conversei com meus pais e avisei que ia dormir na casa dela, então não precisavam me esperar acordados.
Eu fui pra festa com meu namorado, Armando. Naquela noite, a Daniela também estava com o namorado dela, assim como a maioria das pessoas que estavam lá.
Meu namorado é um daqueles caras que, quando toma uns drinks, começa a ser um babaca. Naquela noite, a gente teve uma briguinha porque eu não queria que ele bebesse demais, mas ele, todo grosso, disse que fazia o que bem entendia e quase a noite toda me deixou sozinha, preferindo ir beber com o Hernán e o Camilo. Eles dois eram os melhores amigos dele, junto com o Carlos, o irmão da Daniela. Com eles, nunca tive uma amizade de verdade e quase nunca trocava uma palavra. Além do "oi", eram raras as vezes que eu falava algo. Mas aquela noite ia ser diferente — mas não vou me adiantar.
Era quase 1h da manhã. Meu namorado já estava completamente bêbado. Eu estava tão puta que nem ligava pra ele. Minhas amigas falavam pra eu levar ele pra casa dele, mas eu não dava ouvidos.
Os amigos decidiram levar ele pra casa, e ele, claro, não queria ir embora e me deixar sozinha na festa, porque era incrivelmente ciumento. Mas eles, como conseguiram, o levaram.
Eu, no meio da... Minha amargura comecei a beber um pouquinho mais do que devia. Não gostava muito de beber, mas naquela noite eu tava pouco me lixando pra tudo.
Conforme o tempo passava, o pessoal ia embora e quando deu 2h30 da manhã, só restavam eu, a Daniela, o namorado dela, os três amigos do meu namorado e a Susana, uma amiga da Daniela. Como eu já tava entediada e sem ninguém pra conversar, resolvi ir dormir, mas o Hernán, segurando minha mão, me disse:
- Cata, quer dançar um pouco?
- Mmmm… tá, vamos.
Não tinha dançado muito porque tava puta com meu namorado e ele ficava enchendo o saco se eu dançasse com outro cara, mas como ele já tinha ido embora, resolvi pelo menos me divertir um pouco.
Dançamos umas quatro músicas. Eu não tinha muita intimidade com ele, então dançamos meio separados. Eu gostava de dançar do jeito certo. Corpo com corpo, com movimentos ousados e sem frescura, mas como ele era amigo do meu namorado e eu não me dava bem com ele, não me atrevia a falar nada.
Pedi pra ele me deixar ir pegar água, ele deixou, mas não sem antes falar que ia me esperar pra continuar dançando. Enquanto tava na cozinha, pensei que era a hora de começar a conversar mais com ele e nos conhecer melhor, já que, sendo amigo do meu namorado, a gente ia acabar se encontrando em alguns lugares.Quando voltei, tava tocando uma música bem agitada, e ele, como se lesse minha mente, me pegou pela cintura, colou o corpo dele no meu e começamos a dançar do jeito que eu gostava. No começo fiquei com vergonha, mas olhei em volta e vi que ninguém tava olhando pra gente, então só relaxei e me deixei levar por ele. Dançamos umas duas músicas sem falar nada. A gente tava bem juntinho. Eu sentia a coisa dele na minha barriga, mas não me incomodou nem um pouco, porque não era o primeiro cara com quem eu dançava que acontecia isso. Ele tava duríssimo, tentava se afastar um pouco, mas eu já tinha notado a ereção dele. Achei a situação meio engraçada. Quando a música acabou, a gente se olhou, e ele, tentando desviar minha atenção, falou:
- Cê dança muito bem, Cata.
- Cê dança demais também (falei, dando um sorrisinho).
- Quer continuar?
- Claro.
A gente continuou dançando. Ele tava com as mãos na minha cintura, dançávamos tão bem que eu até esqueci daquele detalhe do pau dele na minha barriga. Quando a música tava na metade, ele colou o pau de novo em mim, senti aquela coisa dura na minha barriga de novo, mas dessa vez ele não fez nada pra se afastar, já tava encostando de um jeito meio sem vergonha. Eu, totalmente focada na dança, ignorei o assunto. Mas mesmo assim olhei em volta de novo e percebi que na sala só tinham sobrado Carlos, Camilo, Hernán e eu. Não tinha notado que todo mundo tinha ido embora. Carlos e Camilo tavam concentrados numa conversa e não olhavam pra gente, então só deixei ele esfregar o pau em mim.
Mas as coisas iam esquentar um pouco mais quando No meio da dança, ele colocou a mão direita na minha bunda. No começo, só deixou ela ali parada, mas depois começou a apertar. Eu me surpreendi, mas não me incomodei. Como não fiz nada pra impedir, ele continuou se arriscando e agora agarrou a outra bunda e apertou bem forte, do jeito que eu pudesse sentir muito mais a coisa dele encostada em mim. Não sei por quê. Talvez pelos drinks que eu tinha tomado, ou talvez porque eu queria que algo rolasse, mas não fiz nada pra parar. Continuei dançando como se nada estivesse acontecendo.
Quando a música acabou, a gente se olhou fixamente por uns segundos e sorriu. Sem dúvida, alguma coisa tava rolando ali. Eu, com toda certeza, tava dando carta branca pro amigo do meu namorado me apalpar à vontade, e ele não ia perder essa chance comigo.A gente se afastou um pouco do Carlos e do Camilo pra eles não verem, e o Hernán continuou me apalpando de novo. Agora muito mais ousado, ele pegava na minha bunda e a gente quase não dançava mais. A situação me deixava completamente excitada, não conseguia acreditar que tava deixando outro cara, que não era meu namorado, me apalpar daquele jeito. De repente, ele me virou de costas pra ele e a gente começou a se mexer assim. O pau dele tava colado nas minhas costas, já que sou um pouco mais baixa que ele. Mas daí ele começou a passar a mão na minha buceta. Sem dúvida, o maldito sabia que eu tava excitada e queria me deixar ainda mais molhada, e tava conseguindo. Depois, ele pegava nos meus peitos. Eu já tava no limite quando percebi que o Carlos e o Camilo estavam nos olhando. Fiquei meio nervosa, me afastei dele e falei que ia pegar um pouco d'água.

Da cozinha, dava pra ver os três cochichando alguma coisa e me olhando. Eu não sabia do que falavam, mas não tava ligando. Tentei me acalmar um pouco daquela putaria que tava sentindo, demorei uns minutos pra voltar pra sala. Quando voltei, Hernán tava sentado falando no celular e Camilo, sem perder tempo, me perguntou se eu queria dançar com ele. Não vi motivo pra recusar e aceitei.Mas ele, ligado no que Hernán tinha conseguido no começo, colocou as mãos na minha cintura e depois começou a me apalpar, embora de um jeito menos insistente que o Hernán. Na hora, devia ter botado ele no lugar, mas não fiz isso. Sem dúvida, eu queria que rolasse alguma coisa, me fazia de desentendida enquanto Camilo continuava pegando na minha bunda. A gente se mexia junto e, depois, por vontade própria, virei de costas pra ele, encostando minha buceta no pau dele, que também tava duro. Ali, entendi que queria sexo. Mas não sabia o que ia rolar; ele começou a pegar nos meus peitos com mais tesão e, quando eu já tava perdida de novo na putaria, comecei a passar a mão direita no pau dele por cima da calça. A gente se virou um pouco e fiquei de frente pro Hernán e pro Carlos, que me olhavam de um jeito incrivelmente safado. Camilo continuava pegando nos meus peitos e na minha buceta, e eu, olhando fixo pro Hernán, sorri pra ele. Deus, o que tava acontecendo comigo? Não podia acreditar que tavam me apalpando na frente de duas pessoas e eu não falava nada, sendo que em situações normais eu costumava dar um tapa em quem ousasse tocar num peito meu.
Hernán chegou mais perto e, com a mão direita, começou a pegar nos meus peitos. Eu, como a noite toda, deixei, e finalmente Carlos, o irmão da Daniela, também fez o mesmo. Naquele momento, soube que ia acabar fodendo com os três. Esqueci namorado, moral, princípios, tudo. Só queria dar, e eles, obviamente, tavam loucos pra isso.

Vocês não têm ideia do nível de excitação que eu senti naquele momento. Era impressionante como minha buceta ficava molhada. Meus peitos estavam duríssimos e meu coração batia desesperado. Comecei a passar a mão nas picas do Carlos e do Hernán, que estavam na minha frente, enquanto o Carlos não parava de agarrar minha buceta. O Hernán começou a baixar a calça. Por cima da cueca, continuei passando a mão na pica dele, e aí o Carlos também baixou a calça, mas ele tirou a cueca, mostrando a pica enorme dele. Sem hesitar, peguei nela. O Camilo, atrás de mim, começou a desabotoar minha calça. Eu, descontrolada, continuei segurando a pica do Carlos e do Hernán, que, ao baixar a cueca, me guiou para pegar na dele também. Eu tinha duas picas nas mãos e estava tão gulosa que me inclinei um pouco e comecei a chupá-las. Elas estavam uma do lado da outra, e eu metia uma e depois a outra na boca. Enquanto isso, o Camilo tinha conseguido tirar minha calça. Ele baixou minha calcinha fio-dental até os joelhos e começou a enfiar dois dedos na minha buceta. Meu Deus, que delícia o que eu estava sentindo.
Quando, de repente, sinto o Camilo começando a enfiar o pau dele na minha buceta. Olhei por cima do ombro e sorri pra ele. Ele me segurou pela cintura e começou a me foder. Ao mesmo tempo, eu continuava chupando os paus do Hernán e do Carlos. Aquela fodida foi incrivelmente gostosa, tanto que tive o orgasmo mais rápido da minha vida. E que orgasmo, pelo amor de Deus. Uma descarga monumental que escorria pelas minhas pernas. Camilo não parou de me foder. Continuava metendo e tirando a vara dele enquanto eu continuava chupando.
Hernán começou a tirar minha blusa, me deixando só de sutiã, e logo em seguida tiraram ele também. Fiquei completamente pelada na frente dos três. Camilo continuou me fodendo até que, depois de alguns minutos, gozou dentro de mim. Porra, que quantidade de porra aquele infeliz tinha enfiado em mim. Ele continuou metendo por alguns segundos até que, perdendo a ereção, tirou o pau pra fora. Eu podia sentir o leite começando a escorrer da minha buceta, parecia que eu tava mijando. Sem dúvida, uma sensação deliciosa. Mas eu ainda não tava nem perto de satisfeita, então, assim que Camilo gozou, olhei pro Hernán e pedi pra ele continuar.
Ele obviamente se posicionou atrás de mim e, sem perder tempo, começou a meter o pau. Nunca na minha vida tinha sentido tanto prazer com as pernas abertas. Sempre na hora do sexo sentia um pouco de vergonha e tinha dificuldade de me soltar, mas naquela noite estava tão relaxada que só curtia o que estavam fazendo comigo. O jeito que eu chupava o pau do Carlos era fenomenal. Parecia uma atriz pornô experiente. Ele bagunçava meu cabelo e, de vez em quando, me segurava pela nuca pra levar o pau dele até minha garganta. Era incrível, mas nem se compara com o que o Hernán tava fazendo comigo. O pau dele era sem dúvida o maior dos três e tava abrindo minha buceta de um jeito único. Ele metia e tirava devagar, tirava completamente e de repente enfiava tudo, o que me deixava louca. De vez em quando acelerava e metia muito mais forte e rápido, o que me fazia vibrar de prazer.
Eu não conseguia falar muito porque tinha a pica do Camilo na boca, mas eles falavam um monte de coisas pra mim, às vezes putarias que em outros momentos eu acharia nojentas, mas naquela noite não era assim. Adorava quando me chamavam de rabuda, puta, vagabunda. Isso me excitava ainda mais. Meus gemidos mostravam que eu tava gostando, e eles não perguntavam nem consultavam nada, faziam o que queriam. Tanto que o Carlos, sem me avisar, gozou um baita jato na minha boca. Segurando minha cabeça, ele me impediu de cuspir, então tive que engolir tudo. Primeira vez que engolia porra e, pra ser sincera, amei.
Depois, Camilo se colocou na minha frente e, já com o pau duro, enfiou ele na minha boca. Hernán me fez me mexer um pouco. Ele sentou no sofá e me acomodou de frente pra ele. Eu desci devagar e, segurando a rola dele, coloquei na entrada da minha buceta e ele começou a me penetrar. Depois, Camilo, ficando de pé ao meu lado, começou a enfiar o pau na minha boca. Naquela noite, quase o tempo todo eu tive um pau na boca. Eu tirava, cuspia e de novo enfiava de volta. Nunca tinha curtido tanto chupar um pau como naquela noite.Depois, quando percebi que o pau do Carlos já tava duro, tentei me ajeitar pra ele ficar do outro lado e eu poder chupar ele, mas ele tinha outros planos. Ele colocou as mãos nas minhas costas e me empurrou um pouco, fazendo eu ficar deitada em cima do Hernán. Aí, ele, encaixando a cabeça do pau no meu cu, começou a me enfiar. Eu não fiz nada pra evitar, mesmo nunca tendo dado o rabo. Meu cu virgem naquela noite ia receber pica, então me ajeitei ainda mais pra ele poder enfiar tudo.
Ele, passando saliva nos dedos, enfiou eles no meu cu. Depois, encheu meu cu de saliva e de novo começou a meter. Dessa vez, ele conseguiu enfiar a cabeça do pau. Então, me segurando pelos quadris, começou a se mexer atrás de mim e foi enfiando devagar. Uma dor do caralho me sacudiu e eu pedi pra ele parar, mas ele não me deu bola e continuou metendo. Enquanto isso, Hernán continuava com o pau dentro da minha buceta, então eu tava recebendo os dois ao mesmo tempo. Naquele momento, ao perceber que tinha os dois paus enfiados, me senti uma verdadeira puta. Parei de negar que tava sendo comida de cu e, pegando o pau do Camilo, comecei a chupar ele. Carlos continuava enfiando o pau até que entrou com mais facilidade. Mesmo não conseguindo enfiar tudo, eu sentia que chegava bem fundo, e quando ele metia, parecia que eu tava cagando, o que foi uma sensação incrível. Assim, tive outro orgasmo.
Chupar o pau do Camilo e me deitei sobre o Hernán sem me mexer. Sentia meu corpo tremendo. Mas eles não paravam de me foder. Suava como nunca tinha suado na vida, e o Hernán também, então nossos corpos molhados ficavam meio escorregadios. O Carlos continuava metendo o pau dele no meu cu. Minha buceta tava muito dolorida, mas não queria que ele tirasse. Continuamos assim até o Hernán gozar debaixo de mim. Eu não desci e continuei deixando o Carlos meter, ele não parava, enfiava cada vez mais rápido, sentia meu cu se abrindo cada vez mais. Depois fiz ele parar. O Hernán se levantou, dando lugar ao Camilo, aí montei no pau dele e depois o Carlos enfiou de novo no meu cu, voltando a ter os dois paus em cada buraco.- Cê gosta, né, foxy?
- Adoro... gostoso... continuem... mais... mais...
- Se o Armando te visse nessa.
- Não fala desse filho da puta. Continuem me comendo.
- Se ele soubesse que a gente tá fodendo a namorada gostosa dele...
- Ele me mata. Falei.
Eles continuaram na deles. Mas eu já não aguentava mais aquele pau no cu. Então parei. Levantei e virei de costas pro Camilo, já que ele, por estar debaixo, se mexia menos. Peguei o pau dele e encaixei no meu cu. Depois desci até ter ele todo dentro. Aí me deitei no peito dele e abri as pernas do Carlos pra ele me foder na buceta. Ele pegou minhas pernas, levantou um pouco e começou a meter. Meu Deus, sem dúvida era a melhor coisa que já tinha me acontecido. Ficamos muito tempo assim. Tive dois orgasmos com os dois paus dentro de mim. O Hernán tinha me posto pra chupar. O cheiro de porra era forte, o descontrole era inimaginável e o prazer que eu tava sentindo não dá pra explicar com palavras, vocês têm que provar pra entender. Depois de muito tempo, o Carlos gozou dentro de mim. Uma descarga enorme. O Hernán, ao perceber, rapidamente se colocou na minha frente e tomou o lugar do Carlos, o pau enorme dele... Sem dúvidas, o pau era o mais gostoso, era o maior, então eu sentia que ele ia bem fundo dentro de mim.
Eu não prestava atenção no que eles conversavam entre si. Meus gemidos eram tão intensos que quase não dava pra ouvi-los, isso somado ao som da música dificultava escutar o que comentavam. O que eu conseguia ouvir era quando me chamavam de *foxy*. Nunca imaginei que aguentaria tanto tempo com uma pica no cu. Eles já não tinham nenhuma consideração. Enfiavam com força demais. Mas eu gostava, então não podia reclamar. Quando Camilo gozou no meu cu, foi aí que pude dar uma pequena pausa. Levantei e fui pra cozinha. Bebi uma quantidade enorme de água. Lembro que bebia com tanta sede que escorria pelas minhas bochechas e caía no meu peito. Mas Hernán não tava disposto a perder tempo. Ele chegou na cozinha, me montou em cima da mesinha que tem lá, abriu minhas pernas e começou a meter. Ele começou a chupar meus peitos, e do jeito que fez foi sensacional. Tive outro orgasmo na hora, e ele me deixou descansar uns segundos.— Continua, papi. Continua metendo.
— Como quiser, *slutty*.
Ele voltou a meter, me deitou na mesa e continuou enfiando. Como a mesa era bem pequena, Carlos, na outra ponta, aproveitou que minha cabeça ficava pra fora e me fez chupar ele. Eles não perdiam tempo e me comiam de todas as formas possíveis. Camilo, que tava tomando uma cerveja, derramou quase toda nos meus peitos. Tava gelada pra caralho, o que foi incrivelmente gostoso, e ele começou a lamber. Eu não podia pedir nada melhor. Eles estavam me dando a foda mais deliciosa que eu já tinha recebido. Fiquei deitada naquela mesa por um bom tempo. Até que cansei e me levantei. Hernán me colocou de quatro e começou a meter no meu cu. Camilo e Carlos, na minha frente, me fizeram chupar eles.

Eu estava gozando tanto que mal sentia a dor no cu por causa da pica enorme do Hernán. Olhei o relógio. Eram 5h10 da manhã, e eu ainda estava sendo comida pelos amigos do meu namorado. Já tava exausta, mas eles não mostravam nenhum sinal de cansaço. Voltamos pra sala e de novo enfiaram duas picas ao mesmo tempo, mais uma na minha boca. Quando o Hernán gozou no meu cu, eles decidiram arrebentar completamente a minha buceta.O Camilo sentou no sofá e enfiou a pica na minha buceta, mas só um pouquinho além da cabeça, aí o Carlos começou a meter a pica dele também na minha buceta. Aí sim, senti uma dor dilacerante. Enterrei minhas unhas nas costas do Carlos, era incrivelmente doloroso. As duas picas conseguiram entrar na minha buceta, mas não completamente.
— Aguenta, foxy. Aguenta que a gente vai enfiar as duas.
— Não… dói… dói… não… parem…
Eles não me ouviam. Continuavam enfiando. Cada vez entravam mais e mais, até que finalmente as duas picas conseguiram entrar na minha buceta. Eles tentavam se mexer, mas era muito difícil, então só o Carlos metia e tirava. O Hernán me olhava de um jeito que dava pra entender que ele tava tentando dizer "que puta você é", e eu, olhando pra ele, sorria. Sem dúvida, por mais dor que eu estivesse sentindo, adorava me sentir assim, como uma verdadeira foxy faminta de pica. Quando não aguentei mais, pedi pra pararem, e como também tava difícil pra eles, tiraram.
Depois enfiaram de novo uma em cada buraco. O Hernán me fez chupar a dele, então fiquei com os três buracos cheios de pica.
Ficamos assim por um bom tempo também. Ninguém conseguia gozar. Já eram quase 6 da manhã.

Camilo foi o primeiro a gozar. Meu cu ficou cheinho de porra, Hernán sem perder tempo começou a meter no meu cu enquanto Carlos continuava metendo na minha buceta. Eu fui a próxima a gozar. Esse seria meu último orgasmo naquela manhã/noite.Eles me deixaram respirar um pouco e depois continuaram enfiando. Carlos gozou na minha buceta e Hernán logo em seguida gozou no meu cu. Eu tava morta. Dolorida por todos os lados. Me levantei e sentei no chão. Mas tava tão cansada que deitei ali. Olhava pra eles e sorria de um jeito agradecido. Porque apesar de não me dar bem com eles, tinham me dado a melhor fodida da minha vida.
Escorria sêmen pelo meu ânus e pela minha buceta. Eu tava jogada no chão de barriga pra cima com as pernas abertas, morta de cansaço. Mas eles ainda tinham energia, eu não aguentava mais, minha buceta tava destruída assim como meu cu, então falei que já chega.
Eles começaram a se masturbar ao meu redor, o que me deixou excitada. Me ajoelhei e comecei a chupar cada um deles, um por um. Demoraram muito pra gozar. - Como você chupa gostoso, puta.
- Mmmm…mmmm
- Uma verdadeira slut chupando.
- Mmm…mmmmm….
Obviamente não podia falar nada porque tinha uma rola na boca, mas eu me deliciava com cada insulto deles, que pra mim eram elogios. Quando finalmente começaram a gozar, me ajoelhei e abri a boca. Hernán foi o primeiro. Encheu minha cara de porra. Depois, uns minutos mais tarde, Carlos fez o mesmo. Ele gozou nos meus peitos, deixando tudo cheio de porra. E por fim, Camilo me virou de costas e gozou nas minhas nádegas, costas e pernas.
Eu estava toda coberta de porra. Sentei e comecei a me limpar. Com as mãos, ia tirando a porra e levando à boca. Hernán tirou uma foto minha com o celular, e eu até sorri pra foto. Depois pedi pra ele apagar, mas não sem antes pedir que me mandasse pro meu celular. Ainda tenho aquela foto de lembrança, embora não precise, porque aquela noite jamais vou esquecer.
Depois, fui pro banheiro, tomei um banho rápido e finalmente fui pro quarto, onde capotei que nem uma foca.Quando acordei, já era 12h40. A Daniela tava preparando o almoço e o Carlos tava na sala. Quando ele me viu, sorriu, mas eu, morrendo de vergonha, fui correndo pra perto da Daniela.
Por vários dias, não falei com nenhum dos três, até que um dia, quando tava na casa do meu namorado, os três chegaram. Foi o momento mais constrangedor da minha vida. Os três me cumprimentaram com um beijo na bochecha. Eu, de forma seca, tentei me afastar deles e ignorei o máximo que pude.
Quando, num instante, ficamos sozinhos, o Hernán me disse pra não me preocupar, que o Armando jamais ia ficar sabendo de nada. Que aquele seria nosso segredo e que nunca mais íamos falar sobre aquilo.
Me senti mais tranquila com essas palavras e, a partir daquele dia, minha relação com eles melhorou pra caralho. Nunca mais tocamos no assunto daquela noite até que, no dia do meu aniversário, morrendo de tesão, me entreguei pra eles de novo.
Hoje em dia, ainda tô com meu namorado, o Armando. Acho que, pra me vingar de todas as coisas que ele me fez, e de um jeito um pouco mais frequente, me encontro com os três amigos dele, que continuam me dando prazer igualzinho à primeira vez. Já tive mais de 10 encontros com eles e, hoje, virei a putinha deles. Embora ninguém faça ideia do que a gente faz, eu não perco oportunidade de me entregar pra quem, sem dúvida, são os melhores amantes que já tive. Os amigos do meu namorado.
FIM.
ENQUANTO VOCÊ TAVA LENDO, SUA NAMORADA TAVA SENDO COMIDA!
DEDICADO À MINHA NOVA AMIGA DO PORINGA: @TaniaArthurGom
9 comentários - Os amigos do meu namorado
esa sos vos?
PD: me gustaría saber mas de vos y ver fotos, podemos compartir experiencias y cosas así, besos!
van p