Minha timidez e as mulheres da minha família 26

Minha timidez e as mulheres da minha família 26



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Minha timideze as mulheres da minha família 25


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Minha timidez e minha responsabilidade guiaram minha juventude, até que minhas tias, minha mãe, minha prima e outras minas me fizeram acordar, mas as circunstâncias abriram meus horizontes.

Já a maioria das provas estava feita, quando saí de uma sala e vi a Tere, ela saía de uma reunião de professores, carregava umas pastas nos braços, quando nos cruzamos ela tirou uma caneta da bolsa e escreveu um bilhete, ao passar perto dela me entregou.

Não li até estar na rua, um arrepio percorreu minhas costas, não parei de pensar nisso até chegar em casa, cumprimentei minha tia de forma seca, ela estava na sala com umas sacolas de roupas de recém-nascido, a Ana estava toda animada.

- Oi Manu, vem ver o que você acha dessas roupinhas pro bebê.

- Me aproximei sem nenhum interesse, admito, fiquei olhando meio indiferente, de repente minha tia me olhou e, deixando toda a roupinha de lado, me disse…

- Manu, o que foi, te vejo estranho, alguma coisa te preocupa.

- Desculpa Ana, não é nada, são coisas minhas.

- Nada disso, o que é seu me importa também, me conta o que te preocupa.

- É meio delicado, ainda mais porque me causa uma grande agonia.

- Acho que você exagera, me conta, sabe que pode confiar em mim.

- Pois é isso que me preocupa, por um lado você é minha tia, irmã da minha mãe, por outro temos uma relação muito especial e por outro você é minha melhor amiga.

- Vamos ver Manu, primeiro, sou sua tia, sim, mas é uma circunstância de sua mãe ser minha irmã e talvez não fosse assim do mesmo jeito, isso não deve te preocupar, segundo, temos uma relação muito especial, também é verdade, mas temos inteligência suficiente pra saber diferenciar o que são os afetos do que é sexo, e terceiro, se é verdade, sou sua melhor amiga, e me sinto muito honrada, por isso te pergunto de novo, o que foi?

- Vou te contar, mas queria que você não ficasse brava comigo. Nem pense que eu não te quero.

- Vamos, vamos, desembucha, Manu.

- Preciso te contar que tenho uma professora numa matéria, ela se chama Tere. A questão é que, por algum motivo, a gente se encontrou, tipo, a gente transou duas vezes.

- Ah! Tá, já tô entendendo. E quantos anos tem a Tere?

- Mais ou menos a sua idade.

- Agora entendo mais ela. Continua.

- Na aula dela, a gente se ignora por precaução, mas hoje ela me passou um bilhete quando a gente se cruzou no corredor.

- E o que diz o bilhete? Posso saber?

- Sim, olha aqui.

Passei o papelzinho pra ela. Ela leu uma vez, várias vezes, me olhou em silêncio, até que falou.

- Bom, entendi. Analisando o bilhete com calma, posso tirar uma conclusão sem medo de errar.

Ela disse isso bem solenemente, parecia que ia dar uma sentença como um juiz.

- Vejo... "Manu, tô louca pra passar uma noite inteira te comendo". Assim, de cara, diria que uma mina de trinta e poucos anos que já transou com um cara bem mais novo que ela ficou satisfeita o suficiente pra querer passar uma noite inteira na cama com ele. Isso, por um lado, é muito lisonjeiro pro cara, ele deixou a moral lá em cima, quase ninguém pode dizer o mesmo. E eu pergunto... qual é o problema?

- É que... pra mim, seria como te trair, te trocar por outra.

- Cala a boca, Manu. Acho que você ainda não entendeu. Pra mim, você é meu homem, uma pessoa que me ama e me mostra todo o carinho, e na cama me faz muito feliz. Mas eu amo meu marido, e você é livre pra fazer o que quiser na vida. Eu sempre vou te aconselhar no que puder ajudar. De qualquer forma, tô curiosa pra conhecer sua professora Tere. Tem alguma foto dela?

- Bom, foto não, mas você pode ver ela.

Peguei o tablet e mostrei o vídeo que tinha gravado transando com ela. Mostrei pra ela.

Ela ficou olhando, com os olhos bem abertos. abertos, não fechou até terminar, depois me olhou sorrindo.
- Manu, parabéns, é uma gostosa de mulher, tem um rostinho lindo e um corpo ideal, uns peitos que eu queria ter a metade, e dá pra ver o prazer que ela sente transando com você, essa mina tá doida pra cair na cama contigo, se meu marido visse ela, diria a mesma coisa.
- Hum… então, pro Jorge também mostrei ela.
- É? Como assim?
- Quando ele propôs te engravidar entre nós dois, quis saber se eu aguentava mais que ele, e mostrei.
- Que inveja você deve ter dado, certeza que ele se convenceu.
- Na primeira olhada, claro.
- Bom, você sabe que meu conselho é marcar uma noite louca com a Tere, mas que seja bonita pros dois, é uma chance pra ter uma noite inesquecível. Vou falar pro Jorge que você foi na casa de uns amigos.

Quando vi a Tere de novo nos corredores, passei outro bilhete: “Eu também adoraria”.

Na saída, ela tava me esperando, me deixou uma pasta pra disfarçar e marcamos o encontro pro fim de semana seguinte.

A Ana tinha me aconselhado a não ir muito formal, elegante mas jovem como eu era, ia convidar ela pra jantar num lugar simples mas íntimo, e depois deixar rolar na improvisação.

Quando cheguei no local do encontro, minhas pernas tremiam. Segui o conselho da Ana, fui com uma jaqueta esporte e uma camisa clara. Já tinham passado dez minutos da hora marcada e ela ainda não tinha aparecido. Eu tinha a mesa reservada, tinha planejado tudo, num lugar tranquilo, música boa e clima gostoso.

Quando vi ela aparecer, saía de trás de uma moita do jardim. Depois ela confessou que tava me observando um tempão, ainda duvidando se tava certo o que a gente ia fazer.

Não reconheci ela de primeira, tava vestida de um jeito totalmente jovem, não dava pra notar a diferença de idade, até eu parecia mais velho que ela, até o jeito de se mexer e falar era igualzinho. uma adolescente, a gente se deu dois beijinhos na bochecha, mas na hora ela se pendurou no meu braço e falou…

- Vai ser uma noite maravilhosa, vai ser só nossa.

Entramos no restaurante, a mesa estava pronta, o jantar foi super divertido, até comemos de um jeito totalmente juvenil, me surpreendi ela pedir hambúrguer e pizza e pra beber umas cocas.

Eu tava alucinando, com toda a preocupação que eu tava de não estar à altura dela e era ela que tinha entrado no clima de adolescente, tava maravilhosa, cada vez que eu olhava pra ela parecia mais encantadora.

O restaurante ficava no porto de pesca, na saída pedimos uns sorvetes e saímos pra passear entre os barcos amarrados, pelo cais a gente ia abraçado com nossos sorvetes, a noite tava linda e tranquila, os barcos balançando de leve e a lua brilhando sem vergonha.

Ao passar por um monte de redes uma nuvem escondeu a lua, Tere virou pra mim e me beijou, foi um beijo longo, gostava de morango e baunilha, mas os lábios dela queimavam nos meus, o corpo dela colado no meu, ela se pendurou no meu pescoço e eu peguei ela na bunda e puxei pra perto, quando a gente se separou, a lua começava a iluminar os cais de novo, perguntei…

- O que você quer fazer agora?

- Vamos pra minha casa.

Embora já tivesse ido na casa dela duas vezes antes, pareceu que eu tava vendo pela primeira vez, ela me pegou pela mão como dois pivetes que vão fazer uma arte, falou pra eu sentar um minuto que ia se trocar, eu sentei esfregando as mãos nervoso, não sabia o que fazer com elas, quando ela saiu do quarto, fiquei impactado, apareceu como uma deusa, tava com uma camisola preta, comprida até o chão, os peitos marcados pelo tule transparente que deixava adivinhar os bicos, a cintura apertada como um cinto que marcava a silhueta e os quadris que se recortavam por baixo da saia também transparente, por baixo da saia umas calcinhas minúsculas também pretas, o cabelo solto nos ombros, ela se apoiou no Na fresta da porta, como me convidando pra entrar, atrás dela uma luz fraca de várias velas acesas iluminava piscando o quarto. Levantei como hipnotizado; a guria de quinze anos que tinha entrado poucos minutos antes no quarto tinha virado uma vestal grega. Nem pensei, fui na direção dela, ela me deixou passar e fechou a porta. Foi tirando minha roupa, eu nem ousava tocar nela, era uma beleza tão sensual que me deixou enfeitiçado. Quando já tava só de cueca, ela baixou devagar, nem percebi direito, mas meu pau pulou quase apontando pro teto. Ela se jogou na cama, só coberta por um lençol de seda azul-marinho, me esperou subir. Eu não sabia por onde começar, ela simplesmente me puxou pra perto e me beijou. Minhas mãos saíram do transe e deslizaram sobre os peitos dela, os dedos se prenderam nos bicos duros. Enfiei os dedos no decote e peguei um, tava quente, áspero e ereto. Fui descendo as alças da camisola até a cintura, os peitos redondos se espalhavam no peito dela, das axilas até o meio. Não conseguia descobrir como tirar a saia, e ela num movimento rápido tirou, ficando só de calcinha. Parei pra admirar o corpo dela, brilhava contra o azul do lençol. O quadril segurava a calcinha justa, tão apertada que marcava a silhueta dos lábios da buceta. Sem dúvida, tava toda depilada, parecia uma menina se não fosse a pele morena. Beijei ela com medo de quebrar o encanto, ela ficou parada. Passei a língua por todo o corpo dela de cima a baixo, os gemidos dela me guiavam pra onde sentia mais prazer. As pernas dela, primeiro juntas, foram se abrindo sem querer quando minha boca chegou perto da virilha. Passei pelas coxas, pela virilha, ela levantava o quadril procurando minha boca com a boceta. Quando ela se ajoelhou e procurou meu pau com a boca, afastei a calcinha dela e não hesitei mais, com a língua abri seus lábios e chupei o clitóris brilhante, o prepúcio pequeno dele se escondeu e eu mordi segurando enquanto com a língua pulsava, ela já não me procurava, só com as pernas totalmente abertas se oferecia pra qualquer carinho que eu fizesse.

Ela tirou a calcinha quando conseguiu soltar meu pau da boca dela, agora eu já podia pegar desde o cu até o clitóris, os lábios abertos dela me mostravam a buceta babando, minha língua entrava o mais fundo que dava, ela teve uns tremores, prelúdio de um orgasmo, mas eu diminuí o ritmo, queria gozar, mas eu preferia deixar ela no limite, ela também teve a mesma ideia, me levava na beira da gozada e depois parava, tive que mudar de posição várias vezes, mas todas eram excitantes demais, a gente tava muito quente e tinha a noite toda pela frente, as velas davam uma cor nos peitos da Tere que deixavam eles ainda mais gostosos, quando ela ficava de quatro meu pau entrava tão forte que fazia barulho com o ar que eu injetava, ela pedia mais forte a cada vez, dizia que sentia quase na garganta, lambia meu pau desde a cabecinha até rodar as bolas, a gente mal falava, só gemidos, suspiros e grunhidos, a gente se movia guiado como por mãos mágicas, trocava de posição por reflexo, Tere pegava meu pau e enfiava onde queria, tanto na buceta quanto na boca, quando eu mal lambi o cu dela, sem pensar ela pegou na mesinha um pote de creme hidratante, passou no meu pau e me deu pra eu fazer o mesmo no cu dela, ficou com a cabeça no colchão e me esperou, não reclamou, só suspirou quando a cabeça entrou e pediu pra eu meter devagar mas até o fundo, quando tirei ela me surpreendeu levando direto pra boca, depois me disse que antes de colocar a camisola tinha se limpado com um enema, tinha pensado em tudo, me disse pra não me preocupar em gozar onde quisesse, a buceta dela tava pronta pra receber meu Porra, quando chegou a primeira leva, eu tava com as pernas dela abraçadas pelos joelhos por cima da cabeça, enfiei até o fundo, sentia o útero apertando contra a minha cabeça, outra hora eu teria me preocupado, mas a Tere sabia o que tava fazendo, o colo do útero batia sem parar na minha cabecinha, ela também tava gozando, os peitos brilhavam de suor quando me afastei dela, lambi eles e os bicos tinham um gosto salgado, chupei tudo até deixar eles molhados, ela retribuiu na mesma moça quando puxou meu pau molhado de sucos e porra, ficamos exaustos em cima do lençol azul, nossos corpos escorregavam na seda.

Não sei direito quanto tempo a gente ficou conversando, mas meus olhos fecharam e quando abriram eu me assustei, não sabia bem onde tava, só o calor do corpo pelado da Tere do meu lado me trouxe de volta à realidade.

Ela tava de costas pra mim, pernas cruzadas e os braços por cima da cabeça, os peitos, um descansando em cima do outro, quando escorreguei pros pés afastei um pouco as pernas dela, ela nem percebeu, deixou do jeito que eu tinha posto, a buceta aberta era uma tentação pra mim e beijei ela, cheirava a porra e a mulher quente, resumindo a sexo, a Tere mal se mexeu, respirava tranquila, sossegada, os peitos subiam e desciam com a respiração dela, afastei mais as pernas dela e cruzei as minhas com as dela, devagar fui enfiando o pau na buceta da mina, ela fechou as pernas e me impediu de sair.

Com o pau dentro eu dormi de novo, a Tere pegou minha mão e passando por cima dela colocou em cima de um peito, apertei ele e continuei dormindo.

5 comentários - Minha timidez e as mulheres da minha família 26

Acabo de leer tooooodos los relatos en su respectivo orden. Quiero más!!!!
estan buenos los relatos, cuando el siguiente capitulo?