É minha primeira postagem, acreditem, foi difícil me decidir a contar isso, mas queria compartilhar porque foi algo incrível que me fez descobrir algo que eu nem sabia direito o que era. E foi muito bom.
Até aquele momento, nunca tinha pensado em fazer nada parecido, mas conhecia a prática e o fetiche por roupa íntima usada.
Numa manhã qualquer, fui pra minha aula de yoga semanal, todo tenso e ansioso, mas minha professora era tão doce e carinhosa que me fazia muito bem e eu realmente conseguia relaxar toda a tensão da semana. A verdade é que desde o começo ela me atraía e despertava coisas em mim. Era uma mulher de 40 anos, muito bem cuidada, que se dedicava ao corpo, solteira, loira, alta, e colocava muita dedicação no bem-estar dos outros. Em algumas ocasiões, a gente terminava as sessões de yoga com uma massagem relaxante, o que me fazia sentir ainda mais próximo dela e com mais vontade de ter ela. Mas sempre me comportei direitinho, não falei nem fiz nada, não era certo e eu sabia disso, não dá pra sair por aí externalizando tudo, ainda mais nessas situações.
Um dia, ela mudou o horário da aula pra terminar bem na hora que eu tinha que ir pra faculdade. Eu topei, mas sabia que teria que levar roupa pra trocar na casa dela, porque a aula me deixava todo suado.
Como de costume, nessa aula o trabalho foi pesado, então quando terminou, pedi pra usar o banheiro pra me trocar, e ela disse que não tinha problema, que eu ficasse à vontade. Quando entrei, comecei a me trocar e notei que tinha um cesto de vime num canto. Desviei o olhar porque sabia que podia me levar a algo que não devia fazer, mas da tampa estava saindo alguma coisa, algo que vi e mexeu comigo, algo que me fez ir além.
Tive certeza de que o que estava saindo era roupa íntima, não sabia bem o que podia ser, mas era alguma peça íntima com toda certeza. Com medo de fazer barulho com o cesto, me sentei e, bem devagar, levantei a tampa até que a peça caiu. Lá dentro, quando fui dar uma olhada, espiei e não tinha só a calcinha que tinha caído, não. Tinha um monte de sutiãs e calcinhas a mais. Era sexta-feira e parecia que tinha acumulado a semana toda. Com todo cuidado, peguei ela e observei bem. Me deu uma sensação difícil de explicar, mas sem dúvida me excitou pra caralho. Era uma fio-dental preta, de um tecido muito macio, que por causa da umidade que tinha pego e da sujeira, tava meio petrificada, tinha moldado no formato do corpo dela. Tava nas minhas mãos uma parada que ela usava na intimidade dela, e era uma delícia. Olhei e vi que tava muito suja, parecia que as aulas faziam ela suar e manchar a roupa íntima com força. Vendo ela assim, não sabia o que fazer, mas percebi que tava demorando muito e decidi que tinha que fazer alguma coisa: ou levar ela comigo ou fazer algo ali mesmo. Levar pareceu demais, achei que ela podia perceber. Ali mesmo, já com um puta tesão, decidi me masturbar e aproveitar aquele presente o máximo que desse, e o mais rápido possível. O cheiro era uma mistura de doce com salgado, muito forte. As manchas eram ásperas quando eu encostava no meu rosto. Não sabia se ia sentir nojo ou prazer em sentir aquele gosto, mas na dúvida, fui lá e, enquanto chupava, me masturbei de um jeito tão gostoso e com tanta vontade que gozei e sujei o chão todo. Quando terminei, ouvi a campainha de quem podia ser a próxima pessoa que ia ter aula. Então deixei a calcinha no lugar, terminei de me trocar e, ao sair, me senti numa mistura de felicidade, prazer e medo de que ela percebesse, mas também brincalhão. Olhar na cara dela depois de ter chupado uma das calcinhas dela era muito estranho e gostoso. Paguei a aula, me despedi até a próxima e, com aquele sorriso de sempre, ela acenou com a mão quando eu saí. Essa foi a primeira vez que tive roupa íntima usada de alguém nas minhas mãos. No caminho pra faculdade, eu sabia que, nas próximas vezes, sempre ia me trocar ali depois. classe.
Fim
Nota: espero que vocês tenham gostado e curtido muito a história, adoraria continuar contando mais e outras experiências, mas queria saber se vocês se interessam e se tem gente que compartilha desse tesão e como vive isso.
Abraços!
Até aquele momento, nunca tinha pensado em fazer nada parecido, mas conhecia a prática e o fetiche por roupa íntima usada.
Numa manhã qualquer, fui pra minha aula de yoga semanal, todo tenso e ansioso, mas minha professora era tão doce e carinhosa que me fazia muito bem e eu realmente conseguia relaxar toda a tensão da semana. A verdade é que desde o começo ela me atraía e despertava coisas em mim. Era uma mulher de 40 anos, muito bem cuidada, que se dedicava ao corpo, solteira, loira, alta, e colocava muita dedicação no bem-estar dos outros. Em algumas ocasiões, a gente terminava as sessões de yoga com uma massagem relaxante, o que me fazia sentir ainda mais próximo dela e com mais vontade de ter ela. Mas sempre me comportei direitinho, não falei nem fiz nada, não era certo e eu sabia disso, não dá pra sair por aí externalizando tudo, ainda mais nessas situações.
Um dia, ela mudou o horário da aula pra terminar bem na hora que eu tinha que ir pra faculdade. Eu topei, mas sabia que teria que levar roupa pra trocar na casa dela, porque a aula me deixava todo suado.
Como de costume, nessa aula o trabalho foi pesado, então quando terminou, pedi pra usar o banheiro pra me trocar, e ela disse que não tinha problema, que eu ficasse à vontade. Quando entrei, comecei a me trocar e notei que tinha um cesto de vime num canto. Desviei o olhar porque sabia que podia me levar a algo que não devia fazer, mas da tampa estava saindo alguma coisa, algo que vi e mexeu comigo, algo que me fez ir além.
Tive certeza de que o que estava saindo era roupa íntima, não sabia bem o que podia ser, mas era alguma peça íntima com toda certeza. Com medo de fazer barulho com o cesto, me sentei e, bem devagar, levantei a tampa até que a peça caiu. Lá dentro, quando fui dar uma olhada, espiei e não tinha só a calcinha que tinha caído, não. Tinha um monte de sutiãs e calcinhas a mais. Era sexta-feira e parecia que tinha acumulado a semana toda. Com todo cuidado, peguei ela e observei bem. Me deu uma sensação difícil de explicar, mas sem dúvida me excitou pra caralho. Era uma fio-dental preta, de um tecido muito macio, que por causa da umidade que tinha pego e da sujeira, tava meio petrificada, tinha moldado no formato do corpo dela. Tava nas minhas mãos uma parada que ela usava na intimidade dela, e era uma delícia. Olhei e vi que tava muito suja, parecia que as aulas faziam ela suar e manchar a roupa íntima com força. Vendo ela assim, não sabia o que fazer, mas percebi que tava demorando muito e decidi que tinha que fazer alguma coisa: ou levar ela comigo ou fazer algo ali mesmo. Levar pareceu demais, achei que ela podia perceber. Ali mesmo, já com um puta tesão, decidi me masturbar e aproveitar aquele presente o máximo que desse, e o mais rápido possível. O cheiro era uma mistura de doce com salgado, muito forte. As manchas eram ásperas quando eu encostava no meu rosto. Não sabia se ia sentir nojo ou prazer em sentir aquele gosto, mas na dúvida, fui lá e, enquanto chupava, me masturbei de um jeito tão gostoso e com tanta vontade que gozei e sujei o chão todo. Quando terminei, ouvi a campainha de quem podia ser a próxima pessoa que ia ter aula. Então deixei a calcinha no lugar, terminei de me trocar e, ao sair, me senti numa mistura de felicidade, prazer e medo de que ela percebesse, mas também brincalhão. Olhar na cara dela depois de ter chupado uma das calcinhas dela era muito estranho e gostoso. Paguei a aula, me despedi até a próxima e, com aquele sorriso de sempre, ela acenou com a mão quando eu saí. Essa foi a primeira vez que tive roupa íntima usada de alguém nas minhas mãos. No caminho pra faculdade, eu sabia que, nas próximas vezes, sempre ia me trocar ali depois. classe.
Fim
Nota: espero que vocês tenham gostado e curtido muito a história, adoraria continuar contando mais e outras experiências, mas queria saber se vocês se interessam e se tem gente que compartilha desse tesão e como vive isso.
Abraços!
9 comentários - Calcinhas usadas da minha prof de yoga #1
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