Gente, tô deixando aqui meu terceiro relato das aventuras com minha prima. Quem não leu os anteriores pode ver visitando meu perfil. Abraços!
Oi, meu nome é Gabriel e minha prima é Gisel.
Dessa vez vou contar outra das fodas inesquecíveis que dei na minha prima.
Depois de perder a virgindade, a gente ficou solto, transava quase todo dia à tarde; era o intervalo de tempo que ficávamos sozinhos em casa.
Ela já tinha melhorado pra caralho, chupava a pica como uma puta. Quando montava em mim, me acabava (literalmente), adorava que eu comesse ela de quatro, sabia que a bunda dela me deixava louco — embora ainda não me desse o cu — e usava isso pra eu meter com tudo.
Sempre depois de cada trepada a gente tomava banho junto — nem a água conseguia nos apagar — era lindo comer ela em pé.
Até que chegaram as férias de inverno e todo mundo estava em casa.
Nossas mães, minhas primas, a Gisel tem duas irmãs e eu três irmãos, uma mulher e dois homens.
Lembro que naquela época tava na moda o MSN (messenger) e a safada usou isso pra me deixar louco.
Mesmo nos vendo todo dia, era muito difícil ter momentos de intimidade; embora eu pudesse ficar de boa com ela no quarto trancado, já que sempre fui muito respeitado pela família por ser o "inteligente e culto" da casa, o risco que a gente corria era enorme. Se nos pegassem, a gente morria.
Às vezes a gente tinha um tempinho pra conversar, mas sempre éramos interrompidos pelas irmãs dela ou pelos meus.
Nossas conversas já não podiam ser quentes e a gente não era mais os primos inocentes que brincavam e zoavam o tempo todo, agora éramos uns adolescentes no cio, loucos pra trepar toda hora; então eu já tinha me conformado em aguentar as duas semanas que duravam aquelas férias. Mas minha prima Gisel parecia que não.
Passou a primeira semana, era de noite e eu tava entediado, então fui pro meu computador paquerar alguma mina no msn e de repente, mensagem. da minha prima -"O que essa quer? A gente tá do lado, por que ela não vem e me fala?" - pensei comigo mesmo.
Começamos o chat.
Gi diz: meu amor, sei que você tá aí.
Gabi diz: o que você quer?
Gi diz: tô com saudade, quero que você venha me comer.
Gabi diz: haha você é louca.
Gi diz: sim, e também tô com tesão, quando você vai comer sua priminha?
Gabi diz: não me tenta que tô passando mal.
Gi diz: sério, tô com saudade. Não vejo a hora dessas semanas de merda passarem.
Gabi diz: olha pelo lado bom, já falta uma.
Gi diz: não consigo; quero te sentir já, seu corpo, seu pau me penetrando.
Gabi diz: toma cuidado que alguém pode te ver.
Gi diz: aqui já foram todos dormir, eu tô sozinha me tocando e pensando em você, com a buceta molhadinha, você vem e eu abro a porta. A gente entra no meu quarto sem fazer barulho.
A oferta era terrivelmente tentadora, mas na minha casa sempre dormimos tarde, quase todo mundo tava na sala e se eu saísse, com certeza iam me fazer perguntas.
Gabi diz: não sei, eu não arriscaria tanto, vamos esperar, é só mais uma semana.
Gi diz: ai, que cagão você é, quer que eu vá? me espera na porta.
Essa mina parecia não entender a complexidade da parada, éramos primos, se nos descobrissem ia dar merda.
Gabi diz: não, não vem.
Gi diz: não me ama mais? já se cansou de mim?
Gabi diz: como vou me cansar de você, fico batendo punheta pensando em você o dia todo.
Gi diz: bem agora que eu tava pensando em te dar a raba.
Gabi diz: não brinca com isso, não seja má.
Gi diz: que pena que não vai dar.
Fechou o chat, que filha da puta! Conhecendo ela, tava em casa morrendo de rir, conseguiu o que queria. Pensando naquele rabo, fiz uma punheta braba à noite e aumentou muito mais meu desejo por aquele rabo e por ela.
No dia seguinte, agia como se nada tivesse acontecido, quando perguntava sobre o chat, só sorria e pra piorar, não ajudava nada, porque a roupa que ela vestia era... por demás provocadora, calças, jeans apertados, onde dava pra ver a tanga que ela usava, me dava raiva não poder abraçar ela, beijar e tocar ela toda. As madrugadas seguintes eram iguais, putaria no chat toda noite, eu já tava ligado nela, então entrei na brincadeira; a gente trocava sacanagem de todo tipo e batíamos punheta juntos e contávamos no chat — era excitante e engraçado ao mesmo tempo —, "sexo virtual" como chamam. Vou contar um pouco como eram esses encontros cibernéticos.
Gi diz: priminho, vem me comer, por favor, que tô muito tesuda.
Gabi diz: sim, meu amor, já vou. Não importa que seus pais estejam no quarto ao lado, vou te comer do mesmo jeito, sua putinha.
Gi diz: sim, vem rápido, abro a porta pra você, que sua priminha tá desesperada pra ser comida.
Gabi diz: mmmm, muito desesperada?
Gi diz: sim, amor, muito desesperada, tô de tanga branca que já tá transparente de tão molhada que eu tô e o top rosa que você gosta.
Gabi diz: eu vou assim mesmo, do jeito que tô, de short e sem camisa, tô nem aí pro frio.
Gi diz: vem assim que eu te meto na caminha e te aqueço.
Gabi diz: já vou, amor, me espera na porta, hein.
Gi diz: fala, Gabi, te espero, que minha buceta não aguenta mais.
Gabi diz: cheguei, priminha, do jeito que falei, porque tô louco por você.
Gi diz: fala baixo que meus pais ou minhas irmãs podem te ouvir, vamos pro meu quarto.
Gabi diz: que gostosa você tá, amo você, Gisel.
Gi diz: vem, deita na caminha com sua priminha.
Gabi diz: entro na sua cama e te encho de beijos, passando as mãos pela sua cintura e coxas.
Gi diz: mmm, que beijos gostosos, já mando língua de uma vez e te abraço todo pra você não sentir mais frio, priminho.
Gabi diz: sim, me abraça que eu começo a puxar sua tanga pra baixo.
Gi diz: eu ajudo com as pernas a tirar e tiro o top, não tô de nada por baixo, amor.
Gabi diz: que buceta linda, Gi, toda molhadinha.
Gi diz: e depilada do jeito que você gosta, me depilei pra você, Gabi. Gabi diz: Vou meter em você, priminha, deixa eu colocar sem camisinha.
Gi diz: sim, deixo sim, meu amor, mas não goza dentro.
Gabi diz: vou meter de uma vez.
Gi diz: ai sim, como eu gosto, tudo inteiro de uma vez.
Gabi diz: começo a me mexer enquanto beijo teu pescoço e tua nuca.
Gi diz: eu abro bem minhas pernas, começo a sentir tuas investidas ah ah ah..
Gabi diz: adoro sua buceta, priminha.
Gi diz: e eu adoro teu pau, meu amor, que duro que teu pau tá. Sinto ele muito na minha buceta.
Gabi diz: começo a te meter forte, sem piedade.
Gi diz: ai assim, adoro, faço de tudo pra não gritar nem respirar tão alto.
Gabi diz: não, putinha, nem pense em gritar porque a gente morre.
Gi diz: eu enrolo minhas pernas em você e acaricio tuas costas todas.
Gabi: sim, meu amor, dá pra ver que você quer ele até o fundo.
Gi diz: Viro de bruços pra você me comer assim.
Gabi diz: sim, meu amor, vira que adoro te ter assim, tua bunda me enlouquece, Gisel.
Gi diz: eu adoro que você me apoie, vai, mete teu pau que tô muito tesuda.
Gabi diz: meto de uma vez até o fundo e tapo tua boca pra ninguém ouvir teu grito.
Gi diz: ai sim, priminho, me come mais rápido e continua tapando minha boca pra não ouvirem meus gemidos.
Gabi diz: não, Gisel, meus tios não vão ouvir como eu tô comendo a filha no quarto ao lado.
Gi diz: come mais forte tua prima, vai, continua.
Gabi diz: sussurro no teu ouvido, gosta assim, putinha? Gosta como teu priminho te fode?
Gi diz: ah ah sim, adoro, só você me come, sou sua, Gabi.
Gabi: que tentador teu rabo, Gisel, deixa eu arrebentar ele.
Gi diz: não, o cuzinho não.
Gabi diz: o cuzinho sim, deixa pelo menos no chat…
Gi diz: não, amor, o cuzinho não. Continua me comendo forte, vai.
Gabi diz: é assim que você quer, hein, que eu te coma com tudo?
Gi diz: sim, assim eu gosto, mete forte na minha buceta, não tem piedade de mim, vai.
Gabi diz: a cama começa a fazer barulho com minhas investidas.
Gi diz: não tem medo, não. Gabi: aqui todo mundo tá dormindo e minha buceta tá chapinhando. Quero que você continue me comendo com tudo.
Gabi diz: ah sim, não vou aliviar então, vou continuar te comendo gostoso porque você me excita tanto.
Gi diz: ah ah sim priminho, continua, você é meu primo favorito.
Gabi diz: vou gozar, Gisel, já não aguento mais.
Gi diz: goza na minha boca, meu amor, quero tomar tudo.
Gabi diz: sim, vou te dar toda minha gozada, bate uma pra mim rápido que já vem, do jeito que você sabe, priminha, assim.
Gi diz: vou bater uma pro seu pau como uma louca e meter ele todo na minha boca.
Gabi diz: ai meu amor, continua assim que já vem.
Gi diz: me dá tudo, vai, dá a gozada pra sua prima favorita, vai, me dá.
Gabi diz: já vem, já vem ah ah aaaahhh aaaahhj aaaahh!!!
Gi diz: mmmm que gostoso!! Chupo tudo e tomo toda sua gozada sem deixar uma gota.
Até que uma das noites...
Gabi diz: não podemos continuar assim, já quero te comer, falta uma semana.
Gi diz: por que temos que esperar tanto? Podemos arrumar outro lugar pra fazer, vamos pensar...
Gabi diz: não sei, não me vem nada na cabeça e pra piorar a tia vem pra cá, eles não vão mais pra casa dela.
Gi diz: eu topo transar ao ar livre, mas só se você me garantir que ninguém vai nos ver.
Gabi diz: essa é uma boa ideia.
Arrumar o lugar era muito fácil, já que nosso bairro era praticamente cercado por campos com árvores altas, então só precisávamos planejar a logística. No dia seguinte, planejamos tudo: ela ia sair cedo pra encontrar uma amiga e preparar uma prova que supostamente teriam que fazer depois das mini férias — ela era mais controlada. Então, dito e feito, deixaram ela sair cedo, tipo 8 da manhã, eu enchi minha mochila com alguns cobertores, camisinhas e saí (eu não precisei inventar nada, saí e pronto. Ninguém me controlava). Nos encontramos numa esquina e partimos pra nossa aventura, não levamos em conta o frio, já que era inverno — e fez um frio danado naquele dia, haja.
Saímos do bairro, entramos numa área cheia de árvores onde finalmente conseguimos nos dar as mãos. A gente ria do dia e da hora que escolhemos. Chegamos no lugar que achei que era o ideal, onde tinha certeza que ninguém ia nos ver e, sem mais palavras, nos beijamos com gosto, estávamos desesperados, sentia muita falta do hálito e da saliva dela. Joguei as mantas no chão e estendi enquanto ela tirava tudo.
— Não precisa tirar tudo, tá frio, a gente faz com a roupa mesmo — falei rindo.
— Não é a mesma coisa, Gabi, quero sentir seu corpo, e além disso você vai me aquecer.
— Te amo, priminha — falei abraçando ela e depois devorando a boca dela.
Tirei tudo, coloquei a camisinha e deitei com ela.
Ela estava linda como sempre, os peitos com os bicos duros e empinados, a buceta depilada, a pele arrepiada e fria. Eu, apesar do frio, estava completamente duro, me joguei em cima daquela mulher gostosa pensando que tinha que protegê-la do frio. Começamos com o vai e vem na posição papai-e-mamãe, cobrindo ela com meu corpo inteiro e metendo, primeiro devagar e depois rápido.
— Ah, ah, meu amor, você não sabe o quanto senti sua falta, você me enlouquece, Gabi — ela sussurrava no meu ouvido.
— Que quentinho que tá aqui dentro, meu amor — com toda a minha pica enfiada na buceta dela.
— Ah, ai, sim, me come, mais forte, sua prima, vai.
Eu não parava por nada, e mesmo se gozasse continuava metendo. Depois ela subiu em cima de mim, eu sentado, ela me envolvendo com as pernas, se abraçando com meu peito colado nos peitos dela, a gente transou por um bom tempo. Era incrível como ela se mexia, igual a mim, gozava e continuava. A gente gritava os dois, afinal ninguém ia nos ouvir, até que ela parou.
— Tá cansadinha, Gi?
— Não, e é melhor você não estar, porque tenho uma surpresa pra você.
Meus olhos brilharam com essas palavras.
— Não é o que você tá pensando, seu porquinho, haha.
Falso alarme, não ia me entregar a rabeta...
Mas mesmo assim a surpresa foi linda, era uma posição que todo amante de sexo e de rabetas tem que fazer — igual à imagem do conto. Ela virou de costas, se Ajoelhou na manta, apoiou os peitos, os braços e o rosto também na manta; empinando aquela bunda enorme, deixando à mostra a buceta toda melada e o cuzinho virgem. A visão era espetacular, eu tinha uma vista privilegiada.
— Vai, Gabi, o que tá esperando?
— Você tá gostosa, é um tesão, Gisel.
E sem mais palavras, comecei a comer ela de novo, mas dessa vez não tive pena, meti e meti sem parar a toda velocidade, parecia um coelho. Pra piorar, ela gritava: — “ASSIM, PRIMINHO”, “ME DÁ MAIS”, “ARRASA MINHA pussy”.
Gozamos os dois de novo, ficamos deitados descansando um pouco na posição de “colherinha”. Antes de ir, fui ver se a camisinha que eu tinha levado furou ou rasgou, porque meti tanto e tão forte — mas não dava pra distinguir. Mostrei pra Gi pra ela ver a quantidade de porra que tinha.
— Nãão!! Se viesse na minha boca, eu tomava tudo — disse ela, surpresa.
Joguei ela fora e saímos do campo, nos guiando por cada passo que dávamos, até chegar no bairro. Sem dúvida, essa é a história que mais curti escrever — por enquanto — e adorei lembrar desses momentos.
Espero que tenham gostado, abraços.
Oi, meu nome é Gabriel e minha prima é Gisel.
Dessa vez vou contar outra das fodas inesquecíveis que dei na minha prima.
Depois de perder a virgindade, a gente ficou solto, transava quase todo dia à tarde; era o intervalo de tempo que ficávamos sozinhos em casa.
Ela já tinha melhorado pra caralho, chupava a pica como uma puta. Quando montava em mim, me acabava (literalmente), adorava que eu comesse ela de quatro, sabia que a bunda dela me deixava louco — embora ainda não me desse o cu — e usava isso pra eu meter com tudo.
Sempre depois de cada trepada a gente tomava banho junto — nem a água conseguia nos apagar — era lindo comer ela em pé.
Até que chegaram as férias de inverno e todo mundo estava em casa.
Nossas mães, minhas primas, a Gisel tem duas irmãs e eu três irmãos, uma mulher e dois homens.
Lembro que naquela época tava na moda o MSN (messenger) e a safada usou isso pra me deixar louco.
Mesmo nos vendo todo dia, era muito difícil ter momentos de intimidade; embora eu pudesse ficar de boa com ela no quarto trancado, já que sempre fui muito respeitado pela família por ser o "inteligente e culto" da casa, o risco que a gente corria era enorme. Se nos pegassem, a gente morria.
Às vezes a gente tinha um tempinho pra conversar, mas sempre éramos interrompidos pelas irmãs dela ou pelos meus.
Nossas conversas já não podiam ser quentes e a gente não era mais os primos inocentes que brincavam e zoavam o tempo todo, agora éramos uns adolescentes no cio, loucos pra trepar toda hora; então eu já tinha me conformado em aguentar as duas semanas que duravam aquelas férias. Mas minha prima Gisel parecia que não.
Passou a primeira semana, era de noite e eu tava entediado, então fui pro meu computador paquerar alguma mina no msn e de repente, mensagem. da minha prima -"O que essa quer? A gente tá do lado, por que ela não vem e me fala?" - pensei comigo mesmo.
Começamos o chat.
Gi diz: meu amor, sei que você tá aí.
Gabi diz: o que você quer?
Gi diz: tô com saudade, quero que você venha me comer.
Gabi diz: haha você é louca.
Gi diz: sim, e também tô com tesão, quando você vai comer sua priminha?
Gabi diz: não me tenta que tô passando mal.
Gi diz: sério, tô com saudade. Não vejo a hora dessas semanas de merda passarem.
Gabi diz: olha pelo lado bom, já falta uma.
Gi diz: não consigo; quero te sentir já, seu corpo, seu pau me penetrando.
Gabi diz: toma cuidado que alguém pode te ver.
Gi diz: aqui já foram todos dormir, eu tô sozinha me tocando e pensando em você, com a buceta molhadinha, você vem e eu abro a porta. A gente entra no meu quarto sem fazer barulho.
A oferta era terrivelmente tentadora, mas na minha casa sempre dormimos tarde, quase todo mundo tava na sala e se eu saísse, com certeza iam me fazer perguntas.
Gabi diz: não sei, eu não arriscaria tanto, vamos esperar, é só mais uma semana.
Gi diz: ai, que cagão você é, quer que eu vá? me espera na porta.
Essa mina parecia não entender a complexidade da parada, éramos primos, se nos descobrissem ia dar merda.
Gabi diz: não, não vem.
Gi diz: não me ama mais? já se cansou de mim?
Gabi diz: como vou me cansar de você, fico batendo punheta pensando em você o dia todo.
Gi diz: bem agora que eu tava pensando em te dar a raba.
Gabi diz: não brinca com isso, não seja má.
Gi diz: que pena que não vai dar.
Fechou o chat, que filha da puta! Conhecendo ela, tava em casa morrendo de rir, conseguiu o que queria. Pensando naquele rabo, fiz uma punheta braba à noite e aumentou muito mais meu desejo por aquele rabo e por ela.
No dia seguinte, agia como se nada tivesse acontecido, quando perguntava sobre o chat, só sorria e pra piorar, não ajudava nada, porque a roupa que ela vestia era... por demás provocadora, calças, jeans apertados, onde dava pra ver a tanga que ela usava, me dava raiva não poder abraçar ela, beijar e tocar ela toda. As madrugadas seguintes eram iguais, putaria no chat toda noite, eu já tava ligado nela, então entrei na brincadeira; a gente trocava sacanagem de todo tipo e batíamos punheta juntos e contávamos no chat — era excitante e engraçado ao mesmo tempo —, "sexo virtual" como chamam. Vou contar um pouco como eram esses encontros cibernéticos.
Gi diz: priminho, vem me comer, por favor, que tô muito tesuda.
Gabi diz: sim, meu amor, já vou. Não importa que seus pais estejam no quarto ao lado, vou te comer do mesmo jeito, sua putinha.
Gi diz: sim, vem rápido, abro a porta pra você, que sua priminha tá desesperada pra ser comida.
Gabi diz: mmmm, muito desesperada?
Gi diz: sim, amor, muito desesperada, tô de tanga branca que já tá transparente de tão molhada que eu tô e o top rosa que você gosta.
Gabi diz: eu vou assim mesmo, do jeito que tô, de short e sem camisa, tô nem aí pro frio.
Gi diz: vem assim que eu te meto na caminha e te aqueço.
Gabi diz: já vou, amor, me espera na porta, hein.
Gi diz: fala, Gabi, te espero, que minha buceta não aguenta mais.
Gabi diz: cheguei, priminha, do jeito que falei, porque tô louco por você.
Gi diz: fala baixo que meus pais ou minhas irmãs podem te ouvir, vamos pro meu quarto.
Gabi diz: que gostosa você tá, amo você, Gisel.
Gi diz: vem, deita na caminha com sua priminha.
Gabi diz: entro na sua cama e te encho de beijos, passando as mãos pela sua cintura e coxas.
Gi diz: mmm, que beijos gostosos, já mando língua de uma vez e te abraço todo pra você não sentir mais frio, priminho.
Gabi diz: sim, me abraça que eu começo a puxar sua tanga pra baixo.
Gi diz: eu ajudo com as pernas a tirar e tiro o top, não tô de nada por baixo, amor.
Gabi diz: que buceta linda, Gi, toda molhadinha.
Gi diz: e depilada do jeito que você gosta, me depilei pra você, Gabi. Gabi diz: Vou meter em você, priminha, deixa eu colocar sem camisinha.
Gi diz: sim, deixo sim, meu amor, mas não goza dentro.
Gabi diz: vou meter de uma vez.
Gi diz: ai sim, como eu gosto, tudo inteiro de uma vez.
Gabi diz: começo a me mexer enquanto beijo teu pescoço e tua nuca.
Gi diz: eu abro bem minhas pernas, começo a sentir tuas investidas ah ah ah..
Gabi diz: adoro sua buceta, priminha.
Gi diz: e eu adoro teu pau, meu amor, que duro que teu pau tá. Sinto ele muito na minha buceta.
Gabi diz: começo a te meter forte, sem piedade.
Gi diz: ai assim, adoro, faço de tudo pra não gritar nem respirar tão alto.
Gabi diz: não, putinha, nem pense em gritar porque a gente morre.
Gi diz: eu enrolo minhas pernas em você e acaricio tuas costas todas.
Gabi: sim, meu amor, dá pra ver que você quer ele até o fundo.
Gi diz: Viro de bruços pra você me comer assim.
Gabi diz: sim, meu amor, vira que adoro te ter assim, tua bunda me enlouquece, Gisel.
Gi diz: eu adoro que você me apoie, vai, mete teu pau que tô muito tesuda.
Gabi diz: meto de uma vez até o fundo e tapo tua boca pra ninguém ouvir teu grito.
Gi diz: ai sim, priminho, me come mais rápido e continua tapando minha boca pra não ouvirem meus gemidos.
Gabi diz: não, Gisel, meus tios não vão ouvir como eu tô comendo a filha no quarto ao lado.
Gi diz: come mais forte tua prima, vai, continua.
Gabi diz: sussurro no teu ouvido, gosta assim, putinha? Gosta como teu priminho te fode?
Gi diz: ah ah sim, adoro, só você me come, sou sua, Gabi.
Gabi: que tentador teu rabo, Gisel, deixa eu arrebentar ele.
Gi diz: não, o cuzinho não.
Gabi diz: o cuzinho sim, deixa pelo menos no chat…
Gi diz: não, amor, o cuzinho não. Continua me comendo forte, vai.
Gabi diz: é assim que você quer, hein, que eu te coma com tudo?
Gi diz: sim, assim eu gosto, mete forte na minha buceta, não tem piedade de mim, vai.
Gabi diz: a cama começa a fazer barulho com minhas investidas.
Gi diz: não tem medo, não. Gabi: aqui todo mundo tá dormindo e minha buceta tá chapinhando. Quero que você continue me comendo com tudo.
Gabi diz: ah sim, não vou aliviar então, vou continuar te comendo gostoso porque você me excita tanto.
Gi diz: ah ah sim priminho, continua, você é meu primo favorito.
Gabi diz: vou gozar, Gisel, já não aguento mais.
Gi diz: goza na minha boca, meu amor, quero tomar tudo.
Gabi diz: sim, vou te dar toda minha gozada, bate uma pra mim rápido que já vem, do jeito que você sabe, priminha, assim.
Gi diz: vou bater uma pro seu pau como uma louca e meter ele todo na minha boca.
Gabi diz: ai meu amor, continua assim que já vem.
Gi diz: me dá tudo, vai, dá a gozada pra sua prima favorita, vai, me dá.
Gabi diz: já vem, já vem ah ah aaaahhh aaaahhj aaaahh!!!
Gi diz: mmmm que gostoso!! Chupo tudo e tomo toda sua gozada sem deixar uma gota.
Até que uma das noites...
Gabi diz: não podemos continuar assim, já quero te comer, falta uma semana.
Gi diz: por que temos que esperar tanto? Podemos arrumar outro lugar pra fazer, vamos pensar...
Gabi diz: não sei, não me vem nada na cabeça e pra piorar a tia vem pra cá, eles não vão mais pra casa dela.
Gi diz: eu topo transar ao ar livre, mas só se você me garantir que ninguém vai nos ver.
Gabi diz: essa é uma boa ideia.
Arrumar o lugar era muito fácil, já que nosso bairro era praticamente cercado por campos com árvores altas, então só precisávamos planejar a logística. No dia seguinte, planejamos tudo: ela ia sair cedo pra encontrar uma amiga e preparar uma prova que supostamente teriam que fazer depois das mini férias — ela era mais controlada. Então, dito e feito, deixaram ela sair cedo, tipo 8 da manhã, eu enchi minha mochila com alguns cobertores, camisinhas e saí (eu não precisei inventar nada, saí e pronto. Ninguém me controlava). Nos encontramos numa esquina e partimos pra nossa aventura, não levamos em conta o frio, já que era inverno — e fez um frio danado naquele dia, haja.
Saímos do bairro, entramos numa área cheia de árvores onde finalmente conseguimos nos dar as mãos. A gente ria do dia e da hora que escolhemos. Chegamos no lugar que achei que era o ideal, onde tinha certeza que ninguém ia nos ver e, sem mais palavras, nos beijamos com gosto, estávamos desesperados, sentia muita falta do hálito e da saliva dela. Joguei as mantas no chão e estendi enquanto ela tirava tudo.
— Não precisa tirar tudo, tá frio, a gente faz com a roupa mesmo — falei rindo.
— Não é a mesma coisa, Gabi, quero sentir seu corpo, e além disso você vai me aquecer.
— Te amo, priminha — falei abraçando ela e depois devorando a boca dela.
Tirei tudo, coloquei a camisinha e deitei com ela.
Ela estava linda como sempre, os peitos com os bicos duros e empinados, a buceta depilada, a pele arrepiada e fria. Eu, apesar do frio, estava completamente duro, me joguei em cima daquela mulher gostosa pensando que tinha que protegê-la do frio. Começamos com o vai e vem na posição papai-e-mamãe, cobrindo ela com meu corpo inteiro e metendo, primeiro devagar e depois rápido.
— Ah, ah, meu amor, você não sabe o quanto senti sua falta, você me enlouquece, Gabi — ela sussurrava no meu ouvido.
— Que quentinho que tá aqui dentro, meu amor — com toda a minha pica enfiada na buceta dela.
— Ah, ai, sim, me come, mais forte, sua prima, vai.
Eu não parava por nada, e mesmo se gozasse continuava metendo. Depois ela subiu em cima de mim, eu sentado, ela me envolvendo com as pernas, se abraçando com meu peito colado nos peitos dela, a gente transou por um bom tempo. Era incrível como ela se mexia, igual a mim, gozava e continuava. A gente gritava os dois, afinal ninguém ia nos ouvir, até que ela parou.
— Tá cansadinha, Gi?
— Não, e é melhor você não estar, porque tenho uma surpresa pra você.
Meus olhos brilharam com essas palavras.
— Não é o que você tá pensando, seu porquinho, haha.
Falso alarme, não ia me entregar a rabeta...
Mas mesmo assim a surpresa foi linda, era uma posição que todo amante de sexo e de rabetas tem que fazer — igual à imagem do conto. Ela virou de costas, se Ajoelhou na manta, apoiou os peitos, os braços e o rosto também na manta; empinando aquela bunda enorme, deixando à mostra a buceta toda melada e o cuzinho virgem. A visão era espetacular, eu tinha uma vista privilegiada.
— Vai, Gabi, o que tá esperando?
— Você tá gostosa, é um tesão, Gisel.
E sem mais palavras, comecei a comer ela de novo, mas dessa vez não tive pena, meti e meti sem parar a toda velocidade, parecia um coelho. Pra piorar, ela gritava: — “ASSIM, PRIMINHO”, “ME DÁ MAIS”, “ARRASA MINHA pussy”.
Gozamos os dois de novo, ficamos deitados descansando um pouco na posição de “colherinha”. Antes de ir, fui ver se a camisinha que eu tinha levado furou ou rasgou, porque meti tanto e tão forte — mas não dava pra distinguir. Mostrei pra Gi pra ela ver a quantidade de porra que tinha.
— Nãão!! Se viesse na minha boca, eu tomava tudo — disse ela, surpresa.
Joguei ela fora e saímos do campo, nos guiando por cada passo que dávamos, até chegar no bairro. Sem dúvida, essa é a história que mais curti escrever — por enquanto — e adorei lembrar desses momentos.
Espero que tenham gostado, abraços.
3 comentários - Cibersexo e trepada no mato com minha prima