Ela caminhou até a porta.
Olhou pela janela e viu como Adriano enfiava a língua na buceta apertada da irmã dela. Verônica parecia estar adorando aquilo, porque fechava os olhos e mordia os lábios quase com fúria.
Analia tava muito tesuda vendo aquela imagem e não conseguiu evitar de se tocar por cima da calcinha rosa de pano. Logo o pano molinho ficou todo molhado. Enquanto isso, Adriano tinha começado a meter dois dedos na buceta da irmã dele, Veronica. A putinha se mexia pra cima e pra baixo, fazendo a língua do macho entrar de vez no cu dela e os dedos penetrarem ela toda pela frente.
Com as mãos, ela pegava nos próprios peitos e apertava os bicos. Adriano ainda estava com a calça preta de tecido, corte italiano. Da cintura pra cima, estava nu. Analía via claramente a tatuagem no braço direito dele e como aquela mão entrava com fúria naquela buceta molhada. Os gemidos da irmã dela fizeram a casa tremer. Com certeza achavam que estavam sozinhos. Adriano se levantou, tirou a calça e a cueca azul e, ao se virar, deu pra ver o pau enorme. Verônica se jogou em cima da rola e meteu na boca sem nenhuma cerimônia. Começou a chupar com gosto. Ele segurou a cabeça dela com carinho e foi acariciando. Mas Verônica tava alucinada com aquele pau. Engolia quase com desespero. Logo ele jogou ela na cama. Lambeu toda a xereca dela e apontou a cabeça grossa do pau contra a bunda redonda da irmãzinha.
Ali ela olhou nos olhos dele e quase implorou - "Me dá a bunda" - não teve muito mais o que dizer.
Adriano molhou com a saliva o buraco apertado e assim foi enfiando o aparelho no orifício dela.
Quando a metade já estava dentro, saiu lá de dentro dela. A cara da Verônica era de confusão. Mas logo veio a recompensa. O homem arremeteu de uma vez, sem dó. Ela gritou como se estivesse se partindo.
O pauzão estava dentro até o fundo. Ele não hesitou e começou a meter com força, enquanto a outra mão foi direto pro clitóris rosado da Verônica. Assim, ele a masturbava enquanto comia a bunda dela.
Analía não aguentava ver tudo aquilo. Começou a enfiar os dedos na própria buceta. Logo se viu se masturbando com vontade. Enquanto isso, a irmã dela se sentia destruída por aquele pedaço de carne que entrava com toda força lá dentro. Os gemidos ecoavam por todos os lados. Assim, num instante, quase em uníssono, tanto Adriano quanto Verônica gemeram e tremeram... sem perceber que o clitóris de Analía se perdeu no êxtase sob seus dedos, e a mulher explodiu junto com eles num grito forte e agudo, enquanto seus dedos ficavam molhados de um líquido delicioso. Suas pernas tremiam. Ela queria gozar. Queria provar aquele esperma branco que agora escorria do cu da irmã e ainda deslizava para os lençóis.
Não tenho dúvida de que amanhã vou procurar o Adriano pra botar aquilo pra acontecer.
Olhou pela janela e viu como Adriano enfiava a língua na buceta apertada da irmã dela. Verônica parecia estar adorando aquilo, porque fechava os olhos e mordia os lábios quase com fúria.
Analia tava muito tesuda vendo aquela imagem e não conseguiu evitar de se tocar por cima da calcinha rosa de pano. Logo o pano molinho ficou todo molhado. Enquanto isso, Adriano tinha começado a meter dois dedos na buceta da irmã dele, Veronica. A putinha se mexia pra cima e pra baixo, fazendo a língua do macho entrar de vez no cu dela e os dedos penetrarem ela toda pela frente.
Com as mãos, ela pegava nos próprios peitos e apertava os bicos. Adriano ainda estava com a calça preta de tecido, corte italiano. Da cintura pra cima, estava nu. Analía via claramente a tatuagem no braço direito dele e como aquela mão entrava com fúria naquela buceta molhada. Os gemidos da irmã dela fizeram a casa tremer. Com certeza achavam que estavam sozinhos. Adriano se levantou, tirou a calça e a cueca azul e, ao se virar, deu pra ver o pau enorme. Verônica se jogou em cima da rola e meteu na boca sem nenhuma cerimônia. Começou a chupar com gosto. Ele segurou a cabeça dela com carinho e foi acariciando. Mas Verônica tava alucinada com aquele pau. Engolia quase com desespero. Logo ele jogou ela na cama. Lambeu toda a xereca dela e apontou a cabeça grossa do pau contra a bunda redonda da irmãzinha.
Ali ela olhou nos olhos dele e quase implorou - "Me dá a bunda" - não teve muito mais o que dizer.
Adriano molhou com a saliva o buraco apertado e assim foi enfiando o aparelho no orifício dela.
Quando a metade já estava dentro, saiu lá de dentro dela. A cara da Verônica era de confusão. Mas logo veio a recompensa. O homem arremeteu de uma vez, sem dó. Ela gritou como se estivesse se partindo.
O pauzão estava dentro até o fundo. Ele não hesitou e começou a meter com força, enquanto a outra mão foi direto pro clitóris rosado da Verônica. Assim, ele a masturbava enquanto comia a bunda dela.
Analía não aguentava ver tudo aquilo. Começou a enfiar os dedos na própria buceta. Logo se viu se masturbando com vontade. Enquanto isso, a irmã dela se sentia destruída por aquele pedaço de carne que entrava com toda força lá dentro. Os gemidos ecoavam por todos os lados. Assim, num instante, quase em uníssono, tanto Adriano quanto Verônica gemeram e tremeram... sem perceber que o clitóris de Analía se perdeu no êxtase sob seus dedos, e a mulher explodiu junto com eles num grito forte e agudo, enquanto seus dedos ficavam molhados de um líquido delicioso. Suas pernas tremiam. Ela queria gozar. Queria provar aquele esperma branco que agora escorria do cu da irmã e ainda deslizava para os lençóis.
Não tenho dúvida de que amanhã vou procurar o Adriano pra botar aquilo pra acontecer.
0 comentários - Olhando a foda - (um pau duro pra ela)