Minha timidez e as mulheres da minha família 19
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Minha timideze as mulheres da minha família 18
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No dia seguinte, tava com medo de encarar o Jorge, não sabia qual seria a reação dele, mas logo tive que superar. Tava tomando café, ele me olhou sério, mas levantou e me ofereceu a cadeira dele enquanto pegava outra pra si, sorrindo e falou…
- Muito bem, Manu, você mandou muito bem. A Ana sofreu mais, mas você foi fera. Te confesso que no começo eu também sofri, mas no final foi especial. Você deixou de bandeja, certeza que ela já tá prenha.
- E se não tiver ficado? – falei meio tímido.
O Jorge ficou calado um instante, pensativo. Depois me deu um tapinha nas costas.
- Relaxa, a gente tenta de novo quantas vezes precisar. Agora o gelo já quebrou, né?
- Se você diz…
Minha tia tava toda dengosa com meu tio agora, fazendo carinho e posando de grávida de brincadeira. Meu tio tava orgulhoso e ficava passando a mão na barriga dela toda hora.
Uns dias depois ele teve que viajar de novo. Custou pra ele ir, e sei que pra minha tia também. Quando ele foi embora, me deixou encarregado de cuidar bem dela e ficar de olho se ela passasse mal ou algo assim. Prometi, claro.
Na primeira noite, a Ana veio me buscar no meu quarto. Precisava de companhia. Fui com ela. Me abraçou assim que deitei, me agradeceu por ter ajudado eles. Tava convencida de que ia engravidar com esse esquema. Me senti lisonjeado.
Quando falou isso, pegou na minha piroca e disse:
- Tenho certeza que com essa piroca já taria prenha há muito tempo.
- Em outras circunstâncias, eu adoraria – falei.
Deitei em cima dela, ela abriu as pernas pra me receber. Me abracei nela e entrei sem dificuldade. Minha piroca tava em casa. Ela me apertava com a bacia e eu abraçava ela. Adorava fazer aquilo, sentia um carinho especial pela Ana. Depois da minha mãe, era a pessoa que eu mais amava, e ainda fodia como os anjos. Fiquei um tempo metendo devagar, ouvindo o coração dela junto do meu. De repente, caí na real, levantei o peito e me apoiei com as mãos, sem tirar ela de dentro, perguntei…
- Então… não vou mais poder gozar dentro de você?
- Bom… já não tomo mais as pílulas, mas podemos usar camisinha, ou arriscar furar ela, de qualquer jeito, quanto mais a gente tentar, mais cedo eu engravido e depois fico 9 meses livre pra foder com você a pelo sem perigo.
- Essa ideia de tentar muito me agrada, fiquei com pena do Jorge nos olhando foder sem poder participar, mas no final deu certo, ele é um cara sensacional.
- É verdade, amo muito ele, mas você é meu homem, me leva ao céu.
- Adoraria ver você gozar agora só pra mim.
- Isso não é difícil, já tô a ponto há um tempão, só de meter você já acende minha buceta.
- Então goza, depois eu gozo nos seus peitos.
- Ah, meus peitos, queria que fossem uns números maiores, principalmente pra você poder pegar e morder.
- Nem tudo são peitos grandes, adoro você do jeito que é, e seus bicos me deixam louco.
- A gente fala dos peitos depois.
- Ela quase não terminou a frase, me abraçou cravando as unhas nas minhas costas, me envolveu com as pernas e se desmanchou em espasmos.
- Quando se acalmou, ficou de braços abertos e, me puxando pra cima do peito dela, pegou minha pica e bateu uma até eu esguichar toda a porra nos peitos dela, os bicos estavam cobertos de creme.
De tarde fui pro centro, numa loja de departamento comprei um antivírus pro tablet, quando saí na calçada, dei de cara com a Cris, minha tia estava de mãos dadas com uma ruiva um pouco mais velha que ela, e do lado dessa, uma garota jovem, mais ou menos da minha idade, ainda mais ruiva que a outra, parecia filha dela. Minha tia me cumprimentou, mas achei meio fria, me apresentou a Susana e a filha dela, Adela, a gente se beijou e bateu um papo rápido. Aí Susana disse que ia comprar um batom e foi com a filha, minha tia me olhava fechada, eu Perguntei pela amiga dela, Sofia, ainda lembro do corpo gostoso dela, ela me respondeu com um certo rancor…
- Filho da puta, por sua culpa ela me largou. Depois que provou seu pau pela primeira vez, ela gostou e acabou pegando um cara. No começo a gente dividia, mas depois ela foi embora com ele e me deixou na mão. Ah! E te aviso: não chega perto da Susana, ela é só minha.
Levantei os braços em sinal de rendição, pedi desculpas se tinha sido a causa do término. Nessa hora, chegaram a Susana e a filha dela, disseram que estavam com pressa porque tinham consulta no dentista. A Susana achou que a Adela ia ficar entediada na sala de espera, e eu me ofereci pra acompanhar ela enquanto as duas estavam ocupadas. A garota era bonita e, principalmente, exótica: cabelo ruivo açafrão, rosto cheio de sardas, braços, colo, pernas… ela toda era um monte de sardas. Saímos andando pela calçada das lojas, tudo lotado, o pessoal não deixava a gente passar. Convidei ela pra sentar num café na calçada. Enquanto traziam as bebidas, ela me contou que era filha única e que conhecia a Cris há pouco tempo. Falei que ela era irmã da minha mãe e que eu tinha outra tia também. Ela perguntou se eu tinha pai, eu disse que não, que ele tinha morrido. Ela me surpreendeu…
- Já eu tenho muitos, mas não conheço nenhum.
- Perdão, você quis dizer que tem um e não conhece, né?
- Não, não, é verdade, tenho muitos, mas não sei quem são.
- Não me enche o saco, como assim você tem muitos?
- Bom, vou te contar, você parece ser de confiança. Minha mãe não me deixa me envolver com caras, só fico com garotas. Hoje é exceção porque você é sobrinho da Cris.
- Minha mãe, como você deve ter percebido, só se relaciona com mulheres. Desde pequena, ela sempre teve aversão a homens. Quando ficou mais velha, queria ter um filho, mas de jeito nenhum queria que fosse através de um homem. Ela considerou todas as opções, mas como era solteira, era difícil. Naquela época, ela trabalhava numa agência de… Seguros, ela tinha várias colegas, homens e mulheres. Com uma colega, começou um relacionamento e contou sobre sua vontade de ser mãe. A amiga contou em segredo para as outras colegas, e logo todo mundo sabia, até os caras. Todos juntos decidiram ajudar ela. Numa sexta à tarde, quando os chefes já tinham ido embora, minha mãe e a amiga dela transaram na sala de reuniões, em cima do carpete. Lá fora, os colegas tinham bolado um plano: as garotas faziam boquete nos caras. Tinha de tudo por lá, casados e solteiros, e elas também. Quando a amiga da minha mãe avisou, eles gozaram em copos do bebedouro, misturaram todo o esperma num copo grande e, com uma seringa grande, introduziram todo o sêmen na buceta da minha mãe. O resultado foi que, pouco tempo depois, ela fez o teste de gravidez na frente de todo mundo. Comemoraram com uma festa enorme. Logo depois, começaram as preocupações, e por orientação do médico, ela teve que ficar de repouso até eu nascer. Quando voltou, já tinham transferido a filial, e ela perdeu contato com todos.
Fiquei chocado. Claro que tive que dar razão a ela: qualquer um poderia ser meu pai. Insinuei que ela talvez tivesse os mesmos gostos da mãe.
— Bom, pra ser sincera, não sei. Nunca lidei com nenhum garoto. Minha mãe sempre me isolou.
— Que pena, porque você é muito gostosa. Na sua idade, devia escolher por si mesma. Com certeza, todos os caras iam te querer.
— Eu, gostosa? Qual é, com esse cabelo ruivo e tanta sarda, não agrado ninguém.
— Como não? Eu adoro esse cabelo, é lindo, brilha igual ao sol. E as sardas, curto pra caralho. Aposto que tem umas que vou gostar ainda mais.
— Eu? Tô cheia de sardas feias. Quais você gostaria mais? Onde estão?
Pra animar ela, quis mostrar que era uma mina muito linda. Apontei o dedo pra camisa dela, desabotoei um botão, olhei nos olhos dela, e ela estava me esperando. Apontei pras sardas, continuei soltando o outro botão e descobri o sutiã juvenil que ela usava, já tinha uns peitos bem desenvolvidos, a pele branquíssima estava cheia de pintinhas rosadas, olhei de novo nos olhos dela, ainda esperava o resultado, puxei a alça do ombro e a taça caiu suavemente, deixando o mamilo à mostra, era uma sarda bem grande e rosada também, quase não se destacava, mas quando roçou, um pontinho se ergueu, um arrepio sacudiu ela, disse que tinha sentido frio, paguei a conta e convidei ela pra passear, quando chegamos num jardim falei que sentaríamos num banco, tava bem coberto de vegetação, e logo acenderam os postes, por sorte o mais perto não iluminava a gente, ela me disse…
- Manu, cê me acha bonita mesmo? E gosta das minhas sardas?
- Adoro você toda, comeria todas as suas sardas.
Ela me abraçou, o peito apertava minha mão, só precisei enfiar por baixo da camisa, tava fora do sutiã e agarrei ele inteiro, o mamilo, mesmo pequeno, ficou duro, procurei o outro, desabotoando todos os botões, na penumbra da noite a pele dela brilhava, via as duas bolas brancas, beijei, chupei e mordi de leve.
Ela se apertava contra mim, acariciando meu cabelo, sem querer, acho eu, apoiou a mão na minha virilha, sentiu como meu pau lutava pra sair, me olhou com olhos suplicantes, não ousava me pedir, mas peguei a mão dela e coloquei sobre meu membro, ela agarrou com desespero, não tive escolha senão abrir a braguilha e tirar ele pra fora, ela olhava maravilhada, não ousava tocar, finalmente fez, puxava e soltava o prepúcio, a cabecinha ficou vermelha, só dizia…
- Gosto… adoro, é lindo, deixa eu beijar?
- Claro, é todo seu.
Ela lambeu pra sentir o gosto, enfiou na boca abocanhando com cuidado pra não morder, empurrei a cabeça dela pra cima e pra baixo e ela seguiu o ritmo. Minha mão passou por baixo da saia dela, as coxas mornas dela ficaram curtas pra mim até chegar na rendinha da calcinha, ela abriu as pernas e soltou meu pau, perguntei…
- Lá embaixo também tem sardas?
- Mais do que em qualquer lugar, quer ver?
- Tô morrendo de vontade de ver.
Ela abriu as pernas o suficiente pra eu puxar um lado da calcinha e vi a virilha branca e sardenta dela, uns pelinhos crespos cor de açafrão aparecendo por ali.
- Devem ser lindas.
- Espera, vou tirar a calcinha e você vê direitinho.
Ela levantou a saia e, abrindo as pernas, me mostrou a buceta coberta de pelo crespo e ruivo, os lábios eram rosa-claro em contraste, toquei separando eles, um botãozinho pequeno aparecia tímido, acariciei e fiz ela suspirar, continuei enfiando os dedos até encontrar a vagina apertada, ela me olhou assustada, acalmei ela, olha, só vou meter o dedo um pouquinho, é pra você sentir o calor de um homem.
- Então onde você tem mais calor é no pau, né?
- Pois é, mas talvez você não queira que eu coloque ele aí.
- Bom, se você colocar só como o dedo, eu gostaria de sentir seu calor.
- Se for por isso, vou fazer.
Olhei ao redor e lá longe tinha outro casal sentado num banco, também não dava pra ver as mãos deles, estavam na deles.
Não precisei falar o que ela tinha que fazer, ela se colocou na minha frente, levantou a saia e sentou nas minhas pernas, eu acariciei o clitóris dela, ele endureceu bastante, ela esperou até eu colocar a ponta do pau na entrada da vagina, apoiou as mãos nos meus ombros.
- Já tô sentindo o calor que você dá, posso sentar um pouco mais?
- Pode fazer o que quiser, mas já sabe o que pode acontecer.
- Sei sim, não quero que rasgue nada, minha mãe me mata.
Ela sentou com a cabeça do pau dois centímetros dentro da vagina, se mexia roçando nele, eu acariciava o clitóris dela. O peito dela se agitava numa respiração cada vez mais forte, de repente ela me disse…
- Manu, adoro estar com você, você é muito carinhoso, não vou contar pra minha mãe, mas vou fazer.
Não me deixou responder, sentou de uma vez em cima de mim, meu pau depois de uma leve resistência entrou até a metade, no próximo pulo foi até o fundo, me abraçou e chorou no meu ombro de emoção…
- Obrigada, Manu, você me fez mulher e estou muito feliz.
Me beijou na boca, era um beijo inexperiente, mas com todo o sentimento de gratidão.
Ficou um tempinho abraçada em mim, depois se levantou, olhou meu pau meio avermelhado com o sangue dela, se inclinou e beijou depois de limpar.
Preferi não quebrar o encanto do momento e guardei o pau sem ter gozado.
Quando voltamos pra rua de lojas, sentamos de novo no terraço, logo vimos a Cris e a Susana chegando, vinham com pressa, tinha muita gente na clínica e estavam atrasadas, quando nos viram não quiseram pedir nada, só perguntaram se a gente tinha se divertido, a menina disse pra mãe que tinha adorado, eu respondi que ela tinha uma filha que já era uma mulher linda, a mãe foi embora orgulhosa, a Cris me olhou mas não engoliu aquilo direito.
Continua...
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No dia seguinte, tava com medo de encarar o Jorge, não sabia qual seria a reação dele, mas logo tive que superar. Tava tomando café, ele me olhou sério, mas levantou e me ofereceu a cadeira dele enquanto pegava outra pra si, sorrindo e falou…
- Muito bem, Manu, você mandou muito bem. A Ana sofreu mais, mas você foi fera. Te confesso que no começo eu também sofri, mas no final foi especial. Você deixou de bandeja, certeza que ela já tá prenha.
- E se não tiver ficado? – falei meio tímido.
O Jorge ficou calado um instante, pensativo. Depois me deu um tapinha nas costas.
- Relaxa, a gente tenta de novo quantas vezes precisar. Agora o gelo já quebrou, né?
- Se você diz…
Minha tia tava toda dengosa com meu tio agora, fazendo carinho e posando de grávida de brincadeira. Meu tio tava orgulhoso e ficava passando a mão na barriga dela toda hora.
Uns dias depois ele teve que viajar de novo. Custou pra ele ir, e sei que pra minha tia também. Quando ele foi embora, me deixou encarregado de cuidar bem dela e ficar de olho se ela passasse mal ou algo assim. Prometi, claro.
Na primeira noite, a Ana veio me buscar no meu quarto. Precisava de companhia. Fui com ela. Me abraçou assim que deitei, me agradeceu por ter ajudado eles. Tava convencida de que ia engravidar com esse esquema. Me senti lisonjeado.
Quando falou isso, pegou na minha piroca e disse:
- Tenho certeza que com essa piroca já taria prenha há muito tempo.
- Em outras circunstâncias, eu adoraria – falei.
Deitei em cima dela, ela abriu as pernas pra me receber. Me abracei nela e entrei sem dificuldade. Minha piroca tava em casa. Ela me apertava com a bacia e eu abraçava ela. Adorava fazer aquilo, sentia um carinho especial pela Ana. Depois da minha mãe, era a pessoa que eu mais amava, e ainda fodia como os anjos. Fiquei um tempo metendo devagar, ouvindo o coração dela junto do meu. De repente, caí na real, levantei o peito e me apoiei com as mãos, sem tirar ela de dentro, perguntei…
- Então… não vou mais poder gozar dentro de você?
- Bom… já não tomo mais as pílulas, mas podemos usar camisinha, ou arriscar furar ela, de qualquer jeito, quanto mais a gente tentar, mais cedo eu engravido e depois fico 9 meses livre pra foder com você a pelo sem perigo.
- Essa ideia de tentar muito me agrada, fiquei com pena do Jorge nos olhando foder sem poder participar, mas no final deu certo, ele é um cara sensacional.
- É verdade, amo muito ele, mas você é meu homem, me leva ao céu.
- Adoraria ver você gozar agora só pra mim.
- Isso não é difícil, já tô a ponto há um tempão, só de meter você já acende minha buceta.
- Então goza, depois eu gozo nos seus peitos.
- Ah, meus peitos, queria que fossem uns números maiores, principalmente pra você poder pegar e morder.
- Nem tudo são peitos grandes, adoro você do jeito que é, e seus bicos me deixam louco.
- A gente fala dos peitos depois.
- Ela quase não terminou a frase, me abraçou cravando as unhas nas minhas costas, me envolveu com as pernas e se desmanchou em espasmos.
- Quando se acalmou, ficou de braços abertos e, me puxando pra cima do peito dela, pegou minha pica e bateu uma até eu esguichar toda a porra nos peitos dela, os bicos estavam cobertos de creme.
De tarde fui pro centro, numa loja de departamento comprei um antivírus pro tablet, quando saí na calçada, dei de cara com a Cris, minha tia estava de mãos dadas com uma ruiva um pouco mais velha que ela, e do lado dessa, uma garota jovem, mais ou menos da minha idade, ainda mais ruiva que a outra, parecia filha dela. Minha tia me cumprimentou, mas achei meio fria, me apresentou a Susana e a filha dela, Adela, a gente se beijou e bateu um papo rápido. Aí Susana disse que ia comprar um batom e foi com a filha, minha tia me olhava fechada, eu Perguntei pela amiga dela, Sofia, ainda lembro do corpo gostoso dela, ela me respondeu com um certo rancor…
- Filho da puta, por sua culpa ela me largou. Depois que provou seu pau pela primeira vez, ela gostou e acabou pegando um cara. No começo a gente dividia, mas depois ela foi embora com ele e me deixou na mão. Ah! E te aviso: não chega perto da Susana, ela é só minha.
Levantei os braços em sinal de rendição, pedi desculpas se tinha sido a causa do término. Nessa hora, chegaram a Susana e a filha dela, disseram que estavam com pressa porque tinham consulta no dentista. A Susana achou que a Adela ia ficar entediada na sala de espera, e eu me ofereci pra acompanhar ela enquanto as duas estavam ocupadas. A garota era bonita e, principalmente, exótica: cabelo ruivo açafrão, rosto cheio de sardas, braços, colo, pernas… ela toda era um monte de sardas. Saímos andando pela calçada das lojas, tudo lotado, o pessoal não deixava a gente passar. Convidei ela pra sentar num café na calçada. Enquanto traziam as bebidas, ela me contou que era filha única e que conhecia a Cris há pouco tempo. Falei que ela era irmã da minha mãe e que eu tinha outra tia também. Ela perguntou se eu tinha pai, eu disse que não, que ele tinha morrido. Ela me surpreendeu…
- Já eu tenho muitos, mas não conheço nenhum.
- Perdão, você quis dizer que tem um e não conhece, né?
- Não, não, é verdade, tenho muitos, mas não sei quem são.
- Não me enche o saco, como assim você tem muitos?
- Bom, vou te contar, você parece ser de confiança. Minha mãe não me deixa me envolver com caras, só fico com garotas. Hoje é exceção porque você é sobrinho da Cris.
- Minha mãe, como você deve ter percebido, só se relaciona com mulheres. Desde pequena, ela sempre teve aversão a homens. Quando ficou mais velha, queria ter um filho, mas de jeito nenhum queria que fosse através de um homem. Ela considerou todas as opções, mas como era solteira, era difícil. Naquela época, ela trabalhava numa agência de… Seguros, ela tinha várias colegas, homens e mulheres. Com uma colega, começou um relacionamento e contou sobre sua vontade de ser mãe. A amiga contou em segredo para as outras colegas, e logo todo mundo sabia, até os caras. Todos juntos decidiram ajudar ela. Numa sexta à tarde, quando os chefes já tinham ido embora, minha mãe e a amiga dela transaram na sala de reuniões, em cima do carpete. Lá fora, os colegas tinham bolado um plano: as garotas faziam boquete nos caras. Tinha de tudo por lá, casados e solteiros, e elas também. Quando a amiga da minha mãe avisou, eles gozaram em copos do bebedouro, misturaram todo o esperma num copo grande e, com uma seringa grande, introduziram todo o sêmen na buceta da minha mãe. O resultado foi que, pouco tempo depois, ela fez o teste de gravidez na frente de todo mundo. Comemoraram com uma festa enorme. Logo depois, começaram as preocupações, e por orientação do médico, ela teve que ficar de repouso até eu nascer. Quando voltou, já tinham transferido a filial, e ela perdeu contato com todos.
Fiquei chocado. Claro que tive que dar razão a ela: qualquer um poderia ser meu pai. Insinuei que ela talvez tivesse os mesmos gostos da mãe.
— Bom, pra ser sincera, não sei. Nunca lidei com nenhum garoto. Minha mãe sempre me isolou.
— Que pena, porque você é muito gostosa. Na sua idade, devia escolher por si mesma. Com certeza, todos os caras iam te querer.
— Eu, gostosa? Qual é, com esse cabelo ruivo e tanta sarda, não agrado ninguém.
— Como não? Eu adoro esse cabelo, é lindo, brilha igual ao sol. E as sardas, curto pra caralho. Aposto que tem umas que vou gostar ainda mais.
— Eu? Tô cheia de sardas feias. Quais você gostaria mais? Onde estão?
Pra animar ela, quis mostrar que era uma mina muito linda. Apontei o dedo pra camisa dela, desabotoei um botão, olhei nos olhos dela, e ela estava me esperando. Apontei pras sardas, continuei soltando o outro botão e descobri o sutiã juvenil que ela usava, já tinha uns peitos bem desenvolvidos, a pele branquíssima estava cheia de pintinhas rosadas, olhei de novo nos olhos dela, ainda esperava o resultado, puxei a alça do ombro e a taça caiu suavemente, deixando o mamilo à mostra, era uma sarda bem grande e rosada também, quase não se destacava, mas quando roçou, um pontinho se ergueu, um arrepio sacudiu ela, disse que tinha sentido frio, paguei a conta e convidei ela pra passear, quando chegamos num jardim falei que sentaríamos num banco, tava bem coberto de vegetação, e logo acenderam os postes, por sorte o mais perto não iluminava a gente, ela me disse…
- Manu, cê me acha bonita mesmo? E gosta das minhas sardas?
- Adoro você toda, comeria todas as suas sardas.
Ela me abraçou, o peito apertava minha mão, só precisei enfiar por baixo da camisa, tava fora do sutiã e agarrei ele inteiro, o mamilo, mesmo pequeno, ficou duro, procurei o outro, desabotoando todos os botões, na penumbra da noite a pele dela brilhava, via as duas bolas brancas, beijei, chupei e mordi de leve.
Ela se apertava contra mim, acariciando meu cabelo, sem querer, acho eu, apoiou a mão na minha virilha, sentiu como meu pau lutava pra sair, me olhou com olhos suplicantes, não ousava me pedir, mas peguei a mão dela e coloquei sobre meu membro, ela agarrou com desespero, não tive escolha senão abrir a braguilha e tirar ele pra fora, ela olhava maravilhada, não ousava tocar, finalmente fez, puxava e soltava o prepúcio, a cabecinha ficou vermelha, só dizia…
- Gosto… adoro, é lindo, deixa eu beijar?
- Claro, é todo seu.
Ela lambeu pra sentir o gosto, enfiou na boca abocanhando com cuidado pra não morder, empurrei a cabeça dela pra cima e pra baixo e ela seguiu o ritmo. Minha mão passou por baixo da saia dela, as coxas mornas dela ficaram curtas pra mim até chegar na rendinha da calcinha, ela abriu as pernas e soltou meu pau, perguntei…
- Lá embaixo também tem sardas?
- Mais do que em qualquer lugar, quer ver?
- Tô morrendo de vontade de ver.
Ela abriu as pernas o suficiente pra eu puxar um lado da calcinha e vi a virilha branca e sardenta dela, uns pelinhos crespos cor de açafrão aparecendo por ali.
- Devem ser lindas.
- Espera, vou tirar a calcinha e você vê direitinho.
Ela levantou a saia e, abrindo as pernas, me mostrou a buceta coberta de pelo crespo e ruivo, os lábios eram rosa-claro em contraste, toquei separando eles, um botãozinho pequeno aparecia tímido, acariciei e fiz ela suspirar, continuei enfiando os dedos até encontrar a vagina apertada, ela me olhou assustada, acalmei ela, olha, só vou meter o dedo um pouquinho, é pra você sentir o calor de um homem.
- Então onde você tem mais calor é no pau, né?
- Pois é, mas talvez você não queira que eu coloque ele aí.
- Bom, se você colocar só como o dedo, eu gostaria de sentir seu calor.
- Se for por isso, vou fazer.
Olhei ao redor e lá longe tinha outro casal sentado num banco, também não dava pra ver as mãos deles, estavam na deles.
Não precisei falar o que ela tinha que fazer, ela se colocou na minha frente, levantou a saia e sentou nas minhas pernas, eu acariciei o clitóris dela, ele endureceu bastante, ela esperou até eu colocar a ponta do pau na entrada da vagina, apoiou as mãos nos meus ombros.
- Já tô sentindo o calor que você dá, posso sentar um pouco mais?
- Pode fazer o que quiser, mas já sabe o que pode acontecer.
- Sei sim, não quero que rasgue nada, minha mãe me mata.
Ela sentou com a cabeça do pau dois centímetros dentro da vagina, se mexia roçando nele, eu acariciava o clitóris dela. O peito dela se agitava numa respiração cada vez mais forte, de repente ela me disse…
- Manu, adoro estar com você, você é muito carinhoso, não vou contar pra minha mãe, mas vou fazer.
Não me deixou responder, sentou de uma vez em cima de mim, meu pau depois de uma leve resistência entrou até a metade, no próximo pulo foi até o fundo, me abraçou e chorou no meu ombro de emoção…
- Obrigada, Manu, você me fez mulher e estou muito feliz.
Me beijou na boca, era um beijo inexperiente, mas com todo o sentimento de gratidão.
Ficou um tempinho abraçada em mim, depois se levantou, olhou meu pau meio avermelhado com o sangue dela, se inclinou e beijou depois de limpar.
Preferi não quebrar o encanto do momento e guardei o pau sem ter gozado.
Quando voltamos pra rua de lojas, sentamos de novo no terraço, logo vimos a Cris e a Susana chegando, vinham com pressa, tinha muita gente na clínica e estavam atrasadas, quando nos viram não quiseram pedir nada, só perguntaram se a gente tinha se divertido, a menina disse pra mãe que tinha adorado, eu respondi que ela tinha uma filha que já era uma mulher linda, a mãe foi embora orgulhosa, a Cris me olhou mas não engoliu aquilo direito.
Continua...
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