Cansada do serviço de internet e de fazer várias reclamações, aceitei que mandassem um técnico na minha casa. Acordei cedo, tomei café num dia super quente e de mau humor.
Levinha de roupa (saia jeans, minha favorita, e camiseta), como tava com muita preguiça, decidi não colocar calcinha. Me sentia brincalhona e excitada.
Esperei... esperei até que lá pelo meio-dia o técnico apareceu. Alto, cabelo curto, moreno e 1,70 com barriguinha. Cumprimentei ele, convidei pra entrar e ofereci algo gelado. Ele me olhou de cima a baixo e respondeu: "a temperatura tá subindo rápido". Sorri tímida, me fazendo de sonsa.
Ele entrou no quarto onde tinha que consertar o cabo e eu fiquei pra fazer companhia e puxar papo, enquanto examinava aqueles braços fibrosos. Ele percebeu meu jeito de olhar e se aproximou devagar, e disse:
– Essa saia é curta demais, não acha?
– Não, tá muito calor – respondi. Virei de costas, deixando minha bunda dar um alô.
Ai, gata, não pode me provocar assim. Ele se agarrou pra beijar e mordiscar minha rabeta. Minha calcinha fio dental rosa automaticamente ficou molhada, e ele sentiu e curtiu minha umidade com os dedos.
Não conseguia parar de gemer e me molhar. Apoiei as mãos na parede, abrindo as pernas pra língua dele penetrar mais e mais. Os dedos dele começaram a brincar com meu clitóris. Ele quis tirar minha calcinha, mas me excitou muito mais ele só afastar ela e curtir com a língua e os dedos minha buceta molhada. Pedia mais, queria e precisava de mais.
Meu técnico se levantou, desabotoou a calça, tirando o pau enorme e enfiando tudo sem pena entre minhas pernas. Gritei... gritei pra caralho, e ele tapou minha boca enquanto sussurrava:
– Sssshhhh... esse serviço é exclusivo pra algumas clientes, bem putinhas como você.
Essas palavras me molharam ainda mais, e as estocadas dele ficaram mais intensas. Eu amava aquela situação: estar contra a parede com a saia vestida, a calcinha de lado e sendo penetrada sem dó.
Meu técnico se Sentei no chão e fiz ele me montar, sentar de uma vez naquela piroca grossa, achei que não ia aguentar tanto prazer, mas sentei mesmo assim. Enquanto o senhor subia e descia minha bunda com muita vontade, gritei de novo e ele tapou minha boca de novo, colocando os dedos nos meus lábios. Lambi os dedos dele enquanto cavalgava desesperadamente aquele pau delicioso que me molhava cada vez mais. Quando estava quase gozando, ele parou, me virou de costas, levantou minha saia e deixou todo o leite morno na minha bunda e disse: — O cabo não tem conserto, vou ter que voltar ou chamar um técnico...
Levinha de roupa (saia jeans, minha favorita, e camiseta), como tava com muita preguiça, decidi não colocar calcinha. Me sentia brincalhona e excitada.
Esperei... esperei até que lá pelo meio-dia o técnico apareceu. Alto, cabelo curto, moreno e 1,70 com barriguinha. Cumprimentei ele, convidei pra entrar e ofereci algo gelado. Ele me olhou de cima a baixo e respondeu: "a temperatura tá subindo rápido". Sorri tímida, me fazendo de sonsa.
Ele entrou no quarto onde tinha que consertar o cabo e eu fiquei pra fazer companhia e puxar papo, enquanto examinava aqueles braços fibrosos. Ele percebeu meu jeito de olhar e se aproximou devagar, e disse:
– Essa saia é curta demais, não acha?
– Não, tá muito calor – respondi. Virei de costas, deixando minha bunda dar um alô.
Ai, gata, não pode me provocar assim. Ele se agarrou pra beijar e mordiscar minha rabeta. Minha calcinha fio dental rosa automaticamente ficou molhada, e ele sentiu e curtiu minha umidade com os dedos.
Não conseguia parar de gemer e me molhar. Apoiei as mãos na parede, abrindo as pernas pra língua dele penetrar mais e mais. Os dedos dele começaram a brincar com meu clitóris. Ele quis tirar minha calcinha, mas me excitou muito mais ele só afastar ela e curtir com a língua e os dedos minha buceta molhada. Pedia mais, queria e precisava de mais.
Meu técnico se levantou, desabotoou a calça, tirando o pau enorme e enfiando tudo sem pena entre minhas pernas. Gritei... gritei pra caralho, e ele tapou minha boca enquanto sussurrava:
– Sssshhhh... esse serviço é exclusivo pra algumas clientes, bem putinhas como você.
Essas palavras me molharam ainda mais, e as estocadas dele ficaram mais intensas. Eu amava aquela situação: estar contra a parede com a saia vestida, a calcinha de lado e sendo penetrada sem dó.
Meu técnico se Sentei no chão e fiz ele me montar, sentar de uma vez naquela piroca grossa, achei que não ia aguentar tanto prazer, mas sentei mesmo assim. Enquanto o senhor subia e descia minha bunda com muita vontade, gritei de novo e ele tapou minha boca de novo, colocando os dedos nos meus lábios. Lambi os dedos dele enquanto cavalgava desesperadamente aquele pau delicioso que me molhava cada vez mais. Quando estava quase gozando, ele parou, me virou de costas, levantou minha saia e deixou todo o leite morno na minha bunda e disse: — O cabo não tem conserto, vou ter que voltar ou chamar um técnico...
5 comentários - Serviço técnico