A amiga gostosa da minha avó

E continuo contando: depois daquela noite em que a vovó entrou toda gostosa no meu quarto, todas as noites seguintes continuou tendo sexo entre nós dois. Nem ela nem eu pensávamos que éramos avó e neto, que estávamos cometendo incesto nem nada do tipo. Éramos um casal transando pelo simples prazer de foder, até que um dia, no almoço, meu velho, que tinha começado as férias naquele dia, disse: "Hoje à tarde você vem comigo, vamos comprar as passagens para passar quinze dias em Córdoba, na casa dos seus tios." A casa dos tios ficava numa cidadezinha (na época era um vilarejo, hoje é uma cidade onde fica a maior fábrica de doces), quase no meio do mato. "Não, eu não quero ir! Quinze dias lá são insuportáveis", falei, pensando que perderia a chance de foder, já que minha avó ficaria em casa e eu só poderia bater uma no campo. Meu velho me olhou e disse: "Você não escolhe, obedece e vem pra Córdoba sem reclamar." Na hora, a vovó Clara, rápida como sempre, falou: "Mas, genro, qual é o problema? O menino fica comigo uma semana e na outra encontra vocês lá." Resultado: entre ela e minha mãe, convenceram ele. Fomos comprar as passagens: três para o dia seguinte e uma para a semana seguinte. Naquela noite, com a história de fazer as malas e dormir cedo pra despachar as bagagens na estação, pela primeira vez em várias noites fui dormir sem sexo. No dia seguinte, meus pais e minha irmã viajaram, e eu fiquei sozinho em casa com a avó. Lá pelas oito da noite, depois da despedida, cheguei com a Clara em casa. Entramos, eu tranquei a porta da rua, fechei tudo e fui encontrar a vovó. Encontrei ela no quarto, completamente pelada. Ela me olhou e disse: "O que você ainda tá fazendo vestido? A partir de agora e por uma semana, vamos viver sozinhos e no pelo. Vamos foder o quanto quisermos, em qualquer lugar da casa que bater a vontade. Você é capaz?" Sem responder, agarrei ela. cintura, puxei ela contra mim e devorei a boca dela com um beijo de língua daqueles que aprendi com ela, com minha língua cheia da saliva dos dois, percorri o queixo dela, o começo dos peitões grandes dela, até chegar nos bicos duros e roxos, alternando entre o peito direito e o esquerdo, que mordi de leve no começo e mais forte conforme minha tara aumentava, até chegar no ponto em que a vó começou a gemer: "é, assim mesmo, morde minhas tetas, chupa meus bicos, deixa as marcas dos teus dentes cravadas no corpo todo!" Já não eram gemidos, eram gritos, ela pedia pra eu deixar minha marca, pra fazer dela minha propriedade. Entre os pedidos e gritos de prazer, eu penetrei ela sem avisar, com meu tronco duro como nunca lembro de ter tido, entrando e saindo da buceta dela como um pistão e gozando dentro com um jato de porra que saiu cuspida do meu pau como não lembro muitas vezes.

Jogados na cama, já recuperados daquela foda maravilhosa, abraçando ela, eu disse: "a verdade é que não tinha conseguido te falar antes como você foi rápida e esperta com a ideia de eu ficar uma semana com você." "Neném, a vó sabe o que faz, essa semana vou secar suas bolas. Achou que ia deixar você ir pra Córdoba pra sua prima, que já tem dezenove, ficar com o que eu preparei esse tempo todo?" "Não, vó, nem pensei nisso, e juro que não vai rolar nada." Claro que isso eu conto outro dia.

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Trata de subir los relatos mas seguidos porfavoooor ajajaj