Essa história curta que vou contar pra vocês é rápida, mas é o tipo de coisa que pode rolar se a tesão bater forte uma hora dessas.
Ela é a Blanca.
O ruim não é que a Blanca seja uma jovem bem liberal e muito safada, gostosa e bem proporcionada, o ruim é que quase não deixam ela sair ultimamente, porque a mãe dela tá muito puta já que a menina saía demais. Mas isso não é o pior, o pior é que a mãe da Blanca e ela moravam na mesma casa que a irmã da mãe da Blanca, a dona Hilda, e o marido dela, Nazario, e os 6 filhos deles, que eram umas gracinhas de crianças, tudo um atrás do outro, porque o senhor Nazario era um tarado de primeira e não tinha perdoado a tia da Blanca, embora ela mantivesse ele numa dieta rigorosa de sexo, já que a dona queria um descanso. O senhor não era cego, e imagine você que lê isso: ver uma jovem linda como a Blanca desfilando na sua frente de calcinha e blusas justas, mostrando aquele rabão enorme e aqueles peitões, o senhor tava mais que afim da jovem, que, toda safada, rebolava o rabo pro senhor de um jeito provocante pra ele ver e ela rir, sem se importar que os filhos estavam ali. Mas isso é o ruim: morar todo mundo junto, quartos diferentes, mas o mesmo teto.
Naquela noite, a Blanca ia lavar o banheiro, porque a mãe dela mandou antes de sair pro mercado com a esposa do Nazario. As duas irmãs saíram, deixando a Blanca sozinha com as crianças e o Nazario, que tava tomando banho quando a Blanca entrou no banheiro, usando umas calcinhas rosa curtinhas e bem coladinhas, mostrando uma bucetinha inchada, louca por uma pica. O banheiro era dividido por uma cortina transparente entre a área do vaso e a área do chuveiro. Quando a Blanca entrou, notou o corpo nu do Nazario e disse: "Tio, vim lavar o vaso, sou eu". O Nazario se entreabriu e viu a Blanca de calcinha e uma blusa preta, com suas chinelinhas pretas de tira fina, mostrando o corpo ao máximo. O Nazario ficou atônito, e a pica dele começou a endurecer. Duas semanas sem transar, sem se masturbar, sem ordenhar o leite! Ele tava bem carregado de esperma, e a vontade de aliviar toda aquela carga era enorme! Ele não perguntou, não falou, só saiu de lá. Na área do chuveiro, abraço a Blanca por trás, apalpando ela e levantando a blusa dela à força até descobrir as tetonas enormes de Blanca peladas. Boquiaberto, Nazario ficou sem palavras. Blanca meio que resistia com o senhor, mas os braços fortes dele seguravam ela firme, e ele começou a acariciar as tetonas de Blanca, dizendo: "Fica quietinha, quietinha, Blanquita preciosa!" Blanca soltava gemidinhos ao sentir as mãos do senhor apalpando os biquinhos endurecidos da menina, que começou a curtir como aliviavam aquela coceirinha gostosa que ela sentia nos mamilos. Ela mordeu os lábios e deixou o senhor continuar. Depois, ele baixou a calcinha de Blanca, enquanto ela cooperava. O senhor inclinou ela e tocou a perereca de Blanca, que tava super molhada! Pegou a pica grandona e cabeçuda dele, que tava pulsando, e colocou na entrada da buceta de Blanca, enquanto ela, ao sentir o pau, ficou mais excitada e agarrou ele pela frente, esfregou e guiou pra dentro da vagina dela. Com os olhinhos fechados de prazer, Nazario enfiou aquele bicho grosso, cheio de veias e cabeçudo dentro da buceta molhada de Blanca, enquanto ela respondia rebolando a cintura, se despachando sozinha na rola do velho, que, com uma cara de prazer e tensão, começou a se mover no ritmo dos movimentos da jovem, que escorria delícias suculentas da xerequinha dela, recebendo brocas duras do senhor! "Ai, bebê! Uai, bebê, que gostosa você é!" disse Blanquita pro velho, que tava perdido, perdido em como as tetonas de Blanca balançavam enquanto ele as acariciava com força! Ele sentia que a porra acumulada ia fazer ele explodir logo, e era só isso que importava! Então continuou a meter na menina linda, que tava com os olhos virados e a boca apertada de prazer. Nisso, ouve-se: "Papai! Me lê uma história!" Era um dos filhos de Nazario. Ele disse pro menino: "Espera aí, meu filho, tô só brincando com a priminha de jogar a cum, assim que a gente terminar de brincar, eu leio uma história! Pode parar! Me fode agora e cala a boca, mermão." O menino não disse nada, mas saiu chorando. O senhor disse: "Deixa ele chorar, branquinha, que agora eu tô bem colado em você e não vão me... soltar..." Blanca se mexia sem piedade, e o senhor sentia que a carga dele estava prestes a sair. Segurando firme os peitões de Blanca, ele se preparou para deixar sair aquela porra que tanto tempo esteve contida no corpo dele. E então, entre gemidos de Blanca, o senhor começou a tremer, com a respiração ficando cada vez mais forte. Finalmente, não conseguiu mais segurar a carga e só disse: "Ai, branquinha, não para de rebolar, não!! Não aguento mais, Blanca! Não aguento mais, Blanca!!! Blanca!!! ... Ai, Blanca!!!! Ai, blancaaaa!!! .... (com um esforço, tensão e prazer) UUUUUUUHHHHGGGGG OOOOH BLANCA! Minha porra, MEU LEITE!!!" Nazario começou a jorrar jatos de esperma que inundaram a intimidade da jovem, que também escorria sucos a jorros. Nazario abraçou Blanca, segurando ela forte enquanto o pau dele expulsava porra a borbotões dentro da buceta faminta de Blanca, que o obrigou sem piedade a soltar os bebês dele naquela noite, naquele banheiro que se encheu do cheiro do sexo! Quando Nazario sentiu que o corpo dele não tinha mais nada para soltar, se desgrudou de Blanca. Ela ficou dolorida e, ao mesmo tempo, satisfeita. Ele olhou nos olhos dela, sem dizer nada um para o outro. Ele foi embora, vestiu uma cueca samba-canção comprida e saiu. A jovem deixou sair uma quantidade de sêmen da buceta dela e se limpou. O homem, satisfeito e descansado por ter soltado a carga, dirigiu os passos dele para o quarto do filho, para ler uma história para ele e para os irmãos dele. Isso, só Blanca e o senhor souberam, ninguém mais...
Quem sabe, talvez em 9 meses Nazario seja pai mais uma vez, porque naquela noite ele deixou muitas sementinhas plantadas.
Ela é a Blanca.

O ruim não é que a Blanca seja uma jovem bem liberal e muito safada, gostosa e bem proporcionada, o ruim é que quase não deixam ela sair ultimamente, porque a mãe dela tá muito puta já que a menina saía demais. Mas isso não é o pior, o pior é que a mãe da Blanca e ela moravam na mesma casa que a irmã da mãe da Blanca, a dona Hilda, e o marido dela, Nazario, e os 6 filhos deles, que eram umas gracinhas de crianças, tudo um atrás do outro, porque o senhor Nazario era um tarado de primeira e não tinha perdoado a tia da Blanca, embora ela mantivesse ele numa dieta rigorosa de sexo, já que a dona queria um descanso. O senhor não era cego, e imagine você que lê isso: ver uma jovem linda como a Blanca desfilando na sua frente de calcinha e blusas justas, mostrando aquele rabão enorme e aqueles peitões, o senhor tava mais que afim da jovem, que, toda safada, rebolava o rabo pro senhor de um jeito provocante pra ele ver e ela rir, sem se importar que os filhos estavam ali. Mas isso é o ruim: morar todo mundo junto, quartos diferentes, mas o mesmo teto.Naquela noite, a Blanca ia lavar o banheiro, porque a mãe dela mandou antes de sair pro mercado com a esposa do Nazario. As duas irmãs saíram, deixando a Blanca sozinha com as crianças e o Nazario, que tava tomando banho quando a Blanca entrou no banheiro, usando umas calcinhas rosa curtinhas e bem coladinhas, mostrando uma bucetinha inchada, louca por uma pica. O banheiro era dividido por uma cortina transparente entre a área do vaso e a área do chuveiro. Quando a Blanca entrou, notou o corpo nu do Nazario e disse: "Tio, vim lavar o vaso, sou eu". O Nazario se entreabriu e viu a Blanca de calcinha e uma blusa preta, com suas chinelinhas pretas de tira fina, mostrando o corpo ao máximo. O Nazario ficou atônito, e a pica dele começou a endurecer. Duas semanas sem transar, sem se masturbar, sem ordenhar o leite! Ele tava bem carregado de esperma, e a vontade de aliviar toda aquela carga era enorme! Ele não perguntou, não falou, só saiu de lá. Na área do chuveiro, abraço a Blanca por trás, apalpando ela e levantando a blusa dela à força até descobrir as tetonas enormes de Blanca peladas. Boquiaberto, Nazario ficou sem palavras. Blanca meio que resistia com o senhor, mas os braços fortes dele seguravam ela firme, e ele começou a acariciar as tetonas de Blanca, dizendo: "Fica quietinha, quietinha, Blanquita preciosa!" Blanca soltava gemidinhos ao sentir as mãos do senhor apalpando os biquinhos endurecidos da menina, que começou a curtir como aliviavam aquela coceirinha gostosa que ela sentia nos mamilos. Ela mordeu os lábios e deixou o senhor continuar. Depois, ele baixou a calcinha de Blanca, enquanto ela cooperava. O senhor inclinou ela e tocou a perereca de Blanca, que tava super molhada! Pegou a pica grandona e cabeçuda dele, que tava pulsando, e colocou na entrada da buceta de Blanca, enquanto ela, ao sentir o pau, ficou mais excitada e agarrou ele pela frente, esfregou e guiou pra dentro da vagina dela. Com os olhinhos fechados de prazer, Nazario enfiou aquele bicho grosso, cheio de veias e cabeçudo dentro da buceta molhada de Blanca, enquanto ela respondia rebolando a cintura, se despachando sozinha na rola do velho, que, com uma cara de prazer e tensão, começou a se mover no ritmo dos movimentos da jovem, que escorria delícias suculentas da xerequinha dela, recebendo brocas duras do senhor! "Ai, bebê! Uai, bebê, que gostosa você é!" disse Blanquita pro velho, que tava perdido, perdido em como as tetonas de Blanca balançavam enquanto ele as acariciava com força! Ele sentia que a porra acumulada ia fazer ele explodir logo, e era só isso que importava! Então continuou a meter na menina linda, que tava com os olhos virados e a boca apertada de prazer. Nisso, ouve-se: "Papai! Me lê uma história!" Era um dos filhos de Nazario. Ele disse pro menino: "Espera aí, meu filho, tô só brincando com a priminha de jogar a cum, assim que a gente terminar de brincar, eu leio uma história! Pode parar! Me fode agora e cala a boca, mermão." O menino não disse nada, mas saiu chorando. O senhor disse: "Deixa ele chorar, branquinha, que agora eu tô bem colado em você e não vão me... soltar..." Blanca se mexia sem piedade, e o senhor sentia que a carga dele estava prestes a sair. Segurando firme os peitões de Blanca, ele se preparou para deixar sair aquela porra que tanto tempo esteve contida no corpo dele. E então, entre gemidos de Blanca, o senhor começou a tremer, com a respiração ficando cada vez mais forte. Finalmente, não conseguiu mais segurar a carga e só disse: "Ai, branquinha, não para de rebolar, não!! Não aguento mais, Blanca! Não aguento mais, Blanca!!! Blanca!!! ... Ai, Blanca!!!! Ai, blancaaaa!!! .... (com um esforço, tensão e prazer) UUUUUUUHHHHGGGGG OOOOH BLANCA! Minha porra, MEU LEITE!!!" Nazario começou a jorrar jatos de esperma que inundaram a intimidade da jovem, que também escorria sucos a jorros. Nazario abraçou Blanca, segurando ela forte enquanto o pau dele expulsava porra a borbotões dentro da buceta faminta de Blanca, que o obrigou sem piedade a soltar os bebês dele naquela noite, naquele banheiro que se encheu do cheiro do sexo! Quando Nazario sentiu que o corpo dele não tinha mais nada para soltar, se desgrudou de Blanca. Ela ficou dolorida e, ao mesmo tempo, satisfeita. Ele olhou nos olhos dela, sem dizer nada um para o outro. Ele foi embora, vestiu uma cueca samba-canção comprida e saiu. A jovem deixou sair uma quantidade de sêmen da buceta dela e se limpou. O homem, satisfeito e descansado por ter soltado a carga, dirigiu os passos dele para o quarto do filho, para ler uma história para ele e para os irmãos dele. Isso, só Blanca e o senhor souberam, ninguém mais...
Quem sabe, talvez em 9 meses Nazario seja pai mais uma vez, porque naquela noite ele deixou muitas sementinhas plantadas.
7 comentários - Sobrinha peituda me deixou sem gozo