Minha timidez e as mulheres da família 8

Minha timidez e as mulheres da minha família


RELATO ANTERIOR: 
Minhatimidez e as mulheres da minha família 7



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Minha timidez e minha responsabilidade guiaram minha juventude, até que minhas tias e minha mãe me fizeram acordar.Quando cheguei em casa, minha mãe já tinha chegado, tinha se trocado e estava preparando o jantar. Eu também me troquei e ajudei no que pude, montei a mesa e deixei tudo pronto. Na cozinha, ela estava cuidando de várias coisas ao mesmo tempo. Eu comecei a lavar umas louças e, como se nada fosse, perguntei:

- Clara, e a sua irmã Cris? Sabe alguma coisa dela?

- Agora que você falou, faz tempo que não falo com ela. Quando tiver um tempinho, vou ligar.

- É que achei que vi ela no centro, parecia muito com vocês, parecia gêmea.

- Bom, a verdade é que todas nós, irmãs, nos parecemos muito, temos quase o mesmo tipo. A Julia é um pouco mais cheinha, tem mais peito e quadril do que eu. A Ana você já conhece, e a Cris é ainda mais magra que a gente, é lisinha completamente. Sempre foi muito independente e é feliz do jeito que é.

Parece que a Cris leu nossos pensamentos, porque na hora ligou perguntando como estávamos e tal. Minha mãe disse que eu tinha visto ela, e ela respondeu que não tinha percebido...

Combinaram de vir um dia desses.

Minha mãe mudou de assunto rapidinho, serviu o jantar e, enquanto comíamos, me perguntou como tinha sido o filme. Contei tudo, menos a companhia da Emi, claro.

Ela me contou que tinham ido fazer compras, tinham lanchado numa cafeteria e se divertido pra caramba.

Perguntei se ela tinha comprado algo bonito, e ela disse que sim, as duas tinham esquentado o cartão de crédito, falou rindo.

Depois do jantar, a gente arrumou a mesa juntos e sentou no sofá. Ela tirou os sapatos e subiu as pernas no assento, me contou as voltas que tinham dado nas lojas, as risadas que tinham dado nos provadores, trocando as roupas como se fossem menininhas, e se aconselhando uma à outra.

Aí, do nada, ela resolveu me incluir na opinião sobre as compras. Não achei ruim. Ela pulou do sofá e... Do quarto dela, trouxe vários pacotes.
Começou a abrir eles: um vestido rodado. Tirou a roupa que tava usando e vestiu na hora. Se afastou pra eu ver de longe, deu uma volta fazendo a saia rodar. Gostei, ainda mais que tinha um decote em V que valorizava muito.

Depois veio um lenço, um suéter, uma camisa, mas numa caixa bem decorada guardava a surpresa. Tirou o vestido e saiu correndo pro quarto. Quando voltou, tava com um conjunto de lingerie preta: a calcinha fio dental com só um triângulo na frente, além de tule transparente; o sutiã, dois triângulos que grudavam no corpo sem alças, também transparente e marcando os bicos e as aréolas. Se virou: os fios quase invisíveis do fio dental deixavam as pernas mais longas e a bunda mais redonda; o sutiã por trás permitia usar vestidos com muito decote.

Ela se aproximou de mim com passos lentos, arqueando a cintura. Quando chegou perto, disse…

— Pela sua cara, vejo que cê gostou, mas vou perguntar pro seu amigo.

Colocou a mão na minha braguilha. Meu pau me traiu e não deu pra disfarçar: já tava duro fazia um tempo.

— Tira de mim?

Ela virou de costas, e eu passei as mãos do pescoço pros ombros. Quando ela levantou os braços, segui pelas axilas. Com dois dedos, soltei o fecho e caiu no chão. Continuei pela cintura e pelos quadris, passei os dedos por baixo dos fios e liberei o que tava escondido entre a bunda. No chão, juntou com o sutiã. Ela se abaixou pra pegar, e o cu dela ficou na altura do meu rosto. Agarrei as coxas dela e enfiei a cara entre as nádegas. Com a língua, lambi o buraco escuro e enrugado. Ela não esperava e tentou se desviar, mas não conseguiu. Tava bem presa, então continuei lambendo. Quando ela relaxou, ela mesma separou a bunda com as mãos, e minha boca afundou entre elas.

A ponta da língua lutava pra entrar, nem que fosse meio centímetro. Ela queria ajudar, mas não conseguia. Se abaixou ainda mais, não Consegui resistir à tentação de descer e lamber os lábios da buceta dela, isso acabou de relaxar ela, vi o cu dela se abrir e então minha língua já entrou quase um centímetro.

Clara se apoiou pra trás contra meu rosto, já não precisava segurá-la e minhas mãos foram pro clitóris e pra buceta dela que, depois de molhar com os próprios sucos, se enfiou no cu já relaxado.

Quando ela percebeu que não era mais minha língua e que algo continuava entrando, se virou pra mim, esperando.

Perguntei com o olhar se podia continuar, ela só levantou as sobrancelhas.

Meu dedo sumiu entre as nádegas brancas, o cu sedoso contrastava com a buceta rugosa, não incomodava ela, só despertava curiosidade. Me atrevi a tirar o dedo e continuar molhando o buraco, ela pareceu ficar impaciente, rebolando. Outro dedo se juntou ao primeiro, o esfínter apertou um pouco, mas logo deixou eu continuar. Clara suspirava quando meus dedos giravam dentro dela. Me levantei e tirei a rola pra fora, ela não viu, mas quando enfiei três dedos já se mexia inquieta. Com muita paciência, fui aumentando o calibre do buraco. Quando ela ficava desconfortável, me aproximava e deixava cair saliva na cabecinha, substituindo os dedos. Clara se virou de novo com os olhos bem abertos, perguntei e ela fechou os olhos devagar, concordando.

A pressão foi aumentando até a glande sumir entre as nádegas. Clara se apoiou na borda da mesa, com a mão me incentivou a continuar, enquanto abria mais as bandas do cu. O tronco da minha rola molhado de saliva foi desaparecendo até a metade. Ela levantou uma mão pedindo tempo, parei e fiquei tentado a tirar, mas então ela me animou de novo com a mão. Pressionei de novo e dessa vez não encontrei resistência, fui até o fim, me encostei nela, minha rola totalmente dentro dela e minhas bolas molhadas pelos sucos da buceta.

Abracei Clara por trás, me sentei no sofá e ela passou as pernas pro lado das minhas, olhou entre elas e se certificou de que estava lá dentro. Empalada pelo cu, ela não acreditava, a buceta dela livre e meu pau no cu dela, ela pegou minhas mãos e colocou nos peitos dela, fiquei amassando aqueles peitinhos, até que comecei a acariciar o clitóris dela e com a outra mão enfiava dois dedos na vagina, ela pulava de leve, mas com cuidado até o fundo, se deitou sobre mim e, virando a cabeça, procurou meus lábios me beijando, do jeito que estava, senti como se um calafrio percorresse o corpo dela e ela gozou forte, não consegui segurar minha emoção, Clara, gozando com meu pau no cu dela pela primeira vez, e gozei junto com ela, enchi ela de porra e quando ela conseguiu se levantar, um jorro de sêmen saiu com pressão.
Fomos dormir exaustos.


CONTINUA

5 comentários - Minha timidez e as mulheres da família 8

Muy bueno quisiera fotos... ver ese cuerpo que relatas. natural.
Muy bueno quisiera fotos... ver ese cuerpo que relatas. natural.
ERes un petador de culos jajaj
Buen relato, van ocho puntos