Minha timidez e as gostosas da família 6



Meutimideze as mulheres da minha família 6
 


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Minhatimideze as mulheres da minha família 6







A vida em casa praticamente continuou a mesma, agora tínhamos chegado a um nível máximo de intimidade que facilitou ainda mais a convivência.

Quando saí do quarto da Clara, fiquei surpreso com várias coisas. Uma delas foi que, pela primeira vez na vida, chamei minha mãe pelo nome. Gostei e decidi continuar chamando ela assim, mesmo em casa. Também percebi que, com minha tia Ana, eu tinha uma relação de sexo-amizade-família que adoraria ter contado pra Clara. Não descartei a ideia, mas, por ela ser irmã da Ana e casada, talvez não visse com bons olhos. Também fiquei na dúvida se contava pra Ana sobre as mudanças que rolaram em casa. Mesmo ela tendo a mente bem aberta, não sabia até onde poderia aceitar. Por tudo isso, resolvi ficar de boca fechada e, no futuro, pensar de novo no assunto.

Passaram dois dias até o telefone tocar lá em casa, quem atendeu foi a Clara, da sala ela me chamou…

- Manu ponte, é a tia Ana.

Depois de me cumprimentar, me pediu se eu podia chegar um instante, queria que ajudasse ela a mover um sofá e um móvel, meu tio chegava amanhã e ela queria deixar tudo pronto.

Falei pra ela que tava estudando e que tinha aula daqui a duas horas, e que era importante, mas ela insistiu e eu não consegui recusar.

Peguei os livros e saí correndo pra casa dos meus tios. Assim que bati na porta, a Ana abriu. Dava pra ver que ela tava apressada, cabelo bagunçado, suada e sem maquiagem.
Ela me fez entrar na sala rapidamente. Nós dois empurramos o sofá até a parede do outro lado, ele pesava como um defunto, eu suava pra caralho e tirei a camiseta. A Ana, que tava usando uma camisa do marido amarrada na cintura e um short, desamarrou a camisa também. Só percebi quando ela se abria com os movimentos dela. Claro que não tava usando sutiã em casa, na real nem precisava, mas os bicos eram os bicos dela. Tentei não me distrair. Ela pediu pra mover também o móvel da louça, que também pesava, tava cheio. As gotas de suor escorriam pelo meu rosto, e no dela também. A camisa tava incomodando ela, e ela tirou com um tapa. Não falei nada, e ela também não. Continuamos trabalhando.

Quando já tínhamos deixado tudo do jeito dela, vesti a camiseta pra ir embora, mas ela lembrou que faltavam pendurar três quadros, trouxe uma escada e me pediu com olhos pidões pra trocá-los também, jurou que era a última coisa que me pedia, olhei o relógio, tava apertado de tempo, mas resolvi ajudar, ela perguntou se eu sabia usar a furadeira e fez isso com segundas intenções, eu ri e o mau humor passou, subi na escada, era fácil, dois quadros mudaram de lugar rapidinho, mas o terceiro não agradava ela de jeito nenhum, eu olhava o relógio impaciente, ao passar por mim enquanto eu tava na escada, ela roçou a mão na minha braguilha e perguntou…

- Como é que tá a furadeira hoje?

Com a máquina na mão e a outra me segurando na escada, não consegui evitar que ela puxasse minha calça até os tornozelos. No degrau onde eu estava, minha pica ficava na altura do rosto dela. Ela não esperou eu ficar duro, meteu tudo na boca e, conforme eu ia crescendo com as carícias da língua dela e os apertões nas minhas bolas, ela ia deixando sair. Não tirou completamente. Quando tava duro, começou a mexer a cabeça e fazia ela desaparecer quase toda. Eu não conseguia me mexer com a calça enroscada nos pés e em cima da escada. A Ana continuou me chupando, eu quase tinha esquecido da aula. Minha tia, por sorte, não. Ela continuou chupando minha pica até que, ignorando meu aviso, tirou a cabeça dos lábios e esperou os jatos acertarem a cara dela. Encheu os olhos, o cabelo, os lábios, até um mamilo sumiu debaixo de uma gota de porra. Com a língua, me limpou a pica e as bolas. Sem se limpar, subiu minha calça, me deu os livros e me arrastou até a porta da rua. A última imagem que vi dela foi na porta, toda melada de porra, e ela me disse…

- Valeu por tudo, vou tomar outra ducha, agora com água.

Cheguei bem na hora em que todos os meus colegas estavam sentando, alguns rodeando as minas. Sentei perto da professora, era um dos mais adiantados. Fiquei feliz por não ter perdido a aula, mesmo que tenha sido difícil escolher. No fim da aula, já tava indo pra rua quando encontrei um amigo. Ele me chamou pra ver um filme em 3D, cheio de efeitos de ação. Não achei ruim e combinamos pro sábado. Quando a gente já tava se despedindo, uma mina chegou perto. Era amiga do Carlos. Ele contou pra ela sobre o rolê do cinema, e ela se auto-convidou. Dei de ombros e topei.

Na sexta, minha tia me ligou, meu tio Jorge tinha chegado na noite anterior e queria me ver, eu já sabia pra que era, ele ia me trazer algum presente como sempre, eu podia me gabar de ter os melhores jogos de videogame graças ao meu tio.

Cheguei no meio da manhã, minha tia toda arrumada me abriu e me deu um beijinho, estranhei, mas ela disse que o Jorge tinha acabado de entrar no chuveiro e me contou em segredo que estava muito feliz, ele tinha adorado não precisar mais usar camisinha e eles transaram três vezes à noite gozando dentro, até pouco tempo tinham feito "um rapidinha" e ele estava tomando banho.

Perguntei inocente o que era essa tal de "rapidinha". Ele sussurrou no meu ouvido que era do jeito que ele fazia: metia a pica e em segundos já gozava e pronto.
A lâmpada acendeu na hora, ou seja, não esperava minha tia gozar…

Nem pensei duas vezes: peguei minha tia pela cintura, virei ela, encostei no encosto do sofá, levantei a saia largona que ela tava usando, puxei o fio dental pro lado e enfiei a pica. Não precisei lubrificar, ainda tava molhada do boquete anterior. Ela quase não reclamou, só ficou de olho no barulho do banheiro. Minha pica metia forte dentro dela. Talvez tenha sido isso ou a sacanagem que tava no ar na sala que fez ela gozar loucamente no sofá, de pernas abertas, o que facilitou eu continuar comendo ela até gozar dentro também. Na mesma hora, a água do chuveiro parou. Minha tia, meio tonta, foi pra cozinha e me deu um papel pra me limpar. Limpei e guardei no bolso bem na hora que meu tio saiu do banheiro.

Ela me deu um sorriso de orelha a orelha e me abraçou, tava eufórica, me perguntou como iam os estudos, pela minha mãe e me contou que tava muito feliz por várias coisas, uma pelos móveis novos e outras que não podia me contar, me agradeceu pela ajuda que dei pra Ana na mudança.

Detrás do sofá, onde há pouco eu tinha comido a mulher dele, ele tirou um pacote, era maior que o normal. Me mandou sentar no sofá e, com toda cerimônia, me entregou. Abri ansioso e descobri que dessa vez ele tinha mudado: era um tablet, de marca e bem completo. Fiquei empolgado, nunca imaginaria aquilo, era meu sonho impossível. Abracei ele de verdade. Atrás dele, minha tia saiu da cozinha, levantou o vestido por trás e me mostrou como minha porra ainda escorria pelas coxas dela até os joelhos. Eu abracei meu tio de novo.
Continua.

3 comentários - Minha timidez e as gostosas da família 6

kaguna
Jajajaja espero se vuelva una gran orgia de familia esto, va bien