Quando abri a porta que dava pro quintal, vi minha prima vindo em direção à casa. — Oi, Javi. De onde você vem? — Fui no freezer beber uma água gelada. — Minha prima me olhou estranho, sabia que eu sempre bebia água na loja do posto e nunca me atrevia a entrar em casa sem permissão. — Bom, vou ver o que encontro pra lanchar, tenho que voltar logo. — Vai ver seu namorado? — Não tenho namorado, é só um amigo. — De novo senti raiva ao pensar naquele intruso tocando e beijando minha prima. — Tá, vou continuar com meu trabalho. Logo as aulas iam começar, mas o garoto que ia voltar pro colégio agora era bem diferente do que saiu de lá uns meses antes. Mas ainda tinha muito o que descobrir. Minha prima e minha tia me transformaram num homem.
E chegou a tão odiada e temida volta às aulas, professores novos, mas os mesmos adolescentes fazendo as mesmas idiotices do ano anterior. Principalmente quando tinha mina olhando. Mas logo meus colegas de classe perceberam que meu comportamento tinha mudado. Eu já não me sentia à vontade fazendo as mesmas merdas que eles faziam na frente das garotas. Meus amigos mais próximos ficavam preocupados por não me verem "pagando de doido" igual a eles. — O que que houve, Javi? Tem algum problema? — Era meu amigo Juan, tava realmente preocupado. — Não, não se preocupa, não tem nada, tô bem, de verdade. — A gente te vê sempre pensativo e muito sério. — Deve ser que tô ficando velho. — Respondi rindo. — Não é que você tá apaixonado? — Quem me dera, mas não tenho ninguém pra amar. Quem sabe nesse ano eu tenha mais sorte com as minas. — Acontece o mesmo com todo mundo, a gente só pega uns beijos e olhe lá, todas são umas sem graça. Quando ele foi embora, fiquei refletindo… Apaixonado? Não tinha me feito essa pergunta, e pra falar a verdade, não sabia o que responder pra mim mesmo. Ainda tava na minha cabeça a lembrança do que vivi com minha tia e minha prima. Só tinham se passado uns dois meses. Mas aquelas lembranças seriam inesquecíveis pra mim. Uma e outra vez voltavam à minha mente os momentos vividos com aquelas duas mulheres, eu continuava desejando elas igualmente. Às vezes chegava a pensar que tava apaixonado por elas, mas imediatamente tentava afastar essa ideia da minha cabeça. Dá pra ficar apaixonado por duas mulheres ao mesmo tempo? Sempre ouvi dizer que isso era impossível, além disso elas eram parte da minha família, isso tornava tudo pecaminoso e inconfessável. Mesmo assim, minha cabeça girava em torno disso toda vez que eu batia uma. Era algo que não tinha mudado pra mim, continuava me masturbando com a mesma frequência, mas agora fazia isso sabendo como é a sensação de foder uma mulher. Não precisava imaginar nada, só precisava lembrar de tudo que vivi naquele posto de gasolina, e de novo meu pau pedia que eu desse o alívio necessário, enchendo de porra as paredes dos banheiros da escola, e também meus lençóis de noite. Não tinha visto minha prima de novo desde que me despedi do trabalho, a gente estudava em escolas diferentes, e também não cruzava com ela quando eu saía pela cidade. Tem que considerar que naquela época não existia celular nem nada parecido. Quanto à minha tia, também não tinha tido notícias dela. Mesmo morrendo de vontade de vê-la, me dava um pouco de vergonha ir até o posto. Ficava meio sem graça de rever a Carmen, embora no fundo desejasse isso loucamente. Também não sabia nada da situação do casamento dela, e isso me preocupava. Imaginar ela sofrendo me enchia de raiva. Até que, por acaso, uma tarde encontrei a Mari, ela tava andando com uma amiga dela. Uma onda de alegria percorreu meu peito quando ela se aproximou de mim. — Oi Mari, quanto tempo sem te ver. — E dei uns beijinhos nas bochechas dela — Puxa, você não voltou no posto desde o verão. — Tô com vontade de ir, mas vou deixando pra outro dia, e o tempo vai passando… — Te apresento minha amiga Pepi. — Pepi, esse é o meu primo Javi. —Prazer, sua prima já falou de você algumas vezes. Ela gosta muito de você. —Oi Pepi, prazer em te conhecer. —Foi ela quem chegou mais perto pra dar os beijos de costume. —Pode vir com a gente se quiser, vou acompanhar a Pepi até a casa dela, e depois a gente pode voltar caminhando juntos. —Acho ótimo, faz tempo que a gente não se vê, e tô afim de conversar com você. Deixamos a Pepi na porta da casa dela e começamos a andar em silêncio, agora parecia que nenhum dos dois ousava quebrar aquele silêncio. —Então, Javi, me conta como anda a vida. Tá namorando? —Não, parece que ainda não chegou minha hora. —Você tem que dar uma força também, se uma mina te agrada, tem que falar pra ela. —Já faço isso, perdi muita da minha timidez, graças a você. —E também graças à minha mãe. —Completou rindo. —O que sua mãe tem a ver com isso? —Ah, para de se fazer de bobo, mas não tô a fim de falar disso agora. Eu também não quis insistir nesse assunto, parecia que minha prima sabia mais do que eu imaginava. Também não me atrevi a perguntar sobre o estado do relacionamento entre os pais dela. Continuamos andando até passar na frente da entrada de um parque. —Quer sentar um pouco? Meus pés tão doendo de tanto andar. —Tá bem, eu também andei muito essa tarde. Aliás, como anda seu namorado? —A gente terminou, melhor dizendo, ele terminou comigo. Mas acho que não perdi grande coisa. —Por que você diz isso? —É um sem-vergonha, assim que conseguiu o que queria, me largou por outra. —Umas lágrimas pareciam querer escapar dos olhos dela. —Você tá falando de…? —Sim, bem que eu podia ter dado minha primeira vez pra você, e não pra aquele filho da puta. —Sinto muito que tenha dado errado pra você. O que aconteceu, não gostou de transar? —A gente fez umas duas vezes, na primeira vez me machucou muito, não teve nenhum cuidado comigo. E na segunda vez não senti nada, ele foi um egoísta, só queria gozar, eu não importava nada pra ele. Felizmente não engravidei, porque ele também não usou nada. Ele quis usar camisinha. —Que filho da puta, adoraria dar uma surra nele. —Melhor esquecer, não se meta em problemas. Olhei de novo pro rosto dela, agora as lágrimas cobriam as bochechas. Assim como fiz com a mãe dela, aproximei meus lábios pra sorver aquele líquido salgado. —Alguém pode nos ver, Javi. —Ela disse enquanto meus lábios percorriam as bochechas dela. —Não tô nem aí, também acho que a cidade inteira não sabe que somos primos. Minha boca agora procurou os lábios dela, e ela aceitou mansamente ser beijada. Mas logo separou a boca. —Desculpa, Javi, não me sinto confortável, a ideia de alguém nos reconhecer me apavora. —Te entendo, mas é tanta vontade que tenho de te abraçar e beijar. Você não imagina quantas vezes pensei em você desde aquele dia. —Eu também quero ficar com você, você é muito carinhoso, e agora preciso muito de carinho. —Mas não consigo pensar num lugar onde possamos ficar a sós. —Espera uns dias, já vou pensar em algo. Ligo na sua casa com qualquer desculpa e a gente combina. —Parece boa ideia, mas não esquece disso. Tô morrendo de vontade de você, acho que te amo. —Minhas palavras eram sinceras, a menos que eu ainda não soubesse o que era o amor. —Não diz isso, somos primos, só podemos sentir amor fraternal. O resto é proibido. —Dá pra proibir sentimentos? —Acho que tem gente que pensa assim. Dito isso, ela se despediu de mim com um beijo na bochecha, e cada um seguiu pra sua casa. No resto da semana fiquei de olho no telefone, mas nenhuma chamada era da minha prima. Até que na sexta à tarde, ao atender, pude ouvir a voz dela. —Finalmente ligou, fiquei a semana inteira esperando o telefone tocar. —Já achei uma solução. —Cê tá falando daquilo que a gente conversou. —Não podia dar detalhes, meus pais podiam estar ouvindo. —Tenho uma amiga cujos pais têm uma casinha no campo, mais um chalé, nos arredores. Convenci ela a me emprestar as chaves neste domingo, claro que não Sabe que vou com você, falei que arranjei um namorado novo. — Mas e os pais dela? Não tem perigo de aparecerem por lá? — A família vai viajar esse fim de semana, então só voltam domingo à noite. — Então, quando a gente se vê? — Que tal domingo às três da tarde? — Preferia passar o dia inteiro com você. — Não dá, de manhã tenho que ajudar minha mãe em casa. A gente se vê às três no ponto em frente ao Corte Inglês. O ônibus deixa a gente a só quinze minutos da casa. — Beleza, então combinado assim, até logo, Juan. — Ouvi a risada da minha prima do outro lado da linha. — Até logo, Cati, um beijo. — Quem era? — Perguntou minha mãe, curiosa como sempre. — Meu amigo Juan, nada importante. Acho que você não devia perguntar toda vez que falo com alguém. — Desculpa, filho, não vou perguntar mais. — Disse com um tom ofendido. — Entenda, Javi, ela não consegue evitar, é mais forte que ela. — Completou meu pai rindo. — Vocês dois se uniram contra mim? Então vou deixar vocês sozinhos. — E foi ver TV na sala. A partir daí, comecei a contar as horas e a sonhar com o que ia rolar no domingo. Até que finalmente chegou a hora, cheguei meia hora antes no ponto do ônibus. Meus olhos não paravam de vasculhar a multidão, ansiosos pra ver minha prima aparecer, meu coração dava um pulo toda vez que via alguma garota parecida com ela. Por fim, quinze minutos depois, avistei ela ao longe, e respirei aliviado. — Oi, Javi. — Ela levava uma mochila pequena na mão, e a respiração estava ofegante. — Oi, mari, você parece cansada. — Vim num passo rápido, minha mãe me prendeu até o último minuto. — Senta e descansa. O que você levou aí? — Perguntei apontando pra mochila. — Umas toalhas e sabonete, não sei o que a gente vai encontrar lá. — Mas você conhece o lugar? — Fui algumas vezes quando era pequena, acho que sei chegar. Meia hora depois, o ônibus nos deixou nos arredores da cidade. — Tem que seguir por esse caminho por uns dois quilômetros. —Disse minha prima, apontando para uma estrada de terra que se embrenhava entre os vinhedos. —Me dá a bolsa, eu levo agora. —Pendurei a bolsa a tiracolo, e minha mão procurou a dela. Seguimos assim, em silêncio, só interrompido pela nossa risada nervosa, cada vez que olhávamos nos olhos um do outro, e eu apertava com mais força a mão dela. —É ali. —Disse Mari depois de dez minutos caminhando. A casinha se destacava entre os vinhedos, solitária, rodeada apenas por algumas árvores. —É muito linda, parece saída de um conto de fadas. —Os vinhedos ao redor também são da minha amiga, é na época da colheita que eles mais usam a cabana. Uma vez na porta de madeira, minha prima enfiou a chave na fechadura, não era uma chavinha, mas uma chave grande daquelas que não se vê mais hoje em dia. Abriu a porta devagar, com o respeito que um lugar alheio impõe. O interior estava na penumbra. Abrimos uma das janelas e o cômodo se iluminou, revelando assim os mistérios que as sombras escondiam. —Lembrava de tudo maior. —Disse minha prima. —É normal, sempre acontece com as lembranças da infância. A casa tinha só uma sala principal com uma lareira, um quarto com duas camas, e um banheirinho. A cabana não tinha eletricidade, mas tinha água de um grande reservatório lá fora. —Finalmente, estamos sozinhos, aqui tô tranquila, ninguém pode nos ver. —E fechou a porta por dentro. O próximo passo foi nos fundir num abraço, dando vazão às nossas bocas famintas de desejo, nossos lábios se procuraram, se unindo num beijo que só era interrompido quando meus lábios beijavam o rosto dela. —Preciso ir ao banheiro, vou me lavar, mas vai ter que ser com água fria. —Disse minha prima. —Tá bom, depois vou eu. Momentos depois, estávamos os dois dentro do quarto. Mari tirou uma toalha grande da mochila e a estendeu sobre o colchão nu de uma das camas. —Minha amiga Cati Ela me avisou sobre isso, não tem lençol nem nada parecido. Por isso trouxe umas toalhas. Depois puxou a gaveta inteira de um dos criados-mudos. —Tá aqui. —Disse rindo— Minha amiga vem sempre aqui com o namorado, ela me contou onde escondia as camisinhas. —Eu nem tinha pensado nisso, que distraído que sou, claro que também não sabia até onde você queria chegar. —Que bobo você é, pra que você acha que eu ia te trazer até aqui? —Disse, enquanto tirava a camiseta. O tesão percorreu meu corpo inteiro ao ouvir as palavras dela, e uma ereção violenta tomou conta do meu pau ao ver ela tirando a roupa. Fiz o mesmo, Mari sorriu quando viu meu pau apontado pro teto. —Nossa, vejo que você tá bem animado. —Tô pegando fogo por dentro, faz tempo que sonho com esse momento. —Vem cá, me abraça. Nossos corpos nus se juntaram, e de novo nossos lábios se procuraram. E assim, unidos naquele abraço, caímos na cama. De novo os peitos da minha prima estavam dentro da minha boca, tão duros quanto da outra vez. Chupei aqueles seios até ouvir uns gemidinhos escapando da boca dela. Depois fui deslizando minha boca pela barriga dela, beijando o corpo todo até parar no monte de Vênus. Ali, abri as pernas dela pra contemplar aquela buceta, tantas vezes desejada por mim. Não consegui evitar uma sensação de raiva misturada com tesão, ao lembrar que aquela maravilha tinha sido de outro homem. Que um sem-vergonha que não merecia tinha penetrado aquele corpo, pra depois descartar como um lenço usado. Perdido nos meus pensamentos, fiquei olhando aquela buceta que agora se abria diante dos meus olhos só pra mim. Os poucos pelos que a rodeavam, o interior rosa como veludo, e cada uma das suas dobras, tudo era maravilhoso pra mim. —Continua, não fica aí parado, tô muito molhada. —Era a voz trêmula da minha prima, perdido nos meus pensamentos eu tinha deixado ela de lado. —Fiquei besta olhando. —Me desculpei. E minha mão passou a explorar o mais íntimo daquela... adolescente, cuja beleza crescia a cada dia. Enfiei dois dedos dentro da buceta dela, e dessa vez, ela não resistiu. Minha mão ficou encharcada com os fluidos quentes dela, tão quentes quanto os gemidos que escapavam da boca dela. — Javi, chupa, quero que você me faça gozar igual fez naquele dia, nunca mais senti nada assim. — Minha Mari não enrolava, sabia o que queria. Sem mais delongas, afundei minha cara entre as coxas dela, e minha língua começou a lamber todo aquele vale, enfiando a língua dentro da buceta dela, pra depois chegar no clitóris, e recomeçar. Os gemidos da minha prima aumentavam, e uns espasmos pareciam percorrer o corpo dela quando minha língua roçava a parte mais sensível. — Aí, continua aí, no lugar, vai até eu gozar. — O tom era imperativo, mas a voz dela era rouca, sensual e ardente. Chupei e lambi aquele clitóris, com toda a força que minha língua permitia. Tava começando a ficar difícil acompanhar o ritmo do corpo dela, que ficava tenso, enquanto a pélvis subia e descia. E ela, com as mãos, puxava minha cabeça pra garantir que eu não ia escapar. Os gemidos viraram gritos, misturados com ofegos e palavras que eu mal entendia. E no final, senti o corpo dela relaxar de uma vez, afundando no colchão, com umas contrações. — Pronto, já foi, amor, já gozei, pode parar. Levantei a cabeça pra ver o rosto dela, tava vermelho, os olhos fixos no teto, e o corpo coberto de suor. — Gostou? — perguntei. — Tá duvidando? É a segunda vez na minha vida que gozo assim. Só você conseguiu. Vai, deita de costas, agora é sua vez. Assim que fiz, senti o calor da boca dela envolvendo meu pau. Ela engolia meu pau uma vez atrás da outra, enquanto uma das mãos acariciava minhas bolas, ao mesmo tempo que usava de limite pra não engasgar. O prazer aumentava a cada chupada e lambida que minha glande recebia, pra depois sentir de novo o calor do interior da boca dela. boca. Mesmo assim, sentia inveja da minha prima, o que o corpo dela tinha sentido momentos antes devia ser cem vezes maior do que eu poderia experimentar. Apesar da minha pouca experiência, já tinha percebido como um orgasmo feminino é forte, nada comparável ao de um homem. Momentos depois, minha mente lutava mais uma vez contra meu pau prestes a gozar, enquanto eu me recusava a gozar tão cedo. — Mari, para com isso, já vou gozar. Mas a boca dela não se soltava do meu membro, parecia não ter me ouvido. — Não aguento mais, para agora. — E com minha mão toquei a cabeça dela para que obedecesse. Mas foi inútil, minha prima ainda tinha meu pau dentro da boca quando senti o primeiro jato saindo da minha glande, e depois outro, e mais vários. O esperma escorria pelo canto dos lábios da minha princesa, mas ela não tirou a boca até ter certeza de que eu tinha gozado completamente. Então ela se levantou e foi cuspir na pia, depois enxaguou a boca. — Mas Mari, gozei na sua boca, é incrível, não esperava por isso. — Falei quando ela voltou. — Te falei que tinha que fazer isso um dia, viu só, também experimentei isso com você. — E o que achou? — Adorei sentir os espasmos do seu pau e a força dos jatos de porra dentro da minha boca. Mas não tive coragem de engolir, ouvi dizer que algumas mulheres fazem isso. — Obrigado, você é adorável. Acho que não vamos embora ainda, fiquei com vontade de, sabe como é… — Eu também quero, mas vamos descansar um pouco primeiro. — Mas só um pouquinho. — Falei sentando ao lado dela na beira da cama. — Você precisa se lavar, está todo coberto de resto de porra, e isso é perigoso, posso engravidar. Obedeci, e lavei bem o pau e as bolas na pia. Minha prima continuava sentada na beira da cama, sentei ao lado dela e de novo unimos nossos lábios, havia algo mais que desejo carnal nos nossos beijos. Nós dois podíamos sentir, mas nos recusávamos a aceitar. —Deita de barriga pra cima. —Disse Mari, enquanto rasgava a embalagem da camisinha. —Vou tentar colocar em você. —Já colocou alguma? —Não, é a primeira, mas não parece difícil, é só desenrolar pra baixo. Embora eu receie que você não esteja duro o bastante pra isso. Inclinando-se sobre mim, enfiou meu pau inteiro na boca, instantes depois já não cabia tudo lá dentro. —Nossa, olha como cresce rápido, já tá duríssimo. —Com cuidado, desenrolou o látex até cobrir todo meu falo. —Parece que você plastificou ele. —Ri. —Assim não tem perigo nenhum. —Disse enquanto se deitava ao meu lado na cama. Sem hesitar um segundo, me joguei sobre ela me acomodando entre as pernas dela. —Espera, chupa um pouco minha buceta, quero estar quente quando você meter. —Desculpa, tô com tanta vontade que nem pensei nisso. E deslizei meu corpo até ter meus lábios de novo dentro da vulva dela, quente e molhada. Não precisei me esforçar muito pra ela pedir pra parar, já tava no ponto. —Pode vir Javi, tô pronta, acho que dessa vez vou gostar. Tirei minha cabeça de entre as pernas dela e subi pra beijar a boca dela com meus lábios ainda molhados dos fluidos mais íntimos dela. Mari se levantou um pouco pra pegar meu pau com a mão, guiando a cabeça pra entrada da vagina dela. —Tá aí, empurra devagar, não me machuca. —As palavras dela foram seguidas por um gemido suave e prolongado que durou até meu pau entrar por inteiro. Ela levantou um pouco a pélvis como se quisesse que entrasse ainda mais. —Assim Javi, empurra o máximo que puder, adoro. Vamos, agora, me come, mete forte. Apoiei os pés na grade da cama e empurrei o máximo que pude, depois afrouxei a pressão, começando a bombar dentro daquela buceta. Lembrando da minha experiência anterior, decidi não ir muito rápido, então optei por empurrar com força, mas de forma calma. —Tá gostando assim, Mari, amor? —Tô adorando, nunca senti algo assim antes, vai fundo. Mais rápido. —Não quero gozar muito cedo, por isso vou devagar. E acelerei um pouco o ritmo, embora estivesse achando difícil me controlar conforme me aproximava do clímax. Tentei distrair meus pensamentos, mas os gemidos da minha prima me traziam de volta à realidade, e ao desejo inevitável de gozar. Mas foi ela quem me surpreendeu. —Vai, Javi, agora, vai, vou gozar, Javi, isso é muito bom. —O resto dos sons que escaparam da boca dela não deixava dúvidas, ela estava gozando. —Eu também, Mari, eu também. —E empurrei com toda a força que pude, enquanto sentia o gozo escapando da minha rola. Os lábios da minha prima buscaram os meus, me abraçando com toda a força, enquanto o corpo dela tremia, encerrando o orgasmo. —Só gozei três vezes, e todas as três foram com você, com meu próprio primo. —Ela disse, e senti o corpo dela relaxar sob meu peso. Eu não podia dizer o mesmo, o corpo dela era o segundo que eu provava, então optei por não responder, enquanto tirava a camisinha, cheia de gozo, e dava um nó. —O que eu faço com isso? —Melhor jogar fora daqui, não vá que os pais da minha amiga vejam. —A gente já tem que ir? — perguntei. —Sim, o último ônibus passa daqui a meia hora. —Poxa, eu queria repetir. —Eu também, mas não dá tempo. Talvez a gente possa se ver outro dia. —Tomara. Nos vestimos, depois nos certificamos de que tudo ficasse como estava quando chegamos, fechamos a porta e começamos o caminho de volta. De novo de mãos dadas. —Javi, queria te perguntar uma coisa. —Fala. —O que aconteceu entre minha mãe e você? Finalmente veio a temida pergunta, eu estava esperando por ela há dias, embora naquele momento tivesse esquecido. —Nada que fosse acontecer. —Respondi virando a cabeça para o lado. —Pode me contar, não vou ficar brava, não se preocupa. —Mas por que você insiste que teve que acontecer alguma coisa? —Você sabe muito bem do que estou falando, do dia em que te vi saindo da minha casa, e depois vi minha mãe Ela saiu quase nua do quarto dela. Quando me viu, ficou tão pálida que achei que fosse desmaiar. Mas preferi não perguntar nada. —Supondo que tivesse rolado algo entre sua mãe e eu, não poderia te contar, isso seria quebrar minha palavra. —Então você tá admitindo que rolou alguma coisa. —Ela riu, parecia se divertir com esse jogo. —Nesse caso, teria que te contar toda a verdade, e isso envolve seu pai, e poderia te machucar. —Senti a pressão da mão dela dentro da minha quando falei aquilo. —Do que se trata? Por favor, me conta. —Ela tinha parado de andar e soltou minha mão, os olhos dela interrogavam os meus. —Sua mãe foi me ver, tava chorando, tinha descoberto que seu pai tava traindo ela com outra, mas não queria que você soubesse. Não queria te fazer sofrer. —Minha mãe nunca me disse nada. Que filho da puta, com toda essa pose de certinho que ele faz pros outros. —Sua mãe tava com tanta raiva e tanta dor por dentro que me pediu pra transar com ela. E eu aproveitei a situação. Agora você vai me odiar, suponho. —Tô confusa, mas também não posso culpá-la pelo que fez, eu também tô fazendo a mesma coisa com você. Quanto a você, é normal, ainda mais com a vontade que você tava de experimentar isso... —Retomamos o caminho num passo rápido pra recuperar o tempo perdido. —Você vai falar alguma coisa? —Não posso fazer isso, significaria confessar que sei do meu pai, acho que mais cedo ou mais tarde ela mesma vai me contar tudo, conheço ela o suficiente. —Então acabou o nosso rolo? —Eu não disse isso, embora esteja com um pouco de ciúme por saber que não fui a primeira. —Eu também não fui o primeiro pra você, foi aquele ex-namorado que você tinha. —Não me lembra disso, por favor. —Não vou fazer de novo, me perdoa. —Mas não consigo evitar de te perguntar uma coisa, a curiosidade me mata. Com qual das duas você gostou mais? —A voz dela voltou a ser alegre. —Seria impossível pra mim escolher uma de vocês duas, pra mim vocês são uma cópia da mesma mulher, só que com idades diferentes. Adorei transar com Te amo, mas tenho que admitir que também gostei muito de fazer isso com sua mãe. Ela ainda é muito gostosa, e você está ficando cada dia mais. Acho que estou apaixonado pelas duas, talvez porque vocês sejam dois amores proibidos. Logo o ônibus chegou, quase não conversamos nada durante o caminho de volta. Disfarçadamente, coloquei minha mão na coxa dela, e ela colocou a dela por cima. Assim, pensativos e em silêncio, chegamos ao nosso destino. Lá nos despedimos com uns beijos, castos e fraternais. —Espero que você apareça um dia no posto, minha mãe deve estar com saudades de você. —Tá falando sério? —Sim, claro, o que aconteceu não significa que você não deva voltar lá. E eu também vou estar morrendo de vontade de te ver de novo. —Você também podia aparecer um dia lá em casa, faz tempo que você não vai lá. —Tem razão, acho que a gente precisa fortalecer os laços familiares de novo. Com o sorriso que aquela brincadeira me arrancou, fiquei olhando minha prima se afastar. A silhueta dela, e o olhar quando virou a cabeça, acenderam o desejo em mim de novo. E com isso termina a quarta e última parte dessa história que poderia ser interminável, espero que tenham gostado. Aguardo as opiniões de vocês sobre o que acharam, e dependendo disso, continuo com os relatos.
E chegou a tão odiada e temida volta às aulas, professores novos, mas os mesmos adolescentes fazendo as mesmas idiotices do ano anterior. Principalmente quando tinha mina olhando. Mas logo meus colegas de classe perceberam que meu comportamento tinha mudado. Eu já não me sentia à vontade fazendo as mesmas merdas que eles faziam na frente das garotas. Meus amigos mais próximos ficavam preocupados por não me verem "pagando de doido" igual a eles. — O que que houve, Javi? Tem algum problema? — Era meu amigo Juan, tava realmente preocupado. — Não, não se preocupa, não tem nada, tô bem, de verdade. — A gente te vê sempre pensativo e muito sério. — Deve ser que tô ficando velho. — Respondi rindo. — Não é que você tá apaixonado? — Quem me dera, mas não tenho ninguém pra amar. Quem sabe nesse ano eu tenha mais sorte com as minas. — Acontece o mesmo com todo mundo, a gente só pega uns beijos e olhe lá, todas são umas sem graça. Quando ele foi embora, fiquei refletindo… Apaixonado? Não tinha me feito essa pergunta, e pra falar a verdade, não sabia o que responder pra mim mesmo. Ainda tava na minha cabeça a lembrança do que vivi com minha tia e minha prima. Só tinham se passado uns dois meses. Mas aquelas lembranças seriam inesquecíveis pra mim. Uma e outra vez voltavam à minha mente os momentos vividos com aquelas duas mulheres, eu continuava desejando elas igualmente. Às vezes chegava a pensar que tava apaixonado por elas, mas imediatamente tentava afastar essa ideia da minha cabeça. Dá pra ficar apaixonado por duas mulheres ao mesmo tempo? Sempre ouvi dizer que isso era impossível, além disso elas eram parte da minha família, isso tornava tudo pecaminoso e inconfessável. Mesmo assim, minha cabeça girava em torno disso toda vez que eu batia uma. Era algo que não tinha mudado pra mim, continuava me masturbando com a mesma frequência, mas agora fazia isso sabendo como é a sensação de foder uma mulher. Não precisava imaginar nada, só precisava lembrar de tudo que vivi naquele posto de gasolina, e de novo meu pau pedia que eu desse o alívio necessário, enchendo de porra as paredes dos banheiros da escola, e também meus lençóis de noite. Não tinha visto minha prima de novo desde que me despedi do trabalho, a gente estudava em escolas diferentes, e também não cruzava com ela quando eu saía pela cidade. Tem que considerar que naquela época não existia celular nem nada parecido. Quanto à minha tia, também não tinha tido notícias dela. Mesmo morrendo de vontade de vê-la, me dava um pouco de vergonha ir até o posto. Ficava meio sem graça de rever a Carmen, embora no fundo desejasse isso loucamente. Também não sabia nada da situação do casamento dela, e isso me preocupava. Imaginar ela sofrendo me enchia de raiva. Até que, por acaso, uma tarde encontrei a Mari, ela tava andando com uma amiga dela. Uma onda de alegria percorreu meu peito quando ela se aproximou de mim. — Oi Mari, quanto tempo sem te ver. — E dei uns beijinhos nas bochechas dela — Puxa, você não voltou no posto desde o verão. — Tô com vontade de ir, mas vou deixando pra outro dia, e o tempo vai passando… — Te apresento minha amiga Pepi. — Pepi, esse é o meu primo Javi. —Prazer, sua prima já falou de você algumas vezes. Ela gosta muito de você. —Oi Pepi, prazer em te conhecer. —Foi ela quem chegou mais perto pra dar os beijos de costume. —Pode vir com a gente se quiser, vou acompanhar a Pepi até a casa dela, e depois a gente pode voltar caminhando juntos. —Acho ótimo, faz tempo que a gente não se vê, e tô afim de conversar com você. Deixamos a Pepi na porta da casa dela e começamos a andar em silêncio, agora parecia que nenhum dos dois ousava quebrar aquele silêncio. —Então, Javi, me conta como anda a vida. Tá namorando? —Não, parece que ainda não chegou minha hora. —Você tem que dar uma força também, se uma mina te agrada, tem que falar pra ela. —Já faço isso, perdi muita da minha timidez, graças a você. —E também graças à minha mãe. —Completou rindo. —O que sua mãe tem a ver com isso? —Ah, para de se fazer de bobo, mas não tô a fim de falar disso agora. Eu também não quis insistir nesse assunto, parecia que minha prima sabia mais do que eu imaginava. Também não me atrevi a perguntar sobre o estado do relacionamento entre os pais dela. Continuamos andando até passar na frente da entrada de um parque. —Quer sentar um pouco? Meus pés tão doendo de tanto andar. —Tá bem, eu também andei muito essa tarde. Aliás, como anda seu namorado? —A gente terminou, melhor dizendo, ele terminou comigo. Mas acho que não perdi grande coisa. —Por que você diz isso? —É um sem-vergonha, assim que conseguiu o que queria, me largou por outra. —Umas lágrimas pareciam querer escapar dos olhos dela. —Você tá falando de…? —Sim, bem que eu podia ter dado minha primeira vez pra você, e não pra aquele filho da puta. —Sinto muito que tenha dado errado pra você. O que aconteceu, não gostou de transar? —A gente fez umas duas vezes, na primeira vez me machucou muito, não teve nenhum cuidado comigo. E na segunda vez não senti nada, ele foi um egoísta, só queria gozar, eu não importava nada pra ele. Felizmente não engravidei, porque ele também não usou nada. Ele quis usar camisinha. —Que filho da puta, adoraria dar uma surra nele. —Melhor esquecer, não se meta em problemas. Olhei de novo pro rosto dela, agora as lágrimas cobriam as bochechas. Assim como fiz com a mãe dela, aproximei meus lábios pra sorver aquele líquido salgado. —Alguém pode nos ver, Javi. —Ela disse enquanto meus lábios percorriam as bochechas dela. —Não tô nem aí, também acho que a cidade inteira não sabe que somos primos. Minha boca agora procurou os lábios dela, e ela aceitou mansamente ser beijada. Mas logo separou a boca. —Desculpa, Javi, não me sinto confortável, a ideia de alguém nos reconhecer me apavora. —Te entendo, mas é tanta vontade que tenho de te abraçar e beijar. Você não imagina quantas vezes pensei em você desde aquele dia. —Eu também quero ficar com você, você é muito carinhoso, e agora preciso muito de carinho. —Mas não consigo pensar num lugar onde possamos ficar a sós. —Espera uns dias, já vou pensar em algo. Ligo na sua casa com qualquer desculpa e a gente combina. —Parece boa ideia, mas não esquece disso. Tô morrendo de vontade de você, acho que te amo. —Minhas palavras eram sinceras, a menos que eu ainda não soubesse o que era o amor. —Não diz isso, somos primos, só podemos sentir amor fraternal. O resto é proibido. —Dá pra proibir sentimentos? —Acho que tem gente que pensa assim. Dito isso, ela se despediu de mim com um beijo na bochecha, e cada um seguiu pra sua casa. No resto da semana fiquei de olho no telefone, mas nenhuma chamada era da minha prima. Até que na sexta à tarde, ao atender, pude ouvir a voz dela. —Finalmente ligou, fiquei a semana inteira esperando o telefone tocar. —Já achei uma solução. —Cê tá falando daquilo que a gente conversou. —Não podia dar detalhes, meus pais podiam estar ouvindo. —Tenho uma amiga cujos pais têm uma casinha no campo, mais um chalé, nos arredores. Convenci ela a me emprestar as chaves neste domingo, claro que não Sabe que vou com você, falei que arranjei um namorado novo. — Mas e os pais dela? Não tem perigo de aparecerem por lá? — A família vai viajar esse fim de semana, então só voltam domingo à noite. — Então, quando a gente se vê? — Que tal domingo às três da tarde? — Preferia passar o dia inteiro com você. — Não dá, de manhã tenho que ajudar minha mãe em casa. A gente se vê às três no ponto em frente ao Corte Inglês. O ônibus deixa a gente a só quinze minutos da casa. — Beleza, então combinado assim, até logo, Juan. — Ouvi a risada da minha prima do outro lado da linha. — Até logo, Cati, um beijo. — Quem era? — Perguntou minha mãe, curiosa como sempre. — Meu amigo Juan, nada importante. Acho que você não devia perguntar toda vez que falo com alguém. — Desculpa, filho, não vou perguntar mais. — Disse com um tom ofendido. — Entenda, Javi, ela não consegue evitar, é mais forte que ela. — Completou meu pai rindo. — Vocês dois se uniram contra mim? Então vou deixar vocês sozinhos. — E foi ver TV na sala. A partir daí, comecei a contar as horas e a sonhar com o que ia rolar no domingo. Até que finalmente chegou a hora, cheguei meia hora antes no ponto do ônibus. Meus olhos não paravam de vasculhar a multidão, ansiosos pra ver minha prima aparecer, meu coração dava um pulo toda vez que via alguma garota parecida com ela. Por fim, quinze minutos depois, avistei ela ao longe, e respirei aliviado. — Oi, Javi. — Ela levava uma mochila pequena na mão, e a respiração estava ofegante. — Oi, mari, você parece cansada. — Vim num passo rápido, minha mãe me prendeu até o último minuto. — Senta e descansa. O que você levou aí? — Perguntei apontando pra mochila. — Umas toalhas e sabonete, não sei o que a gente vai encontrar lá. — Mas você conhece o lugar? — Fui algumas vezes quando era pequena, acho que sei chegar. Meia hora depois, o ônibus nos deixou nos arredores da cidade. — Tem que seguir por esse caminho por uns dois quilômetros. —Disse minha prima, apontando para uma estrada de terra que se embrenhava entre os vinhedos. —Me dá a bolsa, eu levo agora. —Pendurei a bolsa a tiracolo, e minha mão procurou a dela. Seguimos assim, em silêncio, só interrompido pela nossa risada nervosa, cada vez que olhávamos nos olhos um do outro, e eu apertava com mais força a mão dela. —É ali. —Disse Mari depois de dez minutos caminhando. A casinha se destacava entre os vinhedos, solitária, rodeada apenas por algumas árvores. —É muito linda, parece saída de um conto de fadas. —Os vinhedos ao redor também são da minha amiga, é na época da colheita que eles mais usam a cabana. Uma vez na porta de madeira, minha prima enfiou a chave na fechadura, não era uma chavinha, mas uma chave grande daquelas que não se vê mais hoje em dia. Abriu a porta devagar, com o respeito que um lugar alheio impõe. O interior estava na penumbra. Abrimos uma das janelas e o cômodo se iluminou, revelando assim os mistérios que as sombras escondiam. —Lembrava de tudo maior. —Disse minha prima. —É normal, sempre acontece com as lembranças da infância. A casa tinha só uma sala principal com uma lareira, um quarto com duas camas, e um banheirinho. A cabana não tinha eletricidade, mas tinha água de um grande reservatório lá fora. —Finalmente, estamos sozinhos, aqui tô tranquila, ninguém pode nos ver. —E fechou a porta por dentro. O próximo passo foi nos fundir num abraço, dando vazão às nossas bocas famintas de desejo, nossos lábios se procuraram, se unindo num beijo que só era interrompido quando meus lábios beijavam o rosto dela. —Preciso ir ao banheiro, vou me lavar, mas vai ter que ser com água fria. —Disse minha prima. —Tá bom, depois vou eu. Momentos depois, estávamos os dois dentro do quarto. Mari tirou uma toalha grande da mochila e a estendeu sobre o colchão nu de uma das camas. —Minha amiga Cati Ela me avisou sobre isso, não tem lençol nem nada parecido. Por isso trouxe umas toalhas. Depois puxou a gaveta inteira de um dos criados-mudos. —Tá aqui. —Disse rindo— Minha amiga vem sempre aqui com o namorado, ela me contou onde escondia as camisinhas. —Eu nem tinha pensado nisso, que distraído que sou, claro que também não sabia até onde você queria chegar. —Que bobo você é, pra que você acha que eu ia te trazer até aqui? —Disse, enquanto tirava a camiseta. O tesão percorreu meu corpo inteiro ao ouvir as palavras dela, e uma ereção violenta tomou conta do meu pau ao ver ela tirando a roupa. Fiz o mesmo, Mari sorriu quando viu meu pau apontado pro teto. —Nossa, vejo que você tá bem animado. —Tô pegando fogo por dentro, faz tempo que sonho com esse momento. —Vem cá, me abraça. Nossos corpos nus se juntaram, e de novo nossos lábios se procuraram. E assim, unidos naquele abraço, caímos na cama. De novo os peitos da minha prima estavam dentro da minha boca, tão duros quanto da outra vez. Chupei aqueles seios até ouvir uns gemidinhos escapando da boca dela. Depois fui deslizando minha boca pela barriga dela, beijando o corpo todo até parar no monte de Vênus. Ali, abri as pernas dela pra contemplar aquela buceta, tantas vezes desejada por mim. Não consegui evitar uma sensação de raiva misturada com tesão, ao lembrar que aquela maravilha tinha sido de outro homem. Que um sem-vergonha que não merecia tinha penetrado aquele corpo, pra depois descartar como um lenço usado. Perdido nos meus pensamentos, fiquei olhando aquela buceta que agora se abria diante dos meus olhos só pra mim. Os poucos pelos que a rodeavam, o interior rosa como veludo, e cada uma das suas dobras, tudo era maravilhoso pra mim. —Continua, não fica aí parado, tô muito molhada. —Era a voz trêmula da minha prima, perdido nos meus pensamentos eu tinha deixado ela de lado. —Fiquei besta olhando. —Me desculpei. E minha mão passou a explorar o mais íntimo daquela... adolescente, cuja beleza crescia a cada dia. Enfiei dois dedos dentro da buceta dela, e dessa vez, ela não resistiu. Minha mão ficou encharcada com os fluidos quentes dela, tão quentes quanto os gemidos que escapavam da boca dela. — Javi, chupa, quero que você me faça gozar igual fez naquele dia, nunca mais senti nada assim. — Minha Mari não enrolava, sabia o que queria. Sem mais delongas, afundei minha cara entre as coxas dela, e minha língua começou a lamber todo aquele vale, enfiando a língua dentro da buceta dela, pra depois chegar no clitóris, e recomeçar. Os gemidos da minha prima aumentavam, e uns espasmos pareciam percorrer o corpo dela quando minha língua roçava a parte mais sensível. — Aí, continua aí, no lugar, vai até eu gozar. — O tom era imperativo, mas a voz dela era rouca, sensual e ardente. Chupei e lambi aquele clitóris, com toda a força que minha língua permitia. Tava começando a ficar difícil acompanhar o ritmo do corpo dela, que ficava tenso, enquanto a pélvis subia e descia. E ela, com as mãos, puxava minha cabeça pra garantir que eu não ia escapar. Os gemidos viraram gritos, misturados com ofegos e palavras que eu mal entendia. E no final, senti o corpo dela relaxar de uma vez, afundando no colchão, com umas contrações. — Pronto, já foi, amor, já gozei, pode parar. Levantei a cabeça pra ver o rosto dela, tava vermelho, os olhos fixos no teto, e o corpo coberto de suor. — Gostou? — perguntei. — Tá duvidando? É a segunda vez na minha vida que gozo assim. Só você conseguiu. Vai, deita de costas, agora é sua vez. Assim que fiz, senti o calor da boca dela envolvendo meu pau. Ela engolia meu pau uma vez atrás da outra, enquanto uma das mãos acariciava minhas bolas, ao mesmo tempo que usava de limite pra não engasgar. O prazer aumentava a cada chupada e lambida que minha glande recebia, pra depois sentir de novo o calor do interior da boca dela. boca. Mesmo assim, sentia inveja da minha prima, o que o corpo dela tinha sentido momentos antes devia ser cem vezes maior do que eu poderia experimentar. Apesar da minha pouca experiência, já tinha percebido como um orgasmo feminino é forte, nada comparável ao de um homem. Momentos depois, minha mente lutava mais uma vez contra meu pau prestes a gozar, enquanto eu me recusava a gozar tão cedo. — Mari, para com isso, já vou gozar. Mas a boca dela não se soltava do meu membro, parecia não ter me ouvido. — Não aguento mais, para agora. — E com minha mão toquei a cabeça dela para que obedecesse. Mas foi inútil, minha prima ainda tinha meu pau dentro da boca quando senti o primeiro jato saindo da minha glande, e depois outro, e mais vários. O esperma escorria pelo canto dos lábios da minha princesa, mas ela não tirou a boca até ter certeza de que eu tinha gozado completamente. Então ela se levantou e foi cuspir na pia, depois enxaguou a boca. — Mas Mari, gozei na sua boca, é incrível, não esperava por isso. — Falei quando ela voltou. — Te falei que tinha que fazer isso um dia, viu só, também experimentei isso com você. — E o que achou? — Adorei sentir os espasmos do seu pau e a força dos jatos de porra dentro da minha boca. Mas não tive coragem de engolir, ouvi dizer que algumas mulheres fazem isso. — Obrigado, você é adorável. Acho que não vamos embora ainda, fiquei com vontade de, sabe como é… — Eu também quero, mas vamos descansar um pouco primeiro. — Mas só um pouquinho. — Falei sentando ao lado dela na beira da cama. — Você precisa se lavar, está todo coberto de resto de porra, e isso é perigoso, posso engravidar. Obedeci, e lavei bem o pau e as bolas na pia. Minha prima continuava sentada na beira da cama, sentei ao lado dela e de novo unimos nossos lábios, havia algo mais que desejo carnal nos nossos beijos. Nós dois podíamos sentir, mas nos recusávamos a aceitar. —Deita de barriga pra cima. —Disse Mari, enquanto rasgava a embalagem da camisinha. —Vou tentar colocar em você. —Já colocou alguma? —Não, é a primeira, mas não parece difícil, é só desenrolar pra baixo. Embora eu receie que você não esteja duro o bastante pra isso. Inclinando-se sobre mim, enfiou meu pau inteiro na boca, instantes depois já não cabia tudo lá dentro. —Nossa, olha como cresce rápido, já tá duríssimo. —Com cuidado, desenrolou o látex até cobrir todo meu falo. —Parece que você plastificou ele. —Ri. —Assim não tem perigo nenhum. —Disse enquanto se deitava ao meu lado na cama. Sem hesitar um segundo, me joguei sobre ela me acomodando entre as pernas dela. —Espera, chupa um pouco minha buceta, quero estar quente quando você meter. —Desculpa, tô com tanta vontade que nem pensei nisso. E deslizei meu corpo até ter meus lábios de novo dentro da vulva dela, quente e molhada. Não precisei me esforçar muito pra ela pedir pra parar, já tava no ponto. —Pode vir Javi, tô pronta, acho que dessa vez vou gostar. Tirei minha cabeça de entre as pernas dela e subi pra beijar a boca dela com meus lábios ainda molhados dos fluidos mais íntimos dela. Mari se levantou um pouco pra pegar meu pau com a mão, guiando a cabeça pra entrada da vagina dela. —Tá aí, empurra devagar, não me machuca. —As palavras dela foram seguidas por um gemido suave e prolongado que durou até meu pau entrar por inteiro. Ela levantou um pouco a pélvis como se quisesse que entrasse ainda mais. —Assim Javi, empurra o máximo que puder, adoro. Vamos, agora, me come, mete forte. Apoiei os pés na grade da cama e empurrei o máximo que pude, depois afrouxei a pressão, começando a bombar dentro daquela buceta. Lembrando da minha experiência anterior, decidi não ir muito rápido, então optei por empurrar com força, mas de forma calma. —Tá gostando assim, Mari, amor? —Tô adorando, nunca senti algo assim antes, vai fundo. Mais rápido. —Não quero gozar muito cedo, por isso vou devagar. E acelerei um pouco o ritmo, embora estivesse achando difícil me controlar conforme me aproximava do clímax. Tentei distrair meus pensamentos, mas os gemidos da minha prima me traziam de volta à realidade, e ao desejo inevitável de gozar. Mas foi ela quem me surpreendeu. —Vai, Javi, agora, vai, vou gozar, Javi, isso é muito bom. —O resto dos sons que escaparam da boca dela não deixava dúvidas, ela estava gozando. —Eu também, Mari, eu também. —E empurrei com toda a força que pude, enquanto sentia o gozo escapando da minha rola. Os lábios da minha prima buscaram os meus, me abraçando com toda a força, enquanto o corpo dela tremia, encerrando o orgasmo. —Só gozei três vezes, e todas as três foram com você, com meu próprio primo. —Ela disse, e senti o corpo dela relaxar sob meu peso. Eu não podia dizer o mesmo, o corpo dela era o segundo que eu provava, então optei por não responder, enquanto tirava a camisinha, cheia de gozo, e dava um nó. —O que eu faço com isso? —Melhor jogar fora daqui, não vá que os pais da minha amiga vejam. —A gente já tem que ir? — perguntei. —Sim, o último ônibus passa daqui a meia hora. —Poxa, eu queria repetir. —Eu também, mas não dá tempo. Talvez a gente possa se ver outro dia. —Tomara. Nos vestimos, depois nos certificamos de que tudo ficasse como estava quando chegamos, fechamos a porta e começamos o caminho de volta. De novo de mãos dadas. —Javi, queria te perguntar uma coisa. —Fala. —O que aconteceu entre minha mãe e você? Finalmente veio a temida pergunta, eu estava esperando por ela há dias, embora naquele momento tivesse esquecido. —Nada que fosse acontecer. —Respondi virando a cabeça para o lado. —Pode me contar, não vou ficar brava, não se preocupa. —Mas por que você insiste que teve que acontecer alguma coisa? —Você sabe muito bem do que estou falando, do dia em que te vi saindo da minha casa, e depois vi minha mãe Ela saiu quase nua do quarto dela. Quando me viu, ficou tão pálida que achei que fosse desmaiar. Mas preferi não perguntar nada. —Supondo que tivesse rolado algo entre sua mãe e eu, não poderia te contar, isso seria quebrar minha palavra. —Então você tá admitindo que rolou alguma coisa. —Ela riu, parecia se divertir com esse jogo. —Nesse caso, teria que te contar toda a verdade, e isso envolve seu pai, e poderia te machucar. —Senti a pressão da mão dela dentro da minha quando falei aquilo. —Do que se trata? Por favor, me conta. —Ela tinha parado de andar e soltou minha mão, os olhos dela interrogavam os meus. —Sua mãe foi me ver, tava chorando, tinha descoberto que seu pai tava traindo ela com outra, mas não queria que você soubesse. Não queria te fazer sofrer. —Minha mãe nunca me disse nada. Que filho da puta, com toda essa pose de certinho que ele faz pros outros. —Sua mãe tava com tanta raiva e tanta dor por dentro que me pediu pra transar com ela. E eu aproveitei a situação. Agora você vai me odiar, suponho. —Tô confusa, mas também não posso culpá-la pelo que fez, eu também tô fazendo a mesma coisa com você. Quanto a você, é normal, ainda mais com a vontade que você tava de experimentar isso... —Retomamos o caminho num passo rápido pra recuperar o tempo perdido. —Você vai falar alguma coisa? —Não posso fazer isso, significaria confessar que sei do meu pai, acho que mais cedo ou mais tarde ela mesma vai me contar tudo, conheço ela o suficiente. —Então acabou o nosso rolo? —Eu não disse isso, embora esteja com um pouco de ciúme por saber que não fui a primeira. —Eu também não fui o primeiro pra você, foi aquele ex-namorado que você tinha. —Não me lembra disso, por favor. —Não vou fazer de novo, me perdoa. —Mas não consigo evitar de te perguntar uma coisa, a curiosidade me mata. Com qual das duas você gostou mais? —A voz dela voltou a ser alegre. —Seria impossível pra mim escolher uma de vocês duas, pra mim vocês são uma cópia da mesma mulher, só que com idades diferentes. Adorei transar com Te amo, mas tenho que admitir que também gostei muito de fazer isso com sua mãe. Ela ainda é muito gostosa, e você está ficando cada dia mais. Acho que estou apaixonado pelas duas, talvez porque vocês sejam dois amores proibidos. Logo o ônibus chegou, quase não conversamos nada durante o caminho de volta. Disfarçadamente, coloquei minha mão na coxa dela, e ela colocou a dela por cima. Assim, pensativos e em silêncio, chegamos ao nosso destino. Lá nos despedimos com uns beijos, castos e fraternais. —Espero que você apareça um dia no posto, minha mãe deve estar com saudades de você. —Tá falando sério? —Sim, claro, o que aconteceu não significa que você não deva voltar lá. E eu também vou estar morrendo de vontade de te ver de novo. —Você também podia aparecer um dia lá em casa, faz tempo que você não vai lá. —Tem razão, acho que a gente precisa fortalecer os laços familiares de novo. Com o sorriso que aquela brincadeira me arrancou, fiquei olhando minha prima se afastar. A silhueta dela, e o olhar quando virou a cabeça, acenderam o desejo em mim de novo. E com isso termina a quarta e última parte dessa história que poderia ser interminável, espero que tenham gostado. Aguardo as opiniões de vocês sobre o que acharam, e dependendo disso, continuo com os relatos.
9 comentários - Minha prima e a mãe dela me fizeram homem 4 (Final)