Colega do trabalho (I)

Tinha uma gostosa do trampo com quem eu tinha um troca-troca uns anos atrás. Negona, magrinha, peito bonito e rabão gostoso. Sempre gente boa, na época a gente trocava uns amassos e um dia, levando ela pra casa, passei a mão, mas não passou disso. Naquele momento eu tava sozinho e tarado, e ela tava meio mal com o marido, e a gente teve vários "quase lá", mas no fim não rolou e o tesão foi embora.

Um tempo depois, mesmo se vendo todo dia, a gente retomou o papo quente e ficou muito afim. A diferença da outra vez é que os dois tavam comprometidos. Ela mais enrolada, porque era casada e tinha dois filhos, mas mais solta e decididamente afim de mim. A gente trocou umas fotos pesadonas e, toda vez que se encontrava sozinho em algum lugar do prédio, faísca voava. Se tava só a gente, rolava uma apalpada, uma encostada, essas paradas.

Tudo foi aumentando e um dia eu não aguentava mais e encostei ela de costas. Ela deixou e ainda rebolou a bunda. Me deixou de pau duro. Pouco depois, vejo ela de novo numa sala de reunião procurando uma parada. Entro, ficamos de frente, encostei ela e passei a mão na bunda toda. Ela fez uma cara de puta do caralho e a gente não se beijou na boca só de medo de ser visto.

Na hora a gente começou a se falar de tudo, claro pelo WhatsApp. Eu dizia que adorava passar a mão, ela tinha umas leggings apertadas que me deixavam louco. Além de saltos que empinavam muito a bunda e o visual dela. Falei: "O que você deve ser pelada, com uma fio dental ou lingerie bonita. Me excita te imaginar assim."

No fim do dia, vejo ela, sozinha de novo na área dos arquivos. Era um dia que a empresa tava vazia porque vários estavam num congresso. "Opa, se esses saltos continuarem aparecendo aqui, vou ter que ir no banheiro aliviar a tensão", eu falava. "Que isso? Te deixam tão excitado assim?" ela pergunta.

— Já te falei que a imagem que você me põe é muito gostosa. E me aproximei e agarrei a bunda dela.
— Se você não tá tão duro, mas eu sinto. assim embaixo, o que você tem que ser por inteiro. Ela me fala e vai embora.

Naquela sexta-feira, a gente tinha combinado com uns colegas do escritório de sair pra tomar algo. A gente tava andando por Palermo e ela, que geralmente não bebia, começou a beber e a ficar bêbada.

O bar foi lotando e vários já tipo 1 da manhã começaram a ir embora. A gente, enquanto isso, se esquentava por mensagens. Num momento, a gente vai pro balcão juntos. Cheio de gente e já tinham apagado algumas luzes. Eu agarrei ela e coloquei ela na minha frente porque tava uma bagunça. Aproveitei e encostei ela enquanto esperávamos os drinks que pedimos. Ela, bem putinha, rebolava a raba. Eu passava a mão na frente e de repente falo no ouvido dela, "que putinha você fica, e me deixa, você sente". Ela jogava a mão pra trás e me tocava a piroca.

A gente voltou pra mesa e só tinham sobrado duas minas que moravam perto e iam embora com o namorado de uma que vinha buscar.
- "E vocês, o que vão fazer?" perguntaram.
- "A gente termina isso aqui e vai de táxi, até porque vamos pro mesmo lado", respondemos.

Quando elas vão embora, ela me fala, "tô meio tonta, vou no banheiro e a gente vai?" "Fechou."

Quando ela sai, eu tava esperando. Agarrei ela e na escuridão comecei a beijar ela. Meti a língua, bem molhada, passei a mão na raba dela e falei, "a gente vai, mas eu queria levar uma lembrancinha". Ela responde e me encosta na parede. A gente se pegou um tempão, muita língua e mão boba. Eu na raba dela e ela sentindo como minha piroca fica dura.

A gente saiu andando do bar e passei a mão na raba dela de novo. Muito tesão.
- "Vamos achar um táxi que tá ficando tarde" ela fala.
- "Já é tarde" falei e comecei a apertar ela contra uma parede. A rua tava meio escura. "Ai para, não aguento mais, não consigo. Ahhhh... filho da puta, como você me toca, para..." ela falava enquanto eu enfiava minha mão na buceta dela.

Aos poucos ela foi relaxando e começou a meter a mão também.
- "Você me deixa com tesão desde o outro dia. Com essa legging", falo e começo a gemer... ahhh... sim... sim" Em segundos ela tinha tirado minha piroca e tava me batendo uma punheta.

Ela se abaixa e me chupa. Eu não aguentava mais, e te falo. Ela não queria aliviar, pega na minha e me bate uma punheta com a língua tocando a ponta e me fala “Manda pra dentro”. Começo a jorrar. E fico exausto.
– “Agora vamos que tenho que ir” ela diz, e a gente pega um táxi.

Continua...

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